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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

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Academic year: 2022

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PROCEDIMENTO

OPERACIONAL PADRÃO

POP/SOST/002/ 2019

SEGURANÇA NO TRABALHO EM ALTURA

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Procedimento Operacional Padrão

POP/SOST/002/2019

Versão 1.0

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® 2015, Ebserh. Todos os direitos reservados.

Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. www.ebserh.gov.br

Material produzido pela Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho – SOST do HULW-UFPB, filial Ebserh.

Permitida a reprodução parcial ou total, desde que indicada a fonte e sem fins comerciais.

Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - Ministério da Educação

POP: SOST.

HULW-UFPB: Hospital Universitário Lauro Wanderley da Universidade Federal da Paraíba.

Palavras-chaves: 1 - POP; 2 – Trabalho em Altura; 3 – SOST.

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Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares Universidade Federal da Paraíba Hospital Universitário Lauro Wanderley

Campus I, Cidade Universitária | CEP: 58.051-900 | João Pessoa/PB | Telefone: (83) 3216-7042 | Site: www.ebserh.gov.br/web/hulw-ufpb

ABRAHAM WEINTRAUB

Ministro de Estado da Educação

OSVALDO DE JESUS FERREIRA

Presidente

FLÁVIA CRISTINA F. PIMENTA

Superintendente

ALBERTO MAGNO DE ARRUDA PALMEIRA

Gerente Administrativo

MOISES DIOGO DE LIMA

Gerente de Atenção à Saúde

ANGÊLO BRITO PEREIRA DE MELO

Gerente Ensino e Pesquisa

ROBERTA FRANCA FALCÃO CAMPOS

Chefe da Divisão de Gestão de Pessoas

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S U M Á R I O

1. Objetivo...04

2. Campo de aplicação...04

3. Responsabilidades...04

3.1 Gestor...04

3.2 Setor de Infraestrutura Física...04

3.3 SOST...05

3.4 Contratadas...05

3.5 Colaboradores...06

4. Capacitação e Treinamento...06

5. Definições...06

6. Procedimentos...08

6.1 Autorização/Liberação para Trabalho em Altura...08

6.2 Práticas de Trabalho...09

6.2.1 Telhado...09

6.2.2 Andaimes...09

6.2.3 Escadas...11

7. Orientações finais...11

8. Referências...11

9. Anexos...12

9.1. Análise de Risco – Trabalho em Altura...13

9.2. Permissão de Trabalho – Trabalho em Altura...14

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SEGURANÇA NO TRABALHO EM ALTURA

1. OBJETIVO

Este procedimento deve ser aplicado para atender os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, de modo a planejar, organizar e executar, de forma segura as atividades desempenhadas no trabalho em altura, pelos empregados e empresas contratadas do HULW.

Estabelece diretrizes básicas para execução de trabalhos em altura, de forma a eliminar e controlar os riscos de acidentes de quedas e seus efeitos nas pessoas, equipamentos e materiais utilizados no ambiente de trabalho, visando garantir segurança e integridade física dos colaboradores que realizarem este tipo de trabalho e a proteção dos que transitam nas áreas próximas.

2. CAMPO DE APLICAÇÃO

Este procedimento é aplicável para as atividades executadas acima de 2,00m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda, pelos empregados do HULW, contratadas e os subcontratados devem seguir o mesmo padrão de segurança.

3. RESPONSABILIDADES

3.1. Gestor

 São responsáveis por cumprir e fazer cumprir, facilitar e incentivar os funcionários a executarem a operação de acordo com este procedimento e recorrerem a Segurança quando houver dúvidas referentes a operação que envolvam riscos de acidentes.

 Promover programa para capacitação dos trabalhadores para realização de trabalho em altura.

 Garantir que todos os trabalhadores que executem trabalho em altura tenham o seu estado de saúde avaliado, tendo a aptidão para o trabalho consignada no atestado de saúde ocupacional dos mesmos

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3.2. Setor de Infraestrutura Física

 Informar ao SOST antes do início das atividades, a realização de toda e qualquer atividade a ser executada em altura;

 Garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção definidas nesta norma;

 Estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para trabalho em altura;

 Garantir que somente trabalhem em alturas os empregados que possuírem autorização, qualificação e capacitação para o referido trabalho.

