Senac/SP – Pós-Graduação/EAD Senac/SP – Pós-Graduação/EAD Curso de Tecnologias na Educação Curso de Tecnologias na Educação
Arivelto B. ial!o Arivelto B. ial!o
PROPOSTA DE PRODUÇÃO COLETIVA PROPOSTA DE PRODUÇÃO COLETIVA
DE VÍDEO EDUCACIONAL DE VÍDEO EDUCACIONAL São "eo#oldo-$S São "eo#oldo-$S %&'( %&'( Arivelto B. ial!o Arivelto B. ial!o
PROPOSTA DE PEODUÇÃO
PROPOSTA DE PEODUÇÃO COLETIVCOLETIVAA DE VÍDEO EDUCACIOAL
DE VÍDEO EDUCACIOAL
Atividade de avaliação reali)ada #ara a disci#lina de Atividade de avaliação reali)ada #ara a disci#lina de Pro*eto Coletivo de +,deo a#resentado #ara o Senac Pro*eto Coletivo de +,deo a#resentado #ara o Senac EAD
EAD no no curcurso so de de PósPós-Gr-Graduaduaçãação o e e TTecnecnoloologiagias s nana A#rendi)age so tutoria da #ro01. 2aria Cristina rosa A#rendi)age so tutoria da #ro01. 2aria Cristina rosa de Aleida. de Aleida. São "eo#oldo-$S São "eo#oldo-$S %&'( %&'(
SUMÁRIO
1 JUSTIFICATIVA---3
2 DEFINIÇÃO DO PROJETO---5
3 ROTEIRO---6
3.1- DESCRIÇÕES DE ATIVIDADES SENGUNDO A EAP---7
3.1.1- APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA---7 3.1.2- DEFINIÇÕES DE COORDENAÇÕES---8 3.1.3- REUNIÕES DE ESTRATÉGIAS---9 4 SELEÇÃO DE EQUIPAMENTO---10 4.1 – DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO---10 4.2 – SMARTPHONES--- 11 4.3 – COMPUTADOR---11 4.4 – CONVERSORES DE VÍDEO---11 4. – EDIÇÃO DE VÍDEOS---12
5 DINÂMICA FUNCIONAL DAS AULAS---13
6 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO---14
7 REISTRO---1!
! ENCERRAMENTO---1" 9 REFEREÊNCIAS BIBLIOGRAÁFICAS--- 19
1 JUSTIFICATIVA
A constante evolução das tecnologias de counicação e suas di0erentes ,dias te 0orado e trans0orado as novas geraç3es de nossa sociedade odi0icando os tradicionais odos de interação E24S5$ 6 $ECEPT5$. Gerando #ortanto novos #aradigas de interatividade #ara todas as 7reas do con!eciento e #rinci#alente #ara a educação e geral. "evando a clara co#reensão 8ue os 9todos #assivos unidirecionais aseados e P$5ESS5$ : A";<5 #ara os dias de !o*e são totalente ine0ica)es e inade8uados. Princi#alente #or8ue as novas geraç3es de alunos são di0erentes da8uelas das d9cadas de '==& e anteriores e 8ue a etodologia consistia e >a#render? @asorver os contedos soente #elo eerc,cio da leitura e escrita #assivas.
Tais trans0oraç3es da sociedade i#lica ada#taç3es ade8uadas #or #arte da Escola e dos #ro0essores #or8ue >ua escola 8ue se 0ec!a não est7 e condiç3es de a#render ne de se desenvolver.? @Guerra %&&' &. E a realidade dos dias atuais 0rente F avalanc!e de in0oraç3es 8ue nos ve aos ecanisos sensoriais 9 de 8ue a#rendeos uito #ouco e nos desotivaos continuaente. E 9 0ato 8ue #ro0essores e alunos cada ve) ais t a clara sensação de 8ue uitas aulas convencionais estão ultra#assadas.
