Ensino e Aprendizagem
CONCEITO NUCLEADOR 1
Mapeamento de percepções e impressões da turma sobre
ensino e aprendizagem [Sli.do]
DINÂMICA DE APRENDIZAGEM
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DINÂMICA DE APRENDIZAGEM
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Tipos, formatos e
modalidades de ensino
PRIMEIRO EIXO EXPOSITIVO
PARTE EXPOSITIVA
ASPECTOS CONCEITUAIS
PARTE EXPOSITIVA
NÃO SÃO SINÔNIMOS!
Educação a Distância e
Ensino Remoto
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
”[...] aprendizado planejado que normalmente ocorre em lugar diverso do professor e, como consequência, requer técnicas especiais de planejamento de curso, técnicas instrucionais especiais, métodos especiais de comunicação, eletrônicos ou outros, bem como estrutura organizacional e administrativa específica”.
(Moore; Kearsley, 1996)
”Considera-se Educação a Distância a modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorra com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com pessoal qualificado, com políticas de acesso, com acompanhamento e avaliação compatíveis, entre outros, e desenvolva atividades educativas por estudantes e profissionais da educação que estejam em lugares e tempos diversos”.
(Brasil, 2017)
PARTE EXPOSITIVA
”
”
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
‣
Modalidade de ensino consolidada e de qualidade.‣
Demanda um modelo pedagógico específico que implica planejamento prévio de todo ocurso (design instrucional), material didático próprio e pessoal preparado.
‣
Estudante automotivado e autodisciplinado:desenvolvimento da autonomia.
‣
Hoje tem por base as TDICs, mas nem sempre foi assim (ensino porcorrespondência, telecurso, projetos de rádio-escola, TV Escola do MEC).
PARTE EXPOSITIVA
VEJA UMA LINHA DO TEMPO DAS INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NA
EDUCAÇÃO!
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
PARTE EXPOSITIVA
Característica Descrição
Flexibilidade O aluno pode estudar em qualquer lugar, hora e ritmo, de acordo com a sua disponibilidade.
Autonomia O aluno “saber dar conta sozinho de situações complexas, mas também colaborar, orientar-se nos deveres necessidades múltiplas [...], gerir corretamente seu tempo e sua agenda
[...]” (LINARD, 2000, p.3).
Atendimento ao ritmo
do aluno Há um respeito às diferenças e necessidades individuais de aprendizagem dos alunos.
Comunicação
multidirecional Há uma relação dialógica e interativa de comunicação entre os participantes. Comunicação entre todos os participantes.
Uso de multimeios São recursos tecnológicos disponíveis para mediar a interação, cujo objetivo é superar os obstáculos espaço-temporais.
Permanência do aluno
em seu próprio meio Possibilita a permanência do aluno no seu meio natural e cultural.
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
‣
Área com vasta produção científica fruto de pesquisas básicas e aplicadas.‣
Controvérsia do termo ”distância” e visão crítica da modalidade.‣
Da desconfiança e dos preconceitos à inovação em metodologias de ensino- aprendizagem.‣
Base para políticas públicas de democratização do Ensino Superior: UAB (Universidade Aberta do Brasil).PARTE EXPOSITIVA
ENSINO REMOTO (EMERGENCIAL)
Mudança temporária da entrega das instruções para um modo de entrega alternativo em função da circunstância de crise.
O objetivo não é recriar um ecossistema educacional robusto, mas fornecer acesso temporário a instruções e apoios instrucionais de uma maneira que seja rápida de configurar e esteja disponível de maneira confiável durante uma emergência ou crise.
(Hodges et al., 2020)
PARTE EXPOSITIVA
” ”
ENSINO REMOTO (EMERGENCIAL)
‣
É remoto porque professores e alunos não podem se encontrar presencialmente em sala de aula e é emergencial por que não foi previsto/planejado.
‣
Cumpre papel importante para a redução dos efeitos negativos do isolamento social temporário.‣
Apesar das dificuldades, alguns de nós acumulamos, nos últimos meses, informações e novos aprendizados a partir do ERE na UFPA.PARTE EXPOSITIVA
ENSINO REMOTO (EMERGENCIAL)
O problema não está em aprendermos ou não em plataformas online. O que está revelando este período é que a maior parte das escolas vem ensinando de uma forma inadequada, muito conteudista, dependente do professor, com pouco envolvimento, participação e criatividade dos estudantes.
