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Relatório de Estágio Supervisão Escolar.

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Academic year: 2021

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COOHDENAClO / ESTiCGIO

• Maria I l b a n i z a Gomes

. Raimunda de Fatima Neves da S i l v a

PLANSJAMSNTO E SXEOUgAO

• E s t a g i a r i a s ;

. Maria do Oarmo Gregorio de Assis • Maria do Socorro Almeida Angelo

CAMPO / ESTjfclO

• Escola M u n i c i p a l Jardim Rogerio I I Pombal - PB.

PROFESSOR ORIENTASOR: . Maria I l b a n i z a Gomes

(2)

Dedicamos todos os nossos esforgos e l u t a aos nossos ^ a i s pel© apoio cons t a n t e e e s t i m u l a d o r que nos deram nas horas a a i s d i f i c i e s , sempre nos encorajando para nossa r e a

-l i z a g a o p r o f i s s i o n a -l •

Maria do Carmo Gregorio de A s s i s . Maria do Socorro Almeida Angel© .

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\

C I T A J | 0 :

* A Educacao como p r a t i c a da liberdade, e urn ato de » conhecimento, uma aproximacao c r i t i c a da r e a l i d a d e^ X ^ u t f ( )

Paulo P r e i r e .

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S U M X R I 0 1 . Introdugao 2. Sistematizacao do T r a i a l h o 3. Consideragoes f i n a l s 4. Referencias B i b l i o g r a f i c a s 5* Anexes 5«1« Piano de trabaUao 5.2. Fionas de l e i t u r a s 5.2.1. L e i t u r a s E s p e c i f i e a s 5.2.2. L e i t u r a s Grerais. _

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1 - INTBODUClO.

^Segundo Libaneo, o a t o pedagogic© e o meio p e l o qual se t o r n a p o s s i r e l a l i g a c a o de r e c i p r o e i d a d e entre i n d i v i d u a e sociedade"• [

Nosso t r a b a l h o de e s t a g i o f o i desenvolvido na Escola M u n i c i p a l Jardim Bogerio I I , onde nos deparamos com problemas p e r

t i n e n t e ssa causa e d u c a t i v a , t a i s como: professores desintegrados, planejamento d e s c o n t e x t u a l i z a d o , p a i s desinteressados, alunos r e -be Ides e outros entraves que estavam d i f i c u l t a n d o o desenvolvimen t o do processo ensino-aprendizagem.

Face aos desvios constatados, fezse neoessario r e u n i -oes e sess-oes de estudos com os membros da escola, com p r o p o s t a s1 a l t e m a t i v a s para m i n i m i z a r os problemas e x i s t e n t e s na r e f e r i d a ' escola, a fim.de melhorar e desenvolver o s e n s o - c r f t i c o dos mes-mos nao so no ambito e s c c l a r , mas em todos os n f v e i s de v i d a , t o r nando-os pessoas u t e i s a sociedade, visando a uma melhor t r a n s f e r magao s o c i a l .

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2 - SISTEMATIZACA'O DO TRABALHO

"Aprender e um ato de conhecimento da r e a l i d a d e c o n c r e t a , i s t o e., da situagao r e a l v i v i d a pelo educando, e so tern s e n t i d o se r e s u l t a r de uma aproximagao c r i t i c a dessa r e a l i d a d e , 0 que e aprendido nao decorre de una imposigao ou memorizagao, mas do n i v e l c r i t i c o de

conhecimento^ ao qual se chega p e l o processo de compreensao, r e f l e x a o e c r i t i c a " . .

Nosso t r a b a l h o de e s t a g i o teve i n i c i o com a v i s i t a a es-c o l a Jardim Rogerio I I , onde nos apresentamos e explies-camos a f i n a l i d a de do nosso t r a b a l h o . Em seguida, mostramos e expusemos detalhadamen-t e a proposdetalhadamen-ta de detalhadamen-t r a b a l h o onde f o i bem a c e i detalhadamen-t a pelos membros da escola.

