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CALDEIRAS E GERAÇÃO DE VAPOR. Profa. Roberta S. Leone 1

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(1)

Instalações em Sistemas

Industriais

Engenharia de Alimentos

Profa. Roberta S. Leone

CALDEIRAS E GERAÇÃO

DE VAPOR

(2)
(3)

Gerador de vapor é um trocador de calor

complexo que produz vapor a partir de energia térmica (combustível), ar e fluido vaporizante,

constituído por diversos equipamentos associados, perfeitamente integrados, para

permitir a obtenção do maior rendimento térmico possível

DEFINIÇÃO – GERADORES DE VAPOR

(4)

 Gerador de vapor d’água

 Mecanismo: uma caldeira é constituída por um vaso fechado à pressão com tubos, onde se

introduz água, que pela aplicação contínua de calor se transforma em vapor.

 Compreende corpo e tubos montados sobre

uma estrutura que envolve a fornalha (local de queima de combustíveis) e a própria caldeira

CALDEIRA

(5)

 2 tipos fundamentais: baseiam-se na disposição relativa entre os gases da combustão e a água a vaporizar

CADEIRAS FLAMOTUBULARES – os produtos da combustão (gases quentes) atravessam toda a caldeira pelo interior dos tubos, aquecendo e

vaporizando a água contida no corpo envolvendo os tubos

CALDEIRAS AQUATUBULARES – os gases quentes atravessam toda a caldeira por fora dos tubos, no

TIPOS DE CALDEIRA

(6)

 FLAMOTUBULAR

TIPOS DE CALDEIRA

(7)

 FLAMOTUBULAR

TIPOS DE CALDEIRA

(8)
(9)
(10)

 AQUATUBULAR

TIPOS DE CALDEIRA

(11)

FORNALHA:

CINZEIRO – lugar onde se depositam as cinzas e restos de combustível não queimado

QUEIMADOR (combustíveis líquidos) ou GRELHA

(combustíveis sólidos) parte própria para promover a queima de combustível, ou mais precisamente, a sua ignição

CÂMARA DE COMBUSTÃO – volume destinado a

promover a extinção de toda a matéria combustível

COMPONENTES CLÁSSICOS

(12)

CALDEIRA PROPRIAMENTE DITA – corresponde ao

vaso fechado à pressão com tubos, contendo a água a ser transformada em vapor

SUPERAQUECEDOR – responsável pela elevação da temperatura do vapor saturado gerado na caldeira propriamente dita, produzindo o vapor

superaquecido

ECONOMIZADOR – parte na qual a água de

alimentação da caldeira sofre uma elevação de sua temperatura, aproveitando o calor residual dos gases da combustão, antes destes serem eliminados pela chaminé

COMPONENTES CLÁSSICOS

(13)

PRÉ-AQUECEDOR DE AR – a função é aquecer o ar de combustão para a seguir introduzi -la na fornalha

(calor da chaminé ou calor sensível dos gases de combustão)

CANAIS DOS GASES – são trechos intermediários ou finais de circulação dos gases de combustão, até a chaminé

CHAMINÉ – é a parte que garante a circulação dos gases quentes da combustão através de todo o

sistema pelo chamado efeito de tiragem. Quando a

COMPONENTES CLÁSSICOS

(14)

 O ar frio, ou pré-aquecido, projeta-se na fornalha

 oxigênio do ar reage com o combustível (combustão)

 Os produtos da combustão com elevada temperatura, por efeito da tiragem do sistema, circulam por todas as partes da caldeira,

 Entram em contato com as superfícies de troca de calor até atingirem a chaminé a serem eliminados para a atmosfera

 A água, introduzida no interior da caldeira por intermédio de bombas, absorve a maior parte do conteúdo térmico dos gases

COMO FUNCIONA?

(15)

 Classes de pressão

 Grau de automação

 Tipo de energia empregada

 Tipo de troca térmica

CLASSIFICAÇÃO DAS CALDEIRAS

(16)

 Classes de pressão:

 Categoria A: pressão de operação é superior a 1960kPa (19,98 kgf/cm2);

 Categoria C: pressão de operação igual ou inferior a 588 kPa (5,99kgf/cm2) e volume interno igual ou inferior a 100 litros;

 Categoria B: caldeiras que não se enquadram nas categorias anteriores.

