Pós – Penal
e Processo Penal
PROCEDIMENTOS
JUDICIAIS
PROCEDIMENTOS
Judiciais
Os procedimentos judiciais são divididos em
duas categorias:
PROCEDIMENTOS
Judiciais
- Comuns: ordinário, sumário e
sumaríssimo
- Especiais: Júri, Funcionário Público
Afiançável, Honra, Propriedade Imaterial,
Drogas e outros
O
rdinário
O procedimento comum ordinário é base
para os demais e é usado subsidiariamente
para todos os demais (art. 394, §5º do CPP)
O
rdinário
A seqüência dos atos no procedimento
comum ordinário é a seguinte:
O
rdinário
Oferecimento da denúncia ou queixa >
Recebimento da denúncia ou queixa >
Citação >
Resposta à Acusação>
Decisão (absolvição sumária ou não) >
Audiência de Instrução, Debates e
O
rdinário
Oferecimento da denúncia ou queixa >
O
rdinário
Recebimento da denúncia ou queixa >
O
rdinário
Citação >
O
rdinário
Resposta à Acusação>
O
rdinário
Decisão (absolvição sumária ou não) >
O
rdinário
Audiência de Instrução, Debates e
Julgamento
S
umário
O rito sumário seguirá a mesma seqüência
de atos que o rito ordinário.
S
umário
- o número de testemunhas que pode ser
arrolado por cada uma das partes será de até
5 (cinco) (ordinário até 8)
S
umário
- a audiência de instrução, debates e
julgamento será realizada no prazo
máximo de 30 (trinta) dias (ordinário 60
dias)
S
umário
Observação: o procedimento sumário é
subsidiário para o sumaríssimo
PROCEDIMENTO
SUMARÍSSIMO
S
umaríssimo
Segue o procedimento sumaríssimo:
- qualquer infração que tenha pena máxima
de 2 (dois) anos (infrações de menor
potencial ofensivo)
S
umaríssimo
A seqüência dos atos no procedimento dos
juizados especiais criminais é a seguinte:
S
umaríssimo
Termo circunstanciado (TC) >
encaminhamento ao JECRIM >
marcação de audiência preliminar >
audiência preliminar >
oferecimento da denúncia ou queixa (se o
procedimento não for arquivado
anteriormente) >
S
umaríssimo
oferecimento de defesa preliminar >
recebimento da denúncia ou queixa >
citação >
resposta >
absolvição sumária (ou não) >
audiência de instrução, debates e
S
umaríssimo
Termo circunstanciado (TC) >
S
umaríssimo
encaminhamento ao JECRIM >
S
umaríssimo
marcação de audiência preliminar >
audiência preliminar >
S
umaríssimo
oferecimento da denúncia ou queixa (se o
procedimento não for arquivado
anteriormente) >
S
umaríssimo
oferecimento de defesa preliminar >
S
umaríssimo
recebimento da denúncia ou queixa >
citação >
resposta >
absolvição sumária (ou não) >
audiência de instrução, debates e
julgamento
S
umaríssimo
OBSERVAÇÕES SOBRE A LEI
9.099/95
S
umaríssimo
S
umaríssimo
2) Recursos (APELAÇÃO e Embargos de
Declaração)
S
umaríssimo
S
umaríssimo
S
umaríssimo
5) Princípios: Oralidade, Informalidade,
Economia Processual e Celeridade
S
umaríssimo
S
umaríssimo
7) Transação Penal: limites – condenação, 5
anos de outra transação – circunstâncias
S
umaríssimo
8) Ação Penal para Lesões Corporais Leves e
Culposas
PROCEDIMENTO
PARA CRIMES DE FUNCIONÁRIO
PÚBLICO
F
uncionário público
de especial esse procedimento só tem um
único fator:
F
uncionário público
- após o oferecimento da denúncia e antes
do recebimento da denúncia, o acusado
apresentará a defesa preliminar (15 dias),
consistente em toda matéria de defesa (art.
514, CPP)
F
uncionário público
Com a apresentação da Defesa, o Juiz
decidirá se rejeita a denúncia ou queixa (art.