3.3. SOST

 Solicitar aos responsáveis pelos empregados que desempenham trabalho em altura, comprovação e identificação de habilitação dos trabalhadores aptos a exercerem trabalho em altura;

 Garantir/permitir/exigir que somente colaboradores capacitados sobre os riscos e com respectivo Atestado de Saúde Ocupacional – ASO, apto para trabalhos em altura desempenhem esta atividade;

 Participar da realização da Análise de Risco – AR, e, quando aplicável, a emissão da Permissão de Trabalho - PT;

 Promover/realizar auditorias e/ou inspeções de segurança nas atividades envolvendo trabalho em altura, verificando o atendimento aos requisitos legais.

3.4. Contratadas

 Garantir informações atualizadas sobre os riscos e medidas de controle antes da execução de cada atividade em altura.

 Implementar a gestão em segurança e saúde nos trabalhos em altura, por medidas técnicas de prevenção, mediante avaliação prévia das condições no local de trabalho em altura;

 Garantir que somente trabalhem em alturas os empregados que possuírem autorização, qualificação e capacitação para o referido trabalho.

 Assegurar a realização da Análise de Risco - AR e, quando aplicável, a emissão da Permissão de Trabalho - PT;

 Desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras de trabalho em altura;

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 Garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção;

 Assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não prevista, cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível;

 Garantir que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão, conforme forma definida pela análise de risco de acordo com as peculiaridades da atividade.

3.5. Colaboradores

 Cumprir os procedimentos e orientações recebidos nos treinamentos com relação a trabalho em altura;

 Utilizar adequadamente os meios e equipamentos fornecidos pela empresa;

 Inspecionar todos os EPI’s antes do início das atividades;

 Comunicar ao seu superior hierárquico as situações de risco para sua segurança e saúde ou de terceiros, que sejam do seu conhecimento;

 Interromper suas atividades, sempre que constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas, comunicando imediatamente o fato a seu supervisor;

 Zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho.

4. CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO

 O empregador deve promover programa para capacitação dos trabalhadores à realização de trabalho em altura;

 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas, seguindo o conteúdo programado conforme item 35.3.2 da NR;

 O treinamento deve ser ministrado por instrutores com comprovada proficiência no assunto, sob a responsabilidade de profissional qualificado em segurança no trabalho;

 Ao término do treinamento deve ser emitido certificado contendo o nome do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável;

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 O empregador deve realizar treinamento periódico bienal e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:

a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;

b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;

c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;

d) mudança de empresa.

5. DEFINIÇÕES:

Análise de Risco - AR: avaliação dos riscos potenciais, suas causas, consequências e medidas de controle.

Atividades rotineiras: atividades habituais, independente da frequência, que fazem parte do processo de trabalho da empresa.

Cinto de segurança tipo paraquedista: Equipamento de Proteção Individual utilizado para trabalhos em altura onde haja risco de queda, constituído de sustentação na parte inferior do peitoral, acima dos ombros e envolto nas coxas.

Condições impeditivas: situações que impedem a realização ou continuidade do serviço que possam colocar em risco a saúde ou a integridade física do trabalhador.

Permissão de Trabalho - PT: documento escrito contendo conjunto de medidas de controle visando o desenvolvimento de trabalho seguro, além de medidas de emergência e resgate.

Ponto de ancoragem: ponto destinado a suportar carga de pessoas para a conexão de dispositivos de segurança, tais como cordas, cabos de aço, trava-queda e talabartes.

Profissional legalmente habilitado: trabalhador previamente qualificado e com registro no competente conselho de classe.

Riscos adicionais: todos os demais grupos ou fatores de risco, além dos existentes no trabalho em altura, específicos de cada ambiente ou atividade que, direta ou indiretamente, possam afetar a segurança e a saúde no trabalho.

Sistemas de ancoragem: componentes definitivos ou temporários, dimensionados para suportar impactos de queda, aos quais o trabalhador possa conectar seu

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Equipamento de Proteção Individual, diretamente ou através de outro dispositivo, de modo a que permaneça conectado em caso de perda de equilíbrio, desfalecimento ou queda.

Talabarte: dispositivo de conexão de um sistema de segurança, regulável ou não, para sustentar, posicionar e/ou limitar a movimentação do trabalhador.

