• Nenhum resultado encontrado

CONCEITO NUCLEADOR 1 Ensino e Aprendizagem

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2022

Share "CONCEITO NUCLEADOR 1 Ensino e Aprendizagem"

Copied!
48
0
0

Texto

(1)

Ensino e Aprendizagem

CONCEITO NUCLEADOR 1

(2)

Mapeamento de percepções e impressões da turma sobre

ensino e aprendizagem [Sli.do]

DINÂMICA DE APRENDIZAGEM

(3)

PARTICIPE!

DINÂMICA DE APRENDIZAGEM

‣  

Se conecte no Sli.do lendo o QR-code ao lado ou digitando o link:

https://app.sli.do/event/

nPcXC7fSDHpKc5JSxqkKhB/embed/polls/

31556555-9ad7-4c1c-8b4d-4ab1a2c3ca36

‣  

Use o código

#aprende22

(4)

Tipos, formatos e

modalidades de ensino

PRIMEIRO EIXO EXPOSITIVO

(5)

PARTE EXPOSITIVA

ASPECTOS CONCEITUAIS

(6)

PARTE EXPOSITIVA

NÃO SÃO SINÔNIMOS!

Educação a Distância e

Ensino Remoto

(7)

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

”[...] aprendizado planejado que normalmente ocorre em lugar diverso do professor e, como consequência, requer técnicas especiais de planejamento de curso, técnicas instrucionais especiais, métodos especiais de comunicação, eletrônicos ou outros, bem como estrutura organizacional e administrativa específica”.

(Moore; Kearsley, 1996)

”Considera-se Educação a Distância a modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorra com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com pessoal qualificado, com políticas de acesso, com acompanhamento e avaliação compatíveis, entre outros, e desenvolva atividades educativas por estudantes e profissionais da educação que estejam em lugares e tempos diversos”.

(Brasil, 2017)

PARTE EXPOSITIVA

(8)

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

‣  

Modalidade de ensino consolidada e de qualidade.

‣  

Demanda um modelo pedagógico específico que implica planejamento prévio de todo o

curso (design instrucional), material didático próprio e pessoal preparado.

‣  

Estudante automotivado e autodisciplinado:

desenvolvimento da autonomia.

‣  

Hoje tem por base as TDICs, mas nem sempre foi assim (ensino por

correspondência, telecurso, projetos de rádio-escola, TV Escola do MEC).

PARTE EXPOSITIVA

VEJA UMA LINHA DO TEMPO DAS INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NA

EDUCAÇÃO!

(9)

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

PARTE EXPOSITIVA

Característica Descrição

Flexibilidade O aluno pode estudar em qualquer lugar, hora e ritmo, de acordo com a sua disponibilidade.

Autonomia O aluno “saber dar conta sozinho de situações complexas, mas também colaborar, orientar-se nos deveres necessidades múltiplas [...], gerir corretamente seu tempo e sua agenda

[...]” (LINARD, 2000, p.3).

Atendimento ao ritmo

do aluno Há um respeito às diferenças e necessidades individuais de aprendizagem dos alunos.

Comunicação

multidirecional Há uma relação dialógica e interativa de comunicação entre os participantes. Comunicação entre todos os participantes.

Uso de multimeios São recursos tecnológicos disponíveis para mediar a interação, cujo objetivo é superar os obstáculos espaço-temporais.

Permanência do aluno

em seu próprio meio Possibilita a permanência do aluno no seu meio natural e cultural.

(10)

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

‣  

Área com vasta produção científica fruto de pesquisas básicas e aplicadas.

‣  

Controvérsia do termo ”distância” e visão crítica da modalidade.

‣  

Da desconfiança e dos preconceitos à inovação em metodologias de ensino- aprendizagem.

‣  

Base para políticas públicas de democratização do Ensino Superior: UAB (Universidade Aberta do Brasil).

PARTE EXPOSITIVA

(11)

ENSINO REMOTO (EMERGENCIAL)

Mudança temporária da entrega das instruções para um modo de entrega alternativo em função da circunstância de crise.

O objetivo não é recriar um ecossistema educacional robusto, mas fornecer acesso temporário a instruções e apoios instrucionais de uma maneira que seja rápida de configurar e esteja disponível de maneira confiável durante uma emergência ou crise.