As novas geraç3es e virtude da #roli0eração dos gaes tecnologias avançadas no cinea co ricos e0eitos visuais e teas conte#orHneos aientes virtuais interativos na internet etc. são !o*e uito ais visuais e a#rende ra#idaente #ela oservação. Por9 diante de tantas tecnologias no ve o 8uestionaento Coo ensinar e a#render e ua sociedade tão in0orati)ada e de trans0oraç3es tão dinHicasI
Entre as diversas etodologias 8ue tenta res#onder essa 8uestão a Educonicação #arece ser a8uela de res#ostas ais satis0atórias #ois te coo 0oco #rinci#al as relaç3es socioeducativas. $e#resenta o encontro da educação co a counicação ulti,dia colaorativa e interdisci#linar #ortanto u #rocesso de counicação ais e0etiva viaili)ando aior e0icincia no a#rendi)ado #ois segundo estudos de 2e!raian e erris @'=J a counicação 8uando ta9 visual constitui-se e 9dia e JK eleentos verais LMK #rosódia @tonalidade intensidade rito e ((K linguage cor#oral @#ostura gestos e e#ressão 0acial. Estat,stica 8ue nos leva ao esco#o dessa #ro#osta e 8ue consiste na #rodução colaorativa de u v,deo educativo co duração de ( inutos. N7 8ue esses @LMK O
Para *usti0icar ainda essa #ro#osta de #ro*eto a#resento o #arecer da #ró#ria ;<ESC5 #ulicado e Bras,lia no ano de %&'Q so t,tuloR 5 ;T;$5 DA AP$E<D4AGE2
2+E" – 42P"4CAUVES PA$A P"A<ENAD5$ES E GEST5$ES DE P5"WT4CA do original T!e uture o0 2oile "earning #ulicado e %&'L #ela ;<ESC5 J #lace de ontenoX J(L(% Paris &J SP rance. A tradução #ara o #ortugus desta #ulicação 0oi #rodu)ida #ela $e#resentação da ;<ESC5 no Brasil.
Este docuento 0a) #arte da s9rie >Docuentos de traal!o sore a#rendi)age óvel? da ;<ESC5. A s9rie usca el!orar a co#reensão de coo as tecnologias óveis #ode ser utili)adas #ara el!orar o acesso a e8uidade e a 8ualidade da educação no undo inteiro. Consiste e 'Q docuentos inde#endentes #ulicados e %&'% e %&'L.
De acordo co o docuento 8ue tr7s e seu esco#o o 8ue 0oi denoinadoR >'L ons otivos #ara ter esse aliado na educação? e o #arecer de Steeve +oslo coordenador do #ro*eto a8ui transcrito
Cada #ais est7 e u n,vel di0erente no uso das tecnologias óveis e sala de aula. Por isso 9 i#ortante 8ue cada u use o guia ada#tado as suas necessidades locais Y...Z a ideia de lançar essas recoendaç3es surgiu a #artir da constatação de 8ue eso considerando o uso dessas tecnologias e sala de aula algo #edagogicaente i#ortante uitos governos não saia #or onde coeçar Y...Z a 8uestão do acesso *7 est7 avançada a 8uestão agora 9 dar signi0icação a esse uso @+5S"5 %&'L.
Cae a nós educadores dar signi0icação ao uso desses dis#ositivos e sala de aula desenvolvendo a#licaç3es 8ue res#onda as necessidades curriculares e a#roveite ao 7io as !ailidades de toda essa nova geração de alunos con!ecidos coo ><ativos Digitais?. <ão #odeos ais 0ugir a realidade da #resença dos dis#ositivos óveis e sala de aula. Desta 0ora essa #ro#osta de #ro*eto 8ue usca conte#lar essa realidade nos servir7 coo ter[etro de edição #ara construção de iniciativas #edagógicas 8ue inclua ta9 os dis#ositivos óveis celulares coo 0erraenta de a#oio a #es8uisa e construção de saeres. E no entendiento deste educador a el!or 0ora de dar essa signi0icação 9 contetuali)ando sua utili)ação no #rocesso de construção do con!eciento do #ró#rio aluno atrav9s de #ro*etos educacionais.
De acordo co 2oura e Barosa @%&&M #. '= >uitos resultados decorrentes de #ro*etos educacionais di0icilente seria alcançados a#enas co a anutenção e a*ustes das atividades de rotina?. Para estes autores a escol!a #or u #ro*eto #ara a 7rea educacional 9 *usti0icada ta9 #elo 0ato de 8ue as estruturas utili)adas #or esses visa F construção e
co#artil!aento de con!ecientos e !ailidades 8ue auilia no #rocesso educacional.
