JOSE ALFREDO EVANGELISTA RESENHA POÉTICA
Poemas & Textos
São João/PE 1ª Edição - 2019
Capas & Diagramação: Enoque Ferreira Cardozo (Trupe serviços editoriais Freelancer - http://trupeservicoseditoriais.blogspot.com.br/)
Impresso pela RENOVAGRAF (www.renovagraf.com.br) – 2019.
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2019. Escrito e produzido no Brasil.
EVANGELISTA, Jose Alfredo.
RESENHA POÉTICA (Poemas & Textos) – 1ª ed – São João/PE. Ed Academia Independente de Letras (AIL), 2019.
232 p.: il.
ISBN: 000-00-00000-00-0 1. Poesias. 2. Crônicas.
LIVRO BRASILEIRO. I Título
FORMATO: A5 14x21
Dedico este livro para minha mãe CLEUSIDE “biluca” minha esposa TEREZINHA OLIVEIRA, meus filhos, irmãos, parentes, bem como para meus queridos amigos e indispensáveis amigos virtuais (ainda). Para eles este livro. Uma coletânea onde expresso vários sentimentos. Pois sonhado sou feliz e agradecer é a forma adequada para assim expressar minha humildade para com todos.
Obrigado a cada um que se faz presente em mim.
– FELICIANO RAMOS
PREFÁCIO
Esta obra expressa a leitura da vida, que, o autor como jornalista, e estudante de teologia procura descrever nas suas poesias. A existência humana é um quadro pintado com a mão de Deus e cada ser é um quadro emoldurado de sua vida. A teologia da vida conta e explica os caminhos humanos, em cujas estradas podem levar a diversos destinos.
O autor, mostra em sua obra “RESENHA POÉTICA”, um pouco de suas experiências a partir do seu conhecimento jornalístico e teológico. Cada poema e crônicas deste livro encerra de certa forma, gotas de amor que vão pingar na sensibilidade do leitor e fecundar suas divagações sobre o que propõe o tema deste livro.
O seu conteúdo diversifica estilos jornalísticos, românticos e teológicos numa resenha, que, aborda desde um por de sol romântico até a corrupção desenfreada, que, assola a nação.
“RESENHA POÉTICA” é uma miscelânea de poemas e textos (poemas, crônicas, casos e contos).
– VEREDAS –
Muitos são os atalhos, mas, um só o caminho, Que, leva a vida na direção da honra, e, da bênção
Na integridade da alma, que, comanda o corpo!
Há uma ordem natural da humanidade Impressa como matriz divina e imutável
Da obra de um Deus inquestionável!
Na dualidade de gêneros o amor foi infundido;
Há a naturalidade do masculino e feminino...
No côncavo e convexo se completam Gêneros, que, se atraem...
A perfeita máquina só funciona No esquema, que, não questiona!
A Teoria de Gêneros naturalmente Deve conceber homem e mulher Como a mais natural dos gêneros...
Tudo o mais será efêmero!
O homem está para a mulher Assim como a mulher está para o homem...
No teorema da vida essa é a igualdade Que, não se transmuta para a humanidade!
Há veredas por onde pisam os incautos...
Com proselitismos se acham os arautos!
– INSENSIBILIDADE – Concebo este poema aos insensíveis...
Àqueles, que, não respondem a um cumprimento...
Que, não sabem dizer:- “por favor”...
Sua educação não tem polimento!
Que, empinam suas cabeças No varal do orgulho, E, só olham de cima para baixo
Na empáfia de seus entulhos...
Fiz essa poesia aos orgulhosos;
Aos enfadonhos e antipáticos;
De perfis preconceituosos;
A um sorriso sentem choque anafilático!
Aos insensíveis meu desprezo...
Aos orgulhosos minha educação...
Aos prepotentes as correntes...
Que, da ignorância levam-nos a presunção!
– NA PRESENÇA DO ALTÍSSIMO – Quão belo é sentir-se nos átrios,
Que, do Altíssimo nos envolve!
Refrescar-se nas límpidas águas;
Nos verdejantes vales perfumados Das divinas flores, e, do amor os odores...
Ouvindo os arranjos dos Anjos
Dedilhando harpas... Borboletas saracoteando Sob a brisa amorosa e fresca,
Abrigado nas curvas do arco íris Numa eterna bonança!
Na confiança e proteção do Senhor, Que, nos seus campos floridos
Pastoreia seu rebanho na paz, E, na alegria do Paraiso!
– DESCAMINHOS – Insensata intenção abateu-se.
E sem as raias da razão Seu rumo perdeu-se Nos descaminhos sem chão.
Sem passos pisados...
Sem pés andados...
Sem marcas na areia...
Como uma aranha sem teia.
Insensata intenção Busca na razão alheia E no espelho da vida, Sem direção campeia...
Pegadas sem marcas Marcas desapegadas Desencontradas... Alienadas!
– FAVELA – Da esperança uma janela...
Porta que não se fecha...
Sempre aberta na favela.
Na pobreza e na alegria, A humildade dessa gente
Que enfrenta a porfia!
No dia a dia seu viver...
No alto do morro, A paz busca conceber!
No crime... Submissa, A favela indefesa E presa, na honra remissa!
Pobre povo sem recurso!
Sem trabalho... Sem dinheiro!
Labuta o dia inteiro!
De sobressalto a surpresa, Uma bala perdida Leva uma criança indefesa!
Palafitas e barracos São suas moradias;
De morro em morro Escondem-se da riqueza...
São vizinhos da nobreza!
Lá no alto do morro Põe-se o belo sol!
No horizonte um girassol De moldura rica e singela...
Um quadro pintado como janela No mundo escondido da favela!
– MAL E BEM – Singelo é o olhar de uma criança.
Puro é o cumprimento de um amigo.
Alegre é o canto do pássaro.
Pacífico é o andar de um idoso.
Promissora é a palavra da verdade.
Harmonia nas notas de uma música.
Paixão é a doçura de um beijo.
Felicidade é acordar todo o dia.
Satisfação é o alimento diário.
