SÉRIE QUESTÕES INÉDITAS ESTILO CESPE
LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL:
em Exercícios com Gabarito Anotado
Fernando Cunha
Bruno Borges
Editora Totus
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Sobre os Autores
Fernando Cunha de Souza
é Analista Legislativo do Senado Federal aprovado em 10º lugar no
concurso de 2008. Formado em Administração de Empresas pela UFRGS e pós-‐graduado em Orçamento Público. Aprovado em 1º lugar para Administrador do MTE no concurso de 2008. Atua na Consultoria de Orçamentos do Senado Federal na Coordenação-‐Geral da LOA e do PPA.
Bruno Nery Borges é Técnico Legislativo do Senado Federal, na área de Orçamentos, desde 2009.
Formado em Administração pela UnB e pós-‐graduado em Gestão de RH e Gestão Pública. Já foi nomeado em 10 concursos públicos: ANTT (1º lugar, 2005), CFOPM (2º lugar, 2005), DFTRANS (2008), TJDFT (2007), TRF-‐1ª região (2007), MPDFT (2007), TSE (2007), CGU (2007), Câmara dos Deputados (2007) e Senado Federal (2008). Atua na Consultoria de Orçamentos do Senado Federal na Coordenação-‐Geral da LOA e PPA.
Apresentação
Vários são os concursos que exigem conhecimentos da Lei de Responsabilidade Fiscal -‐ LRF. O
estudo de qualquer norma é tarefa um tanto árdua e normalmente leva preocupação a quem precisa enfrentá-‐la. O objetivo deste livro é tornar essa tarefa mais fácil. Assim, são propostos inúmeros exercícios (373), que proporcionarão ao concursando um contato sistemático com os dispositivos legais.
Na primeira parte do material, apresentamos as questões. Na segunda parte, apresentamos os gabaritos anotados. Apresentamos todos os dispositivos (artigos, incisos, alíneas, parágrafos) transformados em questões de “certo” ou “errado”, de modo a estimular a memorização de todo o conteúdo da LRF. Essas questões possuem gabaritos comentados de forma objetiva, apontando, inclusive, o dispositivo legal correspondente. A intenção é promover um treino exaustivo, com a finalidade de memorização da lei, uma vez que a interpretação literal é a base para as outras interpretações.
Uma metodologia de estudo que recomendamos é a seguinte. Leia o norma pelo menos três vezes até a data da sua prova. Depois da primeira leitura, faça as questões deste material. Em seguida, repita o processo tantas vezes quantas forem possíveis. Uma outra estratégia possível é utilizar o material para monitorar a memorização da Lei. Assim, depois de uma primeira leitura, você poderia resolver as questões 1, 11, 21, 31, 41 etc, o que somariam 37 questões bem distribuídas ao longo de todo a Lei. Depois de uma segunda leitura, seriam resolvidas as questões 2, 12, 22, 32, 42 etc. E assim por diante. Então a cada nova leitura da LRF, você poderá monitorar a sua memorização.
No que diz respeito ao conteúdo e ao tipo de redação, as questões foram concebidas tentando seguir a linha do Cespe. Não obstante, não podemos, é claro, garantir que nossos posicionamentos serão os mesmos adotados pela banca. Dessa forma, convidamos o leitor ao exercício ativo da crítica em relação ao gabarito apresentado, de sorte a evitar surpresas no momento do certame e a fortalecer o aprendizado.
Não foram medidos esforços na elaboração de um produto de qualidade. Apesar disso, sobretudo numa obra de tal complexidade, erros poderão ser observados. Pedimos, desde logo, escusas por falhas eventualmente encontradas e agradecemos àqueles que se dispuserem a apontar sugestões para melhorar o trabalho.
Guto Bello
Observação
• Nos gabaritos, em geral, quando não se menciona a norma a que pertence um dispositivo, ele faz parte da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Sumário
Parte 1 -‐ Questões... ... 12
Parte 2 -‐ Gabaritos... 15
Lei de Responsabilidade Fiscal: em Exercícios com Gabarito Anotado.
Série Questões Inéditas Estilo Cespe
PARTE 1 – QUESTÕES Lei de Responsabilidade Fiscal
Lei Complementar nº 101, de 4 de Maio de 2000.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei Complementar:
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
( ) 1. A LRF estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal.
( ) 2. A responsabilidade na gestão fiscal pressupõe a ação planejada e transparente, em que se previnem riscos e corrigem desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas, mediante o cumprimento de metas de resultados entre receitas e despesas e a obediência a limites e condições no que tange a renúncia de receita, geração de despesas com pessoal, da seguridade social e outras, dívidas consolidada e mobiliária, operações de crédito, inclusive por antecipação de receita, concessão de garantia e inscrição em Restos a Pagar.
( ) 3. As disposições da LRF não obrigam os municípios.
