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Programa Ação Saudável

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Academic year: 2021

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Objetivo

Melhoria da saúde e qualidade de vida de crianças, suas famílias e comunidades.

Público Alvo

Alunos da Rede Pública.

(3)

 Construção e manutenção de hortas escolares e comunitárias;  Incorporação de produtos da horta na merenda escolar;

 Atividades Educativas para alunos e comunidades em temas ligados a nutrição e qualidade de vida;

 Formação para professores e merendeiras.

(4)

Encontros de formação:  Nutrição e hortas;

 Educação participativa;  Prevenção de doenças.

(5)

Educação Nutricional

 Formação de professores e comunidade;

 Verduras frescas da horta incorporada na merenda escolar.

(6)

Comunidade

 Formação para comunidade em alimentação saudável e montagem de hortas em pequenos espaços;

 Participação da comunidade em eventos.

(7)

Atividades Educativas

Desenvolvidas dentro e fora da sala de aula com alunos e comunidade.

(8)

Hortas Escolares

Montagem de hortas escolares e utlização como ferramenta

pedagógica.

(9)

NUTRIÇÃO

(10)

 Uma nutrição saudável é vista de maneiras diferentes em cada país e cultura.

 Deve ser parte integrante da vida de cada um, contribuindo para o bem estar físico, mental e social das pessoas.

 O bem estar nutricional é determinado pelo consumo de uma alimentação equilibrada, que contém a quantidade adequada de nutrientes de acordo com o que cada indivíduo precisa.

 Uma alimentação balanceada e equilibrada é fundamental para a disposição física, cognitiva e social de crianças e adultos.

Uma alimentação saudável

para todos

(11)

Esta abordagem integral à educação em saúde inclui a educação alimentar e nutricional.

Escola promotora de saúde:

 A educação alimentar e nutricional é ensinada nas salas de aula;  Os professores tem acesso a recursos educativos atualizados;

 A cantina da escola promove a boa nutrição (apoiada por políticas da própria escola);

 Os professores são modelo de hábitos saudáveis de alimentação;

 A escola promove eventos de divulgação de hábitos saudáveis de alimentação, nutrição e qualidade de vida.

A Educação Nutricional e a

Escola Promotora de Saúde

(12)

É “uma busca compartilhada entre o educador e o educando, de novas formas e novos sentidos para o ato de comer”.

O objetivo principal é criar o desejo de mudança na alimentação, levando em consideração os aspectos cognitivos, emocionais e comportamentais. Além deste pode-se citar:

 Difundir conhecimentos básicos de alimentação e nutrição;

 Divulgar a importância da Nutrição para a manutenção da saúde;  Ensinar a utilização adequada dos alimentos;

 Incentivar o aproveitamento de recursos alimentares regionais.

Educação Alimentar e

Nutricional

(13)

 Desnutrição → Deficiência de nutrientes no organismo; (prejudica o desenvolvimento físico e mental, afeta o desenvolvimento intelectual da criança, peso e altura abaixo do ideal para a idade, apatia, mucosas pálidas, como gengiva e parte interna das pálpebras, além da diminuição do tamanho da musculatura.

 Obesidade → Problema crescente no Brasil e no mundo. (doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão arterial e elevação dos níveis de colesterol, entre outras).

Desafios e consequências de

hábitos nutricionais inadequados

(14)

 A avaliação do estado nutricional das crianças é a forma mais simples para saber se elas estão com o peso adequado para a idade.

 Por isso, novamente, é importante estabelecer dentro da escola um ambiente que valorize a boa nutrição e hábitos de vida saudáveis, que serão multiplicados entre a equipe escolar, a comunidade e todos aqueles envolvidos neste processo.

Desafios e consequências de

hábitos nutricionais inadequados

(15)

Por que aumentar os esforços para melhorar a saúde?

 Pessoas bem nutridas têm um melhor crescimento, saúde e bem estar.

Meninas → Impacto direto → Gravidez → lactação do bebês

Desafios e consequências de

(16)

É consumir diariamente os alimentos necessários ao desenvolvimento físico e à manutenção da saúde.

