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Proposta Produção Coletiva de Vídeo Educacional

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Academic year: 2021

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Senac/SP – Pós-Graduação/EAD Senac/SP – Pós-Graduação/EAD Curso de Tecnologias na Educação Curso de Tecnologias na Educação

Arivelto B. ial!o Arivelto B. ial!o

PROPOSTA DE PRODUÇÃO COLETIVA PROPOSTA DE PRODUÇÃO COLETIVA

DE VÍDEO EDUCACIONAL DE VÍDEO EDUCACIONAL São "eo#oldo-$S São "eo#oldo-$S %&'( %&'( Arivelto B. ial!o Arivelto B. ial!o

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PROPOSTA DE PEODUÇÃO

PROPOSTA DE PEODUÇÃO COLETIVCOLETIVAA DE VÍDEO EDUCACIOAL

DE VÍDEO EDUCACIOAL

Atividade de avaliação reali)ada #ara a disci#lina de Atividade de avaliação reali)ada #ara a disci#lina de Pro*eto Coletivo de +,deo a#resentado #ara o Senac Pro*eto Coletivo de +,deo a#resentado #ara o Senac EAD

EAD no no curcurso so de de PósPós-Gr-Graduaduaçãação o e e TTecnecnoloologiagias s nana A#rendi)age so tutoria da #ro01. 2aria Cristina rosa A#rendi)age so tutoria da #ro01. 2aria Cristina rosa de Aleida. de Aleida. São "eo#oldo-$S São "eo#oldo-$S %&'( %&'(

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SUMÁRIO

1 JUSTIFICATIVA---3

2 DEFINIÇÃO DO PROJETO---5

3 ROTEIRO---6

3.1- DESCRIÇÕES DE ATIVIDADES SENGUNDO A EAP---7

3.1.1- APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA---7 3.1.2- DEFINIÇÕES DE COORDENAÇÕES---8 3.1.3- REUNIÕES DE ESTRATÉGIAS---9 4 SELEÇÃO DE EQUIPAMENTO---10 4.1 – DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO---10 4.2 – SMARTPHONES--- 11 4.3 – COMPUTADOR---11 4.4 – CONVERSORES DE VÍDEO---11 4. – EDIÇÃO DE VÍDEOS---12

5 DINÂMICA FUNCIONAL DAS AULAS---13

6 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO---14

7 REISTRO---1!

! ENCERRAMENTO---1" 9 REFEREÊNCIAS BIBLIOGRAÁFICAS--- 19

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1 JUSTIFICATIVA

A constante evolução das tecnologias de counicação e suas di0erentes ,dias te 0orado e trans0orado as novas geraç3es de nossa sociedade odi0icando os tradicionais odos de interação E24S5$ 6 $ECEPT5$. Gerando #ortanto novos #aradigas de interatividade #ara todas as 7reas do con!eciento e #rinci#alente #ara a educação e geral. "evando a clara co#reensão 8ue os 9todos #assivos unidirecionais aseados e P$5ESS5$ : A";<5 #ara os dias de !o*e são totalente ine0ica)es e inade8uados. Princi#alente #or8ue as novas geraç3es de alunos são di0erentes da8uelas das d9cadas de '==& e anteriores e 8ue a etodologia consistia e >a#render? @asorver os contedos soente #elo eerc,cio da leitura e escrita #assivas.

Tais trans0oraç3es da sociedade i#lica ada#taç3es ade8uadas #or #arte da Escola e dos #ro0essores #or8ue >ua escola 8ue se 0ec!a não est7 e condiç3es de a#render ne de se desenvolver.? @Guerra %&&' &. E a realidade dos dias atuais 0rente F avalanc!e de in0oraç3es 8ue nos ve aos ecanisos sensoriais 9 de 8ue a#rendeos uito #ouco e nos desotivaos continuaente. E 9 0ato 8ue #ro0essores e alunos cada ve) ais t a clara sensação de 8ue uitas aulas convencionais estão ultra#assadas.