2 DEFINIÇÃO DO PROJETO
E ua #ers#ectiva educounicativa visando traal!ar co #edagogia de #ro*etos e 8ue o aluno a#rende no #rocesso de #rodu)ir de levantar dvidas de #es8uisar e de criar relaç3es 8ue incentiva novas uscas descoertas co#reens3es e reconstruç3es de con!eciento onde o #a#el do #ro0essor deia de ser a8uele 8ue ensina #or eio da transissão de in0oraç3es – 8ue te coo centro do #rocesso a atuação do #ro0essor – #ara criar situaç3es de a#rendi)age cu*o 0oco incide sore as relaç3es 8ue se estaelece neste #rocesso caendo ao #ro0essor reali)ar as ediaç3es necess7rias #ara 8ue o aluno #ossa
encontrar sentido na8uilo 8ue est7 a#rendendo a #artir das relaç3es criadas nessas situaç3es. Corroorando ainda essa ideia e de acordo co 2oura e Barosa @%&&M #. %L
Y...Z #ro*eto educacional 9 u e#reendiento de duração 0inita co o*etivos claraente de0inidos e 0unção de #roleas o#ortunidades necessidades desa0ios ou interesses de u sistea educacional de u educador ou gru#o de educadores co a 0inalidade de #lane*ar coordenar e eecutar aç3es voltadas #ara el!oria de #rocessos educativos e de 0oração !uana e seus di0erentes n,veis e contetos.
Desta 0ora 9 tra)ida a8ui a seguinte #ro#osta de #ro*eto a ser traal!ada e ua tura de %& alunos e 8ue ta9 servir7 coo laoratório ao TCC deste educador cu*o ote 9R A Tecnologia Móvel como In!"#men!o na Diemina$%o &o Sa'e"( O Uo &e Cel#la"e como Inova$%o Eme"gen!e no P"oceo &e A)"en&i*agem . 5 #ro*eto então consistir7 e #rodu)ir editar eiir e #ostar e log e redes sociais u v,deo colaorativo e de car7ter educativo sore o teaR O CELULAR COMO +ERRAMENTA PEDA,-,ICA e ter7 duração 7ia de ( inutos. A coleta de iagens e 7udio ser7 0eita inteiraente #or dis#ositivosSmartphones. A#arel!os celulares ulti,dias 8ue #ossue cHera de v,deo.
Este #ro*eto 9 ideali)ado #ara a#licação e ódulo de %Q! ou se*a encontros e tura co Q!/aula @turas an!ã ou tarde ou M encontros e tura co L!/aula @noite.
3 ROTEIRO
Toda e 8ual8uer #rodução audiovisual te #or #ro#ósito ao 0inal entregar u #roduto ou serviço @v,deo de #ro#aganda entrevista docuent7rio etc e deve transcorrer de acordo co u roteiro #r9-de0inido 8ue e linguage de gestão de #ro*etos 9 denoinado esco#o do #ro*eto.
5 esco#o do #ro*eto 9 re#resentado #elo traal!o reali)ado #ara entregar o tal #roduto ou serviço se*a ele novo ou a#enas odi0icado e se desenvolver7 e con0oridade co a seguinte estrutura anal,tica.
igura ' – Estrutura anal,tica do #ro*eto - @EAP #ara ua tura de %& alunos onte Elaorado #elo autor @%&'(.
A estrutura e 7rvore a#resentada na igura ' re#resenta gra0icaente as entregas do #ro*eto e a res#ectiva deco#osição e #acotes de traal!o #ara alcançar cada ua das
entregas. Essa es#9cie de estrutura !ier7r8uica 9 con!ecida coo Estrutura Anal,tica do Pro*eto @EAP do ingls Work Breakdown Structure @\BS @]E$<E$ %&''R P24 %&'L.
./01 DESCRIÇ2ES DE ATIVIDADES SEN,UNDO A EAP
3#1#1- APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA
A #ro#osta do #ro*eto ser7 a#resentada aos alunos no in,cio do ódulo logo a#ós a a#resentação de u v,deo sore ,dias de counicação e as a#las #ossiilidades das odernas tecnologias nos #rocessos de interação a#rendi)age e construção do con!eciento. Sugere-se a8ui o v,deo <5+AS 2ET5D5"5G4AS PA$A AP$E<D4AGE2 C52 TEC<5"5G4AS 2+E4S – Palestra #ro0erida #elo #ro0essor Doutor Nos9 2anuel 2oran #or ocasião do (^ Si#ósio de Tecnologias e _i#erteto @'^ Coló8uio 4nternacional de Tecnologias e educação. Dis#on,vel na internet e
!tt#s//```.Xoutue.co/`atc!Iv]oB)Jvsb"ct((
igura %- +,deo #ara re0leão e a#resentação da #ro#osta de #ro*eto. Acesso e &Q/&L/%&'(
E seguida o #ro0essor #ro*etar7 no 8uadro a Estrutura Anal,tica do Pro*eto - EAP ostrado na 0igura ' e e#licar7 a #ro#osta todos os seus detal!es e o*etivos dando inicio ao #rocesso e con0oridade co as descriç3es e seguida.
