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3 A melhoria dos processos do negócio vidando ao melhor desempenho

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Academic year: 2021

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Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos

Líder da Disciplina: Rosely Gaeta

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ELHORIA DOS PROCESSOS

3 – A melhoria dos processos do negócio vidando ao melhor desempenho

APERFEIÇOAR PROCESSOS é o direcionamento de esforços no sentido de:

Eliminar erros e atrasos

Suprimir atividades que não agregam valor

Simplificar o processo

Maximizar a utilização de recursos

visando melhorar o desempenho por meio de:

rapidez,

flexibilidade,

confiabilidade,

produtividade,

custo & rentabilidade,

satisfação do cliente e

participação no mercado.

3.1 Indicadores de desempenho

Indicador: é um dado numérico que fornece informações sobre o estado de

um processo e que permite medir seus resultados, visando a avaliação do

desempenho desse processo com base em referenciais pré-estabelecidos.

Indicadores: Dados ou informações numéricas que quantificam as entradas

(recursos ou insumos), saídas (produtos) e o desempenho de processos,

produtos e da organização como um todo. Os indicadores são usados para

acompanhar e melhorar os resultados ao longo do tempo e podem ser

classificados em: simples (decorrentes de uma única medição) ou compostos;

diretos ou indiretos em relação à característica medida; específicos (atividades

ou processos específicos) ou globais (resultados pretendidos pela organização); e

direcionadores (drivers) ou resultantes (outcomes).

(2)

PARA SE AVALIAR E MELHORAR ALGO É PRECISO MEDIR => NECESSIDADE

DE INDICADORES DE DESEMPENHO (ID) antes e depois da mudança.

Exemplos de indicadores de desempenho:

Custo médio do produto

Margem de lucro sobre as vendas

Produtividade (homens / hora por peça produzida)

Tempo de ciclo de um processo (ex: tempo médio de atendimento do

pedido do cliente)

Retorno sobre o investimento

% de rotatividade do pessoal

IMPORTÂNCIA DOS INDICADORES DE DESEMPENHO:

Traduzir os objetivos estratégicos da organização em parâmetros tangíveis

Assegurar a gestão do desempenho dos processos do negócio

Identificar / priorizar problemas e necessidades de melhorias

Compartilhar as metas de desempenho com os empregados

Proporcionar parâmetros objetivos e eqüitativos para recompensas

baseadas no desempenho.

REQUISITOS PARA QUE OS ID´s SEJAM EFICAZES

Não ambigüidade, isto é, não apresentar significados diferentes.

Facilidade de medição

Facilidade de compreensão (simplicidade)

Facilidade de comparação com padrões de desempenho (pré-estabelecidos

internamente ou de outras organizações)

(3)

3.2.3

MODELOS DE INDICADORES DE DESEMPENHO

O texto seguir aborda sobre dois modelos que podem ser utilizados para a

identificação de indicadores de desempenho relevantes para a organização. O texto

é parte do capítulo 1 - Gestão da Empresa escrito por José Vicente B. de Mello

Cordeiro e Renato Vieira Ribeiro para a Coleção Gestão Empresarial. Se desejar ler

o conteúdo todo (não é necessário ara a disciplina), você poderá encontrar nos

(4)

endereços:

www.fae.edu/publicacoes/colecao_gestao.asp

ou

www.fae.edu/publicacoes/pdf/gestao/empresarial.pdf

Três abordagens para avaliação do desempenho da empresa moderna:

A metodologia dos Indicadores-Chave de Desempenho (Key Performance

Indicators - KPI), teve origem nos prêmios de qualidade nos Estados Unidos

(Malcom Baldridge Award) e do Japão (Deming Award). Ao pregar a gestão

baseada em fatos e dados e a orientação dos processos internos da organização

para a satisfação dos clientes finais, a Gestão pela Qualidade Total (Total Quality

Management - TQM) deu grande impulso à utilização de indicadores de

desempenho não-financeiros. No início da década de 1990, com a consolidação

do Prêmio Nacional da Qualidade, baseado nos prêmios americano e europeu

1

, a

metodologia dos KPI passou a ser fortemente difundida no Brasil. Como a

lucratividade e a rentabilidade dependem de receitas, despesas e da utilização

dos ativos fixos, passou-se a monitorar o desempenho dos processos que

produziam maior impacto nesses últimos.

Os indicadores de desempenho não-financeiros propostos pela metodologia dos

KPI dizem respeito áreas-chave do negócio: clientes, mercados, produtos,

processos, fornecedores, recursos humanos e comunidade e sociedade. A

metodologia sugere a adoção de metas para cada um dos indicadores de

desempenho-chave, baseando-se em benchmarkings ou em procedimentos como

o mapeamento da contribuição dos KPI com relação ao desempenho financeiro

da empresa.