As novas geraç3es e virtude da #roli0eração dos gaes tecnologias avançadas no cinea co ricos e0eitos visuais e teas conte#orHneos aientes virtuais interativos na internet etc. são !o*e uito ais visuais e a#rende ra#idaente #ela oservação. Por9 diante de tantas tecnologias no ve o 8uestionaento Coo ensinar e a#render e ua sociedade tão in0orati)ada e de trans0oraç3es tão dinHicasI

Entre as diversas etodologias 8ue tenta res#onder essa 8uestão a Educonicação  #arece ser a8uela de res#ostas ais satis0atórias #ois te coo 0oco #rinci#al as relaç3es socioeducativas. $e#resenta o encontro da educação co a counicação ulti,dia colaorativa e interdisci#linar #ortanto u #rocesso de counicação ais e0etiva viaili)ando aior e0icincia no a#rendi)ado #ois segundo estudos de 2e!raian e erris @'=J a counicação 8uando ta9 visual constitui-se e 9dia e JK eleentos verais LMK #rosódia @tonalidade intensidade rito e ((K linguage cor#oral @#ostura gestos e e#ressão 0acial. Estat,stica 8ue nos leva ao esco#o dessa #ro#osta e 8ue consiste na  #rodução colaorativa de u v,deo educativo co duração de ( inutos. N7 8ue esses @LMK O

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Para *usti0icar ainda essa #ro#osta de #ro*eto a#resento o #arecer da #ró#ria ;<ESC5  #ulicado e Bras,lia no ano de %&'Q so t,tuloR 5 ;T;$5 DA AP$E<D4AGE2

2+E" – 42P"4CAUVES PA$A P"A<ENAD5$ES E GEST5$ES DE P5"WT4CA do original T!e uture o0 2oile "earning #ulicado e %&'L #ela ;<ESC5 J #lace de ontenoX J(L(% Paris &J SP rance. A tradução #ara o #ortugus desta #ulicação 0oi  #rodu)ida #ela $e#resentação da ;<ESC5 no Brasil.

Este docuento 0a) #arte da s9rie >Docuentos de traal!o sore a#rendi)age óvel? da ;<ESC5. A s9rie usca el!orar a co#reensão de coo as tecnologias óveis #ode ser utili)adas #ara el!orar o acesso a e8uidade e a 8ualidade da educação no undo inteiro. Consiste e 'Q docuentos inde#endentes #ulicados e %&'% e %&'L.

De acordo co o docuento 8ue tr7s e seu esco#o o 8ue 0oi denoinadoR >'L ons otivos #ara ter esse aliado na educação? e o #arecer de Steeve +oslo coordenador do  #ro*eto a8ui transcrito

Cada #ais est7 e u n,vel di0erente no uso das tecnologias óveis e sala de aula. Por isso 9 i#ortante 8ue cada u use o guia ada#tado as suas necessidades locais Y...Z a ideia de lançar essas recoendaç3es surgiu a #artir da constatação de 8ue eso considerando o uso dessas tecnologias e sala de aula algo  #edagogicaente i#ortante uitos governos não saia #or onde coeçar Y...Z a 8uestão do acesso *7 est7 avançada a 8uestão agora 9 dar signi0icação a esse uso @+5S"5 %&'L.

Cae a nós educadores dar signi0icação ao uso desses dis#ositivos e sala de aula desenvolvendo a#licaç3es 8ue res#onda as necessidades curriculares e a#roveite ao 7io as !ailidades de toda essa nova geração de alunos con!ecidos coo ><ativos Digitais?. <ão #odeos ais 0ugir a realidade da #resença dos dis#ositivos óveis e sala de aula. Desta 0ora essa #ro#osta de #ro*eto 8ue usca conte#lar essa realidade nos servir7 coo ter[etro de edição #ara construção de iniciativas #edagógicas 8ue inclua ta9 os dis#ositivos óveis celulares coo 0erraenta de a#oio a #es8uisa e construção de saeres. E no entendiento deste educador a el!or 0ora de dar essa signi0icação 9 contetuali)ando sua utili)ação no #rocesso de construção do con!eciento do #ró#rio aluno atrav9s de #ro*etos educacionais.

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De acordo co 2oura e Barosa @%&&M #. '= >uitos resultados decorrentes de  #ro*etos educacionais di0icilente seria alcançados a#enas co a anutenção e a*ustes das atividades de rotina?. Para estes autores a escol!a #or u #ro*eto #ara a 7rea educacional 9  *usti0icada ta9 #elo 0ato de 8ue as estruturas utili)adas #or esses visa F construção e

co#artil!aento de con!ecientos e !ailidades 8ue auilia no #rocesso educacional.

