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A Constituição de 1934, já dispôs o júri no capítulo referente ao Poder Judiciário.

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As principais mudanças no tribunal

As principais mudanças no tribunal do júri brasileiro trazidas

do júri brasileiro trazidas

pela Lei 11.689/08

pela Lei 11.689/08

2 HISTORICIDADE 2 HISTORICIDADE

O Tribunal do Júri até os dias de hoje não possui uma origem inconteste. Há muitos que O Tribunal do Júri até os dias de hoje não possui uma origem inconteste. Há muitos que acreditam que sua origem vem da antiguidade com os

acreditam que sua origem vem da antiguidade com os judeus que saíram do Egito,judeus que saíram do Egito, aconselhad

aconselhados por os por Moisés. Encontrando embasamento histórico no livro Moisés. Encontrando embasamento histórico no livro chamadochamado Pentateuco, livro este que é composto pelos cinco iniciais

Pentateuco, livro este que é composto pelos cinco iniciais livros da Bíblia Cristã, livros da Bíblia Cristã, nesteneste tempo a lei vinculava o magistrado ao sacerdote, entretanto foi a primeira lei que criou a tempo a lei vinculava o magistrado ao sacerdote, entretanto foi a primeira lei que criou a figura do que hoje conhecemos como jurados, cidadãos comuns nos julgamentos dos figura do que hoje conhecemos como jurados, cidadãos comuns nos julgamentos dos tribunais.

tribunais.

O célebre doutrinador Guilherme de Souza Nucci (1999, p.

O célebre doutrinador Guilherme de Souza Nucci (1999, p. 31), versa que o 31), versa que o Tribunal doTribunal do Júri tem origem na

Júri tem origem na Palestina, advindo do Tribunal dos Vinte e Palestina, advindo do Tribunal dos Vinte e Três, que acontecia nasTrês, que acontecia nas vilas as quais a população excedesse as 120 (cento e

vilas as quais a população excedesse as 120 (cento e vinte) famílias, em que vinte) famílias, em que os crimesos crimes  julgados por es

 julgados por este Tribunal eram pte Tribunal eram punidos com a punidos com a pena de morte.ena de morte.

Há quem diga que a origem do Tribunal do Júri se deu na época clássica de Roma e Há quem diga que a origem do Tribunal do Júri se deu na época clássica de Roma e Grécia, com os “

Grécia, com os “ judices jurati judices jurati” e “” e “diskatasdiskatas”, respectivamente, também não podemos”, respectivamente, também não podemos

deixar de citar os “

deixar de citar os “centeni comitescenteni comites” chamados assim entre ” chamados assim entre os germânicos. Embasavamos germânicos.

Embasavam--se em um fundamento divino

se em um fundamento divino para a legitimidade deste órgão. Sob este fundamento há para a legitimidade deste órgão. Sob este fundamento há oo  julgamento de

 julgamento de Jesus Cristo, lembraJesus Cristo, lembrando o processndo o processo do júri atual.o do júri atual. A maior parte da doutrina versa que o júri i

A maior parte da doutrina versa que o júri iniciou-se através de uma série de medidasniciou-se através de uma série de medidas dedicadas a lutar em desfavor dos ordálios (Juízo

dedicadas a lutar em desfavor dos ordálios (Juízo de Deus), que era qualquer tipo de Deus), que era qualquer tipo dede  prova ou meio p

 prova ou meio pelo qual, segelo qual, segundo o direito germâundo o direito germânico antigo, Deunico antigo, Deus socorreria os socorreria o inocente.

inocente.

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“Durante o governo do rei Henrique II (1154 –  1189) em que, em 1166, instituiu o  1189) em que, em 1166, instituiu o WritWrit (ordem, mandado, intimação) chamado

(ordem, mandado, intimação) chamado novel disseisinnovel disseisin (novo esbulho possessório) pelo (novo esbulho possessório) pelo

qual encarregava o

qual encarregava o sheriff sheriff de reunir doze homens da vizinhança para dizerem se de reunir doze homens da vizinhança para dizerem se oo

detentor de uma terra desapossou, efetivamente, o queixoso, eliminando, assim, um detentor de uma terra desapossou, efetivamente, o queixoso, eliminando, assim, um  possível duelo ju

 possível duelo judiciário praticado diciário praticado até aí”. (RANGEL: 2até aí”. (RANGEL: 2009, p. 540009, p. 540-541)-541) Essa série de medidas acima referidas, que era

Essa série de medidas acima referidas, que era feita por um feita por um órgão semelhante aoórgão semelhante ao Ministério Público atual, começou a ser efetivada pela