O TQM trouxe os indicadores não-financeiros para a linguagem habitual da alta

direção. Passou a ser comum ouvir presidentes de empresa falando em medidas

de consumo de matéria prima por quantidade produzida, índices de defeitos por

milhares de unidades produzidas, percentual de satisfação de clientes, turn-over

e horas de treinamento por ano por funcionário. Na prática, a adoção dos KPI

1

Nota da Rosely: o autor não mencionou o europeu, mas o japonês. Entretanto, o Prêmio

Nacional da Qualidade nasceu de um grupo de estudos do modelo americano e,

inicialmente, era baseado somente nele. O modelo japonês da época, o Prêmio Deming,

era prescritivo, por isso não foi utilizado como inspiração. Em seguida ao modelo

americano americano, o modelo brasileiro inspirou;se no europeu, canadense, e as

influências se ampliaram. Em 1995, o Japão adotou o Prêmio Japonês, com base no

Malcolm Baldrige e mantém a avaliação pelo Prêmio Deming.

(5)

representou o reconhecimento pelas empresas de que estas medidas, quando

otimizadas, dever„o produzir os melhores resultados contábeis e financeiros no

futuro. Entretanto, muitos começaram a perceber alguns problemas na adoção

da metodologia dos KPI.

Embora relacione o desempenho não-financeiro nas áreas-chave como

desempenho financeiro da empresa como um todo, a metodologia dos KPI não

estabelece relações de causa e efeito claras entre as diferentes medidas de

desempenho. Além disso, a metodologia não contempla o desdobramento dos

indicadores de desempenho para os níveis tático e operacional da organização,

ou seja, a utilização de medidas no nível dos macroprocessos e dos

microprocessos. Com isso, para medir o desempenho de todos os fatores que

produzam impacto sobre o desempenho financeiro futuro, a empresa passa a ter

que monitorar uma enorme quantidade de indicadores não financeiros e

financeiros. Neste caso, embora a alta administração tenha uma boa visibilidade

das medidas relacionadas ao desempenho financeiro no futuro, fica difícil

priorizar ações sobre determinados indicadores. O mesmo problema ocorre nos

níveis hierárquicos inferiores. Alguns indicadores específicos podem ser atrelados

à avaliação de desempenho de uma gerência média, porém esta não terá

autoridade sobre todos os processos que influenciam seu resultado. Por sua vez,

no nível dos microprocessos operacionais, muitos indicadores têm pouco

significado.

(...)

O Balanced Scorecard

2

(BSC) resolve a questão ao conectar por meio de relações

de causa e efeito o desempenho em alguns poucos indicadores relacionados às

áreas-chave do negócio, como desempenho financeiro futuro.

Essa abordagem foi desenvolvida na década de 1990 por Kaplan e Norton.

Robert Kaplan já tinha se tornado um dos “gurus” da área de contabilidade e

finanças ao propor o custeio ABC (Activity Based Costing – Custeio Baseado na

Atividade).

2 O Balanced Scorecard propõe indicadores desdobrados dos objetivos estratégicos e seus

(6)

O BSC inclui, basicamente, dois tipos de medida: medidas de desempenho

propriamente ditas, referentes ao passado e aos direcionadores de performance,

que irão determinar os resultados das medidas de desempenho propriamente

ditas no futuro. Os pontos de partida para a elaboração do BSC

são a missão, a visão e os objetivos estratégicos da organização em questão.

Seus autores afirmam que não se trata apenas de uma metodologia para avaliar

o desempenho organizacional e sim de uma nova abordagem para a gestão

empresarial, buscando a implementação da estratégia empresarial, ou seja, a

consecução dos objetivos estratégicos da empresa no longo prazo.

O BSC traduz a missão e a estratégia empresarial em objetivos e medidas de

desempenho organizados em quatro perspectivas:

Perspectiva Financeira: os indicadores financeiros resumem de forma

facilmente mensurável as consequências das ações tomadas anteriormente e

indicam de que forma a estratégia de uma empresa e sua implementação

está contribuindo para a melhoria da lucratividade e rentabilidade;

Perspectiva dos Clientes: os indicadores de desempenho desta perspectiva

incluem a retenção e satisfação de clientes, conquista de clientes novos,

lucratividade de clientes e participação de mercado, além de direcionadores

ou impulsionadores de performance relacionados aos atributos que os

clientes-alvo valorizam, como, por exemplo, entrega rápida e na data

prometida e inovações constantes em produtos e serviços;

Processos de Negócios Internos: os indicadores dessa perspectiva tendem a

ser medidas genéricas de desempenho dos processos de inovação, como

projeto e desenvolvimento de novos produtos e serviços (a onda longa da

criação de valor), e de operações (a onda curta da criação de valor), que irão

impulsionar as medidas genéricas da perspectiva de clientes;

Aprendizagem e Crescimento: os indicadores de desempenho relacionados a

esta perspectiva buscam a construção da infra-estrutura que a organização

precisa para crescer e melhorar continuamente no longo prazo e inclui metas

de qualificação de funcionários, melhoria de sistemas de informação e

alinhamento de procedimentos e rotinas.