516, CPP) ou recebe a denúncia ou queixa
(art. 517, CPP)
Se receber, procedimento a ser seguido a
partir de então é o procedimento comum
ordinário
F
uncionário público
ATENÇÃO: a Súmula 330 do STJ prevê que
é desnecessária a resposta preliminar na
PROCEDIMENTO
H
onra
Poucas diferenças separam o rito dos crimes
contra a honra do comum ordinário. Na
H
onra
Antes do recebimento da queixa, o Juiz
marcará uma audiência para a tentativa de
reconciliação das partes, em que as mesmas
comparecerão sem a presença de seus
H
onra
Na resposta, pode, em alguns casos, o
querelado oferecer uma defesa chamada
exceção da verdade (que pode ser
H
onra
Atenção: não cabe exceção da verdade:
- Se, constituindo o fato crime de ação
privada, o ofendido não foi condenado por
sentença irrecorrível;
H
onra
- Se o fato é imputado ao Presidente da
República ou Chefe de Governo Estrangeiro;
(segue)
H
onra
- Se do crime imputado, embora de ação
pública, o ofendido foi absolvido por
sentença irrecorrível
H
onra
Para a difamação só caberá exceção da
verdade se a imputação for contra
H
onra
H
onra
OBS: a lei fala em procedimento para
Calúnia e Injúria (Art. 519, CPP), mas
também se aplica para a Difamação;
PROCEDIMENTO
PARA CRIMES CONTRA A
PROPRIEDADE IMATERIAL
P
ropriedade imaterial
a diferença desse procedimento e o ordinário
reside no fato de que se o crime deixar
vestígios, obrigatoriamente deve ser feita a
busca e apreensão do material, bem
como deve ser efetuada perícia.
Sem a prova do direito de ação não será
Origem
A instituição do Júri remonta os tempos antigos
(Grécia, Roma) com a possibilidade de julgamento
pelo povo.
Origem
A Magna Carta (1215) previu no seu artigo 39:
“Nenhum homem livre será capturado ou aprisionado,
ou desapropriado dos seus bens, ou declarado fora da
lei, ou exilado, ou de algum modo lesado, nem nós
iremos contra ele, nem enviaremos ninguém contra
ele, excepto pelo
julgamento legítimo dos seus
pares
ou pela lei do país”
Origem
No Brasil, há a instituição do Júri desde 1822 (para
julgar
crimes de imprensa
).
Posteriormente passou a julgar
crimes dolosos
contra a vida e crimes contra a economia popular
.
Desde a Constituição de 1946 julga os
crimes dolosos
contra a vida
.
Júri –
duas fases distintas
O procedimento do Júri é chamado de bifásico ou
escalonado, isso porque tem duas fases distintas:
Júri –
duas fases distintas
a primeira é o juízo de acusação (iuditio accusationis)
Primeira Fase – Juízo de Acusação
a sequência de atos da primeira fase (iuditio
acusationis) é a seguinte:
Primeira Fase – Juízo de Acusação
oferecimento da denúncia ou queixa >
recebimento da denúncia ou queixa >
citação >
resposta >
manifestação do Ministério Público >
Primeira Fase – Juízo de Acusação
oferecimento da denúncia ou queixa >
Primeira Fase – Juízo de Acusação
EXCELENTISSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA QUINTA VARA DO JÚRI DA CAPITAL –
052.12.003475-3 - Controle 569/12 - IP 1496/12 - DHPP
O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO representado pelo Promotor de Justiça signatário, com base no procedimento inquisitório anexado, feito epigrafado, vem propor ação penal pública incondicionada, oferecendo denúncia em face da indiciada ELIZE ARAÚJO KITANO MATSUNAGA, portadora do RG 53.673.690-X-SP, qualificada a fls. 332, pela prática do crime de homicídio doloso, triplamente qualificado, pelo motivo torpe, recurso que impossibilitou a defesa do ofendida e meio cruel, além de destruição e ocultação de
cadáver, contra a pessoa de MARCOS KITANO MATSUNAGA, fato
ocorrido no dia no dia 19 de maio de 2012, pouco depois das 20h, no interior do apartamento nº 172-A do edifício localizado na Rua Carlos Weber, 1376, Vila Leopoldina, São Paulo.
