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Ritmo Escápulo-umeral

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Academic year: 2021

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Ritmo Escápulo-umeral

Movimento sincronizado

entre escápula e úmero

durante abdução e flexão

durante abdução e flexão

do braço.

(3)

Região anterior

Clavícula e artic. Esternoclavicular e Acromioclavicular

Anatomia

Anatomia

- Clavícula está ligeiramente anterior e inferior//e ao topo do ombro.

-Artic. esternoclavicular liga a clavícula ao esterno, e situa-se na extremidade medial da clavícula.

-Artic. acromioclavicular situa-se lateral//e e liga a clavícula ao acrômio da escápula.

(4)

Região anterior

Procedimento de Palpação

- Pontas dos dedos palpar clavícula da articulação esternoclavicularPontas dos dedos palpar clavícula da articulação esternoclavicular até artic. acromioclavicular.

• Comparar qto a simetria e posição.Comparar qto a simetria e posição.

-Articulações.ç

• Verificar na clavícula afetada e artic. relacionada: posição anterior, posterior ou superior em relação à outra (subluxação/luxação).

(5)

Bolsa Subacromial / Subadeltóidea

Anatomia

Anatomia

-Parte subacromial é um saco repleto de líq. que se estende sobre o tendão do supra-espinhal e abaixo do acrômio.

-Parte subdeltoídea, fica abaixo do deltóide e separa este do manguito.

(6)

Bolsa Subacromial / Subadeltóidea

Procedimento de Palpação

- Estender o braço c/ 1 das mãos e c/ a outra palpar regiãoEstender o braço c/ 1 das mãos e c/ a outra palpar região

• Verificar dor, massas, espessamentos na parte subacromial e subadeltóidea.

subadeltóidea.

(7)

Manguito Rotador

Anatomia

Anatomia

-Mantém a cabeça do úmero dentro da cavidade glenoidal e funde-se com a cápsula articular para fornecer estabilização dinâmica. - 4 mm.

-3 palpáveis: supra-espinhal, infra-espinhal e redondo menor. -1 difícil palpação: subescapular

(8)

Manguito Rotador

Procedimento de Palpação

- Sentado atrás do paciente segurar o braço e estendê-lo 20º c/Sentado atrás do paciente, segurar o braço e estendê lo 20 , c/ outra mão abaixo da margem anterior do acrômio.

• Verificar dor, massa nodular, edema ou espaço no manguito.Verificar dor, massa nodular, edema ou espaço no manguito.

• Dor / edema: tendinite, lacerações, depósitos anormais de cálcio. • Espaço no manguito: pode indicar tendão rompido.

(9)

Sulco Intertubercular

Anatomia

Anatomia

-Disposto anterior e medial ao tubérculo maior do úmero, alojando a cabeça longa do bíceps braquial e sua bainha sinovial.

(10)

Sulco Intertubercular

Procedimento de Palpação

- Localizar a ponta inferior do acrômio c/ 1 das mãos e mover estaLocalizar a ponta inferior do acrômio c/ 1 das mãos e mover esta inferior//e em direção ao tubérculo > do úmero. Com a outra mão gire lateral//e o braço do pcte.

• Verificar dor (1), excesso de movimento do tendão no sulco (2). • (1): tenossinovite do tendão bicipital e de sua bainha( ) p

• (2): predisposição do tendão a se deslocar do sulco ou do lig. transverso do úmero lacerado ou rompido.

(11)

Bíceps Braquial

Anatomia

Anatomia

- Tem 2 cabeças que se originam em diferentes áreas, mas que se inserem na tuberosidade do rádio.

- Cabeça longa: no tubérculo acima da cavidade glenoidal.ç g g - Cabeça curta: no processo coracóide da escápula.

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Bíceps Braquial

Procedimento de Palpação

- Cotovelo do pcte fletido a 90º palpar distalmente a toberosidade doCotovelo do pcte fletido a 90 , palpar distalmente a toberosidade do rádio para cima, em direção ao sulco intertubercular.

• Verificar dor, espasmo ou massa muscular.Verificar dor, espasmo ou massa muscular.

• Dor na extremidade proximal: tenossinovite do tendão do bíceps. • Dor à palpação no ventre do m.: pode ser distensão muscular ou ponto de disparo ativo.

• Se abaulamento do m.deltóide for visível, suspeita-se de ruptura do tendão a partir de sua origem.

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Sulco Intertubercular

Procedimento de Palpação

- Localizar a ponta inferior do acrômio c/ 1 das mãos e mover estaLocalizar a ponta inferior do acrômio c/ 1 das mãos e mover esta inferior//e em direção ao tubérculo > do úmero. Com a outra mão gire lateral//e o braço do pcte.

