• Nenhum resultado encontrado

Gerenciamento de Tempo: MS Project

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Gerenciamento de Tempo: MS Project"

Copied!
26
0
0

Texto

(1)

Fevereiro/2014

Gerenciamento de Tempo: MS

Project

(2)

Garante o planejamento e execução do projeto em um

prazo adequado, consistindo na definição,

seqüenciamento e estimativa de duração das atividades,

com vistas a desenvolver e controlar a agenda do projeto

Inclui os processos necessários para realizar o término do

projeto no prazo

Definição de Marcos

(3)

Funções na gestão do tempo:

Melhorar a precisão das estimativas de tempo.

Auxílio na definição de uma baseline para medir e

controlar o desempenho.

Possibilitar acompanhamento e controle do projeto

tanto pelo “todo” como por fases

(4)

A 5ª Edição do PMBOK (2012) traz um novo

processo (Planejar Gerenciamento do Tempo)

que não será tratado aqui, sem prejuízo para

o aprendizado.

O gerenciamento do tempo envolve os seguintes

processos (PMI, 2008):

GERENCIAMENTO DO TEMPO

Gerenciamento do tempo do projeto 6.1 Definição das atividades 6.2 Seqüenciamento de atividades 6.3 Estimativa de recursos da atividade 6.4 Estimativa de duração da atividade 6.5 Desenvolvimento do cronograma 6.6 Controle do cronograma

(5)

GERENCIAMENTO DO TEMPO

6.1 Definição da atividade – identificação das atividades específicas do cronograma

que precisam ser realizadas para produzir as várias entregas do projeto.

6.2 Seqüenciamento de atividades – identificação e documentação das

dependências entre as atividades do cronograma.

6.3 Estimativa de recursos da atividade – estimativa do tipo e das quantidades de

recursos necessários para realizar cada atividade do cronograma.

6.4 Estimativa de duração da atividade – estimativa do número de períodos de

trabalho que serão necessários para terminar as atividades individuais do

cronograma.

6.5 Desenvolvimento do cronograma – análise dos recursos necessários, restrições

do cronograma, durações e seqüências de atividades para criar o cronograma do

projeto.

(6)

GERENCIAMENTO DO TEMPO

6.1 Definição da atividade – identificação das atividades específicas

do cronograma que precisam ser realizadas para produzir as várias

entregas do projeto.

A EAP é a principal entrada para a definição das atividades, tendo sido

concebida no processo de Gerenciamento de Escopo.

(7)

GERENCIAMENTO DO TEMPO

6.2 Sequenciamento de atividades identificação e documentação das

dependências entre as atividades do cronograma.

Entradas para o processo: Declaração do escopo que contém a

descrição do produto do projeto que serve de base para o

(8)

GERENCIAMENTO DO TEMPO

Ferramenta: Método do Diagrama de Precedência - MDP: Diagrama de rede que

representa as atividades por caixas (nós) e as interdependências por setas

INÍCIO

D

FIM

F

E

C

B

A

(9)

GERENCIAMENTO DO TEMPO

Existem quatro tipos de relacionamento de dependência:

Término-Início: B só pode iniciar

após o término de A;

Início-Início: o início de A deve ser

simultâneo ao de B;

Término-Término: o término de A

deve ser simultâneo ao de B;

Início-Término: B deve terminar a

tempo de A iniciar. (caminho inverso)

PREDECESSORA

SUCESSORA

PREDECESSORA

SUCESSORA

PREDECESSORA

SUCESSORA

PREDECESSORA

SUCESSORA

(10)

Uma vez seqüenciadas, é preciso estimar os prazos de duração

de cada tarefa;

Identificar e quantificar os recursos (pessoas, equipamentos,

materiais) necessários para a execução de uma determinada

tarefa, bem como avaliar a disponibilidade destes recursos em

volume e calendário é um processo facilitador na estimativa

de durações;

Também é fundamental a busca de opiniões de pessoas

especializadas que tenham ampla experiência em trabalhos

semelhantes;

(11)

Técnicas para estimativa de prazo:

Opinião especializada:

Ex: Opinião da SPGF para o prazo de determinadas licitações.

Estimativa análoga:

Ex: Repetição da duração de determinada atividade do ano anterior.

Estimativa paramétrica:

Multiplicação da quantidade de trabalho a ser realizado pelo valor da

produtividade.

(12)

Técnicas para estimativa de prazo:

Estimativas de três pontos:

Determinar três cenários para cada atividade: Otimista, Pessimista, Mais

provável. Utilizar a fórmula:

Análise das reservas:

Utilizar a estimativa otimista na definição da duração em todas as

atividades e acrescentar uma “reserva” (ou buffer) ao fim do cronograma

como reconhecimento do risco do cronograma.

(13)

Cuidados que devem ser observados na estipulação dos prazos:

1.

A pactuação dos prazos com os responsáveis por cada tarefa

reforça o compromisso em torno dos prazos;

2.

Em projetos de abrangência interdepartamental ou

interinstitucional, é fundamental a inserção das outras áreas

no planejamento dos prazos das tarefas pelas quais elas são

responsáveis;

3.

Tarefas de longa duração não permitem um

acompanhamento apurado, sendo recomendável o

detalhamento das mesmas em outras tarefas mais curtas, e

portanto mais controláveis.