3#1#2- DEFINIÇ$ES DE COORDENAÇ$ES
Con0ore a estrutura anal,tica do #ro*eto - EAP essa 0ase consistir7 na de0inição de coordenadorias e8ui#es e atriuiç3es de cada e8ui#e.
Coo #ode ser oservado na 0igura ' e @L.& dado o nuero de alunos envolvidos e a necessidade de organi)ação #ara cu#riento dentro dos #ra)os estaelecidos na reunião de a#resentação do #ro*eto assi coo o cu#riento da #ro#osta 8ue consiste e ua construção colaorativa serão necess7rios cinco coordenares sendo o #rieiro o coordenador geral 8ue re#resentar7 a tura e res#onder7 #elo relatório 0inal do #ro*eto e 0ar7 reuni3es de instrução e an7lises co os deais coordenadores @Q.&.
L.'.%.'- Eb;4PE DE $EDAU5
A #rodução 0inal desses contedos 0icar7 a cargo de dois alunos coo #revisto na EAP da 0igura ' e @.& não i#edindo 8ue os esos tro8ue ideias co os deais colegas e intera*a co outras #essoas. Assi visando traal!ar co a ideia da interdisci#linaridade e di0erentes vis3es os alunos deverão 0orular 8uestionaentos ta9 #ara educadores de di0erentes 7reas de ensino #ais outros alunos e eso #essoas da counidade. 5 teto de narrativa e 8uestionaentos dever7 constar no relatório 0inal.
L.'.%.%- Eb;4PE DE CAPTAU5 DE +WDE5 E A;D45.
Segundo a EAP da 0igura ' e @J.& essa tare0a 0icar7 so a res#onsailidade de alunos 8ue ten!a dis#ositivos oveis celulares co condiç3es de o#eracionalidade e 8ualidade de gravação de 7udio e v,deo o ais siilar #oss,vel. 4sso ir7 con0erir aior uni0oridade na 8ualidade das gravaç3es. Ta9 0icar7 so sua res#onsailidade selecionar soente tril!as sonoras licenciadas co Creative Commons (cc con0ore orientaç3es
#assadas #elo #ro0essor na a#resentação da #ro#osta.
Antes de 0a)er 8ual8uer ca#tação de iage de #essoas 8ue irão #artici#ar do docuent7rio res#ondendo aos 8uestionaentos ou eitindo #areceres dever7 ser col!ida a autori)ação das esas. Para isso 9 a#resentado no ite Q.& desta #ro#osta e 8ue trata da seleção de e8ui#aentos e seu suite Q.' o odelo de autori)ação 8ue ser7 utili)ado.
./0/3/.1 E4UIPE DE EDIÇÃO
A e8ui#e de edição co#osta #or Q alunos 0icar7 encarregada de receer as gravaç3es de v,deo dos celulares dos alunos da e8ui#e de ca#itação. Esta trans0erncia de ar8uivos dever7 ocorrer de trs #oss,veis aneirasR \!atsA## E-ail ou cao ;SB.
_avendo a necessidade de a*uste @conversão do 0orato do ar8uivo ser7 utili)ado o so0t`are livre orat actorX. <o suite Q.Q ser7 a#resentada esta 0erraenta e alguas de suas #ossiilidades.
A edição 0inal ser7 0eita na #lata0ora gratuita do Windows denoinada Movie Maker .
Detal!es sore este editor serão a#resentados no suite Q..
5 #rocesso de 0inali)ação do docuent7rio consistir7 e convert-lo #ara os 0oratos 2PQ A+4 LGP Android A##le 4#!one iPad SonX e <oia e entrega-lo F e8ui#e de areting.
./0/3/51 E4UIPE DE MAR6ETIN, E APRESENTAÇÃO
Caer7 a esta e8ui#e as seguintes tare0as
'. Desenvolver u Blog intitulado TEC<5"5G4AS <A ED;CAU5 #ara #osterior
#ostage do docuent7rio co u teto #rodu)ido #ela e8ui#e de redação. %. Dis#oniili)ar o docuent7rio no foutue e e ua an#age no aceoo.
L. Criar u 5"DE$ de convite #ara a a#resentação do docuent7rio na Escola.
Q. A a#resentação do docuent7rio #ara a direção da escola e deais turas ser7 0eita
#elo coordenador da e8ui#e.
