• Nenhum resultado encontrado

ITIL Transição do Servico v3.00 parte1 2

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2018

Share "ITIL Transição do Servico v3.00 parte1 2"

Copied!
1
0
0

Texto

(1)

Transição do Serviço

1.

Orient ação para o desenvolvim ent o de nova t ransição e m udança em Operação de Serviço

1.1.

Fornece o direcionam ent o no desenvolvim ent o e m elhoria das capacidades para a ent rada de novos serviços ou alt eração em operação.

1.2.

Traduz com o os requisit os da Est rat égia de Serviço, propost o pelo Desenho de Serviço, são levados para a produção, m ant endo sobre cont role o risco de falhas e int errupções.

1.3.

I ncluir o Gerenciam ent o e coordenação dos processos, sist em as, funções para em pacot ar, const ruir, t est ar e dist ribuir um a liberação para a produção.

1.4. Proporcionar planos claros

1.5. Prot eger a Operação do Serviço de im pact os negat ivos 1.6. Aum ent ar a sat isfação do client e

1.7. Benefícios de Negócios

Capacidade de lidar com m ais m udanças e lançam ent os Mudanças m ais prósperas

Alinham ent o do serviço com as necessidades de negócios Mudanças Rast reáveis ( ident ificação dos requisit os)

2.

GCAS - Ge r e n cia m e n t o da Con figu r a çã o e At ivo de Se r viço ( SACM - Se r vice Asse t a n d Con figu r a t ion M a n a ge m e n t )

2.1. Obj et ivos

Definir e cont rolar os com ponent es dos serviços e infra- est rut ura

Mant er inform ações precisa sobre o est ado da configuração at ual e hist órico para sust ent ar o planej am ent o da infra- est rut ura

2.2. Definições

Linha Base ( Em inglês: Baseline) de configuração

A configuração de um serviço, produt o ou infra- est rut ura que t enha sido revisada form alm ent e e acordada

I nst ant âneo ( Em inglês: Snapshot )

Um inst ant âneo ( um a 'fot o') do est ado at ual de um I C ou um am bient e, por exem plo, de um a ferram ent a de descobert a ( discovery)

I C

Um I C - I t em de Configuração é um at ivo, com ponent e de serviço, ou out ro it em que é, ou será usado, sob cont role do Gerenciam ent o de Configuração.

cat egorias

I C do Ciclo de Vida dos Serviços PDS - Pacot e do Desenho de Serviços, caso de negócio. I C de

Serviços Processos, I nfra- Est rut ura. I C de

Organização Est rat égia de Negócios, requerim ent os reguladores. I C

I nt erno Ent regue por proj et os individuais I C

Ext erno Requisit os e acordos do client e I C de

int erface Necessário para ent rada de serviço com plet o

2.3. Escopo Gerenciam ent o do Ciclo de Vida com plet o dos at ivos de serviço ( aquisição por disposição) Manut enção do I nvent ário de At ivo

2.4. Valor para o Negócio

Represent ação precisa Melhor

previsão

Melhor aderência aos padrões Mudanças de requisit os rast reáveis

2.5.

SGC - Sist em a de Gerenciam ent o da Configuração

( CMS - Configurat ion Managem ent Syst em ) Dividido em cam adas

1.Cam ada deApresent ação Port al

Visão do Mudança e libert ação Visão do Gerenciam ent o de At ivo Visão do Ciclo de Vida de Configuração Visão de Configuração Técnica Visão do Gerenciam ent o de Qualidade Visão da Cent ral de Serviços ( Services Desk)

2. Cam ada de Processam ent o do Conhecim ent o

Pesquisa e análise

Gerenciam ent o de perform ance, Planej am ent o e Orçam ent o Modelo

Monit oram ent o, Alert a de Painel

3. Cam ada de I nt egração da I nform ação

BDGC I nt egrado

4.

Dados e I nform ações de buscas e Ferram ent as

BMD - Bibliot eca de Mídia Definit iva ( DML- Definit ive Media Library) BDGCs

( Em inglês: CMDBs) Físicos

Soft ware de Gerenciam ent o de Configuração

Ferram ent as de Descobert a, gerenciam ento de at ivo e ferram ent as de audit oria Aplicações

em presariais

BD GC & SGC

O BDGC ( em inglês: CMDB) é um a base de dados ut ilizada para arm azenar Regist ros de Configuração at ravés do seu Ciclo de Vida.

