GOVERNANÇA
CORPORATIVA
AULA 4 CONCEITOS IBGC
REVISÃO DO CONCEITO
• Termo governança corporativa: criado
no início da década de 1990 nos nos
Estados Unidos e na Grã-Bretanha;
• Objetiva definir as regras que regem o
relacionamento
dentro
de
uma
companhia dos interesses de acionistas
controladores, acionistas minoritários e
• administradores (Garcia, 2005).
• No Brasil o principal órgão que trata da
matéria: IBGC
O CONCEITO
“todo conjunto de mecanismos que investidores não controladores têm à disposição para limitar a
expropriação. Estes mecanismos prescrevem regras de
conduta e de disclosure, e garantem a observância das
regras (enforcement). Uma vez que, em muitos casos, os
responsáveis pela condução de uma empresa e&ou acionistas majoritários podem tomar decisões, após a
bvenda de ações aos minoritários, que prejudiquem o
interesse destes.”
José Alexandre Scheinkman (2005).
investidores não controladores: acionistas minoritários e credores limitar a expropriação: os
direitos dos minoritários e credores pelos
administradores e majoritários
CONCEITO SEGUNDO IBGC
“Governança corporativa é o sistema que
assegura aos sócios-proprietários o governo estratégico da empresa e a efetiva monitoração da diretoria executiva. A relação entre propriedade e gestão se dá através do conselho de administração, a auditoria independente e o conselho fiscal, instrumentos fundamentais para o exercício do controle.
A boa governança corporativa garante equidade aos sócios, transparência e responsabilidade pelos resultados (acountability)”
IBGC
• Instituto Brasileiro de Governança
Corporativa:
– aplicação da governança corporativa no mercado brasileiro.
– fundado em 27 /11/95,
– entidade cultural sem fins lucrativos;
• Objetivos: “semear a transparência na
gestão das empresas, a equidade entre
os sócios, a prestação de contas e a
responsabilidade
corporativa,
facilitando o acesso das companhias ao
mercado de capitais e atraindo de
investidores”.
PRINCÍPIOS
• Transparência:
disponibilizar informações para as partes interessadas;
• Equidade:
respeito pelos direitos de todas as partes interessadas (stakeholders);
• Prestação de Contas:
responsabilidade integral pelos atos e omissões praticados no exercício dos mandatos;
• Responsabilidade corporativa:
– zelar pela sustentabilidade da organização, – assegurar longevidade/perenidade
– negócios e operações: questões sociais e ambientais
Estrutura Legal da Governança
Corporativa
• Lei das Sociedades Anônimas :
6604/76 Código de Melhores Práticas de Governança Corporativa
• Principais temas abordados:
Sociedade Anônima - Classes de ações
• Principais Órgãos de uma Sociedade Anônima; Conselho de administração (Composição, competência)
• Direitos dos acionistas minoritários
Estrutura Legal da Governança
Dimensão Temas
Estrutura de Proprie-dade
Tipo predominante de controle acionário (disperso X concentrado)
Separação ou sobreposição entre propriedade e gestão
Classes de ações, pirâmides e participações cruzadas
Papel dos investidores institucionais Políticas
Públicas protejam os direitos de acionistas Legislação e aparato legal que minoritários e dos credores
Atuação dos órgãos de controle do mercado de capitais
Apoio aos códigos volntários de boas práticas de governança
Estímulo para que os fundos de pensão e outros invetidores institucionais
tenham incentivos e estrutura de governança que os motivem a
pressionar as empresas a modificar práticas de governança corporativa
Estrutura Legal da Governança
Dimensão Temas Práticas de Governança Corporativa Conselho de Administração ComposiçãoAtuação (efetiva X ceremonial)
Processos (formal X informal
Direitos dos acionistas minoritários
Eliminação de práticas que dificultem os votos de acionistas minoritários
Equiparação dos direitos entre possuidores de ADRs e proprietários de ações
Condições de recompra de ações dos minoritários
Preços pagos às ações dos minoritários em caso de venda do controle acionário (tag along) Transparência
Agilidade na divulgação de decisões
importantes tomadas pela alta administração
Transparência no relacionamento com empresas relacionadas (controladas e coligadas)
Utilização de padrões contábeis confiáveis
Integridade dos relatórios financeiros
Fonte: De Paula, 2003
Conceitos: Ações e Acionistas
• Ação ordinária:
– Confere ao titular o direito de voto nas instâncias decisórias da sociedade;
• Ação preferencial:
– Confere determinadas vantagens de natureza financeira ou política em troca de restrições parciais ou totais no exercício de voto.