( ) 4. Quando o texto da LRF faz referência à União, aos Estados ao Distrito Federal e aos Municípios, estão compreendidos: o Poder Executivo, o Poder Legislativo, neste abrangidos os Tribunais de Contas, o Poder Judiciário e o Ministério Público; as respectivas administrações diretas, fundos, autarquias, fundações e empresas estatais dependentes.
( ) 5. Quanto o texto da LRF faz referência a Estados, não se entende considerado o Distrito Federal.
( ) 6. Para a LRF, referências a Tribunais de Contas incluem: Tribunal de Contas da União, Tribunal de Contas do Estado e, quando houver, Tribunal de Contas dos Municípios e Tribunal de Contas do Município.
( ) 7. Para os efeitos da LRF, entende-‐se como ente da Federação a União, cada Estado, o Distrito Federal e cada Municípios.
( ) 8. Para os efeitos da LRF, entende-‐se como empresa controlada a sociedade cuja maioria do capital social pertença diretamente a ente da Federação.
( ) 9. Para os efeitos da LRF, entende-‐se como empresa estatal dependente a empresa controlada que
receba do ente controlador recursos financeiros para pagamento de despesas com pessoal ou
de custeio em geral ou de capital, excluídos, no último caso, aqueles provenientes de aumento
de participação acionária.
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( ) 10. No caso da União, a Receita Corrente Líquida é somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e outras receitas também correntes, deduzidos os valores transferidos aos Estados e Municípios por determinação legal, e as contribuições mencionadas na alínea a do inciso I e no inciso II do art. 195, e no art. 239 da Constituição
( ) 11. No âmbito dos Estados, a Receita Corrente Líquida é somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e outras receitas também correntes, deduzidos as parcelas entregues aos Municípios referentes às transferências voluntárias.
( ) 12. No âmbito dos Estados e dos Municípios, a Receita Corrente Líquida é somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e outras receitas também correntes, deduzidas a contribuição dos servidores para o custeio do seu sistema de previdência e assistência social e as receitas provenientes da compensação financeira citada no § 9º do art. 201 da Constituição.
( ) 13. Serão descontados no cálculo da receita corrente líquida os valores pagos e recebidos em decorrência da Lei Kandir, que dispõe sobre o imposto dos Estados e do Distrito Federal sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação .
( ) 14. Serão considerados na receita corrente líquida do Distrito Federal e dos Estados do Amapá e de Roraima os recursos recebidos da União para atendimento das despesas com pessoal, dos referidos entes, custeadas com recursos transferidos pela União.
( ) 15. A receita corrente líquida será apurada somando-‐se as receitas arrecadadas no mês em referência e nos doze anteriores, excluídas as duplicidades.
CAPÍTULO II
DO PLANEJAMENTO
Seção I Do Plano Plurianual
( ) 16. A Seção da LRF que traria regras sobre o Plano Plurianual foi vetada pelo Presidente da República.
( ) 17. A lei de diretrizes orçamentárias está completamente disciplinada na Lei de Responsabilidade Fiscal.
( ) 18. A LDO disporá sobre o equilíbrio entre receitas e despesas públicas.
( ) 19. A LDO disporá sobre os critérios e forma de limitação de empenho, a ser efetivada nas hipóteses
previstas em portaria do Ministério do Planejamento.
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( ) 20. A LDO disporá sobre normas relativas ao controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas financiados com recursos do orçamento fiscal.
( ) 21. A LDO disporá sobre as condições e exigências para transferências de recursos a entidades privadas.
( ) 22. Integrará o projeto de lei de diretrizes orçamentárias Anexo de Metas Fiscais, em que serão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem.
( ) 23. O Anexo de Metas Fiscais que integra a LDO conterá a avaliação do cumprimento das metas relativas ao exercício ao ano corrente e aos dois anos anteriores.
( ) 24. O Anexo de Metas Fiscais que integra a LDO conterá demonstrativo das metas anuais, instruído com memória e metodologia de cálculo que justifiquem os resultados pretendidos, comparando-‐as com as fixadas nos dois exercícios anteriores, e evidenciando a consistência delas com as premissas e os objetivos da política econômica nacional
( ) 25. O Anexo de Metas Fiscais que integra a LDO conterá evolução do montante da dívida pública, nos últimos três exercícios, destacando a origem e a aplicação dos recursos obtidos com a alienação de ativos
( ) 26. O Anexo de Metas Fiscais que integra a LDO conterá avaliação da situação financeira e atuarial dos regimes geral de previdência social e próprio dos servidores públicos e do Fundo de Amparo ao Trabalhador.
( ) 27. O Anexo de Metas Fiscais que integra a LDO conterá avaliação da situação financeira e atuarial dos demais fundos públicos de empresas estatais de natureza atuarial.
