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ACROMEGALIA. Manoel Martins

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Academic year: 2021

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ACROMEGALIA

Manoel Martins

[email protected] [email protected]

(2)

Acromegalia: definição



Doença causada pelo excesso crônico de GH

• Adultos: acromegalia

(3)
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(8)

Regulação da liberação de GH

(9)

Fisiologia

GHRH Somatostatina GH IGF-1 Adipócitos Adipócitos Músculo Músculo Osso Osso

(10)

Epidemiologia



Incidência: 3 casos/milhão por ano



Prevalência: 60 casos/milhão



Brasil: 570 novos casos por ano e 11400 pacientes



Diagnóstico tardio: ~ 7-10 anos após o início estimados



Diagnóstico tardio: ~ 7-10 anos após o início estimados dos sintomas



Mortalidade: 50% maior que população geral

• Hipertensão, diabetes, cardiomiopatia, apnéia do sono

• GH > 2,5 ng/ml

• RT prévia

(11)
(12)

Adenoma hipofisário (>90-99%) Excesso primário de GH

> 70% são macroadenomas ao diagnósticos

Tumor neuroendócrino produtor de GHRH

Patogênese

Tumor neuroendócrino produtor de GHRH (periférico) ou Tumor hipotalâmico

Hiperplasia hipofisária secundária

Tumor neuroendócrino extra-hipofisário produtor de GH (muito raros)

(13)

Adenoma hipofisário (>90-99%)

Excesso primário de GH

> 70% são macroadenomas ao diagnósticos

Tumor neuroendócrino produtor de GHRH

Patogênese

Tumor neuroendócrino produtor de GHRH (periférico) ou Tumor hipotalâmico

Hiperplasia hipofisária secundária

Tumor neuroendócrino extra-hipofisário produtor de GH (muito raros)

(14)

Adenoma hipofisário (>90-99%)

Excesso primário de GH

> 70% são macroadenomas ao diagnósticos

Tumor neuroendócrino produtor de GHRH

Patogênese

Tumor neuroendócrino produtor de GHRH (periférico) ou Tumor hipotalâmico

Hiperplasia hipofisária secundária

Tumor neuroendócrino extra-hipofisário produtor de GH (muito raro)

(15)

Quadro clínico



Aumento de extremidades - Pés, mãos, língua



Protusão da mandíbula (prognatismo)



Crescimento de órgãos internos (coração)



Alteração de campo visual



Fadiga



Cefaléia

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(18)

Quadro clínico

Nariz proeminente Prognatismo proeminente Mal posicionamento da arcada dentária

(19)

Quadro clínico

Aumento das cartilagens articulares e partes moles Aumento das cartilagens articulares e partes moles

(20)

Quadro clínico

(21)

Quadro clínico

Acne Acne Pele oleosa Pele oleosa Lábios salientes Lábios salientes Prognatismo Prognatismo

(22)

Quadro clínico

(23)

Complicações sérias



Acidentes cardiovasculares: 50 %



Falência respiratória: 14 %



Doenças malignas: 19 %



Outros  insuficiencia cardíaca esquerda, diabetes, síndrome do tunel do carpo, infertilidade, osteoporose, alterações psicológicas.



Cerca de 80% dos acromegálicos não tratados, morrem antes dos 60 anos por doenças cardiovasculares

(24)

Miocardiopatia acromegálica: efeito do tratamento

(25)

Prevalência dos sintomas ao diagnóstico

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Nem sempre o diagnóstico é evidente

(27)
(28)

Perfil de GH nas 24 horas

(29)

Diagnóstico

Características clínicas de acromegalia Normal para sexo e idade Elevada TOTG 75g / GH por 2h IGF-1 GH < 1 ng/ml em pelo menos 1 tempo

GH ≥ 1 ng/ml em todos tempos Descartada acromegalia ativa RM hipófise Tumor hipofisário Acromegalia extra-hipofisária Melmed S, NEJM, 2006

(30)

