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25(OH) VITAMIN D TOTAL

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Academic year: 2021

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25(OH) VITAMIN D TOTAL

B24838

PARA UTILIZAR NOS SISTEMAS DE IMUNOENSAIO

ACCESS 2 COM NOME DE TESTE: VitdA

Finalidade prevista O ensaio Access 25(OH) Vitamin D Total é um imunoensaio quimioluminescente com  partículas paramagnéticas para a determinação quantitativa dos níveis totais de  25‐hidroxivitamina D [25(OH) vitamina D] no soro humano e no plasma utilizando os Sistemas  de Imunoensaio Access 2. Os resultados devem ser utilizados como auxílio na avaliação de  suficiência de vitamina D. Resumo e explicação do produto A vitamina D é uma hormona esteróide lipossolúvel produzida na pele através da acção da luz  do sol ou obtida a partir de fontes dietéticas.1  A principal função da vitamina D consiste em manter a homeostasia do cálcio e do fósforo.2  Uma deficiência crónica grave de vitamina D em bebés e crianças provoca a deformação dos  ossos, habitualmente designada raquitismo; nos adultos, poderá provocar fraqueza muscular  proximal, dores ósseas e osteomalacia.3,4 Uma deficiência de vitamina D menos grave poderá  provocar hiperparatiroidismo secundário, aumento do “turnover” ósseo e perda óssea  progressiva, aumentando o risco de osteoporose.4,5 A presença de receptor de vitamina D  noutros tecidos e órgãos sugere que a vitamina D também poderá ser importante em processos  biológicos não esqueléticos.2,6 Estudos recentes associaram a deficiência de vitamina D ao  aumento de risco de cancro, doença auto‐imune, doença infecciosa, doença cardiovascular  e muitas doenças crónicas.7,8  A vitamina D existe em duas formas primárias, vitamina D3 (colecalciferol), produzida a partir  da conversão de 7‐dehidrocolesterol na epiderme e na derme dos humanos devido à exposição  à luz do sol, e vitamina D2 (ergocalciferol), adquirida na dieta, principalmente nos óleos dos  peixes gordos (por ex., salmão, cavala e arenque), cogumelos, gemas do ovo e alimentos com  suplemento de vitamina D.8 Os suplementos dietéticos prescritos ou de venda livre  representam igualmente uma fonte importante de vitamina D para muitas pessoas.2,8 Factores  como a latitude, hora do dia, envelhecimento, aumento da pigmentação da pele, origem étnica,  aplicação de protector solar e estação do ano podem afectar significativamente a produção de  vitamina D3 na pele e, consequentemente, os níveis de vitamina D no sangue.2,8  A vitamina D proveniente da pele ou da dieta é biologicamente inactiva.  Entra na circulação  ligada à proteína de ligação à vitamina D (DBP) e é transportada para o fígado, passando por  uma hidroxilação para produzir 25(OH) vitamina D.1 A 25(OH) vitamina D também circula  como um complexo com DBP. É metabolizada nos rins pela enzima 25‐hidroxivitamina  D‐1α‐hidroxilase para a sua forma biologicamente activa, 1,25‐dihidroxivitamina D.9  A 1,25‐dihidroxivitamina D circula a níveis 1000 vezes inferiores à 25(OH) vitamina D e a  sua produção renal é rigorosamente regulada por níveis plasmáticos de hormona paratiróide  e níveis de fósforo e cálcio sérico.8,9 A 25(OH) vitamina D sérica é o principal metabolito em  circulação de vitamina D no corpo e reflecte as entradas de vitamina D a partir da dieta ou por  síntese cutânea. Por este motivo, a concentração sérica de 25(OH) vitamina D é considerada a  medida clínica padrão do estado de vitamina D.8 Uma vez que a 25(OH) vitamina D sérica será  uma mistura das formas D2 e D3, ambas as formas de vitamina D2 e vitamina D3 de vitamina D  devem ser medidas para avaliar com precisão os níveis totais de 25(OH) vitamina D. 

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Princípios do procedimento O ensaio Access 25(OH) Vitamin D Total é um ensaio imunoenzimático competitivo de duas  fases. Na incubação inicial, a amostra é adicionada a um recipiente de reacção com um agente  de libertação de DP e partículas paramagnéticas revestidas com anticorpo monoclonal  anti‐25(OH) vitamina D de ovelha. A 25(OH) vitamina D é libertada de DBP e liga‐se ao  anticorpo monoclonal anti‐25(OH) vitamina D imobilizado na fase sólida.  Subsequentemente,  é adicionado um conjugado de fosfatase alcalina análoga 25(OH) vitamina D que compete para  ligação ao anticorpo monoclonal anti‐25(OH) vitamina D imobilizado. Após uma segunda  incubação, os materiais ligados à fase sólida são retidos num campo magnético e os materiais  não ligados são removidos por lavagem. De seguida, o substrato quimioluminescente,  Lumi‐Phos* 530, é adicionado ao recipiente e a luz gerada pela reacção é medida com um  luminómetro. A produção de luz é inversamente proporcional à concentração de 25(OH)  vitamina D na amostra. A quantidade de analito presente na amostra é determinada a partir  de uma curva de calibração multiponto armazenada no sistema. Informações sobre o produto Embalagem de Reagentes Access 25(OH) Vitamin D Total (para utilizar em Sistemas  de Imunoensaio Access 2) N.º Cat. B24838: 100 determinações, 2 embalagens, 50 testes/embalagem • Fornecidos prontos para utilizar. • Armazenar em posição vertical e refrigerar entre 2 e 10 °C. • Manter refrigerado entre 2 e 10 °C por, no mínimo, duas horas antes de usar no  equipamento. • Para evitar a degradação induzida pela luz da molécula de vitamina D, o ensaio Access  25(OH) Vitamin D Total é fornecido numa embalagem de reagentes castanha e opaca. • Para garantir que as partículas paramagnéticas na embalagem de reagentes estão totalmente  suspensas, misturar a embalagem com uma misturadora vortex imediatamente antes de  carregar a embalagem de reagentes no equipamento pela primeira vez. O requisito para  misturar a embalagem de reagentes com uma misturadora vortex é exclusivo do ensaio  de vitamina D. Não misturar outras embalagens de reagentes Access com uma  misturadora vortex. • Para misturar: ◦  Ligar a misturadora vortex no modo “On” (Ligado) contínuo (ou seja, não no modo  “Auto” nem no modo “Touch” (Táctil)) e colocar na velocidade máxima (ou seja,  entre 2500 e 3200 rpm). ◦  Segurar a embalagem na vertical, pela extremidade do clipe, e colocar a base da  partícula (R1a) na almofada vortex num ângulo ligeiramente descendente  (consultar Figura 1). ◦  Misturar a embalagem de reagentes continuamente (sem agitar) durante  20 a 30 segundos. 