Trabalhador autorizado: Considera-se trabalhador autorizado para trabalho em altura aquele capacitado, cujo estado de saúde foi avaliado, tendo sido considerado apto para executar essa atividade e que possua anuência formal da empresa.

Trabalhador capacitado: considera-se trabalhador capacitado para o trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas atendendo ao conteúdo programático previsto no item 35.3.2 da NR-35.

Trava-queda: dispositivo de segurança para proteção do usuário contra quedas em operações com movimentação vertical ou horizontal, quando conectado com cinturão de segurança para proteção contra quedas.

6. PROCEDIMENTOS

6.1 Autorização / Liberação para Trabalho em Altura

 Todo o trabalho em altura deve ser planejado, organizado e executado por trabalhador capacitado e autorizado.

 Todo trabalho em altura deve ser precedido de Análise de Risco - AR, que definirá de acordo com as peculiaridades da atividade um supervisor responsável pela realização da atividade.

 A autorização prévia para trabalho em altura não rotineiro só poderá ser feita pelo Encarregado(a), Supervisor e ou Técnico/Engenheiro em Segurança do Trabalho, através da emissão de Permissão de Trabalho - PT.

 A liberação é feita através de um formulário “Permissão de Trabalho”, aprovado pelo responsável pela autorização da permissão.

 A liberação tem que estar disponível no local da execução da atividade e, ao final, encerrada e arquivada de forma a permitir sua rastreabilidade, para que qualquer pessoa possa verificar se todos os requisitos foram cumpridos.

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 A equipe do SOST, juntamente o técnico de segurança da contratada ou encarregado (caso a atividade seja realizada por terceiros) e o membro do Setor de Infraestrutura Física responsável pela atividade (obra ou reforma) ficarão responsáveis por executar Análise de Risco – AR e Permissão para Trabalho – PT, das atividades não rotineiras envolvendo trabalho em altura.

6.2. Práticas de Trabalho

 Antes do início da realização de qualquer trabalho em altura deverá ser feita previamente, rigorosa inspeção e avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura envolvendo a equipe do SOST, o técnico de segurança da empresa contratada ou encarregado (caso a atividade seja realizada por terceiros) e o membro do Setor de Infraestrutura Física responsável pela atividade (obra ou reforma).

 O local deverá ser sinalizado através de placas indicativas e isolado para prevenir acidentes com transeuntes ou pessoas que estejam trabalhando embaixo.

 É obrigatório o uso do cinto de segurança tipo paraquedista, para trabalhos em altura superior a 02 (dois) metros com dispositivo para conexão em sistema de ancoragem, de modo que o trabalhador permaneça conectado ao sistema de ancoragem durante todo o período de exposição ao risco de queda.

 O talabarte e o dispositivo trava-quedas devem estar fixados acima do nível da cintura do trabalhador, ajustados de modo a restringir a altura de queda e assegurar que, em caso de ocorrência, minimize as chances de o trabalhador colidir com estrutura inferior.

 O transporte de materiais para cima ou para baixo deverá ser feito preferencialmente com a utilização de cordas em cestos especiais ou de forma mais adequada.

 Os materiais e ferramentas, não podem ser deixados desordenadamente nos locais de trabalho sobre andaimes, plataformas ou qualquer estrutura elevada, para evitar acidentes com pessoas que estejam trabalhando ou transitando sob as mesmas.

 As ferramentas não podem ser transportadas em bolsos; utilizar sacolas especiais ou cintos apropriados.

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6.2.1. Telhado

 Comunicar ao responsável do setor sobre a realização do serviço;

 Isolar e sinalizar a área localizada abaixo do local de trabalho, sempre quando necessário;

 Não pisar diretamente sobre as telhas, mas sim sempre nas tábuas que devem ser dispostas como passarelas;

 Não deixar sobras de materiais sobre o telhado após a execução do serviço;

 Em dias de chuva ou de muito vento, ou enquanto as telhas estiverem úmidas, não executar serviços sobre o telhado, mesmo com o uso de passarela de madeira;

 O cinto de segurança tipo paraquedista com dois talabartes deverá ser utilizado, providenciando-se previamente os meios necessários à sua fixação de forma a possibilitar a locomoção do usuário sobre o telhado (cabo-guia).