Diagnóstico



TOTG com ensaios de GH ultra-sensíveis

• Indivíduos normais: supressão de GH < 0,3 ng/ml

• Valor de corte de 1 ng/ml pode não diagnosticar 25% dos acromegálicos

• Este valor de corte precisa ser revisto

• Pacientes com IGF-1 elevada e nadir de GH ≥ 0,3 ng/ml poderiam ser

• Pacientes com IGF-1 elevada e nadir de GH ≥ 0,3 ng/ml poderiam ser submetidos a RM

(31)

Diagnóstico – Ressonância Magnética normal

(32)

Diagnóstico – Ressonância Magnética



Ao diagnóstico:

• Mais de 75% ⇒ macroadenoma (>10 mm)

• Invasão seios cavernosos ou região supra-selar

(33)
(34)

Microadenomas são minoria

(35)
(36)

Tratamento

(37)

Tratamento

Adenoma Hipofisário Cura: 60% Micro: > 80% Cirurgia transesfenoidal Micro: > 80% Macro: < 50%

Adaptado de Melmed S, NEJM, 2006;

(38)

Tratamento

Adenoma Hipofisário Análogo da Somatostatina Cura: 60% Micro: > 80% Cirurgia transesfenoidal Doença persistente

SSA - 1a linha terapêutica:

•Tumores sem possibilidade de ressecção cirúrgica

completa e sem ameaçar estruturas nobres

•Recusa do paciente

•Melhora clínica antes da cirurgia

•Neoadjuvante

Micro: > 80%

Macro: < 50%

Adaptado de Melmed S, NEJM, 2006;

(39)

Tratamento

Adenoma Hipofisário Análogo da Somatostatina Cura: 60% Micro: > 80% Resposta inadequada ou intolerância Doença persistente Cirurgia transesfenoidal

SSA - 1a linha terapêutica:

•Tumores sem possibilidade de ressecção cirúrgica

completa e sem ameaçar estruturas nobres

•Recusa do paciente

•Melhora clínica antes da cirurgia

•Neoadjuvante

Micro: > 80%

Macro: < 50% Associação medicamentosa:

• Agonista dopaminérgico (Cabergolina) •Antagonista recep GH

Adaptado de Melmed S, NEJM, 2006;

(40)

Tratamento

Adenoma Hipofisário Análogo da Somatostatina Cura: 60% Micro: > 80% Resposta inadequada ou intolerância Doença persistente Cirurgia transesfenoidal

SSA - 1a linha terapêutica:

•Tumores sem possibilidade de ressecção cirúrgica

completa e sem ameaçar estruturas nobres

•Recusa do paciente

•Melhora clínica antes da cirurgia

•Neoadjuvante

Micro: > 80%

Macro: < 50% Associação medicamentosa:

• Agonista dopaminérgico (Cabergolina) •Antagonista recep GH

Adaptado de Melmed S, NEJM, 2006

Resposta inadequada ou intolerância

Cirurgia de debulking

Adaptado de Melmed S, NEJM, 2006;

(41)

Tratamento

Adenoma Hipofisário Análogo da Somatostatina Cura: 60% Micro: > 80% Resposta inadequada ou intolerância Doença persistente Cirurgia transesfenoidal

SSA - 1a linha terapêutica:

•Tumores sem possibilidade de ressecção cirúrgica

completa e sem ameaçar estruturas nobres

•Recusa do paciente

•Melhora clínica antes da cirurgia

•Neoadjuvante

Micro: > 80%

Macro: < 50% Associação medicamentosa:

• Agonista dopaminérgico (Cabergolina) •Antagonista recep GH

Radioterapia

Adaptado de Melmed S, NEJM, 2006

Resposta inadequada ou intolerância Panhipopituitarismo >50%

Demora início efeito Aumento dos acidentes vasculares Amaurose

Cirurgia de debulking

Adaptado de Melmed S, NEJM, 2006;

(42)

Critérios de cura

Teste Critério

GH isolado ou GH médio < 2,5 ng / mL

GH mínimo no TOTG < 1 ng / mL

GH mínimo no TOTG < 1 ng / mL

IGF-I corrigido para sexo e idade normal

Giustina et al, 2000. Consensus. JCEM; 85:526-529. Giustina et al, 2000. Consensus. JCEM; 85:526-529.