Primeira Fase – Juízo de Acusação
OS FATOSA indiciada ELIZE ARAÚJO KITANO MATSUNAGA, que antes fora enfermeira, trabalhando em centro cirúrgico, era “garota de programa” e se apresentava como “acompanhante”, rótulo das integrantes do site MClass, especializado nessa atividade, quando conheceu a vítima
MARCOS KITANO MATSUNAGA, com quem passou a ter relações sexuais
mediante paga, no final do ano de 2004. Marcos era casado e tinha uma filha, e ante a frequência com que se relacionavam, se tornaram amantes, por um período aproximado de três anos, até que aquele se divorciou e decidiram secasar, o que aconteceu no dia 8 de junho de 2009, sob o regime da comunhão parcial de bens (fls. 253). O casal Marcos-Elize já demonstrava sinais de dificuldade no relacionamento, quando a denunciada engravidou, posteriormente dando à luz a criança , em 15 de abril de 2011, e seis meses após, o relacionamento se deteriorou. As constantes brigas do casal, com ofensas recíprocas e até agressão física por parte de Elize, fez com que passassem a dormir em quartos separados no
Primeira Fase – Juízo de Acusação
mesmo imóvel. Convencida de que Marcos estava tendo “um caso”, Elize procurou uma agência de detetives, contratando seus serviços para acompanhá-lo e comprovar o fato. Antes de efetuar uma viagem ao Estado do Paraná, no dia 17 de maio, Elize fez o pagamento de parte do valor ajustado com o detetive, e enquanto estava ausente, conforme combinou com a empregada, esta lhe informava a entrada e saída do marido, e por telefone, monitorava o detetive, quando teve conhecimento de que realmente Marcos estava tendo um “caso” com uma garota de programa, e que, por coincidência, era do mesmo site MClass que antes pertenceu. O detetive forneceu os detalhes e os locais onde o marido se encontrava com a nova amante, inclusive realizando filmagens do romance em locais públicos, fato que gerou o ódio incontido. Elize retornou de viagem, no dia 19 de maio, com o plano sórdido elaborado. E no mesmo dia o concretizaria. Oriunda de família pobre, auxiliar de enfermagem e garota de programa, depois casada com milionário, viu cair por terra o casamento e a vida confortável. Beneficiária única de seguro de relevante
Primeira Fase – Juízo de Acusação
valor (fls. 84), ficando com a filha herdeira do enorme patrimônio do pai, resolveu matá-lo. Conseguiria se vingar e ficaria rica. Exímia atiradora, o executaria. Marcos foi buscá-la no aeroporto, junto com a filha e ao adentrarem no apartamento, a denunciada Elize detalhou a este as investigações já desenvolvidas e as provas materiais. Discutiram, com uma pausa enquanto Marcos desceu à portaria para buscar uma pizza, e retornando às 20h02m, conforme consta das gravações de CFTV do elevador (fls. 443/444). Nesse ínterim, armou-se de uma pistola Imbel,
calibre “380, nº 41655 (uma das quatro armas registradas em seu nome)
com carregador contendo 15 cartuchos e quando Marcos chegou com a pizza, Eliza dele se aproximou e efetuou um único disparo, na região da fronte esquerda, orientado de frente para trás e de cima para baixo (fls. 456). Tinha que ser assim, pois Marcos, além muito forte, bem mais alto, era lutador de artes marciais o que inviabilizaria o confronto físico. Não poderia lhe dar qualquer chance de se defender. Enquanto a vítima
Primeira Fase – Juízo de Acusação
faca, se aproximou de seu pescoço e o seccionou, conseguindo decapitá-lo. Marcos veio a óbito, cuja causa mortis deveu-se a choque traumático
(traumatismo crâneo encefálico por agente pérfuro-contundente – projétil de arma de fogo (bala) e associado à asfixia respiratória por sangue aspirado devido a decapitação, conforme evidenciado no laudo