CLASSIFICAÇÃO DAS CALDEIRAS

(17)

 Grau de automação:

 manuais, semi-automática e automática.

 Energia empregada:

 combustível sólido, líquido, gasoso, caldeiras elétricas e caldeiras de recuperação.

CLASSIFICAÇÃO DAS CALDEIRAS

(18)

CALDEIRAS

FLAMOTUBULARES

(19)

 Aquelas em que os gases provenientes da combustão (gases quentes) circulam no interior dos tubos,

ficando por fora a água a ser aquecida ou vaporizada

FLAMOTUBULARES

(20)

 Rendimento mais baixo

 Tamanho proporcionalmente maior

 Adequada a pequenas instalações industriais

 Podem ser de tubos verticais ou horizontais

FLAMOTUBULAR

(21)

FLAMOTUBULAR VERTICAL

c c c

c c

c c

c c

c

(22)

 Os tubos são colocados verticalmente num corpo cilíndrico fechado nas extremidades por placas, chamadas espelhos.

 A fornalha interna fica no corpo cilíndrico logo abaixo do espelho inferior

 Os gases de combustão sobem através dos tubos, aquecendo e vaporizando a água que está em volta deles

 As fornalhas externas são utilizadas principalmente no aproveitamento da queima de combustíveis de baixo poder calorífico, tais como: serragem, palha, casca de café e de amendoim e óleo combustível

FLAMOTUBULAR VERTICAL

(23)

 CALDEIRA CORNUÁLIA

 Constituída de um tubulão horizontal ligando a fornalha ao local de saída de gases

 É de funcionamento simples, porém de rendimento muito baixo

FLAMOTUBULAR HORIZONTAL

c c

c

(24)

 CALDEIRA LANCASTER

 É de construção idêntica à anterior, porém tecnicamente mais evoluída

 Pode ser constituída de dois a quatro tubulões internos

FLAMOTUBULAR HORIZONTAL

(25)

 CALDEIRA MULTITUBULAR

 A queima de combustível é efetuada em uma fornalha externa, geralmente construída em alvenaria

instalada abaixo do corpo cilíndrico

 Os gases quentes passam pelos tubos de fogo, e podem ser de um ou dois passes

 A maior vantagem é poder queimar qualquer tipo de combustível.

FLAMOTUBULAR HORIZONTAL

(26)

FLAMOTUBULAR HORIZONTAL

(27)

 CALDEIRA LOCOMÓVEL

 Tem como principal característica apresentar uma dupla parede em chapa na fornalha, pela qual a água circula

 Facilidade de transferência de local e de poder produzir energia elétrica

 É usada em serrarias junto à matéria-prima e em campos de petróleo

FLAMOTUBULAR HORIZONTAL

(28)

FLAMOTUBULAR HORIZONTAL

(29)

VANTAGENS

 custo de aquisição mais baixo

 exigem pouca alvenaria

 atendem bem a aumentos instantâneos de demanda de vapor

FLAMOTUBULAR

(30)

DESVANTAGENS

 baixo rendimento térmico

 partida lenta devido ao grande volume interno de água

 limitação de pressão de operação (máx. 15 kgf/cm²)

 baixa taxa de vaporização (kg de vapor / m² . hora);

 capacidade de produção limitada

 dificuldades para instalação de economizador, superaquecedor e pré-aquecedor

FLAMOTUBULAR

Profa. Roberta S. Leone 30

(31)

Corpo

Casco ou carcaça, é construído a partir de chapas de aço carbono calandradas e soldadas

Seu diâmetro e comprimento estão relacionados à capacidade de produção de vapor

Espelhos

são chapas planas cortadas em forma circular, de modo que encaixem nas duas extremidades do corpo da caldeira e são fixadas através de soldagem

Feixe tubular ou tubos de fogo

composto de tubos que são responsáveis pela absorção do calor contido nos gases de exaustão usados para o aquecimento da água

PARTES DA CALDEIRA FLAMOTUBULAR

(32)

PARTES DA CALDEIRA FLAMOTUBULAR

(33)

CALDEIRAS

AQUATUBULARES

(34)