O SGC m ant ém um ou m ais BDGCs Cada BDGC arm azena os at ribut os dos I Cs e seu relacionam ent o com out ros I Cs

At ribut os podem incluir um I dent ificador Único ( obrigat ório) , Tipo de I C, Nom e, Versão, Localização, St at us e et c

Em nível de dados, o SGC pode usar dados de m uit os BDGCs físicos, o que j unt os const it uem um BDGC Federado Processos aut om at izados para carregar e atualizar o BDGC devem ser desenvolvidos, onde possível, para reduzir erros e gerenciar cust os

2.6.

At ividade do Gerenciam ent o de Configuração Gerenciam ent o

e Planej am ent o

I dent ificação da Configuração

Cont role da Configuração

St at us da cont abilidade ( dos

ic's/ at ivos) e Relat órios

Verificação & Audit oria

2.7. Relacionam ent o ent re I Cs

2.8. Papéis

Gerent e de At ivo de Serviço

Trabalha para os obj et ivos gerais acordados com o Gerent e de Serviços de TI , avalia Gerenciam ent o de At ivos exist ent es e acorda com o escopo dos processos de Gerenciam ent o de At ivo.

Gerent e de Configuração

Trabalha para os obj et ivos gerais acordados com o Gerent e de Serviços de TI , avalia SCGs exist ent es e acorda com o escopo dos processos do Gerenciam ent o de Configuração.

Analist a de Configuração

Propõe o escopo do At ivo e processos do Gerenciam ent o da Configuração, t reina especialist as de Gerenciam ent o de Configuração e suport a a criação do At ivo e planos de Gerenciam ent o da Configuração.

Adm inist rador/ Bibliot ecário da Configuração É o que t em a cust ódia e guarda t odas as cópias do soft ware m ast er, at ivos e docum ent ação.

Adm inist rador de SGC/ Ferram ent as

Avalia os at ivos e ferram ent as de Gerenciam ent o da Configuração, m onit ora a perform ance e capacidade de At ivos exist ent es e sist em a de Gerenciam ent o da Configuração e est á ligado ao Analist a de configuração e

Adm inist rador/ Bibliot ecário 3.

Ge r e n cia m e n t o de

M u da n ça 3.1.

Tipos de Mudança Mudança

Padrão ( pré- aut orizada)

Mudança Norm al Mudançade

Em ergência

3.2. Os 7 R's de Mudança Quem REQUI SI TOU ( solicit ou) a Mudança?

Qual é a RAZÃO dessa m udança? Qual é a j ust ificat iva? Qual o m ot ivo da m udança?

Qual é o RETORNO requerido por essa Mudança? quais os result ados esperados?

Qual é o RI SCO envolvido na Mudança? Quais RECURSOS são necessários para ent regar a m udança? Quem é o RESPONSÁVEL pela const rução, t est e e im plem ent ação da Mudança? Qual é o RELACI ONAMENTO ent re est á Mudança e out ras Mudanças?

3.3. Processo

de Mudança Criar e

revisar o RDM

Analisar e Avaliar a m udança

Aut orizar a m udança

Plano de at ualização e coordenação da

im plem ent ação

Rever ( RPI - Revisão Pós- im plem ent ação) e encerrar o

regist ro da m udança

3.4.

CCM - Com it ê Consult ivo de Mudanças ( CAB - Change Advisory Board) Mem bros

At ividades Reuniões

3.5. RPI - Revisão Pós- im plem ent ação 3.6. CCME - Com it ê Consult ivo de Mudanças Em ergências

Referências

Documentos relacionados

Desde logo, a nossa compreensão e interpretação da importância funcional e ritual das lamentações públicas das carpideiras e dos carpideiros egípcios é sublinhada pelo

Mestrado em Administração e Gestão Pública, começo por fazer uma breve apresentação histórica do surgimento de estruturas da Administração Central com competências em matéria

Segundo Éric Laurent, a psicose ordinária se caracteriza pela não resposta aos significantes-mestres tradicionais, manifestando o fim do poder do Nome-do-Pai como

Entre as atividades, parte dos alunos é também conduzida a concertos entoados pela Orquestra Sinfônica de Santo André e OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São

Feitiço do Segredo: deposita um segredo numa pessoa de confiança, essa pessoa fica deposita um segredo numa pessoa de confiança, essa pessoa fica sendo o "Fiel do sendo o

À primeira vista, concluir-se-ia de maneira bastante simplista que o objetivo central dos índios do Tupé seria meramente o de atrair os turistas às performances que

Os resultados deste estudo mostram que entre os grupos pesquisados de diferentes faixas etárias não há diferenças nos envoltórios lineares normalizados das três porções do

Note on the occurrence of the crebeater seal, Lobodon carcinophagus (Hombron & Jacquinot, 1842) (Mammalia: Pinnipedia), in Rio de Janeiro State, Brazil.. On May 12, 2003,