Considerando esse quadro de desvios 3a mencionados p a r t i mos de imediato para a elaboracao do planejamento j u n t o aos p r o f e s s o -r e s , j a que 0 mesmo era descontextualizado.

Constatamos ainda que os professores sentiam d i - f i c u l d a - ' des em e n s i n a r , uma vez que o espago f i s i c o nao oferece condigoes 1 apropriadas t a i s como: <£rea de l a z e r , s a l a de p r o f e s s o r e s , s e c r e t a r i a e o u t r a s dependencias necessarias para um melhor funcionamento de um estabelecimento de ensino; a agressividade e r e b e l d i a de alguns a l u -nos, causados t a l v e z pelas p r o p r i a s condigoes de v i d a e educagao rece b i d a ; a f a l t a de apoio dos p a i s p o i s muitos nao se preocupavam em 1 acompanhar 0 rendimento escolar dos seus f i l h o s , deixando todo o en -cargo da aprendizagem sobre a e s c o l a .

Diante desta s i t u a g a o , procuramos sempre conversar com alunos e professores numa t e n t a t i v a de desenvolver nos mesmos o senso - c r i t i c o e a d q u r i r conhecimentos s i g n i f i c a t i v o s para a v i d a p r o f i s s i o n a l e s o c i a l *

Pizemos reunioes de p a i s e mestres com o o b j e t i v o de d i s c u t i r o problema c i t a d o anteriormente e a r e a l situagao da e s c o l a , ' c o n s c i e n t i z a n d o - ^ r de que ambos sao responsaveis pelo processe educa-t i v o .

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Nos d i v e r s o s encontros com os p r o f e s s o r e s foram d i s c u t i dos v a r i o s t e x t o s , com o o b j e t i v o de e s c l a r e c e r questoes r e f e r e n -tes a apreaiiajagem bem como a metodologia a s e r desenvolvida, de-vendo s e r bem planejada para nao haver d i s t o r g o e s no processe 1 ensinoaprendizagem para que os o b j e t i v o s propostos fossem a l c a n -cados de forma s a t i s f a t o r i a .

Em consequencia do fechamento da escola por motivo de f e r i a s , tivemos que dar continuidade ao nosso t r a b a l h o de e s t a g i o no Centro de Educagao P r i m a r i a , onde d i s c u t i m o s com as s u p e r v i s o -ras a Resolugao 14-3/1987 que t r a t a dos seguintes i t e n s : A v a l i a g a o , Aprovagao, Recuperagao, Tratamento E s p e c i a l e Disposigoes g e r a i s1 e t r a n s i t o r i a s , com o i n t u i t o de um maior enriquecimento de o p i -nioes para que fossem t r a n s m i t i d o s aos p r o f e s s o r e s esses informes

que sao de grande s i g n i f i c a n c i a para o educador no processo educa-t i v e *

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3 - COHSIDBRACPES F I N A I S

A r e a l i z a g a o do Estagio supervisionado de Supervisao Escolar nos proporcionou conhecimento e v i v e n e i a da situagao f u n c i o n a l da Escola M u n i c i p a l Jardim Rogerio I I .

Nossa proposta de t r a b a l h o f o i bem a c e i t a pelos mem-bros da r e f e r i d a escola, havendo i n t e r e s s e mutuo em p r o l de uma educagao mais e f i c i e n t e , onde a nossa colaboragao e o r i -entagao f o i importante na solugao de problemas e x i s t e n t e s .

Encontramos a escola com alguns problemas que sao C£ muns a todo estabelecimento de ensino. E nosso t r a b a l h o f o i

calcado em cima das d i f i c u l d a d e s encontradas a f i m de melho r a r © n i v e l dos alunos no tocante a l e i t u r a e a e s c r i t a , e e n r i q u e c e r os membros da escola com orientagoes substancio -sas que ajudarao os mesmos na solugao de outros problemas r e lacionados ao processo ensino-aprendizagem.