 Os tubos que, nas caldeiras flamotubulares, conduziam gases aquecidos, passaram a

conduzir a água

 Aumentou muito a superfície de aquecimento

 Aumentando bastante a capacidade de produção de vapor

CALDEIRAS AQUATUBULARES

(35)

 de tubos retos, com tubulão transversal ou longitudinal

 de tubos curvos, com diversos tubulões

transversais ou longitudinais utilizados na geração (máximo 5)

 de circulação positiva

 compactas

TIPOS DE CALDEIRAS AQUATUBULARES

(36)

Consistem de um feixe tubular de transmissão de calor, com uma série de tubos retos e paralelos, interligados

a uma câmara coletora. Essas câmaras comunicam -se com os tubulões de vapor (superiores), formando um

circuito fechado por onde circula a água

CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS

RETOS

(37)

CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS

RETOS

(38)

CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS

RETOS

(39)

VANTAGENS

 facilidade de substituição dos tubos

 facilidade de inspeção e limpeza

 não necessitam de chaminés elevadas ou tiragem forçada

CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS

RETOS

(40)

DESVANTAGENS

 necessidade de dupla tampa para cada tubo (espelhos)

 baixa taxa de vaporização específica

 rigoroso processo de aquecimento e de elevação de carga (grande quantidade de material refratário)

CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS

RETOS

(41)

 não apresentam limites de capacidade de produção de vapor

 interliga os tubos curvos aos tubulões por meio de solda ou mandrilagem

CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS

CURVOS

(42)

CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS

CURVOS

(43)

 Partindo deste modelo, foram projetadas novas caldeiras

 Reduziu-se o número e o diâmetro dos tubos

 Acrescentou-se uma parede de água em volta da fornalha

 Proteção do material refratário com o qual a parede da fornalha é construída

CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS

CURVOS

(44)

CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS

CURVOS

(45)

CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS

CURVOS

(46)

VANTAGENS

 Redução do tamanho da caldeira

 Queda da temperatura de combustão

 Vaporização específica maior, variando na

faixa de 30 kg de vapor/m² a 50 kg de vapor/m2 para as caldeiras com tiragem forçada

 Fácil manutenção e limpeza

 Rápida entrada em regime

 Fácil inspeção nos componentes.

CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS

CURVOS

(47)

CALDEIRAS AQUATUBULARES DE TUBOS

CURVOS

(48)

 Dentro da categoria das caldeiras de tubos curvos surgiram as caldeiras compactas

 Com capacidade média de produção de vapor em torno de 30 ton/h

 Equipamentos apropriados para instalação em locais com espaço físico limitado

CALDEIRAS COMPACTAS

(49)

 Circulação da água nas caldeiras ocorre por diferenças de densidade

 Circulação natural provocada pelo aquecimento da água e vaporização

 Se a circulação for deficiente, poderá ocorrer um superaquecimento localizado, com

consequente ruptura dos tubos

CALDEIRA DE CIRCULAÇÃO POSITIVA

(50)

CALDEIRA DE CIRCULAÇÃO POSITIVA

(51)

VANTAGENS

 Tamanho reduzido

 Não necessitam de grandes tubulões

 Rápida geração de vapor

 Quase não há formação de incrustações, devido à circulação forçada

CALDEIRA DE CIRCULAÇÃO POSITIVA

(52)

DESVANTAGENS

 Paradas constantes, com alto custo de manutenção

 Problemas constantes com a bomba de circulação, quando operando em altas pressões

CALDEIRA DE CIRCULAÇÃO POSITIVA

(53)

 Tubulão superior (ou tambor de vapor)

 Tubulão inferior (ou tambor de lama)

 Feixe tubular

 Parede de água

 Fornalha

PARTES DAS CALDEIRAS

AQUATUBULARES

(54)

 Elemento da caldeira onde é injetada a água de alimentação e de onde é retirado o vapor

TUBULÃO SUPERIOR

(55)

1. Área dos tubos de descida da água do feixe tubular

(downcomers)

(56)

2. Área de tubos vaporizantes (riser), que descarregam a mistura de vapor e água contra a chicana 6

6

(57)

3. Área dos tubos do superaquecedor, mandrilados no

tambor

(58)

4. Filtro de tela ou chevron

(59)

5. Tubo de drenagem da água retirada no filtro

(60)

6. Tubo distribuidor da água de alimentação

(61)

7. Tubo coletor de amostras de água e da descarga

contínua

(62)

8. Chicana

(63)

Os tubos são mandrilados nos tubulões e se dividem em

tubos de descida d’água e tubos de geração de vapor,

que descarregam a mistura água/vapor no tubulão.