Conforto é dormir na cama.
Segurança é dentro do lar.
Angústia é não ter dinheiro.
Tristeza é estar na solidão.
Perdido e sem esperança É viver no pecado.
Morte é repudiar a vida!
Escolho a paz...
Sou pela vida...
Amo o amor...
Alegro-me na alegria...
Espero na esperança...
Labuto com coragem...
Creio pela fé!
Confio na providência!
De Deus a benevolência!
– MÃOS POSTAS EM ORAÇÃO – Juntas elas elevam uma prece No poder da oração elas unem-se No louvor e na clemência carecem
Duas mãos postas reúnem-se Como duas ou mais pessoas
Reunidas e remidas No amor de Deus
Unidas são seus!
Mãos postas e voltadas para o céu Mãos que rogam, imploram e rezam
Que louvam, cantam e amam Mãos que acenam à graça
Buscam a bênção Acolhem misericórdia
Inspiram concórdia!
Mãos postas em oração Aproximam-se do Criador
Abrem o coração Enchem-no de amor
– CAMINHOS DA FÉ – A fé remove pecados;
Promove o perdão;
Conforta a desilusão;
Leva amor ao coração;
Da fé vem esperança...
Nas tempestades da vida, A fé traz paz e bonança!
Aproxima-nos de Deus!
A fé é alegre... É exaltação!
A fé indica sempre o caminho...
A fé é nossa bússola Na direção do amor!
Ela traz coragem e determinação!
A fé transporta montanhas!
De Deus as entranhas!
É força estranha Na superação da oração!
A fé é uma minúscula semente, Que, crê sem jamais ter visto...
Mas é confiante na Santa Palavra!
A fé é a brisa fresca... Sopra no verão da vida!
É o refrigério da paz... É o silêncio da oração!
– EXPRESSÕES DE FÉ – A fé se expressa de várias formas:
Numa oração sincera e lúcida, Num olhar ao céu vendo Deus, Na convivência com os irmãos seus.
No autêntico cumprimento.
No espontâneo sorriso aberto.
No coração sem fingimento.
Na palavra proferida de sabedoria.
No conselho benfazejo.
Na ajuda com galhardia.
Pela fé, um grande desejo!
Na doce acolhida.
Ao semelhante sentida.
De fé incontida!
Nas expressões de fé Temos a certeza do encontro
Com o Criador e Salvador!
Nas ações do bem e da esperança As virtudes fortalecem a vida Na busca pela fé a temperança!
– CORDA BAMBA – Em travessia abismal equilibro-me
No tênue fio da existência!
Nas alturas da vida, passo firme, Olhar para frente... Pés na corda Que parece bamba... Insegura!
Travessia ousada, mas, confiante...
Longe estou da partida...
Distante estou da chegada...
Sobre pavoroso abismo, Meus passos são seguros.
A cada passo, um compasso...
Que risca a circunferência De minha existência!
Sigo impoluto... Na vida luto!
O desafio na corda bamba Mostra-me a conquista do sucesso.
Em cena de um só picadeiro, Equilibrista sou no alto do meu ser!
O vento de proa me assusta!!!
A queda é iminente...
A vida segue por um fio!!!
Tudo não passa de desafio!
– MARAVILHAS DA VIDA – É olhar para o céu azul e ver o criador Lá do alto reinando e nos abençoando!
É encontrar a cura pela oração Que brota alegre de um coração!
É poder ajudar a quem nos pede;
Pois é assim que tudo procede Pela fé e confiança no criador!
É receber uma criança alegre e feliz No seu sorriso singelo!
É acordar e sentir a vida Que começa em mais um dia;
E viver as capacidades que ele nos deu!
É sentir com os amigos, a empatia E compreender tudo o que ele prometeu!
Maravilhas da vida, é saber, Que somos súditos do reino
Somos coerdeiros da glória Vida maravilhosa como dom
Que nos fora dada para Servir, amar, e perdoar Uma vida para se doar
– AS DIFICULDADES DE HOJE – Dias difíceis os de hoje!
Muitas barreiras a impedir o bem!
A caridade é difícil de fazer...
Indiferenças tantas...
Desamor tamanho...
De indivíduos tacanhos!
Difícil a humildade, pois, o orgulho a impede!
Difícil o amor; Sobrepõe-se o ódio!
Difícil a verdade, ante a mentira que grassa!
A vida difícil caminha por atalhos de mal...
A integridade e honestidade são dificuldades...
A corrupção e a desonra ultrapassam a moral...
É difícil hoje viver a fé em Deus!
A indiferença se tornou latente!
Às coisas do alto e da religiosidade São descartadas pelas iniquidades!
O consumismo faz esquecer o ser!
Privilegia o ter... Não sou: Tenho!
Dias difíceis, sem a fé... Sem a honra;
Sem a verdade... Sem a honestidade;
Sem a paz, mas, com a violência;
Sem amor, mas, com o ódio;
A vida hoje é a flor do ópio!
– ARTE E RELIGIÃO – Religião também é arte!
Pois, é um dom de Deus e A arte vem de Deus!
Toda expressão artística É revelação do Criador das Artes Pelo homem, como instrumento.
A religião é arte!
Arte sacra... Arte que remete a Deus!
O artista tem de Deus o dom De expressar-se na fé e na esperança;
No belo de uma oração... De um coração;
Sensível e tocado pelas belezas do Criador, A religião é o pincel de Deus nas mãos do homem!
É o caminho por onde passa toda a arte da vida!
O vivente é artista na vida... Move-o a religião!
Na religião, o artista torna-se instrumento Das artes divinas... É movido pela fé...
A arte é o palco da vida... O artista o protagonista!
Ser religioso é ser artista pela fé na vida cristã!
– CAMINHOS DE JESUS – Não havia cansaço na caminhada.
Por terras inóspitas e desertos, Ele era andarilho corajoso!
Não media distâncias na empreitada!
Sua sina de anunciar a boa nova Estendia-se por grandes distâncias.
Reunia amigos e seguidores...
Por onde passava era sua constância!