Com o desenrolar das a t i v i d a d e s de e s t a g i o , percebe-mos mudangas de grande s i g n i f i c a n c i a , p o i s , durante e ao t e r mino do e s t a g i o estava havendc integragao dos p r o f e s s o r e s , ' i n t e r e s s e dos p a i s na educagao dos f i l h o s e outras mudangas' de grande i m p o r t a n c i a para todos os membros responsaveis pe-l o processo e d u c a t i v o .

Apesar das f & l h a s que sao comuns a todo t i p o de t r a -balho, pudemos d i z e r que o e s t a g i o f o i bastante p r o v e i t o s a , • uma vez que adquirimos na p r a t i c a conhecimentos s i g n i f i c a n -tes para nossa v i v e n c i a p r o f i s s i o n a l .

Sugerimos que o e s t a g i o comece logo apos o i n i c i o 1 das aulas nas escolas e que nesse periodo nao h a j a i n t e r f e -r e n c i a nos t -r a b a l h o s das e s t a g i a -r i a s pa-ra nao d i f i c u l t a -r o d e s e n r o l a r das a t i v i d a d e s j u n t o a i n s t i t u i g a o e s c o l a r e os professores o r i e n t a d o r e s responsaveis pel© t r a b a l h o de e s t a -g i o *

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HEEEBftNCIAS BIBLIOGRAFICAS:

1 . Educagao e Sociedade. R e v i s t a q u a d r i m e s t r a l de Ciencias da Educagao - E d i t o r a Cortez - n 2 1 e 2 - 1978.

2. LZBXNEO, Jose Carlos "Democratizagao da Escola P u b l i c a :

A Pedagogia C r i t i c o - S o c i a l dos Conteudos", Sao Paulo Ed. Edigoes Loyola, 1986.

3. R e v i s t a Nova Escola, ns 10 p.41, n 2 11 f p . 54 e 55, nfi 12, pp. 48 e 43, 1987.

4. PETEROSSI, Helena Gemignani e FAZENDA, I v a n i C.A,MAnota goes sobre Metodologia e P r a t i c a de ensino na escola de 1 2 grau, Sao Paulo, edigoes L o y o l a , 1 9 8 5 .

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5.1. PLANO DE TRABALHO

1 . Ob.jetivo:

. Desenvolver a t i v i d a d e s pedagogicas junto a comunidade e s c o l a r , tendo em v i s t a a necessidade de um planejamento p a r t i o i p a t i v o e c o o p e r a t i v o •

. Promover sessoes de estudo p e r t i n e n t e s aos conteudos e a t u a l i -zagao de conhecimento nas areas de comunicagao e Expressao,Ciencias e Estudos S o c i a i s .

2» D e f i n i p a o do Trabalho: 2.1. Fundamentagao Teorica 2.2. Treinamento em Servigo.

Planejamente p a r t i c i p a t i v e

Sessao de estudo sobre conteudos e a t u a l i z a g a o de conheci -mento nas areas de Comunicagao e Expressao, Ciencias e Estudos • S o c i a i s .

3. Sistematizagao do Trabalho; I PARTE:

. Planejamento p a r t i c i p a t i v e . Reunioes com p r o f e s s o r e p a i s , . Conversa i n f o r m a l com os alunos.

• Levantamento das questoes geradoras p e r t i n e n t e s ao p l a n e j a mento•

I I PARTE:

. Sessao de Estudo, conteudo e a t u a l i z a g a o de conhecimentos. . Levantamento das questoes geradoras de sugestoes.

• D e f i n i c a o do cronograma de estudo de g r u p o ( e s t a g i a r i a s ) . . Produgao dos t e x t o s .

. Selegao de t e x t o s .

. Pichamento por a u t o r e por assunto.

. Discussao j u n t o ao p r o f e s s o r o r i e n t a d o r sobre os estudos1 do grupo.

