Interface de Bus de Campo PROFIBUS DP-V1 UFP11A
Edição
02/2004
Índice
Índice
1 Vista geral do sistema ...4
2 Estrutura da unidade ...5
2.1 Vista frontal ...5
3 Instalação e operação sem PC...6
3.1 Instruções de instalação ...6
3.2 Configuração dos parâmetros do conversor ...9
3.3 Autosetup ...10
3.4 Elaboração do projecto do mestre do bus de campo...12
3.5 Iniciar os conversores ...13
4 Instalação e operação com PC ...14
4.1 Instruções de instalação ...14
4.2 Configuração dos parâmetros do conversor ...17
4.3 Software para a colocação em funcionamento ...17
4.4 Iniciar os conversores ...18
5 Interface PROFIBUS...19
5.1 Colocação em funcionamento do PROFIBUS DP mestre ..19
5.2 Configuração do interface PROFIBUS DP...19
5.3 Número de identificação ...25
5.4 Controlo do conversor...25
6 Funções para DP-V1 ...27
6.1 Introdução ao PROFIBUS-DP-V1 ...27
6.2 Características dos conversores da SEW...29
6.3 Estrutura do canal de parâmetros DP-V1 ...30
6.4 Elaboração do projecto de um mestre C1...46
6.5 Anexo...47
7 Resposta a irregularidades ...54
7.1 Timeout do bus de campo ...54
7.2 Timeout SBUS ...54
7.3 Falha na unidade ...54
8 LEDs ...55
8.1 RUN ...55
8.2 BUS-FAULT ...55
8.3 SYS-FAULT ...56
8.4 USER ...56
9 Micro-interruptores ...57
9.1 Configuração do endereço da estação ...57
10 Utilização do interface ...58
11 Anexo ...61
11.1 Lista de erros ou irregularidades...61
11.2 Informação Técnica ...62
11.3 Dimensões ...63
12 Índice ...64
1 Vista geral do sistema
Manual de Instru<Source>ç</><Source>õ</>es
1 Vista geral do sistema
O Interface de Bus de Campo UFP11A PROFIBUS DP-V1 é usado para ligar conver- sores ao PROFIBUS DP-V1. Através do SBus podem ser ligados vários conversores ao interface UFP11A PROFIBUS DP-V1. O interface PROFIBUS UFP11A estabelece a ligação entre o PROFIBUS DP-V1 e o SBus (Bus do Sistema).
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Fig. 1: Vista geral DP-V1 mestre - UFP - Conversores
Vista frontal 2
Estrutura da unidade
2 Estrutura da unidade 2.1 Vista frontal
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Fig. 2: Disposição dos LEDs, dos conectores e dos micro-interruptores
3 Instruções de instalação
Instalação e operação sem PC
3 Instalação e operação sem PC 3.1 Instruções de instalação
Instalação A unidade pode ser instalada directamente numa parede do quadro eléctrico usando a fixação em calha DIN previamente montada ou através dos quatro furos integrados na parte de trás da unidade. Regra geral, a disposição espacial das unidades a serem liga- das (por ex. MOVITRAC
®07) é arbitrária. No entanto, deve considerar-se a extensão máxima do circuito e o facto do Gateway ter de estar instalado no fim ou no início do bus de sistema (SBus). Por esta razão, recomenda-se ter sempre em consideração estes aspectos no que diz respeito ao espaço.
Ao instalar a unidade através da fixação em calha DIN com um uma extensão do cir- cuito SBus superior a 1 m, é necessário ligar o UFP à terra através de um HF adequado adicional.
Atribuição dos pinos
A ligação do interface UFP11A à rede PROFIBUS é estabelecida através de um conec- tor Sub-D de 9 pinos, de acordo com EN 50170. A ligação T-Bus tem que ser feita usando uma ficha com a configuração correspondente.
Conector para bus de campo
Regra geral, o interface de bus de campo é ligado ao sistema PROFIBUS através de um cabo blindado de par torcido. O cabo PROFIBUS tem que ser blindado em ambos os lados, por ex., na caixa da ficha. Observe a velocidade máxima de transmissão suportada quando escolher o conector de bus.
O cabo de par torcido é ligado à ficha PROFIBUS usando os pinos 8 (A/A) e 3 (B/B). A comunicação dá-se através destes dois contactos. Os sinais RS-485 A/A e B/B têm que ser ligados nos mesmos contactos em todas as estações (participantes) da rede PRO- FIBUS. Caso contrário, a comunicação através do bus não é possível.
O interface PROFIBUS envia um sinal TTL de controlo para um repeater ou um adap- tador de fibra óptica (referência = pino 9) através do pino 4 (CNTR-P).
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Fig. 3: Atribuição dos pinos do conector Sub-D X3, de acordo com EN 50170 ([1] = conector
Sub-D de 9 pinos, [2] = condutores de sinal torcidos, [3] = ligação condutora entre a caixa
da ficha e a blindagem)
Instruções de instalação 3
Instalação e operação sem PC
Ligação do bus de sistema
Tenha em atenção:
• Utilize um cabo de cobre de 2 fios torcidos e blindado (cabo de transmissão de dados com blindagem feita de um trançado de fios em cobre). Efectue a blindagem em ambas as extremidades em grande área no terminal electrónico do MOVITRAC
®07 ou do interface UFP11A e efectue também a ligação das extremidades de blin- dagem a GND. O cabo tem de corresponder à seguinte especificação (por exemplo, são adequados os cabos CAN-Bus ou DeviceNet):
– Secção recta dos condutores 0,75 mm
2(AWG18) – Resistência do cabo 120 Ω a 1 MHz
– Capacitância por unidade de comprimento ≤ 40 pF/m (12 pF/ft) a 1 kHz
• A extensão total do cabo permitida depende da velocidade de transmissão do SBus especificada:
– 250 kBaud: 160 m (528 ft)
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Fig. 4: Ligação do bus de sistema
UFPGND = Referência do bus do sistema SC11 = Bus do sistema alto
SC12 = Bus do sistema baixo
MOVITRAC® 07
GND = Referência do bus do sistema SC22 = Bus de sistema baixo, saída SC21 = Bus de sistema alto, saída SC12 = Bus de sistema baixo, entrada SC11 = Bus de sistema alto, entrada
S12 = Resistência de terminação do bus do sistema
3 Instruções de instalação
Instalação e operação sem PC
• Ligue a resistência de terminação do bus de sistema (S12 = ON) na última unidade do bus de sistema. Nas outras unidades, desligue a resistência de terminação (S12
= OFF). O Gateway UFP11A tem de estar sempre no início ou no fim da ligação do bus do sistema. Este Gateway possui uma resistência de terminação incorporada.
Ligação de 24 V Nos terminais X1:4 e X1:5 tem que ser ligada uma tensão de alimentação externa de 24 V.
Blindagem e instalação dos cabos de bus
O interface PROFIBUS suporta a tecnologia de transmissão RS-485 e requer o tipo de condutor A especificado para PROFIBUS, como condutor bifilar blindado e adequada- mente cablado, de acordo com EN 50170.
Uma blindagem tecnicamente correcta do cabo de bus atenua eventuais interferências eléctricas que podem surgir em ambientes industriais. As seguintes medidas permitem- lhe obter as melhores características de blindagem:
• Aperte manualmente os parafusos de fixação de conectores, módulos e condutores de compensação de potencial.
• Utilize somente conectores com caixa metálica ou caixa metalizada.
• Ligue a blindagem na ficha em grande superfície.
• Aplique a blindagem da linha de bus de ambos os lados.
• Não coloque os cabos de sinal e de bus paralelamente aos cabos de energia (con- dutores do motor), mas, se possível, em canais de cabos separados.
• Em ambientes industriais utilize esteiras metálicas para cabos e ligadas à terra.
• Instale os cabos de sinal próximos da compensação de potencial correspondente usando o menor percurso possível.
• Evite o uso de conectores de ficha para ampliar a extensão de linhas de bus.
• Passe o cabo de bus próximo de superfícies com ligação à massa.