De Belém fora para Nazaré.
Sua infância cheia de graça Ele crescia em estatura;
Sua sabedoria era sua couraça.
De Nazaré o jovem galileu Nas Bodas de Caná se revelou;
Transforma seis talhas de água!
Em precioso vinho o milagre desvelou.
Em Cafarnaum foi morar.
Agregou amigos como Pedro E outros mais para amar.
Sua missão foi o Evangelho levar!
Nas praias de Genesaré fez milagres!
No Rio Jordão de águas calmas e refrescantes, O Mestre foi batizado pelo seu primo João Batista, “a voz que clama no deserto”...
O Precurssor do Messias ao certo!
Na grandiosa Jericó Ele viu um certo Zaqueu;
De cima do sicômoro o cobrador percebeu Que estava passando um grande profeta
Muito conhecido e falado!
Na alta montanha de rochas desérticas, O Mestre de Nazaré retirou-se em vigília.
Quarenta dias e noites Ele esteve em oração.
Seu inimigo O tentou diversas vezes!
Iniciou sua vida pública em Jerusalém.
E no Templo pregava e ensinava sua doutrina;
Sua missão iria muito além...
À cruz provou do cálice e seu amor nos ensina!
Venceu a morte! Ressuscitado, Apareceu aos seus!
Na Estrada de Emaus A eles partiu o pão e os deu!
No Cenáculo soprou o Paráclito!
Seus discípulos dão início À Santa Igreja cujas portas Os infernos não prevalecerão!
– PASSEIO COM O MESTRE – Em cada local que o Mestre passou Dois mil anos depois, ali eu passei...
E me encantei... Meu coração disparou!
Era como um filme que passava!
Na retina do meu tempo eu me encantava.
Meus olhos viam e meu coração sentia...
Ardia no peito os feitos daquele Mestre!
A cada local eu podia senti-Lo ao vivo...
Seus feitos eram tão reais e materiais Quanto a realidade daqueles momentos Que se integravam à minha própria vida!
Lá estava Ele na minha memória!
E meus sentidos quase a tocá-Lo...
No mistério da minha fé pude prova-Lo!
Da manjedoura de Belém e muito além, Ele me acompanhava... Pelas estradas
E pelos desertos que ao certo Convidava-me a seguir suas pegadas...
Ao meu lado na Estrada de Emaus Partiu o pão e ceiou comigo!
Nas águas do Jordão me batizou!
No Tabor me bem aventurou!
De Nazaré a Cafarnaum levou-me de barco E no Genezaré pescou comigo...
– O MAIOR DOS CONSELHOS – Ecoa pelos milênios um conselho:
A Mãe intercede pelo Filho dileto
“Fazei tudo o que Ele vos disser”!
Conclama a confiança no seu predileto.
O maior dos conselhos emana da Mãe Sua intercessão nos coloca na graça E do seu amor somos filhos de seu Filho
De cuja salvação Ela é intercessora De seu conselho brotam rios de água viva Aproxima-nos do caminho do Bom Pastor
Quando Ele nos fala sua palavra cura Baliza nossos caminhos no seu amor
Fazei tudo o que Ele vos disser!
Ensina-nos à obediência no proceder A libertação chega se quizer Pois a verdade nos é dada a conhecer...
A vontade Dele é que sejamos obedientes E pela Sua Mãe, penitentes
Ouçamos o que Ele nos pede:
“Amai-vos”... “Perdoai-vos”...
O que Ele nos diz, do Pai procede!
A graça Ele nos concede!
– LINGUAGEM DA CRUZ – Fincada e firme no solo da vida, Eis a cruz imponente e altiva!
Ícone de dor e de felicidade, Linguagem de vida e de morte,
Aponta sempre para o norte!
Ela fala a língua do amor Pelos caminhos da dor!
Para seguir seus atalhos Disse o Salvador:
Tome-a e siga-me!
Ícone da graça de leve fardo Fala-nos da realidade:
Cada qual tome a sua Na busca da santidade!
Ícone sagrado;
Passaporte da eternidade!
Carregue-a de bom grado!
Do Senhor vem suavidade!
Do alto do lenho Ele gritou:
“Tudo está consumado”!
Consolidado foi o nosso resgate!
Por ela somos de Deus, amados!
– AI DE TI! –
Quando achas que o que fazes na Terra Legar-te-á um lugar no céu!
Quando negocias com Deus a tua salvação!
Se tua mão olha sempre o que faz a outra!
Que caridade te salvará dos teus pecados...
E afasta-te do que Cristo fez por ti...
Tua negligência é a tua culpa...
Buscas a tua salvação em vidas sucessivas?
Achas que assim construirás tua casa no céu?
Se, deves, a tua conta você haverá de pagar?
Ai de ti, se assim procederes...
Se, arvoras na tua caridade, a salvação...
Se, buscas os pagamentos nas vidas sucessivas...
Em vão o Cristo fora crucificado E pagou com sua morte de cruz!
Sua ressurreição fora premissa Das nossas... Ai de ti se não credes
E buscas na reencarnação, O saldo devedor de teus pecados!
Ninguém vai ao Pai senão por Cristo!
Ele é o caminho, a verdade e a vida!
Ai de ti se negocias tua salvação Fora dos méritos de Cristo por você!
Você vai chorar e ranger teus dentes...
No juízo final te será cobrado:
Arrependimento e humilhação!
Pois maior foi Aquele que se entregou Por tua redenção e te salvou!
Ai de ti, se não creres nestas coisas...
E buscas nas tuas próprias capacidades Conquistar teu lugar na pátria celeste!
Quem sois vós para reencarnar sucessivamente, E abrir mão das promessas de Cristo por você?
Ai de ti quando negligencias o verdadeiro Evangelho Crendo em outros apócrifos e falsos?
Quem é Jesus para você?
O que é a ressurreição para a tua salvação?
Crês na tua salvação como promessas de Jesus?
Aceitas o perdão que nasceu na Cruz?
Acreditas no sangue poderoso do crucificado?
