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PLANO DE ENSINO Semestre:

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Academic year: 2021

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DEPARTAMENTO DE SAÚDE

CURSO

ENFERMAGEM

ÁREA: Vigilância

PLANO DE ENSINO

Semestre: 2012.1

IDENTIFICAÇÃO

CÓDIGO COMPONENTE CURRICULAR PRÉ-REQUISITOS SAU179 POLÍTICAS DE SAÚDE I __________________

CARGA HORÁRIA PROFESSOR (A) T 30 André Renê Barboni

P 30

E __

Ass. TOTAL 60

EMENTA

Determinação histórico-social do processo saúde-doença e a análise de saúde da população com base nos seus determinantes e condicionantes. Modelos de Atenção à Saúde e proposta de reorientação da assistência. Saúde da Família. Vigilância, Planejamento e Educação em saúde.

OBJETIVOS

1. Identificar os paradigmas do processo saúde doença (PSD);

2. Analisar o perfil epidemiológico da população brasileira, baiana e feirense, identificando as desigualdades entre os distintos grupos populacionais;

3. Caracterizar a organização dos serviços de saúde no Brasil, na Bahia e em Feira de Santana identificando os determinantes e condicionantes da situação de saúde da população;

4. Discutir os modelos hegemônicos e os modelos alternativos de atenção à saúde;

5. Reconhecer as linhas do cuidado como uma proposta de reorganização do processo de trabalho, operado através de diretrizes como acolhimento, acesso e vínculo.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

Competências:

● Desenvolver atividades para as ações de educação em saúde como elemento essencial á formação da consciência sanitária social e política da população;

● Ser capaz de comunicar-se, de tomar decisões, utilizar a informação enquanto instrumento para gestão e controle social;

● Ser capaz de diferenciar os modelos de atenção á saúde hegemônicos e alternativos tomando como referencia o PSD, a integralidade e a cadeia de cuidados progressivos.

(2)

Habilidades:

● Intervir no PSD, considerando os determinantes biológicos, sociais, culturais, econômicos, religiosos e políticos com enfoque na integralidade e na cadeia de cuidados progressivos/ linhas do cuidado;

● Atuar em equipes multidisciplinares enquanto agente de promoção da saúde;

● Acessar o Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) utilizando como subsídio ao planejamento das ações de saúde.

METODOLOGIA

ESTRATÉGIAS DE ENSINO

O curso será desenvolvido em quinze semanas, sendo três aulas/semana com duas horas de duração.

As aulas consistirão de discussão sobre os temas apresentados, utilizando-se diversos recursos pedagógicos:

● Exposição dialogada; ● Estudo de textos;

● Estudo/Discussão em Grupo; ● Disputatio.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

ATIVIDADES

CH

Apresentação da Disciplina – conceitos de Saúde

Pública e Saúde Coletiva e seus objetos de estudo Discussão do Programa - Aula expositiva com discussão em sala 02 Os modelos explicativos da doença: unicausalidade,

multicausalidade e determinação social

Aula expositiva com discussão em sala 02

Determinação histórico-social do processo saúde-doença

Aula expositiva com discussão em sala 02

Análise de saúde da população com base nos seus

determinantes e condicionantes Atividade Prática com discussão em sala FILME “E a Vida Continua” 02

Avaliação I – primeira parte Atividade Prática 02

Avaliação I – segunda parte Atividade Prática 02

O Sistema Único de Saúde Atividade prática com discussão em sala FILME “Políticas de Saúde” 02 Os Conselhos de Saúde: Nacional e Locais Aula expositiva com discussão em sala 02

Modelos de Atenção à Saúde Aula expositiva com discussão em sala 02

Planejamento, Organização, Direção e Gestão Aula expositiva com discussão em sala 02

Avaliação I – terceira parte Atividade Prática 02

Avaliação I – quarta parte Atividade Prática 02

Cartas de Promoção da Saúde - construindo o

conceito de Atenção Básica e Atenção Primária Aula expositiva com discussão em sala 02 Política Nacional de Promoção da Saúde Aula expositiva com discussão em sala 02