( ) 28. O Anexo de Metas Fiscais que integra a LDO conterá demonstrativo da estimativa e compensação da renúncia de receita e da margem de expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado.
( ) 29. A lei de diretrizes orçamentárias conterá Anexo de Metas Fiscais, onde serão avaliados os passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas, informando as providências a serem tomadas, caso se concretizem.
( ) 30. A mensagem que encaminhar o projeto lei orçamentária anual da União apresentará, em anexo específico, os objetivos das políticas monetária, creditícia e cambial, bem como os parâmetros e as projeções para seus principais agregados e variáveis, e ainda as metas de inflação, para o exercício subsequente.
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PARTE 2 – GABARITOS
1.C. Art. 1º.
2. C. Art. 1º, § 1º.
3. E. A LRF aplica-se à União, aos Estados, ao DF e também aos Municípios. Art. 1º, § 2º.
4. C. Art. 1º, § 3º, 'a' e 'b'.
5. E. As regras da LRF que se referem a Estados aplicam-se também ao Distrito Federal. Art. 1º, § 3º, II.
6. C. Art. 1º, § 3º, III.
7. C. Art. 2º, I.
8. E. Para ser considerada empresa controlada basta que a maioria do capital social com direito a voto pertença, direta ou indiretamente, a ente da Federação. Art. 2º, II.
9. C. Art. 2º, III.
10. E. São deduzidos os valores transferidos aos Estados e Municípios por determinação legal E constitucional. Art. 2º, IV, a
11. E. São deduzidas as parcelas entregues aos Municípios por determinação constitucional e não por transferências voluntárias. Art. 2º, IV, b.
12. E. Esse cálculo se refere a todos os entes da federação (União, Estados e Municípios). Art. 2º, IV, c.
13. E. Os valores serão computados e não descontados no cálculo da Receita Corrente Líquida. Art. 2º, § 1º.
14. E. Serão considerados na receita corrente líquida do Distrito Federal e dos Estados do Amapá e de Roraima os recursos recebidos da União para atendimento das despesas com pessoal, dos referidos entes, custeadas com recursos transferidos pela União. Art. 2º, § 2º.
15. E. A receita corrente líquida será apurada somando-se as receitas arrecadadas no mês em referência e nos onze anteriores, excluídas as duplicidades. Art. 2º, § 3º.
16. C. Art. 3º.
17. E. A lei de diretrizes orçamentárias também está disciplinada na Constituição Federal. Art. 4º.
18. C. Art. 4º, I, a.
19. E. As hipóteses previstas estão na própria LRF. Art. 4º, I, b.
20. E. São programas financiados com recursos dos orçamentos e não somente do orçamento fiscal. Art.
4º, I, e.
21. E. São transferências de recursos a entidades públicas e privadas. Art. 4º, I, f.
22. C. É para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes. Art. 4º, § 1º.
23. E. A avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior. Art. 4º, § 2º, I.
24. E. A comparação é com as metas fixadas nos dois exercícios anteriores. Art. 4º, § 2º, II.
25. E. O Anexo conterá a evolução do patrimônio líquido. Art. 4º, § 2º, III.
26. C. Art. 4º, § 2º, IV, a.
27. E. São fundos públicos e programas estatais de natureza atuarial. Art. 4º, § 2º, IV, b.
28. C. Art. 4º, § 2º, V.
29. E. Trata-se do Anexo de Riscos Fiscais. Art. 4º, § 3º.
30. E. Trata-se do projeto de lei de diretrizes orçamentárias. Art. 4º, § 4º.
31. E. O projeto de lei orçamentária anual deve ser elaborado de forma compatível com o plano plurianual, com a lei de diretrizes orçamentárias e com as normas da LRF. Art. 5º.
32. E. A LOA conterá, em anexo, demonstrativo da compatibilidade da programação dos orçamentos com os objetivos e metas constantes do Anexo de Metas Fiscais. Art. 5º, I.
33. C. Art. 5º, II.
34. C. Art. 5º, III.
35. C. Art. 5º, III, b.
36. C. Art. 5º, § 1º.
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37. C. Art. 5º, § 2º.
38. C. Art. 5º, § 3º.
39. E. É vedado consignar na lei orçamentária crédito com finalidade imprecisa ou com dotação ilimitada.
Art. 5º, §4º.
40. C. Art. 5º, § 5º.
41. E. Integrarão as despesas da União, e serão incluídas na lei orçamentária, as do Banco Central do Brasil relativas a pessoal e encargos sociais, custeio administrativo, inclusive os destinados a benefícios e assistência aos servidores, e a investimentos. Art. 5º, § 6º.
42. C. Art. 7º.
43. E. O resultado negativo será consignado em dotação específica no orçamento. Art. 7º, § 1º.
44. C. Art. 7º, § 2º.
45. E. Os balanços são trimestrais. Art. 7º, § 3º.
46. C. Art. 8º.
47. E. Os recursos legalmente vinculados a finalidade específica serão utilizados exclusivamente para atender ao objeto de sua vinculação, ainda que em exercício diverso daquele em que ocorrer o ingresso. Art. 8º, parágrafo único.