(43)

Cirurgia



Indicação:

• Microadenomas

• Descompressão de estruturas nobres (trato óptico)



Melhores resultados: • Tumores < 1 cm • Tumores < 1 cm • GH < 40 ng/ml



Taxa de recorrência: 10% Melmed S, NEJM, 2006

(44)
(45)

Tratamento medicamentoso

Análogos da somatostatina (SSA) e Agonistas dopaminérgicos (AD)

An

Análogos da somatostatinaálogos da somatostatina Agonistas dopaminérgicos Agonistas dopaminérgicos

(46)

Análogos da Somatostatina (SSA)



Pode ser indicado como 1a opção de tratamento:

• Tumores sem possibilidade de ressecção cirúrgica completa (invasão seio cavernoso) e sem ameaçar estruturas nobres

• Recusa do paciente

• Melhora clínica antes da cirurgia:

• Melhora clínica antes da cirurgia:

- Obstrução de vias aéreas - Intolerância à glicose grave - Hipertensão

- Insuficiência cardíaca

(47)

Análogos da somatostatina (SSA)

(48)

Análogos da somatostatina (SSA)

sst 1 sst2 sst3 sst4 sst5

Somatostatin-14 0.93 0.15 0.56 1.4 0.29 Octreotide 280 0.380.38 7.17.1 >1000 6.36.3 Perfil de ligação aos subtipos de receptores de somatostatina

Lanreotide 180 0.540.54 14.0 230 17.0 Pasireotide

(SOM230)

9.3

9.3 1.01.0 1.51.5 >100 0.160.16

(49)

Análogos da somatostatina (SSA)

 Redução tumoral: > 20% do volume em 50% dos pacientes

• >25% em 75,5%

• >50% em 44,4% (de 99 pacientes após 12 meses)*

 Normalizam IGF-1 em 2/3 dos casos (~70%)

Bula!

 Normalizam IGF-1 em 2/3 dos casos (~70%)

 GH < 2,5 ng/ml: 80% dos pacientes acompanhados por ~ 9 anos

Neggers JCEM 2007 Melmed NEJM 2006

(50)

Análogos da somatostatina (SSA)

(51)

Análogos da somatostatina (SSA)



Formulações efetivas: • Octreotida LAR: 10mg, 20mg ou 30 mg • Lanreotide autogel: 60mg, 90mg ou 120mg



Eficácia (GH < 2.5 ng/mL) – Metanálise:



Eficácia (GH < 2.5 ng/mL) – Metanálise: • Octreotide LAR: 57% • Lanreotide SR: 48%

(52)

Análogos de somatostatina – Efeitos colaterais



Agudos: • Náusea • Diarréia • Cólicas • Esteatorréia



Crônicos: • Calculose biliar (50%) • Colecistite aguda (<1%) • Hipotireoidismo • Flatulência • Hiperglicemia • Hipoglicemia (insulinomas)

(53)

Antagonistas dopaminérgicos (AD)



Cabergolina em altas doses



Normalização IGF-1: 34–43%



Melhores resultados em associação com SSA, em tumores co-secretores de PRL (?)

co-secretores de PRL (?)



Associação medicamentosa SSA + AD: melhora a resposta terapêutica em 56% dos pacientes resistentes ao

tratamento com Octreotida.

