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Perspectiva Face ao Novo Curriculo Minimo :: Brapci ::

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gfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

A G R A D U A Ç Ã O E M B IB L lO T E C O N O M IA : P E R S P E C T IV A F A C E A O N O V O C U R R IC U L O M IN IM O

SUM M ARY Classificação e Referência, não foi bem

interpretada. Os professoes recrutados

para lecionar essas disciplinas não se

integraram realmente ao curso e não se

definiu o por quê lecionar Evolução do

Pensamento Filosófico e Científico;

Intro-dução aos Estudos Históricos e Sociais;

História da Arte numa Escola de Bibliote-conomia.

Além disso, a falta de recursos

huma-nos e financei ros levou algumas escolas

a destinar carga horária reduzida para as

disciplinas culturais. E, o que foi mais

grave, a posicioná-Ias indevidamente no

plano do curso visando a oferecê-Ias a

2 ou 3 turmas ao mesmo tempo.

Por não ter um objetivo bem

defini-do e com número de horas reduzido,

as disciplinas culturais pouco a pouco

se transformaram em "ornamentais". A

utilidade delas passou a ser para atrair

candidatos para o vestibular, já que as

disciplinas técnicas, por serem muito

específicas, não serviam como atrativo.

Em decorrência da insatisfação

rei-nante, propostas de mudança do

currr-culo começaram a aparecer. Constata-se

total falta de consistência nas

propos-tas apresentadas até 1971. O que se

propunha, em 1965, não apareceu na

proposta de 1968 e, isto, mais uma vez,

ocorreu em 1971. A maioria das matérias

propostas não passava de desdobramentos

ou mudanças de terminologia. As escolas

se esqueciam que tinham liberdade para

fazer isso sem que fosse necessário alterar

o currículo minimo no CFE. Frustadas

as tentativas de mudança do currículo

acima mencionadas, o assunto volta a apa-

RQPONMLKJIHGFEDCBA

C o n s i d e r a t i o n s o n t h e n e w m i n i m u m

c u r r i c u l u m a o p r o v e d b y t h e G o v e m m e n t

E d u c a t i o n C o u n c i l a n d o n t h e d i ffi c u l

-t i e s fo r i t s e s t a b l i s h m e n t .

I s p r e s e n t s s u g g e s t i o n s t o s o l v e t h e

m o s t s e r i o u s p r o b l e m s , w h i c n a r e t h e

i n fr a - s t r u c t u r e o n e s : p r e p a r a t i o n o f t h e

t e a c h i n g b o d y ; c r i t e r i a fo r s e l e c t i o n o f

s t u d e n t s a n d t h e l i b r a r y a d j u s t m e n t

t o t h e c o u r s e i t s e l f. I s e n d s g i v i n g e m p h a s i s

t o t h e r o l e o f A B E B D i n t h e promotion o f a b i g g e r a d a p t a t i o n b e t w e e n t h e c o u r s e s

a n d t h e t e a c h i n g s t a ff

A G R A D U A Ç Ã O E M B IB lIO T E C O N O M IA : P E R S P E C T IV A F A C E A O N O V O C U R R IC U L O M IN IM O

M aria M artha de Carvalho *

RESUM O O Currículo M inimo de

Bibliotecono-mia, aprovado pelo Conselho Federal

de Educação (CFE), em 1962, constituiu

marco significativo para a

Bibliotecono-mia brasileira e fator decisivo para se

con-seguir o tão almejado nível universitário

para os bibliotecários. Também foi ele

que procurou conciliar as duas correntes

de influência na formação de

bibliotecá-rios: a francesa ou humanista e a americana

ou tecnicista. Por ter sido a primeira

iniciativa de padronização, a

implanta-ção do curriculo m rn im o trouxe

inúme-ras dificuldades às Escolas. A inclusão

das matérias culturais, com vista a

forne-cer embasamento ao bibliotecário, para

e x e rc rc io de atividades, tais como: C o n s i d e r a ç õ e s s o b r e o n o v o c u r r i c u l o

a p r o v a d o p e l o C o n s e l h o F e d e r a l d e E d u

-c a ç ã o e s o b r e d i fi c u l d a d e s n a s u a i m p l a n

-t a ç ã o .