2 DEFINIÇÃO DO PROJETO

E ua #ers#ectiva educounicativa visando traal!ar co #edagogia de #ro*etos e 8ue o aluno a#rende no #rocesso de #rodu)ir de levantar dvidas de #es8uisar e de criar  relaç3es 8ue incentiva novas uscas descoertas co#reens3es e reconstruç3es de con!eciento onde o #a#el do #ro0essor deia de ser a8uele 8ue ensina #or eio da transissão de in0oraç3es – 8ue te coo centro do #rocesso a atuação do #ro0essor – #ara criar situaç3es de a#rendi)age cu*o 0oco incide sore as relaç3es 8ue se estaelece neste  #rocesso caendo ao #ro0essor reali)ar as ediaç3es necess7rias #ara 8ue o aluno #ossa

encontrar sentido na8uilo 8ue est7 a#rendendo a #artir das relaç3es criadas nessas situaç3es. Corroorando ainda essa ideia e de acordo co 2oura e Barosa @%&&M #. %L

Y...Z #ro*eto educacional 9 u e#reendiento de duração 0inita co o*etivos claraente de0inidos e 0unção de #roleas o#ortunidades necessidades desa0ios ou interesses de u sistea educacional de u educador ou gru#o de educadores co a 0inalidade de #lane*ar coordenar e eecutar aç3es voltadas #ara el!oria de #rocessos educativos e de 0oração !uana e seus di0erentes n,veis e contetos.

Desta 0ora 9 tra)ida a8ui a seguinte #ro#osta de #ro*eto a ser traal!ada e ua tura de %& alunos e 8ue ta9 servir7 coo laoratório ao TCC deste educador cu*o ote 9R A Tecnologia Móvel como In!"#men!o na Diemina$%o &o Sa'e"( O Uo &e Cel#la"e como Inova$%o Eme"gen!e no P"oceo &e A)"en&i*agem . 5 #ro*eto então consistir7 e #rodu)ir editar eiir e #ostar e log e redes sociais u v,deo colaorativo e de car7ter educativo sore o teaR O CELULAR COMO +ERRAMENTA PEDA,-,ICA e ter7 duração 7ia de ( inutos. A coleta de iagens e 7udio ser7 0eita inteiraente #or  dis#ositivosSmartphones. A#arel!os celulares ulti,dias 8ue #ossue cHera de v,deo.

Este #ro*eto 9 ideali)ado #ara a#licação e ódulo de %Q! ou se*a  encontros e tura co Q!/aula @turas an!ã ou tarde ou M encontros e tura co L!/aula @noite.

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3 ROTEIRO

Toda e 8ual8uer #rodução audiovisual te #or #ro#ósito ao 0inal entregar u #roduto ou serviço @v,deo de #ro#aganda entrevista docuent7rio etc e deve transcorrer de acordo co u roteiro #r9-de0inido 8ue e linguage de gestão de #ro*etos 9 denoinado esco#o do #ro*eto.

5 esco#o do #ro*eto 9 re#resentado #elo traal!o reali)ado #ara entregar o tal #roduto ou serviço se*a ele novo ou a#enas odi0icado e se desenvolver7 e con0oridade co a seguinte estrutura anal,tica.

igura ' – Estrutura anal,tica do #ro*eto - @EAP #ara ua tura de %& alunos onte Elaorado #elo autor @%&'(.

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A estrutura e 7rvore a#resentada na igura ' re#resenta gra0icaente as entregas do  #ro*eto e a res#ectiva deco#osição e #acotes de traal!o #ara alcançar cada ua das

entregas. Essa es#9cie de estrutura !ier7r8uica 9 con!ecida coo Estrutura Anal,tica do Pro*eto @EAP do ingls Work Breakdown Structure @\BS @]E$<E$ %&''R P24 %&'L.

./01 DESCRIÇ2ES DE ATIVIDADES SEN,UNDO A EAP

3#1#1- APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA

A #ro#osta do #ro*eto ser7 a#resentada aos alunos no in,cio do ódulo logo a#ós a a#resentação de u v,deo sore ,dias de counicação e as a#las #ossiilidades das odernas tecnologias nos #rocessos de interação a#rendi)age e construção do con!eciento. Sugere-se a8ui o v,deo <5+AS 2ET5D5"5G4AS PA$A AP$E<D4AGE2 C52 TEC<5"5G4AS 2+E4S – Palestra #ro0erida #elo #ro0essor  Doutor Nos9 2anuel 2oran #or ocasião do (^ Si#ósio de Tecnologias e _i#erteto @'^ Coló8uio 4nternacional de Tecnologias e educação. Dis#on,vel na internet e

!tt#s//```.Xoutue.co/`atc!Iv]oB)Jvsb"ct((

igura %- +,deo #ara re0leão e a#resentação da #ro#osta de #ro*eto. Acesso e &Q/&L/%&'(

E seguida o #ro0essor #ro*etar7 no 8uadro a Estrutura Anal,tica do Pro*eto - EAP ostrado na 0igura ' e e#licar7 a #ro#osta todos os seus detal!es e o*etivos dando inicio ao #rocesso e con0oridade co as descriç3es e seguida.