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◦  Não é necessário remisturar as embalagens depois de carregar. Não misturar  uma embalagem perfurada.  Figura 1 • Estável até ao vencimento do prazo de validade marcado no rótulo quando armazenado  entre 2 e 10 °C. • Estável entre 2 e 10 °C por 28 dias depois da abertura. • Uma possível degradação pode ser indicada pela ruptura da camada de elastómero  da embalagem ou por valores de controlo fora do intervalo de variação. • Rejeitar a embalagem de reagentes caso tenha sofrido danos (por ex. ruptura da camada  elastomérica). Avisos e precauções • Para utilização em diagnóstico in vitro. • As amostras dos doentes e os produtos hemoderivados podem ser analisados rotineiramente  com riscos mínimos utilizando o procedimento descrito. Contudo, deve manusear estes  produtos como potencialmente infecciosos de acordo com as precauções gerais e os métodos  adequados de laboratórios clínicos, independentemente da origem, tratamento ou  certificação anterior. Usar um desinfectante apropriado para a descontaminação. Armazenar  e eliminar estes materiais e os respectivos recipientes segundo os regulamentos e as normas  locais. • A azida sódica pode reagir com as canalizações de chumbo ou cobre formando azidas  metálicas altamente explosivas. Portanto, deixar fluir água em abundância nos tubos  durante a eliminação de líquidos para prevenir a acumulação de azidas.10 • Xi. Irritante: ProClin 300 0,1%. R1a: Partículas paramagnéticas Dynabeads®** revestidas com anticorpo  monoclonal anti‐25(OH) vitamina D de ovelha suspensas em solução  salina tamponada TRIS, IgG de cabra, albumina sérica bovina (BSA),  < 0,1% de azida sódica e 0,1% de Proclin*** 300 R1b: Ácido fórmico, poli(vinil álcool) e 0,1% de ProClin 300 R1c: Ácido fórmico, poli(vinil álcool) e 0,1% de ProClin 300 R1d: Conjugado de fosfatase alcalina análoga vitamina D, ACES,  < 0,1% de azida sódica e 0,1% de ProClin 300. džƚƌĞŵŝĚĂĚĞĚŽĐůŝƉĞ

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• A Folha dos Dados de Segurança do Material (MSDS) está disponível a pedido. Colheita e preparação da amostra 1. Soro e plasma (heparina de lítio) são as amostras aconselhadas. 2. Não diluir as amostras do doente, pois poderá conduzir a resultados incorrectos de  vitamina D. 3. Seguir as recomendações abaixo para manipular, analisar e armazenar amostras de  sangue:11,12,13 • Colher todas as amostras de sangue tomando as precauções habituais para a colheita  venosa. • Deixar as amostras de soro coagularem completamente antes da centrifugação, na posição  vertical.  A coagulação pode ser mais lenta a temperaturas mais baixas ou se o doente  estiver a seguir uma terapia com anticoagulantes.  • Manter as provetas sempre fechadas. • Separar fisicamente, o mais rapidamente possível, o soro ou o plasma do contacto com  células.  • Armazenar as amostras hermeticamente fechadas à temperatura ambiente  (entre 15 e 30 °C) durante não mais de 72 horas. • Se o ensaio não ficar concluído no prazo de 72 horas, refrigerar as amostras entre 2 e 10 °C.  • Se o ensaio não ficar concluído no prazo de 7 dias, congelar a uma temperatura de ‐20 °C  ou inferior. • As amostras congeladas podem ser armazenadas até um (1) ano a ‐20 °C antes de realizar  testes. 4. Seguir as instruções abaixo para preparar as amostras: • Certificar‐se de que a fibrina e a matéria celular residuais tenham sido removidas antes  da análise. • Para a centrifugação, seguir as instruções do fabricante das provetas de colheita  de sangue. 5. Cada laboratório deve determinar a aceitabilidade das próprias provetas de colheita de  sangue e dos produtos de separação do soro. Estes produtos podem variar entre fabricantes  diferentes e, às vezes, de um lote para o outro. 6. As amostras podem ser descongeladas no máximo 3 vezes.13 7. Evitar a análise de amostras extremamente lipémicas ou hemolisadas. Materiais fornecidos R1 Embalagens de Reagentes Access 25(OH) Vitamin D Total Materiais necessários mas não fornecidos 1. Access 25(OH) Vitamin D Total Calibrators (para utilizar em Sistemas de Imunoensaio  Access 2) Fornecido em zero e aproximadamente 7, 18, 35, 74 e 167 ng/mL.  (18, 45, 88, 185 e 418 nmol/L).  N.º Cat. B24839 2. Materiais do Controlo de Qualidade (QC): material de controlo disponível no mercado. 3. Access Substrate N.º Cat. 81906 4. Access Wash Buffer II, N.º Cat. A16792 5. Misturadora vortex no modo “On” (Ligado) contínuo (ou seja, não no modo “Auto” nem  no modo “Touch” (Táctil)) e velocidade máxima entre 2500 e 3200 rpm. R 43: Pode causar sensibilização em contacto com a pele. S 28‐37: Após contacto com a pele, lavar imediata e abundantemente  com água e sabão. Usar luvas adequadas.