(64)

Na descarga dos tubos de geração de vapor é instalada uma chicana (chapa defletora) que é uma caixa fechada no fundo e nos lados, destinada a separar a água contida no tubulão e amenizar as variações do nível de água, ocorridas no

tubulão de vapor

(65)

Existe ainda no tubulão superior um conjunto constituído de chapas corrugadas, denominado chevron ou filtro, cuja

finalidade é reter a maior quantidade possível de partículas

sólidas ou líquidas arrastadas pelo vapor, antes de o vapor

sair para o superaquecedor

(66)

 É construído em chapas de aço carbono

 Tubos de água que descem do tubulão superior

 Tubos de vaporização que sobem para o tubulão superior

 Tomadas para purga ou descarga de fundo - remover parte da lama e resíduos sólidos originários do

processo e que podem causar corrosão, obstrução e superaquecimento

 A qualidade do tratamento de água de alimentação da caldeira e os tratamentos e análises do processo

determinam a periodicidade das descargas a serem efetuadas

TUBULÃO INFERIOR

(67)

 No interior do tubulão recomenda-se instalar uma cantoneira que tem a função de promover uma

sucção ao longo do tambor

 Esta sucção arrasta a lama de toda extensão do tambor por diferença de pressão

CANTONEIRA

(68)

 É o conjunto de tubos que faz a ligação entre os tubulões da caldeira

 Circulação de água e vapor

 DOWNCOMERS – conduzem água do

tubulão superior para o inferior. São os tubos de decida

 RISES – tubos de subida – transportam mistura de água e vapor para o tubulão superior

FEIXE TUBULAR

(69)

Feixe tubular reto

 Caldeiras mais antigas

 Tubos ligados

através de caixas ligadas ao

FEIXE TUBULAR

(70)

Feixe tubular curvado

FEIXE TUBULAR

(71)

Feixe tubular com fluxo cruzado

FEIXE TUBULAR

(72)

Feixe tubular com fluxo axial

FEIXE TUBULAR

(73)

 Formada por tubos que estão em contato direto com as chamas e os gases

 Permite maior taxa de absorção de calor por radiação

1. Parede d’água com tubos tangentes

PAREDE D’ÁGUA

(74)

2- Paredes de água com tubos aletados

 Os materiais mais comuns usados na

construção das paredes de água são: tubo

ASTM A-178 (com costura) e tubo ASTM A-192 (sem costura).

PAREDE D’ÁGUA

Profa. Roberta S. Leone 74

(75)

 Local onde se processa a queima de combustível

 Também chamada de câmara de combustão

 Classificação

 Queima de combustível sólido

 Grelhas basculantes

FORNALHA

(76)

 Possuem suportes e grelhas

 Podem ser planas, inclinadas ou dispostas em formas de degraus - fixos ou móveis

 Lenha, carvão, sobras de produtos, casca de cacau, bagaço de cana, casca de castanha, etc.

 Alimentação manual ou automatizada

 Desvantagens: abaixamento de temperatura que pode ocorrer próximo à entrada de combustível, grande geração de resíduos e uso limitado em caldeiras de pequena capacidade.

FORNALHAS PARA QUEIMA DE

COMBUSTÍVEL SÓLIDO

(77)

 Usada para a queima de bagaço como combustível sólido

 Possui elementos de grelha denominados barrotes que se inclinam sob a ação de um acionamento

externo (ar comprimido ou vapor)

 Com a inclinação dos barrotes, a cinza escoa -se para baixo da grelha, limpando-a

 A redução de ar da combustão e a melhor

distribuição do bagaço sobre a grelha aumentam

FORNALHA COM GRELHAS BASCULANTES

(78)

 Queima de combustível sólido

 A queima e a alimentação se processam da mesma maneira que na grelha basculante, mas a limpeza é feita continuamente

 Não há basculamento dos barrotes

 A grelha é acionada por um conjunto motor-redutor que gera velocidade suficiente para retirar da

fornalha as cinzas formadas num determinado período

 O ar de combustão entra por baixo da grelha e serve para refrigeração, da mesma forma que na grelha

basculante.