As crianças necessitam de uma dieta balanceada para crescerem e aprenderem de maneira adequada.

Por isso, é importante saber quais são os alimentos indispensáveis para uma vida ativa e saudável, os alimentos podem ser divididos em três grupos:

1. Alimentos Energéticos: Fornecem calor e energia

2. Alimentos Construtores: Fornecem proteínas, minerais e a água.

3. Alimentos Reguladores: Fornecem vitaminas, minerais, fibras e água.

O que é comer bem?

(17)

 Pirâmide Alimentar é um instrumento, sob a forma gráfica, que tem como objetivo orientar as pessoas para uma dieta mais saudável.

 É um guia alimentar geral que demonstra como deve ser a alimentação diária para uma população saudável, acima de 2 anos de idade.

 Cada parte da pirâmide representa um grupo de alimentos e o número de porções recomendadas diariamente.

(18)

 Na alimentação diária devemos incluir sempre todos os grupos recomendados para garantir os nutrientes que o nosso organismo necessita.

 Os alimentos que precisam ser consumidos numa quantidade maior estão na base da pirâmide e os que precisam ser consumidos em menor quantidade estão no topo da pirâmide.

(19)

 Precisamos levar em conta, primeiramente “o que comemos”; mas também “como cozinhamos”; “como comemos”; e por último “se

praticamos exercícios físicos”.

 Se balancearmos esses aspectos, é possível manter um equilíbrio de hábitos saudáveis para o dia a dia.

(20)

 Tão importantes para manter uma vida saudável quanto comer bem.

 Deve-se sempre procurar esportes e atividades compatíveis com a sua idade e capacidade física.

 Os exercícios praticados regularmente ajudam você a ficar saudável e em forma.

(21)

 Alimentos são substâncias compostas por nutrientes. Um alimento possui diversos nutrientes.

 Os nutrientes promovem o crescimento, reparação dos tecidos, a produção de energia e equilíbrio das diversas funções do corpo, mantendo as pessoas saudáveis e vivas.

 Os nutrientes são: proteínas, carboidratos (glicídios ou açúcares), lipídios (gorduras), fibras, vitaminas, minerais e água.

(22)

São os nutrientes mais abundantes e amplamente distribuídos entre os alimentos. Durante o processo de digestão, esses carboidratos são transformados em glicose.

Alimentos ricos em carboidratos:

 Cereais e derivados: arroz, milho, trigo, centeio, pizza, pães, e outros;  Feculentos e derivados: batata inglesa, batata doce, inhame, e outros;  Açúcares e doces: açúcar refinado, açúcar mascavo, mel, sorvetes etc.

(23)

Tem funções estruturais (são essenciais para construir, reparar e manter nossos músculos, cabelos, ossos, sangue, pele) e reguladores do metabolismo. Elas podem ser de origem animal ou vegetal.

Alimentos ricos em proteínas:

 De origem animal: carnes (aves, bovino, suíno, peixes), ovos, leite e derivados (queijos, iogurtes, coalhada).

 De origem vegetal: leguminosas secas como feijões, soja, lentilha, ervilha e grão-de bico.

(24)

Fornecem energia para o organismo, ajudam na regulação térmica e servem para transportar as vitaminas A, D, E, K.

Alimentos fontes de gordura:

 Origem vegetal: óleos vegetais, azeites, frutas oleaginosas (amendoim, castanhas de caju, nozes, amêndoas etc.), abacate, açaí, entre outros;

 Origem animal: manteiga, creme de leite, carnes, outros.

(25)

São nutrientes que regulam as funções do organismo, como:  Facilitar a digestão;

 Proteger a pele, a visão, os dentes;

 Aumentar a resistência do organismo contra infecções e  Facilitar a utilização de outros nutrientes.

Portanto, as vitaminas e os minerais têm função de regular e ajudar o organismo a funcionar.

(26)

Sobre a Vitamina C

A vitamina C aumenta a absorção de ferro presente nos alimentos de origem vegetal.