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Comentários sobre o procedimento 1. Consultar os respectivos manuais de sistema e/ou o sistema de Ajuda para uma descrição  específica da instalação, inicialização, princípios de funcionamento, características de  desempenho do sistema, instruções de funcionamento, procedimentos de calibração,  limitações operacionais e precauções, riscos, manutenção e solução de problemas. 2. Consultar a secção “Informações sobre o produto” para obter instruções específicas quanto  à vitamina D para manuseamento da embalagem de reagentes.  3. Não inverter embalagens abertas (perfuradas). 4. Usar trinta (30) μL de amostra para cada determinação para além do recipiente da amostra  e dos volumes mortos do sistema. Consultar os respectivos manuais de sistema e/ou o  sistema de Ajuda para o volume mínimo de amostra necessário. 5. A unidade de medida padrão do sistema para indicar os resultados das amostras é ng/mL.  Para mudar essas unidades de medida para o Sistema Internacional de Unidades (unidades  do SI), nmol/L, consultar os respectivos manuais de sistema e/ou o sistema de Ajuda. Para  converter as concentrações manualmente para o Sistema Internacional, multiplicar ng/mL  pelo factor de multiplicação 2.5. Procedimento Consultar os respectivos manuais de sistema e/ou o sistema de Ajuda para obter informações  sobre a gestão das amostras, a configuração dos testes, a solicitação de testes e a visualização  dos resultados dos testes. Detalhes de calibração Executar o Access 25(OH) Vitamin D Total Calibrator S0 em quadruplicado, o calibrador S1  em triplicado e o calibrador S2‐S5 em duplicado. Para todos os testes, é necessário ter uma curva de calibração activa. Para o ensaio Access  25(OH) Vitamin D Total, a calibração é necessária a cada 28 dias. Consultar os respectivos  manuais de sistema e/ou o sistema de Ajuda para obter informações sobre os métodos de  calibração, a configuração de calibradores, a introdução de solicitações de testes dos  calibradores e a visualização de dados de calibração. Controlo de qualidade Os materiais de controlo de qualidade simulam as características das amostras dos doentes e  são fundamentais para a monitorização do desempenho do sistema de análises imunoquímicas.  Dado que as amostras podem ser processadas a qualquer momento utilizando um formato de  “acesso aleatório” em vez de um formato “por lote”, é aconselhável utilizar os materiais de  controlo de qualidade a cada 24 horas.14 Utilizar materiais de controlo de qualidade disponíveis  no mercado que cubram pelo menos dois níveis de analito. O uso mais frequente de controlos  ou o uso de controlos adicionais fica a critério do utilizador de acordo com os métodos  adequados ou os requisitos de acreditação dos laboratórios e as leis aplicáveis. Seguir as  instruções do fabricante para a reconstituição e o armazenamento. Cada laboratório deve  estabelecer os seus próprios valores médios e limites aceitáveis para garantir um desempenho  adequado dos testes. Os resultados do controlo de qualidade que não estiverem dentro dos  limites aceitáveis podem indicar resultados de testes não válidos. Examinar todos os resultados  dos testes obtidos desde o último ponto de teste de controlo de qualidade aceitável para este  analito. Consultar os respectivos manuais de sistema e/ou o sistema de Ajuda para informações  sobre como visualizar os resultados do controlo de qualidade. Resultados Os resultados dos testes dos doentes são determinados automaticamente pelo software do  sistema. A quantidade de analito na amostra é determinada a partir da produção de luz medida  através dos dados de calibração armazenados no sistema. Os resultados dos testes dos doentes  podem ser visualizados através do ecrã apropriado. Consultar os respectivos manuais de  sistema e/ou o sistema de Ajuda para as instruções completas sobre como visualizar os  resultados das amostras.

