I novação, Ciência e Algo Mais
I novação é um conceit o m oder no associado ao surgim ent o de novos m at eriais, produt os e processos que agregam valor econôm ico e/ ou vant agens sociais e am bient ais à sociedade. A inovação t ecnológica t em com o base o conhecim ent o acum ulado at ravés do grande passo- a- passo com que o desenvolvim ent o cient ífico produz avanços increm ent ais ao longo dos anos. A área de m at eriais t em conseguido dem onst rar com clareza com o esses avanços at ingem o nosso dia- a- dia, em âm bit os profissional e pessoal. A, cada vez m ais rápida, int rodução ao uso prát ico de novos m at eriais, processos e produt os t em perm it ido avanços no uso de equipam ent os e m elhoria das condições de saúde dos seres hum anos. Com o exem plos podem - se cit ar os equipam ent os de gravação e arm azenam ent o de inform ação, que ut ilizam m odernos vidros m et álicos e out ros m at eriais com excepcionais propr iedades ópt icas e elet rom agnét icas, que t êm perm it ido um a cont ínua m iniat urização dos disposit ivos, que possuem qualidade aprim orada. Há t am bém os m at eriais de uso biom édico, que são ut ilizados para subst it uir funções e part es do corpo hum ano, com o prót eses para rót ulas, m úsculos art ificiais e im plant es dent ários.
A fort e base cient ífica necessária para o proj et o, processam ent o e acabam ent o adequado ao uso desses m at eriais requer t eoria e experim ent ação, m as t am bém m uit a criat ividade. Est a é, com cert eza, exercit ada em t odo t rabalho cient ífico, m as é, sobret udo, afeit a ao t rabalho art íst ico. I sso t em levado à com preensão de que, em m uit os casos, ciência e art e são at ividades com grande convergência de at it udes, de procedim ent os e de concepção. Com m aior ou m enor grau de int uição, de base t eórica ou de expressão int erior dos sent idos vit ais hum anos, am bas criam , desenvolvem e t endem a inovar. A área de m at eriais, na qual se aprofunda em conceit uações fundam ent ais e se direciona por erros e acert os experim ent ais, é t am bém aquela em que se int erpret a a m orfologia m icr o e subest rut ural, est ét ica e conceit ual, para criar t ecnologia. A Revist a Mat éria, at ravés dos art igos que publica, t ransit a nest as dim ensões do t eórico, do experim ent al, da ciência e da art e conceit ual para inovar. E cont a com a sua part icipação para m ant er- se à frent e do seu t em po, produzindo hoj e o que se t ransform ará em inovação fut uram ent e.
Rio de Janeiro, j unho de 2008.
Cordialm ent e,
Paulo Em ílio Valadão de Miranda