(14)

Com o seqüenciamento e as estimativas de duração,

obtêm-se uma primeira versão do cronograma, que deve

ser avaliada sob as seguintes perspectivas:

Caminho crítico: a rede de tarefas que ligam o início e o fim do projeto

sem folgas deve ser reavaliada, uma vez que qualquer atraso em uma

tarefa implica em atraso no término do projeto;

Disponibilidade de recursos: o cronograma deve ser confrontado com

os calendários de disponibilidade de recursos, de forma a se avaliar se

no momento planejado para a execução de uma tarefa, todos os

recursos necessários poderão ser empregados

(15)

GERENCIAMENTO DO TEMPO

Projeto

Subprojeto

(16)

GERENCIAMENTO DO TEMPO

(17)

Orientações para a revisão do Cronograma dos Projetos Estratégicos:

Um bom cronograma é aquele em que é possível visualizar em

detalhes o caminho utilizado para se chegar à entrega final

(marco do projeto).

Um cronograma ruim é aquele que não lhe permite

acompanhar o caminho utilizado para se chegar à entrega final

(marco do projeto), seja porque suas atividades não estão

devidamente organizadas em uma forma lógica e cronológica,

seja pela falta de detalhamento de atividades importantes.

(18)

Orientações para a revisão do Cronograma dos Projetos

Estratégicos:

Seguir o mesmo cronograma atual, mas a linha de base será

alterada;

Deve haver no mínimo uma atividade por mês no cronograma;

Marco final: a grande entrega do subprojeto;

Marco Intermediário: entregas relevantes que serão parte da

entrega final;

Um projeto não deve ter marcos apenas para dezembro;

(19)

Orientações para a revisão do Cronograma dos Projetos Estratégicos:

Aproveitar as etapas padrão na revisão do cronograma (licitação,

obras, convênios, etc) – serão encaminhadas pelo NCGERAES;

Os projetos em operação de crédito não poderão mudar a linha

de base, exceto:

Melhorar o detalhamento do projeto;

Demais argumentos deverão ser discutidos com NCGERAES?;

(20)

Orientações para a revisão do Cronograma dos Projetos

Estratégicos:

A revisão do cronograma dos Projetos Estratégicos que tem

obras sob responsabilidade do DEOP devem incluí-lo no

processo, gerando assim alinhamento sobre:

Novas inclusões;

Intervenções parcialmente planejadas;

Intervenções com necessidade de melhoria de

cronograma;

Validar cronogramas existentes;

(21)

Orientações para a revisão do Cronograma dos Projetos

Estratégicos:

As obras previstas devem acabar até o fim do governo (as

exceções deverão ser informadas);

Os marcos devem ser detalhados de forma que se consiga

identificar a que ele se refere. Ex: Ruim - Obra concluída. Bom

– Obra da Escola X concluída.

O detalhamento do cronograma deve refletir a EAP

elaborada para o Projeto Estratégico.

(22)

Exemplo: (relembrando a EAP...)

GERENCIAMENTO DO ESCOPO

Cidade da Ciência e do Conhecimento - 2013 Construção do Campus da UEMG Licitação Homologada

Início das obras de implantação da primeira etapa do Campus da UEMG Infra-estrutura Portaria Construção da Sede da FAPEMIG Sede da FAPEMIG Implantada Intervenção Jaime Lerner

Entrega do Projeto Arquitetônico e Urbanístico da Cidade da Ciência e

do Conhecimento

1

2

3

4

PROJETO ESTRATÉGICO

SUBPROJETOS

(23)

(24)

GERENCIAMENTO DO TEMPO

Quando realizar o cronograma não escrever o nome

do Projeto na primeira linha. A linha 0 é preenchida

automaticamente pelo MS Project, dando a ela o

nome do arquivo. Para aparecer a tarefa resumo do

projeto (linha 0), ir na aba “formato” e marcar a caixa

(25)

Orientações para a revisão do Cronograma dos Projetos

Estratégicos:

Os cronogramas deverão elaborados observando a padronização do GERAES:

Marco = 0 (zero dias), itálico, negrito, azul e sublinhado

Utilizar formatação automática

As colunas acima (nome da tarefa, duração, início, término, predecessoras,

início da linha de base, término da linha de base, marco final projeto

(empresa) e critério de aceitação deverão ser necessariamente utilizadas.

(26)

Referências

Documentos relacionados

A Divisão de Estágios da Pró-Reitoria de Graduação da UNIPAMPA encaminhará ao campo de estágio, as Atas e os Formulários que serão utilizados para o

c.4) Não ocorrerá o cancelamento do contrato de seguro cujo prêmio tenha sido pago a vista, mediante financiamento obtido junto a instituições financeiras, no

Qualquer licitante poderá manifestar, de forma motivada, a intenção de interpor recurso, em campo próprio do sistema, no prazo de até 4 (quatro) horas úteis depois de declarado

R E S U M O : Com base no conhecimento de que a tuberculose pulmonar é freqüente complicação evolutiva da silicose (caracterizando a sílicotuberculose), foi realizado estudo visando

3 — Os membros do Conselho de Escola a que se refere a alínea c) do n.º 1 do artigo 17.º dos Estatutos são eleitos pelo conjunto do pessoal não docente e não investigador..

Liberação no meio ambiente de OGM ou seus derivados, no âmbito de atividades de pesquisa, sem a decis- ão técnica favorável da CTNBio e, nos casos de liberação comercial, sem

Este aumento não reflete o aumento de custo que o CHAlgarve está a ter com pessoal, dado por um lado em junho o registo de custos quase não existir por força

Vassoura com cerdas plumadas e cepa de madeira nas cores vermelha ou laranja, produzida 100% em material reciclado, ideal para pisos internos e externos.. Vassoura tradicional