3#1#3- REUNI$ES DE ESTRAT%IAS
5 #ro*eto #rev durante sua eecução trs reuni3es estrat9gicas entre a coordenadoria e o #ro0essor 8ue atuar7 unicaente coo consultor e oservador. Considerando 8ue a #ro#osta visa a#licação e ódulo de %Q! suas ocorrncias serão e @!/ '%!/ e 'M! co duração 7ia de L& inutos. As deais reuni3es coo re0eridas no ite anterior e a#ontadas na EAP e @(.& terão 0re8uncia a crit9rio dos coordenadores das e8ui#es sendo 8ue a 0re8uncia ,nia aceit7vel ser7 de duas reuni3es 8ue deverão constar e a#ontaento do relatório geral.
4 SELEÇÃO DE EQUIPAMENTO
A #ro#osta inovadora deste #ro*eto ir7 re8uerer e8ui#aentos si#les asicaente os dis#ositivos óveis smartphones celulares dos alunos e8ui#ados co cao ;SB #ara
trans0erncia de ar8uivos de v,deo ou 7udio coletados Coneão \ireless Co#utador PC co o #rograa Movie Maker #ara edição de v,deo #rograa $EE orat actorX #ara
conversão de ar8uivos Adoe P!otos!o# ou Corel Dra` #ara criação 0older de divulgação e iagens e #rinci#alente docuento de autori)ação a ser 0irado entre as #artes.
5/0 7 DOCUMENTO DE AUTORI8AÇÃO
5 odelo a seguir 9 #ro#osto coo docuento legal F coleta e utili)ação das iagens.
5/3 7 SMARTP9ONES
<ão ser7 de0inida arca es#ec,0ica de dis#ositivo celular óvel #ara eecução desse #ro*eto entretanto 9 con!ecida e notória a 8ualidade dos dis#ositivos das arcas 4#!one
Sasung e "G #rinci#alente co ade8uada iluinação. 5/. 7 COMPUTADOR
A aioria dos laoratórios de in0or7tica da unidade senac e 8uestão conta co co#utadores de 9dia #er0orance. Su0iciente #ara todo o #rocesso de edição co 8ualidade satis0atória deste docuent7rio.
5/5 7 CONVERSORES DE VÍDEO
Alguns dis#ositivos óveis coo celulares gera 0oratos es#ec,0icos de v,deo 8ue #recisa ser recodi0icados/ rediensionados #ara 0oratos 8ue #erita ser editados e #rograas #ara PC eora eista !o*e editores es#ec,0icos #ara eecução no #ró#rio dis#ositivo óvel e #ode ser 0acilente aiados ne todos os dis#ositivos óveis os su#orta e. Para evitar di0iculdade a8ui 9 #ro#osta a edição e PC. Para isso 9 recoendado a utili)ação do +o"ma! +ac!o":. ; ecelente conversor gratuito dis#on,vel na rede #ara download e 8ue #erite conversão e todos os 0oratos de v,deo e 7udio
con!ecidos inclusive De e Pa"a dis#ositivos óveis celulares. Seu download #ode ser otido
e !tt#//```.#c0reetie.co/PT/inde.!tl.
5/; 7 EDIÇÃO DE VÍDEOS
São uitas as 0erraentas 8ue teos !o*e acess,veis #ara o desenvolviento de v,deos coo 9 o caso do Adobe Premiére, Windows Movie Maker, iMove, SpringBoard, Son !egas,
etc.
Cada ua destas 0erraentas #ossui atriutos di0erentes uas são ais si#les e co #oucos recursos outras ais co#letas e ais co#leas #or9 9 #oss,vel reali)ar v,deos de
8ualidade eso co os a#licativos ais si#les.
Eora a unidade do senac e 8uestão #ossua licenciaento #ara a #lata0ora #ro0issional de edição Adoe Preier 9 indicado a8ui o a#licativo Windows Movie Maker
8ue segundo 2ene)es et al . @%&&M 9 u so0t`are de edição de v,deos de 07cil utili)ação
8ue #erite 8ue indiv,duos se uita e#erincia e in0or7tica #ossa adicionar e0eitos de transição a iagens e tetos #ersonali)ados e coo 7udio e 0iles. Este so0t`are 0a) #arte do #acote do sistea o#erativo do Windows "ssentials. ;ltia versão lançada no ano de
%&'% @ver 0igura ( e . Seu download #ode ser otido e
!tt#//`indo`s.icroso0t.co/#t-B$/`indo`s-live/ovie-aer .