(Hodges et al., 2020)

PARTE EXPOSITIVA

(12)

ENSINO REMOTO (EMERGENCIAL)

‣  

É remoto porque professores e alunos não podem se encontrar presencialmente em sala de aula e é emergencial por que não foi previsto/

planejado.

‣  

Cumpre papel importante para a redução dos efeitos negativos do isolamento social temporário.

‣  

Apesar das dificuldades, alguns de nós acumulamos, nos últimos meses, informações e novos aprendizados a partir do ERE na UFPA.

PARTE EXPOSITIVA

(13)

ENSINO REMOTO (EMERGENCIAL)

O problema não está em aprendermos ou não em plataformas online. O que está revelando este período é que a maior parte das escolas vem ensinando de uma forma inadequada, muito conteudista, dependente do professor, com pouco envolvimento, participação e criatividade dos estudantes.

O problema não está no online; está na falta de autonomia na formação de cada estudante, na deficiência de domínio das competências básicas (saber pesquisar, analisar, avaliar...) e também na gestão paternalística das aulas, da forma de ensinar:

Tudo é dado pronto, como receita fechada, prato feito, com pouca autonomia, participação e envolvimento dos aprendizes.

(Moran, 2020)

PARTE EXPOSITIVA

(14)

PARTE EXPOSITIVA

PRÁTICAS REMOTAS DE ENSINO

não são algo novo ou que surgiram com a pandemia, mas, sim, uma

demanda própria de um cenário

de transformações tecnológicas e culturais que vivenciamos há

décadas.

(15)

EDUCAÇÃO HÍBRIDA

‣  

Blended learning.

‣  

Associação harmônica e estratégica de atividades presenciais e virtuais (Tori, 2017).

‣  

Noção de híbrido ativo (Moran, 2020): não é a tecnologia pela tecnologia, nem o lúdico pelo lúdico.

‣  

É preciso levar para os estudantes diversas oportunidades de aprendizados, para que se alcance a equidade dentro do processo de ensino (SAS, 2021).

PARTE EXPOSITIVA

(16)

EDUCAÇÃO HÍBRIDA

PARTE EXPOSITIVA

Evolução dos sistemas de

Aprendizagem Virtual (AV) e convergência com a

Aprendizagem Presencial (AP), gerando a Educação Híbrida (EH) (Adaptado de

Graham, 2005, e Tori, 2009).

(17)

EDUCAÇÃO HÍBRIDA

Híbrido significa misturado, mesclado, blended.

A educação sempre foi misturada, híbrida, sempre combinou vários espaços, tempos, atividades, metodologias, públicos.

Esse processo agora, com a mobilidade e conectividade, é muito mais perceptível, amplo e profundo: é um ecossistema mais aberto e criativo.

Podemos ensinar e aprender de inúmeras formas, em todos os momentos, em múltiplos espaços.

Híbrido é um conceito rico, apropriado e complicado. Tudo pode ser misturado, combinado e podemos, com os mesmos ingredientes, preparar diversos “pratos”

com sabores muito diferentes.

(Moran, 2015)

PARTE EXPOSITIVA

(18)

PRESSUPOSTOS PARA QUALQUER MODALIDADE OU FORMATO DE ENSINO

‣  

Convergência do presencial e do virtual: é possível estabelecer limites claros?

‣  

Noções de aproveitamento <> engajamento.

‣  

Noções de presença (frequência) <> presença (percepção subjetiva e experiencial) (ISPR, 2000).

‣  

Distanciamento físico-geográfico X Distanciamento relacional/comunicacional.

‣  

Já estamos experienciando novas formas de estar juntos, com o uso das tecnologias.

‣  

Democratização do acesso às TDICs ainda é um desafio.

‣  

Seja qual for a modalidade, o que devemos buscar é uma ”educação SEM distância” (Tori, 2017).

PARTE EXPOSITIVA

(19)

TIPOS DE ATIVIDADES

Síncronas

‣  

Possibilitam a interação

simultânea entre participantes, que se encontram em espaços físicos diferentes, mas

conectados, via internet, a um

mesmo ambiente virtual, para o estudo de conteúdos diversos e demais atividades de ensino-

aprendizagem.