No esquema da figura 1, o retorno sobre o capital investido (ROI). É uma

medida genérica de desempenho da perspectiva financeira. O direcionador ou o

(7)

impulsionador dessa medida, nesse caso, È o alto grau de fidelidade dos clientes

atuais da empresa que é incluída no BSC por se acreditar haver uma grande

influência dessa na determinação do ROI. A entrega no prazo combinado é

incluída no BSC por impulsionar a fidelidade dos clientes. Este seria, portanto,

um segundo indicador de desempenho na perspectiva de clientes, que é o

impulsionador da fidelidade de clientes. Por sua vez, para entregar no prazo È

necessário desenvolver processos com qualidade e tempo de ciclo adequados.

Portanto, esses seriam os impulsionadores da entrega no prazo e estariam

incluídos na perspectiva de processos internos. Por fim, para que a qualidade e o

tempo de ciclo atinjam os valores desejados, os processos precisam ser

executados por funcionários qualificados e dotados de determinados

conhecimentos e habilidades.

(8)

O BSC apresenta as relações de causa e efeito entre as diversas áreas-chave do

negócio e entre estas e o desempenho financeiro como seu grande diferencial em

relação às demais metodologias apresentadas. Além disso, a quantidade de

indicadores apresentada não é excessiva. Entretanto, esses indicadores não são

desdobrados nos níveis hierárquicos inferiores, o que pode tornar algumas medidas

de desempenho pouco significativas para aqueles que atuam nos níveis operacionais.

Conclusões

Para que uma empresa possa conseguir uma vantagem competitiva duradoura

em setores turbulentos, ou seja, onde o grau de complexidade e a velocidade

das mudanças são muito elevados. Deve-se definir o tipo de gestão que ir

adotar, dentre eles a estratégica, ou participativa, ou holística, ou

empreendedora. O tipo de gestão estar— associado aos objetivos da empresa.

Definido isto, a empresa deve estabelecer um sistema de acompanhamento dos

resultados por meio de indicadores. O sistema de indicadores de desempenho

deve incluir algumas das características verificadas nas abordagens apresentadas

anteriormente, quais são:

Os indicadores de desempenho devem estar relacionados a uma estratégia

empresarial, ou seja, devem medir o desempenho de uma determinada

estratégia;

Utilização de indicadores de desempenho financeiros e não-financeiros, sendo

estes últimos, na maioria das vezes, os impulsionadores dos resultados dos

primeiros;

Deve haver um n˙mero pequeno de indicadores de desempenho sob

responsabilidade de cada unidade gerencial ou diretoria. Esse fato evita erros

de priorização na gestão do dia a dia das empresas;

A meta de um determinado indicador em um certo nível hierárquico,

desdobrado para um nível inferior, deve ser atingida por meio do alcance das

metas dos indicadores deste último;

Os diversos indicadores deverão abranger as diversas áreas-chave do

negócio, interligando-se por meio de relações de causa e efeito;

(9)

Devem existir indicadores para avaliar aspectos totalmente intangíveis do

desempenho,

como

motivação,

qualificação,

aprendizagem,

comprometimento e qualidade de vida. Estes são, em última análise, os

impulsionadores do desempenho futuro de processos e com relação à

satisfação dos clientes, que por sua vez irão garantir a excelência nos

resultados financeiros de longo prazo.

Por fim, vale notar que a utilização de sistemas de indicadores de desempenho

deve permitir à empresa gerenciar seus ativos tangíveis e intangíveis e avaliar o

resultado da utilização de ferramentas de gestão em áreas específicas, conforme

mostrado abaixo:

Avaliar o uso do Marketing de Relacionamento e do CRM (Customer

Relationship Management) na busca da otimização dos ativos intangíveis

correspondentes aos clientes;

Avaliar o uso do SCM (Supply Chain Management – Gestão da Cadeia de

Suprimento) na otimização dos ativos referentes a fornecedores e clientes;

Avaliar o desempenho dos programas de TQM e Reengenharia na

maximização dos ativos intangíveis relacionados com os funcionários e os

processos organizacionais;

Avaliar programas de Empowerment e a Aprendizagem Organizacional,

visando otimizar os ativos relacionados aos funcionários.