Estratégia de Saúde da Família e o fortalecimento da

Atenção Básica: histórico, princípios e objetivos Atividade prática com discussão em sala 02 Estratégia de Saúde da Família e o fortalecimento da

Atenção Básica: processo de territorialização

Atividade prática com discussão em sala 02

Avaliação II – primeira parte Atividade Prática 02

Avaliação II – segunda parte Atividade Prática 02

ESF: política de Informação, comunicação e educação em saúde – SIAB

Aula expositiva com discussão em sala 02

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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

ATIVIDADES

CH

Análise da Situação de Saúde e Transição Epidemiológica

Aula expositiva com discussão em sala – Atividade Prática

02

Reflexão crítica sobre o papel da equipe de Saúde da Família na transformação da realidade local e a importância da informação para a promoção da Saúde

Aula expositiva com discussão em sala – Atividade Prática

02

Avaliação II – terceira parte Atividade Prática 02

Avaliação II – quarta parte Atividade Prática 02

Vigilância em Saúde – Limites e possibilidades Atividade Prática com discussão em sala 02

Planejamento em Saúde – Limites e possibilidades Atividade Prática com discussão em sala 02

Educação em Saúde – Limites e possibilidades Atividade Prática com discussão em sala 02

O papel do PET e a transformação da realidade local Atividade Prática com discussão em sala 02

Avaliação III Prova Escrita 02

Avaliação III Prova Escrita 02

PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

Nota Final = N1 + N2 + N3

3

Onde:

N1 = Nota da Avaliação I;

N2 = Nota da Avaliação II;

N3 = Nota da Avaliação III.

RECURSOS DIDÁTICOS

● Quadro Branco;

● Computador/Projetor Multimídia; ● Textos para discussão em classe; ● Filmes;

● Material produzido pelos alunos (oficinas).

BIBLIOGRAFIA

(ABNT/NBR 6023/2000)

BÁSICA:

Assis MMA. A Municipalização da Saúde: intenção ou realidade – análise de uma

experiência concreta. Feira de Santana, BA: UEFS, 1998.

BAHIA. Secretaria da Saúde do Estado de Bahia. DEVISA/DIVISA. Coletânea de Legislação

Básica em Vigilância Sanitária. Salvador. 1998.

● BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Coordenação de Saúde da Comunidade. Saúde da Família: uma estratégia para a reorientação do modelo assistencial. 2. Ed. Brasília: MS, 1998. 36 p.

● BRASIL. Lei nº 9.782, de 26 de janeiro de 1999. Define o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, Cria a ANVS e dá outras providências. 1999.

BRASIL. Saúde da Família um novo modelo de atenção. Brasília: MS, 2000.

(4)

Saúde, Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde. 3. ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2009. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/arquivos/pdf/sus_3edicao_completo.pdf.

Botazzo C. Unidade Básica de Saúde: a porta do sistema revisada. Bauru, SP: EDUSC, 1999.Campos GW de S. Reforma da Reforma. Repensando a Saúde. 2.ed. São Paulo: HUCITEC,

1997. p.91-108.

Campos GW de S, et al. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2006.

● Cerqueira EM, Assis MMA, Villa TCS, Leite JA. Vigilância epidemiológica no processo de municipalização do Sistema de Saúde em Feira de Santana – BA. Epidemiologia e Serviços

de Saúde, v. 12, n. 4, p. 213-223, out/dez, 2003.

● Cohen DD, França Júnior I. A Vigilância epidemiológica na Unidade Básica de Saúde. In: Schraiber LB, Nemes MIB., Mendes Gonçalves RB. (org.). Saúde do Trabalhador: programas e ações na unidade básica. São Paulo: HUCITEC, 1996. p.209-221.

CONFERÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. (1.ª). Brasília-DF. Caderno de

Textos. Brasília: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, 2001. 183p.