O problema não está no online; está na falta de autonomia na formação de cada estudante, na deficiência de domínio das competências básicas (saber pesquisar, analisar, avaliar...) e também na gestão paternalística das aulas, da forma de ensinar:
Tudo é dado pronto, como receita fechada, prato feito, com pouca autonomia, participação e envolvimento dos aprendizes.
(Moran, 2020)
PARTE EXPOSITIVA
”
”
PARTE EXPOSITIVA
PRÁTICAS REMOTAS DE ENSINO
não são algo novo ou que surgiram com a pandemia, mas, sim, uma
demanda própria de um cenário
de transformações tecnológicas e culturais que vivenciamos há
décadas.
EDUCAÇÃO HÍBRIDA
‣
Blended learning.‣
Associação harmônica e estratégica de atividades presenciais e virtuais (Tori, 2017).‣
Noção de híbrido ativo (Moran, 2020): não é a tecnologia pela tecnologia, nem o lúdico pelo lúdico.‣
É preciso levar para os estudantes diversas oportunidades de aprendizados, para que se alcance a equidade dentro do processo de ensino (SAS, 2021).PARTE EXPOSITIVA
EDUCAÇÃO HÍBRIDA
PARTE EXPOSITIVA
Evolução dos sistemas de
Aprendizagem Virtual (AV) e convergência com a
Aprendizagem Presencial (AP), gerando a Educação Híbrida (EH) (Adaptado de
Graham, 2005, e Tori, 2009).
EDUCAÇÃO HÍBRIDA
Híbrido significa misturado, mesclado, blended.
A educação sempre foi misturada, híbrida, sempre combinou vários espaços, tempos, atividades, metodologias, públicos.
Esse processo agora, com a mobilidade e conectividade, é muito mais perceptível, amplo e profundo: é um ecossistema mais aberto e criativo.
Podemos ensinar e aprender de inúmeras formas, em todos os momentos, em múltiplos espaços.
Híbrido é um conceito rico, apropriado e complicado. Tudo pode ser misturado, combinado e podemos, com os mesmos ingredientes, preparar diversos “pratos”
com sabores muito diferentes.
(Moran, 2015)
PARTE EXPOSITIVA
”
PRESSUPOSTOS PARA QUALQUER MODALIDADE OU FORMATO DE ENSINO
‣
Convergência do presencial e do virtual: é possível estabelecer limites claros?‣
Noções de aproveitamento <> engajamento.‣
Noções de presença (frequência) <> presença (percepção subjetiva e experiencial) (ISPR, 2000).‣
Distanciamento físico-geográfico X Distanciamento relacional/comunicacional.‣
Já estamos experienciando novas formas de estar juntos, com o uso das tecnologias.‣
Democratização do acesso às TDICs ainda é um desafio.‣
Seja qual for a modalidade, o que devemos buscar é uma ”educação SEM distância” (Tori, 2017).PARTE EXPOSITIVA
TIPOS DE ATIVIDADES
Síncronas
‣
Possibilitam a interaçãosimultânea entre participantes, que se encontram em espaços físicos diferentes, mas
conectados, via internet, a um
mesmo ambiente virtual, para o estudo de conteúdos diversos e demais atividades de ensino-
aprendizagem.
PARTE EXPOSITIVA
Assíncronas
‣
Podem ser realizadas por meio de ferramentas digitais e outrasestratégias de interação não digital, que possibilitem a comunicação
não simultânea, entre participantes que se encontram em espaços
físicos diferentes, dentro de um prazo pré-estabelecido.
EXEMPLOS DE ATIVIDADES
Síncronas
‣
Aula expositiva por webconferêcia.‣
Interação via chat ou app de mensagens instantâneas.‣
Produção colaborativa de documentos/materiais em ambiente Wiki.‣
Debates, discussões, seminários.PARTE EXPOSITIVA
Assíncronas
‣
Leituras.‣
Resolução/prática de exercícios‣
Roteiros de estudos dirigidos para estudo sozinho.‣
Produção colaborativa dedocumentos/materiais em ambiente Wiki.
‣
Debates/discussões em fóruns.PARTE EXPOSITIVA
As atividades síncronas têm que ser MAIS UMA das
estratégias de ensino, e
não a ÚNICA .
QUANDO O MOMENTO SÍNCRONO É FUNDAMENTAL?
‣ Quando a interação em tempo real entre docente e estudantes é essencial e estratégica.
‣ Quando é necessário aprofundar conteúdos.
‣ Quando houver necessidade de apresentar novas propostas.
‣ Nos momentos definidos para esclarecer dúvidas.
‣ Nos momentos de orientar e reorientar rotas de uma atividade ou da própria disciplina.