A p r e s e n t a s u g e s t õ e s p a r a s o l u c i o n a r o s

p r o b l e m a s m a i s s é r i o s , q u e s ã o o s d e

i n fr a - e s t r u t u r a : p r e p a r a ç ã o d e c o r p o d o

-c e n t e ; c r i t é r i o s d e s e l e ç ã o d e a l u n o s e

a a d e q u a ç ã o d a b i b l i o t e c a d o p r ó p r i o

c u r s o . F i n a l i za e n fa t i za n d o o p a p e l d a

A B E B D n a p r o m o ç ã o d e u m m a i o r

e n t r o s a m e n t o e n t r e o s c u r s o s e s e u s

d o c e n t e s .

Keyword - C u r r i c u l u m : L i b r a r i a n s h i p .

A B E B E D g r a d u a t i o n :

func-t i o n

Palavra chave - C u r r i c u l o : B i b l i o t e c o n o

-m i a .

G r a d u a ç ã o A B E B D : F u n - "

ç ã o

* P ro fe s s o ra d a E s c o la d e B ib lio te c o n o m ia d a U F M G . A s s e s s o ra d a B ib lio te c a C e n tra l d a U F M G .

~

20 R e v is ta B ra s ile ira d e B ib lio te c o n o m ia e D o c u m e n ta ç ã o 1 8 (1 /2 ):2 0 -6 , ju n . 1 9 8 5 R e v is ta B ra s ile ira d e B ib lio te c o n o m ia e D o c u m e n ta ç ã o 1 8 (1 /2 ):2 0 -6 , ju n . 1 9 8 5 .

(2)

M aria M artha degfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBAC a rv a lh o

recer na pauta das reuniões da ABEBD_

Em 1976, na reunião realizada em

Campinas, foi criada uma comissão

formada de representantes da UFM G,

UFPE e UFPR. A referida comissão

deve-ria preparar um ante-projeto para

poste-rior discussão em âmbito nacional. Os

estudos foram feitos em cada um dos

estados integrantes da comissão tendo

sido constiturdas equipes locais de

tra-balho. Após uma análise, os 3 estudos

das equipes estaduais deram origem a um

único documento.

Demonstrando maior maturidade, o

documento elaborado pela comissão.

levou em consideração questões básicas

para a mudança do c u rrrc u lo , expressas

nos seguintes pontos:

"1 A mudança de c u rrrc u lo rrunimo

se impõe como conseqüência de

uma mudança social maior.

2 A necessidade dessa mudança se

evi-dencia quando o profissional já não

corresponde totalmente às

exigên-cias sociais.

3 Deve-se delinear o produto final

que se pretende, em vista das

necessidades e tendências da

socie-dade.

4 O profissional que se deseja formar

deve responder â situação social

apresentada, e ser um agente de

transformação e desenvolvimento

da sociedade em que está inserido."

(1 )

Foi esse mesmo documento que

cons-tituiu a base para que um grupo de

professores de São Paulo (USO), Paraná,

Paraíba, Santa Catarina, M inas Gerais,

Brasília e o IBICT elaborasse, por

solici-tação do M EC, o ante-projeto de

currí-culo rmnirno, encaminhado finalmente ao

CFE.

Após luta que durou mais de 6 anos,

o novo currlculo mrnirno foi aprovado

com alterações. Essas alterações, em

parte, prejudicaram a filosofia que

orien-tou a proposta de mudança. M as ainda

resta a possibilidade de amenizar os

preju (zos quando as escolas elaborarem

seus currlculos plenos.

Passados exatamente 20 anos, tempo

que vigorou o currlculo mínimo anterior,

vamos iniciar uma nova etapa no ensino

da Biblioteconomia Brasileira.

RQPONMLKJIHGFEDCBA

E s t a d o a t u a l

No momento, as 30 escolas de

Biblio-teconomia existentes no pa ís estão

envolvidas na elaboração de seus curr

I-culos plenos. Por uma razão inexplicável,

a Resolução de CFE, que aprovou o

c u rrrc u lo mínimo, fez a nosso ver uma

exigência esdrúxula: as Escolas terão de

submeter ao CFE, cada uma de "per-si",

seu c u rrrc u lo pleno. Estariam os

legisla-dores duvidando da capacidade ou

seriedade dos responsáveis pelo ensino

em nossa área? Em caso afirmativo:

ter (amos dado prova de incompetência

em ocasiões anteriores? Prefiro pensar

ser essa uma inovação do CFE e que

irá fazer a mesma exigência para todas as

áreas.