Ministério Público atual, começou a ser efetivada pela comunidade local quando haviacomunidade local quando havia crimes graves, como exemplo, homicídio, dando origem assim ao

crimes graves, como exemplo, homicídio, dando origem assim ao Grand JuryGrand Jury,,

composto de 23 jurados no condado, sendo então denominado de “júri de acusação”. composto de 23 jurados no condado, sendo então denominado de “júri de acusação”. Os jurados, que representavam a verdade advinda de Deus, eram da comunidade onde o Os jurados, que representavam a verdade advinda de Deus, eram da comunidade onde o crime ocorreu, decidindo de acordo com o que

crime ocorreu, decidindo de acordo com o que sabiam e o que se sabiam e o que se dizia, sem necessidadedizia, sem necessidade de motivação, tendo em vista que essa r

de motivação, tendo em vista que essa responsabesponsabilidade era de outros ilidade era de outros 12 homens de12 homens de  bem, escolhido

 bem, escolhidos entre os vizinhoss entre os vizinhos, resultando em , resultando em umum Petty Petty jury jury (pequeno júri) que (pequeno júri) que

decidia se o acusado era

decidia se o acusado era guilty guilty (culpado) ou (culpado) ou innocent innocent  (inocente),  (inocente), independentemeindependentemente dente de

dizer a verdade. dizer a verdade.

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 Na Inglaterra, após o ano de 1215, com a edição da Carta Magna pelo rei João Sem Terra, alastrou-se pela Europa, respingando nos Estados Unidos, adquirindo

características mais modernas. (CHOUKR: 2002, p.5).

 Na Carta Magna da Inglaterra, o art. 48 versa que o julgamento deverá ser feito pelos seus pares, sendo ao contrário, ninguém poderá ser detido, preso ou despojado de seus  bens, costumes e liberdades.

 Nessa esteira, o Tribunal do Júri nasce com o escopo de retirar da mão do déspota o  poder de decidir contrário aos interesses da sociedade da época, dando origem ao que

hoje conhecemos como princípio do devido processo legal.

A Carta Magna foi um acordo entre os nobres e a monarquia, em que quem julgaria os nobres seriam outros nobres, ou seja, julgamento pelos seus pares não se sujeitando ao Rei. O povo não teve participação alguma.

 Na França, com o objetivo de combater o autoritarismo dos juízes (magistrado) do antigo regime que se submetiam as invertidas da monarquia e das dinastias dos quais eram dependentes, o tribunal do júri surgiu como uma válvula de escape, posto que o mais apropriado seria que o julgamento fosse feito pela própria sociedade, sendo, consequentemente, mais justo já que não se vinculariam a monarquia nem a dinastia. (RANGEL: 2009, p. 543)

 No Brasil, o tribunal do júri surgiu na Lei de 18 d junho de 1822, antes da promulgação da independência (7 de setembro de 1822) e depois da primeira Constituição brasileira (25 de março de 1824) sob o domínio português e forte influencia inglesa. O Júri só  julgava crime de imprensa e os jurados eram eleitos.

A Constituição de 1824 transformou os jurados em integrantes do Poder Judiciário competente para atuar tanto no criminal como no cível decidindo os fatos e o Juiz aplicando a Lei.

Em 1832, entrou em vigor o Código de Processo Criminal que fixou procedimentos  para a aplicação do Código Criminal de 1830. Este Código nasceu no período Regencial

do Brasil, período em que Dom Pedro I foi para a Inglaterra proteger o seu trono,

ocupado pelo seu irmão chamado Dom Miguel, deixando aqui no Brasil, para substituí-lo, seu filho Pedro II de 5 anos de idade. Ademais, como era menor, o País foi regido  por figuras políticas que governaram em nome do Imperado, entre 1831 a 1840, neste  período deram maiores poderes ao juiz de paz. (FAUSTO: 1999, p. 163),

Ainda no período Regencial, houve inúmeras batalhas em diversas partes do País, por exemplo, a Farroupilha no Rio Grande do Sul e a Balaiada no Maranhão, que

culminaram na Lei 261, regulamentada pelo Decreto nº 120, de 1842, marcada pelo autoritarismo e centralização do Código de Processo Criminal do Império, acabando com o júri de acusação, ou grande júri. O júri sofria um grande golpe.

 Na primeira Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil de 1891, o júri foi disposto na parte referente a cidadãos brasileiros e na secção da declaração dos

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A Constituição de 1934, já dispôs o júri no capítulo referente ao Poder Judiciário. A Constituição de 1937 se quer trouxe o Tribunal do Júri, mas já era de se esperar, tendo em vista o contexto em que surgiu, no Estado Novo, época da ditadura instituída  por Getúlio Vargas. Tendo em vista que, “ditadura e júri não são bons amigos. Não

convivem no mesmo ambiente político, pelo menos enquanto o júri for visto como uma instituição democrática”. (RANGEL: 2009, p. 555)

Entretanto, em 1938, foi promulgado o Decreto n° 167, regulando o júri, trazendo uma importante inovação, o veredicto dos jurados deixava de ser soberano.