Ai de ti incrédulo que tens o Cristo Apenas como um profeta...
E depositas tua fé, em doutrinas acéfalas!
Digo-te que não tens fé!
Ai de ti que crês nas doutrinas Criadas pelos homens!
– NAS DOBRAS DO AMOR – Embrulhado nos pacotes da vida E levado para outras paragens;
Amparado pelas dobras do amor...
Aquecido no manto amoroso...
Escondo-me nas dobras de sua proteção!
O amor é uma eterna redoma!
No embrulho da vida tenho proteção!
Pois o amor me envolve...
Minha vida ele absorve!
No manto do amor há muitas dobras;
Na busca da vida plena ele se desdobra!
Dobras de amor encontradas Nas páginas desfolhadas...
No livro da vida, embrulhadas...
O amor nas entranhas;
Escondido e enternecido;
Da vida as façanhas Embrulhado e embevecido!
– PERTENÇA – Finque estacas.
Tome posse.
Marque território.
Seja pertença De Deus no que convença
E sem desavenças!
Participe da construção Do Reino que foi para ti
Ofertado como doação!
Seja comunidade de amor e de fé;
Não seja individualizado...
Mas da Igreja inteirado!
A raça humana, de Deus é pertença!
É nela que o Criador se realiza Em obras de esplendor!
Todo o amor com clamor Finca estacas de salvação...
À sua imagem e semelhança Deu-nos a vida como sua pertença!
Assuma o que és na verdade de Deus!
Finque suas estacas...
No grande acampamento
– GRAAL SINISTRO – Bebo no cálice o néctar da mentira.
Um pacto com o demônio firmo.
De uma aliança infernal e sinistra Sorvo do líquido peçonhento...
Subversivos conceitos Das teorias sem práticas...
De gêneros ambíguos!
Sinistro graal de ceia mentirosa.
De hienas sedentas Ao redor da ceia gulosa Como bactérias virulentas!
Coquetel sensual e escroto...
Bebida nojenta...
Coquetel escrachante De teoria alienante.
Hóstias impuras e contaminadas De demoníacos zumbis!
Passaporte para o inferno Com o demônio um pacto subalterno...
Arremedo de horrores.
Circo de verdadeiros palhaços;
No picadeiro um graal ao centro:
Orgasmo bomba em estilhaço!
Graal sinistro...
Teoria sem prática...
Um excremento Nojento!
Teoria de Gênero:
Um sonho do inferno!
De labaredas diabólicas!
Em gotas fenólias!
– MOVIMENTOS DO AMOR – Passos largos e decididos dá o amor;
Seus traços escritos no livro da vida Demarcam seu território.
De alegrias e tristezas...
Enfrenta a tibieza Sem perder sua nobreza!
O amor é peregrino.
Da coragem é genuíno.
Singra nos ares, na terra e mares!
Move-se sobre a maldade;
Com a carapaça ultrapassa As barreiras dos desafios!
Na velocidade do coração Seu combustível é a devoção!
O amor é veloz para amar;
È humilde para tolerar;
Corajoso para enfrentar!
Onde houver espaços Que caiba, o amor penetra..
Barreiras ele derruba...
Atos misericordiosos perpetra!
Passos na luz o amor se conduz.
Nas trevas ele tateia.
Na alegria o amor irradia.
Se na tristeza, não odeia!
Os movimentos do amor São céleres e objetivos...
Voa na imensidão do céu Na busca do seu troféu.
Ágape, Eros e Philos:
Tem afinidades espirituais Com atração física e desejos Nas buscas mentais e culturais!
À infinitude vai o amor.
Sua capacidade é infinita.
Da justiça é o sensor.
Com o coração em clamor!
– MEU CAMINHO – Sigo as pegadas do bem Por caminhos seguros;
Vivo o que me convém;
Colho frutos maduros!
À frente vejo a luz;
Atrás tenho segurança...
A mão do Senhor me conduz;
Depois da tempestade vem a bonança!
Se navegar em águas revoltas, No meu barco Ele é o timoneiro!
Singro meu mar de calmaria;
O Senhor é meu companheiro!
Este é meu caminho:
Tenho uma bússola e Sempre ancoro em porto seguro
Confiante no meu futuro!
– TRIBUNAL DO MUNDO –
No tribunal do mundo a verdade é inverossímil;
O julgamento é vazio e injusto...
Sem equilíbrio a balança da justiça oscila Entre luz e trevas... Julgamento parcial;
De olhos vendados a Justiça não é venial;
Na busca de interesses é passional...
O mundo julga segundo seu pecado;
Absolve e condena sem perdão!
O juiz do mundo é o Código Penal;
Frio e calculista, na medida da Lei.
“Olho por olho, dente por dente”...
Lei que rege a literalidade...
Sem perdão e humanidade!
Nem todos são iguais perante a Lei...
O Tribunal do mundo julga pelas aparências...
O poder e a riqueza pesam nessa balança!
– EXALTAÇÃO A DEUS – Teu Nome no livro da vida Está registrado em cada página...
Tua lembrança está viva...
Tua vida se lança do livro aberto À realidade das coisas divinas
Que não se pode apalpar Nem se ver... Mas só sentir!
Minha alma faz a leitura Daquilo que o coração manda!
Ele me pede luz, amor e esperança!
Tuas palavras fartam minha mesa...
Tu sempre me convidas à ceia...
Sento-me ao teu lado à mesa...
Tu partilhas comigo o vinho e o pão...
Satisfaço-me nessa refeição!
Meu espírito exulta de alegria!
Minha alma glorifica o Senhor!
Meu destino Nele tem empatia!
No livro da vida está o meu clamor!
– AMOR POSSIVEL –
Ainda que fosse verdade uma concepção Que de antemão seja real ou mentira
Escondida... Subtraída ou traída...
Ainda que uma suposição no avesso De um amor travesso... Transverso...
Na travessia da caminhada um verso Uma poesia arredia e tardia...
Ainda que incompreensível ou admissível É o amor versando em poemas...
Calculando riscos em teoremas Encarando singelos dilemas...