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Limitações do procedimento 1. Este produto destina‐se a ser utilizado apenas nos Sistemas de Imunoensaio Access 2.  Não é compatível com os Sistemas de Imunoensaio UniCel DxI.  2. O intervalo de medição reportável do ensaio é definido como o intervalo desde o Limite  de Detecção (LoD) até ao valor do Calibrador S5, 2,0 para aproximadamente 167 ng/mL  (5,0 para ~418 nmol/L). Os valores fora deste intervalo devem ser reportados como  < 2,0 ng/mL ou > valor do Calibrador S5 (~167 ng/mL), respectivamente. Não diluir as  amostras do doente, pois poderá conduzir a resultados incorrectos de vitamina D. 3. Nos ensaios que utilizam anticorpos, existe a possibilidade de interferência dos anticorpos  heterófilos contidos na amostra do doente. Os doentes que estão regularmente em contacto  com animais ou que tenham sido submetidos a imunoterapia ou a técnicas de diagnóstico  que utilizam imunoglobulinas ou fragmentos de imunoglobulinas podem produzir  anticorpos, por ex. HAMA, que interferem com os imunoensaios. Para além disso, outros  anticorpos heterófilos (por ex., anticorpos humanos anti‐ovelha) podem estar presentes nas  amostras dos doentes.15,16 Tais anticorpos interferentes podem produzir resultados errados.  Os resultados de doentes suspeitos de ter estes anticorpos devem ser avaliados com cuidado. 4. A amostra do doente poderia conter outras substâncias potencialmente interferentes  susceptíveis de causar resultados errados nos imunoensaios. Alguns exemplos  documentados na literatura incluem o factor reumatóide, a fosfatase alcalina endógena,  a fibrina e proteínas capazes de se ligarem com a fosfatase alcalina.17 Avaliar com cuidado  os resultados de doentes suspeitos de terem estes tipos de interferências. 5. Os resultados do Access 25(OH) Vitamin D Total devem ser interpretados baseando‐se  no quadro clínico geral do doente, incluindo: os sintomas, a anamnese clínica, os dados  de outros testes e outras informações apropriadas. 6. A função dos factores pré‐analíticos em testes laboratoriais foi descrita em várias  publicações.11,18 O cumprimento das recomendações de manuseamento e colheita de  amostras do fabricante das provetas de colheita de sangue é fundamental para reduzir  os erros pré‐analíticos. Valores esperados 1. Actualmente, há um debate em curso sobre os valores óptimos de 25(OH) vitamina D  no soro.  Em 2011, o Clinical Guidelines Subcommittee of the Endocrine Society Task Force  estabeleceu as directrizes apresentadas abaixo quanto aos níveis recomendados de 25(OH)  vitamina D no soro.8  2. Outras citações clínicas de referência poderão apresentar valores diferentes.  Os níveis de  vitamina D poderão variar de acordo com factores como geografia, estação do ano, saúde do  doente, dieta, idade,origem étnica, utilização de suplementos de vitamina D ou ambiente.8  Para garantir uma representação adequada de populações específicas, cada laboratório deve  determinar os seus próprios intervalos de referência. 3. Num estudo realizado, as concentrações de 25(OH) vitamina D foram medidas em amostras  de soro recolhidas de 367 adultos aparentemente saudáveis utilizando o ensaio Access  25(OH) Vitamin D Total no Sistema de Imunoensaio Access 2. A população em estudo  incluiu pessoas de três regiões geográficas diferentes dos EUA e representou a população  global dos EUA em termos de sexo, raça e etnia. As mulheres grávidas ou as pessoas com  um historial de doença óssea metabólica (por ex., hipocalcemia), cancro, doença renal ou  níveis anormais de soro, cálcio, magnésio, fósforo, PTH ou TSH foram excluídas do estudo.    As pessoas tinham idades compreendidas ente os 21 e os > 89 anos e 20% dos indivíduos  mencionaram a toma de suplementos de vitamina D. O intervalo observado de  Estado de vitamina D Intervalo de concentração  de 25 (OH) vitamina D (ng/mL) Intervalo de concentração  de 25 (OH) vitamina D (nmol/L) Deficiente < 20 < 50

Insuficiente 20 a < 30 50 a < 75

Suficiente 30 – 100 75 – 250

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concentrações de 25(OH) vitamina D, estabelecido de acordo com a directriz CLSI EP28‐A3c,  está resumido na Tabela 1 apresentada abaixo.19

Tabela 1. Valores esperados para o ensaio Access 25(OH) Vitamin D Total em Sistemas de Imunoensaio Access 2

Características específicas de desempenho

Comparação de métodos (comparação do procedimento de medição)

Os dados representativos para a comparação de métodos são fornecidos apenas a título  ilustrativo. Podem ocorrer variações nos desempenhos obtidos em diferentes laboratórios.  Uma comparação entre 145 amostras de soro avaliadas com o ensaio Access 25(OH) Vitamin D  Total no Sistema de Imunoensaio Access 2 e uma cromatografia líquida, juntamente com o  método de espectrometria de massa sequencial (LC‐MS/MS), deu origem aos seguintes  resultados (regressão de Passing‐Bablok e correlação de Pearson): †Intervalo de concentração observado do ensaio Access 25(OH) Vitamin D Total. Linearidade Num estudo baseado na directriz CLSI EP6‐A20, o ensaio Access 25(OH) Vitamin D  demonstrou uma linearidade clinicamente aceitável ao longo do intervalo de medição analítica  de 2,0 para ~167 ng/mL (5,0 para ~418 nmol/L). Imprecisão Os dados representativos para a imprecisão são fornecidos apenas a título ilustrativo. Podem  ocorrer variações nos desempenhos obtidos em diferentes laboratórios. Este ensaio apresenta uma imprecisão total ≤ 10,0% com concentrações superiores a 15,0 ng/mL  (37,5 nmol/L) e um Desvio Padrão (DP) total ≤ 1,5 ng/mL (3,8 nmol/L) com concentrações ≤ 15,0  ng/mL. Um estudo realizado utilizando amostras de doentes com base em soro, gerando um  total de 40 ensaios, 2 repetições por ensaio, no decorrer de 20 dias, forneceu os seguintes dados,  calculados com base nas directrizes do CLSI EP5‐A2.21 Valores observados N Média Intervalo da amostra 2,5 percentil (IC 95%) 97,5 percentil (IC 95%)  ng/mL 367 24,9 9,4 – 67,7 11,9  (10,2 – 13,3)  43,6  (42,4 – 50,5)  nmol/L 367 62,3 23,5 – 169,2 29,7  (25,6 – 33,3)  109,1  (106,1 – 126,4) N Inclinação (IC 95%) Coeficiente  de correlação (r)  Unidade = ng/mL Unidade = nmol/L Intervalo de  observações† Intercepção (IC 95%) Intervalo de  observações† Intercepção (IC 95%) 145 0,88  (0,81 – 0,95) 0,92 5,35 – 152,40 ‐1,43 (‐3,22 – 0,73) 13,38 – 381,01 ‐3,58  (‐8,05 – 1,83) Unidades = ng/mL Intervalo Média (n=80)