PARTE EXPOSITIVA

Assíncronas

‣  

Podem ser realizadas por meio de ferramentas digitais e outras

estratégias de interação não digital, que possibilitem a comunicação

não simultânea, entre participantes que se encontram em espaços

físicos diferentes, dentro de um prazo pré-estabelecido.

(20)

EXEMPLOS DE ATIVIDADES

Síncronas

‣  

Aula expositiva por webconferêcia.

‣  

Interação via chat ou app de mensagens instantâneas.

‣  

Produção colaborativa de documentos/materiais em ambiente Wiki.

‣  

Debates, discussões, seminários.

PARTE EXPOSITIVA

Assíncronas

‣  

Leituras.

‣  

Resolução/prática de exercícios

‣  

Roteiros de estudos dirigidos para estudo sozinho.

‣  

Produção colaborativa de

documentos/materiais em ambiente Wiki.

‣  

Debates/discussões em fóruns.

(21)

PARTE EXPOSITIVA

As atividades síncronas têm que ser MAIS UMA das

estratégias de ensino, e

não a ÚNICA .

(22)

QUANDO O MOMENTO SÍNCRONO É FUNDAMENTAL?

‣  Quando a interação em tempo real entre docente e estudantes é essencial e estratégica.

‣  Quando é necessário aprofundar conteúdos.

‣  Quando houver necessidade de apresentar novas propostas.

‣  Nos momentos definidos para esclarecer dúvidas.

‣  Nos momentos de orientar e reorientar rotas de uma atividade ou da própria disciplina.

‣  Quando é necessário promover a motivação da turma e ”sentir” como eles estão.

‣  Quando é necessário estabelecer integração com e entre a turma.

‣  No momento do desenvolvimento de algumas estratégias (Ex.: Seminários entre grupos de alunos).

PARTE EXPOSITIVA

(23)

OS MOMENTOS SÍNCRONOS

‣  São diversos e suas configurações dependerão de seus objetivos, assim é possível reunir:

o Todos os estudantes (turma completa) e o(s) docente(s).

o Subgrupos (número limitado) de estudantes, reunidos orientadamente, com ou sem a participação do(s) docente(s).

o Um estudante em sessão personalizada com o(s) docente(s).

o Tutores/monitores e estudantes em sessões de estudo dirigido, sessões de dúvidas, entre outras atividades.

PARTE EXPOSITIVA

(24)

EXEMPLOS DE TDICS

PARTE EXPOSITIVA

Webconferência

Plataformas para interação direta e simultânea (Ex.

Google Meet, Microsoft Teams, Conferência Web RNP, Zoom.us, Skype…)

Lives

Transmissões ao vivo via sites de redes sociais (Ex.

YouTube, Instagram, Facebook…)

AVAs

Ambientes para gerenciar materiais, tarefas e

recursos de interação assíncronas ou não (Ex.

Moodle e Google Classroom)

Porta-arquivos

Ambientes para

compartilhamento de arquivos diversos (Ex.

Google Drive, DropBox…)

Mensageiros

Chats ou aplicativos de mensagens instantâneas (Ex. WhatsApp, Telegram, Messenger…)

Vídeo/áudios

Atividades explicativas,

previamente, gravadas ou selecionadas e enviadas ao

aluno (Ex. Videoaula, podcast, material selecionado por

curadoria…)

Quizzes

Ferramentas online para realização de testes/jogos online e interativos (Ex.

Kahoot …)

Mural/Mapas

Ferramentas online para montagem compartilhada de Murais/Mapas mentais, entre outras atividades de

socialização de informações (Ex. Padlet, Coggle…)

(25)

PARTE EXPOSITIVA

CAMINHO POSSÍVEL

Propor uma trilha de aprendizagem, na qual se otimize o tempo e o

conteúdo dos encontros síncronos &

se valorize os momentos assíncronos, estimulando a autonomia e o

aprender a aprender.

(26)

TRILHAS DE APRENDIZAGEM PERCORRIDAS

PARTE EXPOSITIVA

Livro de Referência

Monitoria

AVA

Atividades assíncronas

Material apoio

Lives no YouTube

‣  Disciplina “Amazônias em tempos

contemporâneos: entre diversidades e

adversidades”, ofertada no ERE, flexibilizada.