Em 1946, foi promulgada a nova Constituição que trouxe o instituto do júri à sua forma digna no governo de Gal. Eurico Gaspar Dutra que prometia redemocratizar o País, sendo este um dos primeiros passos.

Em 1967, a Constituição sofreu uma grande reforma com a Emenda Constitucional nº 1/69, chamada por muitos de Nova Constituição em que mantinha o júri, com

competência para julgar crimes dolosos contra a vida, mas diferente do que trazia a Constituição, antes da reforma, não fez menção à soberania do júri.

 Não há que deixar de ser falado no caso emblemático conhecido como a “Lei Fleury”. Sergio Fernando Paranhos Fleury, liderava um grupo chamado “Esquadrão da Morte”. Esse grupo era formado por policiais civis, que mexiam com tráfico de drogas e

matavam sumariamente quem não os interessava mais ao grupo. Tudo isso protegido  pelo regime militar que governava o Brasil. (SOUZA: 2000, p.305)

Mas, por um corajoso promotor chamado Hélio Pereira Bicudo que investigou Fleury, e  pela forte pressão internacional, o líder do “Esquadrão da Morte” foi preso, devido a lei

da época determinar que quem fosse pronunciado deveria ter decretada a sua prisão  preventiva.

Entretanto, como no Brasil tudo tem jeito, pela forte influência que Fleury exercia no regime militar, foi encomendada uma lei ao congresso que dispunha que “o réu primário e com bons antecedentes permanecesse em liberdade em caso de pronúncia, e, se preso estivesse, solto seria”, e mais, “se o condenado tivesse bons antecedentes e fosse

 primário, permaneceria solto”, reformando o art. 408, § 2º e 504 do CPP, respectivamente.

“Paralelamente a esse quadro, o Ato Institucional n 5, cassou a garantia doas magistrados, ou seja, no júri os magistrados presidiam a sessão desprovidos das

garantias necessárias ao pleno desenvolvimento da prestação jurisdicional”. (RANGEL: 2009, p. 564)

A atual Constituição Democrática de 1988, que marcou com as Diretas Já o fim do regime militar. Assim, o júri recebeu novos moldes, instituído pelo Código de Processo Penal, apresentando como garantias assecuratórias:

“ Art. 5, XXXVIII da CF/88 - é reconhecida a instituição do júri, com a organização que lhe der a lei, assegurados:

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a) a plenitude de defesa; b) o sigilo das votações;

c) a soberania dos veredictos;

d) a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida”;

3 PRINCÍPIOS REITORES DO TRIBUNAL DO JÚRI

Princípio, é o momento em que algo se origina, é a causa primária ou o elemento  predominante na constituição de um todo orgânico. (NUCCI: 2008, p. 43)

A Constituição, mais precisamente em seu art. 5º, XXXVIII, enumera os princípios que regem o tribunal popular. A competência do Tribunal do Júri abarca os crimes dolosos contra a vida, não apenas o Homicídio, como também o Induzimento ao suicídio, Aborto e Infanticídio. Ainda, abarca os crimes mencionados tanto na modalidade consumada quanto na tentada. O latrocínio é crime contra o patrimônio com resultado morte, por isso não é julgado pelo Júri.

É de enorme importância aqui, mencionarmos que qualquer animus que não seja o  Animus Necandi (a vontade de matar) exclui a competência do Tribunal do Júri.

A plenitude de defesa divide em técnica e autodefesa. A técnica é obrigatória e exercida  por profissional habilitado, ao passo que a segunda é facultada ao imputado, que pode

exercer o direito de silêncio ou apresentar sua versão dos fatos. (ALENCAR; TÁVORA: 2009, p. 675)

O tribunal aqui tratado possui soberania dos veredictos, ou seja, suas decisões são soberanas, há a impossibilidade de uma decisão do júri ser substituída por outra

sentença de órgão jurisdicional distinto, segundo preconiza o art. 593, § 3º, do Código de Processo Penal. Essa é uma garantia da ordem pública e da própria instituição. Os jurados devem permanecer incomunicáveis entre si e deve haver o sigilo das votações. O sigilo das votações gera certo debate, qual seja, se o mesmo é garantia fundamental do réu ou do jurado. Ao que parece mais sensato, essa garantia é do

conselho dos sete, tendo em vista que os mesmos poderiam se sentir coagidos ao expor seus votos, tendo em vista que os jurados fazem parte da mesma comunidade em que o(s) acusado(s) vive(m).

4 CARACTERÍSTICAS

O Tribunal do Júri tem como características principais: a heterogeneidade, horizontalidade, temporalidade e decisões por maioria de votos.