M as não cabe agora discutir e sim

envidar esforços para que o plano de

cada curso considere as peculiaridades

2 2 Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação 1 8 (1 /2 ):2 0 -6 , jun. 1 9 8 5

A G R A D U A Ç Ã O E M B IB L lO T E C O N O M IA : P E R S P E C T IV A F A C E A O N O V O C U R R i'C U L O M (N IM O

regionais que estão a exigir formação de

profissionais diversificados para atender

às necessidades especificas da região.

Vale lembrar que a simples extensão

do curso, aumento de 3 para 4 anos,

pode representar um ônus para

insti-tuições e alunos se não houver uma

con-tra partida significativa para o

aprimora-mento do profissional que se deseja

formar. Isso reforça o que já foi' dito

por Polke "M udança curricular requer

liderança comprometida para transpor a

apatia profissional e encaminhar mudanças

graduais que facilitem o advento de um

novo ensino. Esta liderança teria que

criar uma estratégia na busca de meios

e modos pelos quais esta nova mudança

contribua para mudança efetiva na

edu-cação do bibliotecário brasileiro." (2)

As escolas, mais uma vez, serão

colo-cadas à prova na elaboração do c u

rrr-culo pleno. Deverão enfatizar os aspectos

sociais da Biblioteconomia, mas ao

dar ênfase não poderão perder de vista

a dimensão técnica que sempre foi

peculiar a ela. M as, como a

Biblioteco-nomia é uma profissão social por

excelên-cia, vale a pena correr o risco até ver o

novo profissional produzido.

foram criadas sem estar devidamente

pre-paradas. M as não é o momento de

cri-ticar o que foi feito e sim tentar corrigir

as deficiências.

C o r p o d o c e n t e

Um dos pilares de uma escola é, sem

dúvida, seu corpo docente. Para que haja

um bom desempenho, a equipe de

profes-sores deve estar integrada e em

cons-tante contato. A existência apenas de

pro-fessores de tempo parcial leva a um

estado geral de acomodação tornando

difícil, se não impossível, qualquer

entrosamento entre os colegas. O tempo

parcial, como norma geral, prejudica não

só a realização de atividades de pesquisa

mas, também, qualquer espécie de

traba-lho em equipe. Isso sem falar no prejuízo

para o próprio ensino, pois ao professor

não sobra tempo para aprimorar os

co-nhecimentos que irá transmitir aos alunos.

No recrutamento ou seleção

de.profes-seres. uma prática que as escolas

deve-riam evitar éa de admiti r recém-formados,

sem qualquer experiência profissional ou

treinamento didático, para assumir todas

as responsabilidades de uma disciplina. O

ideal seria admitir os recém-formados

como colaboradores ou auxiliares para

trabalhar sob a orientação de um

profes-Já se disse que uma escola se faz com sor experiente. Dessa maneira, a escola

professores e alunos. Para completar eu estimularia a formação de novos

profes-diria que a biblioteca também constitui sores que, no futuro, reforçaria os

qua-elemento básico na infra-estrutura da dros de docentes. Na maioria das

esco-Escola. Ias, atualmente, é reduzido esse quadro.

No Brasil, pela necessidade urgente Essas situações trazem inúmeros

pre-de formar bibliotecários, as escolas ju (zos não só para o conceito da escola

(3)

~

srqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

M aria M artha de Carvalho

como para o aproveitamento dos alunos.

Se o objetivo precípuo das escolas é

formar profissionais criativos, dotados de

iniciativa, a primeira medida a ser tomada

deverá ser a melhoria do corpo docente.

Precisamos, de maneira acelerada,

aumen-tar o número de professores de tempo

integral em nossas escolas. Em 1963

as Normas de M edellin (3)

recomenda-vam que as Escolas deveriam ter um

rmni-mo de 3 professores em tempo integral.

M as, passados 20 anos, quando aquele

m ín im o já deveria ter sido ampliado,

constatamos, com certa tristeza, que a

maioria das escolas brasileiras ainda

con-tinua funcionando sem professores em

tempo integral. Outro problema que

precisa ser urgentemente enfrentado pelas

escolas é o da capacitação docente.