Intra‐execução Inter‐execução Total

(intra‐laboratório)

DP %CV DP %CV DP %CV

Amostra 1 6,4 0,3 N/A 0,5 N/A 0,6 N/A

Amostra 2 13,3 0,5 N/A 0,9 N/A 1,0 N/A

Amostra 3 24,6 0,5 2,2 1,8 7,2 1,8 7,5

Amostra 4 49,8 1,1 2,1 3,5 7,0 3,6 7,3

Amostra 5 110,5 1,6 1,5 7,3 6,6 7,5 6,8

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Interferências Os dados representativos para as interferências são fornecidos apenas a título ilustrativo.  Podem ocorrer variações nos desempenhos obtidos em diferentes laboratórios. As amostras de vitamina D com concentrações de 20, 40 e 150 ng/mL (50, 100 e 375 nmol/L)  foram misturadas com concentrações múltiplas das substâncias apresentadas abaixo e  processadas num Sistema de Imunoensaio Access 2 único.  Os valores foram calculados tal  como descrito na directriz CLSI EP7‐A2.22 A interferência foi determinada testando controlos  (sem substância interferente adicionada) e amostras de teste correspondentes (com substância  interferente adicionada).  Dos compostos testados, nenhum mostrou causar um desvio  de > 10,0% utilizando as concentrações de teste mais elevadas indicadas na tabela  apresentada abaixo. Unidades = nmol/L Intervalo Média (n=80)

Intra‐execução Inter‐execução Total

(intra‐laboratório)

DP %CV DP %CV DP %CV

Amostra 1 16,0 0,8 N/A 1,3 N/A 1,5 N/A

Amostra 2 33,3 1,3 N/A 2,2 N/A 2,6 N/A

Amostra 3 61,4 1,3 2,2 4,4 7,2 4,6 7,5 Amostra 4 124,6 2,6 2,1 8,7 7,0 9,1 7,3 Amostra 5 276,2 4,1 1,5 18,4 6,6 18,8 6,8 Amostra 6 353,5 5,5 1,6 21,0 5,9 21,7 6,1 Substância Concentração mais  elevada adicionada Paracetamol 20 mg/dL  Bilirrubina (não conjugada) 40 mg/dL Ácido acetilsalicílico 65 mg/dL Hemoglobina 50 mg/dL Colesterol 500 mg/dL Heparina (peso molecular baixo) 3 U/mL Ibuprofeno 30 mg/dL Multivitamina 0,9% (v/v) Factor reumatóide 200 IU/mL Proteína (globulina gama) 6 g/dL Triglicéridos 3280 mg/dL

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Especificidade analítica

Os dados representativos para a especificidade analítica são fornecidos apenas a título  ilustrativo. Podem ocorrer variações nos desempenhos obtidos em diferentes laboratórios.

Reconhecimento equimolar de 25(OH) Vitamina D2 e 25(OH) Vitamina D3

O reconhecimento do ensaio de 25(OH) vitamina D2 e 25(OH) vitamina D3 foi avaliado  utilizado sete amostras de soro emparelhadas, contendo um total de concentrações de 25(OH)  vitamina D entre 12,2 e 39,3 ng/mL (30,5 e 98,2 nmol/L). Estas amostras foram misturadas com  quantidades iguais de 25(OH) vitamina D2 ou 25(OH) vitamina D3 e um rácio‐dose calculado  como o valor da amostra misturada com 25(OH) vitamina D2 sobre o valor da amostra  misturada com 25(OH) vitamina D3

O valor rácio‐dose determinado para este estudo foi de 100%, demonstrando a equimolaridade  de 25(OH) vitamina D2 e 25(OH) vitamina D3 quando medido pelo ensaio Access 25(OH)  Vitamin D Total. Reactividade cruzada com outros metabolitos de vitamina D Com base nas orientações do protocolo CLSI EP7‐A222, foi realizado um estudo para avaliar o  potencial da reactividade cruzada do ensaio com outras substâncias semelhantes em termos  estruturais à 25(OH) vitamina D. As substâncias apresentadas na tabela seguinte foram  adicionadas a amostras contendo 25(OH) vitamina D e processadas num único Sistema de  Imunoensaio Access 2. Os valores de percentagem de reactividade cruzada foram calculados  através da equação abaixo e, em seguida, normalizados para a reactividade cruzada de 25(OH)  vitamina D3.  Os resultados deste estudo estão resumidos na tabela seguinte: †As concentrações testadas foram 125 ‐ 375 vezes os níveis endógenos normalmente encontrados para 1,25 (OH)2 vitamina D.23 Os dados representativos para o Limite do Branco, o Limite de Detecção e o Limite de  Quantificação são fornecidos apenas a título ilustrativo. Podem ocorrer variações nos  desempenhos obtidos em diferentes laboratórios. Limite do Branco O ensaio Access 25(OH) Vitamin D Total foi concebido para apresentar um Limite do Branco  (LoB) de ≤ 1,50 ng/mL (≤ 3,75 nmol/L). Num estudo realizado, o LoB foi testado utilizando um  protocolo baseado na directriz CLSI EP17‐A2.24 No total, foram medidas 154 repetições de uma  amostra com concentração de analito igual a zero (Access 25(OH) Vitamin D Total Calibrator  S0) em 12 processamentos utilizando várias embalagens de reagentes e dois lotes de calibrador  em vários Sistemas de Imunoensaio Access 2.  Este estudo determinou que o LoB para o ensaio  Access 25(OH) Vitamin D Total era de 0,55 ng/mL (1,38 nmol/L).