. D e f i n i g a o do cranograma de estudo nas escolas. • Realizagao das sessoes de estudo.

4« Avaliagao:

Auto e Hetero-Avaliagao.

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FICHA DE LEIgliRA.

QBRA: NOVA ESCCLA

AUTCR: CARLOS, LUIZ CAGLIARI ELITORA; S£o PAULO

PXGINAS: 54, 5 5 . ASSUNTQ: A CtfPIA ANO: 1987%

RESUMO;

Apesar de s e r c c n s i d e r a d a por muitos p r o f e s s o r e s * una a t i vidade puramente mecanica, devendo s e r a b o l i d a das modernas p r a t i -cas de e n s i n o " , a c o p i a tern um grande v a l o r pedagogico que pode s e r a t e uma a t i v i d a d e altamente e s t i m u l a n t e p a r a a c r i a n g a .

"No i n f c i o da v i d a e s c o l a r , a c o p i a e i n d i s p e n s a v e l • E l a au menta o desenvolvimento do c o n t r o l e motor no aprendizado". Mas,para que o p r o f e s s o r t r a b a l h e a c o p i a com os alunos e p r e c i s o que a c r i a n ga e s t e j a preparada p a r a d e s e n v o l v e r t a l a t i v i d a d e , p o i s muitos pro f e s s o r e s abusam da c o p i a tomando-a uma a t i v i d a d e infadonha e mono-tonia.

A c o p i a nao deve t o m a r - s e uma obsessao, p o i s so i r a p i o r a r a relagao f u t u r a d e s s e s alunos com o ato de e s c r e v e r .

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PICHA DE LEITURA.

OBRA: ESTUDO DE UM TEXTO AUTCR: DSSCOHHECIDO

EDITORA;

ASSUNTO; M^TODOS DE LEITURA ANC: 1987.

RESUMO;

L e r e r e a g i r e i n t e r p f c e t a r um pensamento. 0 aluno que so j u n t a a s l e t r a s nao sabe l e r .

A l e i t u r a deve t e r compreensao e s i g n i f i c a d o . 0 metodo que s e preocupa mais com o reconhecimento e 0 S i n t e t i c o . 0 metodo que se preocupa mais com a compreensao e o A n a l i t i c o . D i f e r e n t e s metodos promovem a aprendizagem p o r caminhos d i f e r e n t e s . C a d a q u a l

tern suas vantagens e desvantagens.

0 professor deve combinar os metodos, sabendo de que

maneira v a i combina-los. 0 professor deve se preocupar em planeJ a r um estudo de maneira s i s t e m a t i c a , uma vez que alem da m a t u r i -dade ha a v i v e n c i a , a e x p e r i e n c i a que e o f a t o r mais importante n e s t a aprendizagem.

Q reconhecimento de p a l a v r a s e a compreensao sao r e a l g a dos desde o i n i c i o da aprendizagem. Enquanto o p r o f e s s o r e n s i n a a l e r preocupando-se com a compreensao e com o ensino da l e i t u r a , 1

apareceu os h a b i t o s , a t i t u d e s e h a b i l i d a d e s .

A l e i t u r a e um process© complexo e a c r j a n g a nao a domi. na de uma h o r a p a r a a o u t r a *

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FICHA LEITURA4

OBRA; ESTUDO DE UM TEXTO AUTOR: DESCONHECIDO

EDITORA; S£0 PAULO

ASSUNTO; ATIV1DADES DE COMUNICAglO ANO; 198i»

RESUMO;

!• L e i t u r a ;

• Aprender a l e r

o Observe bem as palavras

• Pronuncie a s p a l a v r a s com c l a r e z a e corretamente. • L e i a com entonagao.

2. E s c r i t a ;

• Aprender a e s c r e v e r .