• Entre as unidades ligadas com o SBus não pode existir diferença de potencial. Evite a diferença de potencial tomando as medidas adequadas, como por exemplo ligando a unidade à massa usando uma linha separada.
• Não é permitida uma ligação do cabo em forma de estrela.
Em caso de oscilações do potencial de terra pode circular uma corrente de compensa- ção através da blindagem ligada em ambos os lados e ligada ao potencial de terra (PE).
Em tal caso, garanta uma compensação de potencial suficiente de acordo com as regu-
lamentações VDE aplicáveis.
Configuração dos parâmetros do conversor 3
Instalação e operação sem PC
Terminação do bus
A electrónica do UFP não é provida com uma terminação de bus. Caso o módulo UFP seja instalado como primeira ou última unidade do circuito PROFIBUS, deve ser usada uma resistência de terminação externa. Recomendamos fichas PROFIBUS com termi- nação de bus integrada, que interrompem o circuito do Bus quando a terminação de bus é activada.
3.2 Configuração dos parâmetros do conversor
A configuração dos parâmetros do conversor pode ser realizada através do painel de operações do conversor. Por favor consulte as instruções de operação do conversor para mais informações.
• Ligue a tensão de alimentação para o UFx e todos os conversores ligados ao sis- tema.
• Configure um endereço individual SBus (P813) nos conversores. Recomendação:
Atribuição dos endereços por ordem crescente começando pelo endereço 1 e de acordo com a disposição dos conversores no quadro eléctrico. O endereço 0 não deverá ser atribuído, pois este endereço é utilizado pelo UFx.
• Verifique a velocidade de transmissão do SBus (P816, configuração de fábrica = 500 KBauds).
• Configure SBus como fonte de referência (P100) (valor 10).
• Configure SBus como fonte de controlo (P101) (valor 3).
• Configure a atribuição dos terminais das entradas binárias. Para o MOVITRAC
®07, recomendamos configurar o valor 0 para o parâmetro P60-. Isto corresponde à seguinte atribuição:
– DI01 Sentido horário/Paragem (ligado a 24 V, para habilitação dos dois sentidos de rotação)
– DI02 Sentido anti-horário/Paragem (sem função) – DI03 Comutação da referência fixa (não ligado)
– DI04 n11/n21 (não ligado)
– DI05 n12/n22 (não ligado)
– Se for usado um MOVIDRIVE
®, todos os terminais não utilizados deverão ser programados para "sem função".
• Atenção: Para o MOVITRAC
®07, o parâmetro P815 (Intervalo de timeout do SBus)
só pode ser configurado através de um PC, caso seja necessário configurar este
parâmetro. O valor de defeito é 0, ou seja, a monitorização do timeout está desacti-
vada. Configura P815 para o valor 1 s.
3 Autosetup Instalação e operação sem PC
3.3 Autosetup
Com a função Autosetup é possível colocar o interface UFx em funcionamento sem ser necessário usar um PC. Neste caso, o interface é activado pelo micro-interruptor Auto- setup. Ao ligar o micro-interruptor Autosetup a função é executada uma vez. O micro- interruptor Autosetup terá depois que permanecer ligado. A função pode ser novamente executada desligando e voltando a ligar o micro-interruptor. Como primeiro passo, o UFx procura os conversores presentes no SBus. Este processo é sinalizado através de um piscar breve do LED SYS-F. A cada conversor ligado à rede SBus deve ser atribuído um único endereço SBus (P813). Recomenda-se atribuir os endereços por ordem cres- cente começando pelo endereço 1 e de acordo com a disposição dos conversores no quadro eléctrico. A imagem do processo no lado do bus de campo é acrescida de 3 palavras para cada conversor detectado. Se não foi encontrado nenhum conversor, o LED SYS-F permanece aceso. São considerados no máximo 8 conversores. A figura seguinte ilustra a imagem do processo para 3 conversores com três palavras de cada um dos dados de saída e de entrada do processo. Após completada a detecção das unidades, o UFx troca ciclicamente 3 palavras de dados do processo com cada conver- sor ligado ao sistema. Os dados de saída do processo são obtidos pelo bus de campo, divididos em blocos de 3 e enviados. Os dados de entrada do processo são lidos pelos conversores, agrupados e transmitidos ao mestre do bus de campo.
Atenção: Se alterar a definição dos dados do processo dos conversores ligados ao
UFP, execute novamente o Autosetup, pois o UFP memoriza estes valores apenas
durante o Autosetup. Do mesmo modo, as definições dos dados do processo dos con-
versores também não poderão ser mais alteradas de forma dinâmica após o Autosetup.
Autosetup 3
Instalação e operação sem PC
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Fig. 5: Troca de dados entre DP-V1 mestre - UFP - Conversores
3 Elaboração do projecto do mestre do bus de campo Instalação e operação sem PC
3.4 Elaboração do projecto do mestre do bus de campo
• Para a elaboração do projecto, configure um endereço PROFIBUS individual atra- vés dos micro-interruptores do interface do UFP. O endereço do PROFIBUS é con- figurado como endereço binário. Uma alteração do endereço PROFIBUS só tem efeito desligando e voltado a ligar o interface UFP.
• O mestre de bus de campo é configurado com a ajuda do ficheiro GSD (ver anexo).
O UFP é adereçado através do endereço PROFIBUS configurado. O número de palavras de dados do processo usado pelo mestre do bus de campo para endereçar o UFP depende do número de conversores ligados ao sistema. No caso de um con- versor, a gama de dados do processo inclui 3 palavras. Se estiverem ligados ao sis- tema mais do que um conversor, estão previstas 3 palavras para cada conversor.
Isto significa, que, por exemplo para 3 MOVITRAC
®07, terão que ser configuradas 9 palavras.
• Exemplo para STEP 7:
– Instale o ficheiro GSD no software STEP 7.
– Na configuração do hardware do catálogo de hardware insira o UFP no PROFI- BUS.
– Das configurações dos dados do processo apresentadas, seleccione a configu- ração adequada à sua aplicação, por ex., "9 PD", ou seja, 9 palavras de dados do processo para 3 conversores.
– Memorize a configuração.
– Amplie o seu programa de utilizador com o intercâmbio de dados com o UFP.
Para isso, use as funções de sistema do S7 para obter uma troca de dados con- sistente (SFC14 e SFC15).
– O LED BUS-F do UFP deverá apagar-se depois do projecto ter sido memorizado e carregado para o mestre DP-V1, e este ter sido iniciado. Se isto não ocorrer, verifique as ligações e as resistências de terminação do PROFIBUS, bem como as configurações do projecto, em particular o endereço PROFIBUS no software STEP 7.
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Fig. 6: Configuração do endereço da estação PROFIBUS
Iniciar os conversores 3
Instalação e operação sem PC
3.5 Iniciar os conversores
Através de um interface UFP podem ser operados até 8 conversores ligados ao PRO- FIBUS. O mestre DP e o UFP trocam entre si os valores de referência e os valores actu- ais de todos os conversores ligados ao UFP sob a forma de pacotes de dados coeren- tes. É importante conhecer qual o conversor que se encontra em cada posição do pacote de dados (imagem do processo). A relação é ilustrada na figura 5.
Os conversores são activados escrevendo o valor 0006h na palavra de controlo 1 cor- respondente. O valor de referência para a velocidade pode ser pré-definido na palavra seguinte. Este valor está escalado com factor de 0,2 1/min por dígito.
Para mais informações acerca do perfil da unidade do MOVITRAC
®07 consulte o
manual de instruções "Comunicação MOVITRAC
®07".
4 Instruções de instalação
Instalação e operação com PC
4 Instalação e operação com PC 4.1 Instruções de instalação
Instalação A unidade pode ser instalada directamente numa parede do quadro eléctrico usando a fixação em calha DIN previamente montada ou através dos quatro furos integrados na parte de trás da unidade. Regra geral, a disposição espacial das unidades a serem liga- das (por ex. MOVITRAC
®07) é arbitrária. No entanto, deve considerar-se a extensão máxima do circuito e o facto do Gateway ter de estar instalado no fim ou no início do bus de sistema (SBus). Por esta razão, recomenda-se ter sempre em consideração estes aspectos no que diz respeito ao espaço.