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3#1#2- DEFINIÇ$ES DE COORDENAÇ$ES

Con0ore a estrutura anal,tica do #ro*eto - EAP essa 0ase consistir7 na de0inição de coordenadorias e8ui#es e atriuiç3es de cada e8ui#e.

Coo #ode ser oservado na 0igura ' e @L.& dado o nuero de alunos envolvidos e a necessidade de organi)ação #ara cu#riento dentro dos #ra)os estaelecidos na reunião de a#resentação do #ro*eto assi coo o cu#riento da #ro#osta 8ue consiste e ua construção colaorativa serão necess7rios cinco coordenares sendo o #rieiro o coordenador  geral 8ue re#resentar7 a tura e res#onder7 #elo relatório 0inal do #ro*eto e 0ar7 reuni3es de instrução e an7lises co os deais coordenadores @Q.&.

L.'.%.'- Eb;4PE DE $EDAU5

A #rodução 0inal desses contedos 0icar7 a cargo de dois alunos coo #revisto na EAP da 0igura ' e @.& não i#edindo 8ue os esos tro8ue ideias co os deais colegas e intera*a co outras #essoas. Assi visando traal!ar co a ideia da interdisci#linaridade e di0erentes vis3es os alunos deverão 0orular 8uestionaentos ta9 #ara educadores de di0erentes 7reas de ensino #ais outros alunos e eso #essoas da counidade. 5 teto de narrativa e 8uestionaentos dever7 constar no relatório 0inal.

L.'.%.%- Eb;4PE DE CAPTAU5 DE +WDE5 E A;D45.

Segundo a EAP da 0igura ' e @J.& essa tare0a 0icar7 so a res#onsailidade de  alunos 8ue ten!a dis#ositivos oveis celulares co condiç3es de o#eracionalidade e 8ualidade de gravação de 7udio e v,deo o ais siilar #oss,vel. 4sso ir7 con0erir aior  uni0oridade na 8ualidade das gravaç3es. Ta9 0icar7 so sua res#onsailidade selecionar soente tril!as sonoras licenciadas co Creative Commons (cc con0ore orientaç3es

 #assadas #elo #ro0essor na a#resentação da #ro#osta.

Antes de 0a)er 8ual8uer ca#tação de iage de #essoas 8ue irão #artici#ar do docuent7rio res#ondendo aos 8uestionaentos ou eitindo #areceres dever7 ser col!ida a autori)ação das esas. Para isso 9 a#resentado no ite Q.& desta #ro#osta e 8ue trata da seleção de e8ui#aentos e seu suite Q.' o odelo de autori)ação 8ue ser7 utili)ado.

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./0/3/.1 E4UIPE DE EDIÇÃO

A e8ui#e de edição co#osta #or Q alunos 0icar7 encarregada de receer as gravaç3es de v,deo dos celulares dos  alunos da e8ui#e de ca#itação. Esta trans0erncia de ar8uivos dever7 ocorrer de trs #oss,veis aneirasR \!atsA## E-ail ou cao ;SB.

_avendo a necessidade de a*uste @conversão do 0orato do ar8uivo ser7 utili)ado o so0t`are livre orat actorX. <o suite Q.Q ser7 a#resentada esta 0erraenta e alguas de suas #ossiilidades.

A edição 0inal ser7 0eita na #lata0ora gratuita do Windows denoinada Movie Maker .

Detal!es sore este editor serão a#resentados no suite Q..

5 #rocesso de 0inali)ação do docuent7rio consistir7 e convert-lo #ara os 0oratos 2PQ A+4 LGP Android A##le 4#!one  iPad SonX e <oia e entrega-lo F e8ui#e de areting.

./0/3/51 E4UIPE DE MAR6ETIN, E APRESENTAÇÃO

Caer7 a esta e8ui#e as seguintes tare0as

'. Desenvolver u Blog intitulado TEC<5"5G4AS <A ED;CAU5 #ara #osterior 

 #ostage do docuent7rio co u teto #rodu)ido #ela e8ui#e de redação. %. Dis#oniili)ar o docuent7rio no foutue e e ua an#age no aceoo.

L. Criar u 5"DE$ de convite #ara a a#resentação do docuent7rio na Escola.

Q. A a#resentação do docuent7rio #ara a direção da escola e deais turas ser7 0eita

 #elo coordenador da e8ui#e.

