S
EGURANÇA EA
UDITORIA DES
ISTEMASGestão Corporativa de Segurança
R
ECAPITULANDO...
Elementos importantes na Segurança da Informação CID (Confidencialidade, Integridade, Disponibilidade)
Ativos
Ameaças, Vulnerabilidades
Medidas de Segurança: Preventivas, Detectáveis e Corretivas Riscos
Impacto Impacto Incidente
T
EORIA DOP
ERÍMETROBaseada na estratégia militar de segmentar os ambientes
físicos para adotar as medidas de defesa adequadas a cada um
Aplicável ao ambiente de segurança das empresas,
contudo, extrapolando a segmentação também para contudo, extrapolando a segmentação também para ambientes lógicos
Exemplo: Acessos à Internet e sistemas segmentados por
T
EORIA DOP
ERÍMETROPara garantir melhor retorno dos mecanismos que
garantam os níveis de proteção da informação é importante se pensar na segmentação inteligente dos ativos.
Assim é possível se aplicar os controles adequados – Assim é possível se aplicar os controles adequados –
cada um oferecendo um nível previamente dosado de proteção.
T
EORIA DOP
ERÍMETROCumpre importante papel de alerta e de
mecanismo de resistência distribuído por áreas
Visa permitir que tentativas de acesso indevido e
invasão gerem sinais de alerta e se deparem com a invasão gerem sinais de alerta e se deparem com a resistência que propiciará tempo para que as
medidas contingenciais sejam tomadas antes da ação avançar ainda mais em direção ao alvo
T
EORIA DOP
ERÍMETROExemplo:
Auditoria restritiva de acesso à Internet
É necessário que os funcionários sejam logicamente
segmentados na rede. segmentados na rede.
Assim minimiza-se o risco de exceder o nível de
controle para uns ou oferecer-lhes um nível aquém das necessidades.
B
ARREIRAS DES
EGURANÇADevido à amplitude e complexidade do papel da
segurança, é comum estudarmos os seus desafios em camadas ou fases, dividindo o trabalho para melhor o conquistarmos! A esta divisão damos o nome de barreiras de segurança
As barreiras de segurança têm como principal As barreiras de segurança têm como principal
objetivo reduzir os riscos, e são dimensionadas adequadamente para proporcionar a mais perfeita interação e integração como se fossem peças de um quebra-cabeça.
B
ARREIRAS DES
EGURANÇAO modelo de barreiras de segurança implementa a
teoria do perímetro, segmentando perímetros físicos ou lógicos, e oferecendo níveis de
resistência e proteção complementares e crescentes
B
ARREIRAS DES
EGURANÇA- D
ESENCORAJARPrimeira das barreiras e cumpre o papel importante
de desencorajar as ameaças.
As ameaças podem ser desmotivadas ou perder o
estímulo por efeito de mecanismos físicos, tecnológicos ou humanos.
Exemplos Exemplos
Presença de câmeras de vídeo Aviso de existência de alarmes
Campanhas de divulgação da Política de Segurança
Treinamento dos funcionários informando as práticas de
B
ARREIRAS DES
EGURANÇA- D
IFICULTARO papel desta barreira é complementar à anterior
através da adoção efetiva dos controles que irão dificultar o acesso indevido
Exemplos
Dispositivos de autenticação para acesso físico Roletas
Detectores de metal
Detectores de metal Alarmes
Ou acesso lógico
Leitores de cartão magnético
Senhas, Smartcards, Certificados digitais Criptografia, Firewall
B
ARREIRAS DES
EGURANÇA- D
ISCRIMINARPermite identificar e gerir os acessos, definindo
perfis e autorizando permissões
Exemplos
Os sistemas são largamente empregados para
monitorar e estabelecer limites de acesso aos serviços de telefonia, perímetros físicos, aplicações de
de telefonia, perímetros físicos, aplicações de computador e bancos de dados
Os processos de avaliação e gestão do volume de uso
dos recursos, como e-mail, impressora, ou até mesmo o fluxo de acesso físico aos ambientes
B
ARREIRAS DES
EGURANÇA- D
ETECTARAdiciona à solução de segurança dispositivos que
sinalizem, alertem e instrumentem os gestores da segurança na detecção de situações de risco
Tentativas de invasão, contaminação por vírus,
descumprimento da Política de Segurança, cópia e envio de informações sigilosas de forma inadequada
Exemplos
Sistemas de monitoramento e auditoria para auxiliar na
identificação de atitudes de exposição, como o antivírus e o sistema de detecção de intrusos
B
ARREIRAS DES
EGURANÇA- D
ETERImpede que a ameaça atinja os alvos que suportam
o negócio. O acionamento desta barreira, ativando seus mecanismos de controle, é um sinal de que as barreiras anteriores não foram suficientes para conter a ação da ameaça
Exemplos Exemplos
Medidas de detenção
Ações administrativa e punitivas
Bloqueio de acessos físicos e lógicos,
B
ARREIRAS DES
EGURANÇA- D
IAGNOSTICARApesar de ser a última barreira do diagrama, esta fase
representa continuidade do processo de gestão de segurança da informação.