Ao instalar a unidade através da fixação em calha DIN com um uma extensão do cir- cuito SBus superior a 1 m, é necessário ligar o UFP à terra através de um HF adequado adicional.
Atribuição dos pinos
A ligação do interface UFP11A à rede PROFIBUS é estabelecida através de um conec- tor Sub-D de 9 pinos, de acordo com EN 50170. A ligação T-Bus tem que ser feita usando uma ficha com a configuração correspondente.
Conector para bus de campo
Regra geral, o interface de bus de campo é ligado ao sistema PROFIBUS através de um cabo blindado de par torcido. O cabo PROFIBUS tem que ser blindado em ambos os lados, por ex., na caixa da ficha. Observe a velocidade máxima de transmissão suportada quando escolher o conector de bus.
O cabo de par torcido é ligado à ficha PROFIBUS usando os pinos 8 (A/A) e 3 (B/B). A comunicação dá-se através destes dois contactos. Os sinais RS-485 A/A e B/B têm que ser ligados nos mesmos contactos em todas as estações (participantes) da rede PROFIBUS. Caso contrário, a comunicação através do bus não é possível.
O interface PROFIBUS envia um sinal TTL de controlo para um repeater ou um adap- tador de fibra óptica (referência = pino 9) através do pino 4 (CNTR-P).
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Fig. 7: Atribuição dos pinos do conector Sub-D X3, de acordo com EN 50170 ([1] = conector
Sub-D de 9 pinos, [2] = condutores de sinal torcidos, [3] = ligação condutora entre a caixa
da ficha e a blindagem)
Instruções de instalação 4
Instalação e operação com PC
Ligação do bus de sistema
Tenha em atenção:
• Utilize um cabo de cobre de 2 fios torcidos e blindado (cabo de transmissão de dados com blindagem feita de um trançado de fios em cobre). Efectue a blindagem em ambas as extremidades em grande área no terminal electrónico do MOVITRAC
®07 ou do interface UFP11A e efectue também a ligação das extremidades de blin- dagem a GND. O cabo tem de corresponder à seguinte especificação (adequados, são por exemplo, os cabos CAN-Bus ou DeviceNet):
– Secção recta dos condutores 0,75 mm
2(AWG18) – Resistência do cabo 120 Ω a 1 MHz
– Capacitância por unidade de comprimento ≤ 40 pF/m (12 pF/ft) a 1 kHz
• A extensão total do cabo permitida depende da velocidade de transmissão do SBus especificada:
– 250 kBaud: 160 m (528 ft)
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Fig. 8: Ligação do bus de sistema
UFPGND = Referência do bus do sistema SC11 = Bus do sistema alto
SC12 = Bus do sistema baixo
MOVITRAC® 07
GND = Referência do bus do sistema SC22 = Bus de sistema baixo, saída SC21 = Bus de sistema alto, saída SC12 = Bus de sistema baixo, entrada SC11 = Bus de sistema alto, entrada
S12 = Resistência de terminação do bus do sistema
4 Instruções de instalação
Instalação e operação com PC
• Ligue a resistência de terminação do bus de sistema (S12 = ON) na última unidade do bus de sistema. Nas outras unidades, desligue a resistência de terminação (S12
= OFF). O Gateway UFP11A tem de estar sempre no início ou no fim da ligação do bus do sistema. Este Gateway possui uma resistência de terminação incorporada.
Ligação de 24 V Nos terminais X1:4 e X1:5 tem que ser ligada uma tensão de alimentação externa de 24 V.
Blindagem e instalação dos cabos de bus
O interface PROFIBUS suporta a tecnologia de transmissão RS-485 e requer o tipo de condutor A especificado para PROFIBUS, como condutor bifilar blindado e adequada- mente cablado, de acordo com EN 50170.
Uma blindagem tecnicamente correcta do cabo de bus atenua eventuais interferências eléctricas que podem surgir em ambientes industriais. As seguintes medidas permitem- lhe obter as melhores características de blindagem:
• Aperte manualmente os parafusos de fixação de conectores, módulos e condutores de compensação de potencial.
• Utilize somente conectores com caixa metálica ou caixa metalizada.
• Ligue a blindagem na ficha em grande superfície.
• Aplique a blindagem da linha de bus de ambos os lados.
• Não coloque os cabos de sinal e de bus paralelamente aos cabos de energia (con- dutores do motor), mas, se possível, em canais de cabos separados.
• Em ambientes industriais utilize esteiras metálicas para cabos e ligadas à terra.
• Instale os cabos de sinal próximos da compensação de potencial correspondente usando o menor percurso possível.
• Evite o uso de conectores de ficha para ampliar a extensão de linhas de bus.
• Passe o cabo de bus próximo de superfícies com ligação à massa.
• Entre as unidades ligadas com o SBus não pode existir diferença de potencial. Evite a diferença de potencial tomando as medidas adequadas, como por exemplo ligando a unidade à massa usando uma linha separada.
• Não é permitida uma ligação do cabo em forma de estrela.
Em caso de oscilações do potencial de terra pode circular uma corrente de compensa- ção através da blindagem ligada em ambos os lados e ligada ao potencial de terra (PE).
Em tal caso, garanta uma compensação de potencial suficiente de acordo com as regu-
lamentações VDE aplicáveis.
Configuração dos parâmetros do conversor 4
Instalação e operação com PC
Terminação do bus
A electrónica do UFP não é provida com uma terminação de bus. Caso o módulo UFP seja instalado como primeira ou última unidade do circuito PROFIBUS, deve ser usada uma resistência de terminação externa. Recomendamos fichas PROFIBUS com termi- nação de bus integrada, que interrompem o circuito do Bus quando a terminação de bus é activada.
4.2 Configuração dos parâmetros do conversor
A configuração dos parâmetros do conversor pode ser realizada através do painel de operações do conversor. Por favor consulte as instruções de operação do conversor para mais informações.
• Ligue a tensão de alimentação para o UFx e todos os conversores ligados ao sis- tema.
• Configure um endereço individual SBus (P813) nos conversores. Recomendação:
Atribuição dos endereços por ordem crescente começando pelo endereço 1 e de acordo com a disposição dos conversores no quadro eléctrico. O endereço 0 não deverá ser atribuído, pois este endereço é utilizado pelo UFx.
4.3 Software para a colocação em funcionamento
• Instale o pacote de software MOVITOOLS (versão 2.70 ou superior) no seu PC.
• Inicie o software. Seleccione a porta COM ao qual o UFP está ligado e clique no botão "Update". No endereço 0 deve aparecer o UFP. Nos endereços seguintes devem aparecer os conversores ligados ao sistema. Se não obtiver qualquer registo na janela, verifique a porta COM e a ligação através de UWS21. Se surgir somente o registo do UFP na janela, verifique os cabos SBus e as resistências de terminação.
• Seleccione UFx e inicie o software de colocação em funcionamento do Gateway do bus de campo (UFx configurator).
• Seleccione o item do menu "Reconfigure fieldbus node".
• Seleccione o caminho e o nome do seu projecto. Clique no botão "Next".
• Clique no botão "Update". Agora têm que aparecer todos os conversores ligados ao UFP. A configuração pode ainda ser adaptada usando os botões "Insert", "Change"
e "Delete". Clique no botão "Next".
• Clique no botão "Autoconfiguration". A imagem do processo para o UFP aparece agora no seu controlo. Em baixo é indicado a largura dos dados do processo. Este valor é importante para o planeamento do projecto do mestre do bus de campo.
Clique no botão "Next".
• Memorize os dados do projecto e clique no botão "Download". O micro-interruptor
Autosetup terá que permanecer em OFF para este efeito.
4 Iniciar os conversores
Instalação e operação com PC
• Através do monitor dos dados do processo pode ver os dados que são trocados entre o mestre do bus de campo e o UFP.