• Free float (ações em circulação)
– Quantidade de ações de uma empresa disponível para nego-ciação livre em mercado de capitais
Conceitos: Ações e Acionistas
• Acionista majoritário:
– Pessoa ou grupo de pessoas que representam a maioria dos votos nas deliberações da assembléia geral e
– possuem o poder de eleger a maioria dos administradores da companhia;
• Acionista minoritário:
– Proprietário de ações cujo total não lhe permite participar do controle da companhia.
Conceitos: Ações e Acionistas
• Tag Along
– Extensão parcial ou total a todos os demais sócios das empresas condições obtidas pelos controladores quando da venda do controle de uma sociedade.
Principais temas
• Auditoria independente:
– Órgão externo à organização, e isento de conflito de interesses, que tem a atribuição básica de verificar se as demonstrações financeiras refletem adequadamente a realidade da organização.
• Comitê de auditoria:
– Órgão estatutário, formado por conselheiros de administração, que se reporta ao colegiado integral do conselho de administração para tratar dos assuntos relacionados às normas a ser cumpridas pelos auditores independentes.
Principais Temas
• Código de conduta:
– Manual elaborado pela diretoria de acordo com os princípios e políticas definidos pelo conselho de administração, visando orientar administradores e funcionários na sua conduta profissional cotidiana.
• Conflito de interesses:
– Ocorre quando alguém não é independente em relação à matéria em discussão e pode influenciar ou tomar decisões motivadas por interesses distintos daqueles da organização.
Principais Temas
• Regimento interno:
– conjunto de normas e regras que explicita as responsabilidades, as atribuições, o funcionamento, as rotinas de trabalho e a interação entre os principais órgãos da empresa;
• Stakeholders (partes interessadas):
– Indivíduos ou entidades que assumem algum tipo de risco, direto ou indireto, em face da sociedade.
– São eles, além dos acionistas: empregados, clientes, fornecedores, credores, governos, entre outros.
Governança corporativa:
síntese das principais
funções
Governança corporativa: síntese
das principais funções:
Atores e Órgãos Proprietários
Funções
Assembléia
Geral Órgão soberano da sociedadeDeliberação sobre questões de relevância maior
Prestação de contas
Destinação dos resultados
Estrutura, emissões e reduções de capital
Operações de alto impacto Reformar os estatutos
Eleger os administradores
Elegerl o Conselho Fiscal Conselho
Fiscal Opinar sobre o relatório anal de Fiscalizar os atos dos administradores administração
Analisar e emitir opinião sobre demonstrações financeiras
Acompanhar o trabalho dos auditores independentes
Governança corporativa: síntese das
principais funções:
Atores e Órgãos Administra-dores Funções Conselho de Administra-çãoÓrgão guardião dos interesses dos proprietários
Eleger e avaliar o desempenho da Diretoria Executica
Homologar e acompanhar a estratégia de negócios
Homologar e acompanhar nas áreas funcionais
Definir expectativas de resultados e acompanhar sua efetivação
Definir criação e constituição de comitês
Escolher e contratar a Auditoria Independente
Definir a constituição do Comitê de Auditoria
Governança corporativa: síntese das
principais funções:
Atores & Órgãos Funções Comitê de AuditoriaAcompanhar e avaliar oambiente de controle: auditoria externa e interna
Identificar, avaliar e analisar riscosrelevantes da companhia
Supervisionar a elaboração de relatórios financeiros
Auditoria Indepen-dente
Verificar a conformidade no cumprimento de disposições legais
Auditar as demonstrações econômico-financeiras
Verificar se as demonstrações de resultado refletem adequadamente a realidade da sociedade
Auditoria Interna
Organizar o ambiente interno de controle
Interagir e contribuir com o sistema de auditoria
Implantar sistemas de controle e de auditoria, abrangendo todos os processos, práticas e rotinas internas
Exigir que os relatórios contábil-financeiros sejam: a) aderentes às leis e regulamentos e b) confiáveis, abrangentes e oportunos
Governança corporativa: síntese das
principais funções:
Atores e Órgãos Administra-dores Funções DireçãoExecutiva Administração e executar as diretrizes Interagir com o Conselho de dele emanadas.