‣  Turma com mais 300 participantes, de

diferentes áreas e modalidades de ensino (presencial e EaD).

‣  Síncrono voltado para exposição de

conteúdo explorado inicialmente a partir de leitura da obra de referência.

‣  Assíncrono voltado para atividades individuais de cunho reflexivo sobre conceitos chave e experiências

(autoconhecimento).

(27)

TRILHAS DE APRENDIZAGEM PERCORRIDAS

PARTE EXPOSITIVA

AVA > central de atividades

ASSSÍNCRON SÍNCRONO O

(28)

TRILHAS DE APRENDIZAGEM PERCORRIDAS

PARTE EXPOSITIVA

AVA

Plantão de Dúvidas

Listas de Exercícios

Estudo dirigido individual

Aulas expositivas transmitidas

ao vivo Planner de

Atividades Acervo do

Projeto

Livro Texto

‣  Disciplina de Cálculo 1, ofertada no ERE, no âmbito do Projeto Newton.

‣  Turma com mais 1000 participantes, todos das Exatas e Engenharias, de diferentes campi da UFPA.

‣  Síncrono voltado para exposição de conteúdo explorado inicialmente a

partir de leitura da obra de referência + Resolução de dúvidas via lives e

plantões com professores e monitores.

‣  Assíncrono voltado para estudo e resolução de exercícios

individualmente + Rotina de estudos.

(29)

TRILHAS DE APRENDIZAGEM PERCORRIDAS

PARTE EXPOSITIVA

AVA > central de atividades

ASSSÍNCRON SÍNCRONO O

(30)

ACESSE O

PLANNER

COMPLETO!

(31)

Conceitos de ensino,

aprendizagem e ensino- aprendizagem

SEGUNDO EIXO EXPOSITIVO

(32)

ENSINO ENSINAR ENSINANTE

Processos

PARTE EXPOSITIVA

Sujeitos(as) Ações

APRENDIZAGEM APRENDER

APRENDENTE

APRENDIZ

(33)

POSSIBILIDADES DE CONCEBER O ENSINO-APRENDIZAGEM

PARTE EXPOSITIVA

Professor(a)

aquele(a) que ensina

Aluno(a)

aquele(a) que aprende

Transfere conteúdo

‣  Modelo transmissivo

‣  Protagonismo no professor

‣  Ambiente de aprendizagem = sala de aula

‣  Foco = conteúdo

‣  Evidente hierarquia entre os(as) sujeitos(as)

(34)

POSSIBILIDADES DE CONCEBER O ENSINO-APRENDIZAGEM

PARTE EXPOSITIVA

Professor(a)

aquele(a) que ensina

Aluno(a)

aquele(a) que aprende

Transfere conteúdo

‣  Modelo transmissivo

‣  Protagonismo no(a) professor(a)

‣  Ambiente de aprendizagem = sala de aula

Foco = conteúdo

‣  Horizontalidade entre os(as) sujeitos(as)

(35)

POSSIBILIDADES DE CONCEBER O ENSINO-APRENDIZAGEM

PARTE EXPOSITIVA

Professor(a)

aquele(a) que

ensina e aprende

Aluno(a)

aquele(a) que

aprende e ensina

Troca de saberes

‣  Modelo dialógico

‣  Agência de professores(as) e alunos(as)

‣  Ambiente de aprendizagem = sala de aula

Foco = relação / experiência

‣  Horizontalidade entre os(as) sujeitos(as)

(36)

POSSIBILIDADES DE CONCEBER O ENSINO-APRENDIZAGEM

PARTE EXPOSITIVA

Professor(a)

mediador(a)

Aluno(a)

sujeito autônomo

‣  Modelo ativo

‣  Protagonismo do(a) aluno(a)

‣  Ambientes de aprendizagem múltiplos

‣  Foco = desenvolvimento de competências e autonomia

‣  Professor(a)-mediador(a)

Textos

Contextos Tecnologias

Experiências Projeto

de vida

Sociedade Comunidade

(37)

HÁ MAIS ENTRE O CÉU E A TERRA...