48. E. Se verificado, ao final de um bimestre, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais, os Poderes e o Ministério Público promoverão, por ato próprio e nos montantes necessários, nos trinta dias subsequentes, limitação de empenho e movimentação financeira, segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias. Art. 9º.
49. C. Art. 9º, § 1º.
50. E. Não serão objeto de limitação as despesas que constituam obrigações constitucionais e legais do ente, inclusive aquelas destinadas ao pagamento do serviço da dívida, e as ressalvadas pela lei de diretrizes orçamentárias. Art. 9º, § 2º.
51. E. No caso de os Poderes Legislativo e Judiciário e o Ministério Público não promoverem a limitação no prazo estabelecido no caput, é o Poder Executivo autorizado a limitar os valores financeiros segundo os critérios fixados pela lei de diretrizes orçamentárias. Art. 9º, § 3º. Observação: devido à ADIN 2.238-5, este parágrafo encontra-se suspenso.
52. C. Art. 9º, § 4º.
53. E. O prazo é de noventa dias após o encerramento de cada semestre, e quem apresenta é o Banco Central do Brasil. Art. 9º, § 5º.
54. C. Art. 10.
55. C. Art. 11.
56. E. É vedada a realização de transferências voluntárias para o ente que não observe o disposto no caput, no que se refere aos impostos. Art. 11, parágrafo único.
57. C. Art. 12.
58. E. Reestimativa de receita por parte do Poder Legislativo só será admitida se comprovado erro ou omissão de ordem técnica ou legal. Art. 12, § 1º.
59. C. Art. 12, § 2º. Observação: devido a ADIN 2.238-5, este parágrafo encontra-se suspenso.
60. E. Não existe a exceção da receita corrente líquida. Art. 12, § 3º.
61. C. Art. 13.
62. C. Art. 14.
63. C. Art. 14, I.
64. E. Se atender ao art. 14, I, não há necessidade de atender ao disposto no art. 14, II. É o que diz o caput do artigo 14.
65. E. A concessão de isenção, para configurar renúncia de receita, deve ser em caráter não geral. Art. 14,
§ 1º.
66. C. Art. 14, § 2º.
67. C. Art. 14, § 3º, I.
68. E. A concessão de incentivo ou benefício de natureza tributária da qual decorra renúncia de receita não se aplica ao cancelamento de débito cujo montante seja inferior ao dos respectivos custos de
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69. C. Art. 15.70. E. No exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subsequentes. Art. 16, I.
71. E. Tem adequação orçamentária e financeira com a lei orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias. Art. 16, II.
72. E. A despesa pode estar abrangida por crédito genérico. Art. 16, § 1º, I.
73. E. A despesa deverá estar conforme as diretrizes, objetivos, prioridades e metas previstos na LDO e PPA. Art. 16, § 1º, II.
74. E. Será acompanhada das premissas e metodologia de cálculo utilizadas. Art. 16, § 2º.
75. E. São ressalvadas as despesas consideradas irrelevantes. Art. 16, § 3º.
76. E. São condição prévia para empenho e licitação de serviços, fornecimento de bens ou execução de obras. Art. 16, 4º, I.
77. C. Art. 16, 4º, II.
78. E. As despesas obrigatórias de caráter continuado são correntes e não de capital. Art. 17.
79. C. Art. 17, § 1º.
80. E. Deverão ser compensados pelo aumento permanente de receita ou pela redução permanente de despesa. Art. 17, § 2º.
81. C. Art. 17, § 3º.
82. C. Art. 17, § 4º.
83. C. Art. 17, § 5º.
84. C. Art. 17, § 6º.
85. C. Art. 17, § 7º.
86. C. Art. 18.
87. E. Serão contabilizados como "Outras Despesas de Pessoal". Art. 18, § 1º.
88. C. Art. 18, § 2º.
89. E. União: 50% da RCL. Art. 19, I.
90. E. Estados: 60% da RCL. Art. 19, II.
91. E. Municípios: 60% da RCL. Art. 19, III.
92. E. A indenização é por demissão de servidores ou empregados. Art. 19, § 1º, I.
93. C. Art. 19, § 1º, II.
94. C. Art. 19, § 1º, III. Obs.: Este dispositivo não tem mais efeitos devido à EC 50/2006 que vedou o pagamento de parcela indenizatória para convocação extraordinária.