• Para o controlo dos conversores através do bus de campo é necessária a habilitação no lado dos terminais. Já ligou os terminais. Para verificar a ocupação de terminais, seleccione na janela "Connected inverters" o primeiro conversor com o endereço 1 e inicie o Shell. Para o MOVITRAC
®07 os terminais deverão ser atribuídos como ilustrado na figura seguinte:
• Repita o procedimento anterior para todos os conversores apresentados na janela
"Connected inverters".
4.4 Iniciar os conversores
Através de um interface UFP podem ser operados até 8 conversores ligados ao PROFIBUS. O mestre DP e o UFP trocam entre si os valores de referência e os valores actuais de todos os conversores ligados ao UFP sob a forma de pacotes de dados coe- rentes. É importante conhecer qual o conversor que se encontra em cada posição do pacote de dados (imagem do processo). O monitor dos dados do processo indica a rela- ção no planeamento do projecto do Gateway de bus de campo (UFx configurator).
Os conversores são activados escrevendo o valor 0006h na palavra de controlo 1 cor- respondente. O valor de referência para a velocidade pode ser pré-definido na palavra seguinte. Este valor está escalado com factor de 0,2 1/min por dígito.
Para mais informações acerca do perfil da unidade do MOVITRAC
®07 consulte o
manual de instruções "Comunicação MOVITRAC
®07".
Colocação em funcionamento do PROFIBUS DP mestre 5
Interface PROFIBUS
5 Interface PROFIBUS
5.1 Colocação em funcionamento do PROFIBUS DP mestre
Os ficheiros de suporte para o UFP podem ser obtidos no nosso site de Internet www.sew-eurodrive.de.
• Siga as instruções do ficheiro README.TXT da disquete GSD.
• Instale o ficheiro GSD de acordo com as definições do software de elaboração do projecto para o DP mestre. Após uma instalação bem sucedida, aparece nos parti- cipantes escravos a unidade "UFP".
• Insira o interface de bus de campo na estrutura do PROFIBUS sob o nome "UFP" e atribua o endereço de PROFIBUS.
• Seleccione a configuração dos dados do processo adequada à sua aplicação (ver também secção seguinte).
• Introduza os endereços de entrada e saída I/O ou de periféricos para as amplitudes de dados projectadas.
• Memorize a configuração.
• Amplie o seu programa de utilizador com o intercâmbio de dados com o interface de bus de campo. No caso do S7, use as funções de sistema para alcançar uma troca de dados consistente (SFC14 e SFC15).
• O LED BUS-F do interface de bus de campo deverá apagar-se depois do projecto ter sido memorizado e carregado para o mestre DP, e este ter sido iniciado. Se isto não ocorrer, verifique as ligações e as resistências de terminação do PROFIBUS, bem como as configurações do projecto, em particular o endereço PROFIBUS.
5.2 Configuração do interface PROFIBUS DP
Informação geral O conversor tem que receber uma configuração DP específica do mestre DP a fim de
se poder definir o tipo e o número de dados de entrada e saída utilizados para a trans-
missão. Tem então a possibilidade de controlar os accionamentos através de dados de
processo e de ler ou escrever todos os parâmetros do interface de bus de campo atra-
vés do canal de parâmetros.
5 Configuração do interface PROFIBUS DP Interface PROFIBUS
A figura seguinte ilustra esquematicamente a troca de dados entre a unidade de auto- matização (mestre DP-V1), o interface de bus de campo (escravo DP-V1) e um conver- sor com canal de dados de processo e de parâmetros.
Configuração dos dados do processo
O interface de bus de campo possibilita diferentes configurações DP para a troca de dados entre o mestre DP e o interface de bus de campo. Na tabela da página seguinte são apresentadas indicações suplementares para todas as configurações DP padrão possíveis para os interfaces de bus de campo. A coluna "Configuração dos dados de processo" mostra os nomes da configuração. Estes textos aparecem também no sof- tware de planeamento do projecto para o mestre DP como lista de selecção. A coluna
"Configurações DP" mostra os dados de configuração enviados ao interface de bus de campo quando é estabelecida a ligação do PROFIBUS DP. As configurações são deter- minadas pela amplitude default dos dados do processo para conversores SEW de 3 palavras de dados de processo. No caso mais simples, são transmitidas a partir do controlo 3 palavras de dados de processo a cada conversor ligado ao interface de bus de campo. O interface de bus de campo distribui então estas palavras de dados de pro- cesso a cada uma das unidades. O canal de parâmetros serve para o ajuste dos parâ- metros do UFP e não é transmitido aos participantes ligados ao sistema. O interface de bus de campo aceita 1 ... 24 palavras de dados do processo, com e sem canal de parâmetros.
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Fig. 9: Troca de dados com dados dos parâmetros (Param) e dados do processo (PD)
Configuração do interface PROFIBUS DP 5
Interface PROFIBUS
Os registos standard do ficheiro GSD baseiam-se no modo de operação Autosetup do UFP e permitem amplitudes de dados de processo de 3PD ... 24PD correspondendo a 1 ... 8 conversores ligados ao interface de bus de campo.
"ONE module for all drives"
Os dados de processo são transmitidos a todos os conversores ligados ao interface de bus de campo num bloco de dados consistente. Desta forma só é necessário chamar uma vez as funções do sistema SFC14 e SFC15 no programa Step 7.
"UFP parameter + ONE module"
As configurações em "UFP parameter + ONE module" correspondem às configura- ções apresentadas nas páginas anteriores. Os serviços de parâmetros que permitem a configuração dos parâmetros do UFP com um canal de parâmetros MOVILINK de 8 bytes são processados primeiro. O canal de parâmetros está documentado no manual "Comunicação MOVITRAC
®07".
"One module per drive"
Para cada um dos conversores ligados ao sistema existe um bloco de dados consis- tente. No lado do controlador, isto corresponde à configuração existente de vários con- versores com os seus interfaces de bus de campo. No programa Step 7, é necessário chamar as funções do sistema SFC14 e SFC15 para cada um dos conversores.
"UFP parameter + One module per drive"
As configurações em "UFP parameter + One module per drive" correspondem às con- figurações apresentadas nas páginas anteriores. Os serviços de parâmetros que per- mitem a configuração dos parâmetros do UFP com um canal de parâmetros MOVILINK de 8 bytes são processados primeiro. O canal de parâmetros está documentado no manual "Comunicação MOVITRAC
®07".
A um participante ligado ao SBus podem ser atribuídas no máximo 3 PDs.
Os parâmetros do accionamento dos conversores MOVITRAC
®07 ligados ao sistema só podem ser acedidos através dos serviços de parâmetros DP-V1.