6.2.2. Andaimes

 Somente empresas regularmente inscritas no CREA, com profissional legalmente habilitado pertencente ao seu quadro de empregados ou societário, podem fabricar andaimes completos ou quaisquer componentes estruturais.

 Devem ser gravados nos painéis, tubos, pisos e contraventamentos dos andaimes, de forma aparente e indelével, a identificação do fabricante, referência do tipo, lote e ano de fabricação. Sendo vedada a utilização de andaimes sem as gravações previstas neste item.

 Os andaimes devem ser dimensionados e montados de modo a suportarem, com segurança, as cargas de trabalho (pessoas e materiais), a que estarão sujeitos;

 É proibido retirar qualquer dispositivo de segurança dos andaimes ou anular sua ação;

 É proibida, sobre o piso de trabalho de andaimes, a utilização de escadas e outros meios para se atingir lugares mais altos;

 Os empregados não poderão estar sobre os andaimes quando os mesmos estiverem sendo movimentados;

 Os montantes devem ser apoiados sobre calços ou sapatas, capazes de resistir aos esforços e as cargas;

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 A cada dois lances de cavalete, colocar travas de reforço no andaime;

 Os andaimes devem ser fixados a estruturas rígidas durante sua utilização;

 Os andaimes devem dispor de sistema guarda-corpo e rodapé, inclusive nas cabeceiras, em todo o perímetro, com exceção do lado da face de trabalho.

 Não será permitido trabalhar sobre corrimões, parapeitos ou reforço de andaimes;

 As pranchas de madeira deverão ser de boa qualidade, seca, sem apresentar nós e rachaduras que comprometam a sua resistência, sendo proibido o uso de pintura que encubra imperfeições;

 As pranchas devem ser dotadas de travas nas extremidades, para evitar seu deslocamento lateral e serem isentas de trincas, emendas ou nós;

 Antes de ser instalado qualquer sistema para içamento de materiais, deve ser escolhido o ponto de aplicação adequado de modo a não comprometer a estabilidade e segurança do andaime;

 As superfícies de trabalho dos andaimes devem possuir travamento que não permita seu deslocamento ou desencaixe.

 O acesso aos andaimes deve ser feito de maneira segura.

 Usar o cinto de segurança com dois talabartes, mesmo com as proteções laterais instaladas;

 O piso de trabalho dos andaimes deve ter forração completa, ser antiderrapante, nivelado e fixado ou travado de modo seguro e resistente.

 É proibido o trabalho em andaimes na periferia da edificação sem que haja proteção tecnicamente adequada, fixada a estrutura da mesma.

 Os andaimes cujos pisos de trabalho estejam situados a mais de um metro de altura devem possuir escadas ou rampas.

 O andaime deve ser fixado à estrutura da construção, edificação ou instalação, por meio de amarração e estroncamento, de modo a resistir aos esforços a que estará sujeito.

 Os montantes do andaime fachadeiro devem ter seus encaixes travados com parafusos, contrapinos, braçadeiras ou similar.

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6.2.3. Escadas

 As escadas devem ser inspecionadas sempre antes de serem usadas;

 Nunca devem ser de madeira pintada, para não encobrir as imperfeições como trincas, fissuras;

 As escadas não devem apresentar farpas ou saliências;

 Todas as escadas portáteis devem ter sapata antiderrapante;

 Para subir uma escada deve haver uma pessoa segurando a base desta até que o usuário amarre o terceiro degrau (a contar de cima para baixo) em um suporte fixo e prenda seu cinto de segurança;

 Somente uma pessoa de cada vez deve utilizar a escada para subir ou descer;

 É obrigatório o uso de cinto de segurança com dois talabartes, preso a estrutura mais próxima, em altura superior a 2 metros do chão. É proibido prender na própria escada, exceto quando a mesma for fixa e/ou amarrada a estrutura fixa;

 Sempre se deve subir e descer uma escada de frente para ela e com as mãos livres de objetos, materiais, equipamentos, etc.;

7. ORIENTAÇÕES FINAIS

 Analisar atentamente o local de trabalho, antes de iniciar o serviço;

 Nunca andar diretamente sobre materiais frágeis (telhas, ripas, etc.) andar somente pelas passarelas montadas;

 Fica proibido trabalhar com chuva/garoa ou ventos fortes;

 Trabalhos em telhados sempre acompanhado, no mínimo duas pessoas;

 Usar sempre o cinto de segurança com dois talabartes ancorados em local adequado e fixo;

 É proibido arremessar qualquer tipo de material para baixo (solo).