O órgão é heterogêneo, teve origem na Constituição de 1988, onde o Tribunal do Júri teve confirmado seu local no Poder Judiciário. Sendo composto por um Juiz que preside a sessão e por vinte e cinco jurados (nova redação do art. 433 do CPP), dentre os quais sete formarão o Conselho de Sentença. Sendo que os jurados é quem vão determinar o  julgamento dos fatos e o juiz o julgamento do direito. Importante destacar que no

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Tribunal do Júri a soberania só recai sobre os jurados e não sobre o juiz, ou seja, os fatos depois de julgados não poderão ser alterados, já a majoração ou diminuição da  pena sim. Estando classificadas as decisões do órgão jurisdicional da seguinte forma:

decisão do juiz de primeiro grau –  subjetivas simples; decisões das turmas recursais –  subjetivamente plúrimas, e; decisão do júri –  subjetivamente complexas.

O órgão é horizontal, leciona sobre a inexistência de hierarquia entre o juiz presidente. O órgão é temporário, não será um Conselho permanente, duradouro, posto que só funcionará em determinados período do ano, mas isso não é regra, tendo em vista que o grande número de crimes contra a vida que há, não é raro que em todos os meses tenha sessão do júri. As datas de sessão são regulamentadas pela lei de organizações

 judiciárias de cada estado. Vale mencionar, poderá ocorrer dois julgamento do júri no mesmo dia, desde que as partes concordem, art. 453 do CPP.

E, por fim, suas decisões se caracterizam por ser por maioria de votos, aqui se entende  por maioria de votos 4 votos a favor ou contra de cada quesito para decidir o

 julgamento, não é preciso a unanimidade. Tendo em vista ao princípio do sigilo da votação, a nova redação sobre o júri tocou num ponto sensível, em que dispôs que basta a resposta de mais de três jurados, a qualquer dos quesitos, em um determinado sentido, a fim de proteger os jurados, no caso de votos unânimes de possíveis retaliações. (art. 483, §§ 1º e 2º do CPP, Lei 11689/08)

5 MUDANÇAS RECENTES

Devido a muitas críticas acerca da morosidade inserida neste âmbito, as reformas surgiram para acelerar o procedimento bifásico. A nosso ver, as mudanças guiam-se  pelos princípios da celeridade e da economia processuais.

De pronto, já explicitamos uma mudança, que é a redução da idade do jurado para 18 (dezoito) anos. Pensamos ser extremamente prejudicial, tanto para a defesa, quanto para o acusado, pior, à Instituição do Júri como um todo.

 No caso, o legislador, data venia, de forma equivocada seguiu o entendimento do

âmbito civil. Só que não se trata de capacidade para os atos da vida civil, muito menos de imputabilidade penal. O Conselho de Sentença é julgador, recebe qualidade de Magistrado.

O Magistrado Togado tem o dever de fundamentar suas decisões, e para presidir um júri deve ter idade mínima de 25 anos, sendo que passou por 5 anos numa faculdade de

direito, e mais três anos de prática forense, para ganhar experiência e saber o peso do  julgamento de um ser humano. Tendo em vista a inexperiência de uma pessoa com tão  pouca idade, concordamos não ser adequado aceitar que um jurado leigo com apenas 18

anos possa julgar seu semelhante.

Ademais, o legislador prossegue mencionando que o jurado deverá ser de idônea

notoriedade. No entanto, uma pessoa de apenas 18 anos de idade só será inidônea, se já tiver alguma internação em abrigo para menores infratores ou em estabelecimento educacional. Não sendo assim, não há tempo para que se observe sua idoneidade, ou não.

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O principal fundamento para a extinção desse instituto é a morosidade processual. Contudo, sua extinção, apesar de ser defendida por diversos doutrinadores, inclusive Guilherme de Souza Nucci, foi massacrada por outros.

Para esses, foi uma retroação abolir, pois o país estava no auge da democracia, e as duas  partes tinham seus direitos. Já que o réu era a parte mais fraca, era garantido a ele

 protestar por um novo júri quando lhe fosse auferida pena gravosa pelo júri.

A nosso ver, a extinção do Protesto por Novo Júri chegou em um momento muito oportuno. O Protesto por novo Júri não apenas representava uma ofensa aos princípios do contraditório, da economia processual, da igualdade entre as partes, e, sobretudo, da soberania dos veredictos dos jurados, como ultrapassava o direito que o réu tem de  plena defesa.

O Protesto por Novo Júri apenas satisfazia o acusado, que teria uma nova ocasião de ter sua causa analisada por um Conselho de Sentença.

Como bem observado, não é esse o objetivo da Instituição do Júri. Ela pretende  proporcionar seguridade a todos que necessitam de uma justiça eficaz, a sociedade

Referências

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