Devem as escolas se conscientizar que seus

professores precisam possuir a mesma

qualificação dos professores das outras

unidades universitárias. Deverão ser dadas

oportunidades aos professores para se

aperfeiçoar, através de seminários,

partici-pação em cursos de especialização,

rnes-trado e doutorado. Nesse esforço de

capa-citação dos docentes as escolas, em

ne-nhum momento, devem se esquecer da

formação didática, pois não basta saber

"o que" transmitir mas também "como

transmitir".

RQPONMLKJIHGFEDCBA

C o r p o d i s c e n t e

A matéria prima das escolas de

Biblio-teconomia é seu corpo discente. ~ essa

matéria prima que deve ser trabalhada

para no final se transformar nos

profis-24

sionais criativos que todos de se jamos.

As motivações para estudar

Bibliote-'conomia são variadas. Há os que se

. sentem atraidos pela Biblioteconomia;

os que querem um curso que Ihes dê um

diploma universitário sem muito esforço;

os que querem ocupar o tempo com

alguma coisa.

As escolas recebem também os que,

por duas ou mais vezes, tentaram o

ves-tibular para outros cursos e que chegam

à Biblioteconomia sem saber o que

realmente 'querem. E, por falar, em

ves-tibular, algo está errado. O sistema

vi-gente não é eliminatório mas apenas

elas-sificatório. E, por não existir grande

com-petição na área de Biblioteconomia, o

total de pontos dos primeiros colocados

não Ihes permitiria atingir nem mesmo

os últimos lugares em alguns cursos.

Diante dessa realidade, muito

impor-tante será a missão dos professores

que motivarão os alunos para que, pouco

a pouco, descubram a razão de estar na

escola e qual o papel do bibliotecário na

sociedade.

B i b l i o t e c a

A biblioteca, como suporte no processo

ensino-aprendizaqern, é um fato que não

se discute; porém, ainda constitui um

so-nho contar-se com uma bibliografia

rnrnirna para formar os acervos das

biblio-tecas nas escolas de Bblioteconomia. Os

acervos dessas bibliotecas, assim como os

serviços que oferecem, estão longe'

-salvo raras exceções - de atenderem

sa-tisfatoriamente aos alunos e professores.

Revista Brasileira de Biblioteconom ia e Docum entação 18(112):20-6, jun. 1985

A G R A D U A Ç Ã O E M B IB L lO T E C O N O M IA :P E R S P E C T IV A F A C E A O N O V O C U R R IC U L O M IN IM O

Um plano de reforço bibliotecário trará

beneHcios para o ensino, a pesquisa, mas

a aquisição desse material e a assinatura

de periódicos cada dia que passa se

tornam mais dispendiosas. Para sair desse

impasse, talvez a solução fosse desenvolver

um programa cooperativo em que todas

as escolas do País pudessem compartilhar

os recursos bi bliográficos diminuindo

sensivelmente as despesas. Seria, então,

recomendável que as escolas unissem

esforços e, sob a coordenação de algum

órgão, no caso a ABEBD ou o IBICT,

formassem um catálogo coletivo de livros e

periódicos. Contando com esse

instrumen-to passariam a utilizar o COM UT para

obtenção de cópias ou empréstimos das

obras.

E n t r o s a m e n t o e n t r e e s c o l a s

A necessidade de manter padrões,

pla-nejar e implementar programas, constitui

tarefa muito pesada para cada escola.

Assim, é necessário que elas cooperem e

colaborem mais do que vêm fazendo até

agora para assegurar o máximo de

benefí-cio para o ensino da Biblioteconomia.

Essa colaboração poderia se

desenvol-ver de várias maneiras:

1 Intercâmbio de professores, de um

Estado ou cidade entre as escolas. Isto

os auxiliaria a adquirir experiência em

contextos diferentes, examinar planos

de curso, trocar idéias dom outros

cole-gas sobre conteúdo programático e

meto-dologias adotadas. Além de todas essas

vantagens, teria outra que seria a de

"que-brar o gelo" para futuros contatos de um

colégio invisivel.

2 Preparação de material didático

-As escolas poderiam colaborar entre si

na preparação de materiais para ensino,

traduções de artigos, de livros textos

da área.