8. REFERÊNCIAS

 NR 18 – Obras de Construção, Demolição e Reparos.

 NR 35 – Segurança e Saúde no Trabalho em Altura.

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9. ANEXOS

9.1 Anexo 1 – Análise de Risco – Trabalho em Altura

9.2 Anexo 2 – Permissão de trabalho – Trabalho em Altura

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9.1 ANÁLISE DE RISCO – TRABALHO EM ALTURA

ANÁLISE DE RISCO – TRABALHO EM ALTURA

Solicitante: Setor: Data/Hora: ___/____/_____ ___:___ Nº:

Local de execução dos serviços e seu entorno:

Serviço a executar:

Classificação das Fontes Potencias de Riscos

1 Isolamento/Sinalização de área 2 Controle de riscos de incêndio/explosão 3 Controle de Fontes de Energia 4 Ferramentas Manuais, Elétricas e Pneumáticas

5 Produtos Químicos diversos 6 Carga Suspensa

7 Trabalho com escadas 8 Andaimes

Riscos

1 Iluminação deficiente 2 Contado com produto químico 3 Exposição a poeiras

4 Incêndio 5 Levantamento e/ou transporte com peso 6 Explosão

7 Demolição 8 Movimentação de máquinas 9 Piso escorregadio

10 Queda de escada 11 Quedas materiais, ferramentas, equipamento 12 Trabalho a quente

13 Queda de andaime 14 Contato com ferramentas 15 Projeção de partículas

16 Radiação não ionizante 17 Equipamentos e peças com cantos vivos 18 Choque elétrico 19 Exposição a fumos metálicos 20 Outros:

Equipamentos de Proteção Individual Necessários

1 Óculos de Segurança 2 Capacete para trabalho em altura com jugular 3 Trava quedas 4 Luvas de segurança 5 Respirador contra poeiras, fumos e névoas 6 Protetor auditivo 7 Calçado de segurança 8 Cinto paraquedista com talabarte duplo 9 Máscara soldador

10 Protetor facial 11 Mangote/Avental/ Perneira 12 Outros:

Procedimentos Gerais

S N NA S N NA

A área está devidamente isolada e sinalizada?

Todos colaboradores/prestador de serviço estão com treinamentos e aptidões atualizados?

Condições meteorológicas adequadas?

Os colaboradores possuem porta ferramentas ou bolsa própria para transporte das mesmas?

EPI/EPC em condições ideais? Os pontos de ancoragem estão distantes de redes de energia elétrica?

Há medidas para evitar queda de

ferramentas e materiais? Os locais de trabalho possuem pontos de ancoragem?

Área de trabalho desobstruída e organizada?

Piso nivelado, não escorregadio e que suporte o peso para o trabalho?

Situações de Emergência (qual procedimento será adotado):

Demais Procedimentos:

Elaboração/Supervisão

Supervisor ___________________________________

Nome Legível

__________________________________

Assinatura

Forma de supervisão:

Participantes da Elaboração:

Nome Legível Assinatura

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9.2 PERMISSÃO DE TRABALHO – TRABALHO EM ALTURA

PERMISSÃO DE TRABALHO – TRABALHO EM ALTURA Executante:

Data: ___/____/_____ Início: ___:___ hs Fim: ___:___ hs Nº:

Local de execução dos serviços e seu entorno:

Serviço a executar:

Tipo de Trabalho

Andaime Escada Telhado Transporte vertical de materiais e pessoa Outros:

Análise de Riscos

Sim Não Foi elaborada a AR - Análise de Risco, para a realização desta atividade?

Sim Não Foram atendidos os pré-requisitos estabelecidos pela Análise de Risco?

Equipe de Trabalho Sim Não Estão aptos para a realização da atividade?

Equipamentos de Proteção Individual Necessários

1 Óculos de Segurança 2 Capacete para trabalho em altura com jugular 3 Trava quedas

4 Luvas de segurança 5 Respirador contra poeiras, fumos e névoas 6 Mangote/Avental/ Perneira 7 Calçado de segurança 8 Cinto paraquedista com talabarte duplo 9 Protetor auditivo

10 Protetor facial 11 Máscara soldador 12 Outros:

Sim Não Todos os EPI foram inspecionados antes de iniciar os trabalhos e estão em condições adequadas?