#igura -% "ditor de v.deo Movie Maker
<a literatura estão re#ortados alguns estudos e 8ue a 0erraenta 0oi utili)ada #ara 0ins educativos caso dos traal!os desenvolvidos #or ee#lo #or Cru) Carval!o @%&&J.
5 DINÂMICA FUNCIONAL DAS AULAS
Durante os ou M encontros e 8ue o #ro*eto estiver sendo desenvolvido a estrutura 0uncional ocorrer7 d8 senguinte 0ora
De#ois do ingresso e sala de aula o #ro0essor 0ar7 a c!aada e #assar7 as
orientaç3es 8ue entender necess7rio ao andaento do #ro*eto.
5s gru#os *a 0orados irão reunir-se co seus coordenadores #ara o desenvolviento
de suas atividades
5 coordenador geral estar7 e constante interação co os coordenadores transitando
e oservando o desenvolver das atividades #ara con0eção do relatório geral e garantir 8ue os #ra)os e o*etivos estaelecidos e sua reunião co os coordenadores das e8ui#es se*a cu#ritos co eito.
As interaç3es de entrevistas de#oientos coleta de i#ress3es etc ocorrerão e
!or7rios de interv7-lo e !avendo necessidade de sa,das da escola durante #er,odo de aulas #ara coleta de i#ress3es entrevistas etc co #ro0issionais educadores ou eso dentro da escola 0ora de !or7rio de interva-lo os alunos da e8ui#e de ca#tação de v,deo e audio receerão autori)ação #or escrito #or #arte do #ro0essor e direção e
deverão estar aco#an!ados de seu coordenador.
Se#re 8ue os coordenadores ac!are convenientes re#assar os o*etivos co suas
e8ui#es deverão 0a)-lo.
+isto este ti#o de #ro#osta estar en8uadrada dento da etodologia de #ro*etos o
#ro0essor soente se ani0estar7 nas reuni3es de de0iniç3es das estrat9gias e diretaente aos coordenadores 8ue deverão retransitir as e8ui#es.
Caer7 ao #ro0essor a atividade coo consultor ediador nas discuç3es e sugerir
#ossiveis cain!os as nunca as soluç3es de0initivas.
Ainda nessa ótica de #ro*etos o #ro0essor dever7 #assar F tura orientaç3es a cerca de duas i#ortntes 0erraentas #ara gestão e desenvolviento de u #ro*eto se*a ele de car7ter #uraente educativo se*a ele einentente coercial. Essas 0erraentas são o Brain Storming e#licando sua etodologia #ara 8ue os coordenadores de e8ui#es utili)e e suas
reuni3es. E o (\'_ 8ue consite e
'. De0inição de O 4UE ser7 0eito @>\_AT? %. De0inição de 4UAND5 ser7 0eito @>\_E<? L. De0inição de 4UEM 0ar7 @>\_5?
Q. De0inição de ONDE ser7 0eito @>\_E$E? (. Esclarecer POR 4U< ser7 0eito @>\_f? . Descrição de COMO ser7 0eito @>_5\?
6 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO
5 #ro#ósito 0undaental da avaliação 9 veri0icar a consecução e o alcance dos o*etivos isto 9 veri0icar se o aluno est7 doinando gradativaente os o*etivos #revistos 8ue se tradu)e e teros de in0oraç3es !ailidades e atitudes. Ao iniciar o #ro*eto cae ao #ro0essor estaelecer 8uais são os con!ecientos 8ue seus alunos deve ad8uirir e coo as !ailidades e atitudes a sere desenvolvidas.
Esses con!ecientos !ailidades e atitudes deve ser constanteente avaliados durante a reali)ação das atividades de ensino-a#rendi)age 0ornecendo in0oração tanto #ara o #ro0essor coo #ara o aluno acerca do 8ue *7 0oi assiilado e do 8ue ainda #recisa ser
#revistas cae ao #ro0essor re#ensar sua #r7tica docente a 0i de #ro#orcionar as condiç3es 8ue #eritirão essa a#ro#riação.
Para o desenvolviento do #ro*eto e avaliação o #ro0essor 0oentar7 aos alunos valere-se da interdisci#linaridade uscare arguentos e contedos de disci#linas 8ue entenda correlatas ao #ro*eto #ois o traal!o co #ro*etos #erite ro#er co as 0ronteiras disci#linares 0avorecendo o estaeleciento de elos entre as di0erentes 7reas de con!eciento nua situação contetuali)ada da a#rendi)age.
i#ortante oservar #ara 8ue no #rocesso avaliativo o #ro0essor não atriua valor #ara as #r7ticas interdisci#linares e co isso #asse a negar 8ual8uer atividade disci#linar. Essa
visão 9 e8uivocada #ois A esse res#eito a)enda @'==Q en0ati)a 8ue a interdisci#linaridade se d7 se 8ue !a*a #erda da identidade das disci#linas.