3#1#3- REUNI$ES DE ESTRAT%IAS

5 #ro*eto #rev durante sua eecução trs reuni3es estrat9gicas entre a coordenadoria e o #ro0essor 8ue atuar7 unicaente coo consultor e oservador. Considerando 8ue a  #ro#osta visa a#licação e ódulo de %Q! suas ocorrncias serão e @!/ '%!/ e 'M! co duração 7ia de L& inutos. As deais reuni3es coo re0eridas no ite anterior e a#ontadas na EAP e @(.& terão 0re8uncia a crit9rio dos coordenadores das e8ui#es sendo 8ue a 0re8uncia ,nia aceit7vel ser7 de duas reuni3es 8ue deverão constar e a#ontaento do relatório geral.

(11)

4 SELEÇÃO DE EQUIPAMENTO

A #ro#osta inovadora deste #ro*eto ir7 re8uerer e8ui#aentos si#les asicaente os dis#ositivos óveis  smartphones celulares dos alunos e8ui#ados co cao ;SB #ara

trans0erncia de ar8uivos de v,deo ou 7udio coletados Coneão \ireless Co#utador PC co o #rograa Movie Maker  #ara edição de v,deo #rograa $EE orat actorX #ara

conversão de ar8uivos Adoe P!otos!o# ou Corel Dra` #ara criação 0older de divulgação e iagens e #rinci#alente docuento de autori)ação a ser 0irado entre as #artes.

5/0 7 DOCUMENTO DE AUTORI8AÇÃO

5 odelo a seguir 9 #ro#osto coo docuento legal F coleta e utili)ação das iagens.

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5/3 7 SMARTP9ONES

 <ão ser7 de0inida arca es#ec,0ica de dis#ositivo celular óvel #ara eecução desse  #ro*eto entretanto 9 con!ecida e notória a 8ualidade dos dis#ositivos das arcas 4#!one

Sasung e "G #rinci#alente co ade8uada iluinação. 5/. 7 COMPUTADOR 

A aioria dos laoratórios de in0or7tica da unidade senac e 8uestão conta co co#utadores de 9dia #er0orance. Su0iciente #ara todo o #rocesso de edição co 8ualidade satis0atória deste docuent7rio.

5/5 7 CONVERSORES DE VÍDEO

Alguns dis#ositivos óveis coo celulares gera 0oratos es#ec,0icos de v,deo 8ue  #recisa ser recodi0icados/ rediensionados #ara 0oratos 8ue #erita ser editados e  #rograas #ara PC eora eista !o*e editores es#ec,0icos #ara eecução no #ró#rio dis#ositivo óvel e #ode ser 0acilente aiados ne todos os dis#ositivos óveis os su#orta e. Para evitar di0iculdade a8ui 9 #ro#osta a edição e PC. Para isso 9 recoendado a utili)ação do +o"ma! +ac!o":. ; ecelente conversor gratuito dis#on,vel na rede #ara download   e 8ue #erite conversão e todos os 0oratos de v,deo e 7udio

con!ecidos inclusive De e Pa"a dis#ositivos óveis celulares. Seu download  #ode ser otido

e !tt#//```.#c0reetie.co/PT/inde.!tl.

(13)

5/; 7 EDIÇÃO DE VÍDEOS

São uitas as 0erraentas 8ue teos !o*e acess,veis #ara o desenvolviento de v,deos coo 9 o caso do Adobe Premiére, Windows Movie Maker, iMove, SpringBoard, Son !egas,

etc.

Cada ua destas 0erraentas #ossui atriutos di0erentes uas são ais si#les e co  #oucos recursos outras ais co#letas e ais co#leas #or9 9 #oss,vel reali)ar v,deos de

8ualidade eso co os a#licativos ais si#les.

Eora a unidade do senac e 8uestão #ossua licenciaento #ara a #lata0ora  #ro0issional de edição Adoe Preier 9 indicado a8ui o a#licativo Windows Movie Maker 

8ue segundo 2ene)es et al . @%&&M 9 u so0t`are de edição de v,deos de 07cil utili)ação

8ue #erite 8ue indiv,duos se uita e#erincia e in0or7tica #ossa adicionar e0eitos de transição a iagens e tetos #ersonali)ados e coo 7udio e 0iles. Este so0t`are 0a)  #arte do #acote do sistea o#erativo do Windows "ssentials. ;ltia versão lançada no ano de

%&'% @ver 0igura ( e . Seu download  #ode ser otido e

!tt#//`indo`s.icroso0t.co/#t-B$/`indo`s-live/ovie-aer .

