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5 dicas para tratar Artrose no joelho

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Academic year: 2021

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5 dicas para tratar Artrose no joelho

Para quem não sabe, a artrose é uma doença que afeta diretamente as cartilagens e as outras estruturas ao redor de qualquer articulação.

Essa doença provoca dor, inchaço, deformidade (joelho pode entortar), alteração do modo de caminhar (mancar) e tudo leva a uma piora da qualidade de vida.

A artrose não tem cura, mas tem tratamento para diminuir esses sintomas e evitar que eles progridam rapidamente.

Veja a seguir algumas dicas de tratamentos que você mesmo pode ministrar. 1. Alimentação balanceada

Uma das principais causas da artrose é o sobrepeso pois há uma sobrecarga na articulação, principalmente nos joelhos, quadris e coluna.

Evite excessos, exageros alimentares. Caso precise de ajuda profissional, posso te indicar uma nutricionista que irá organizar suas refeições sem privação deste grande prazer que é a refeição.

2. Exercícios de baixo impacto

Chega a ser repetitivo discorrermos sobre a importância da frequente realização de atividades físicas no nosso dia a dia.

Porém nos casos de pessoas que sofrem com a artrose, recomendamos exercícios de baixo impacto, como por exemplo:

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– Musculação; – Natação; – Hidroginástica; – Bicicleta – Elíptico. 3. Fisioterapia

A fisioterapia é sempre uma recomendação quando falamos de tratar dores em articulações, e a artrose no joelho é incluída nesse sentido.

Com um acompanhamento de um especialista fisioterapeuta, são recomendados os melhores exercícios, de acordo com as necessidades do paciente.

Indicamos o tratamento diário nos momentos de mais dores. Nesse caso, além das práticas físicas de alongamento e fortalecimento muscular, é possível a utilização de aparelhos que diminuem a dor e a inflamação.

4. Compressas frias

Por ser uma doença que gera um processo inflamatório, a realização de compressas com gelo ajudam no alívio da dor e da inflamação.

5. Evite agachar / ajoelhar

Uma dica simples, é evitar agachar ou ajoelhar. Evite ficar agachado brincando com crianças ou cuidando das plantas. Ao levantar pode haver uma nova lesão meniscal ou condral e gerar uma crise de dor intensa (artrite) associado a artrose pré-existente.

Lembre-se que abraçar hábitos mais saudáveis, como alimentação de qualidade e a realização de atividades físicas é um passo essencial para garantir a integridade e saúde de seus joelhos.

Se você já realizou alguma dessas pequenas mudanças na sua vida, e sentiu a diferença, compartilhe essa experiência nos comentários!

Fonte: Dr. Bruno Sbrissia.

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5 recomendações para quem sofre de artrite e artrose

Evite que a artrite e a artrose atrapalhem a prática de exercícios físicos e a qualidade de vida. Veja como lidar melhor com as doenças!

A artrite reumatoide é uma doença reumática que leva à inflamação das articulações. Pacientes com esse problema podem apresentar dor e inchaço nas mãos, punhos, joelhos e tornozelos. Já a artrose (também chamada de osteoartrose ou osteoartrite) é uma doença degenerativa das articulações e leva a um desgaste da cartilagem, podendo ser acompanhada também de inflamação.

Quem tem artrite também pode apresentar artrose. Ambas as doenças podem atrapalhar a prática de exercícios físicos e a qualidade de vida. Por isso, a médica reumatologista Mariana Ortega Perez, especialista na clínica Cobra Reumatologia, deu cinco recomendações para os pacientes. Confira!

1. Abandone o sedentarismo: a prática de exercícios possui diversos benefícios para pacientes com artrite reumatoide e artrose, como ganho de força muscular, flexibilidade e equilíbrio. Além disso, a atividade física ajuda a controlar a doença, com melhora da dor, sono e humor. O planejamento do programa de atividade física deve ser feito conjuntamente pelo paciente e por profissional habilitado. A progressão da carga e intensidade dos exercícios devem ser realizadas gradativamente, conforme a tolerabilidade do paciente.

2. Alimentação saudável: evite alimentos industrializados e condimentados, e controle a ingestão de sódio e carboidrato. Priorize uma alimentação saudável, rica em frutas, vegetais e carne. Quem tem artrite tem maior risco de osteoporose, devendo priorizar o consumo de cálcio pela dieta, quando

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não houver intolerância ao leite e derivados.

3. Cuidado com calçados: opte por calçados confortáveis, fechados e com solado rígido para melhor estabilidade. Para as mulheres, evitem salto alto. Para pacientes que apresentam deformidades e calosidades nos pés decorrentes da artrite reumatoide, recomenda-se sapatos especiais, de acordo com cada problema. Um calçado adequado garante equilíbrio articular e evita quedas.

4. Proteção articular: use de maneira racional e inteligente as suas articulações. Algumas atividades podem piorar as dores. Adapte estes movimentos a outros que não sejam doloridos. Distribua a carga em mais de uma articulação, evite permanecer na mesma posição por muito tempo e evite segurar objetos com muita força.

5. Tecnologia e dispositivos adaptados: a adaptação de utensílios para quem ter artrite deve ser feita após uma análise da rotina e necessidades de cada paciente. Tudo que puder ser automatizado e ajudar a conservar energia é uma opção bem-vinda. Como exemplos, cabos engrossados (de canetas, escova e talheres), tiras elásticas para facilitar o manuseio de talheres e abridores de lata adaptados.

Fonte: Terra.

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O desgaste das articulações tende a ocorrer com mais frequência à medida que envelhecemos. Decorrente disso, um dos problemas que podem surgir é a osteoartrite, mais conhecida como artrose. Dados mostram que cerca de 2 milhões de brasileiros são afetados e o problema é mais comum a partir de 60 anos, podendo se manifestar nas mãos, joelhos e quadril, por exemplo. Embora menos frequente, a doença também pode acometer jovens e adultos.

Os medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos são as principais prescrições dos médicos para tratar os casos, uma vez que ainda não se tem conhecimento de como restaurar o tecido cartilaginoso do corpo humano. Uma importante recomendação é que a população passe a cuidar melhor corpo, tendo em vista que a estimativa de envelhecimento no Brasil é de 74,6 anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE).

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O comprometimento dessa cartilagem pode provocar dor, inchaço e limitação funcional. A artrose piora progressivamente com o tempo e não existe cura, mas os tratamentos podem retardar a progressão da doença, aliviar a dor e melhorar a função articular. Especialista em ombro e cotovelo, Dra. Sara Portela (CRM-PI 4944) reforça que o tratamento consiste em medidas analgésicas com medicamentos e fisioterapia, bem como uso de suplementos que melhoram a qualidade da cartilagem das articulações. A ortopedista ainda acrescenta que o ideal é diminuir a sobrecarga e o impacto na articulação acometida. “Se a dor for muito intensa pode-se fazer repouso da articulação, mas passada a fase aguda de dor devem ser feitos alongamentos e fortalecimento para melhora da mobilidade articular”, explica.

Portanto, buscar especialistas é o primeiro passo para lidar com o problema. Isso porque é comprovado que ao realizar um tratamento da artrose bem direcionado, é possível alcançar melhoras significativas na vida do paciente, promovendo melhor qualidade de vida, alívio da dor, entre outros benefícios.

Fonte: Meio Norte.

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Não é igual: sintomas de artrite e artrose são parecidos e podem

confundir

A lista de doenças é imensa e muitas delas, por terem sintomas e características parecidos, acabam gerando dúvidas e até sendo constantemente confundidas, inclusive pelos próprios pacientes. Um exemplo clássico é artrite reumatoide x osteoartrite (ou artrose).

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Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência a pedido da farmacêutica Pfizer Brasil mostra que 66% dos brasileiros acreditam elas são a mesma enfermidade. Só que não são, e tratá-las como iguais pode ser altamente prejudicial.

Para explicar melhor cada uma delas, VivaBem conversou com a reumatologista Licia Mota, coordenadora da Comissão de Artrite Reumatoide da SBR (Sociedade Brasileira de Reumatologia), diretora-científica da SRB (Sociedade de Reumatologia de Brasília) e professora da pós-graduação em ciências médicas da FM-UnB (Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília), e Luciana Parente Costa Seguro, professora da disciplina de reumatologia da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

O que é artrite reumatoide?

Trata-se de uma doença inflamatória crônica e autoimune, cuja principal característica é a inflamação das articulações. Como explica Mota, ela se dá quando o sistema imunológico passa a atacar o próprio organismo e atinge o tecido que reveste as articulações, chamado de sinóvia, em especial de mãos, punhos, pés e tornozelos.