Precisamos comer alimentos ricos em Vitamina C todos os dias, pois nosso organismo não é capaz de armazená-la.

(27)

São encontrados no corpo e nos alimentos.  Formam hormônios, enzimas e vitaminas e

 Providenciam os constituintes endurecedores de ossos e dentes.

Macroelementos: Cálcio, magnésio, sódio, potássio e fósforo.

Microelementos ou oligoelementos: Elementos traço: Ferro, cobre, iodo,

manganês, zinco, molibdênio, cromo, selênio e flúor.

(28)

São tipos especiais de carboidratos, nem sempre digeridos pelo nosso organismo e têm como função auxiliar e regular o bom funcionamento do organismo.

Existem dois tipos de fibras: solúveis e insolúveis.

 Alimentos fontes de fibra: frutas, hortaliças, leguminosas, cereais integrais, entre outros.

(29)

Para compor uma alimentação equilibrada, é preciso seguir três princípios básicos:

1. Incluir alimentos de todos os grupos;

2. Manter uma proporção adequada de alimentos; 3. Variar ao máximo os alimentos.

(30)

Infância:

 É uma fase que merece atenção especial no que se refere à alimentação.

 As práticas alimentares desse período estão diretamente associadas ao crescimento e desenvolvimento da criança.

 Oferecer alimentação adequada e auxiliá-la em escolhas mais conscientes e saudáveis desde cedo é um grande passo para a formação e manutenção de bons hábitos.

(31)

Adolescência

 É um período de transição entre a infância e a idade adulta, caracterizado por intensas transformações de natureza biológica, psicológica e social.

 Nessa fase, a necessidade de energia e nutrientes é aumentada devido ao aumento da velocidade de crescimento.

 Assim como na infância, é fundamental garantir o acesso a alimentos adequados e saudáveis para que esse crescimento ocorra da melhor forma.

(32)

Fase Adulta

 A alimentação na idade adulta deve ser adequada e saudável, assim como nas fases anteriores, de forma a promover a saúde, evitar ou retardar o aparecimento de doenças crônicas e garantir bom desempenho nas atividades do cotidiano.

 Nessa fase, os padrões e preferências alimentares já estão bem estabelecidos, sendo este um grande desafio para a adoção e manutenção de práticas alimentares saudáveis, caso já não façam parte do estilo de vida do adulto.

 Essa transformação no padrão alimentar, associada a baixos níveis de atividade física, está relacionada ao aumento do sobrepeso e obesidade, além de várias outras doenças crônicas.

(33)

O café da manhã é uma refeição muito importante, considerando que o organismo passa muitas horas durante a noite, sem receber alimentos. O jantar, bem como o almoço, devem ser planejados de modo a oferecer todos os nutrientes necessários, com pelo menos um alimento de cada grupo.

Desde o início da alimentação complementar, a criança deve receber alimentos variados, como:

 Cereais (arroz, milho, aveia), tubérculos e raízes (batata doce, batata inglesa, inhame, mandioca);

 Leguminosas (feijões, ervilha, lentilha);  Frutas;

 Hortaliças;

 Carne, frango, peixe e ovo;  Leite e derivados.

(34)

Dez passos para uma

alimentação saudável

1

.

Faça pelo menos 3 refeições (café da manhã, almoço e jantar) e 2 lanches saudáveis por dia. Não pule as refeições;

2. Inclua diariamente 6 porções do grupo dos cereais (arroz, milho, trigo, pães e massas), tubérculos como as batatas e raízes como a mandioca nas

refeições. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos na sua forma mais natural;

3. Coma diariamente pelo menos 3 porções de legumes e verduras como parte das refeições e 3 porções ou mais de frutas nas sobremesas e lanches; 4. Coma feijão com arroz todos os dias ou, pelo menos, 5 vezes por semana. Esse prato brasileiro é uma combinação completa de proteínas e bom para a saúde;

5. Consuma diariamente 3 porções de leite e derivados e 1 porção de carnes, aves, peixes ou ovos. Retirar a gordura aparente das carnes e a pele das aves antes da preparação torna esses alimentos mais saudáveis;

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Dez passos para uma

alimentação saudável

1

.