>@... 8ue o #ro*eto ro#e co as 0ronteiras disci#linares tornando-as #ere7veis na ação de articular di0erentes 7reas de con!eciento oili)adas na investigação de #role7ticas e situaç3es da realidade. 4sso não signi0ica aandonar as disci#linas
as integr7-las no desenvolviento das investigaç3es a#ro0undando-as verticalente e sua #ró#ria identidade ao eso te#o 8ue estaelece articulaç3es !ori)ontais nua relação de reci#rocidade entre elas a 8ual te coo #ano de 0undo a unicidade do con!eciento e construção? @#.(M.
5 #rocesso de onitoraento e avaliação do n,vel de asorção de con!ecientos #elo gru#o e #or cada integrante ser7 0eito #elo aco#an!aento constante do #ro0essor e cada estação de traal!o e #resencial oservando as reuni3es de brainstorming #roovidas #elo
coordenador de cada ua das e8ui#es ou o coordenador geral onde o #ro0essor oservar7 co#ortaentos e atitudes. Avaliando a interação entre os co#onentes e coo suas desenvolturas na utili)ação das 0erraentas.
5utro ecaniso de avaliação e *7 encionado ser7 a #rodução do u relatório de atividades e *usti0icação de suas escol!as e #rocedientos a ser desenvolvido #ela e8ui#e.
Por 0i os dois ltios instruentos de avaliação consistirão e ua autoavaliação e ua avaliação do #ro*eto #or9 9 necess7rio 8ue a autoavaliação não se*a soente 0ruto de relatórios estruturados onde o aluno si#lesente res#onde ao 0inal do ódulo sore o seu dese#en!o. i#ortante 8ue a autoavaliação se*a vista coo #arte integrante do contato di7rio co o con!eciento levando e consideração a necessidade de o #ro0essor #ro#orcionar oentos e 8ue o aluno ten!a #ossiilidade de deonstrar o seu a#rendi)ado.
As grades ' e % eiidas e seguida ee#li0ica odelos de Avaliação do Pro*eto e Autoavaliação do aluno.
MODELO
A&'()'*+, ' A.)&)'/
P,/., P,*+, C,(/.)&' / V/, E'),'(
T#"ma(======= 1 Ano( ========= T#"no ( > Man?% > Ta"&e > Noi!e P"o@eo"( ============================
Avalie a #e!Be a'aio con@o"me o concei!o a'aio
@' – $egular @% – Bo @L – 2uito o @Q – tio @( – Ecelente
4#e!%o Concei!o
Perguntas 0oruladas #elo #ro0essor e suas intervenç3es 0ocali)ara estiulara e desencadeara novas ideiasI
As ideias #rinci#ais 0ora retoadas resuidas esclarecidas ou co#letadas 8uando necess7rioI
5s ee#los utili)ados 0ora ilustrativos si#les relevantes e a*ustados aos conceitos #rinci#aisI
5 vocaul7rio utili)ado na a#resentação do #ro*eto e deais esclarecientos 0oi #reciso correto sendo tradu)ido 8uando necess7rioI
5 #ro0essor deonstrou do,nio o su0iciente aos assuntos aordadosI
_ouve se8uencia no desenvolviento do assunto de odo 8ue 0acilitasse o entendiento #or #arte do alunoI
oi satis0atório o grau de #ro0undidade de desenvolviento do #ro*eto assegurando a a#ro#riação dos con!ecientos desenvolviento de atitudes e !ailidadesI
As t9cnicas utili)adas 0ora ade8uadas aos #ro#ósitosI 5s recursos audiovisuais e de instalaç3es 0ora ade8uadosI
5 aterial t9cnico dis#oniili)ado 9 ade8uado ao #ro*eto #ro#ostoI
S#ge!Be(
MODELO
A.,'&'()'*+, , A(,
P,/., P,*+, C,(/.)&' / V/, E'),'(
T#"ma(======= 1 Ano( ========= T#"no ( > Man?% > Ta"&e > Noi!e
P"o@eo"( ============================ Al#no( =========================== Avalie1e eg#n&o a #e!Be a'aio con@o"me o concei!o a'aio
@' – $egular @% – Bo @L – 2uito o @Q – tio @( – Ecelente
4#e!%o Concei!o
Minha motiva/0o 1oi ade2uada para a compreens0o do curso3
Assiduidade nas aulas – 4unca 1altei
Pontualidade nas aulas – #ui sempre pontual .