Essa condição, que acomete cerca de 1% da população, pode ocorrer com qualquer pessoa e em qualquer faixa etária, desde crianças até idosos, mas é mais frequente em mulheres (para cada 10 portadores, de 4 a 5 são do sexo feminino) e dos 30 aos 50 anos.

Suas causas ainda não são totalmente conhecidas. “O que sabemos é que ela é multifatorial. Envolve fatores genéticos, familiares (quanto mais casos na mesma família, maiores as chances), infecciosos, hormonais (daí ser mais prevalente em mulheres), e ambientais, sendo que o tabagismo é o mais importante”, comenta a reumatologista.

Na lista de sintomas estão dor, edema, inchaço, vermelhidão e calor nas articulações, geralmente acompanhados de rigidez nas áreas inflamadas depois de um período de repouso prolongado, sobretudo ao acordar, e que vai melhorando conforme a pessoa se movimenta. Cansaço (ou fadiga) também é uma manifestação comum.

Se não tratada corretamente, a artrite reumatoide evolui de forma gradual para a destruição das articulações, resultando em deformidades e, consequentemente, em incapacidade para a realização de atividades profissionais e pessoais, inclusive de autocuidado, como tomar banho e se alimentar.

Fora isso, nos casos mais graves (e mais raros) pode haver comprometimento de outros órgãos e tecidos (pulmão, coração, olhos, rim, sistema nervoso, unhas e músculos são alguns).

Por falar em tratamento, Mota afirma que houve uma verdadeira revolução nessa área nas últimas décadas. “Há 30 ou 40 anos, a abordagem terapêutica era bem restrita. Hoje, no entanto, apesar de a patologia não ter cura, já é possível fazer o seu controle completo, evitar a progressão e atingir a remissão, assim o paciente consegue levar uma vida normal, sem sintomas e complicações.”

A escolha dos fármacos depende do estágio e da gravidade de cada caso. No geral, são utilizados anti-inflamatórios, analgésicos e corticoides para combater dores e inflamações e, junto a isso, prescritas as chamadas drogas modificadoras do curso da doença —a maior parte delas imunossupressoras—, que podem ser sintéticas ou biológicas, e orais ou injetáveis. O tempo de uso quase sempre é prolongado.

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Em relação ao diagnóstico, ele é feito através de avaliação física e do histórico do paciente. Exames complementares também podem ser necessários, em especial de sangue (para verificar a atividade inflamatória e a presença de anticorpos positivos, como o fator reumatoide) e de imagem, por exemplo, radiografia, ultrassonografia, tomografia, ressonância magnética.

Seguro, da FMUSP, diz que, infelizmente, não há como evitar a artrite reumatoide. “Alguns estudos até indicam que a vitamina D poderia auxiliar na prevenção, devido às suas possíveis propriedades imunomodulatórias, de melhorar o controle do sistema imunológico, mas, por enquanto, são apenas teorias. De toda forma, é importante ter uma vida saudável, não fumar, pois o cigarro aumenta à suscetibilidade à doença, e praticar atividade física”, indica.

O que é a osteoartrite?

Mais conhecida como artrose, a osteoartrite —nomenclatura que só aumenta a confusão em relação à artrite reumatoide— ou osteoartrose, é uma doença articular degenerativa. De acordo com a SBR, no conjunto das enfermidades agrupadas sob a designação de “reumatismos”, ela é a mais frequente, representando entre 30% e 40% das consultas realizadas com reumatologistas.

“Nela, o que acontece inicialmente é o desgaste da cartilagem, tecido que reveste e protege os ossos. Devido a esse processo, é comum o paciente desenvolver lesões ósseas, chamadas de osteoses, como os populares bicos de papagaio e joanetes. Também pode haver inflamação, mas não é primordial como na artrite reumatoide”, diz a professora da USP.

Essa patologia está relacionada com a idade, portanto, é mais comum após os 55 ou 60 anos e acomete preferencialmente colunas, quadris, joelhos, mãos e pés.

Quanto às causas, a predisposição genética e o histórico familiar são importantes, sobretudo quando a doença atinge as mãos. Também pode ser um processo secundário a outras condições como traumas, sobrepeso, movimentos repetitivos, condromalácia patelar e alterações anatômicas, tais como joelho com desvios de direção (em varo ou em valgo).

Os sintomas são parecidos com os da artrite reumatoide, mais uma razão para as pessoas confundirem as duas enfermidades. De acordo com Mota, eles incluem dor, inchaço e derrame (líquido dentro da articulação), deformidades e formação de nódulos.

“Mas, neste caso, o padrão de dor é diferente. É uma dor mecânica, que se manifesta a medida em que a pessoa se movimenta ou depois que ela passa muito tempo na mesma posição ou em uma posição desconfortável.”

No geral, o diagnóstico é feito com base em exames clínicos e histórico familiar, mas exames complementares de imagem podem ser necessários. A osteoartrite também não tem cura e seu tratamento é feito basicamente para controle da dor, com o uso de analgésicos e anti-inflamatórios, e proteção da cartilagem, através dos condroprotetores —mas sua eficácia ainda é um tanto controversa, dizem as especialistas.

Além disso, é fundamental manter o peso sob controle e fazer atividade física para fortalecimento da musculatura, mas desde que não seja de impacto, principalmente correr e pular. “Em alguns casos também são recomendadas infiltração de corticoides ou ácido hialurônico e, nos quadros mais graves de quadril e joelho, cirurgia para colocação de prótese”, completa a professora Seguro.

Pesquisa traz dados preocupantes

A pesquisa “Desmistificando o reumatismo: a percepção dos brasileiros perante a artrite reumatoide e outras doenças de elevado potencial incapacitante”

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, realizada pelo Ibope Inteligência a pedido da Pfizer Brasil, revela ainda outros dados interessantes e, ao mesmo tempo, assustadores.

Por exemplo: 30% dos entrevistados afirmam que, caso tivessem, menosprezariam sintomas como inchaço, rigidez, aumento da temperatura e vermelhidão nas articulações e não buscariam ajuda médica, e apenas 47% dos que disseram sentir dor constante, no mesmo local e por mais de três meses, foram atrás de orientação —destes, só 4% foram a um reumatologista.

A automedicação foi a atitude mais citada para tentar solucionar o problema (40%), acompanhada da postergação do tratamento (13% não procuraram nenhuma solução e permaneceram com dor).

Quando perguntados sobre os fatores relacionados ao desenvolvimento das doenças reumáticas, 62% apontaram erroneamente a falta de cálcio, 61% o carregamento de peso e 56% estar acima do peso corporal saudável.

Quanto às consequências das patologias, 78% não sabiam das suas características incapacitantes.

E em se tratando especificamente da artrite reumatoide, a pesquisa aponta que 54% dos brasileiros não conhecem ou têm visões erradas sobre o tratamento, negando, inclusive, a possibilidade de existirem diferentes tipos de terapias.

Fonte: Viva Bem Uol.

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Há qualidade de vida após cirurgia para artrose

Se você tem algum problema de artrose ou qualquer outra questão de saúde envolvendo dor nas articulações, esta entrevista do Quadro ‘Saúde em Foco’, pelo Canal BOL. muito lhe interessa. E para falar sobre a prótese ortopédica (artroplastia) o Canal BOL convidou o médico Felipe Hermont Hermes da Silva, membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia .

Qual o tratamento inicial para artrose?

Sendo a artrose degenerativa ou até mesmo reumática, os pacientes são submetidos inicialmente ao tratamento conservador ou seja, os tratamentos não cirúrgicos

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medicação anti-inflamatória ou analgésica fisioterapia

fortalecimento muscular

O que deve ser observado para que seja indicada a artroplastia? queda da qualidade vida

dor crônica intratável

depender de uso de muletas

dificuldade para executar as atividades do dia a dia artrose já no estágio mas moderado/avançado Idade mínima em média de 55 anos

Existe contraindicações ?

O médico explica que “se o paciente tem uma doença que pré-favorecer uma complicação no pós-operatório, a gente vai pesar na balança o risco-benefício, não vale a pena correr o risco de fazer uma prótese joelho e esse paciente sofrer algum mal maior”. Veja abaixo algumas coisas que precisam ser observadas:

infecção ativa (seja uma infecção no joelho ou não) problema cardiológico grave

idade avançada fraqueza muscular

doenças neurológicas que têm perda de função nos membros inferiores

“É muito interessante falar sobre esse tema porque cada vez a população está vivendo mais, e tem que se pensar na qualidade de vida? Porque não adianta a gente chegar lá na frente e não ter a qualidade de vida, que vai desde se levantar de um sofá ou até mesmo a capacidade de fazer o uso de uma caminhada, ou ter alguma atividade do dia a dia prejudicados pela pela artrose de joelho ou pela artrose quadril. Então, com as técnicas novas e essas artroplastias sendo bem indicadas, a gente devolve ao paciente a qualidade de vida para poder exercer suas funções rotineiras” conclui o ortopedista.