• Paga a s l e t r a s todas do mesmo tamanho • Cclogue a s l e t r a s bom ordenadas

. Empregue corretamente a s l e t r a s m a i u s c u l a s . 3. Expressao O r a l ;

• Aprender a f a l a r

• Pronuncie corretamente a s p a l a v r a s

. Empregue somente a s p a l a v r a s n e c e s s a r i a s • De a cada f r a s e a entonagao correspondente. 4. E x p r e s s a o E s c r i t a ;

. Ordene a s p a l a v r a s

• Empregue somente a s p a l a v r a s n e c e s s a r i a s • Nao j u n t e a s p a l a v r a s umas com a s o u t r a s .

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FICHA DE LEITURA

OBRA; NOVA ESCOLA

AUTOR; CLXUDIA CARDOSO MARTINS EDITORA; SlO PAULO

PXGINAS; 41.

AS3UNT0: COMO DESENVOLVER A CCNClENCIA DOS SONS. ANO; 1987.

RESUMO;

Neste desenvolvimento e importante muita atengao p a r a nao c o n f u n d i r c o n s c i e n c i a f o n o l o g i c a com d i s c r i m i n a g a o auditiva.Nao e d i f i c i l d e s e n v o l v e r a c o n c i e n c i a do som e p a r a f a c i l i t a r s e -gue alguns e x e r c i c i o s ;

•"Cartoes com g r a v u r a s - Mostre c a r t o e s com g r a v u r a s de o b j e t o s v a r i a d o s e pega aos alunos que selecionem os que come -cem com o mesmo som"•

• " D i c i o n a r i o i l u s t r a d o Em c a r t a z com as l e t r a s do a l f a beto, f a g a com os a l u n o s um pequeno d i c i o n a r i o i l u s t r a d o , c o l a n -do g r a v u r a s de o b j e t o s que comecem com cada uma das l e t r a s " .

."Bingo f o n e t i c o - D i s t r i b u a p a r a a c l a s s e c a r t o e s com l e t r a s v a r i a d a s e va mostrando g r a v u r a s . Se f o r a de um peixe,por exemplo, o aluno do c a r t a o com a l e t r a P marcara um ponto, depo s i t a n d o s c b r e a l e t r a um grao(de f e i j a o ou de m i l h o ) . 0 aluno • que completar o c a r t a o em p r i m e i r o l u g a r s e r a o vencedor".

."Adigao e Subtragao de Sons- Adicionando-se ba a p a l a v r a manga, da mangaba. Tirando-se o p i , p i o l h o v i r a olho. Brinque 1

junto com os alunoa c r i a n d o novas p a l a v r a s " .

."Onde e s t a o S? - F a l e p a l a v r a s v a r i a d a s com S e pega aos a l u n o s que indiquem onde e s t a o som, no comego, no meio ou no f i m da p a l a v r a " •

• " F a l a r de t r a s p a r a a f r e n t e - Alem de d i v e r t i d o , e s t e e um otimo e x e r c i c i o p a r a se d e s e n v o l v e r a c o n c i e n c i a f o n o l o g i c a ; Casa v i r a s a c a e c a j u v i r a j u c a " .

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."Lingua do P - Monte com a turma, um codigo s e c r e t o . pevoeepe peespeta pebopea? (Tradugao: Voce e s t a b o a ? ) " .

."Nomes com a mesma l e t r a - Outra b r i n c a d e i r a a n t i g a e p o p u l a r e a de d e s c o b r i r nomes (de a l i m e n t o s , f l o r e s , c o r e s , e t c . ) , que come cem com uma determinada l e t r a . Exemplo: f r u t a s com M - mamao, melao, m e l a n c i a , maracuja, manga".

. " B r i n c a r com rimas - As c r i a n g a s adoram r i m a s . P o i s a p r o v e i t e : L e i a em c l a s s e poemas rimados, c r i e rimas com a turma, a t e com o au-x i l i o de g r a v u r a s . 0 importante e brincar com a sonoridade das pala-vras'.1 4

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1 - FICHA DE LEITUHA

OBRA; NOVA E3COLA AUTOR: SUCAM

EDITORA; SAO PAULO PiGINAS; 48, 4 9 .