95. C. Art. 19, § 1º, IV.
96. C. Art. 19, § 1º, V.
97. C. Art. 19, § 1º, VI.
98. E. É da arrecadação de contribuições dos segurados. Art. 19, § 1º, VI, a.
99. C. Art. 19, § 1º, VI, b.
100. E. O correto é superávit financeiro. Art. 19, § 1º, VI, c.
101. C. Art. 19, § 2º.
102. C. Art. 20, I, a.
103. C. Art. 20, I, b.
104. C. Art. 20, I, c.
105. E. O correto é 0,6%. Art. 20, I, d.
106. E. São 3% para o Legislativo, incluído o Tribunal de Contas do Estado. Art. 20, II, a.
107. C. Art. 20, II, b.
108. E. São 49%. Art. 20, II, c.
109. E. São 2%. Art. 20, II, d.
110. E. O correto é Tribunal de Contas do Município. Os Tribunais de Contas dos Municípios são órgãos estaduais. Art. 20, III, a.
111. C. Art. 20, III, b.
112. C. Art. 20, §1º.
113. E. É o Ministério Público. Art. 20, § 2º, I.
114. E. O Tribunal de Contas da União também é órgão do Legislativo. Art. 20, § 2º, II, a.
115. E. O Tribunal de Contas também é órgão do Legislativo. Art. 20, § 2º, II, b.
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116. E. O correto é Câmara Legislativa. Art. 20, § 2º, II, c.
117. C. Art. 20, § 2º, II, d.
118. E. Art. 20, § 2º, III, a.
119. C. Art. 20, § 2º, III, b.
120. C. Art. 20, § 3º.
121. E. Serão acrescidos e reduzidos em 0,4%. Art. 20, § 4º.
122. C. Art. 20, § 5º.
123. E. Também têm as exigências que estão no inciso XIII do art. 37 e no § 1o do art. 169 da Constituição.
Art. 21, I.
124. E. Trata-se do limite legal de comprometimento aplicado às despesas com pessoal inativo. Art. 21, II.
125. E. Não há ressalvas no artigo. São todos os Poderes. Art. 21, § Único.
126. E. É no final de cada quadrimestre. Art. 22.
127. E. Faltou a ressalva da revisão prevista no inciso X do art. 37 da Constituição. Art. 22, § único, I.
128. C. Art. 22, § único, II.
129. C. Art. 22, § único, III.
130. E. Faltou a ressalva da reposição decorrente de aposentadoria ou falecimento de servidores das áreas de educação, saúde e segurança. Art. 22, § único, IV.
131. E. São as situações previstas na lei de diretrizes orçamentárias e não na lei orçamentária anual. Art.
22, § único, V.
132. C. Art. 23.
133. E. O objetivo poderá ser alcançado tanto pela extinção dos cargos e funções quanto pela redução dos valores a eles atribuídos. Art. 23, § 1º. Esse dispositivo foi suspenso pelo STF pela ADIN 2.238-5.
134. C. Art. 23, § 2º. Esse dispositivo foi suspenso pelo STF pela ADIN 2.238-5.
135. E. São transferências voluntárias. Art. 23, § 3º, I.
136. E. Não pode obter garantia, direta ou indireta, de outro ente. Art. 23, § 3º, II.
137. E. Faltou a ressalva das operações de crédito destinadas ao refinanciamento da dívida mobiliária e as que visem à redução das despesas com pessoal. Art. 23, § 3º, III.
138. C. Art. 23, § 4º.
139. C. Art. 24.
140. C. Art. 24, § 1º, I.
141. C. Art. 24, § 1º, II.
142. E. O correto é valor real e não nominal. Art. 24, § 1º, III.
143. E. São inclusive os destinados aos servidores públicos e militares, ativos e inativos, e aos pensionistas. Art. 24, § 2º.
144. E. As transferências voluntárias podem ser de recursos correntes ou de capital. Art. 25.
145. C. Art. 25, § 1º, I.
146. C. Art. 25, § 1º, III, LRF e Art. 167, X, CF/88 147. C. Art. 25, § 1º, IV, a.
148. C. Art. 25, § 1º, IV, b.
149. C. Art. 25, § 1º, IV, c.
150. E. É necessária a comprovação, por parte do beneficiário, de previsão orçamentária de contrapartida.
Art. 25, § 1º, IV, d.
151. E. É vedada a utilização de recursos transferidos em finalidade diversa da pactuada, sem exceções previstas na LRF. Art. 25, § 2º.
152. E. A exceção está nas ações de educação, saúde e assistência social. Art. 25, § 3º.
153. C. Art. 26.
154. E. Existe a exceção das instituições financeiras e o Banco Central do Brasil, no exercício de suas atribuições precípuas. Art. 26, § 1º.
155. C. Art. 26, § 2º.
156. C. Art. 27.
157. E. Dependem de autorização em lei específica as prorrogações e composições de dívidas decorrentes de operações de crédito. Art. 27, parágrafo único.
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159. C. Art. 28, § 1º.160. C. Art. 28, § 2º.