Medidas Preventivas

S N NA Uso de andaimes S N NA Uso de escadas

O andaime está conforme a NR-18 e possuem ART – Anotação de Responsabilidade Técnica?

Está em boas condições de uso, não possui degraus quebrados e está isenta de óleo, graxa e outros riscos de escorregões?

Todos colaboradores/prestador de serviço estão

com treinamentos e aptidões atualizados? Possui sapatas de borracha no pé da escada?

Está assentado sobre piso regular e possui sapatas?

Ser de material não condutor quando usada próxima de linhas elétricas energizadas?

As pranchas estão em boas condições de uso, completam a plataforma de trabalho e estão bem travadas?

Ser amarrada em local seguro. Quando não possível o acompanhante deve segurá-la para evitar deslocamento acidental?

Está devidamente travado com barras nas diagonais e transversal, a cada dois lances?

Escadas de montante duplo de (abrir) possuem comprimento máximo de 6 metros?

Tem escada de acesso? Não permitir o uso do último degrau em escadas de abrir?

Tem guarda-corpo e rodapé instalado? Ter capacidade para suportar pelo menos 4 vezes o peso máximo pretendido?

Piso nivelado, não escorregadio e que suporte o peso para o trabalho?

Ser mantida a distância de ¼ do seu comprimento total entre sua base e parte superior?

O andaime está amarrado a cada 3 metros? Ser mantida na sua cor natural, não devendo ser pintadas, para que não esconda rachaduras ou outras fissuras?

O içamento de materiais é feito através de dispositivo próprio e sem risco de quedas?

Escada extensível tem dispositivo limitador de curso e sobreposição de 1 metro no mínimo?

Antes de ser instalado qualquer sistema para içamento de materiais, foi escolhido o ponto de aplicação adequado de modo a não comprometer a estabilidade e segurança do andaime?

As escadas extensível ultrapassam 1 metro o piso de apoio superior?

Os colaboradores possuem porta ferramentas ou bolsa própria para transporte das mesmas?

As escadas não se encontram em áreas de aberturas de portas?

A altura máxima do andaime com rodas é 4

vezes a sua base? As escadas possui corda para amarração da mesma?

Foi instalado trava-quedas para uso do cinto de segurança paraquedista para subir e descer do andaime em linha independente?

O empregado está usando cinto de segurança paraquedista e foi instalado ponto de ancoragem para posicionamento do trava quedas?

As linhas elétricas próximas aos andaimes

encontram-se desenergizadas? Trabalho em telhados

Os locais de trabalho possuem pontos de Possuem linhas de vida e pontos de ancoragem?

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ancoragem?

Os pontos de ancoragem estão distantes de redes de energia elétrica?

Permitem acesso em todos os pontos de trabalho?

Telhas possuem capacidade para aguentar a movimentação de pessoas?

Transporte vertical de materiais e pessoa No risco de queda, o empregado pode sofrer movimento pendulo, chocando-se contra estruturas /pisos?

Operador do equipamento de guindar está autorizado e habilitado?

Pranchas no telhado estão apoiadas em estruturas seguras e bem fixadas?

Há medidas de controle para evitar que pessoas

entrem embaixo da cargas suspensas? As linhas elétricas próximas encontram-se desenergizadas?

Superfície estável? As telhas plásticas ou de vidro estão sinalizadas e isoladas?

As cadeirinhas em bom estado de conservação? As vias de acesso ao telhado estão seguras e sinalizadas?

Constituído por cabo de aço, roldana e gancho de içamento com trava de segurança em boas condições?

As distâncias de quedas livre garantem a segurança do empregado?

O equipamento suporta o peso a ser içado? As fitas de içamento de carga estão em boas condições de uso?

As pranchas para circulação no telhado estão apoiadas em estrutura seguras e compatível com a carga?

Elaboração/Supervisão

Supervisor _______________________________

Nome Legível

_______________________________

Assinatura

Forma de supervisão:

Trabalhadores Autorizados:

Nome Legível Assinatura

Responsável pela aprovação:

Visto – SOST:

Observações:

Referências

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