Configuração de dados do processo
Significado / Notas Cfg0 Cfg1 Cfg2 Cfg3 Cfg4 Cfg5 Cfg6 Cfg7 Cfg8
ONE module for all drives
AS 1 Drive (3 PD) Controlo através de 3 palavras de
dados do processo 0 242
AS 2 Drives (6 PD) Controlo através de 6 palavras de
dados do processo 0 245
AS 3 Drives (9 PD) Controlo através de 9 palavras de
dados do processo 0 248
5 Configuração do interface PROFIBUS DP Interface PROFIBUS
UFP parameter + ONE module
AS 1 Drive
(Param + 3PD) Controlo através de 3 palavras de dados do processo / Configuração dos parâmetros através do canal de parâmetros de 8 bytes
243 242
AS 2 Drives
(Param + 6PD) Controlo através de 6 palavras de dados do processo / Configuração dos parâmetros através do canal de parâmetros de 8 bytes
243 245
AS 3 Drives
(Param + 9PD) Controlo através de 9 palavras de dados do processo / Configuração dos parâmetros através do canal de parâmetros de 8 bytes
243 248
AS 4 Drives
(Param + 12PD) Controlo através de 12 palavras de dados do processo / Configura- ção dos parâmetros através do canal de parâmetros de 8 bytes
243 251
AS 5 Drives
(Param + 15PD) Controlo através de 15 palavras de dados do processo / Configura- ção dos parâmetros através do canal de parâmetros de 8 bytes
243 254
AS 6 Drives
(Param + 18PD) Controlo através de 18 palavras de dados do processo / Configura- ção dos parâmetros através do canal de parâmetros de 8 bytes
243 192 209 209
AS 7 Drives
(Param + 21PD) Controlo através de 21 palavras de dados do processo / Configura- ção dos parâmetros através do canal de parâmetros de 8 bytes
243 192 212 212
AS 7 Drives
(Param + 24PD) Controlo através de 24 palavras de dados do processo / Configura- ção dos parâmetros através do canal de parâmetros de 8 bytes
243 192 215 215
One module per drive
AS 1 Drive
(1 x 3PD) Controlo através de 1x3 palavras
de dados do processo 0 242
AS 2 Drives
(2 x 3PD) Controlo através de 2x3 palavras
de dados do processo 0 242 242
AS 3 Drives
(3 x 3PD) Controlo através de 3x3 palavras
de dados do processo 0 242 242 242
AS 4 Drives
(4 x 3PD) Controlo através de 4x3 palavras
de dados do processo 0 242 242 242 242
AS 5 Drives
(5 x 3PD) Controlo através de 5x3 palavras
de dados do processo 0 242 242 242 242 242
AS 6 Drives
(6 x 3PD) Controlo através de 6x3 palavras
de dados do processo 0 242 242 242 242 242 242
AS 7 Drives
(7 x 3PD) Controlo através de 7x3 palavras
de dados do processo 0 242 242 242 242 242 242 242
AS 8 Drives
(8 x 3PD) Controlo através de 8x3 palavras
de dados do processo 0 242 242 242 242 242 242 242 242
Configuração de dados do processo
Significado / Notas Cfg0 Cfg1 Cfg2 Cfg3 Cfg4 Cfg5 Cfg6 Cfg7 Cfg8
Configuração do interface PROFIBUS DP 5
Interface PROFIBUS
Configuração DP
"Universal module"
A configuração universal "Universal module" (por ex., no STEP 7), permite-lhe configu- rar os parâmetros do interface de bus de campo com valores diferentes dos valores padrão estabelecidos no ficheiro GDS. Isto é útil, se, por exemplo, quiser ligar ao inter- face de bus de campo vários conversores contendo diferentes palavras de dados do processo.
Para isso é necessário respeitar as seguintes condições:
• O módulo 0 define o canal de parâmetros do conversor. Introduzindo aqui 0 é apa- gado o canal de parâmetros. Se for introduzido o valor 243, o canal de parâmetros
UFP parameter + one module per driveAS 1 Drive
(Param + 1 x 3PD) Controlo através de 1x3 palavras de dados do processo / Configura- ção dos parâmetros através do canal de parâmetros de 8 bytes
243 242
AS 2 Drives
(Param + 2 x 3PD) Controlo através de 2x3 palavras de dados do processo / Configura- ção dos parâmetros através do canal de parâmetros de 8 bytes
243 242 242
AS 3 Drives
(Param + 3 x 3PD) Controlo através de 3x3 palavras de dados do processo / Configura- ção dos parâmetros através do canal de parâmetros de 8 bytes
243 242 242 242
AS 4 Drives
(Param + 4 x 3PD) Controlo através de 4x3 palavras de dados do processo / Configura- ção dos parâmetros através do canal de parâmetros de 8 bytes
243 242 242 242 242
AS 5 Drives
(Param + 5 x 3PD) Controlo através de 5x3 palavras de dados do processo / Configura- ção dos parâmetros através do canal de parâmetros de 8 bytes
243 242 242 242 242 242
AS 6 Drives
(Param + 6 x 3PD) Controlo através de 6x3 palavras de dados do processo / Configura- ção dos parâmetros através do canal de parâmetros de 8 bytes
243 242 242 242 242 242 242
AS 7 Drives
(Param + 7 x 3PD) Controlo através de 7x3 palavras de dados do processo / Configura- ção dos parâmetros através do canal de parâmetros de 8 bytes
243 242 242 242 242 242 242 242
AS 8 Drives
(Param + 8 x 3PD) Controlo através de 8x3 palavras de dados do processo / Configura- ção dos parâmetros através do canal de parâmetros de 8 bytes
243 242 242 242 242 242 242 242 242
Configuração de dados do processo
Significado / Notas Cfg0 Cfg1 Cfg2 Cfg3 Cfg4 Cfg5 Cfg6 Cfg7 Cfg8
5 Configuração do interface PROFIBUS DP Interface PROFIBUS
A figura seguinte ilustra a estrutura dos dados de configuração definidos na norma EN 50170 (V2). Estes dados de configuração são enviados ao conversor durante o arranque inicial do mestre DP.
Consistência dos dados
Dados consistentes são dados que têm que ser sempre transmitidos entre a unidade de automação e o conversor num só bloco e nunca devem ser transmitidos separados.
A consistência dos dados é de grande importância para a transmissão de valores de posição ou tarefas completas de posicionamento, pois, no caso de uma transmissão inconsistente, os dados poderiam vir de diferentes ciclos do programa da unidade de automação, o que conduziria ao envio de valores indefinidos ao conversor.
No PROFIBUS DP, a comunicação dos dados entre a unidade de automação e as uni- dades de engenharia de accionamento é geralmente levada a cabo com a configuração
"Consistência ao longo do comprimento total".
Diagnóstico externo
O interface de bus de campo não suporta diagnósticos externos. As mensagens de erro dos diferentes conversores são indicadas pelas respectivas palavras de estado. Na palavra de estado 1 aparecem também estados de erro do interface de bus de campo, por ex., timeout da ligação SBus em relação a um participante.
Se requisitado, o interface de bus de campo fornece o diagnóstico standard segundo EN 50170 (V2).
Observação sobre os sistemas mes- tre Simatic S7
Outros participantes podem sempre activar um alarme de diagnóstico no mestre DP a partir do sistema PROFIBUS DP, mesmo quando a criação externa de diagnósticos não estiver activada, sendo portanto em geral conveniente criar os componentes de organi- zação correspondentes (por ex., OB84 para S7-400 ou OB82 para S7-300) no controlo.
Tabela 1: Formato do byte de identificação "Cfg_Data" de acordo com EN 50170 (V2)
7 / MSB 6 5 4 3 2 1 0 / LSB
Comprimento dos dados
0000 = 1 byte/palavra 1111 = 16 bytes/palavras
Entrada/Saída de dados00 = Formatos de identificação especiais 01 = Entrada de dados
02 = Saída de dados 11 = Entrada/Saída de dados
Formato0 = Estrutura do byte 1 = Estrutura da palavra
Integridade sobre0 = Byte ou palavra 1 = Comprimento total
Nota:
Use apenas a configuração "Integridade ao longo do comprimento total" para a trans-
missão dos dados!
Número de identificação 5
Interface PROFIBUS
5.3 Número de identificação
Cada mestre DP e cada escravo DP tem que apresentar um número de identificação individual ("Ident number"), estabelecido pela organização dos utilizadores de PROFI- BUS, para clara identificação da unidade. Ao colocar em funcionamento o PROFIBUS DP mestre, este compara os números de identificação dos DP escravos ligados ao sis- tema com os números de identificação configurados pelo utilizador. A transmissão de dados úteis só é activada quando o DP mestre tiver confirmado que os endereços das estações e dos tipos de unidades ligados (números de identificação) correspondem aos dados configurados. Deste modo é alcançada uma elevada segurança contra erros de planeamento do projecto.
O número de identificação do interface de bus de campo UFP11A é 6004
hex.O número de identificação é definido como número livre de 16 bits (Unsigned16) sem sinal. A organização dos utilizadores de PROFIBUS determinou para o interface de bus de campo UFP11A o número de identificação 6004 hex (24580 dec).
5.4 Controlo do conversor
O conversor é controlado através do canal de dados do processo. Este canal que tem
um comprimento máximo de uma, duas ou três palavras de entrada e saída (I/O). Estas
palavras de dados do processo podem ser reflectidas na área I/O ou periférica do con-
trolador, se for usado um controlador programável como mestre DP, e podem ser ace-
didas de forma usual.