161. C. Art. 29, I.
162. C. Art. 29, II.
163. C. Art. 29, III.
164. E. Pode ser obrigação financeira ou contratual. Art. 29, IV.
165. C. Art. 29, V.
166. C. Art. 29, § 1º.
167. E. Não existe esta exceção. Art. 29, § 2º.
168. E. O prazo correto é inferior a 12 meses. Art. 29, § 3º.
169. C. Art. 29, § 4º.
170. E. A competência é do Senado Federal. Art. 30, I, LRF e art. 52, VI, CF/88.
171. C. Art. 30, II, LRF e art. 48, XIV, CF/88.
172. C. Art. 30, § 1º, I.
173. C. Art. 30, § 1º, II.
174. E. Podem ter limites diferenciados, com as devidas razões. Art. 30, § 1º, III.
175. C. Art. 30, § 1º, IV.
176. C. Art. 30, § 2º.
177. C. Art. 30, § 3º.
178. E. É ao final de cada quadrimestre. Art. 30, § 4º.
179. C. Art. 30, § 5º.
180. C. Art. 30, § 6º.
181. E. Integram sim. Art. 30, § 7º.
182. E. A redução é de pelo menos 25%. Art. 31.
183. E. Inclusive por antecipação de receita. Art. 31, § 1º, I.
184. C. Art. 31, § 1º, II.
185. E. Vencido o prazo para retorno da dívida consolidada de um ente da Federação ao limite, e enquanto perdurar o excesso, o ente ficará também impedido de receber transferências voluntárias da União ou do Estado. Art. 31, § 2º.
186. C. Art. 31, § 3º.
187. C. Art. 31, § 4º.
188. E. Aplicam-se sim. Art. 31, § 5º.
189. E. Quem faz essa verificação é o Ministério da Fazenda. Art. 32.
190. C. Art. 32, § 1º.
191. C. Art. 32, § 1º, I.
192. E. Exceto no caso de operações por antecipação de receita. Art. 32, § 1º, II.
193. C. Art. 32, § 1º, III.
194. E. A autorização é do Senado Federal. Art. 32, § 1º, IV.
195. C. Art. 32, § 1º, V.
196. C. Art. 32, § 2º.
197. E. São despesas de capital, e não despesas correntes. Art. 32, § 3º.
198. E. Não serão computadas nas despesas de capital as realizadas sob a forma de empréstimo ou financiamento a contribuinte, com o intuito de promover incentivo fiscal, tendo por base tributo de competência do ente da Federação, se resultar a diminuição, direta ou indireta, do ônus deste. Art.
32, § 3º, I.
199. C. Art. 32, § 3º, II.
200. C. Art. 32, § 4º, I.
201. C. Art. 32, § 4º, II.
202. E. Não conterão a cláusula. Art. 32, § 5º.
203. E. Exceto quando relativa à dívida mobiliária ou à externa. Art. 33.
204. C. Art. 33, § 1º.
205. C. Art. 33, § 2º.
206. C. Art. 33, § 3º.
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207. C. Art. 33, § 4º.
208. E. O Banco Central do Brasil está proibido, desde 2 anos da publicação da LRF, a emitir títulos da dívida pública. Art. 34.
209. E. Não existe a exceção colocada. Art. 35.
210. C. Art. 35, § 1º, I.
211. E. Refinanciar dívidas não contraídas junto à própria instituição concedente. Art. 35, § 1º, II.
212. E. Não impede. Art. 35, § 2º.
213. C. Art. 36.
214. E. Não proíbe. Art. 36, parágrafo único.
215. C. Art. 37, I.
216. C. Art. 37, IV.
217. C. Art. 37, IV.
218. E. O que está vedada é a assunção de obrigação sem autorização orçamentária. Art. 37, IV.
219. E. A operação de crédito por antecipação de receita destina-se a atender insuficiência de caixa durante o exercício financeiro. Art. 38.
220. C. Art. 38, I.
221. C. Art. 38, II.
222. C. Art. 38, III.
223. C. Art. 38, IV, a.
224. E. No último ano de mandato. Art. 38, IV, b.
225. E. As operações de crédito por antecipação de receita não serão computadas para efeito do que dispõe a "regra de ouro" no inciso III do art. 167 da Constituição, desde que liquidadas até o dia dez de dezembro de cada ano. Art. 38, § 1º.
226. C. Art. 38, § 2º.
227. E. Tem competência. Art. 38, § 3º.
228. C. Art. 39, I.
229. C. Art. 39, II.
230. E. É vedada a concessão de garantia. Art. 39, III.
231. C. Art. 39, § 1º.
232. E. Existe uma exceção, conforme dispõe o art. 39, § 2º: "O Banco Central do Brasil só poderá comprar diretamente títulos emitidos pela União para refinanciar a dívida mobiliária federal que estiver vencendo na sua carteira".