Exercer a gestão do negócio e das áreas funcionais da companhia
Definir a estratégia e os planos operacionais, submetendo-os à homologação do Conselho de Administração
Prestar amplas informações ao
Conselho de Administração: resultados, riscos e oportunidades
Produzir demonstrações patrimoniais e de resultados, responsabilizando-se pela sua auditagem interna e pela sua
integridade.
Fonte:
Rossetti & Andrade, 2009: 252
EVOLUÇÃO DAS PRATICAS DE
GOVERNANÇA
• Final década de 1990:
– crise pela qual passava o mercado de ações. 1996 2000 2001 Companhias Listadas na Bovespa 5500 440 Volume
negociado US$ 191 Bi US$ 101 Bi US$ 65 Bi
Crises econômicas & Mercados
de capitais
Crises econômicas mundiais – impacto nos mercados de capitais
Queda de Investimentos
• Queda de investimento na bolsa
– ausência de regras adequadas de defesa dos interesses dos acionistas minoritários
– acarreta a exigência, por parte dos investidores, de um deságio sobre o preço da ação,
– causa uma desvalorização no valor de mercado das companhias.
Melhoria da GC: Iniciativas
institucionais e governamentais
• Aprovação da Lei no. 10.303/01
– Cria a Comissão de Valores Mobiliários – CVM
– Altera e acrescenta dispositivos:
• Lei 6.404/76 Lei das S/A
• Lei 6.385/76 que dispõe sobre o mercado de valores mobiliários
• Criação do Novo Mercado e Níveis 1 e 2
de GC pela Bovespa
• Novas regras de definição dos limites
de aplicação dos recursos de fundos de
pensão
Boas Práticas de Governança
• Medidas tomadas com o objetivo de
reanimar o mercado:
Novo Mercado Segmento especial de lista de ações de companhias que se comprometem a adotar boas práticas de Governança corporativa Foco: atuar na falta de proteção aos acionistas minoritários Níveis 1 e 2 Estabelecem crompromissos crescentes de adoção de melhores práticas de GC (Bovespa, 2002)
Novo Mercado
Lançamento: 2000
Estabeleceu um padrão de governança corporativa altamente diferenciado.
A partir da primeira listagem, em 2002, ele se tornou o padrão de transparência e governança exigido pelos investidores para as novas aberturas de capital.
Última década: firmou-se como uma seção destinada à negociação de ações de empresas que adotam, voluntariamente, práticas de governança corporativa
adicionais às que são exigidas pela legislação brasileira.
Fonte: Bovespa http://www.bmfbovespa.com.br/pt- br/servicos/solucoes-para-empresas/segmentos-de-listagem/novo-mercado.aspx?Idioma=pt-br
Novo Mercado
A listagem nesse segmento especial implica:
na adoção de um conjunto de regras societárias que ampliam os direitos dos acionistas,
na adoção de uma política de divulgação de informações mais transparente e abrangente.
O Novo Mercado conduz as empresas ao mais
elevado padrão de Governança Corporativa.