5 Controlo do conversor Interface PROFIBUS
Exemplo de controlo para Simatic S7
O conversor é controlado através do Simatic S7 dependendo da configuração dos dados de processo seleccionados, directamente por comandos de carregamento e transmissão, ou através de funções de sistema especiais SFC 14 DPRD_DAT e SFC15 DPWR_DAT.
Regra geral, comprimentos de dados S7 de 3 bytes ou superiores a 4 bytes têm que ser transmitidos usando as funções de sistema SFC14 e SFC15.
Exemplo de pro- grama STEP7
O ficheiro "README_GSD6004.PDF" contém exemplos de programas e elaboração de projectos para a unidade Simatic S7.
Configuração de dados do processo
Acesso STEP7 via
1 PD Comandos de carregamento / transmissão 2 PD Comandos de carregamento / transmissão
3 PD ... 24 PD Funções de sistema SFC14/15 (comprimento de 6 ... 48 bytes)
Param + 1 PD Canal de parâmetros: Funções de sistema SFC14/15 (comprimento de 8 ... 48 bytes)
Dados do processo: Comandos de carregamento / transmissão Param + 2 PD Canal de parâmetros: Funções de sistema SFC14/15 (comprimento de
6 ... 48 bytes)
Dados do processo: Comandos de carregamento / transmissão Param + 3 PD ...
24 PD Canal de parâmetros: Funções de sistema SFC14/15 (comprimento de 6 ... 48 bytes)
Dados do processo: Funções de sistema SFC14/15 (comprimento de
6 bytes)
Introdução ao PROFIBUS-DP-V1 6
Funções para DP-V1
6 Funções para DP-V1
6.1 Introdução ao PROFIBUS-DP-V1
Este capítulo descreve as funções e termos usados para operar conversores da SEW com o PROFIBUS-DP-V1. Para informação técnica detalhada acerca do PROFIBUS- DP-V1 consulte a organização de utilizadores PROFIBUS ou visite o site de Internet www.profibus.com.
Com a especificação PROFIBUS DP-V1 foram introduzidos novos serviços acíclicos Read/Write no âmbito das ampliações PROFIBUS DP-V1. Estes serviços acíclicos são introduzidos em telegramas especiais durante o funcionamento cíclico do bus, de forma a garantir uma compatibilidade entre o PROFIBUS DP (Versão 0) e o PROFIBUS DP- V1 (Versão 1).
Os serviços Read/Write acíclicos tornam possível trocar maiores quantidades de dados entre o mestre e o escravo (conversor) do que por exemplo tinha sido possível com a transmissão para os dados de entrada e saída cíclicos através do canal de parâmetros de 8 bytes. A vantagem do intercâmbio de dados acíclicos através do DP-V1 é a carga mínima do serviço bus cíclico, uma vez que os telegramas DP-V1 são introduzidos no ciclo de bus apenas em caso de necessidade.
O canal de parâmetros do DP-V1 fornece duas opções ao utilizador:
• O controlo de nível superior pode aceder a toda a informação do conversor dos escravos SEW DP-V1. Desta forma, os dados de processo cíclicos e a configuração da unidade podem ser lidos e memorizados no controlo e modificados no escravo.
• Além disso, é também possível reencaminhar o serviço e a ferramenta de inicializa- ção MOVITOOLS através do canal de parâmetros DP-V1 em vez de usar uma liga- ção RS-485 proprietária. Após ter instalado o software MOVITOOLS, poderá aceder a informações detalhadas no directório "...\SEW\MOVITOOLS\Fieldbus".
As características principais do PROFIBUS DP-V1 são explicadas na figura seguinte.
6 Introdução ao PROFIBUS-DP-V1 Funções para DP-V1
Classe 1 Mestre (Mestre C1)
Numa rede PROFIBUS DP-V1 é diferenciado entre duas classes mestre. O mestre C1 executa essencialmente a troca de dados cíclicos com os escravos. Um mestre C1 típico é por exemplo, um sistema de controlo (como por ex. uma unidade PLC), que troca dados de processo cíclicos com o escravo. Se a função DP-V1 foi activada atra- vés do ficheiro GSD, a ligação acíclica entre o mestre C1 e o escravo é estabelecida automaticamente quando a ligação cíclica do PROFIBUS-DP for estabelecida. Numa rede PROFIBUS DP-V1 só pode ser operado um mestre C1.
Classe 2 Mestre (Mestre C2)
O mestre C2 não executa troca de dados cíclicos com os escravos. Mestres C2 típicos são por exemplo sistemas de visualização ou aparelhos de programação instalados de forma temporária (Notebook / PC). O mestre C2 usa exclusivamente as ligações acícli- cas como meio de comunicação com os escravos. Estas ligações acíclicas entre mestre C2 e escravo são estabelecidas pelo serviço Initiate. A ligação é estabelecida assim que o serviço Initiate for realizado com sucesso. Uma ligação estabelecida possibilita trocas de dados acíclicos com os escravos usando os serviços Read ou Write. Numa rede DP-V1 podem estar activos vários mestres C2. O número de ligações C2 estabe- lecidas em simultâneo para um escravo é determinado pelo escravo. Os conversores da SEW suportam duas ligações C2 paralelas.
Registos de dados (DS)
Os dados úteis transportados através de um serviço DP-V1 são resumidos como registo de dados. Cada registo de dados é representado claramente pelo comprimento, por um número de Slot e por um Índice. Para a comunicação DP-V1 com o conversor da SEW é utilizada a estrutura do registo de dados 47 definido no perfil PROFIdrive
"Engenharia de Accionamentos" da organização do utilizador PROFIBUS a partir da versão V3.1 como canal de parâmetros DP-V1 para accionamentos. Através deste canal de parâmetros são disponibilizados diferentes processos de acesso aos dados de parâmetros do conversor de accionamento.
Serviços DP-V1 As ampliações DP-V1 oferecem novos serviços que podem ser usados para a troca de dados acíclicos entre mestre e escravo. O sistema distingue entre os seguintes serviços:
Processamento de alarme DP-V1
Além dos serviços acíclicos, a especificação DP-V1 também define um processamento extenso de alarme. São agora distinguidos diferentes tipos de alarme. Com isto, os diagnósticos específicos à unidade não podem ser avaliados na operação DP-V1 atra- vés do serviço DP-V1 "DDLM_SlaveDiag". Para a engenharia de accionamentos não foi definido um processamento de alarmes pois, regra geral, o conversor não transmite a sua informação de estado através da comunicação de dados de processo cíclicos.
Mestre C1 Tipo de ligação: MSAC1 (Mestre/Escravo C1 acíclica)
Read Lê registo de dados
Write Escreve registo de dados
Mestre C2 Tipo de ligação: MSAC2 (Mestre/Escravo C2 acíclica) INITIATE Estabelece a ligação C2
ABORT Termina a ligação C2
Read Lê registo de dados
Write Escreve registo de dados
Características dos conversores da SEW 6
Funções para DP-V1
6.2 Características dos conversores da SEW
Os interfaces de bus de campo da SEW com PROFIBUS DP-V1 possuem as mesmas características de comunicação para o interface DP-V1. Os accionamentos são geral- mente controlados através de um mestre C1 com dados de processo cíclicos em con- cordância com o padrão DP-V1. Este mestre C1 (regra geral uma unidade PLC) pode também usar um canal de parâmetros de 8 bytes durante a troca de dados cíclicos para executar os serviços de parâmetros com o UFP. O UFP não pode aceder aos conver- sores MOVITRAC
®07 ligados ao sistema através deste canal de parâmetros. O mestre C1 recebe o acesso aos participantes (estações) de nível inferior com os serviços Read e Write através do canal DP-V1 C1.
A estes canais de parametros podem ser ligados em paralelo dois canais C2 adicionais, através dos quais o primeiro mestre C2 lê, por exemplo os dados de parâmetros de visualização, e um segundo mestre C2 configura o accionamento através do MOVITOOLS usando um Notebook.