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 #igura -% "ditor de v.deo Movie Maker 

 <a literatura estão re#ortados alguns estudos e 8ue a 0erraenta 0oi utili)ada #ara 0ins educativos caso dos traal!os desenvolvidos #or ee#lo #or Cru)  Carval!o @%&&J.

5 DINÂMICA FUNCIONAL DAS AULAS

Durante os  ou M encontros e 8ue o #ro*eto estiver sendo desenvolvido a estrutura 0uncional ocorrer7 d8 senguinte 0ora

 De#ois do ingresso e sala de aula o #ro0essor 0ar7 a c!aada e #assar7 as

orientaç3es 8ue entender necess7rio ao andaento do #ro*eto.

 5s gru#os *a 0orados irão reunir-se co seus coordenadores #ara o desenvolviento

de suas atividades

 5 coordenador geral estar7 e constante interação co os coordenadores transitando

e oservando o desenvolver das atividades #ara con0eção do relatório geral e garantir  8ue os #ra)os e o*etivos estaelecidos e sua reunião co os coordenadores das e8ui#es se*a cu#ritos co eito.

 As interaç3es de entrevistas de#oientos coleta de i#ress3es etc ocorrerão e

!or7rios de interv7-lo e !avendo necessidade de sa,das da escola durante #er,odo de aulas #ara coleta de i#ress3es entrevistas etc co #ro0issionais educadores ou eso dentro da escola 0ora de !or7rio de interva-lo os alunos da e8ui#e de ca#tação de v,deo e audio receerão autori)ação #or escrito #or #arte do #ro0essor e direção e

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deverão estar aco#an!ados de seu coordenador.

 Se#re 8ue os coordenadores ac!are convenientes re#assar os o*etivos co suas

e8ui#es deverão 0a)-lo.

 +isto este ti#o de #ro#osta estar en8uadrada dento da etodologia de #ro*etos o

 #ro0essor soente se ani0estar7 nas reuni3es de de0iniç3es das estrat9gias e diretaente aos coordenadores 8ue deverão retransitir as e8ui#es.

 Caer7 ao #ro0essor a atividade coo consultor ediador nas discuç3es e sugerir 

 #ossiveis cain!os as nunca as soluç3es de0initivas.

Ainda nessa ótica de #ro*etos o #ro0essor dever7 #assar F tura orientaç3es a cerca de duas i#ortntes 0erraentas #ara gestão e desenvolviento de u #ro*eto se*a ele de car7ter   #uraente educativo se*a ele einentente coercial. Essas 0erraentas são o  Brain Storming  e#licando sua etodologia #ara 8ue os coordenadores de e8ui#es utili)e e suas

reuni3es. E o (\'_ 8ue consite e

'. De0inição de O 4UE ser7 0eito @>\_AT? %. De0inição de 4UAND5 ser7 0eito @>\_E<? L. De0inição de 4UEM 0ar7 @>\_5?

Q. De0inição de ONDE ser7 0eito @>\_E$E? (. Esclarecer POR 4U< ser7 0eito @>\_f? . Descrição de COMO ser7 0eito @>_5\?

6 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

5 #ro#ósito 0undaental da avaliação 9 veri0icar a consecução e o alcance dos o*etivos isto 9 veri0icar se o aluno est7 doinando gradativaente os o*etivos #revistos 8ue se tradu)e e teros de in0oraç3es !ailidades e atitudes. Ao iniciar o #ro*eto cae ao #ro0essor estaelecer 8uais são os con!ecientos 8ue seus alunos deve ad8uirir e coo as !ailidades e atitudes a sere desenvolvidas.

Esses con!ecientos !ailidades e atitudes deve ser constanteente avaliados durante a reali)ação das atividades de ensino-a#rendi)age 0ornecendo in0oração tanto  #ara o #ro0essor coo #ara o aluno acerca do 8ue *7 0oi assiilado e do 8ue ainda #recisa ser 

(16)

 #revistas cae ao #ro0essor re#ensar sua #r7tica docente a 0i de #ro#orcionar as condiç3es 8ue #eritirão essa a#ro#riação.

Para o desenvolviento do #ro*eto e avaliação o #ro0essor 0oentar7 aos alunos valere-se da interdisci#linaridade uscare arguentos e contedos de disci#linas 8ue entenda correlatas ao #ro*eto #ois o traal!o co #ro*etos #erite ro#er co as 0ronteiras disci#linares 0avorecendo o estaeleciento de elos entre as di0erentes 7reas de con!eciento nua situação contetuali)ada da a#rendi)age.

 i#ortante oservar #ara 8ue no #rocesso avaliativo o #ro0essor não atriua valor   #ara as #r7ticas interdisci#linares e co isso #asse a negar 8ual8uer atividade disci#linar. Essa

visão 9 e8uivocada #ois A esse res#eito a)enda @'==Q en0ati)a 8ue a interdisci#linaridade se d7 se 8ue !a*a #erda da identidade das disci#linas.