233. C. Art. 39, § 3º.
234. E. Salvo para reduzir a dívida mobiliária. Art. 39, § 4º.
235. C. Art. 40.
236. C. Art. 40, § 1º.
237. C. Art. 40, § 1º, I.
238. E. O correto são transferências constitucionais, e não voluntárias. Art. 40, § 1º, II.
239. C. Art. 40, § 2º.
240. E. É nula, e não anulável. Art. 40, § 5º.
241. C. Art. 40, § 6º.
242. C. Art. 40, § 7º, I.
243. C. Art. 40, § 7º, II.
244. C. Art. 40, § 8º, I.
245. C. Art. 40, § 8º, II.
246. E. Poderão sim. Art. 40, § 9º.
247. E. A suspensão é até a total liquidação da mencionada dívida. Art. 40, § 10º.
248. E. A vedação é para os últimos dois quadrimestres (oito meses). Art. 42.
249. C. Art. 42, parágrafo único.
250. C. Art. 43, LRF e art. 164, § 3º, CF/88
251. E. Ficarão depositadas em contas separadas. Art. 43, § 1º.
252. E. É vedada. Art. 43, § 2º, I.
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254. C. Art. 44.255. C. Art. 45.
256. C. Art. 45, parágrafo único.
257. E. É nulo de pleno direito. Art. 46, LRF e art. 182, § 3º, CF/88.
258. E. Autonomia orçamentária também. Art. 47.
259. C. Art. 47, parágrafo único, I.
260. C. Art. 47, parágrafo único, II.
261. E. As condições são diferentes dos vigentes no mercado. Art. 47, parágrafo único, III.
262. C. Art. 48.
263. C. Art. 48, § único, I.
264. C. Art. 48, § único, II.
265. E. O padrão mínimo de qualidade é estabelecido pelo Poder Executivo da União. Art. 48, § único, III.
266. E. A disponibilização mínima dos dados referentes à pessoa física ou jurídica beneficiária do pagamento. Art. 48-A, I.
267. E. O correto é o lançamento e o recebimento de toda a receita das unidades gestoras, inclusive referente a recursos extraordinários. Art. 48-A, II.
268. E. As contas apresentadas pelo Chefe do Poder Executivo ficarão disponíveis. Art. 49.
269. E. O orçamento de investimento das estatais não está incluído nesse dispositivo. Art. 49, § único.
270. C. Art. 50, I.
271. E. A despesa e a assunção de compromisso serão registradas segundo o regime de competência, apurando-se, em caráter complementar, o resultado dos fluxos financeiros pelo regime de caixa. Art.
50, II.
272. C. Art. 50, III.
273. C. Art. 50, IV.
274. C. Art. 50, V.
275. C. Art. 50, VI.
276. E. Excluir-se-ão as operações intragovernamentais. Art. 50, § 1º.
277. C. Art. 50, § 2º.
278. E. O correto é a avaliação e o acompanhamento da gestão orçamentária, financeira e patrimonial. Art.
50, § 3º.
279. C. Art. 51.
280. C. Art. 51, I.
281. C. Art. 51, II.
282. E. O dispositivo ressalva as operações de crédito destinadas ao refinanciamento do principal atualizado da dívida mobiliária.Art. 51, § 2º.
283. E. O correto é informar as receitas realizadas e a realizar. Art. 52, I, a.
284. E. Será discriminada a despesa liquidada e não a empenhada. Art. 52, I, b.
285. C. Art. 52, II, a.
286. E. A discriminação das despesas é no bimestre e no exercício. Art. 52, II, b.
287. C. Art. 52, II, c.
288. E. Os valores referentes ao refinanciamento da dívida mobiliária constarão destacadamente nas receitas de operações de crédito e nas despesas com amortização da dívida. Art. 52, § 1º.
289. C. Art. 52, § 2º.
290. E. O correto é a apuração da receita corrente líquida. Art. 53, I.
291. C. Art. 53, II.
292. C. Art. 53, III.
293. E. Não é necessários a discriminação por unidade orçamentária. Art. 53, V.
294. E. O correto é a realização de operações de créditos que excedam o montante das despesas de capital. Art. 53, § 1º, I e art. 167, II da CF.
295. C. Art. 53, § 1º, II.
296. C. Art. 53, § 1º, III.
297. C. Art. 53, § 2º, I.
298. E. Serão apresentadas justificativas da frustação de receitas. Art. 53, § 2º, II.
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299. C. Art. 54, I, II, III, IV.
300. E. Será assinado pelas autoridades responsáveis pela administração financeira e pelo controle interno.
Art. 54, § único.