53124AXX
Fig. 11: Canais de parâmetros com DP-V1
6 Estrutura do canal de parâmetros DP-V1 Funções para DP-V1
6.3 Estrutura do canal de parâmetros DP-V1
Normalmente a parametrização dos accionamentos é efectuada através do registo de dados índice 47 segundo o canal de parâmetros DP-V1 PROFIdrive da versão de perfil 3.0. Através do registo Request-ID distingue-se entre o acesso ao parâmetro segundo o perfil PROFIdrive ou através dos serviços MoviLink da SEW. A tabela seguinte apre- senta as possíveis codificações de cada um dos elementos. A estrutura do registo de dados é idêntica para o acesso ao PROFIdrive e ao MoviLink.
Estão disponíveis os seguintes serviços MoviLink:
• Canal de parâmetros MoviLink de 8 bytes com todos os serviços disponíveis pelo conversor do accionamento, tais como
– Read parameter (parâmetros Read) – Write parameter (parâmetros Write)
– Write Parameter volatile (parâmetros Write voláteis)
– etc.
Estrutura do canal de parâmetros DP-V1 6
Funções para DP-V1
Estão disponíveis os seguintes serviços PROFIdrive:
• Ler (pedir parâmetro) parâmetros individuais do tipo palavra dupla
• Escrever (alterar parâmetro) parâmetros individuais do tipo palavra dupla Tabela 2: Elementos do registo de dados DS47
Campo Tipo de
dados
Valores
Request Reference
Unsigned8 0x00 reserved
0x01 ... 0xFF
Request ID Unsigned8 0x01 Request parameter (PROFIdrive) 0x02 Change parameter (PROFIdrive) 0x40 SEW MoviLink Service
Response ID Unsigned8 Response (+):
0x00 reserved
0x01 Request parameter (+) (PROFIdrive) 0x02 Change parameter (+) (PROFIdrive) 0x40 SEW MoviLink Service (+) Response (-):
0x81 Request parameter (-) (PROFIdrive) 0x82 Change parameter (-) (PROFIdrive) 0xC0 SEW MoviLink Service (-) Axis Unsigned8 0x00 ... 0xFF Number of axis 0 ... 255
No. of Parameters Unsigned8 0x01 ... 0x13 1 ... 19 DWORDs (240 DP-V1 data bytes)
Attribute Unsigned8 0x10 Value
Para SEW MoviLink (Request ID = 0x40):
0x00 No service 0x10 Read Parameter 0x20 Write Parameter 0x30 Write Parameter volatile 0x40 ... 0xF0 Reserved
No. of Elements Unsigned8 0x00 for non-indexed parameters 0x01 ... 0x75 Quantity 1 ... 117
Parameter Number Unsigned16 0x0000 ... 0xFFFF MoviLink parameter index
Subindex Unsigned16 0x0000 SEW: always 0
Format Unsigned8 0x43 Double word
0x44 Error
No. of Values Unsigned8 0x00 ... 0xEA Quantity 0 ... 234 Error Value Unsigned16 0x0000 ... 0x0064 PROFIdrive-Errorcodes
0x0080 + MoviLink-AdditionalCode Low Para SEW MoviLink 16 Bit Error Value
6 Estrutura do canal de parâmetros DP-V1 Funções para DP-V1
Processo de parametrização através de registo de dados 47
O acesso aos parâmetros é feito com a combinação dos serviços DP-V1 Write e Read.
Com Write.req o pedido de parametrização é transmitido ao escravo, seguindo-se o processamento interno escravo.
O mestre envia agora um Read.req para ir buscar a resposta de parametrização. Se o mestre recebe uma resposta negativa (Read.res) do escravo, repete o Read.req. Assim que o processamento dos parâmetros estiver concluído no conversor, este responde com uma resposta positiva Read.res. Os dados úteis recebem então a resposta de parametrização do pedido de parmetrização anteriormente enviado com Write.req. (ver figura 12). Este mecanismo aplica-se tanto a um mestre C1 como a um mestre C2.
53127AXX
Fig. 12: Sequência de telegrama para acesso aos parâmetros através de DP-V1
Estrutura do canal de parâmetros DP-V1 6
Funções para DP-V1
Sequência de processamento para o mestre DP-V1
Se os ciclos do bus são muito curtos, o pedido da resposta de parametrização chega antes do conversor ter concluído o acesso aos parâmetros na unidade. Isto significa que os dados de resposta do conversor ainda não estão disponíveis. Neste caso, o con- versor envia uma resposta negativa ao nível DP-V1 com o código de erro Error_Code _1 = 0xB5 (conflito de estado). O mestre DP-V1 tem então que voltar a enviar o pedido com a header Read.req até receber uma resposta positiva do conversor.
53127AXX
6 Estrutura do canal de parâmetros DP-V1 Funções para DP-V1
Endereçamento de um UFP com MOVITRAC
®07
A estrutura do registo de dados DS47 define um elemento Axis (eixo). Com a configu- ração Axis = 0, os parâmetros são acedidos directamente no UFP. O endereço SBus do conversor correspondente tem que ter sido introduzido no elemento eixo para ende- reçar um MOVITRAC
®07.
Pedidos de parametrização MoviLink
O canal de parâmetros MoviLink dos conversores da SEW é representado directamente na estrutura do registo de dados 47. Para substituir os pedidos de parametrização Movi- Link, é utilizado o pedido de identificação (Request-ID) 0x40 (serviço SEW MoviLink).
O acesso aos parâmetros com os serviços MoviLink é geralmente realizado de acordo a estrutura descrita a seguir. Neste caso, é usada a sequência típica de telegramas para o registo de dados 47.
Request-ID: 0x40 SEW MoviLink Service
No canal de parâmetros MoviLink é definido o verdadeiro serviço através do registo de dados Attribute. O High-Nibble deste elemento corresponde ao Service-Nibble no byte de gestão do canal de parâmetros DPV0.
53129BXX
Estrutura do canal de parâmetros DP-V1 6
Funções para DP-V1
Exemplo para a leitura de um parâ- metro através de MoviLink
As tabelas seguintes mostram, a título de exemplo, a estrutura dos dados úteis do pedido Write (Write.request) e da resposta Read (Read.res) para a leitura de cada parâ- metro através do canal de parâmetros MoviLink.
Enviar pedido de parâmetro
As tabelas mostram a codificação dos dados úteis para o serviço Write.req com indica- ção do Header DP-V1. Com o serviço Write.req, o pedido de parametrização é enviado ao conversor de accionamento. É lida a versão do firmware.
Tabela 3: Extracto da lista de parâmetros (Manual "Comunicação MOVITRAC
®07")
Nº.par. Parâmetro Índice Uni-
dade/Índice Acesso Por
defeito Significado / Gama de valores
Dec Hex Abrev. Vm.
0.. Valores indicados 07. Dados da unidade
070 Tipo de unidade 8301 206D 0 RO 0
071 Corrente nominal da
unidade 8361 20A9 A -3 RO 0
076 Firmware da unidade
básica 8300 206C 0 RO 0 Exemplo:
822609711 = 822 609 7.11 1822609011 = 822 609 X.11
Tabela 4: Write.request Header para envio do pedido de parâmetros
Serviço: Write.request
Slot_Number 0 Arbitrário, (não é avaliado)
Index 47 Índice do registo de dados; constante índice 47
Length 10 Dados úteis de 10 bytes para pedido de parametrização
Tabela 5: Write.Req DADOS ÚTEIS para "Read parameter" MoviLink
Byte Campo Valor Descrição
0 Request Reference 0x01 O número de referência individual para o pedido de parametrização reflecte-se na resposta do parâmetro
1 Request ID 0x40 Serviço SEW MoviLink
2 Axis 0x01 Número do accionamento, 1 = Endereço SBus
3 No. of Parameters 0x01 1 Parâmetro
4 Attribute 0x10 Serviço MoviLink "Read parameter"
5 No. of Elements 0x00 0 = Acesso a valor directo, sem subelemento 6..7 Parameter Number 0x206C Índice MoviLink 8300 = "Versão do Firmware"
8..9 Subindex 0x0000 Subíndice 0
6 Estrutura do canal de parâmetros DP-V1 Funções para DP-V1
Requisitar a resposta de parametrização
A tabela mostra a codificação dos dados úteis para Read.req (Pedido de Read) com indicação do Header DP-V1:
Resposta de parametrização positiva MoviLink
A tabela seguinte mostra os dados úteis da resposta de Read (Read.res) com os dados de resposta positiva do pedido de parametrização. Por exemplo, o valor de parâmetro para o índice 8300 (versão do Firmware) é devolvido.