>@... 8ue o #ro*eto ro#e co as 0ronteiras disci#linares tornando-as #ere7veis na ação de articular di0erentes 7reas de con!eciento oili)adas na investigação de  #role7ticas e situaç3es da realidade. 4sso não signi0ica aandonar as disci#linas

as integr7-las no desenvolviento das investigaç3es a#ro0undando-as verticalente e sua #ró#ria identidade ao eso te#o 8ue estaelece articulaç3es !ori)ontais nua relação de reci#rocidade entre elas a 8ual te coo  #ano de 0undo a unicidade do con!eciento e construção? @#.(M.

5 #rocesso de onitoraento e avaliação do n,vel de asorção de con!ecientos #elo gru#o e #or cada integrante ser7 0eito #elo aco#an!aento constante do #ro0essor e cada estação de traal!o e #resencial oservando as reuni3es de brainstorming  #roovidas #elo

coordenador de cada ua das e8ui#es ou o coordenador geral onde o #ro0essor oservar7 co#ortaentos e atitudes. Avaliando a interação entre os co#onentes e coo suas desenvolturas na utili)ação das 0erraentas.

5utro ecaniso de avaliação e *7 encionado ser7 a #rodução do u relatório de atividades e *usti0icação de suas escol!as e #rocedientos a ser desenvolvido #ela e8ui#e.

Por 0i os dois ltios instruentos de avaliação consistirão e ua autoavaliação e ua avaliação do #ro*eto #or9 9 necess7rio 8ue a autoavaliação não se*a soente 0ruto de relatórios estruturados onde o aluno si#lesente res#onde ao 0inal do ódulo sore o seu dese#en!o.  i#ortante 8ue a autoavaliação se*a vista coo #arte integrante do contato di7rio co o con!eciento levando e consideração a necessidade de o #ro0essor   #ro#orcionar oentos e 8ue o aluno ten!a #ossiilidade de deonstrar o seu a#rendi)ado.

(17)

As grades ' e % eiidas e seguida ee#li0ica odelos de Avaliação do Pro*eto e Autoavaliação do aluno.

MODELO

 A&'()'*+, ' A.)&)'/

P,/., P,*+, C,(/.)&' / V/, E'),'(

T#"ma(======= 1 Ano( ========= T#"no ( > Man?% > Ta"&e > Noi!e P"o@eo"( ============================ 

Avalie a #e!Be a'aio con@o"me o concei!o a'aio

@' – $egular @% – Bo @L – 2uito o @Q – tio @( – Ecelente

4#e!%o Concei!o

Perguntas 0oruladas #elo #ro0essor e suas intervenç3es 0ocali)ara estiulara e desencadeara novas ideiasI

As ideias #rinci#ais 0ora retoadas resuidas esclarecidas ou co#letadas 8uando necess7rioI

5s ee#los utili)ados 0ora ilustrativos si#les relevantes e a*ustados aos conceitos #rinci#aisI

5 vocaul7rio utili)ado na a#resentação do #ro*eto e deais esclarecientos 0oi  #reciso correto sendo tradu)ido 8uando necess7rioI

5 #ro0essor deonstrou do,nio o su0iciente aos assuntos aordadosI

_ouve se8uencia no desenvolviento do assunto de odo 8ue 0acilitasse o entendiento #or #arte do alunoI

oi satis0atório o grau de #ro0undidade de desenvolviento do #ro*eto assegurando a a#ro#riação dos con!ecientos desenvolviento de atitudes e !ailidadesI

As t9cnicas utili)adas 0ora ade8uadas aos #ro#ósitosI 5s recursos audiovisuais e de instalaç3es 0ora ade8uadosI

5 aterial t9cnico dis#oniili)ado 9 ade8uado ao #ro*eto #ro#ostoI

S#ge!Be(

(18)

MODELO

 A.,'&'()'*+, , A(,

P,/., P,*+, C,(/.)&' / V/, E'),'(

T#"ma(======= 1 Ano( ========= T#"no ( > Man?% > Ta"&e > Noi!e

P"o@eo"( ============================ Al#no( ===========================  Avalie1e eg#n&o a #e!Be a'aio con@o"me o concei!o a'aio

@' – $egular @% – Bo @L – 2uito o @Q – tio @( – Ecelente

4#e!%o Concei!o

 Minha motiva/0o 1oi ade2uada para a compreens0o do curso3

Assiduidade nas aulas – 4unca 1altei

Pontualidade nas aulas – #ui sempre pontual .