Mesmo que inatingível, mas, plausível...
O amor será sempre possível!
Ainda que um arremedo sem medo De um coração valente O amor é destemido e atrevido!
Ainda que fosse verdade uma concepção Se realidade ou mentira...
É o amor numa investida!
– BONDADE: Raiz do bem! – Sobe aos píncaros... A gloria... A santidade
Da bondade que o coração transborda Bate as portas do reino dourado da eternidade
Ato misericordioso no jardim do céu borda!
Ato de pureza... De Deus veio natureza Luz que encandece a vida do bem
Alma transparente e translúcida Na abóboda da graça paira lépida Com rosto divino de expressão santa,
Vê-se transfigurada a face do amor;
A toda a maldade, suplanta e encanta Num coração belo e sem temor!
Flor que desabrocha perfumada A bondade é a raiz do bem No divino jardim plantada, Seu perfume ao céu convém!
– ALTA LUA DE AMOR PRATEADO – Um romance no céu em Lua prateada
Farol de namorados iluminados Risonha lua de raios românticos Cobrindo corações de amores afortunados
Um sorriso de prata sobre corações Banhados de lúdicos romances
Resplandece o luar afetivo De amores cativos... De corações altivos
Resplandecente e ofuscando as estrelas Imponente ícone ilumina amores Banha risonha no seu carinho prateado
Olhando com amor romanceado Inflando em doce carícia Beijos selados com gosto de prata
Íntimos afagos de suas primícias No coração apaixonado retrata
– CANTO A VIDA – Vida linda... Oh!
Canto-te minha música Toma-me como teu rouxinol...
Nestas humildes notas sonoras Quero me embalar na tua mansidão
Vida mansa e doce... Oh Acalentas-me como suave brisa
Acariciando-me o coração Canto-te minha vida Nos acordes do meu viver Faz-me de mim teu instrumento
Como linda valsa a embalar Dos meus sonhos os meus sentimentos
Vida linda... Oh!
Tu és minha cítara Eu sou teu diapasão
A viver cada nota De uma canção!
No teu balanço danço As belezas da tua unção...
Na vida de um remanso Na corredeira fresca do riacho
Onde correm as águas vivas Numa corrente musical
De som angelical Oh vida magistral!
– UNO SOMOS EU E VOCÊ – Meu amor no seu amor
Eu e tu somos nós Empatia de paixão Na partilha do coração.
Dois beijos e um só lábio Dois sorrisos uma só boca Dois olhares num só olho.
Na paixão de astrolábio Temos a mesma direção Vemos a mesma lua Aquecemos sob o mesmo sol
Seguimos ao mesmo norte Aportamos juntos na sorte!
Minha metade é a sua metade Somos um inteiro
Completamo-nos sem veleidades Nosso amor é altaneiro O meu é seu... É nosso!
Meu coração bate com o seu No mesmo compasso...
Andamos no mesmo passo...
Sua voz é a minha voz Gritamos juntos pelo amor
– FOGO DA PAIXÃO – Quando cintilam seus lábios,
O cálido hálito se propaga.
Então o amor a tudo abrasa...
O selo do beijo consolida a Paixão na grife do romance!
Passa um olhar de relance;
Corpos colados e fundidos...
Olhos nos olhos as pupilas crescem...
Coração dispara... Suor exala.
O amor arrebata a paixão!
No silêncio das palavras, A entrega mútua dá vazão!
O cio da terra em lavra No plantio do coração.
Quando cintilam seus olhos, Como faróis aos navegantes Em mares calmos e ofegantes.
Então o amor a tudo abrasa...
O sopro de amor encandece...
A fogueira arde na brasa!
Na quente paixão resplandece!
– MALFADADOS DIAS –
Malfadados dias... Fadados ao mal inoportuno.
Existência obsoleta nas asas de uma borboleta.
E por conta da tristeza perde seu rumo;
De flor em flor não se encontra; Passa por xereta!
Dias em porfias... Sanha de desencontros.
Perde-se nas encruzilhadas de direções emaranhadas.
Malfadados dias em incontáveis porfias.
Na ausência da felicidade mergulha em atrocidades...
Vida em momentos de orgias... Saga de letargia!
Malfadados dias vazios... Em desvarios!
Dias sem manhãs... Sem tardes... Nem noites!
Noites sem lua nem estrelas...
Dias fadados aos açoites!
Mal inoportuno nas profundezas de Netuno!
Misteriosos dias em mares revoltos!
Navegante sem porto nem farol!
Perdidos num misterioso atol.
– FLORADA AMARELA – Vem a Primavera E Lorena começa a Tingir-se de amarelo No dourado dos ipês Num jardim tão belo As floradas incontidas Dão os tons das cores Com alegria florida Espalham seus amores Lorena dos Ipês amarelos
Mas também dos roxos e Brancos... Desejados com anelos
Chega a Primavera tão bela A cidade perfumada
Vê da janela aberta A vida que passa deslumbrada!
Lorena dourada Reflete sua riqueza Com fulgor de ouro Na florada da natureza
– SOMBRAS INFORMES – Projeta na sombra informe um sinistro perfil
Sem contornos e na penumbra sem luz, Apenas um horrendo contorno de ardil.
Permanente ao chão é dependente da luz...
Uma sombra que se arrasta e não reluz.
Projeção negativa e sombria Como serpente nos umbrais;
Projetada da vida nas porfias Subtrai a luz dos trigais!
Sombras de vidas apagadas Sombria e fria...
Sombra sem luz que não reluz...
Sombras de escuridão sem vida.
Do outro lado da realidade, Jaz inerte a sombria inexistência.
Obstáculo à luz esconde-se Nas profundezas da sucumbência!
– METÁFORAS – Quando a compreensão é fugaz;
A ignorância afugenta a razão...
A palavra escondida não apraz...
De pedra é o coração...
Figura de linguagem...
Sem linhagem.
Como gravetos na boca do filhote, A palavra se faz regorjeio
Em metáforas digestivas De cultura explicativa.