Assista o vídeo completo e veja os comentários do médico sobre a indicação da prótese de quadril e sobre a volta de atividades físicas e do dia a dia após a cirurgia.

Fonte: Barbacena online.

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Tratamento da Artrose no Joelho

A osteoartrose (artrose) é a doença do joelho que mais causa dor e dificuldade de locomoção, gerando diminuição da qualidade vida.

Nossos objetivos como tratamento são: impedir seu surgimento, atrasar sua progressão e ter uma articulação sem dor e com movimentos próximos do normal. Trata-se de uma alteração degenerativa, inflamatória e de caráter irreversível. O ideal seria a prevenção, mas como isso nem sempre é possível, vamos falar sobre seu tratamento. Podemos dividir os planos de tratamento em dois grandes grupos: tratamento não cirúrgico e tratamento cirúrgico. A indicação da melhor opção de tratamento depende de vários fatores, mas, os principais são: idade, peso, grau de atividade de vida diário, deformidade nas pernas, comorbidades, como artrose em outras articulações, hipertensão arterial e diabetes.

Vamos focar mais nos tratamentos não cirúrgicos, entre eles: 1. Mudanças nos hábitos de vida:

• Diminuição de sobrecarga; • Perda de peso;

• Hidroterapia; • Fisioterapia;

• Fortalecimento muscular; • Uso de palmilhas e órteses; • Bengalas e andadores.

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inflamatório na artrose de joelho.

3. Infiltrações intra-articulares: Sua principal indicação é no controle da dor e diminuição do processo inflamatório em casos específicos, principalmente quando não respondem às medicações orais.

Não existe nenhum tratamento satisfatório, se não for muito bem discutido entre o paciente e seu ortopedista. O melhor tratamento, principalmente nos casos leves de artrose, ainda são as mudanças nos hábitos de vida e um acompanhamento periódico com seu ortopedista.

Fonte: Medical Saúde.

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Entenda o impacto da artrose no joelho na qualidade de vida

Especialista em cirurgias do joelho e traumas do esporte, explica que o diagnóstico precoce é importante e faz toda a diferença

A artrose é uma das principais causas de prejuízo na qualidade de vida das pessoas.

Quem já viveu crises de dor sabe o quanto ela pode limitar a vida e as atividades cotidianas e a artrose é uma das grandes vilãs nesses casos.

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Perder a liberdade de ir e vir, de realizar suas atividades diárias, as alterações do humor, ganho de pesoe problemas metabólicos causados pela falta de atividade física, são só alguns dos prejuízos causados em função das dores que a artrose impõe.

A boa notícia é que com a ajuda de um bom

especialista, acompanhamento com a medicação adequada, cuidados e um trabalho multidisciplinar, consegue-se intervir e melhorar a qualidade de vida do paciente, devolvendo-lhe liberdade e habilidade para funções antes limitadas e até mesmo já extintas de seu dia a dia- É o que garante o Dr. Samuel Lopes, Médico Ortopedista, Especialista Em Cirurgia Do Joelho.

Mas Afinal, O Que É A Artrose?

Para começar, muita gente tem dúvidas sobre o que é a artrose e acaba confundindo com a artrite, pois elas são doenças muito comuns e que comprometem muito a qualidade de vida do paciente.

“Elas apresentam sintomas muito semelhantes e podem, em alguns casos fazer parte do quadro clínico do mesmo paciente. Entretanto, existem algumas características particulares de cada uma delas.”-explica o Dr. Samuel Lopes.

A artrose é a forma mais comum da artrite. É um processo de desgaste das articulações, em que ocorre uma degeneração progressiva da cartilagem que recobre as extremidades ósseas, podendo ser descrita também como osteoartrite ou osteoartrose. Daí vem um pouco das dúvidas sobre a correta denominação da doença pelos pacientes.

Como dito, a artrose se caracteriza pela degeneração progressiva da articulação e pode evoluir para deformidades e comprometimento da função. Ela é muito comum nos joelhos, mas também ocorre nas mãos, coluna e quadris.

O processo de degeneração é inerente ao envelhecimento e acima dos 65 espera-se encontrar sinais de

artrose na maioria das pessoas, em especial as mulheres

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estima-se uma prevalência de mais de 80%. Mas o que Causa a Artrose?

O Dr. Samuel Lopes explica: “Existem dois tipos principais: As Artroses Primárias ou idiopáticas, que são aquelas que não tem uma causa definida. Pode até existir alguns fatores que podem contribuir para a artrose, mas, no geral, não associamos a origem da artrose à algum problema específico. E existem as Artroses Secundárias, que estão associadas a alguma doença, seja a artrite reumatoide, a artrite psoriásica, ou um histórico de traumas e fraturas, que podem desencadear o processo de degeneração e o desgaste da articulação.”

O Dr. Samuel Lopes ressalta que na artrose, existe um caráter inflamatório na gênese da doença, mas fatores como o excesso de peso, hereditariedade e lesões prévias no joelho, também podem estar relacionadas ao seu aparecimento.

A dor é o principal sintoma da artrose do joelho e em geral é o que leva o paciente a procurar o ortopedista. Além da dor pode-se observar deformidades do joelho, limitações do movimento e comprometimento da marcha e das atividades cotidianas.

O tratamento tem por objetivo aliviar a dor e restabelecer a função da articulação acometida, bem como a qualidade de vida.

Por isso, o paciente passa por avaliação especializada com o ortopedista, acompanhado de um fisioterapeuta, um educador físico e outros profissionais como o médico da dor, em casos específicos.

O tratamento inicia-se pela mudança de estilo de vida

com a realização de atividade física regular e a busca pelo peso adequado. Também é necessário que o paciente receba orientações para realização de atividades diárias cotidianas, pois elas também são importantes e impactam no controle da dor.

O tratamento medicamentoso faz parte do arsenal utilizado. Medicamentos analgésicos são muitas vezes necessários e devem ser usadas sob orientação médica. O uso de anti-inflamatórios não-esteroidais deve ser evitado, em especial por período prolongado, uma vez que traz inúmeros malefícios e riscos à saúde do paciente.

Naqueles pacientes em que a artrose gera limitações e dor importantes e não há resposta ao tratamento clínico, opta-se por uma intervenção cirúrgica, a colocação de prótese no joelho.

Neste procedimento realiza-se a substituição da superfície articular do joelho, removendo a cartilagem desgastada por componentes metálicos. Para sua realização é fundamental uma avaliação ortopédica adequada por um cirurgião de joelho e deve haver uma boa interação médico-paciente.

O Dr Samuel Lopes ainda ressalta que é importante buscar o diagnóstico precoce. Isso possibilitará um tratamento melhor e controle da doença e seus sintomas desde cedo, o que fará muita diferença na vida

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do paciente. Por fim devemos nos lembrar dos cuidados preventivos que todos devemos ter sempre.

Dr. Samuel Lopes é Médico ortopedista, especialista em cirurgias

do joelho e trauma do esporte. Membro efetivo da sociedade Brasileira de Ortopedia (SBOT), Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho (SBCJ) e da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte.

Chefe do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Santa Casa de Juiz de Fora – MG. Reabilitação -Tratamento – Ortopedia – Medicina Esportiva – Saúde

Site: www.drsamuellopes.com.br

Instagram@ drsamuellopes

Canal Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCjyIdBIYxiFKYzGsm8wdbEg

Fonte: Assessoria de Imprensa.

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Osteoartrite no quadril: dor pode irradiar para a coxa, nádegas e virilha

Dor no quadril e diminuição da amplitude do movimento são os sintomas mais comuns da osteoartrite, doença degenerativa crônica, que provoca o desgaste das cartilagens dos ossos e que também é mais conhecida como artrose. Trata-se de uma das mais comuns doenças reumáticas que, ao contrário do que se imagina, não é exclusivo da terceira idade.

A dor pode irradiar para a coxa e joelho

“A osteoartrite do quadril progride gradualmente, até que seus efeitos passem a ser percebidos, podendo chegar a afetas as atividades diárias. É muito comum que o paciente sinta dor no quadril, na virilha, nas costas e na coxa também. Dor e rigidez na virilha, nas nádegas ou na coxa são sinais de osteoartrite do quadril. A dor pode irradiar para a coxa e a osteoartrite no quadril pode até mesmo causar dores no joelho. O desconforto geralmente é maior pela manhã, quando levantamos, mas pode ser maior ao participarmos de atividades esportivas ou após grandes esforços físicos, como uma grande caminhada”, explica o reumatologista Camilo Tubino, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ele, outra consequência da doença no quadril é a diminuição da amplitude do movimento. “Quem tem osteoartrite no quadril pode ter dificuldade, por exemplo, para separar as pernas, prolongá-las para trás ou mesmo sentar com as pernas cruzadas. Atividades absolutamente simples e cotidianas, como vestir meias, calçar sapatos e cortar as unhas dos pés, podem se tornar um verdadeiro suplício”, destaca o médico do CREB. “A inatividade piora o quadro, porque os quadris podem ficar mais rígidos após, por exemplo, um longo período de tempo sentado. O importante é que ao menor sinal de dor no local, é preciso procurar um especialista”, finaliza o Dr. Camilo.