PARTE EXPOSITIVA

Aprender a ensinar Aprender a aprender

Ensinar a aprender Ensinar a ensinar

Aprender Ensinar

‣  Quem são os(as) sujeitos(as) ensinantes e aprendentes?

‣  Onde se aprende?

‣  O que é preciso para ensinar? E para aprender?

‣  Para que ensinar? Para que aprender?

‣  Quando aprender? Quando ensinar?

(38)

ENSINO | ENSINAR

‣  

Demanda conhecimento técnico, mas também competências relacionais e comunicacionais.

‣  

Capacidade de encantar e encantar-se; engajar e engajar-se; seduzir e saborear (ética e estética do ensino).

‣  

Não prescinde da aprendizagem: ensinante é sempre aprendente.

‣  

Demanda preparação e estudo.

‣  

Ensino é um ato político: posição de permanente crítica e interpretação de textos e contextos.

‣  

Ensinar é criar as condições para a construção de conhecimentos.

PARTE EXPOSITIVA

(39)

ENSINO | ENSINAR

O ensinante aprende primeiro a ensinar, mas aprende a ensinar ao ensinar algo que é reaprendido por estar sendo ensinado.

[Estudar] Implica que o estudioso, sujeito do estudo, se arrisque, se aventure, sem o que não cria nem recria.

(Freire, 2019)

PARTE EXPOSITIVA

(40)

APRENDIZAGEM | APRENDER

‣  

Aprender a aprender > reaprendizagem permanente > Aprender a pensar.

‣  

Ler a palavra o mundo

a leitura anterior do mundo

▸  

Interpretação / Compreensão x Memorização.

▸  

Aprender mais ”com” do que ”o que”: relação com o(a) outro(a) (sujeito/a, texto, contexto, comunidade).

▸  

Aprendente: ser experiente e, ao mesmo tempo, inacabado.

PARTE EXPOSITIVA

(41)

APRENDIZAGEM | APRENDER

Ele [o aluno] só aprende quando quer aprender e só quer aprender quando vê na aprendizagem algum sentido.

Nós, seres humanos, não só somos seres inacabados e incompletos como temos consciência disso. Por isso precisamos aprender ’com’. Aprendemos

’com’ porque precisamos do outro, fazemo-nos na relação com o outro, mediados pelo mundo, pela realidade em que vivemos.

(Gadotti, 2011)

PARTE EXPOSITIVA

(42)

ENSINO-APRENDIZAGEM

‣  

Processo espontâneo ou intencional.

‣  

Quando intencional (ensino formal), a finalidade pode ser projetada/desejada, mas não é controlável.

‣  

O processo de ensino-aprendizagem não é exclusividade da escola/

universidade/sala de aula.

‣  

Exige dedicação, tempo, análise, maturação.

‣  

Demanda significação crítica: por que e para que ensino e aprendo?

‣  

Mobiliza uma diversidade de interagentes.

PARTE EXPOSITIVA

(43)

CENAS EDUCACIONAIS

PARTE EXPOSITIVA

Ensinantes

Aprendentes

Saberes

Textos

Contextos Tecnologias

Estruturas

físicas e sociais Vivências

Experiências

Projetos de vida

Sociedade

Comunidade Ambiências

Métodos e técnicas

(44)

Mapeamento de percepções e impressões da turma sobre

ensino e aprendizagem [Cenas educacionais]

DINÂMICA DE APRENDIZAGEM

(45)

PARTE EXPOSITIVA

COMPONDO CENAS EDUCACIONAIS

Propor formas de conexão de

diversos elementos interagentes em

cenas educacionais.

(46)

REFERÊNCIAS

BEHAR, P. A. O Ensino Remoto Emergencial e a Educação a Distância. Jornal da Universidade, UFRGS, 2020.

BEHAR, P. A. (org.). Recomendação Pedagógica a Distância. Porto Alegre: Penso, 2019.

BRASIL. Decreto nº 9.057, de 25 de maio de 2017. Regulamenta o Art. 80 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Presidência da República. Casa Civil, 2017.

Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Decreto/D9057.htm. Acesso em: 10 dez. 2019.

FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 71 ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra, 2019.