Tabela 6: Read.req para requerimento da resposta de parâmetro
Serviço: Write.requestSlot_Number 0 Arbitrário (não é avaliado)
Índice 47 Índice do registo de dados; constante índice 47
Length 10 Dados úteis de 10 bytes para pedido de parametrização
Tabela 7: Header DP-V1 da resposta de Read positiva com resposta de parâmetro
Serviço: Read.requestSlot_Number 0 Arbitrário (não é avaliado)
Index 47 Índice do registo de dados; constante índice 47
Length 10 Dados úteis de 10 bytes na memória de resposta
Tabela 8: Resposta positiva para serviço MoviLink
Byte Campo Valor Descrição
0 Response Reference 0x01 Número de referência reflectido no pedido de parametrização
1 Response ID 0x40 Resposta positiva MoviLink
2 Axis 0x01 Número do accionamento reflectivo; 1 = endereço
SBus
3 No. of Parameters 0x01 1 Parâmetro
4 Format 0x43 Formato do parâmetro: Palavra dupla
5 No. of values 0x01 1 valor
6..7 Value Hi 0x311C Parte do valor mais alto do parâmetro 8..9 Value Lo 0x7289 Parte do valor mais baixo do parâmetro
Descodificação:
0x 311C 7289 = 823947913 dec
>> Versão do Firmware: 823 947 9.13
Estrutura do canal de parâmetros DP-V1 6
Funções para DP-V1
Exemplo para a escrita de um parâ- metro através de MoviLink
As tabelas seguintes apresentam, a título de exemplo, a estrutura dos serviços Write e Read. A velocidade 123 rpm ( Ⳏ valor 123 000) deve ser introduzida de forma volátil como referência interna n11 P160. Para o efeito é utilizado o serviço MoviLink Write Parameter volatile.
Enviar o "Write parameter volatile"
Depois de enviar este pedido Write, é recebida a resposta Write. Desde que não tenha havido qualquer conflito de estado no processamento do canal de parâmetro, ocorre uma resposta Write positiva. Caso contrário o erro de estado encontra-se em Error_code_1.
Tabela 9: Extracto da lista de parâmetros (Manual "Comunicação MOVITRAC
®07")
Nº.par. Parâmetro Índice Uni-
dade/Índice Acesso Por defeito
Significado / Gama de valores
Dec Hex Abrev. Vm.
16. Referências fixas 1 160 Referência interna
n11 8489 2129 1/s 66 N/RW 150000 -5000000 ... -0, increm.: 200 0 ... 5000000, increm.: 200 161 Referência interna
n12 8490 212A 1/s 66 N/RW 750000 -5000000 ... -0, increm.: 200 0 ... 5000000, increm.: 200
Tabela 10: Write.request Header DP-V1 com pedido de parâmetros
Serviço: Write.requestSlot_Number 0 Arbitrário (não é avaliado)
Index 47 Índice do registo de dados; constante índice 47
Length 16 Dados úteis de 16 bytes para memória de encomenda
Tabela 11: Dados úteis Write.req para serviço MoviLink "Write Parameter volatile"
Byte Campo Valor Descrição
0 Request Reference 0x01 O número de referência individual para o pedido de parametrização reflecte-se na resposta do parâmetro
1 Request ID 0x40 Serviço SEW MoviLink
2 Axis 0x01 Número do accionamento, 1 = Endereço SBus
3 No. of Parameters 0x01 1 Parâmetro
4 Attribute 0x30 Serviço MoviLink "Write Parameter volatile"
5 No. of Elements 0x00 0 = Acesso a valor directo, sem subelemento 6..7 Parameter Number 0x2129 Índice de parâmetros 8489 = P160 n11
8..9 Subindex 0x0000 Subíndice 0
10 Format 0x43 Palavra dupla
11 No. of values 0x01 1 Alterar valor de parâmetro
12..13 Value HiWord 0x0001 Parte do valor mais alto do valor do parâmetro 14..15 Value LoWord 0xE078 Parte do valor mais baixo do valor do parâmetro
6 Estrutura do canal de parâmetros DP-V1 Funções para DP-V1
Requisitar a resposta de parametrização
A tabela mostra a codificação dos dados úteis para Write.req (Pedido de Write) com indicação do Header DP-V1.
Resposta positiva em "Write Parameter volatile"
Tabela 12: Read.req para requerimento da resposta de parâmetro
Campo Valor Descrição
Function_Num Read.req
Slot_Number X Slot_Number não utilizado
Index 47 Índice de conjunto de dados
Length 240 Comprimento máximo da memória de resposta no mestre
DP-V1
Tabela 13: Header DP-V1 da resposta de Read positiva com resposta de parâmetro
Serviço: Read.responseSlot_Number 0 Arbitrário (não é avaliado)
Index 47 Índice do registo de dados; constante índice 47
Length 4 Dados úteis de 12 bytes na memória de resposta
Tabela 14: Resposta positiva para serviço MoviLink "Write Parameter"
Byte Campo Valor Descrição
0 Response Reference 0x01 Número de referência reflectido no pedido de parametrização
1 Response ID 0x40 Resposta positiva MoviLink
2 Axis 0x01 Número do accionamento reflectivo; 1 = endereço
SBus
3 No. of Parameters 0x01 1 Parâmetro
Estrutura do canal de parâmetros DP-V1 6
Funções para DP-V1
Resposta de parametrização negativa
A tabela seguinte mostra a codificação de uma resposta negativa de um serviço MoviLink. Na resposta negativa o bit 7 é colocado na resposta da identificação.
Códigos de retorno MoviLink de parametrização para DP-V1
A seguinte tabela mostra os códigos de retorno que são devolvidos pelo interface DP- V1 da SEW quando há um acesso incorrecto aos parâmetros DP-V1.
Tabela 15: Resposta negativa para serviço MoviLink
Serviço: Read.responseSlot_Number 0 Arbitrário (não é avaliado)
Index 47 Índice do registo de dados; constante índice 47
Length 8 Dados úteis de 8 bytes na memória de resposta
Byte Campo Valor Descrição
0 Response Reference 0x01 Número de referência reflectido no pedido de parametrização
1 Response ID 0xC0 Resposta negativa MoviLink
2 Axis 0x01 Número do accionamento reflectivo; 1 = endereço
SBus
3 No. of Parameters 0x01 1 Parâmetro
4 Format 0x44 Erro
5 No. of values 0x01 Código de erro 1
6..7 Error value 0x0811 Código de retorno MoviLink
por ex. Classe de erro 0x80, Código adicional 0x11 (ver tabela Códigos de retorno MoviLink para DP-V1)
Cód. retorno MoviLink (hex)
Descrição
0x0810 Índice não autorizado, o índice de parâmetro não existe na unidade 0x0811 Função/parâmetro não implementado
0x0812 Só acesso de leitura
0x0813 Bloqueio de parâmetros activo 0x0814 Ajuste de fábrica activado
0x0815 Valor demasiado alto para o parâmetro 0x0816 Valor demasiado baixo para o parâmetro 0x0817 Carta opcional requerida não instalada 0x0818 Erro no software do sistema
0x0819 Acesso aos parâmetros só através do interface de processo RS-485 0x081A Acesso aos parâmetros só através do interface de diagnóstico RS-485 0x081B Parâmetro protegido contra acesso
0x081C É necessário inibir o controlador 0x081D Valor não permitido para o parâmetro 0x081E Ajuste de fábrica activado