Fonte: Creb/Panorama Farmacêutico.

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Quem tem osteoartrite deve evitar subir muitos lances de escada?

A cartilagem que reveste as superfícies das articulações tem como função evitar que haja atrito entre os ossos. No entanto, o desgaste das cartilagens provocado pela osteoartrite, uma doença degenerativa, leva a um quadro em que há uma progressiva diminuição do amortecimento do impacto produzido pelo movimento do corpo. Será que fazer esforço ao subir muitos lances de escada pode ser prejudicial para quem tem osteoartrite? Descubra!

Segundo a reumatologista Licia Mota, pacientes com a doença podem precisar de ajuda ao subir escadas, especialmente por causa da sobrecarga das articulações. “Quem tem osteoartrite de joelho pode ter uma redução da amplitude do movimento dessa articulação. Isso pode levar, pela dor ou pela rigidez, a uma dificuldade de flexionar o joelho e atrapalhar o indivíduo na hora de subir e descer escadas”, explica a médica.

Exercícios de fortalecimento podem ajudar em casos de osteoartrite

O enfraquecimento da musculatura também pode comprometer a estabilidade e o equilíbrio necessários para realizar esse movimento. “É necessário que seja feita uma atividade de fortalecimento adequada, trabalhando o quadríceps, os glúteos e a estabilização do quadril. Além do fortalecimento, é importante que o indivíduo use o corrimão para evitar acidentes que podem gerar fraturas e até complicações mais graves”, alerta a especialista.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), os exercícios podem melhorar o desempenho funcional das juntas, principalmente nos casos em que há instabilidade articular, prevenindo possíveis fatores que podem agravar a doença, como o sedentarismo. O fortalecimento da musculatura anterior da coxa e as práticas capazes de melhorar a postura são os exercícios mais indicados pela SBR.

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Atividades físicas devem ser feitas com acompanhamento médico

Os exercícios físicos ajudam no tratamento e na diminuição dos sintomas, mas se forem feitos sem orientação podem causar lesões e intensificar o quadro de osteoartrite. Por isso, é fundamental ter o acompanhamento com um profissional especializado. Além de subir escadas, outras atividades comuns do cotidiano também podem ocasionar complicações e devem ser igualmente orientadas. “Um profissional especializado, como o terapeuta ocupacional, pode auxiliar o paciente a fazer as atividades do dia a dia com um grau de proteção articular adequado”, recomenda Dra. Licia.

Dados da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)

Fonte/Foto: Cuidados Pela Vida/Getty Images

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Você sabe diferenciar artrite, tendinite e artrose?

A artrite, a artrose e a tendinite são doenças com sintomas similares que podem confundir o paciente. Vejas as principais diferenças:

Artrite reumatoide

É uma doença inflamatória crônica de origem autoimune e de causa ainda desconhecida, que atinge as articulações das mãos, punhos e pés, causando dores, deformidades progressivas, rigidez articular, incapacidade funcional e o desgaste ósseo.

Aqueles que realizam fisioterapia bem orientada e praticam atividade física regular apresentam diminuição de dor e a melhora da função articular, previnindo o surgimento de deformidades ainda piores. O tratamento também é importante para adaptar o paciente ao meio e melhorar a qualidade de vida.

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Tendinite

Inflamação ou inchaço do tendão que causa dor intensa na realização de tarefas diárias, como usar o computador ou ao tentar alongar a parte do corpo que está com o tendão afetado.

As causas para o surgimento são diversas, como falta de alongamento muscular, postura inadequada e movimentos repetitivos. Permanecer muito tempo sentado sem se alongar e utilizando o mouse ou o tablet, por exemplo, podem acarretar a doença.

Bolsas de gelo, fisioterapia, repouso absoluto do local afetado e exercícios podem ajudar a aliviar as dores.

Artrose

A artrose é uma doença musculoesquelética caracterizada pela deterioração da cartilagem articular, levando a uma reativa formação óssea nas superfícies e margens articulares.

A degeneração articular muitas vezes está relacionada às forças excessivas aplicadas à articulação ou a falha do metabolismo articular, associado ao estilo de vida e ocupação.

O tratamento tem como principal objetivo a melhora da dor, manutenção da função articular, melhora da qualidade de vida e das atividades de vida diária.

Fonte: CCG /Orthomed Center Read More

Entenda o que é a Artrose

Segundo dados do Ministério da saúde, a artrose acomete 15 milhões de pessoas no Brasil. A artrose, também chamada de osteoartrose, é um fenômeno natural muito comum, por onde qualquer pessoa está suscetível. Trata-se do desgaste da cartilagem que reveste as nossas articulações. Esse desgaste ocorre conforme o ser humano vai envelhecendo, assim como o surgimento de rugas no rosto e as manchas na pele.

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A artrose pode causar dor nas articulações e rigidez articular. Começa de leve intensidade e aumenta com o tempo. Em casos graves, pode acontecer redução da mobilidade da articulação. As regiões do corpo com maior incidência são os joelhos, a coluna, o quadril, nas mãos e os dedos.

Os fatores de risco para essa condição são: * Idade avançada;

* Obesidade, gerando maior pressão sobre as articulações; * deformidades ósseas;

* Lesões em articulações causas po traumas, acidentes por exemplo; * Uso repetitivo das articulações por um longo período de tempo; * Histórico familiar.

A artrose ainda não tem cura definitiva. No entanto, existem opções de tratamento que ajudam bastante a reduzir a progressão da doença, fornecer uma melhora dos sintomas, ganhar força e mobilidade e permitir que o paciente possa viver uma vida ativa normal e com qualidade. O fisioterapeuta tem um papel fundamental nesse processo, sendo ele um profissional apto nesse tipo de intercorrência. Quanto mais cedo a artrose for diagnosticada, mais chances o paciente poderá, buscar as opções de tratamento mais adequadas para o seu caso.

Fonte: Atailton Mota – Fisioterapeuta – SPP News e Sociedade Brasileira de Reumatologia.

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Excesso de peso pode causar artrose precoce

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A obesidade é um fator cada vez mais preocupante nos dias de hoje, se antigamente alguém mais ‘gordinho’ era visto como saudável, hoje em dia isso não acontece mais, visto que o excesso de peso pode acarretar em várias outras doenças, a artrose por exemplo.

A artrose acontece quando a cartilagem, meniscos e ligamentos sofrem o desgaste. Esse processo pode ocorrer por predisposição genética, mas também pode ocorrer por uma ação mecânica e química causada pelo excesso de gordura e o peso excessivo.

O excesso de peso e o acúmulo de gordura, principalmente abdominal, é o que aumenta o desgaste, que é mais comum em pessoas acima dos 40 anos idade. As áreas mais atingidas por esse problema são coluna, quadril, joelhos, tornozelos e pés.

A artrose deve ser corretamente tratada para que a pessoa possa viver normalmente. Quase metade dos pacientes que são diagnosticados com essa doença relatam não realizar atividades físicas, por causa das dores sentidas, o que ajuda no ganho de peso, e então a adoção de uma vida sedentária.

A obesidade e a artrose tornam-se assim, comorbidades doenças que trabalham juntas para piorar a condição do paciente.

Inicialmente tratam-se os sintomas com analgésicos, anti-inflamatórios, condro-protetores (medicação específica para proteção da cartilagem), bem como, realizando fisioterapia e hidroterapia. Um dos tratamentos mais eficazes e modernos para melhora da dor é a Viscosuplementação, que é a infiltração de ácido hialurônico dentro da articulação.

A intervenção cirúrgica é recomendada apenas nos casos mais graves. Observa-se cada vez mais o surgimento de casos de artrose em jovens com excesso de peso que necessitam de cirurgia, visto que o tratamento convencional não tem muito efeito nessa parcela da sociedade.

É importante lembrar que ao melhorar seus hábitos na alimentação eliminando peso facilita e auxilia no tratamento da artrose. Melhorando muito sua qualidade de vida.

Fonte: Noticias de Bento.

