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Errata ao relatório da CGE/2009

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E

RRATA AO RELATÓRIO DA 

CGE/2009 

Conforme solicitação das entidades responsáveis pela informação, indicam‐se várias situações em 

que  os  dados  apresentados  no  Relatório  da  Conta  Geral  do  Estado  de  2009  não  saíram  correctos, 

pelo que se procede à sua rectificação: 

 

1) As primeiras cinco linhas do Quadro 14, constante da página 48 do Volume I, são substituídas 

pelas seguintes: 

 

QUADRO 14 – Reclassificações de Consolidação efectuadas na Conta da Adm. Central e Segurança Social 

 

 

2) Na página 49 do Volume I, no 4.º parágrafo, em vez de 

“Para  além  disso,  procedeu‐se  ainda  à  consolidação  de  juros  entre  as  entidades  das  AP, 

considerando como orientação o valor registado na receita de juros do sector beneficiário.” 

deve figurar 

“Para  além  disso,  procedeu‐se  ainda  à  reclassificação  de  juros  entre  as  entidades  das  AP, 

(Milhões de Euros)

origem  destino origem  destino origem  destino R 05.00.00 Rendimentos da Propriedade

05.02.00 Juros ‐ Sociedades financeiras 2,0 05.03.01 Juros ‐ AP ‐ AdC Estado ‐14,0

R 16.00.00 Saldo da gerência anterior 

16.01.05 Na posse do Tesouro ‐ Consignado 12,0

(2)

3) O Quadro 27, constante da página 68 do Volume I, é substituído pelo seguinte: 

 

QUADRO 27 ‐ Prescrições em 2009 

 

 

 

 

(Milhões de euros)

Classificação económica

Número de 

processos

Valor

Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) 

12.958

55,2

Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC) 

4.555

133,2

Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA)

42.664

339,1

Outros (inclui impostos municipais)

38.335

45,1

TOTAL

98.512

572,6

Fonte: DGCI.

(3)

4) O Quadro 72, que consta na página 155 do Volume I, é substituído pelo seguinte: 

 

QUADRO 72 – Saldos em 31/12/2009 de Encargos Assumidos e Não Pagos (excluindo SNS) 

(Milhões de euros)

Execuçã o 

orça menta l  

(excepto SNS)

Es trutura  

2009

%

Despesas correntes

138,8

87,6

Des pes a s  com o pes s oa l

68,0

42,9

     Remunera ções  certa s  e perma nentes

1,6

1,0

       dos quais:

Ensino Superior

1,3

0,8

     Abonos  va ri á vei s  ou eventua i s

0,9

0,6

     Segura nça  s oci a l

65,4

41,3

       da qual:

      Enca rgos  com s a úde

61,7

38,9

       dos quais:

Instituto de Acção Social das Forças Armadas

52,7

33,3

Aqui s i çã o de bens  e s ervi ços  

58,0

36,6

       dos quais:

Manutenção Militar

11,9

7,5

Ensino Superior

10,0

6,3

Instituto de G. Financeira Infra‐Estruturas da Justiça

9,1

5,8

Juros  e outros  enca rgos

0,2

0,1

Tra ns ferênci a s  correntes

9,9

6,2

     Admi ni s tra ções  Públ i ca s

0,3

0,2

     Outra s

9,6

6,0

Subs ídi os

2,5

1,6

       dos quais:

Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas 

2,5

1,6

Outra s  des pes a s  correntes

0,3

0,2

Despesas de capital

19,6

12,4

Aqui s i çã o de bens  de ca pi ta l

18,6

11,7

       dos quais:

Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos

7,7

4,8

(4)

5) O  número  de  acções  desenvolvidas  pela  IGAS  em  2009  foi  de  21,  e  não  de  18,  pelo  que  o 

Quadro 79, que figura na página 169 do Volume I, é substituído pelo seguinte: 

 

QUADRO 79 ‐ Auditorias/Inspecções em 2009 por Órgão de Controlo 

 

 

 

 

Inspecção‐Geral de Finanças 150 49,0% Inspecção ‐Geral de Actividades em Saúde 21 6,9% Inspecção‐Geral de Educação 64 20,9% Inspecção‐Geral das Obras Públicas Transportes e Comunicações  7 2,3% Inspecção‐Geral do Ministério do Trabalho e da Segurança Social 10 3,3% Inspecção‐Geral dos Serviços de Justiça 5 1,6% Inspecção‐Geral da Agricultura e Pescas 3 1,0% Inspecção ‐Geral de Actividades Culturais 3 1,0% Inspecção‐Geral do Ambiente Ordenamento do Território 6 2,0% Inspecção‐Geral Diplomática e Consular 4 1,3% Inspecção‐Geral da Defesa Nacional 2 0,7% Inspecção‐Geral da Ciência Tecnologia e Ensino Superior 7 2,3% Inspecção‐Geral da Administração Interna 2 0,7% Inspecção‐Geral das Autarquias Locais 8 2,6% Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social (Auditoria Interna) 2 0,7% Secretaria‐Geral do Ministério da Economia e Inovação 8 2,6% Secretaria‐Geral da Presidência de Conselho de Ministros  4 1,3% TOTAL 306 100,0% Fonte: Relatório de Actividades do Conselho Coordenador do SCI de 2009