301. C. Art. 55, I, a.
302. E. Art. 55, I, b.
303. E. Art. 55, I, c.
304. E. As operações de crédito por antecipação de despesa estão incluídas no montante. Art. 55, I, d.
305. C. Art. 55, II.
306. E. Os demonstrativos são do último quadrimestre. Art. 55, III, a.
307. C. Art. 55, III, b, 1, 2, 3, 4.
308. E. O relatório de gestão fiscal dos titulares dos órgãos do Poder Legislativo, do Poder Judiciário e do Ministério Público não conterá informações relativas a operações de crédito, inclusive por antecipação de receita. Conterá apenas as informações relativas à alínea a do inciso I, e os documentos referidos nos incisos II e III do art. 55. Art. 55, § 1º.
309. E. Será publicado até 30 dias depois. Art. 55, § 2º.
310. C. Art. 55, § 3º.
311. C. Art. 55, § 4º.
312. E. O parecer prévio será recebido separadamente e não conjuntamente. Art. 56.
313. E. Na União, pelos Presidentes do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores, consolidando as dos respectivos tribunais. Art. 56, § 1º, I.
314. C. Art. 56, § 1º, II.
315. C. Art. 56, § 2º.
316. C. Art. 56, § 3º.
317. E. O prazo é de 60 dias. Art. 57.
318. C. Art. 57, § 1º.
319. C. Art. 57, § 2º.
320. E. As ações de recuperação de créditos são nas instâncias administrativa e judicial. Art. 58.
321. E. As metas estão estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias. Art. 59, I.
322. C. Art. 59, II.
323. C. Art. 59, III.
324. E. Se refere às providências tomadas para recondução dos montantes das dívidas consolidada e mobiliária aos respectivos limites. Art. 59, IV.
325. C. Art. 59, V.
326. C. Art. 59, VI.
327. C. Art. 59, § 1º, I.
328. C. Art. 59, § 1º, II.
329. C. Art. 59, § 1º, III.
330. E. Quando constatarem que os gastos com inativos e pensionistas. Art. 59, § 1º, IV.
331. C. Art. 59, § 1º, V.
332. E. Compete somente aos Tribunais de Contas. Art. 59, § 2º.
333. C. Art. 59, § 3º.
334. E. Poderá sim. Art. 60.
335. C. Art. 61.
336. E. Poderão sim. Art. 62, caput.
337. C. Art. 62, I.
338. C. Art. 62, II.
339. C. Art. 63, I.
340. E. O correto é semestralmente. Art. 63, II, b.
341. C. Art. 63, II, c.
342. C. Art. 63, III.
343. E. A divulgação dos relatórios e demonstrativos deverá ser realizada em até trinta dias após o encerramento do semestre. Art. 63, § 1º.
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345. C. Art. 64.346. C. Art. 64, § 1º.
347. E. Não há a compra de bens e valores dos Municípios, mas sim a doação de bens e valores aos Municípios. Art. 64, § 2º.
348. C. Art. 65, I.
349. E. Serão dispensados sim. Art. 65, II.
350. E. Somente estado de defesa e de sítio. Art. 65, parágrafo único.
351. E. Os prazos serão duplicados. Art. 66.
352. E. Inferior a 1% (um por cento). Art. 66, § 1º.
353. C. Art. 66, § 2º.
354. C. Art. 66, § 3º.
355. C. Art. 66, § 4º.
356. C. Art. 67.
357. C. Art. 67, I.
358. C. Art. 67, II.
359. E. Normas e padrões mais simples para os pequenos Municípios. Art. 67, III.
360. C. Art. 67, IV.
361. E. O conselho de gestão fiscal instituirá formas de premiação e reconhecimento público aos titulares de Poder que alcançarem resultados meritórios em suas políticas de desenvolvimento social, conjugados com a prática de uma gestão fiscal pautada pelas normas da LRF. Art. 67, § 1º.
362. C. Art. 67, § 2º.
363. C. Art. 68.
364. E. Não utilizados. Art. 68, § 1º, I.
365. C. Art. 68, § 1º, II.
366. C. Art. 68, § 1º, III.
367. E. Em débito com a Previdência Social. Art. 68, § 1º, IV.
368. C. Art. 68, § 1º, V.
369. E. Recursos provenientes do orçamento da União. Art. 68, § 1º, VI.
370. C. Art. 68, § 2º.
371. C. Art. 69.
372. C. Art. 73.
373. E. Não há a restrição para que o partido político tenha representação no Congresso Nacional. Art. 73- A.
Sites e Serviços
Editora Totus
http://www.editoratotus.com.br
Editora voltada para o segmento dos concursos públicos. Esta obra e as demais obras da editora podem ser adquiridas pelo site.
Associação Nacional dos Concurseiros – Andacon http://www.andacon.org.br
Entidade sem fins lucrativos que reúne concurseiros de todo o país e que tem por objetivo promover o concurso público como o mecanismo mais democrático e republicano de acesso aos cargos públicos.
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Blog mantido por Guto Bello. Apresenta dicas para concursos públicos, simulados virtuais gratuitos, análise de editais etc.
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