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Uso excessivo de celular e outros eletrônicos pode causar artrose

Enfermidade atinge a cartilagem da junção entre dois ossos e pode comprometer qualquer articulação do corpo

Você já teve a sensação de que as juntas dos dedos da mão estavam travadas e até mesmo um pouco inchadas? É possível que esse seja o primeiro sintoma de artrose, uma doença que provoca o desgaste das articulações. Se nada for feito, o desconforto no local tende a seguir aumentando. Nos casos mais sérios, as pessoas descrevem uma dor insuportável causada pela impressão de que um osso está “esfregando” no outro.

A artrose, ou osteoartrite, é uma enfermidade degenerativa que atinge a cartilagem da junção entre dois ossos e está geralmente associada ao envelhecimento, podendo comprometer qualquer articulação do corpo, mas principalmente as juntas das mãos, joelhos, coluna e quadris. Além da cartilagem, ela também danifica os ligamentos, a membrana e o líquido sinovial. O desgaste pode ser tão intenso que a movimentação da região acaba impedida.

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A execução de atividades repetitivas que exigem esforço constante das articulações é um dos fatores de risco para o surgimento, por vezes precoce, de distúrbios osteomusculares. Fatores genéticos e impactos na região contribuem para o surgimento da osteoartrite. Ela também pode ser consequência de doenças prévias, como obesidade, diabetes, gota, distúrbios hormonais e outros.

Artrose e o uso de eletrônicos

Um estudo do Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, chegou à conclusão de que pelo menos 40% da população mundial tem, ou terá, artrose entre os dedos e o punho. Além dos inchaços e dores, a doença pode dificultar o manuseio de objetos e causar deformações nos dedos, através da formação de nódulos.

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Diante disso, o uso desmoderado do celular, computador ou videogames pode piorar a situação Os polegares são os dedos mais utilizados na hora de navegar pelo smartphone ou jogar com controle. Já no computador, a necessidade de operar o mouse e teclado por várias horas, acaba causando dor nos dedos e pulsos. A postura errada durante o uso de eletrônicos também favorece o surgimento de artrose na coluna.

Durante a prática dessas atividades, o cérebro libera hormônios de prazer que inibem a dor e fazem com que o indivíduo continue na mesma posição por horas seguidas. Segundo especialistas, o tempo dedicado aos jogos deve ser no máximo duas horas, incluindo pausas para descanso e ingestão de líquidos.

Diagnóstico e tratamento

Infelizmente, a artrose não tem cura, mas pode ser controlada ou evitada. O tratamento da doença envolve a realização de exercícios, alongamentos, repouso, medicação e, em últimos casos, cirurgia com a finalidade de reconstruir ou ligar a articulação. O diagnóstico é feito por meio de radiografias para visualizar possíveis deformidades e exames de sangue.

O ideal é que uma pessoa apresentando os sintomas da osteoartrite procure um médico clínico geral que irá avaliar os sintomas e encaminhar para o médico ortopedista. Caso a situação esteja ocorrendo em várias articulações ao mesmo tempo, existe a possibilidade de ser reumatismo.

Fonte: Amazon Health . Read More

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Doença que afeta as articulações pode dificultar movimentos simples do dia a dia

A artrose nas mãos começa com uma sensação de que as juntas dos dedos estão ressecadas, como se estivessem travadas ou até mesmo um pouco inchadas. Se nada for feito, com o tempo, vem um grande desconforto.

Afinal, esta doença provoca o desgaste das articulações e, assim, aumenta o atrito entre os ossos, que acaba causando dor e dificuldade para realizar movimentos simples no dia a dia – como segurar objetos ou escrever. Nos casos mais avançados, há ainda a formação de nódulos duros nos dedos, provocando deformações.

O que causa artrose nas mãos?

Assim, a artrose pode ser bastante limitante, principalmente quando atinge as duas mãos, sendo mais comum em idosos e em mulheres na menopausa, devido ao envelhecimento da cartilagem. Além disso, ela também pode acometer pessoas que realizam atividades que exijam frequentemente as articulações das mãos, como o trabalho doméstico, por exemplo.

Doenças inflamatórias, autoimunes ou genéticas também podem favorecer a rigidez das mãos, resultando em artrose. Entretanto, em tempos de era digital, não é incomum ver essa patologia em pessoas jovens e saudáveis, já que essa doença também está associada ao uso excessivo de celular ou computador.

Uma pesquisa recente, desenvolvida pela Universidade de Gothenburg, na Suécia, mostrou que existe uma relação direta entre o uso frequente de celulares e o surgimento de dores nas mãos – sendo que o polegar é o mais prejudicado.

Na análise, foi constatado que os movimentos altamente repetitivos dos dedos têm sido identificados como um potencial fator de risco para o aparecimento de distúrbios osteomusculares – o que pode levar a um quadro de artrose precoce.

Como tratar a artrose nas mãos

Tanto o diagnóstico quanto o tratamento inicial da artrose nas mãos é clínico, feito através de medicamentos anti-inflamatórios, analgésicos, imobilização e reabilitação. Medicamentos protetores de cartilagem também podem retardar o processo de desgaste e, consequentemente, diminuir a dor.

Em casos mais avançados, é melhor que seja realizada uma intervenção cirúrgica , cujo método depende da articulação envolvida e também do grau da artrose.

Dentro da fisioterapia, também existem diversas técnicas que podem ser utilizadas em casos de artrose, como terapia a laser, exercícios e massagens fisioterapêuticas. O objetivo principal desses métodos é fortalecer os músculos ao redor dessas articulações.

Geralmente, são indicados exercícios leves e de baixa intensidade para este fim. Vale destacar ainda que a fisioterapia deve ser associada com outros métodos terapêuticos para complementar o tratamento e atingir o melhor grau de recuperação.

Além disso, algumas medidas de prevenção também são fundamentais para evitar e/ou retardar o surgimento da doença. Entre essas ações está o controle das atividades exercidas no cotidiano, que deve incluir pausas para descanso e alongamento das articulações dos dedos e punhos.

Fonte: Z1 Portal. Read More

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As causas e tratamentos para a artrose das mãos e dedos

Dr. Rafael Fonseca dá dicas importantíssimas para possíveis tratamentos para a artrose nas mãos e dedos em praticantes de Jiu-Jitsu e Judô;

A artrose das mãos e dedos em atletas/grapplers de Judô e Jiu-Jitsu é algo que começa com uma sensação de que falta óleo nas juntas. Elas parecem ficar meio travadas e até um pouco inchadas. Se nada for feito, com o tempo, vem a dor. Nos quadros avançados, o incômodo é excruciante, algo como se fosse osso se esfregando com osso.

A artrose é uma degeneração que começa na cartilagem, entre as juntas e os ossos, um processo que passo a passo vai dificultando a movimentação articular, e a fricção aumenta a tal ponto que fica quase impossível mexer os dedos. É importante considerar dois pontos em relação a exercícios e osteoartrose ou osteoartrite:

1) A osteoartrite como conseqüência de exercícios físicos; 2) A participação dos exercícios no tratamento da osteoartrite;

A nutrição de uma articulação depende de sua atividade dentro de limites fisiológicos. Ou seja, a produção e qualidade do líquido sinovial que lubrifica a articulação é dependente do tipo de estímulo que a mesma sofre. Portanto, a atividade funcional dentro de certos limites de uma articulação é fundamental para a sua saúde. A inatividade ou o trauma excessivo são nitidamente prejudiciais.

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Uma articulação pode sofrer através de um trauma agudo ou crônico. O trauma crônico corresponde a uma atividade repetitiva que excede a capacidade que a junta tem de se proteger ou de reparar, através de seus músculos satélites, cápsula e tendões, fazendo com que a cartilagem receba forças excessivas que não está preparada para absorver. Há atividades de trabalho e desportivas, principalmente em atletas que são grapplers, ou seja, da luta agarrada, que muito exigem de quem os pratica, em que o uso repetitivo das juntas é habitual e que podem determinar dano articular.

Os atletas de elite estão em alto risco de desenvolvimento posterior de artrose nas juntas que recebem carga. Do mesmo modo, os jogadores de futebol, mesmo aqueles sem história de traumatismos significativos, têm maior risco de desenvolverem artrose de joelho e quadril tardiamente.

A atividade física habitual, vale ressaltar, não aumenta o risco de artrose das articulações para homens e mulheres.Algumas pessoas apresentam maior risco de desenvolver artrose.

Através da atividade física, é fundamental levar em consideração indivíduos que têm fraqueza muscular, anormalidades neurológicas, desvios angulares das mãos e dedos, bem como alterações anatômicas, diferença significativa de comprimento dos membros, alterações articulares hereditárias ou congênitas (displasias) e praticantes de múltiplos exercícios excessivos e repetitivos dos membros superiores, o que provavelmente acaba acelerando o desenvolvimento de osteoartrite dos dedos e das mãos.