Comportamento nas aulas % Cumpri sempre as regras de 1uncionamento da aula  Aten/0o & "stou sempre com aten/0o 5s atividades6

4ntervenção – 7espeito sempre a minha ve8 de intervir6

Counicação – Comunico%me sempre de 1orma clara e criativa.

$egistro – 7egistro sempre os racioc.nios e conclus9es6

Partici#ação – :emonstrei participa/0o ativa durante o curso6

(19)

7 REGISTRO

5 registro de onitoraento de atividades das e8ui#es de traal!o reali)adas #elo  #ro0essor usca estaelecer u !istórico evolutivo de dese#en!o ser7 0eito e 0orul7rio

e con0oridade co o odelo eiido e seguida.

MODELO

R/)., / M,).,'8/., / A.)&)'/ O9/&''

P,/., P,*+, C,(/.)&' / V/, E'),'(

P"o@eo"(============================ Ano( ========== 

E#i)e( Coo"&ena&o"(

Com)onen!e &a E#i)e O'e"va$Be ge"ai( '- %- L- Q- (-

-O'e"va$Be &a 0 Re#ni%o &e e!"a!gia Da!a( =====F===== 

O'e"va$Be &a 3 Re#ni%o &e e!"a!gia Da!a( =====F===== 

O'e"va$Be &a . Re#ni%o &e e!"a!gia Da!a( =====F===== 

(20)

8 ENCERRAMENTO

A 0inali)ação do #ro*eto coo *7 re0erido consistir7 na a#resentação do docuent7rio  #elo coordenador de areting a aco#an!ado do coordenador geral e divulgação na \EB e redes sociais foutue al9 da criação de u óru de discuss3es e 8ue todos os  #artici#antes deverão e#ressar sua visão e#erincia de a#rendi)ado.

 REFER!NCIAS "I"LIOGR#FICAS

C$; S.R CA$+A"_5 A. @%&&J. Produ/0o de v.deo com o Movie Maker; um estudo  sobre o envolvimento dos alunos do <6= ano na aprendi8agem. 4n Silva 2.R Silva A.R

Couto A.  Pehalvo . @edt 4 Si#ósio 4nternacional de 4n0or7tica Educativa. Porto Escola Su#erior de Educação do 4PP ##.%Q'-%Q.

G;E$$A 2. S. @%&&'. A "scola 2ue Aprende. Porto Ediç3es Asa.

2E_$AB4A< Alert / E$$4S Susan $. @'=J 4n0erence o0 Attitudes 0ro <onveral Counication in T`o C!annels. 4n Nournal o0 Consulting PsXc!ologX L' @L %QM-%(%. 25;$A D. G.R BA$B5SA E. . T"a'al?an&o com )"oGe!o( )laneGamen!o e ge!%o &e )"oGe!o e&#cacionai. São Paulo +o)es %&&M.

]E$<E$ _. ,e"enciamen!o &e P"oGe!o( #ma a'o"&agem i!Hmica )a"a )laneGamen!o )"og"ama$%o e con!"ole. São Paulo Edgard Bluc!er %&''.

+4A<A E.Claudeir 2E""5."uci. C#l!#"a &igi!al e a e&#com#nica$%o como novo )a"a&igma e&#cacional/ $evista G+online +ol.L. n.%.%&'L.$io de Naneiro. Dis#on,vel e !tt#//iliotecadigital.0gv.r/o*s/inde.#!#/rev0gvonline/article/vie`/'=%M'.Acesso e %M.0ev.%&'(.

+5S"5 S $e#ortage do site ;ltio Segundo. Uneco "ecomen&a #o &e cel#la"e como @e""amen!a &e a)"en&i*a&o / %&'L. Dis#on,vel e

j!tt#//ultiosegundo.ig.co.r/educacao/%&'L-&L-&L/unesco-recoenda-o-uso-de-celulares-coo-0erraenta-de-a#rendi)ado.!tlk Acesso e %M.0ev.%&'(

Doc#men!o UNESCO

5 ;T;$5 DA AP$E<D4AGE2 2+E" – 42P"4CAUVES PA$A P"A<ENAD5$ES E GEST5$ES DE P5"WT4CA

j!tt#//unesdoc.unesco.org/iages/&&%%/&&%%M&/%%M&JQP5$.#d0 k? Do`nload e %M.0ev.%&'(

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Referências

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