de exame de corpo de delito (exame necroscópico) constante de fls. 455/457. Excelente atiradora e conhecedora de armas, substituiu o cano da arma utilizada por um outro que mantinha, de molde a inviabilizar definitivamente eventual exame pericial de confronto do projétil com a pistola, bem como comprovação de disparo recente. Perpetrado o crime, era o momento de se livrar do indesejável cadáver, e para isso já tinha também previamente desenvolvido um plano. Iria esquartejá-lo e transportá-lo para local distante. Dotada de conhecimento na área de enfermagem, colocou-o em prática, dentro de um quarto destinado aos hóspedes, para onde arrastou o corpo. Por ter trabalhado em centro cirúrgico e conhecedora da anatomia humana, em termos ósseos, sabia
Primeira Fase – Juízo de Acusação
onde realizar os cortes. Sabia que o joelho é preso por cartilagem e ligamento, e assim cortou as pernas. Cortou os braços, com antebraço e mão. Da mesma forma cortou a barriga, na região da cintura, separando a genitália e as coxas do tronco, conforme comprovam as fotos de fls. 49/50
e 460/481. Após o esquartejamento – atividade que lhe consumiu a noite toda - , inseriu as partes, junto com a cabeça e as roupas que Marcos
usava, em sacos plásticos apropriados para lixo, e acondiciou-os em três malas de viagem, dividindo o peso, o que lhe facilitaria o transporte. Realizada a difícil tarefa, passou a limpar todo o local, com panos e água. Enquanto a babá ficava em casa com a criança do casal, desceu com as três malas pelo elevador de serviço (no dia 20 de maio de 2012, domingo às
1h30m), conforme comprovam as filmagens de CFTV (fls. 444/445),
colocou-as no seu veículo Mitsubishi Pajero, placas EQC-4141 para jogar em local bem distante. Saiu com destino ao Estado do Paraná seguindo pela Rodovia Raposo Tavares, mas desistiu da empreitada, retornando para a região da Grande São Paulo, onde conhecia bem. Aliás, muito bem.
Primeira Fase – Juízo de Acusação
Assim, livrou-se dos pedaços do corpo. Na Estrada dos Pires, próximo à igreja, foram encontradas as mangas da camisa. Na mesma Estrada dos Pires até a Rua Bragança (1,3 km após), foram encontradas mãos e braços. Um pouco mais à frente (1 km) estava uma perna e um pé. Mais adiante (100 m) estava a cabeça. Mais à frente (600 m) estava a outra perna. Continuando na Estrada dos Pires, sentido Caucaia do Alto (2,5 km) estavam o tronco e o quadril. As partes foram sendo jogadas em beira de estrada, em uma distância percorrida de 4,2 km, conforme comprova o laudo de fls. 395 e os BOs. de fls. 13, 22, 63, 67. Após toda essa jornada, quando foi fiscalizada e autuada pela Polícia Rodoviária por estar com o licenciamento do auto vencido (fls. 321/323), e ainda com as malas e partes do cadáver, Elize retornou ao apartamento apenas às 22h48m (fls. 446). No dia 21de maio (segunda-feira) foi até a agência de detetives retirar as filmagens feitas com Marcos e a amante, e as levou aos pais dele, cuja mostra visava concretizar a parte final de seu plano, de que a vítima saíra de casa porque tinha outra mulher. Enquanto a família procurava Marcos,
Primeira Fase – Juízo de Acusação
com a mesma finalidade de fugir à eventual suspeita de autoria, apanhou um notebook da vítima, e como conhecia sua senha, encaminhou emails para a empresa de sua propriedade, supostamente sendo do falecido, informando que estava tudo bem (fls. 36/39). Assim ocorrendo, a indiciada ELIZE ARAÚJO KITANO MATSUNAGA praticou um crime de homicídio triplamente qualificado. Agiu impelida por motivo torpe, vingando-se da traição do marido, para evitar que a outra amante fosse a causa da separação e lhe causasse prejuízos sociais e materiais, e com objetivo de ficar com o valor do seguro de vida e a administração dos bens a serem herdados pela filha. Para a prática do crime, utilizou de recurso