(54)

Mattar P, Martins MRA, Abucham J. Submetido ao Clinical Endocrinology 2010 Normalização em 37% dos pacientes

(55)

Tratamento

Adenoma Hipofisário Análogo da Somatostatina Cura: 60% Micro: > 80% Cirurgia transesfenoidal Doença persistente Controle Controle: ~ 60: ~ 60--70% 70% Associação Micro: > 80% Macro: < 50%

Adaptado de Melmed S, NEJM, 2006

Controle Controle: ~ 60: ~ 60--70% 70% Associação medicamentosa: • Agonista dopaminérgico (Cabergolina) • Antagonista recep GH • Cirurgia de debulking

(56)

Antagonista receptor GH

Antagonista receptor GH Antagonista receptor GH

(57)

Tratamento medicamentoso – Antagonista recep GH

(58)

Tratamento medicamentoso – Antagonista recep GH

(59)

Antagonista do receptor de GH (Pegvisomant)

 Injeções diárias (SC profundas)

 Normalização da IGF-1: > 90%

  GH: > 76% dos níveis pré-tratamento

 Melhora do metabolismo de glicose

 Não capaz de prevenir crescimento tumoral:

 Não capaz de prevenir crescimento tumoral:

• RM a cada 6 meses (detectar manutenção do crescimento tumoral)

  enzimas hepáticas:

• Controle mensal no 6 primeiros meses; semestral após

 Indicações:

• Resistência ou intolerância aos análogos de somatostatina

• Pacientes sem sintomas compressivos

• Pacientes com diabetes de difícil controle

(60)

Pegvisomant & Crescimento tumoral

Frohman ET AL. Pituitary (2007) 10:283–289 Não redução tumoral

Controvérsia:  tumoral?  GH?

(61)

Pegvisomant & Crescimento tumoral



Teoria:

 IGF-1 ⇒ remoção de efeito inibitório no crescimento tumoral

Tumor

Frohman - Pituitary (2007) 10:283–289

GH

(62)

Pegvisomant & Crescimento tumoral



Teoria:

 IGF-1 ⇒ remoção de efeito inibitório no crescimento tumoral

Tumor Frohman - Pituitary (2007) 10:283–289 GH IGF-1    2x IGF-1

(63)

Pegvisomant & Crescimento tumoral



2 / 16 (12,5%) pacientes ⇒ crescimento tumoral, necessitando intervenção1



2 / 131 (1,5%) pacientes ⇒ crescimento tumoral2



Outros relatos de crescimento tumoral isolados3

1) Colao, Eur J Endocrin, 2006 2) Van der Lely, Lancet, 2001 3) Frohman, Pituitary, 2007

(64)

Associação Octreotida + Pegvisomant

Eficácia

(65)

Associação Octreotida + Pegvisomant

Controle Metabólico



10 pacientes com DM em uso de insulina

• Melhora nos níveis de HbA1c em 9

3 Manutenção dose Manutenção dose Neggers, JCEM 2007 92(12):4598–4601 6 1 3 Redução dose Redução dose Suspensão Insulina Suspensão Insulina (medicação oral) (medicação oral) Manutenção dose Manutenção dose

(66)

Principais problemas com Pegvisomant



Injeções diárias (no caso da associação com SSA, 1 a 2x/semana)



Não capaz de prevenir crescimento tumoral



Não indicado em macroadenoma e risco de compressão do quiasma óptico

do quiasma óptico



Doses altas podem levar a deficiência de IGF-1 (quadro semelhante a DGH)



Necessidade de controle freqüente das enzimas hepáticas



Experiência clínica limitada

Neggers JCEM 2007 / Melmed NEJM 2006 / Frohman Pituitary 2007 / Lindberg-Larsen JCEM 2007

(67)

Associação Octreotida + Pegvisomant



Normalização dos níveis de IGF-1



Melhora do controle metabólico



Associação com SSA:

• Melhora níveis de IGF-1

• Melhora metabolismo glicêmico

• Doses mais baixas de Peg-V ⇒ custo menor

(68)

Tratamento

Adenoma Hipofisário Análogo da Somatostatina Cura: 60% Micro: > 80% Associação Medicamentosa Doença persistente Cirurgia transesfenoidal Micro: > 80% Macro: < 50% OCT + CAB Controle 85%

Adaptado de Melmed S, NEJM, 2006

Resposta inadequada ou intolerância

Cirurgia de debulking

Adaptado de Melmed S, NEJM, 2006;