As companhias listadas no Novo Mercado só podem emitir ações com direito de voto, as chamadas ações ordinárias (ON).
Fonte: Bovespa http://www.bmfbovespa.com.br/pt- br/servicos/solucoes-para-empresas/segmentos-de-listagem/novo-mercado.aspx?Idioma=pt-br
Principais características
negociação Novo Mercado
• Capital deve ser composto exclusivamente por ações ordinárias com direito a voto;
• No caso de venda do controle, todos os acionistas têm direito a vender suas ações pelo mesmo preço (tag along de 100%);
• Em caso de deslistagem ou cancelamento do contrato com a BM&FBOVESPA, a empresa deverá fazer oferta pública para recomprar as ações de todos os acionistas no mínimo pelo valor econômico;
• O Conselho de Administração deve ser
composto por no mínimo cinco
membros,
– 20% dos conselheiros independentes – mandato máximo de dois anos;
• A companhia também se compromete a
manter no mínimo 25% das ações em
circulação (free float);
Principais características negociação
Novo Mercado
• Divulgação de dados financeiros mais
completos, incluindo relatórios trimestrais
com demonstração de fluxo de caixa e
relatórios consolidados revisados por um
auditor independente;
• A empresa deve disponibilizar relatórios
financeiros anuais em um padrão
internacionalmente aceito;
• Necessidade de divulgar mensalmente as
negociações com valores mobiliários da
companhia pelos diretores, executivos e
acionistas controladores.
Principais características negociação
Novo Mercado
Fonte: Bovespa http://www.bmfbovespa.com.br/pt- br/servicos/solucoes-para-empresas/segmentos-de-listagem/novo-mercado.aspx?Idioma=pt-br
Exemplos de Empresas Novo
Mercado - NM
• B2W - COMPANHIA GLOBAL DO VAREJO • BCO BRASIL S.A.
• BMFBOVESPA S.A. • SABESP
• COPASA
• CPFL ENERGIAS RENOVÁVEIS S/A • CSU CARDSYSTEM S/A
• NATURA COSMÉTICOS S.A. NATURA • PORTO SEGURO S.A.
• PORTOBELLO S.A.
• POSITIVO INFORMÁTICA S.A.
• PROFARMA DISTRIB PROD FARMACÊUTICOS S.A.
Fonte: BMFBovespa
Nível 1: Compromisso e
Principais práticas
• Compromissos:
– melhoria na prestação de informações ao mercado
– Dispersão acionária
• divulgar informações adicionais às exigidas em lei, como por exemplo, um calendário anual de eventos corporativos
• free float mínimo de 25% deve ser mantido nesse segmento, ou seja, a companhia se compromete a manter no mínimo 25% das ações em circulação.
Fonte: BMFBovespa http://www.bmfbovespa.com.br/pt- br/servicos/solucoes-para-empresas/segmentos-de-listagem/nivel-1.aspx?Idioma=pt-br
Nível 2: Compromisso e Principais
práticas
• Similar ao Novo Mercado, porém com
algumas exceções:
– As empresas listadas têm o direito de manter ações preferenciais (PN).
– No caso de venda de controle da
empresa, é assegurado aos detentores de ações ordinárias e preferenciais o mesmo tratamento concedido ao acionista controlador, prevendo,
portanto, o direito de tag along de 100% do preço pago pelas ações ordinárias do acionista controlador.
Nível 2: Compromisso e Principais
práticas
– As ações preferenciais ainda dão o direito de voto aos acionistas em
situações críticas, como a aprovação de fusões e incorporações da empresa e contratos entre o acionista controlador e a companhia, sempre que essas decisões estiverem sujeitas à aprovação na
assembleia de acionistas.
Fonte: BMFBovespa http://www.bmfbovespa.com.br/pt- br/servicos/solucoes-para-empresas/segmentos-de-listagem/nivel-2.aspx?Idioma=pt-br
RESULTADOS NOVO MERCADO
• 2001 – Estréia do Novo Mercado.