ASSUNTO; A DENGUE E A FEBRE AMARELA ANO; 1987.

RESUMO;

A f e b r e amarela e a Dengue sao doencas t r a n s m i t i d a s pelo mesmo agente; Um mosquito r a j a d o , de c o r e s c u r a , com manchas bran-cas no corpo e um desenho prateado em forma de l i r a n a p a r t e dor-s a l do t o r a x . £ o Aededor-s a e g y p t i .

0 Aedes a e g y p t i e um mosquito de h a b i t o s c a s e i r o s . v i v e • no i n t e r i o r das c a s a s e suas proximidades. Seus l u g a r e s p r e f e r i d o s p a r a a desova s a o os que contem agua parada, com sombra e fundo e s euro, como pneus, tanques, c a i x a s d'agua, v a s i l h a s de b a r r o , e t c .

A dengue e causada por v i r u s e t r a n s m i t i d a de uma pessoa* a o u t r a a t r a v e s da p i c a d a do mosquito i n f e c t a d o .

Os sintomas sao; f e b r e , dores f o r t e s nos o l h o s , nos casos mais graves acontece vomitos, f a l t a de a r , inflamagao no f i g a d o , 1

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FICHA DE LEITURA

OBRA; Resoluga© n2 143/1987

AUTOR; DANTAS,RUI Gomes, CARNEIRO,Moaei A l v e s e DUTRA,Gizelda Na-v a r r o .

EDITORA;

CAPITULOS; I , I I , I I I , I V e V.

A3SUNT0; A v a l i a g a o , Aprovagao, Recuperagao, Tratamento E s p e c i a l e D i s p o s i g o e s G e r a i s e T r a n s i t o r i a .

RESUMO;

E s t e c a p i t u l o r e l a t a sobre a v a l i a g a o e d i z que a a v a l i a

-MP

gao s e p r o c e s s a durante ted© © an© l e t i v o , com o aproveitamento ' do aluno como tambem a sua a s s i d u i d a d e , com notas que variam de 0

( z e r o ) a 1© (dez) e que o p r o f e s s o r elabore a a v a l i a g a o de a c o r i e com a orientagao pedagogica da e s c o l a , apes documentar a s n o t a s , s e r a f o r n e c i d a aos a l u n o s , p a i s e /ou r e s p o n s a v e i s .

No c a p i t u l o da Recuperagao d i z que © aluno s e r a aprovado considerando o s e u aproveitamento e s u a a s s i d u i d a d e . A s e c r e t a r i a da e s c o l a s e e n c a r r e g a de computar a s n o t a s . A nota minima p a r a que o aluno s e j a aprovado no f i n a l do ano l e t i v o e 7 ( s e t e ) . Mas, se o aluno nao a t i n g i r e s t a nota, e l e se submetera a uma prova f i n a l , com todo ccnteud© do ano l e t i v o . S e r a considerado tambem a f r e q u e n c i a do a l u n o .

No c a p i t u l o do tratamento e s p e c i a l d i z que sao merecedo-r e s de tmerecedo-ratamento e s p e c i a l aqueles alunos i n c a p a c i t a d o s de f merecedo-r e -f

quentarem a s a u l a s p o r motive de doengas, desde que s e j a comprova do com a t e s t a d o medico, t e r a todos os d i r e i t o s dos demais a l u n o s , englobando a s g e s t a n t e s .

0 c a p i t u l o das d i s p o s i g o e s g e r a i s e t r a n s i t o r i a s r e l a t a que os documentos serao preparados p e l a s e c r e t a r i a da e s c o l a c o r -retamente constando tudo o que f o r e x i g i d o p e l o Conselho E s t a d u a l de Educagao.

E s t a resolugao e n t r o u em v i g o r no i n i c i o do ano l e t i v o ' de 1987.

Referências

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