que impossibilitou a defesa da vítima, com o tiro sendo disparado à curta
distância, conforme prova a perícia (fls. 456), que evidenciou zona de tatuagem e queimadura nas margens do ferimento, e em situação de altura superior, pois mesmo sendo de estatura maior, Marcos recebeu o projétil de cima para baixo, o que seria impossível de acontecer, caso ambos estivessem em pé (fls. 455/457). A morte foi produzida por meio
Primeira Fase – Juízo de Acusação
cruel, pela tentativa de segmentar o corpo em vida. Conforme conclusão pericial, a vítima ainda estava viva quando sofreu asfixia respiratória por sangue aspirado devido à decapitação. (fls. 457). A indiciada ELIZE
ARAÚJO KITANO MATSUNAGA também praticou o crime de destruição e
ocultação de cadáver, ao esquartejá-lo e depois lançar as partes em local ermo, onde possivelmente seriam devoradas por animais. Por final, a conduta de ainda deverá ser agravada genericamente pela condição de cônjuge da vítima. Ex positis, adequando a conduta da indiciada ao tipo penal descrito como homicídio qualificado pelo motivo torpe, meio cruel e utilizando recurso que impossibilitou a defesa da vítima, além da destruição e ocultação de cadáver, agravada pela condição de cônjuge da vítima, denuncio ELIZE ARAÚJO KITANO MATSUNAGA, portadora do RG 53.673.690-X-SP, como incursa no artigo 121, § 2º, incisos I, III e IV, artigo 211 e artigo 61, inciso II, letra “e” , in fine, todos do Código Penal Brasileiro.
Primeira Fase – Juízo de Acusação
REQUERIMENTOAnte todo o exposto, adequada a conduta aos tipos penais correspondentes, requer-se, recebida e autuada a presente, observando-se o disposto no artigo 406 do Código de Processo Penal, com as alterações trazidas pela Lei nº 11.689, de 9 de junho de 2008, seja a ré citada para responder a acusação por escrito. Não sendo hipótese de absolvição sumária, em audiência de instrução prevista no artigo 411 do mesmo dispositivo, seja procedida à inquirição das testemunhas abaixo arroladas, as do juízo e as que eventualmente sejam indicadas pela acusada. Excedido o rol de testemunhas (art. 406, § 2º do CPP), ante a complexidade do caso e necessidade de ouvida do médico legista, do perito legal e da ilustre autoridade policial que desenvolveu a investigação, requeiro que sejam estas ouvidas como testemunhas do juízo (art. 209 do CPP). Após, seja interrogada a acusada, e com o encerramento da instrução e realizado o debate final ou juntada de memoriais, para, ao final, ser proferida sentença de pronúncia para
Primeira Fase – Juízo de Acusação
submeter ELIZE ARAÚJO KITANO MATSUNAGA a julgamento pelo Egrégio Tribunal do Júri, juízo natural dos crimes dolosos contra a vida, até final condenação.
São Paulo, 19 de junho de 2012
JOSÉ CARLOS COSENZO Promotor de Justiça
Primeira Fase – Juízo de Acusação
ROL DE TESTEMUNHAS1 – Mauro Kitano Matsunaga – fls. 26/145/196/239 2 – Willian Coelho de Oliveira – fls. 162
3 – Valter Sérgio de Abreu -fls. 172 (requisitar) 4 – René Henrique Gotz Licht – fls. 199
5 – Horácio Rubem D’Abramo – fls.399 6 – Luiz Carlos Lózio – fls. 30/149/193 7 – Nathalia Vila Real Lima - fls. 363
8 – Amonir Hercilia dos Santos – fls. 234 TESTEMUNHAS DO JUÍZO
1 – Dr Mauro Gomes Dias – fls. 514 (requisitar)
2 – Dr Jorge Pereira de Oliveira – fls. 455/457 (requisitar) 3 – Ricardo Salada – Perito DHPP - requisitar