• Ataques terroristas de 11 de setembro
fecham a Bolsa de Nova York.
• 2002 – Primeiras empresas aderem ao
Novo Mercado;
• 2005 – Fim do pregão de viva-voz.
• Começa a era dos negócios online.
• 2007– A Bovespa começa a se
estruturar para a abertura de capital.
• Em Nova York, o índice Dow Jones
atinge o recorde histórico de 13 mil
pontos.
Governança no Brasil e no
Mundo
Linha do tempo - 2000
Governança em outros
países : Governança no Brasil
Estudo do Banco
Mundial conclui: investidores estão
dispostos a pagar entre 18% e 28% a mais por empresas com governança. novembro: 1° Congresso Brasileiro de Governança Corporativa, em comemoração ao quinto aniversário do IBGC. dezembro: Bovespa lança oficialmente os segmentos diferenciados de governança Corporativa
Governança no Brasil e no Mundo
Linha do tempo - 2001
Governança em outros
países : Governança no Brasil
Novembro: divulgados os problemas de fraude contábil na Enron. Na sequência, diversas empresas norte americanas são obrigadas a refazer suas demonstrações financeiras
A Lei das S/As é reformulada e é promulgada a Lei 10.303/2001: criação da CVM, entre outros
Governança no Brasil e no Mundo
Linha do tempo - 2002
Governança em outros
países : Governança no Brasil
Julho: Congresso norte-americano aprova a Lei Sarbanes-Oxley (SOX). (Resposta aos escândalos corporativos envolvendo grandes empresas do país, como a Enron).
Agosto: a SEC (Securities
and Exchange Commission)
edita algumas normas complementares e a Bolsa de Valores de Nova York aprova novos requisitos de governança corporativa como condição para listagem de empresas.
Junho: a Comissão de Valores Mobiliários
(CVM) lança sua cartilha sobre governança: recomendações da CVM sobre governança corporativa, voltada para as companhias abertas.
Governança no Brasil e no Mundo
Linha do tempo - 2003
Governança em outros
países : Governança no Brasil
Maio: Nasdaq anuncia
normas semelhantes as da Bolsa de Nova York.
Dezembro: ocorre um escândalo corporativo na Parmalat, sendo o primeiro de muitos problemas de governança corporativa com grandes empresas da Europa.
Realizada a primeira edição do Prêmio IBGC de Monografias.
Governança no Brasil e no Mundo
Linha do tempo - 2005
Governança em outros
países : Governança no Brasil
Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE: lança um documento contendo diretrizes de boa governança para empresas de controle estatal.
IBGC completa dez
anos e lança o livro Uma década de governança
corporativa: história do IBGC, marcos e lições da experiência.
Governança no Brasil e no Mundo
Linha do tempo - 2006
Governança em outros
países : GovernançaBrasil no
Mais um problema de governança corporativa é anunciado no mercado norte-americano: mais de 130 empresas são acusadas de manipular as datas de concessão dos planos de opções de ações dos seus executivos, visando
aumentar seus ganhos pessoais.
Nos EUA muitas famílias têm suas economias em ações: mais de 50% dos americanos investem em Bolsas, representando 60% da poupança americana. Os brasileiros investem pouco. A bolsa brasileira oferece oportunidade de você ser sócio de cerca de 450
companhias de
diferentes negócios e setores da economia
Modelos de Governança:
Anglo-saxão
• Participações
acionárias
são
pulverizadas.
– ex.: nos EUA os 5 maiores investidores detêm, em média, menos de 10% do capital de uma empresa.
• As bolsas garantem a liquidez dessas
participações, diminuindo o risco dos
acionistas.
Modelos de Governança:
• O mercado, por meio da variação no
preço das ações, sinaliza a aprovação
ou não em relação às administrações
por parte dos investidores.
• O sistema exige:
– nível elevado de transparência
– divulgação periódica de informações, – controles rígidos sobre o uso de