FREIRE_Paulo. Carta de Paulo Freire aos professores. Estudos Avançados, 2001, 15(42), p. 259-268.

GADOTTI, Moacir. Aprender com emoção, ensinar com alegria. In: GADOTTI, Moacir. Boniteza de um sonho:

ensinar-e-aprender com sentido. – 2. ed. – São Paulo: Editora e Livraria Instituto Paulo Freite, 2011, p.59-72. 

HASEBRINK, U.; HÖLIG, S. Conceptualizing Audiences in Convergent Media Environments. In: DIEHL, S.;

KARMASIN, M. (ed.). Media and Convergence Management. Springer-Verlag Berlin Heidelberg, 2013, p. 189-201

(47)

REFERÊNCIAS

HODGES et al. The Difference Between Emergency Remote Teaching and Online Learning. Educase Review, 2020.

JENKINS, H. Digital renaissance. Convergence? I diverge. Technology Review, June, 2001.

JENKINS, H. Cultura da Convergência. São Paulo: Editora Aleph, 2009.

KAZAKOVA; S.; CAUBERGHE, V. Media Convergence and Media Multitasking. In: DIEHL, S.; KARMASIN, M. (eds.).

Media and Convergence Management. Springer-Verlag Berlin Heidelberg, 2013, p.177-188.

LINARD, M. A autonomia do aprendente e as TIC. 2000. Disponível em:

http://www.comunic.ufsc.br/artigos/art_autonomia.pdf. Acesso em: 10 jan. 2006.

MARIN, Alda Junqueira. Didática e docência: ensinar, aprender e ensinar a ensinar. In: CRUZ, Giseli Barreto da. [et.

al.] (orgs.). Ensino de didática: Entre recorrentes e urgentes questões. Rio de Janeiro: FAPERJ, 2014, p. 147-160.

MOORE, M. G.; KEARSLEY, G. Distance education: a systems Wiew. Belmont, USA: Wadstown Publish Company, 1996.

MORAN, J. In: Formação online: Metodologias Ativas no Ensino Híbrido. Instituto GRPCOM. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=eIq1C7TR8VI. Acesso em: 9 ago. 2020.

(48)

REFERÊNCIAS

MORAN, J. Metodologias ativas para uma aprendizagem mais profunda. In:  BACICH, L.; MORAN, J. Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018.

NEVES, C. M. de C. Educar com TICs: o caminho entre a excepcionalidade e a invisibilidade. Boletim Técnico do Senac, Rio de Janeiro, v. 35, n.3, set./dez. 2009.

SCOLARI, C. A. Literacia transmedia na nova ecologia mediática, jan. 2018.

TERLUTTER, R.; MOICK; M. Convergence and Consumer Behavior. In: DIEHL, S.; KARMASIN, M. (eds.). Media and Convergence Management. Springer-Verlag Berlin Heidelberg, 2013, p.163-176

TORI, R. Educação sem distância: as tecnologias interativas na redução de distâncias em ensino e aprendizagem. 2 ed. São Paulo: Artesanato Educacional, 2017.

WOLTON, D. É preciso salvar a comunicação. (Coleção Comunicação), São Paulo: Paulus, 2006.

Referências

Documentos relacionados

Com base no trabalho desenvolvido, o Laboratório Antidoping do Jockey Club Brasileiro (LAD/JCB) passou a ter acesso a um método validado para detecção da substância cafeína, à

Portanto, como a água alternativa se mostrou em conformidade, é possível a adoção da mesma tempora- riamente em momentos de falta d’água, já que esta é economicamente mais

Entretanto, é evidenciado uma menor quantidade de células CD4+ e CD8+ nos pulmões dos animais P2X7RKO infectados com a cepa Beijing 1471 em relação àqueles dos camundongos

O objetivo macro do estudo é compreender como a administração de um restaurante é fundamental para que seu desempenho atinja as expectativas. Para tal, temos a

(...) caracteriza-se a educação a distância como modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com

A Educação a Distância caracteriza-se como modalidade educacional na qual a mediação pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização

Modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de

O pathos diz respeito à emoção que o orador causa nos ouvintes, por meio de seu discurso, que é transmitido com base em argumentos que provocam variadas paixões, pois, como