Comportamento nas aulas % Cumpri sempre as regras de 1uncionamento da aula Aten/0o & "stou sempre com aten/0o 5s atividades6
4ntervenção – 7espeito sempre a minha ve8 de intervir6
Counicação – Comunico%me sempre de 1orma clara e criativa.
$egistro – 7egistro sempre os racioc.nios e conclus9es6
Partici#ação – :emonstrei participa/0o ativa durante o curso6
7 REGISTRO
5 registro de onitoraento de atividades das e8ui#es de traal!o reali)adas #elo #ro0essor usca estaelecer u !istórico evolutivo de dese#en!o ser7 0eito e 0orul7rio
e con0oridade co o odelo eiido e seguida.
MODELO
R/)., / M,).,'8/., / A.)&)'/ O9/&''
P,/., P,*+, C,(/.)&' / V/, E'),'(
P"o@eo"(============================ Ano( ==========
E#i)e( Coo"&ena&o"(
Com)onen!e &a E#i)e O'e"va$Be ge"ai( '- %- L- Q- (-
-O'e"va$Be &a 0 Re#ni%o &e e!"a!gia Da!a( =====F=====
O'e"va$Be &a 3 Re#ni%o &e e!"a!gia Da!a( =====F=====
O'e"va$Be &a . Re#ni%o &e e!"a!gia Da!a( =====F=====
8 ENCERRAMENTO
A 0inali)ação do #ro*eto coo *7 re0erido consistir7 na a#resentação do docuent7rio #elo coordenador de areting a aco#an!ado do coordenador geral e divulgação na \EB e redes sociais foutue al9 da criação de u óru de discuss3es e 8ue todos os #artici#antes deverão e#ressar sua visão e#erincia de a#rendi)ado.
REFER!NCIAS "I"LIOGR#FICAS
C$; S.R CA$+A"_5 A. @%&&J. Produ/0o de v.deo com o Movie Maker; um estudo sobre o envolvimento dos alunos do <6= ano na aprendi8agem. 4n Silva 2.R Silva A.R
Couto A. Pehalvo . @edt 4 Si#ósio 4nternacional de 4n0or7tica Educativa. Porto Escola Su#erior de Educação do 4PP ##.%Q'-%Q.
G;E$$A 2. S. @%&&'. A "scola 2ue Aprende. Porto Ediç3es Asa.
2E_$AB4A< Alert / E$$4S Susan $. @'=J 4n0erence o0 Attitudes 0ro <onveral Counication in T`o C!annels. 4n Nournal o0 Consulting PsXc!ologX L' @L %QM-%(%. 25;$A D. G.R BA$B5SA E. . T"a'al?an&o com )"oGe!o( )laneGamen!o e ge!%o &e )"oGe!o e&#cacionai. São Paulo +o)es %&&M.
]E$<E$ _. ,e"enciamen!o &e P"oGe!o( #ma a'o"&agem i!Hmica )a"a )laneGamen!o )"og"ama$%o e con!"ole. São Paulo Edgard Bluc!er %&''.
+4A<A E.Claudeir 2E""5."uci. C#l!#"a &igi!al e a e&#com#nica$%o como novo )a"a&igma e&#cacional/ $evista G+online +ol.L. n.%.%&'L.$io de Naneiro. Dis#on,vel e !tt#//iliotecadigital.0gv.r/o*s/inde.#!#/rev0gvonline/article/vie`/'=%M'.Acesso e %M.0ev.%&'(.
+5S"5 S $e#ortage do site ;ltio Segundo. Uneco "ecomen&a #o &e cel#la"e como @e""amen!a &e a)"en&i*a&o / %&'L. Dis#on,vel e
j!tt#//ultiosegundo.ig.co.r/educacao/%&'L-&L-&L/unesco-recoenda-o-uso-de-celulares-coo-0erraenta-de-a#rendi)ado.!tlk Acesso e %M.0ev.%&'(
Doc#men!o UNESCO
5 ;T;$5 DA AP$E<D4AGE2 2+E" – 42P"4CAUVES PA$A P"A<ENAD5$ES E GEST5$ES DE P5"WT4CA
j!tt#//unesdoc.unesco.org/iages/&&%%/&&%%M&/%%M&JQP5$.#d0 k? Do`nload e %M.0ev.%&'(