FORNALHA COM GRELHA ROTATIVA

(79)

 Usadas quando se queimam óleo, gás ou combustíveis sólidos pulverizados

 Para caldeiras que queimam óleo ou gás, a

introdução do combustível na fornalha é feita através do queimador

FORNALHAS PARA QUEIMA DE

COMBUSTÍVEL EM SUSPENSÃO

(80)

 Peças destinadas a promover a queima dos combustíveis em suspensão

 Em volta do queimador, existe um refratário de formato cônico que tem as seguintes

finalidades:

auxiliar na homogeneização da mistura ar/combustível, graças ao seu formato

aumentar a eficiência da queima, graças a sua característica de irradiar o calor absorvido

dar forma ao corpo da chama

QUEIMADORES

(81)

PREPARAÇÃO DO COMBUSTÍVEL PARA A QUEIMA

 Dosar as quantidades adequadas de ar e combustível

 Atomizar o combustível líquido

 Gaseificar as gotículas através da absorção do calor ambiente (câmara de combustão)

 Misturar o combustível com o oxigênio do ar;

QUEIMADORES

(82)

 Constituído de tubos lisos ou aletados de aço resistente a altas temperaturas, distribuídos em forma de serpentina

 Aproveitam os gases de combustão para dar o devido aquecimento ao vapor saturado, transformando -o em vapor superaquecido

 Quando instalados dentro das caldeiras, podem estar localizados:

atrás do último feixe de tubos

entre dois feixes

sobre os feixes

na fornalha

SUPERAQUECEDORES

(83)

 Pode ser instalado separadamente da caldeira -

depende de outra fonte de calor para o aquecimento

 Pode ocorrer por convecção, radiação ou de forma mista, em função de sua configuração na construção da caldeira

 Tubos podem ser danificados, se não forem tomados alguns cuidados relativos à garantia de circulação de água/vapor na superfície interna, nas partidas e

paradas da caldeira

SUPERAQUECEDORES

(84)

Parte integrante de uma caldeira Ajudam na boa operação

 Economizador

 Pré-aquecedor

 Soprador de fuligem.

EQUIPAMENTOS PERIFÉRICOS

(85)

Aquecer a água de alimentação da caldeira

Localizado na parte alta da caldeira entre o tambor de vapor e os tubos geradores de vapor

Os gases são obrigados a circular através dele, antes de saírem pela chaminé

Tubos de aço maleável ou tubos de aço fundido com aletas

ECONOMIZADOR

(86)

ECONOMIZADOR EM SEPARADO

 Usado nas caldeiras de baixa pressão (25kgf/cm²)

 É construído geralmente de tubos de aço ou ferro fundido com aletas

 No seu interior circula a água e por fora circulam os gases de combustão

ECONOMIZADOR

(87)

ECONOMIZADOR INTEGRAL

Empregado nas caldeiras de maior capacidade de produção

Todo o gás carbônico e o oxigênio, devem ser retirados da água de alimentação, porque quando estes elementos são aquecidos aumentam a corrosão pelo lado interno dos

tubos

A corrosão nos tubos de economizadores pode ocorrer tanto na superfície interna quanto na externa

Internamente a corrosão pode ser causada por impurezas contidas na água por deficiência no tratamento

ECONOMIZADOR

(88)

 Trocador de calor que eleva a temperatura do ar antes que este entre na fornalha

 O calor é cedido pelos gases residuais quentes ou pelo vapor da própria caldeira

PRÉ-AQUECEDOR DE AR

(89)

 Vantagem: melhorar a eficiência da caldeira pelo aumento da temperatura de equilíbrio na câmara de combustão

 Pelo aumento de temperatura dos gases, a

montagem da fornalha exige tijolos refratários fabricados com materiais de melhor qualidade

 A existência de pré-aquecedores causa um

aumento na perda de carga no circuito ar/gás

PRÉ-AQUECEDOR DE AR

(90)

Classificados de acordo com o princípio de funcionamento

 pré-aquecedor regenerativo

o calor dos gases de combustão é transferido

indiretamente para o ar, através de um elemento de armazenagem, por onde passa o ar e o gás de

combustão, alternadamente

placas de aço finas e corrugadas que são aquecidas quando da passagem dos gases de combustão e

resfriadas quando da passagem do ar

 pré-aquecedor tipo colméia

PRÉ-AQUECEDOR DE AR

(91)

Pré-aquecedor regenerativo

PRÉ-AQUECEDOR DE AR

(92)