3 Organização de cursos - Para todos

que estão na área de ensino, 'constitui

ponto pacifico. Necessidade de

aprimora-mento dos conhecimentos dos

professo-res. Asism, seria necessário a realização

freqüente de cursos de extensão e de

reei-clagem para professores de uma escola, de uma região ou a nrvel nacional.

4 Encontro de professores,

coordena-dores didáticos e/ou di retores de escolas.

Infelizmente, por circunstâncias

diver-sas, nem todas as escolas estão no mesmo

n ivel de desenvolvimento. Em vista

dis-to, a reunião periódica de professores

seria muito válida. Eles poderiam discutir

problemas comuns e juntos tentar

solu-c io n ã -lo s .

O principal objetivo da ABEBD vem

ao encontro .das necessidades atuais das

escolas: proporcionar oportunidade para

os professores de escolas brasi leiras se

en-contrarem para discussão e resolução

de problemas comuns.

Terminada a árdua missão de

coor-denar a reforma do currrculo mínimo,

cabe à ABEBD intensificar esforços

para promover encontros dos professores

visando ao entrosamento tão sonhado.

C o n c l u s ã o

A Biblioteconomia brasileira já atingiu

sua maioridade. Já não precisamos buscar

(4)

M a ria M a rth a d e C a rv a lh o

srqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA

modelos estrangeiros para, sem qualquer

análise, implantá-Ios aqui. A existência

de 30 escolas, 6 cursos de pós-graduação

e de 4 periódicos já estáveis na área

podem confirmar isso.

M as, no momento em que é aprovado

um novo currículo mínimo para

gradua-ção, ainda se sente uma certa insegurança

por parte dos docentes. Esta insegurança

deixará de existir no momento em que

soubermos qual o profissional que

dese-jamos formar para a nossa realidade.

E :bom lembrar que o curric u lo não é

uma coisa estática, portanto, pode

e deve ser alterado sempre que houver

necessidade mas, como diz Cesarino

"não a sabor de impulsos momentâneos

e sim como resultado da análise da

situa-ção" (4)

.Essa liberdade na elaboração do

currr-culo pleno 'devidamente apoiada pela

infra-estrutura das escolas constitu ídas

pelos seus suportes, corpos docente e

discente, bem como a biblioteca,

contri-buirá para efetiva mudança da formação

26

do bibliotecário brasileiro das próximas

décadas.

RQPONMLKJIHGFEDCBA

R E F E R E N C I A S

F E R R E IR A , M a ria L u iz a A . G . e t a I. C u rr Ic u lo m rn irn o d e B ib lio te c o n o m ia .

R . E s c . B i b / i o t e c o n . U F M G , B e lo H o ri-z o n te , 6 (1 ) :9 2 0 · 9 , m a r. 1 9 7 7

2 P O L K E , A n a M a ria A th a v d e . E n s in o d e B ib lio te c o n o m ia : m a n u te n ç ã o o u m u -d a n ç a .R . E s c . Bibliotecon. U F M G , B e lo H o riz o n te ,1 2 (1 ):1 3 · 2 9 , m a r. 1 9 8 3 . 3 U N IV E R S ID A D D E A N T IO Q U IA . E s c u e la

In te ra m e ric a n a d e B ib lio te c o lo g ia . N o r -m a s p a r a e s c u e / a s d e b i b l i o t e c o t o g i a :

in fo rm e s d e Ia s M e s a s d e e s tu d io d e Ia p re p a ra c ió n d e lo s b ib lio te c a rio s e n Ia A m e ric a L a tin a . M e d e llin , C o lo m b ia , E d ito ria l U n iv e rs id a d A n tio q u ia , 1 9 6 8 . 4 C E S A R IN O , M a ria A u g u s ta d a N o b re g a .

O e n s in o d a b ib lio te c o n o m ia : u m c u rr

í-c u lo a s e r m u d a d o . R . E s c . B i b / i o t e c o n . U F M G , B e lo H o riz o n te , 2 (1 ):4 3 -5 9 , m a r. 1 9 7 3 .

R e v is ta B ra s ile ira d e B ib lio te c o n o m ia e D o c u m e n ta ç ã o18(1/2):20-6, ju n . 1985

Referências

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