Deste modo, é importante avaliar a existência das anormalidades citadas em indivíduos que se dispõem a executar exercícios com sobrecarga, com a finalidade de orientá-los, caso elas existam, a desempenharem atividades físicas que não sobrecarreguem as articulações, podendo ser utilizado algum dispositivo de proteção dos dedos ou mesmo órteses. Do mesmo modo, isto é válido para indivíduos que sofreram dano de ligamentos, tendões ou cápsulas que estão sujeitos a um desenvolvimento acelerado de artrose das articulações que suportam carga.

Então, o que fazer?

Cessar a prática esportiva ou não realizar mais o movimento não faz parte do tratamento da artrose. Algumas práticas podem favorecer a evolução mais benigna da artrose dos dedos, trazendo menos dor para o lutador, porém, podem não possibilitar a cura do problema e nem vão interromper o processo de desgaste da articulação. Entre essas práticas, podemos citar:

Estimular os treinos sem quimono: Treinos sem quimono oferecem descanso para as pegadas intensas no pano do quimono. Caso você esteja num período de crise, vale a pena intercalar os treinos ou mudar seu jogo.

Evitar treinos de competição: Durante as fases de maior atividade de dor, evite ficar forçando a pegada mais dura ou até mesmo as quebras constantes na sua pegada. Você também não precisa brigar pela pegada sempre. Se mantenha ativo e deixe o seu Jiu-Jitsu fluir.

Fortalecimento Muscular: Um bom fortalecimento em academia das musculaturas do antebraço, que envolvem a pegada, farão extrema diferença no resultado final. Normalmente é um treino deixado para segundo plano.

Gelo ou Crioterapia: O gelo local melhora o processo inflamatório, principalmente após as lutas, suavizando a dor. Medicações anti-inflamatórias: O uso crônico de anti-inflamatórios é prejudicial a qualquer pessoa. Seu uso deve ser restrito apenas na indicação médica, pois seus efeitos adversos podem ser muito maiores que a própria dor. Além de gastrite, disfunções renais, hepáticas, pancreáticas e todos os demais efeitos colaterais, trabalhos mostram que seu uso faz com que haja uma síntese inadequada do colágeno tipo II, o colágeno mais resistente e protetor da articulação. Ou seja, o uso indiscriminado do remédio acaba piorando a artrose no longo prazo.

Uso de condroprotetores: Substâncias como glucosamino, condroitina, colágeno e extrato saponificado do abacate podem melhorar a dor articular em alguns atletas, porém, ainda não temos fortes evidências científicas do seu uso.

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Antioxidantes: Algumas substâncias antioxidantes como o Ômega 3 costumam melhorar o processo inflamatório e as dores quando usadas no longo prazo.

Órteses: As órteses fazem parte do tratamento não medicamentoso da Artrose e podem contribuir de forma significativa para a diminuição da inflamação e melhora do movimento, além de ajudar a prevenir as deformidades.

Fisioterapia: É de suma importância para melhorar o arco de movimento, reestabelecer disfunções do membro, eliminar processos álgicos e reduzir edemas, melhorando a rigidez e a inflamação na região afetada.

Acupunctura: Este tratamento tem se mostrado um aliado eficaz no combate às dores. Porém, semelhante aos medicamentos, seus efeitos tendem a não ser duradouros, sendo bem indicados para alívio temporário da dor.

Cirurgias: A cirurgia de artrose nas mãos é um procedimento de exceção, utilizado quando o paciente não responde bem aos tratamentos mais conservadores, que podem variar desde uma limpeza articular passando por uma substituição articular (artroplastia), podendo chegar a uma fusão articular (artrodese).

* Por Dr. Rafael Fonseca

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Artrose nas mãos é comum, mas pode ser evitada

É provável que já tenha ouvido falar dela, a osteoartrite, mais conhecida como artrose, é uma doença que atinge as articulações. Ela degenera as cartilagens, sem as quais um osso fica, repetidamente, se chocando contra o outro, o que não é bom, e ainda causa alterações das estruturas ósseas vizinhas. De acordo com o CDC (Centro de Controles e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos, 40% da população mundial tem ou terá artrose entre os dedos e o punho.

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que acompanham essa doença. “Nas mãos, a base do polegar é o ponto que mais sofre com o estresse mecânico e, por isso, é o que mais preocupa os médicos, pois tem mais chance de não responder aos tratamentos menos invasivos”, explica o Ortopedista Dr. Bruno de Biase.

O especialista diz que ao longo da vida e do uso das articulações, é normal ocorrer esse desgaste das cartilagens. O que torna isto um problema mais grave é quando acontece de forma precoce. “Algumas doenças como fraturas, lesões ligamentares, infecções e doenças reumatológicas podem predispor ao desenvolvimento de artrose precoce. É o que os médicos chamam de artrose secundária. São situações que podem levar estes jovens a tratamentos mais complicados e terem prejudicadas suas funções motoras numa fase muito ativa da vida”, explica.

Neste caso, o melhor é prevenir – já que é uma doença sem cura – e é possível começar pelo estilo de vida. Segundo uma investigação da Universidade de Surrey, da Inglaterra, o sedentarismo e dieta desequilibrada aumentam os níveis de ácido lático no corpo, composto que, em abundância, contribui para a inflamação das juntas. “Cenário propício ao surgimento da artrose”, explica a fisioterapeuta Dra. Gislaine Milena Marton, da clínica Quality Fisio & Pilates.

“Além da necessidade de investir em hábitos que colaborem com a qualidade de vida para retardar a manifestação dos sintomas, a fisioterapia, por exemplo, também é uma aliada para o tratamento e prevenção, pois trabalha com ênfase no fortalecimento de músculos e articulações, protegendo-os assim”, conta.

A especialista esclarece que isso é muito importante porque músculos fortes suportam mais os movimentos de uma articulação que possa sofrer alguma degeneração das cartilagens. “Além disso, a fisioterapia melhora as funções mecânicas e ajuda o paciente a ter consciência corporal, proporcionando uma noção maior dos movimentos e de como executá-los, evitando assim, submeter as articulações a um estresse desnecessário ou ainda maior”, completa.

Trabalhos que exigem muito dos dedos também estão associados ao surgimento precoce de artrose, isso inclui uso abusivo de smartphones, inclusive. Por isso, a fisioterapeuta indica ainda um cuidado diário para evitar dores nas articulações, como fazer uma pausa a cada 50 minutos de trabalho e não forçar seus limites. Isso pode evitar graves problemas no futuro.

Sobre a Quality Fisio e Pilates

Promover bem-estar físico e emocional, e uma vida sem dor na qual praticamente tudo é possível, esse é o compromisso da Quality Fisio & Pilates, localizada em Alphaville. Há 29 anos, a clínica oferece serviços variados que vão de RPG, Pilates, Liberação Miofascial, Treinamento Funcional a exercícios específicos para gestantes, atletas, melhor idade e adultos, bem como bebês com patologias do sistema nervoso. Tudo isso devido ao conjunto que compreende fisioterapeutas altamente qualificadas, moderna estrutura e tratamentos inovadores.

Fonte: Assessoria de imprensa. Read More

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Investigadores comprovam que combinação de dois medicamentos pode

reverter osteoartrite

Uma equipe internacional de investigadores comprovou que a combinação de dois medicamentos experimentais poderá reverter a osteoartrite, um problema articular que afeta quase 250 milhões de pessoas em todo o mundo, foi divulgado esta terça-feira. Testes estão atualmente a ser realizados em ratos, mas também em células isoladas de cartilagem humana e a descoberta é um passo importante na luta para encontrar uma cura para a osteoartrite.

A pesquisa, cujos resultados foram publicados na revista “Protein and Cell”, foi dirigida pelo professor Pedro Guillem, da clínica Centro, em Madrid, e Juan Carlos Izpisúa, do Instituto Salk, da Califórnia, e cientistas da Universidade Católica de San Antonio de Murcia (UCAM); da Clínica Hospitalar de Barcelona; da Academia Chinesa de Ciências e da Universidade de Harvard.

As pessoas que sofrem de osteoartrite têm muito poucas opções de tratamento, afirmou hoje o investigador da Clínica Centro, num comunicado à imprensa, enfatizando que não existem medicamentos aprovados que possam impedir ou interromper a progressão da osteoartrite.

“Os tratamentos atualmente usados têm como objetivo reduzir a dor, a inflamação e a incapacidade, retardando o desgaste da cartilagem e a progressão da doença, mas não curam e a cirurgia de substituição articular é inevitavelmente utilizada”, explicou Pedro Guillén.

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tratamento da osteoartrite, levando em consideração que cada um desses medicamentos experimentais separadamente moderou os sintomas da doença. “Acreditamos que, combinando essas duas moléculas, que funcionam de maneiras diferentes, talvez possamos obter um resultado melhor”, explicou Paloma Martínez-Redondo, investigadora associada do Instituto Salk.