Discurso sem metáforas Perdidos na encruzilhada.
Na língua pátria, Sem noção e debochada.
Vida metafórica... Ilusionista...
Pátria sem retórica...
Povo que não fala bem...
Amor à língua não tem!
– LIMIAR DA RAZÃO – A razão está no limiar da incompreensão.
A palavra, sem veracidade, é um aríete Atirado contra a ética e a moralidade...
Honesto é coisa de funesto!
Num gesto de protesto, Agressão é sempre a solução!
Cidadania escorada na antipatia...
Teorias generalizadas Nas práticas escandalizadas.
Cultura no limiar da indecência!
Manifestações de excrescências!
Nos muros da vergonha Escondem-se langonhas...
Nessa construção Não ficará pedra sobre pedra!
E no Altar da fé A paciência vai até
A Justiça do céu Oferecida como troféu!
– ROSTOS – Risonhos e bizonhos...
Enfadonhos...
Rostos tristonhos Rostos alegres e cândidos
Sem sentido semântico Desfigurados e transpassados
Passado amargurado De perfil ultrapassado...
Rosto raquítico Sem vida e esquálido De existência pérfida Rostos indiferentes
E indolentes Inconseqüentes Rostos impávidos Iluminados e ávidos...
Rostos humanos Mundanos...
De fisionomias sombrias De vidas em avarias
– ROTA DE COLISÃO – Singra veloz em rota de colisão
O bem e o mal!
O armagedom está pronto!
O mundo balançará num sinistro encontro!
Forças maléficas desafiam o bem!
As colunas mestras Fincadas e maestras, Já tem fixadas sua pontaria...
A loucura do mal Já dá sinal...
A potência do bem Mostra seu poder também!
No confronto há um juiz Que dirige acima de tudo Suas potestades do bem e do mal!
Seu poder supremo Controla do seu extremo
E do trono de glória Dará a vitória Ao bem vencedor!
Na balança da justiça Vai pender o esplendor
De poder do bem!
A Deus como Lhe convém!
– PROTÓTIPO – Comportamento balizado
Por personalidade altiva.
Porte saudável e ereto;
Olhar discreto e confiante.
Passos firmes e cadenciados.
Discurso equilibrado.
Idéias sóbrias.
Pensamentos altaneiros Apreços ao semelhante E respeito aos direitos!
Amor à pátria e à cidadania.
Acatamento às instituições.
Trabalho e responsabilidades Brasilidade e civilidade.
Transparência de vida.
Senso de cooperação.
Interesse pela cultura.
Cidadão com estrutura!
Político por natureza Nas coisas públicas com destreza.
Preferência pela paz.
Ideal cívico por meta.
Honestidade por regra.
Perfil íntegro de família;
Pai exemplar Na formação familiar!
Virtudes de uma minoria;
Modelo sem empatia...
– REI NA BARRIGA – Expressão que deprecia o orgulho
Na prepotência e presunção!
Do pedestal da arrogância Eleva-se acima de todos...
E detesta a vida em comunhão!
Somente uma Virgem Na sua humildade Pode ostentar um Rei no seu ventre!
Rei da paz e do amor!
Gerado na barriga Imaculada da Virgem Maria!
De Deus ao homem, a “liga”
Sem intriga humana, A perfeição emana!
Com rei na barriga Assim caminha a humanidade...
Idolatra reis vazios Reis da mentira Em barrigas que atraem
De Deus toda Sua ira!
– PRIMEIRO PASSO – Na busca do acerto há passos incertos...
Entre a mentira e a verdade ficamos apáticos...
Dúvidas e incertezas impedem o primeiro passo...
A vida caminha como num compasso.
É preciso dar o primeiro passo!
A coragem e a determinação pesam Na iniciativa do primeiro passo...
Ele nos ingressa ou no mal ou no bem!
Mas o passo certo ao certo leva ao amor!
No bem o passo é aferido à verdade!
Que o primeiro passo seja o ingresso À vida de progresso... Sem regresso!
Um passo definitivo e alternativo Na escolha do bem e do amor
Será um passo combativo...
Vai ser um passo de louvor!
Que seja o primeiro passo A entrar com as portas abertas
Ao encontro das luzes Na primazia da razão!
De uma vida resoluta Com objetivos no coração!
Assuma a responsabilidade:
Dê o primeiro passo...
Vá ao encontro de sua humanidade...
Na inércia sua vida será um acaso!
– BOLHA OPRESSORA – Circunscrita na bolha da vida
A vida vive oprimida...
Comprimida nos seus limites!
A esperança que liberta Seria de bom alvitre Ser cultivada e aberta Das garras da bolha opressora!
As grades do tempo Encerram na cela prisão
Um coração desalento Ser desatento...
Existência de desafeto Sem amor e sem afeto...
– ÓCIO –
Vazio de nada... Ócio beócio!
Mau negócio da preguiça Que atiça a ociosidade E afasta a boa vontade...
Do nada se ocupa a cabeça;
No vazio da inércia Esperando que pereça!
Deprecia a realização;
Macula a vontade;
Enseja a preguiça;
Enferruja a dobradiça!
Emperra o pensamento...
Aprisiona a alma...
Maldito ócio como sacerdócio!
– PISCAR DE OLHOS – No minuto que se foi tudo era e passou
Estas linhas lidas já foram realidades Ficando para trás, no passado se apagou!
A eternidade não tem passado Só no presente e no futuro
O tempo é esgotado O que ficou expirou...
Tempos idos e consumidos Apenas nas lembranças
As divagações pairam Como visões de andanças
Piscar de olhos e...
Tudo já não é mais...
É nada é demais!
Pensamento que flutua Vida que se esvai No presente o futuro autua
E no passado se vai!
– REFLEXOS –
A vida reflete decadências... Nas aparências tudo conspira.
Reflexos de consciências denegridas, o pecado inspira...
O mal reflete sua sombra nos umbrais dos chacais...
O bem é encarcerado na redoma de um espelho Aprisionado pelas forças dos grupelhos...
As más intenções formatam o caráter E destroem a célula mater...