% de reactividade cruzada = valor médio misturado (ng/mL) — valor médio não misturado (ng/mL)

Concentração de reagente cruzado adicionada (ng/mL) X 100

Substância Concentração  adicionada (ng/mL) Concentração  adicionada (nmol/L) Média % Reactividade  cruzada Vitamina D2 (Ergocalciferol) 19 232 50 000 0 Vitamina D3 (Colecalciferol) 19 832 50 000 0 25(OH) vitamina D3 20 50 100 1,25(OH)2 vitamina D2† 9 20 1202 1,25(OH)2 vitamina D3† 25 60 206 24,25(OH)2 vitamina D3 104 250 ‐4 3‐epi‐25(OH) vitamina D3 100 250 56 1αOH vitamina D3 (alfacalcidol) 8013 20 000 0

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Limite de Detecção O ensaio Access 25(OH) Vitamin D Total foi concebido para apresentar um Limite de Detecção  (LoD) de ≤ 2,0 ng/mL (≤ 5,0 nmol/L). Num estudo realizado, o LoD foi testado utilizando um  protocolo baseado na directriz CLSI EP17‐A2.24 Foram medidas três repetições de cinco  amostras de nível baixo utilizando várias embalagens de reagentes e dois lotes de calibrador em  12 processamentos em vários Sistemas de Imunoensaio Access 2.  Este estudo determinou que  o LoD para o ensaio Access 25(OH) Vitamin D Total era de 1,0 ng/mL (2,5 nmol/L). Limite de Quantificação O ensaio Access 25(OH) Vitamin D Total foi concebido para apresentar um Limite de  Quantificação (LoQ) de ≤ 6,0 ng/mL (≤ 15,0 nmol/L). Num estudo realizado, o LoQ foi testado  utilizando um protocolo baseado na directriz CLSI EP17‐A2.24 Foram medidas três repetições  de 10 amostras utilizando várias embalagens de reagentes e um lote de calibrador em 22  processamentos em vários Sistemas de Imunoensaio Access 2.  O LoQ foi determinado como  a concentração mais baixa que correspondeu aos requisitos de concepção de imprecisão total  ≤ 20% CV.  Este estudo determinou que o LoQ para o ensaio Access 25(OH) Vitamin D Total  era de 3,0 ng/mL (7,5 nmol/L).

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25(OH) VITAMIN D TOTAL CALIBRATORS

B24839

PARA UTILIZAR NOS SISTEMAS DE IMUNOENSAIO

ACCESS 2 COM NOME DE TESTE: VitdA

Finalidade prevista Os Access 25(OH) Vitamin D Total Calibrators são utilizados para calibrar o ensaio  Access 25(OH) Vitamin D Total para a determinação quantitativa dos níveis totais de  25‐hidroxivitamina D [25(OH)D] no soro humano e no plasma utilizando os Sistemas de  Imunoensaio Access 2.  Os resultados devem ser utilizados como auxílio na avaliação de  suficiência de vitamina D. Resumo e explicação do produto A calibração de um ensaio quantitativo é o processo pelo qual as amostras com concentrações  conhecidas de analito (por ex., calibradores de ensaio) são testadas como amostras de doentes  a fim de medir a sua resposta. A relação matemática entre as respostas medidas e as  concentrações conhecidas de analito define a curva de calibração. Esta relação matemática,  ou curva de calibração, é usada para converter as medidas de Unidades Relativas de Luz (RLU)  das amostras dos doentes em concentrações de analito quantitativas específicas. Rastreabilidade A substância a ser medida (analito) nos Access 25(OH) Vitamin D Total Calibrators é rastreável  relativamente a um procedimento de método de referência (RMP) de espectrometria de massa  por diluição isotópica (ID‐LC‐MS/MS) aprovado pelo Joint Committee for Traceabilty in  Laboratory Medicine (JCTLM) e desenvolvido na Ghent University.25,26 Este procedimento  de método de referência (RMP) é também rastreável relativamente a NIST SRM 2972.26,27  O processo de rastreabilidade baseia‐se na norma EN ISO 17511. Uma comparação entre 40 amostras de soro avaliadas com o ensaio Access 25(OH) Vitamin D  Total no sistema de Imunoensaio Access 2 e este procedimento de método de referência (RMP)  deu origem aos seguintes resultados (regressão de Deming ponderada): †Intervalo de concentração observada do RMP. N Inclinação (IC 95%) Unidade = ng/mL Unidade = nmol/L Intervalo de  observações† Intercepção (IC 95%) Intervalo de  observações† Intercepção (IC 95%) 40 0,94 (0,75 – 1,13) 9,0 – 79,2 0,17 (‐5,34 – 5,69) 22,5 – 198,0  0,43 (‐13,35 – 14,22)