Esta é uma doença crônica e degenerativa que afeta as articulações e leva ao aparecimento de dores e dificuldades que podem incapacitar seriamente as pessoas que sofrem com a enfermidade, lembram os cientistas.

Na investigação divulgada hoje, os investigadores provocaram osteoartrite no joelho de ratos jovens e injetaram os dois medicamentos experimentais na articulação desses animais. Seis semanas após o tratamento, os ratos que receberam as moléculas terapêuticas mostraram uma recuperação da cartilagem.

Os cientistas observaram que a cartilagem do joelho dos ratos era mais espessa, menos células morreram, houve outras que proliferaram ativamente e a doença reverteu para uma forma “leve” de osteoartrite (grau I) e nenhum efeito colateral negativo foi observado. Pelo contrário, os ratos que não receberam tratamento apresentaram osteoartrite mais grave nos joelhos e a doença progrediu do grau II para o grau IV, o grau máximo da doença.

“Desde a primeira vez que testamos essa combinação de drogas experimentais em apenas alguns animais, vimos uma grande melhoria”, disse Isabel Guillen, investigadora associada do instituto Salk e coautora do novo estudo.

Para testar se a combinação desses medicamentos experimentais também melhorou a osteoartrite em humanos, os autores do estudo trataram células isoladas da cartilagem articular humana e também obtiveram bons resultados. “Esses bons resultados obtidos em culturas de células humanas são uma boa indicação de que o tratamento pode funcionar em pacientes”, explicou Martínez Redondo.

“O que é realmente encorajador na descoberta é que a terapia é potencialmente fácil de traduzir para a clínica”, disse o investigador Juan Carlos Izpisua, professor do Laboratório de Expressão Genética do instituto Salk.

A equipe de investigadores planeja desenvolver uma segunda fase para aprofundar o conhecimento do tratamento combinado desses dois medicamentos experimentais e também determinar se a combinação de medicamentos pode impedir o desenvolvimento de osteoartrite antes que os sintomas se desenvolvam.

Fonte: Expresso português.

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Osteoartrite, Osteoporose e Sarcopenia

Simpósio reuniu fisiatras, ortopedistas, reumatologistas brasileiros, além do especialista científico e professor britânico, Dr. Ali Mobasheri

O resultado de um estudo realizado pelo Grupo de Estudos em Osteoartrite, Osteoporose e Sarcopenia, foi apresentado durante o 1º Simpósio GEOOS, organizado pelos fisiatras Dra. Pérola Grinberg Plapler (pelo IOT-HC) e Dr. Cyro Scala (pela Santa Casa de São Paulo), com o apoio de toda a diretoria do GEOOS. O evento, que contou com a presença de médicos brasileiros e do médico britânico Dr. Ali Mobasheri, considerado um dos nomes mais respeitados mundialmente no meio científico e acadêmico quando se trata de osteoartrite, aconteceu no Núcleo de Inovação Tecnológica do HCFMUSP, em São Paulo, com o objetivo de fomentar iniciativas de caráter científico, focadas na atenção interdisciplinar para prevenção e tratamento das doenças.

Durante o simpósio, os especialistas reforçaram a preocupação com o número crescente de pessoas que não leva a sério as dietas, o estilo de vida e a prevenção de doenças. Conforme pesquisas, foram exibidas algumas estatísticas de prevalência sobre a osteoartrite no Brasil, onde foi revelado, entre outros importantes resultados, que 33% da população brasileira tem a doença, sendo indivíduos maiores de 25 anos de idade, 40,2% homens e 59,8% mulheres. Segundo a OARSI (Osteoarthritis Research Society International), a osteoartrite é uma doença das articulações caracterizada pela degeneração das cartilagens, associada à inflamação da articulação. No Brasil, é responsável por 7,5% de todos os afastamentos do trabalho, sendo a segunda maior causa, e é a quarta a determinar a aposentadoria (6,2%), já que a prevalência entre os idosos é enorme. Depois dos 65 anos, 85% das pessoas apresentam evidência radiográfica de osteoartrite.

Com o tema “Emerging supplements for osteoarthritis and joint health”, o simpósio para o Dr. Ali Mobasheri, teve como objetivo estabelecer um novo fórum para discussão e divulgação das pesquisas mais recentes sobre a

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Osteartrite, e debater as diretrizes de tratamento recentemente introduzidas para o manejo clínico da doença. “Quando enviei minha manifestação e declaração pessoal à presidência da Osteoarthritis Research Society International (OARSI), deixei claro que trabalharia duro para tornar a OARSI mais internacional e construir novos relacionamentos e vínculos com o Brasil e a Índia. Nos últimos 12 meses, demonstrei meu compromisso com a comunidade de pesquisa no Brasil, com inúmeras visitas ao país, discutindo e, junto com a equipe médica brasileira, pesquisando sobre a Osteartrite”, revela o especialista do Reino Unido.

A carga mundial da doença é um problema enorme que aumenta a cada dia. No estudo de 2010, foi a décima primeira maior contribuidora para incapacidade. A Osteoartrite é a forma mais comum de doença do aparelho locomotor e uma das doenças mais crônicas, que afeta milhões de pessoas por todo mundo. “No Brasil, acredito que a incidência vai aumentar conforme a mudança demográfica, com o aumento da obesidade e do envelhecimento e, com isso, precisamos considerar que o sistema de saúde será afetado”, explicou Dr. Ali.

A Dra. Pérola ressaltou a importância do simpósio, que é pioneiro na área e reuniu diversos especialistas para discutir as três doenças, Osteoartrite, Osteoporose e Sarcopenia que muitas vezes caminham juntas. ”É fundamental que sejam realizadas pesquisas para que tenhamos mais compreensão dessas doenças e de como tratá-las. Temos observado que o tratamento das três, quando presentes, potencializa o tratamento de cada uma cada uma delas, valendo então a pena tratar todas ao mesmo tempo, para aumentar a qualidade de vida e diminuir a mortalidade”, explicou.

Fonte: Segs Saúde Read More

Osteoartrite: 70 % da população com mais de 65 anos tem a doença

De acordo com uma pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 70% a 80% da população com mais de 65 anos possui osteoartrite. A doença é considerada a terceira causa de afastamento de

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trabalho no Brasil pelo Ministério da Previdência Social e o Instituto Nacional de Seguro Social. No Brasil 12 milhões de pessoas possuem osteoartrite, doença inflamatória que afeta as articulações e é caracterizada por degeneração das cartilagens.

A doença representa cerca de 30% a 40% das consultas realizadas em ambulatórios de reumatologia. Segundo o ortopedista, Dr. Maurício Marteleto, a osteoartrite é uma doença multifatorial e está associada aos hábitos de vida moderna, como o sedentarismo e o uso frequente da tecnologia.

“Os hábitos de vida afetam o aparecimento e desenvolvimento da artrose, o sedentarismo agrava os sintomas, mas eles não são as causas principal da doença. Traumas, doenças metabólicas e predisposição genética devem ser considerados como causa”, acrescenta o médico.

Os principais sintomas da osteoartrite são as dores articulares, perdas de movimentos articulares, diminuição da amplitude de movimento, atrofia e encurtamento musculares. O diagnóstico da artrose é baseado nos sintomas, na observação médica e na avaliação radiográfica das articulações.

O raio-x mostra as deformações da articulação, o desgaste nas cartilagens e a formação de osteófitos, que são calcificações que aparecem nas áreas afetadas pela doença.

Para um diagnóstico mais precoce pode ser utilizada a ressonância magnética também. “As alterações vão aparecer no raio-x só após 10 anos da doença e na ressonância podemos ver o que vai acontecer no futuro daquela articulação garantindo um diagnóstico preciso e na fase inicial da doença”, explica o Dr. Maurício.

Assim que a doença é identificada o paciente possui diversos tratamentos que podem ser tratados como o uso de medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos para reduzir as dores, inflamação e incômodos articulares em geral. Apenas casos graves tem indicação cirúrgica. Para o Dr. Maurício Marteleto, a Ozionetarapia (técnica que usa o gás ozônio terapêutico – uma molécula altamente reativa e fugaz – dentro de uma mistura dos gases oxigênio e ozônio para fins terapêuticos) pode ser uma das técnicas empregadas para o tratamento.

Ela promove uma significativa melhora da doença e seus sintomas quando utilizada nas doses e concentrações corretas. “O ozônio permeia as áreas afetadas e exerce poderoso efeito anti-inflamatório e analgésico, além de descontaminar áreas periarticulares com acúmulo de toxinas, de desgaste precoce e inflamação. A técnica melhora a função da articulação”, conclui o médico.