Cortês SMV. Balanço da Experiência de Controle Social, para além dos Conselhos de

Saúde no Sistema Único de Saúde Brasileira: construindo a possibilidade da participação dos

usuários. In: BRASIL. Relatório da XI Conferência Nacional de Saúde. Brasília: MS, 2000.

Costa EA. Vigilância Sanitária: proteção e defesa da Saúde. São Paulo: HUCITEC – SOBRAVIME, 1999. 460 p.

Dallari SG. Os Estados Brasileiros e o Direito à Saúde. São Paulo: Hucitec, 1995.

Drumond Jr M. Epidemiologia nos municípios: muito além das normas. São Paulo: HUCITC, 2003.

Eduardo MP. Vigilância Sanitária. Série Saúde e Cidadania. São Paulo: Faculdade de Saúde Publica da Universidade de São Paulo, 1998, 460 p.

FIOCRUZ. Projetos e Redes de Cidades Saudáveis no Brasil e no Mundo. Tema Radis, n. 19. Maio/2000.

Juliano IA. A Vigilância Sanitária de Feira de Santana – BA no processo de municipalização

da Saúde: antigos dilemas, novos desafios. Feira de Santana: Mestrado em Saúde Coletiva,

Departamento de Saúde de UEFS, 2001. 220p. (Dissertação).

Melo C. O silencio da prática da enfermagem em Saúde Coletiva. Jornal da Associação

Brasileira de Enfermagem, Brasília – DF, Ano 45 n. 4, Out/Nov/dez, 2003. p. 13.

Mendes EV. Uma Agenda para a Saúde. 2ª Ed. São Paulo: Hucitec, 1999.

Mendes EV, et al. Distrito Sanitário: o processo social de mudança das práticas sanitárias do Sistema Único de Saúde. 4ª Ed. São Paulo: Hucitec-Abrasco, 1999.

Pereira MG. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 596p.Piovesan MF. et all. Vigilância Sanitária: uma proposta de análise dos contextos locais. Rev

Bras Epidemiol. 2005; 8(1): 83-95.

Rouquayrol MZ. Epidemiologia e Saúde. 6. ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 2003. 728p.

Rozenfeld S. (Org). Fundamentos de Vigilância Sanitária. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2000, 304p.

Souto AC. Saúde e política. A Vigilância Sanitária no Brasil: 1976-1994. Salvador: Mestrado em Saúde Coletiva. Instituto de Saúde Coletiva da UFBA. 1996 (Dissertação).

Sousa MFA. Cor-Agem do PSF. São Paulo: HUCITEC, 2001. 127p.

Vasconcelos EM. Educação Popular nos Serviços de Saúde. 3.ed. ampliada. São Paulo: HUCITEC. 1997. p. 85-95.

(5)

COMPLEMENTAR:

Bueno E. A viagem do descobrimento: a verdadeira história da expedição de Cabral. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998.

Bueno E. Náufragos, traficantes e degredados. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998.

Bueno E. Capitães do Brasil: a saga dos primeiros colonizadores. Rio de Janeiro: Objetiva, 1999.

Bueno E. A coroa, a cruz e a espada. Rio de Janeiro: Objetiva, 2006.

Narloch L. Guia politicamente incorreto da história do Brasil. São Paulo: Leya, 2009.Vieira C. A história do Brasil são outros 500. Rio de Janeiro: Record, 2000.

SITES INDICADOS: ● http://www.datasus.gov.br ● http://www.saude.gov.br ● http://www.who.int ● http://www.scholar.google.com.br ● http://scielo.br VÍDEOS:

● BRASIL. Ministério da Saúde. Organização Pan-americana de Saúde. Políticas de Saúde no Brasil: um século de lutas pelo direito a saúde no Brasil. Tapiri, 2008. ● Moore M. “Sicko” $O$ Saúde. The Weinstein Company, 2007.

Shills R. E a Vida Continua (And the band played on). HBO, 1993.

DIA E HORÁRIO DO (A) PROFESSOR (A) NO DEPARTAMENTO PARA ORIENTAÇÃO ACADÊMICA

(2h semanais) Terça-feira pela manhã.

Referências

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