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Gráfico de dispersão com correlação de Deming Os valores atribuídos por outras metodologias podem ser diferentes. Tais diferenças,  se presentes, podem ser causadas por desvios entre os métodos.  Informações sobre o produto Access 25(OH) Vitamin D Total Calibrators (para utilizar em Sistemas de Imunoensaio  Access 2) N.º Cat. B24839: S0–S5, 1,4 mL/recipiente • Fornecidos prontos para utilizar. • Armazenar em posição vertical e congelar entre ‐15 e ‐30 °C. • Estável até ao vencimento do prazo de validade marcado no rótulo quando armazenado,  por abrir, entre ‐15 e ‐30 °C. • Descongelar à temperatura ambiente. Misturar bem o conteúdo invertendo delicadamente  antes da utilização. Evitar a formação de bolhas. • Depois de retirados do armazenamento entre ‐15 e ‐30 °C, os recipientes descongelados  permanecem estáveis entre 2 e 10 °C durante 56 dias.  Rotular os recipientes com a data de  descongelamento ou a data de validade. • Colocar os calibradores a uma temperatura entre 2 e 10 °C após cada utilização. Não voltar  a congelar recipientes abertos. • Uma possível degradação pode ser indicada por valores de controlo fora do intervalo  de variação. • Consultar o cartão de calibração para as concentrações exactas. Avisos e precauções • Para utilização em diagnóstico in vitro. • As amostras dos doentes e os produtos hemoderivados podem ser analisados rotineiramente  com riscos mínimos utilizando o procedimento descrito. Contudo, deve manusear estes  produtos como potencialmente infecciosos de acordo com as precauções gerais e os métodos  100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100

RMP ID-LC-MS/MS 25(OH) vitamina D (ng/mL)

Access 25(OH) V itamin D T otal Access 2 (ng/mL) Identidade Correlação de Deming ponderada y = 0.94x + 0.17 S0: Soro humano, < 0,1% de azida sódica e 0,1% de ProClin 300 S1, S2, S3,  S4, S5: Soro humano com níveis de 25(OH) vitamina D de aproximadamente 7,  18, 35, 74 e 167 ng/mL. (18, 45, 88, 185 e 418 nmol/L), < 0,1% de azida  sódica e 0,1% de ProClin 300 Cartão de  calibração: 1

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adequados de laboratórios clínicos, independentemente da origem, tratamento ou  certificação anterior. Usar um desinfectante apropriado para a descontaminação. Armazenar  e eliminar estes materiais e os respectivos recipientes segundo os regulamentos e as normas  locais. • O material de origem humana utilizado na preparação do reagente foi testado e considerado  negativo ou não reactivo para a Hepatite B, a Hepatite C (HCV) e para o Vírus da  Imunodeficiência Humana (HIV‐1 e HIV‐2). Dado que nenhum método de ensaio conhecido  pode oferecer a segurança completa da ausência de agentes infecciosos, manusear os  reagentes e as amostras dos doentes como potencialmente infecciosos.28 • A azida sódica pode reagir com as canalizações de chumbo ou cobre formando azidas  metálicas altamente explosivas. Portanto, deixar fluir água em abundância nos tubos  durante a eliminação de líquidos para prevenir a acumulação de azidas.10 • Xi. Irritante: ProClin 300 0,1%. • A Folha dos Dados de Segurança do Material (MSDS) está disponível a pedido. Procedimento Consultar os respectivos manuais de sistema e/ou o sistema de Ajuda para obter informações  sobre os métodos de calibração, a configuração de calibradores, a introdução de solicitações de  testes dos calibradores e a visualização de dados de calibração. Detalhes de calibração • Executar o Access 25(OH) Vitamin D Total Calibrator S0 em quadruplicado, o Calibrador  S1 em triplicado e o Calibrador S2‐S5 em duplicado. • Os Access 25(OH) Vitamin D Total Calibrators são fornecidos em 6 níveis – zero  e aproximadamente 7, 18, 35, 74 e 167 ng/mL. (18, 45, 88, 185 e 418 nmol/L).  A calibração  do ensaio é necessária a cada 28 dias. Limitações do procedimento Se forem notados sinais de contaminação microbiana ou excesso de turvação num reagente,  rejeitar o recipiente. R 43: Pode causar sensibilização em contacto com a pele. S 28‐37: Após contacto com a pele, lavar imediata e abundantemente  com água e sabão. Usar luvas adequadas.