O reflexo da honra é a desonra;
A moral subverteu-se em imoralidades;
O amor travestiu-se de veleidades;
Bondade transmutou-se em maldade;
Honestidade cedeu-se em corrupção.
Reflexos sem luz... Nas trevas das paixões Perdem-se nas veredas e encruzilhadas Armadilhadas e prontas para a perdição
De um gênero: O HUMANO!
– ALMA DE SOLDADO –
Na vida prossigo por caminhos desenfiados.
Na alma de soldado e camuflado escondo-me do pecado.
Procuro a progressão longe das vistas do inimigo...
Se o perigo me espreita, paro, observo e decido.
Minha vida é sempre uma linha de frente.
Meu norte é minha bússola;
Oriento-me no terreno da luta.
Estou sempre preparado para a labuta...
Meus objetivos sempre os conquisto...
De lanço em lanço eu os busco!
Minha alma de soldado é sempre pronta Para o que der e vier... Combato o bom combate:
Paro, ouço, observo... Tenho olhos de águia, Faro de leão... Ouvidos de lobo...
Minha alma é minha armadura...
Meu corpo minha envergadura.
No passo certo é minha caminhada...
Marcho esbelto e sem medo!
Minha fé é a de soldado moldado Na Bandeira como símbolo amado!
Tenho por vetores, cumprimento de valores:
Espírito de corpo na camaradagem, Continente nas ações... Decidido na abordagem...
Meu espírito de soldado é altivo...
De reflexos apurados e aguçados, Avanço na marcha para o combate!
Minha defesa é sempre forte e bem amparada!
Defendo-me com a armadura da fé, E com esperança creio sempre na vitória,
Pois, levo o inimigo à derrota com bofé!
Visto o capacete da humildade e A armadura do infante combatente.
Minha vida é o teatro de operações.
Em cada combate enfrento silente Confiante nas minhas orações!
Minha continência é o fruto da vitória;
No altar da pátria deixo minha memória!
– CONSCIÊNCIA NEGRA – A consciência não tem cor!
Ela é o arco íris da vida...
O pensar é nativo do ser humano, Mas, ela faz morada nas raças Branca, amarela, parda... Negra!
Ela tem sido atuante e determinante No grito que não se cala...
Num passado não tão distante, De vida alienante e subjugada, Sob os grilhões da escravidão, Vozes saiam do peito... Ecoavam Ao mundo afora na liberdade que aflora!
Uma consciência foi formada No ventre da mãe pátria!
E hoje ela tem peso político!
Pede às opiniões, pensamento analítico!
Pede representatividade... Oportunidade...
Pede mais inclusão social... Questão crucial!
Consciência negra: “De raízes afrodescendentes”
Uma voz que clama pela igualdade e semelhança De um povo, que, labuta com pujança
E se orgulha de sua tez negra De muita humanidade e civilidade!
Consciência negra que lança luzes E carrega com hombridade suas cruzes!
– CHEIRO DE MATO – É na casinha de sítio que amo a vida!
Amor de mato, de riacho, de paz.
Na manhã orvalhada e fresca;
Do sol que nasce luzindo o dia, Ouço a passarada em festa, O cheiro de mato... O chuá do ribeirão!
Café no bule... Bolo de fubá perfumado...
Fumaça rabiscando o céu...
Começa o trabalho da terra!
O plantio da roça... Da sementeira!
Cheiro do verde... Da terra!
Plantas viçosas, De colheitas esperançosas!
A noite cai... A lua aparece...
Estrelas salpicam o céu...
Os grilos cantam...
Sapos coacham no ribeirão...
Pisca-pisca dos pirilampos Alegram os campos.
Gosto do cheiro de mato!
– SÓ VEJO –
Encerrado na minha redoma, contemplo o mundo Onde vivo, por vontade de Deus!... O que vejo então?
Senão somente contrariedades ao Criador?
Ele nos modelou no bem... E só vejo o mal!
Ensinou-nos a amar... E só vejo ódio!
Fomos rotulados de seus discípulos... Mas só vejo Judas!
Ele nos disse que é a verdade, o caminho e a vida!
Só vejo mentiras, descaminhos e morte!
Senão pela minha fé posso crer sempre E na esperança de um mundo melhor sou crente!
Espero um dia sair da minha redoma E da Sodoma fugir dos pecados Porque Ele disse-me: “Não tenhais medo”
Com coragem vou enfrentar o Seu recado Pois sua presença é o meu rochedo!
– REDE GLOBO –
Uma organização midiática de tamanho poder, escorada em altíssima tecnologia e com alcance no mundo todo, se presta hoje, ao povo brasileiro, a produzir material jornalístico que beira as raias do afrontamento à moralidade pública, atingindo com sua ousadia midiática, a honra, honestidade e a cultura de massa, subvertendo valores, execrando instituições sérias, inoculando na opinião pública opiniões subliminares que lentamente vão ruindo as lembranças de nossa história pátria.
A ARTE jamais fora tão vilipendiada... As Forças Armadas execradas... A Família maculada... A corrupção prestigiada... A Igreja difamada... Movimentos homofóbicos exaltados... Bandidos elogiados... Policiais desvalorizados e outros tantos aspectos sociais com o claro objetivo de ser instrumento manipulatório da opinião pública.
Movimentos de repulsa já começam a surgir nas grandes cidades, com palavras de ordem e de baixo calão expressando grande revolta pela Rede GLOBO face sua arrogância e prepotência no trato da coisa pública, notadamente política!
Sua performance televisiva na divulgação pró-arte do
“nudismo”, tem sido a gota d’água, que, está entornando a paciência popular. Mas já vem de longa data a veiculação de suas
“novelas” sensuais e despudoradas que invadem, sem licença, os lares das nossas famílias em horários indevidos com a astúcia dos dramas e tramas de péssimo exemplo, principalmente aos jovens e crianças.
Enfim, a rede global utiliza e muito mal, da sua potência, e uma farta gama de tecnologia a serviço do mal. Explora e com isso fatura imensa riqueza no comercio da propaganda e publicidade.