‣ Quando é necessário promover a motivação da turma e ”sentir” como eles estão.
‣ Quando é necessário estabelecer integração com e entre a turma.
‣ No momento do desenvolvimento de algumas estratégias (Ex.: Seminários entre grupos de alunos).
PARTE EXPOSITIVA
OS MOMENTOS SÍNCRONOS
‣ São diversos e suas configurações dependerão de seus objetivos, assim é possível reunir:
o Todos os estudantes (turma completa) e o(s) docente(s).
o Subgrupos (número limitado) de estudantes, reunidos orientadamente, com ou sem a participação do(s) docente(s).
o Um estudante em sessão personalizada com o(s) docente(s).
o Tutores/monitores e estudantes em sessões de estudo dirigido, sessões de dúvidas, entre outras atividades.
PARTE EXPOSITIVA
EXEMPLOS DE TDICS
PARTE EXPOSITIVA
Webconferência
Plataformas para interação direta e simultânea (Ex.
Google Meet, Microsoft Teams, Conferência Web RNP, Zoom.us, Skype…)
Lives
Transmissões ao vivo via sites de redes sociais (Ex.
YouTube, Instagram, Facebook…)
AVAs
Ambientes para gerenciar materiais, tarefas e
recursos de interação assíncronas ou não (Ex.
Moodle e Google Classroom)
Porta-arquivos
Ambientes para
compartilhamento de arquivos diversos (Ex.
Google Drive, DropBox…)
Mensageiros
Chats ou aplicativos de mensagens instantâneas (Ex. WhatsApp, Telegram, Messenger…)
Vídeo/áudios
Atividades explicativas,
previamente, gravadas ou selecionadas e enviadas ao
aluno (Ex. Videoaula, podcast, material selecionado por
curadoria…)
Quizzes
Ferramentas online para realização de testes/jogos online e interativos (Ex.
Kahoot …)
Mural/Mapas
Ferramentas online para montagem compartilhada de Murais/Mapas mentais, entre outras atividades de
socialização de informações (Ex. Padlet, Coggle…)
PARTE EXPOSITIVA
CAMINHO POSSÍVEL
Propor uma trilha de aprendizagem, na qual se otimize o tempo e o
conteúdo dos encontros síncronos &
se valorize os momentos assíncronos, estimulando a autonomia e o
aprender a aprender.
TRILHAS DE APRENDIZAGEM PERCORRIDAS
PARTE EXPOSITIVA
Livro de Referência
Monitoria
AVA
• Atividades assíncronas
• Material apoio
Lives no YouTube
‣ Disciplina “Amazônias em tempos
contemporâneos: entre diversidades e
adversidades”, ofertada no ERE, flexibilizada.
‣ Turma com mais 300 participantes, de
diferentes áreas e modalidades de ensino (presencial e EaD).
‣ Síncrono voltado para exposição de
conteúdo explorado inicialmente a partir de leitura da obra de referência.
‣ Assíncrono voltado para atividades individuais de cunho reflexivo sobre conceitos chave e experiências
(autoconhecimento).
TRILHAS DE APRENDIZAGEM PERCORRIDAS
PARTE EXPOSITIVA
AVA > central de atividades
ASSSÍNCRON SÍNCRONO O
TRILHAS DE APRENDIZAGEM PERCORRIDAS
PARTE EXPOSITIVA
AVA
Plantão de Dúvidas
Listas de Exercícios
Estudo dirigido individual
Aulas expositivas transmitidas
ao vivo Planner de
Atividades Acervo do
Projeto
Livro Texto
‣ Disciplina de Cálculo 1, ofertada no ERE, no âmbito do Projeto Newton.
‣ Turma com mais 1000 participantes, todos das Exatas e Engenharias, de diferentes campi da UFPA.
‣ Síncrono voltado para exposição de conteúdo explorado inicialmente a
partir de leitura da obra de referência + Resolução de dúvidas via lives e
plantões com professores e monitores.
‣ Assíncrono voltado para estudo e resolução de exercícios
individualmente + Rotina de estudos.
TRILHAS DE APRENDIZAGEM PERCORRIDAS
PARTE EXPOSITIVA
AVA > central de atividades
ASSSÍNCRON SÍNCRONO O
ACESSE O
PLANNER
COMPLETO!