• Verificar dor (1), excesso de movimento do tendão no sulco (2). • (1): tenossinovite do tendão bicipital e de sua bainha( ) p

• (2): predisposição do tendão a se deslocar do sulco ou do lig. transverso do úmero lacerado ou rompido.

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Deltóide

Anatomia

Anatomia

-Origina-se na clavícula e no acrômio da escápula e insere-se naOrigina se na clavícula e no acrômio da escápula e insere se na tuberosidade do deltóide no úmero e em seguida, da região lateral do ombro para a parte acromial do m. deltóide.

• Parte clavicular: flexiona e gira medial//e o úmero • Parte acromial: abduz.

•Parte espinal: estende e gira-o lateral//e.

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Deltóide

Procedimento de Palpação

Procedimento de Palpação

-Iniciar da parte clavicular partindo do acrômio para baixo.

Em seguida da região lateral do ombro (inferior//e) para a parte -Em seguida da região lateral do ombro (inferior//e) para a parte acromial do deltóide.

Depois parte espinal indo da região superior para a inferior com - Depois, parte espinal, indo da região superior para a inferior com ombro do pcte em extensão.

• Verificar dorVerificar dor

• Dor região lateral: patologia ou lesão do sulco intertubercular.

• Dor generalizada: distensão ou ponto de disparo ativo do m. deltóide.

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Escápula

Anatomia

Anatomia

-Entre as vértebras T2 e T7Entre as vértebras T2 e T7.

- Margens: lateral, medial e superior. - Espinha.

(17)

Escápula

Procedimento de Palpação

Procedimento de Palpação

-Iniciar da medial e passar para as seguintes. Depois espinha da escápula

-Depois espinha da escápula.

- Por último face posterior (mm. Supra e infra espinhal)

• Verificar dor, atrofia, faixas palpáveis ou espasmos.

• Faixas palpáveis mm Infra e supra: pode ser síndrome miofascialFaixas palpáveis mm. Infra e supra: pode ser síndrome miofascial por excesso de uso, trauma ou sobrecarga.

• Atrofia: pode ser interrupção da inervação do m. que está sendop pç ç q testado.

(18)

Escápula

Procedimento de Palpação

Procedimento de Palpação

(19)

Trapézio

Anatomia

Anatomia

-Origina-se na região occipital no ligamento nucal e nos processosOrigina se na região occipital, no ligamento nucal e nos processos espinhosos das vértebas C7 a T12. Insere-se no acrômio e espinha da escápula.

-3 feixes de fibras:

- descendentes: elevam os ombros; - transversais: retraem a escápula;p ; - ascendentes: abaixam escápula e ombros.

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Trapézio

Procedimento de Palpação

Procedimento de Palpação

-Iniciar da origem (região occipital), palpando ff. descendentes e indo em direção à espinha da escápula.

-Depois, partindo da espinha da escápula, palpar ff. transversais e ascendentes, descendo em direção ao processo espinhoso de T12.

- Verificar dor, faixas palpáveis, espasmos ou assimetrias muscul. • Dor e espasmos: causados por lesões de hiperextensão ouDor e espasmos: causados por lesões de hiperextensão ou hiperflexão.

• Faixas palpáveis: pontos de disparos ativos (trauma, excesso dep p p p ( , uso, trauma, sobrecarga, artrite)

(21)

Testes

Apley

Apley

Procedimento

-Pedir p/ pcte sentado colocar a mão (do lado do ombro afetado) atrás da cabeça e tocar o ângulo superior da escápula.

i di / l d

-Depois, pedir p/ colocar a mão atrás das costas e tentar tocar o ângulo inferior oposto da escápula.

F

d

t

- Forçar o manguito rotador

Fundamento

• Piora da dor: tendinite degenerativa de um dos tendões do manguito (supra-espinhal, geral//e).

(22)

Testes

Queda do braço

Queda do braço

Procedimento

- Pedir p/ pcte abduzir o braço além de 90º e abaixar o braço lentamente.

- Se pcte não conseguir abaixar o braço ou deixar cair repentina//e,

Fundamento

sinal de lesão do manguito (supra-espinhal)

• Supra-espinhal mantém cabeça do úmero no lugar e atua como bd d b

(23)

Testes

Yergason

Yergason

Procedimento

- Pcte sentado, com cotovelo 90º, estabilizar o cotovelo c/ 1 das mãos e com a outra segurar o punho do pcte. Pedir p/ pcte girar lateralmente e supinar o antebraço contra a resistência.

- Ocorre tensão do bíceps braquial e ligamento tranverso do úmero.

Fundamento

p q g

• dor localizada podem indicar inflamação.

• se tendão sair do sulco intertubecular, pode ser por frouxidão ligamentar do lig. Tranverso do úmero ou sulco intert. raso.

Referências

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