Na TV a cabo, atinge a classe mais abastada, porém, na “aberta” o estrago é maior.
Paradoxalmente, a globalização da informação é dominada aqui no Brasil pela REDE GLOBO que globaliza seu poderio e atropela seus concorrentes, com sua sede de domínio da opinião pública, encabrestando dessa forma o pensar brasileiro, segundo as normas mediáticas interferindo nos modelos de economia do povo e de seu comportamento.
É bom que se ressalte nestes comentários, que a Rede GLOBO nasceu da Revista americana “TIME LIFE”, vindo para o Brasil quando o citado domínio era do Jornal O GLOBO de Roberto Marinho, com o propósito de investir na propaganda e publicidade, sob o escopo do seu poderoso chefão que abriu sua empresa para que a nova tecnologia midiática televisiva a transformasse na atual poderosa REDE GLOBO DE TELEVISÃO!
Esse poderio que até Presidentes da República, depôs, caminha célere, hoje, no apoio à ideologia atual do desgoverno brasileiro.
– ARTE PATRULHADA –
Estamos hoje num processo de acentuada ausência de uma cultura artística! O patrulhamento da depravação da arte molda o pensamento ideológico de conceber atitudes artísticas sob os desvios decadentes de uma nova geração: “A geração do patrulhamento artístico”!
O novo foco da arte despreza o teor artístico de um Michel Ângelo, Van Gogh e Picasso... Da Vinci e Renoir... Caravaggio, Monteverdi, Tarcília do Amaral... E outros imortais que legaram à humanidade a arte pura e verdadeira nos seus talentos eternos!
O escrache dos atuais movimentos de falsidade da arte mostram a “ausência da cultura artística”, uma vez que “urinar e defecar em público, exibir corpos nus”... É a manifestação despudorada de algum tipo de insatisfação de parcelas da sociedade... Entenda-se, a não manifestação da arte, mas, da execração do pudor e do respeito moral, principalmente às crianças!
Essas manifestações nada tem nada a ver com expressões de arte, mas, com a depravação dos costumes que exalam preconceitos e a passos largos promiscuam e maculam o verdadeiro sentido artístico.
O verdadeiro artista propaga a beleza e a leveza da arte.
Quer na destreza de seu pincel emoldurando suas pinturas, quer na sonoridade e harmonia de suas músicas, quer no fino trato do artesanato, quer na beleza de sua representação teatral, quer na sutileza do dançarino, quer no romantismo do poeta, na destreza do seu martelo dando formas à rocha...
Manifestação de artes, segundo nos mostra a própria história, jamais se viu tamanho escândalo como os atuais gestos de grupelhos incautos e sem cultura artística fazendo-se enganar de reles “artistas”, expondo seus nojentos nus e esparramando seu produto fecal sobre o chão sujo de sua própria cultura!
A arte pura e verdadeira vem sendo patrulhada por uma nascente ideologia do escrache e da leviandade moral. Indivíduos de mentes imundas estão saindo dos guetos fedorentos com o objetivo de macular o universo belo, lindo, translúcido da arte e obstruir do povo, o senso pela verdadeira arte.
A arte trava na atualidade um duro golpe que a está atingindo. Patrulhas ideológicas e libertinas mostram-se com libertinagem sem limites seus acintes nojentos e imorais. Seus parâmetros de pseuda arte invadem os limites e literalmente URINAM, DEFECAM E DESPEM-SE, como se o espaço público fosse um grande lixão ou um prostíbulo sem limites e normas!
– AS MÚMIAS SAEM DO SARCÓFAGO –
As múmias começam a sair do sarcófago. Dilma que já tinha ido tarde, foi à Alemanha e vomitou seu proselitismo petista, dizendo que fora vítima de golpe e perdoando os que “bateram panela”... Lula começa a proferir, ainda que indevidamente, contrário às normas eleitorais, suas palestras em ritmo de palanque...
É preciso que o povo tenha em conta que já fora extremamente enganado em campanhas passadas quando essas duas figuras canhestras e obscuras do petismo doentio, apareceram como salvadores da pátria e agora, depois que ruíram e caíram dos seus pedestais, ressurgem das cinzas do passado não muito distante na tentativa esdrúxula de candidatarem-se postulando novamente seus assentos nas cadeiras da vergonhosa política de Estado que levou o país à bancarrota e à situação que se encontra hoje.
Duas figuras indesejáveis à nação que ensejaram nos seus desgovernos, uma teia de corrupção e roubalheira do erário público.
Que a sociedade brasileira pensante, analise bem, as consequências desses retornos indigestos ao nosso progresso, pois, o atual quadro político do Congresso Nacional, está infestado de seus seguidores e haverá de apoiar sem nenhuma lisura e real comprometimento com os ditames da democracia, tais candidaturas que já começam a fazer eco!
O Brasil não pode se acomodar, sem que haja uma reação à altura, contrapondo-se aos propósitos nefastos e imorais desses crápulas quer teimam em contrariar leis e normas que regem a política eleitoral.
– CIDADÃOS RESERVISTAS – Mirem-se nestes cidadãos brasileiros!
São Reservistas de muita fibra e raça!
São eternos amigos do serviço militar!
Para eles amizade e patriotismo não passam!
Dotados de disciplina e respeito, Sempre honram a Pátria no seu dia a dia...
Encaram com denodo toda porfia...
Trabalhadores honestos, Elevam suas famílias ao progresso!
Amam o Exército Brasileiro, E dele são patrimônio!
Grande honra tenho, pois, deles Fui instrutor e orientador
Nas lides da caserna!
Hoje, impresso no caráter, Esses senhores Reservistas Guardam os valores perenes
Cultivados e silentes!
São orgulho de nossa gente!
A Bandeira e o Hino pátrio São seus ícones de amor, De respeito e de cidadania!
No cumprimento dos deveres e obrigações, Esses cidadãos reservistas vivem o dia a dia!
Mirem-se nesses cidadãos Reservistas!
Eles são exemplos a ser seguido!