Ben-Shlomo A & Melmed S. Endocrinol Metab Clin North Am 2008;37(1):101–22, viii

OCT + PegV

(69)

Associação Octreotida + Cirurgia de debulking



Pacientes resistentes aos análogos da somatostatina: 82% pacientes normalizaram IGF-I após debulking

(70)

Tratamento

Adenoma Hipofisário Análogo da Somatostatina Cura: 60% Micro: > 80% Associação Doença persistente Resposta inadequada Cirurgia transesfenoidal Micro: > 80% Macro: < 50% Associação Medicamentosa Resposta inadequada ou intolerância Cirurgia de debulking Controle 94%

Adaptado de Melmed S, NEJM, 2006;

Ben-Shlomo A & Melmed S. Endocrinol Metab Clin North Am 2008;37(1):101–22, viii Jallad et al (Clin Endocrinol, 2007)

(71)
(72)

Radioterapia



Indicação:

• Recorrência ou persistência após cirurgia +

• Resistência ou intolerância medicamentosa



Radiocirurgia estereotáxica – gamma knife

• Radiação direcionada a um alvo pequeno

• Radiação direcionada a um alvo pequeno

• Dose única

• Menor lesão dos tecidos adjacentes



Redução lenta de IGF-1



Máximo controle do GH pode levar mais de 15 anos

(73)

Radioterapia - complicações



Cegueira



Hipopituitarismo: > 50% (após 10 anos)

(74)
(75)

Tratamento

Cirurgia RT SSA Antagonist recep GH

Agonista dopamina

Tipo / dose Trans-esfenoidal Convencional / Radiocirurg Octreod LAR:10-40mg/m IM Lanreotide gel:60-120mg/m SC Pegvisomant: 10-40mg/d SC Cabergolina:1 -4mg/sem VO Melmed S, NEJM, 2006 120mg/m SC GH<2,5ng/ml Macro:<50% Micro:>80% ~35% em 10a ~70%  <15%

IGF-1 normal Macro:<50% Micro:>80%

< 30% ~70% > 90% < 15%

Início de resp Rápido Lento (anos) Rápido Rápido Lento (sem.)

Aderência 1 consentim/o Boa Precisa ser incentivado

Precisa ser incentivado

Boa

Massa tumor Excisão total ou parcial Ablação  ou  desaparecim/ ~50% Não sabido (relato de ) Não altera

(76)

Tratamento - desvantagens

Cirurgia RT SSA Antagonist recep GH Agonista dopamina Hipopituitaris mo ~10% > 50% ∅ IGF-1 muito baixa se tratamento excessivo ∅ Outros problemas Persistência ou recorrência tumoral:6% D.Insipidus: 3% Complicações locais: 5% Lesão neurônios locais Segundo tu cerebral Distúrbios visuais e SNC:2% risco cerebrovascular Litíase vesicular Náusea Vômito  enzimas hepáticas Náusea:30% Sinusite Necessidade de altas doses Melmed S, NEJM, 2006

(77)
(78)

Novos medicamentos



Pasireotida (SOM230):

• Ligante de receptor de somatostatina

• Em estudo

• Suprime níveis de GH em pacientes com resistência a Octreotida



Moléculas quiméricas que reconhecem receptores de



Moléculas quiméricas que reconhecem receptores de dopamina e de somatostatina

• Em estudos

• Potente ação supressora de GH

(79)

Somatostatin

Somatostatin

Octreotide

Octreotide

Pasireotide

Pasireotide

Binding of somatostatin & its analogues to

the five known receptor subtypes

sst

1

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2

sst

3

sst

4

sst

5

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1

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2

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3

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4

sst

5

sst

1

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2

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3

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4

sst

5

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Conclusões



A acromegalia é uma doença rara, porém é sub-diagnosticada e aumenta a mortalidade



A maioria dos pacientes é tratada inicialmente com

cirurgia, porém o tratamento medicamentoso pode ser indicado em parte desses pacientes

(81)

Obrigado!

Manoel Martins Manoel Martins

Referências

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