Inspecções Gerais/Outros membros SCI Nº Acções % do Total

Nota: Das 150 acções da IGF, 5 foram desenvolvidas em parceria com a Inspecção‐Geral Diplomática e Consular (1), Inspecção‐ Geral da Defesa Nacional (1)  e Inspecção‐Geral de Actividades em Saúde (3). 

(5)

6) A  tipologia  dos  sectores  desenvolvidos  pela  IGAS  encontra‐se  mal  atribuída,  “Serviços 

integrados” em vez de “Fundos e serviços Autónomos” e “Fundos e serviços Autónomos” em 

vez de “Sector Empresarial do Estado”, pelo que o Quadro 82, que consta na página 173 do 

Volume I, é substituído pelo seguinte: 

 

QUADRO 82 ‐ Impacto financeiro Global da Actividade de Controlo por Inspecção/Sector em 2009 

N Valores  (€) Reintegratória Sancionatória

Inspecção‐Geral de Finanças Serviços integrados 11.187.844 Fundos e serviços Autónomos 2.019.634 Administração Local 75.959 713.810  Sector Empresarial do Estado 5.102.483  Sector Empresarial Local 14.860.336 Inspecção‐Geral de Actividades em Saúde Fundos e serviços Autónomos 6.999.549 2.312.058  Sector Empresarial do Estado 9.871.399 336.248 2.807.492 Inspecção‐Geral de Educação Serviços integrados 41.254 Inspecção‐Geral do Ministério do Trabalho e da Segurança Social Fundos e serviços Autónomos 7.491 18.107 973.445 Inspecção‐Geral da Agricultura e Pescas Serviços integrados 650.502 78.995 Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social (Auditoria  Interna) Fundos e serviços Autónomos 20.684 Secretaria‐Geral da Presidência de Conselho de Ministros  Valores de responsabilidade  financeira detectada (€) Inspecções/Sectores Situações com proposta  de correcção 

(6)

7) O quadro do ponto 14.6.6, que figura nas páginas 216 e 217 do Volume I, é substituído pelo 

seguinte: 

 

Resultados das Áreas auditadas do Sector Empresarial do Estado

Entidades

Controlo

9 Inspecção extraordinária ao procedimento pré-contratual/contratual para

construção de 2 navios pelos ENVC.

9 Auditoria aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, SA, no âmbito do nº4 do art. 62 da LEO (pedido da Assembleia da República);

9 Controlo de grupos empresariais públicos - Cumprimento dos princípios do bom governo (Grupo ANA), destacando-se em relação às empresas do Grupo (ANA, SA;ANAM, SA; NAER, SA e PORTWAY, SA) o seguinte:

o Existência de situações de remunerações auferidas indevidamente no valor global de m€ 61.

9 Controlo horizontal em áreas de risco - consultorias técnicas contratadas (RTP, ANA, AICEP, PARQUE EXPO e EPAL), destacando-se:

o Inexistência de um sistema de controlo interno eficaz, que é prejudicial a observância das normas de contratação pública;

o Em geral, falta de justificação para a decisão de contratar;

o Inexistência de diagnóstico prévio e de terem sido equacionadas alternativas à contratação externa.

9 Controlo horizontal em áreas de risco - aquisição e gestão de viaturas (RTP, ANA, AICEP e EPAL), destacando-se:

o Existência de deficiências de carácter transversal relativas à formação dos contratos de aquisição e à racionalidade na previsão das necessidades.

9 Controlo horizontal em áreas de risco – remunerações dos membros do Conselho de Administração (PARQUE EXPO, SA), destacando-se:

o Recebimento, desde 2000, de uma gratificação mensal ilegítima, sem suporte legal; o Recebimento indevido, pelo menos desde 1998, de regalias adicionais, relativas a

seguros de vida e de saúde.