Conceitos de ensino,
aprendizagem e ensino- aprendizagem
SEGUNDO EIXO EXPOSITIVO
ENSINO ENSINAR ENSINANTE
Processos
PARTE EXPOSITIVA
Sujeitos(as) Ações
APRENDIZAGEM APRENDER
APRENDENTE
APRENDIZ
POSSIBILIDADES DE CONCEBER O ENSINO-APRENDIZAGEM
PARTE EXPOSITIVA
Professor(a)
aquele(a) que ensina
Aluno(a)
aquele(a) que aprende
Transfere conteúdo
‣ Modelo transmissivo
‣ Protagonismo no professor
‣ Ambiente de aprendizagem = sala de aula
‣ Foco = conteúdo
‣ Evidente hierarquia entre os(as) sujeitos(as)
POSSIBILIDADES DE CONCEBER O ENSINO-APRENDIZAGEM
PARTE EXPOSITIVA
Professor(a)
aquele(a) que ensina
Aluno(a)
aquele(a) que aprende
Transfere conteúdo
‣ Modelo transmissivo
‣ Protagonismo no(a) professor(a)
‣ Ambiente de aprendizagem = sala de aula
‣ Foco = conteúdo
‣ Horizontalidade entre os(as) sujeitos(as)
POSSIBILIDADES DE CONCEBER O ENSINO-APRENDIZAGEM
PARTE EXPOSITIVA
Professor(a)
aquele(a) que
ensina e aprende
Aluno(a)
aquele(a) que
aprende e ensina
Troca de saberes
‣ Modelo dialógico
‣ Agência de professores(as) e alunos(as)
‣ Ambiente de aprendizagem = sala de aula
‣ Foco = relação / experiência
‣ Horizontalidade entre os(as) sujeitos(as)
POSSIBILIDADES DE CONCEBER O ENSINO-APRENDIZAGEM
PARTE EXPOSITIVA
Professor(a)
mediador(a)
Aluno(a)
sujeito autônomo
‣ Modelo ativo
‣ Protagonismo do(a) aluno(a)
‣ Ambientes de aprendizagem múltiplos
‣ Foco = desenvolvimento de competências e autonomia
‣ Professor(a)-mediador(a)
Textos
Contextos Tecnologias
Experiências Projeto
de vida
Sociedade Comunidade
HÁ MAIS ENTRE O CÉU E A TERRA...
PARTE EXPOSITIVA
Aprender a ensinar Aprender a aprender
Ensinar a aprender Ensinar a ensinar
Aprender Ensinar
‣ Quem são os(as) sujeitos(as) ensinantes e aprendentes?‣ Onde se aprende?
‣ O que é preciso para ensinar? E para aprender?
‣ Para que ensinar? Para que aprender?
‣ Quando aprender? Quando ensinar?
ENSINO | ENSINAR
‣
Demanda conhecimento técnico, mas também competências relacionais e comunicacionais.‣
Capacidade de encantar e encantar-se; engajar e engajar-se; seduzir e saborear (ética e estética do ensino).‣
Não prescinde da aprendizagem: ensinante é sempre aprendente.‣
Demanda preparação e estudo.‣
Ensino é um ato político: posição de permanente crítica e interpretação de textos e contextos.‣
Ensinar é criar as condições para a construção de conhecimentos.PARTE EXPOSITIVA
ENSINO | ENSINAR
O ensinante aprende primeiro a ensinar, mas aprende a ensinar ao ensinar algo que é reaprendido por estar sendo ensinado.
[Estudar] Implica que o estudioso, sujeito do estudo, se arrisque, se aventure, sem o que não cria nem recria.
(Freire, 2019)
PARTE EXPOSITIVA
” ”
APRENDIZAGEM | APRENDER
‣
Aprender a aprender > reaprendizagem permanente > Aprender a pensar.‣
Ler a palavra o mundoa leitura anterior do mundo
▸
Interpretação / Compreensão x Memorização.▸
Aprender mais ”com” do que ”o que”: relação com o(a) outro(a) (sujeito/a, texto, contexto, comunidade).▸
Aprendente: ser experiente e, ao mesmo tempo, inacabado.PARTE EXPOSITIVA
APRENDIZAGEM | APRENDER
Ele [o aluno] só aprende quando quer aprender e só quer aprender quando vê na aprendizagem algum sentido.
Nós, seres humanos, não só somos seres inacabados e incompletos como temos consciência disso. Por isso precisamos aprender ’com’. Aprendemos
’com’ porque precisamos do outro, fazemo-nos na relação com o outro, mediados pelo mundo, pela realidade em que vivemos.
(Gadotti, 2011)
PARTE EXPOSITIVA
” ”
ENSINO-APRENDIZAGEM
‣
Processo espontâneo ou intencional.‣
Quando intencional (ensino formal), a finalidade pode ser projetada/desejada, mas não é controlável.‣
O processo de ensino-aprendizagem não é exclusividade da escola/universidade/sala de aula.