Elo de ligação com a primeira barreira, criando um
movimento cíclico e contínuo.
Barreira de maior importância
Análise de riscos (aspectos físicos, tecnológicos e humanos) Análise de riscos (aspectos físicos, tecnológicos e humanos) Diagnóstico mal feito pode ocasionar muitas falhas de
E
QUAÇÃO DOR
ISCOO risco é a probabilidade de que agentes, que são
ameaças, explorem vulnerabilidades, expondo os ativos a perdas de confidencialidade, integridade e
disponibilidade, e causando impacto nos negócios. Esses impactos são limitados por medidas de segurança que
protegem os ativos, impedindo que as ameaças explorem protegem os ativos, impedindo que as ameaças explorem as vulnerabilidades, diminuindo assim os riscos.
E
QUAÇÃO DOR
ISCOPor melhor que estejam protegidos os ativos, novas
tecnologias, mudanças organizacionais e novos
processos de negócio podem criar vulnerabilidades ou identificar e chamar a atenção para as já existentes.
Novas ameaças podem surgirNovas ameaças podem surgir
As medidas de segurança precisam ser reconsideradas.
R
ISCOT
ENDENDO AZ
ERONão existe segurança total
Devemos, contudo, estar preparados para suportar mudanças
nas variáveis da equação, reagindo com velocidade e
ajustando o risco aos padrões pré-especificados como ideal para o negócio
para o negócio
Não existe um resultado R igual para todos. Será sempre
necessário avaliar o nível de segurança apropriado para cada momento vivido pela empresa.
C
OMITÊC
ORPORATIVO DES
EGURANÇA DAI
NFORMAÇÃOO que já sabemos?
Posicionado hierarquicamente no organograma
Formatado a partir da clara definição de seu objetivo, estrutura,
funções, responsabilidades, etc
Fomentar o Modelo de Gestão Corporativa de Segurança da
Informação Informação
Ação interdepartamental
Interagir com o Comitê Executivo e o Comitê de auditoria
buscando sinergia dos macro objetivos da empresa
Alinhar e definir ações para os Comitês Interdepartamentais
C
OMITÊC
ORPORATIVO DES
EGURANÇA DAI
NFORMAÇÃOCoordenador do CCSI Security Officer
Estrutura Básica do Comitê
Coordenação Geral de Segurança
Coordenação de Segurança
Coordenação de Segurança Controle
Planejamento e Avaliação Execução
E
STRUTURA, F
UNÇÕES ER
ESPONSABILIDADES DOCCSI
Coordenação Geral de Segurança
Mobilizar as áreas associadas
Deliberar medidas e contra-medidas corporativas Deliberar medidas e contra-medidas corporativas
E
STRUTURA, F
UNÇÕES ER
ESPONSABILIDADES DOCCSI
Coordenação de Segurança
Avaliar os resultados alcançados
Propor mudanças
Propor medias e contra-medidas
E
STRUTURA, F
UNÇÕES ER
ESPONSABILIDADES DOCCSI
Planejamento e Avaliação
Elaborar relatórios gerenciais sobre os resultados
alcançados
Elaborar propostas de projetos específicos de
segurança segurança
Promover palestras de conscientização e manutenção
do conhecimento
E
STRUTURA, F
UNÇÕES ER
ESPONSABILIDADES DOCCSI
Controle
Conduzir ações de auditoria e monitoramento Analisar métricas dos índices e indicadores Realizar análise de risco
Treinar a função de Execução no manuseio dos índices
E
STRUTURA, F
UNÇÕES ER
ESPONSABILIDADES DOCCSI
Execução
Cumprir e fazer cumprir a Política de Segurança nos
ambientes associados
Informar à função Controle os resultados dos índices e
indicadores indicadores
Responder às questões de auditoria
Registrar ocorrências de quebra de segurança e
reportando-as à função de controle
P
ERFIL DOSE
XECUTORES DOCCSI
Coordenação Geral de Segurança
Security Officer com apoio de diretores e seus
representantes Coordenação de segurança Gestor de Segurança Planejamento e Avaliação Planejamento e Avaliação Consultor de Segurança Consultor de Contingência Analista de Segurança Assistente de Segurança
P
ERFIL DOSE
XECUTORES DOCCSI
Controle Auditor de Segurança Gerente de Risco Monitor de Segurança Execução Execução Administrador de Rede Gestor de Desenvolvimento Gestor de Produção Gestor de AplicaçãoR
EFERÊNCIASSÊMOLA, Marcos. Gestão da Segurança da
Informação: Uma visão executiva. Rio de Janeiro: Elsevier Editora, 2003. ISBN: 85-352-1191-8.