9 Auditoria à evolução da produtividade e da competitividade (PARQUE EXPO, SA), destacando-se:

o Análise sobre o período de 2005-2007 para identificar as causas da reduzida/nula produtividade e competitividade, apresentados em 2007;

o Identificação de causas, entre outras, relacionadas com a política seguida de participação não maioritária, em empresas que procediam à revenda do património que a PARQUE EXPO lhes alienava, sem que tenha sido possível assegurar que os valores finais foram os melhores, bem como a existência de custos de estrutura rígidos, sendo a diminuição dos proveitos muito maior do que os inerentes custos; 9 Análise de desempenho da actividade ao Hospital de São João, EPE,

destacando-se:

o Modelo de gestão implementado baseado no plano de actividades, sem que no entanto seja elaborado o correspondente relatório anual de actividades, para reporte e avaliação do desempenho dos serviços;

o Ausência ou falta de coerência da informação estatística disponibilizada.

9 Auditoria ao PARQUE ESCOLAR - Programa de Modernização das Escolas do Ensino Secundário, destacando-se:

o Até Maio de 2009 foram realizados 730 contratos, dos quais 64 empreitadas, 595 estudos e projectos de arquitectura e das especialidades, 23 relativos a assessoria, gestão e fiscalização de empreitadas e coordenação da segurança em obra e 48 aquisições de bens e serviços;

o O valor unitário de construção foi inferior nas escolas da fase 1 (€738/m2) face aos mesmos valores de construção na fase piloto e 2, respectivamente €838/m2 e

€868/m2. IGF/IGDN IGF IGF IGF IGF IGF IGF IGAS IGF IGF

(7)

Resultados das Áreas auditadas do Sector Empresarial do Estado

Entidades

Controlo

9 Auditoria ao PARQUE ESCOLAR no âmbito da iniciativa para o Investimento e

emprego.

9 Controlo Financeiro das EPE da Saúde, destacando-se quanto à sustentabilidade económico-financeira:

o Agravamento da situação económica no período 2007/2008, traduzida no aumento dos prejuízos líquidos e operacionais [8 hospitais concentram 70% do prejuízo líquido dos EPE deficitários em 2008 (M€-233)];

o Ao nível da estrutura de custos operacionais realçam-se o peso dos custos com pessoal (53%) e dos consumos (28%);

o O passivo registou um crescimento de 14% atingindo os M€ 2 236 no final de 2008, dos quais 70% a curto prazo;

o Os fundos próprios do universo dos 33 hospitais EPE (M€ 1 321 no final de 2008) sofreram uma erosão líquida de M€ 164 em relação ao património (capital estatutário);

o A persistência de défices e a erosão dos fundos próprios, caso não seja ultrapassada por ganhos de eficiência e qualidade decorrentes da actividade dos hospitais EPE, é susceptível de conduzir à necessidade de financiamentos adicionais por parte do Estado.

9 Parecer às contas de entidades de natureza empresarial – Fundos (FGTC, FSCR e FINOVA), tendo em relação às contas do exercício de 2008 sido emitido parecer, sem reservas e ou ênfases.

9 Auditoria Financeira às contas de serviço público (RTP, LUSA, BRISA, MTS, PT, SATA Internacional, SATA Air Açores e TAP), destacando-se:

o Foi certificado o valor do financiamento público tendo sido propostas correcções sempre que necessário;

9 Auditoria para verificação dos procedimentos adoptados em matéria de tratamento de reclamações (TRANSTEJO, STCP, IPTM, MP e MTS), destaca-se que o tratamento das reclamações apresentadas pelos clientes é assegurado de forma eficaz, muito embora fossem detectadas algumas fragilidades ao nível do sistema de controlo interno.

9 Análise dos critérios contabilísticos de custeio (CP), destacando-se:

9 A conta de exploração global e por actividade elaborada em observância dos critérios de imputação de proveitos e custos definidos permite concluir que as actividades prosseguidas pela CP e que constituem o seu core business, bem como as actividades de suporte, apresentam uma exploração negativa, sendo de destacar que os resultados das outras estruturas orgânicas resultam da não repartição das IC.

9 Auditoria à actividade e contas de 2007 do TNDMII. 9 Auditoria à CacémPolis, SA.

9

Auditoria às despesas com pessoal e receitas (OPART), destacando-se:

 

o Inexistência de uma política de convites que impossibilite a ultrapassagem do limite de 20% no total de espectadores;

o Inexistência de regulamento do funcionamento das bilheteiras, bem como, liquidação, cobrança, registo e controlo das receitas geradas;

o Não uniformidade do pagamento do complemento remuneratório “refeição extra”; Ausência de uniformidade no cálculo dos valores a pagar em contrapartida de trabalho extraordinário e do valor do subsídio de refeição a pagar.

IGF IGF IGF IGOPTC IGF IGF IGF IGAC

Referências

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