PRÉ-AQUECEDOR TIPO COLMÉIA

 Os gases quentes, ao passarem pela colméia

refratária, trocam o calor com o ar frio que vai para a combustão

 Alguns tipos de caldeiras fazem o pré-

aquecimento do ar, utilizando-se do próprio vapor gerado. Este equipamento é

denominado pré-aquecedor de ar a vapor

PRÉ-AQUECEDOR DE AR

(93)

Permitem uma distribuição rotativa de um jato de vapor no interior da caldeira

Fazem a remoção da fuligem e depósitos formados na superfície externa da zona de convecção das caldeiras

SOPRADORES DE FULIGEM

(94)

Os tubos sopradores são providos de orifícios e são

distribuídos em pontos convenientes de modo a garantir jateamento na maior área de aquecimento possível

Dispositivo que introduz o tubo de sopragem no interior da zona de convecção, sendo acionado manual ou

automaticamente.

SOPRADORES DE FULIGEM

(95)

 A conveniência de redução do consumo de óleo em caldeiras e os estímulos ao emprego da energia elétrica têm influenciado na decisão pela instalação de caldeiras elétricaS

 Tipos: resistência e eletrodos submersos

 Em áreas onde há suprimento abundante de energia elétrica, é vantajosa a instalação de equipamentos eletrotérmicos dados os

CALDEIRAS ELÉTRICAS

(96)

OUTRAS VANTAGENS

 Ausência de poluição ambiente

 Modulação de carga de O a 100%

 Resposta rápida à variação de consumo de vapor

 Manutenção simples - Apenas bombas

 A falta d 'água não provoca danos à caldeira

 Área reduzida de instalação

 Não necessita área para estocagem de combustível

CALDEIRAS ELÉTRICAS

Profa. Roberta S. Leone 96

(97)

OUTRAS VANTAGENS

 Redução considerável no custo do vapor em relação ao produzido por óleo combustível

 Melhora o fator de potência como

consequência do aumento da potência ativa

 Melhora o fator de carga elétrica instalada, e com isto:

reduz o preço médio do kWh consumido

CALDEIRAS ELÉTRICAS

(98)

 Portaria DNSHT-20 de 6 de maio de 1970

 Art. 7.º - As caldeiras, de qualquer

estabelecimento serão instaladas em "Casa de Caldeiras". Parágrafo único. Excetuam-se, para efeito de aplicação deste artigo, as pequenas unidades de 100 kgf/h, ou menos, de

capacidade de produção de vapor

NORMAS DE SEGURANÇA DE CALDEIRAS À

VAPOR

(99)

Art. 8.º - A "Casa de Caldeiras" deverá satisfazer aos seguintes requisitos:

constituir prédio separado, construído de materiais resistentes ao fogo, podendo estar anexo a outro edifício do

estabelecimento, mas afastado, no mínimo, 3 m (três metros) de outras edificações vizinhas

ser completamente isolada de locais onde se armazenem ou manipulem inflamáveis ou explosivos

não ser utilizada para qualquer outra finalidade com exceção de compressores, excluído, porém, o reservatório de ar

dispor de saídas amplas e permanentemente desobstruídas;

NORMAS DE SEGURANÇA DE CALDEIRAS À

VAPOR

(100)

 Art. 9.º - O projeto da "Casa de Caldeiras" será submetido à aprovação prévia do órgão regional competente em matéria de segurança e higiene do trabalho, mediante requerimento do interessado .

 Art. 12.º - Os exames e as provas, assim como a fixação da PMTP (Pressão máxima de trabalho

permitida), deverão ser executados de acordo com o que dispõe a NB-55 - Norma Brasileira para Inspeção deCaldeiras a Vapor - da ABNT.

NORMAS DE SEGURANÇA DE CALDEIRAS À

VAPOR

(101)

Art. 10.º - Todas as caldeiras serão, obrigatoriamente, submetidas à inspeção de segurança, interior e

exteriormente, nas seguintes oportunidades:

 antes de entrarem em funcionamento, quando novas

 depois de reforma, modificações, conserto

importante ou após terem sofrido qualquer acidente

 periodicamente, pelo menos uma vez ao ano, quando estiverem em serviço

 após intervalo de inatividade de 4 (quatro) meses ou

NORMAS DE SEGURANÇA DE CALDEIRAS À

VAPOR

Referências

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