Bibliografia recomendada

DRUCKER, Peter F. Administrando em tempos de grandes mudanças. São

Paulo: Pioneira, 1995.

MINTZBERG, Henry; AHLSTRAND, Bruce; LAMPEL, Joseph. Safári de

estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Porto Alegre:

Bookman, 2000.

PORTER, Michael. Vantagem competitiva: criando e sustentando um desempenho

superior. Rio de Janeiro: Campus, 1989.

(10)

Não somente os KPIs têm origem no Prêmio Malcolm Baldrige. O próprio Balanced

Scorecard foi desenvolvido a partir do critério de resultados do Malcolm Baldrige. As

quatro perspectivas correspondem aos quatro critérios de resultados vigentes na

época do primeiro lançamento (1990)

No Brasil, a Fundação para o Prêmio Nacional da Qualidade (atualmente denominada

Fundação Nacional da Qualidade) fez um estudo com um grupo de empresas e

publicou o Planejamento do Sistema de Medição. O grupo concluiu que as

perspectivas poderiam variar até oito e o fizeram demonstrando o alinhamento com

os Itens de Resultados dos Critérios de Excelência do PNQ.

Há ainda outras abordagens. Uma das indicadas é a Administração por Objetivos de

Peter Drucker, que também possui como aspecto positivo o fato de se construir

indicadores a partir das estratégias estabelecidas. Os indicadores decorrentes

devem ser alinhados às estratégias e integrados entre si, ter definição de metas, ser

desdobrados para todos os níveis da organização, e controlados a fim de se aferir o

alcance das estratégias e necessidades de correção de rumos.

(11)

3.2

Abordagens de melhoria de processos

3.2.1 Melhoria Contínua da Qualidade (KAIZEN)

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS

Envolve a conscientização (mudança de cultura) de todas as pessoas da

organização para os seguintes aspectos:

Atender as necessidades e expectatias dos clientes internos e externos

Fazer certo da 1

a

vez e sempre (qualidade desde o projeto)

ganhos pequenos de cada vez e em curto prazo

o processo é contínuo

Foco na redução dos custos da qualidade

Desenvolvimento de sistemas e procedimentos que apóiem a qualidade e a

melhoria (por exemplo, normas ISO)

CUSTOS DA QUALIDADE

Custos das falhas internas (má qualidade)

o

Sucateamento, retrabalho

o

Modificações em projetos

o

Aumento de estoque de produtos em processo (interrupções no fluxo)

Custos das falhas externas (má qualidade)

o

Produto retirado do mercado

o

Atendimento de reclamações de clientes (perda de clientes)

o

Estrutura / custos da assistência técnica

Custos de avaliação (controle da qualidade)

o

Controle estatístico de processo, inspeções, testes

Custos de prevenção (investir na prevenção de problemas)

o

Identificação de problemas potenciais

(12)

FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO DA MELHORIA CONTÍNUA:

- Comprometimento da alta administração (com atitudes como: entender e

acreditar que fazer certo as coisas é vital para o sucesso da empresa; formular e

disseminar a política da qualidade da empresa; participar do processo de solução

de problemas e delegar poderes para as equipes de projetos de melhoria)

- Incentivo à criatividade, à melhoria e ao trabalho em equipe.

- Treinamento para a melhoria contínua

- Recompensar o desempenho das pessoas

3.2.2 Melhoria Radical – Reengenharia de Processos do Negócio (RPN)

É uma reestruturação de grande impacto nas atividades dos processos empresariais

visando a obter ganhos significativos nos indicadores de desempenho da

organização

CARACTERÍSTICAS DA REENGENHARIA DE PROCESSOS

Reestruturação radical (ou redesenho) do processo abrangendo:

Integração: entre os processos internos do negócio; entre esses processos e os

de fornecedores, e/ou distribuidores, e/ou clientes.

Eliminação de atividades que não agregam valor

Centralização em um único local de atividades de um mesmo processo

anteriormente executadas em locais diferentes

Execução em paralelo de atividades do processo

Enriquecimento de cargos

MOTIVAÇÕES PARA A REENGENHARIA DE PROCESSOS

Aumentar o grau de satisfação do cliente

Aumentar a produtividade

Reduzir custos

Aumentar a receita

Melhorar a qualidade do produto / serviço

Melhorar o fluxo de trabalho (tornar a organização mais ágil e flexível)

(13)

FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO DA REENGENHARIA DE PROCESSOS

Comprometimento da alta administração

Fixação e disseminação de metas claras

Metodologia de reengenharia

Apoio de consultoria externa

Gerenciamento da mudança

Alinhamento com a estratégia da organização

Foco nos processos-chave do negócio.

Referências

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