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Referências 1 Holick MF. Vitamin D: photobiology, metabolism, and clinical applications. In: DeGroot L, Besser H, Burger HG, et  al., eds. Endocrinology, 3rd ed; Philadelphia: WB Saunders, 1995: 900‐1013. 2 Holick MF. Vitamin D deficiency. N Eng J Med 2007; 357: 266‐281. 3 Holick MF. Sunlight and vitamin D for bone health and prevention of autoimmune diseases, cancers, and  cardiovascular disease. Am J Clin Nutr 2004; 80 (6 suppl): 1678S‐1688S. 4 Passeri G, et al. Low vitamin D status, high bone turnover, and bone fractures in centenarians. J Clin Endocrinol  Metab 2003; 88: 5109‐5115. 5 Dietary Supplement Fact Sheet: Vitamin D. Office of Dietary Supplements, National Institutes of Health,  http://ods.od.nih.gov/factsheets/VitaminD‐QuickFacts. Accessed September 2013. 6 Holick MF. Vitamin D: a millennium perspective. J Cell Biochem 2003; 88: 296‐307. 7 Souberbielle JC et al. Vitamin D and musculoskeletal health, cardiovascular disease, autoimmunity and cancer:  Recommendations for clinical practice. Autoimmunity Reviews 2010; 9: 709‐715. 8 Holick MF et al. Evaluation, Treatment, and Prevention of Vitamin D Deficiency: An Endocrine Society Clinical  Practice Guideline, J Clin Endocrinol Metab 2011; 96 (7): 1911‐1930. 9 Holick MF, Garabedian M. Vitamin D: photobiology, metabolism, mechanism of action, and clinical applications.  In: Favus MJ, ed. Primer on the metabolic  bone diseases and disorders of mineral metabolism. 6th ed. Washington,  DC: American Society for Bone and Mineral Research 2006:129‐137. 10 DHHS (NIOSH) Publication No. 78‐127, August 1976. Current Intelligence Bulletin 13 ‐ Explosive Azide Hazard.  Available http://www.cdc.gov/niosh. 11 Approved Guideline – Procedures for the Handling and Processing of Blood Specimens for Common Laboratory  Tests, H18‐A4. 2010. Clinical and Laboratory Standards Institute. 12 Wootton AM. Improving the Measurement of 25‐hydroxyvitamin D. Clinical Biochemistry 2005; 26 (1): 33‐36. 13 Wielders J, et al. Preanalytical Stability of 25(OH)–Vitamin D3 in Human Blood or Serum at Room Temperature:  Solid as a Rock. Clinical Chemistry 2009; 55 (8): 1584–1595. 14 Cembrowski GS, Carey RN. Laboratory quality management: QC QA. ASCP Press, Chicago, IL, 1989. 15 Kricka L. Interferences in immunoassays – still a threat. Clin Chem 2000; 46: 1037–1038. 16 Bjerner J, et al. Immunometric assay interference: incidence and prevention. Clin Chem 2002; 48: 613–621. 17 Lingwood D, Ballantyne JS. Alkaline phosphatase‐immunoglobulin conjugate binds to lipids in vitro, independent  of antibody selectivity. Journal of Immunological Methods 2006; 311: 174–177. 18 Approved Standard – Sixth Edition, Procedures for the Collection of Diagnostic Blood Specimens by Venipuncture,  H3‐A6. 2007. Clinical and Laboratory Standards Institute. 19 Defining, Establishing, and Verifying Reference Intervals in the Clinical Laboratory; Approved Guideline‐Third  Edition, EP28‐A3c, Vol. 28 No. 30. Oct 2010. Clinical and Laboratory Standards Institute. 20 Approved Guideline – Evaluation of the Linearity of Quantitative Measurement Procedures: A Statistical  Approach, EP6‐A. April 2003. Clinical and Laboratory Standards Institute. 21 Approved Guideline – Evaluation of Precision Performance of Quantitative Measurement Methods, EP5‐A2.  August 2004. Clinical and Laboratory Standards Institute. 22 Approved Guideline – Interference Testing in Clinical Chemistry, EP7‐A2. November 2005. Clinical and Laboratory  Standards Institute. 23 Juttmann JT, et al. Seasonal fluctuations in serum concentrations of vitamin D metabolites in normal subjects.  British Medical Journal 1981; 282: 1349‐1352. 24 Approved Guideline – Evaluation of Detection Capability for Clinical Laboratory Measurement Procedures,  EP17‐A2. June 2012. Clinical and Laboratory Standards Institute.  25 Stepman HCM, Vanderroost A, Van Uytfanghe K, Thienpont LM. Candidate reference measurement procedures  for serum 25‐hydroxyvitamin D3 and 25‐hydroxyvitamin D2 using isotope dilution‐liquid chromatography‐tandem  mass spectrometry. Clin Chem 2011; 57: 441–448.

26 Thienpont L, Stepman HCM, Vesper HW. Standardization of measurements of 25‐Hydroxyvitamin D3 and D2.  Scandinavian Journal of Clinical & Laboratory Investigation  2012; 72 (Suppl 243): 41–49.

27 Certificate of analysis, Standard Reference Material 2972: 25‐hydroxyvitamin D2 and D3 calibration solutions.  Gaithersburg, MD: Standard Reference Materials Program, NIST; 2009. 28 HHS Publication, 5th ed., December 2009. Biosafety in Microbiological and Biomedical Laboratories.  Available  http://www.cdc.gov/biosafety/publications/bmbl5/index.htm. *Lumi‐Phos é uma marca registada da Lumigen, Inc., uma companhia subsidiária da Beckman Coulter, Inc. **Dynabeads é uma marca comercial registada da Dynal A.S., Oslo, Noruega. ***ProClin é uma marca registada da Rohm and Haas Company ou de suas subsidiárias e filiais.

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Impresso nos Estados Unidos da América Fabricado nos Estados Unidos da América Editado em Janeiro 2014 Fabricado por: Beckman Coulter, Inc. 250 S. Kraemer Blvd. Brea, CA 92821 U.S.A. Beckman Coulter Ireland Inc. Mervue Business Park, Mervue, Galway, Ireland 353 91 774068 Beckman Coulter do Brasil Com e Imp de Prod Lab Ltda Estr dos Romeiros, 220 ‐ Galpao G3 ‐ KM 38.5 06501‐001 ‐ Sao Paulo ‐ SP ‐ Brasil CNPJ: 42.160.812/0001‐44

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