Ozonioterapia

A Ozonioterapia é uma técnica que utiliza a mistura ozônio-oxigênio, ou ozônio medicinal, como agente terapêutico em um grande número de doenças. É uma terapia natural, com poucas contraindicações e efeitos secundários mínimos, se realizada corretamente.

Utilizada há quase um século na Alemanha, atualmente a Ozonioterapia é reconhecida pelos Sistemas de Saúde de diversos países do mundo. No Brasil, a Ozonioterapia foi introduzida em 1975 e desde então ganhou mais adeptos e atraiu o interesse de algumas universidades. Em março de 2018 a Ozonioterapia foi incluída pelo Ministério da Saúde como uma das 10 novas Práticas Integrativas e Complementares para ser utilizada no SUS.

Fonte: Terra Notícias

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Osteoartrite de joelho: qual melhor tratamento para dor a longo prazo?

Embora a osteoartrite de joelho seja uma doença crônica e progressiva, os agentes farmacológicos são estudados principalmente quanto aos efeitos em curto-prazo, gerando recomendações incertas no manejo da doença a longo prazo.

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Em 2018, o Jama publicou uma revisão sistemática e metanálise que reuniu informações de ensaios clínicos randomizados com análise de desfechos (dor, estrutura articular) de medicações para artrite de joelhos a longo prazo (>12 meses).

Leia mais: A osteoartrite está associada com maior risco de mortalidade?

O desfecho primário foi redução da dor em relação ao basal e desfechos secundários foram funcionalidade física e estrutura articular (avaliada através de radiografia -> estreitamento do espaço articular).

Resultados

47 ensaios clínicos randomizados foram incluídos na análise N = 22 037 pacientes – idade média 55-70 anos; 70% mulheres A duração dos ensaios variou de 1-4 anos

Categorias de medicações: analgésicos; anti-inflamatórios não-esteroidais (aines); antioxidantes; agentes com ação-óssea como bifosfonatos e ranelato de estrôncio, injeções intra-articulares de medicações como ácido hialurônico e corticosteroides; drogas sintomáticas de ação-lenta como glucosamina e sulfato de condroitina e “supostos modificadores de doença” como cindunistat e sprifermin.

31 intervenções foram estudadas para dor, 13 para funcionalidade e 16 para estrutura articular:

Associações com redução da dor foram encontradas para a droga: celecoxibe (-0,18) e a droga sulfato de glicosamina (-0,29) – mas havia uma grande incerteza para todas as estimativas versus placebo.

A associação com redução da dor permaneceu significativa apenas para o sulfato de glicosamina quando os dados foram analisados usando a diferença principal em uma escala de 0-100 e quando os ensaios de alto risco de vieses foram excluídos.

Associações com melhora no estreitamento do espaço articular foram encontradas para o sulfato de glicosamina (-0,42), sulfato de condroitina (-0,2) e ranelato de estrôncio (-0,2).

Discussão

Os aines são as medicações mais usadas para o tratamento de osteoartrite. São associados com efeitos moderados na dor comparados com placebo ou paracetamol nos ensaios com duração de 12 meses ou menos e são recomendados pelos guidelines internacionais. Entretanto, eles são recomendados para uso em curto-prazo ou intermitente devido às considerações de segurança.

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Nessa metanálise o celecoxibe foi o único aines associado com melhora da dor a longo-prazo porém o número de pacientes foi pequeno e a associação não foi observada após a exclusão de ensaios de alto risco de vieses.

Não houve associação do celecoxibe com melhora na funcionalidade física. Ele apresenta melhor tolerância gastrointestinal a longo prazo comparado aos aines não-seletivos e não foi associado com aumento de risco cardiovascular. Mesmo assim, devido a fraca associação com benefício versus placebo pode ser prematura a recomendação de qualquer aines além do tratamento a curto-prazo e intermitente.

Sulfato de glicosamina foi associado consistentemente com melhora na dor, funcionalidade e do estreitamento articular. Outras glicosaminas não foram associadas com benefício. Esse achado foi consistente com uma metanálise publicada previamente que incluiu principalmente estudos de curto-prazo.

Os resultados mostraram também que a combinação de injeções intra-articulares de ácido hialurônico e corticoides (geralmente usadas para exacerbações agudas de osteoartrite de joelhos) não apresentou associação com melhora da dor a longo-prazo.

Conclusões

Nessa revisão sistemática e metanálise de estudos com pacientes com osteoartrite de joelhos e ao menos 12 meses de seguimento houve incerteza a respeito das estimativas de efeitos para mudança de dor para todas as comparações versus placebo.

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Autor:

Janaina Santi Trentin

Médica formada pela Universidade Federal de Santa Maria • Residente de 2º ano de Medicina Interna do Hospital Universitário de Santa Maria • Médica Plantonista da UTI Adulto do Hospital São Francisco de Assis – Santa Maria – RS.

FONTE: PebMed

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O que é osteoartrite?

Existem cerca de 100 tipos diferentes de artrite. Em geral, artrite significa problemas com as articulações. Uma articulação é um ponto no corpo onde dois ou mais ossos se reúnem. Artrite também pode causar problemas no tecido perto das articulações, incluindo músculos, tendões e ligamentos. E, em alguns tipos de artrite, o corpo inteiro pode ser afetado. A osteoartrite (OA) às vezes é chamada de doença articular degenerativa, ou artrite por desgaste. É o tipo mais comum de artrite. Na OA, a cartilagem desaparece. Cartilagem é um tecido liso que cobre as extremidades dos ossos. Ele age como uma almofada e permite que eles deslizar suavemente uns contra os outros. Quando a cartilagem desaparece, o osso esfrega-se contra o osso. Isso causa dor, inchaço, rigidez e dificuldade em se mover. Os fatores de risco para o desenvolvimento de OA incluem obesidade, sendo mais de 40 anos, trauma

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articular prévio, uso repetitivo de articulação e uma história familiar de OA.

Sintomas

A OA pode afetar qualquer

articulação. As articulações que suportam peso, como os quadris e os joelhos, são freqüentemente afetadas. Alguns sintomas comuns são:

Dores nas articulações e rigidez.

A dor e a rigidez podem piorar com períodos de inatividade ou uso excessivo. Por exemplo, as pessoas com OA têm mais rigidez primeira coisa na parte da manhã (geralmente por menos de 30 minutos) ou após sessão por um período prolongado de tempo (ou seja, sentado em um filme). E, muitas pessoas têm mais dor em seus quadris ou joelhos se eles andam mais longe do que costumam fazer.

Músculos fracos

Unstable ou wobbly articulações

Ruídos de moagem ou crepitação com movimento Articulações com inchaço ou inchaço

Perda de amplitude de movimento, ou a capacidade de dobrá-los e endireitá-los

Se tiver alguma destas alterações conjuntas, marque uma consulta para ver o seu médico. Os dois podem trabalhar juntos para criar um plano de tratamento que pode ajudar a diminuir a sua dor e rigidez e evitar que os sintomas se agravem.

Fonte: My Health

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Uma perturbação articular

A artrose é uma perturbação crónica das articulações caracterizada pela degenerescência da cartilagem e do osso adjacente, que pode causar dor articular e rigidez. É a perturbação articular mais frequente, afetando em algum grau muitas pessoas por volta dos 70 anos de idade, tanto homens como mulheres. Contudo, a doença tende a desenvolver-se nos homens numa idade mais precoce.

artrose

Image not found or type unknown Persistem ainda muitos mitos sobre a artrose, por exemplo que é um

traço inevitável de envelhecimento; que conduz a incapacidades mínimas e que o seu tratamento não é eficaz. Embora a artrose seja mais frequente em pessoas de idade, a sua causa não é a simples deterioração que implica o envelhecimento. A maioria dos afetados por esta doença, especialmente os mais jovens, apresentam poucos sintomas ou nenhum; contudo, algumas pessoas adultas desenvolvem incapacidades significativas.

Em geral, os sintomas desenvolvem-se gradualmente e afetam inicialmente uma ou várias articulações (as dos dedos, a base dos polegares, o pescoço, a zona lombar, o dedo grande do pé, a anca e os joelhos). A dor é o primeiro sintoma, que aumenta em geral com a prática de exercício. Em alguns casos, a articulação pode estar rígida depois de dormir ou de qualquer outra forma de inatividade; contudo, a rigidez costuma desaparecer 30 minutos depois de se iniciar o movimento da articulação.

A articulação pode perder mobilidade e inclusive ficar completamente rígida numa posição incorreta à medida que piora a lesão provocada pela artrose. O novo crescimento da cartilagem, do osso e outros tecidos pode aumentar o tamanho das articulações. A cartilagem áspera faz com que as articulações ranjam ou crepitem ao mover-se. As protuberâncias ósseas desenvolvem-se com frequência nas articulações das pontas dos dedos (nódulos de Heberden).

Referências

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