Faça pelo menos 3 refeições (café da manhã, almoço e jantar) e 2 lanches saudáveis por dia. Não pule as refeições;

2. Inclua diariamente 6 porções do grupo dos cereais (arroz, milho, trigo, pães e massas), tubérculos como as batatas e raízes como a mandioca nas

refeições. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos na sua forma mais natural;

3. Coma diariamente pelo menos 3 porções de legumes e verduras como parte das refeições e 3 porções ou mais de frutas nas sobremesas e lanches; 4. Coma feijão com arroz todos os dias ou, pelo menos, 5 vezes por semana. Esse prato brasileiro é uma combinação completa de proteínas e bom para a saúde;

5. Consuma diariamente 3 porções de leite e derivados e 1 porção de carnes, aves, peixes ou ovos. Retirar a gordura aparente das carnes e a pele das aves antes da preparação torna esses alimentos mais saudáveis;

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6. Consuma, no máximo, 1 porção por dia de óleos vegetais, azeite, manteiga ou margarina;

7. Evite refrigerantes e sucos industrializados, bolos, biscoitos doces e recheados, sobremesas e outras guloseimas como regra da alimentação;

8. Diminua a quantidade de sal na comida e retire o saleiro da mesa;

9. Beba pelo menos 2 litros (6 a 8 copos) de água por dia. Dê preferência ao consumo de água nos intervalos das refeições;

10. Torne sua vida mais saudável. Pratique pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias e evite bebidas alcoólicas e o fumo.

Fonte: Ministério da Saúde

(37)

Uma dieta rica em frutas e verduras ajuda a:

 Prevenir deficiências de vitaminas;  Prevenir a obesidade;

 Prevenir a prisão de ventre e outros distúrbios intestinais;  Reduzir o risco de alguns cânceres;

 Reduzir a pressão sanguínea;

 Reduzir os níveis de colesterol no sangue;  Melhorar o controle da diabetes.

 Promover o crescimento;

 Fornecer energia para o trabalho;

 Regular e manter o bom funcionamento dos órgãos;  Aumentar a resistência contra eventuais doenças.

Por que é importante comer

frutas e verduras?

(38)

 Todas as frutas e verduras, antes de ser guardadas, preparadas ou consumidas, devem ser higienizadas, para remover sujeiras, microrganismos e produtos químicos.

 Boa limpeza e manutenção no local onde são manipulados os alimentos são fundamentais para inexistência de insetos e roedores, que podem contaminar o ambiente.

 As mãos de quem prepara ou consome os alimentos também devem estar bem lavadas e higienizadas.

Higiene e conservação das

frutas e hortaliças

(39)

Hábitos nutricionais inadequados podem gerar uma série de problemas e doenças não só na infância, mas na idade adulta também.

A seguir, são destacadas algumas das consequências de uma alimentação inadequada.

Anemia Ferropriva

 É um dos maiores problemas de saúde pública do Brasil, apesar das formas de prevenção ser bastante conhecidas.

 É um distúrbio no qual há carência de ferro no organismo. Este tipo de anemia pode estar diretamente relacionado à alimentação inadequada ou presença de parasitoses intestinais.

Consequências da má

alimentação

(40)

Anemia Ferropriva

 Sintomas: descoloração da pele e mucosas; ressecamento da pele e dos cabelos; irritabilidade; fraqueza e indisposição; náusea e vômitos, entre outros.

 O consumo de alimentos com pouco ferro e o desmame precoce, por exemplo, são fatores causadores da anemia.

 O papel da alimentação na prevenção desse mal é importantíssimo.

 Na dieta diária devem ser incluídos vegetais ricos em ferro como couve, espinafre, entre outros, aliados a sucos que contenham vitamina C para intensificar a absorção do nutriente.

Consequências da má

alimentação

(41)

Hipovitaminose

 Caracteriza-se pela deficiência de Vitamina A no organismo, podendo levar à cegueira noturna.