‣
Exige dedicação, tempo, análise, maturação.‣
Demanda significação crítica: por que e para que ensino e aprendo?‣
Mobiliza uma diversidade de interagentes.PARTE EXPOSITIVA
CENAS EDUCACIONAIS
PARTE EXPOSITIVA
Ensinantes
Aprendentes
Saberes
Textos
Contextos Tecnologias
Estruturas
físicas e sociais Vivências
Experiências
Projetos de vida
Sociedade
Comunidade Ambiências
Métodos e técnicas
Mapeamento de percepções e impressões da turma sobre
ensino e aprendizagem [Cenas educacionais]
DINÂMICA DE APRENDIZAGEM
PARTE EXPOSITIVA
COMPONDO CENAS EDUCACIONAIS
Propor formas de conexão de
diversos elementos interagentes em
cenas educacionais.
REFERÊNCIAS
BEHAR, P. A. O Ensino Remoto Emergencial e a Educação a Distância. Jornal da Universidade, UFRGS, 2020.
BEHAR, P. A. (org.). Recomendação Pedagógica a Distância. Porto Alegre: Penso, 2019.
BRASIL. Decreto nº 9.057, de 25 de maio de 2017. Regulamenta o Art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Presidência da República. Casa Civil, 2017.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Decreto/D9057.htm. Acesso em: 10 dez. 2019.
FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 71 ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 2019.
FREIRE_Paulo. Carta de Paulo Freire aos professores. Estudos Avançados, 2001, 15(42), p. 259-268.
GADOTTI, Moacir. Aprender com emoção, ensinar com alegria. In: GADOTTI, Moacir. Boniteza de um sonho:
ensinar-e-aprender com sentido. – 2. ed. – São Paulo: Editora e Livraria Instituto Paulo Freite, 2011, p.59-72.
HASEBRINK, U.; HÖLIG, S. Conceptualizing Audiences in Convergent Media Environments. In: DIEHL, S.;
KARMASIN, M. (ed.). Media and Convergence Management. Springer-Verlag Berlin Heidelberg, 2013, p. 189-201
REFERÊNCIAS
HODGES et al. The Difference Between Emergency Remote Teaching and Online Learning. Educase Review, 2020.
JENKINS, H. Digital renaissance. Convergence? I diverge. Technology Review, June, 2001.
JENKINS, H. Cultura da Convergência. São Paulo: Editora Aleph, 2009.
KAZAKOVA; S.; CAUBERGHE, V. Media Convergence and Media Multitasking. In: DIEHL, S.; KARMASIN, M. (eds.).
Media and Convergence Management. Springer-Verlag Berlin Heidelberg, 2013, p.177-188.
LINARD, M. A autonomia do aprendente e as TIC. 2000. Disponível em:
http://www.comunic.ufsc.br/artigos/art_autonomia.pdf. Acesso em: 10 jan. 2006.
MARIN, Alda Junqueira. Didática e docência: ensinar, aprender e ensinar a ensinar. In: CRUZ, Giseli Barreto da. [et.
al.] (orgs.). Ensino de didática: Entre recorrentes e urgentes questões. Rio de Janeiro: FAPERJ, 2014, p. 147-160.
MOORE, M. G.; KEARSLEY, G. Distance education: a systems Wiew. Belmont, USA: Wadstown Publish Company, 1996.
MORAN, J. In: Formação online: Metodologias Ativas no Ensino Híbrido. Instituto GRPCOM. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=eIq1C7TR8VI. Acesso em: 9 ago. 2020.
REFERÊNCIAS
MORAN, J. Metodologias ativas para uma aprendizagem mais profunda. In: BACICH, L.; MORAN, J. Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018.
NEVES, C. M. de C. Educar com TICs: o caminho entre a excepcionalidade e a invisibilidade. Boletim Técnico do Senac, Rio de Janeiro, v. 35, n.3, set./dez. 2009.
SCOLARI, C. A. Literacia transmedia na nova ecologia mediática, jan. 2018.
TERLUTTER, R.; MOICK; M. Convergence and Consumer Behavior. In: DIEHL, S.; KARMASIN, M. (eds.). Media and Convergence Management. Springer-Verlag Berlin Heidelberg, 2013, p.163-176
TORI, R. Educação sem distância: as tecnologias interativas na redução de distâncias em ensino e aprendizagem. 2 ed. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.
WOLTON, D. É preciso salvar a comunicação. (Coleção Comunicação), São Paulo: Paulus, 2006.