 Essa doença é mais comum em crianças de 2 a 5 anos de idade e se não for reconhecida e tratada logo, pode deixar a criança cega.

Consequências da má

alimentação

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Hipovitaminose A

 Sintomas: no começo, a criança pode ter cegueira noturna. Ela não enxerga ao escurecer tão bem quanto outras pessoas;

 Na fase mais avançada, seus olhos ficam secos (xerose) e o branco do olho perde seu brilho, começando a enrugar.

 Podem aparecer manchas e pequenas bolhas acinzentadas nos olhos;

Uma dieta rica em Vitamina A deve incluir: frutas e vegetais de cor amarela como manga, mamão, melão, cenoura e abóbora; vegetais folhosos como espinafre, couve, folha de beterraba, acelga e agrião; e pimentão, alho, ovo, tomate, leite e seus derivados, carnes e vísceras.

Consequências da má

alimentação

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Diabetes

 O Diabetes Mellitus, é definido como um distúrbio metabólico no qual o organismo é incapaz de metabolizar completamente os açúcares devido à deficiência total ou parcial de insulina, hormônio produzido no pâncreas.

 O diabetes pode levar a sérias alterações vasculares, como alterações nos rins, olhos e manifestações precoces de aterosclerose, o que inclui fatores de risco de doenças cardiovasculares.

Consequências da má

alimentação

(44)

Diabetes

 Pode ser classificado em tipo I ou tipo II.

 O do tipo I (insulinodependente) pode aparecer na infância, adolescência ou mesmo na idade adulta e caracteriza-se pela incapacidade do organismo de produzir insulina, tornando o indivíduo dependente da administração do hormônio.

 O tipo II ocorre geralmente na “idade madura” devido à diminuição na produção da insulina. É mais frequente em indivíduos com excesso de peso.

Consequências da má

alimentação

(45)

Diabetes

 De modo geral, o diabetes do tipo II pode ser controlado com dieta (acompanhamento de nutricionista) associada ao uso de medicamento determinado pelo médico.

A dieta deve ser acompanhada por nutricionista para que seja equilibrada e adequada às necessidades do indivíduo.

Consequências da má

alimentação

(46)

Como prevenir?

 Em geral, com correção da dieta, controle de peso e tornando-se mais ativo é possível prevenir;

 Alimentar-se bem é essencial para controlar e prevenir a doença;

 Montar um bom plano alimentar, orientado por um profissional da saúde;

A dieta recomendada para pacientes com diabetes deve ser rica em nutrientes, adequada em fibras, pobre em gorduras saturadas e hidrogenadas e moderada em calorias.

Consequências da má

alimentação

(47)

Hipertensão arterial

 É a elevação dos níveis normais da pressão sanguínea.  É um problema comum na população mundial

 É uma doença vascular de todo o organismo e deixa “marcas” nos órgãos atingidos: coração, cérebro, rins, vasos e visão.

Existem diversos fatores que podem ser indicados como causa da hipertensão, entre eles está o consumo de sódio (presente no sal de cozinha e em muitos alimentos), que habitualmente é ingerido em quantidades superiores às necessidades do organismo.

Consequências da má

alimentação

(48)

Hipertensão arterial

Como prevenir?

 Diminuir consumo de sódio e aumentar o consumo de potássio;  Reduzir o consumo de álcool;

 Não fumar;

 Praticar exercícios físicos regularmente, de 30 a 45 minutos, três vezes por semana no mínimo.

Consequências da má

alimentação

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Não existe mudança de hábitos se não houver um conhecimento.

A escola é o local ideal para a troca de conhecimento e acaba sendo responsável por:

- Difundir conhecimentos básicos de alimentação e nutrição;

- Divulgar a importância da Nutrição para a manutenção da saúde; - Ensinar a utilização adequada dos alimentos;

- Incentivar o aproveitamento de recursos alimentares regionais.

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“A mudança de um único hábito pode

transformar toda uma vida”!

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OBRIGADA

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