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SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS

DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ.

Certificação de marinas: contribuição para a

segurança socioambiental.

Rubens Carneiro Ulbanere

Docente – Curso de Relações Internacionais e Comércio Exterior UNAERP – Universidade de Ribeirão Preto – Campus Guarujá

rulbanere@superig.com.br

Markus C. Freitag

Bacharel em Administração de Empresas

UNAERP – Universidade de Ribeirão Preto – Campus Guarujá

markusfreitag@hotmail.com

Este simpósio tem apoio da Fundação Eduardo Lee. RESUMO:

A geração de resíduos e efluentes na operação de marinas e embarcações de esporte e recreio é um aspecto ambiental significativo, pois provocam impactos ambientais de elevada importância e magnitude. Os programas de certificação ambiental buscam adequar as marinas às normas ambientais do governo, contando com a colaboração dos usuários e apoio dos empresários. Com este trabalho, procurou-se analisar as normas nacionais e internacionais para certificação ambiental de marinas e como os métodos e Boas Práticas de Manejo - BPM, citadas auxiliam na prevenção da poluição e manutenção de uma marina mais limpa e também mais lucrativa, graças aos benefícios demonstrados. O método aplicado é baseado nas orientações de Demo (2000), com o trabalho definido como uma pesquisa teórica, bibliográfica, exploratória e qualitativa. Os documentos pesquisados e utilizados foram os sites especializados em meio ambiente e instalações de marinas, a legislação ambiental brasileira utilizada pela CETESB para licenciamento das marinas, manuais de programas ambientais nacionais (Projeto Marinas) e internacionais (Bandeira Azul), livros, trabalhos acadêmicos sobre poluição ambiental e estudos de caso feitos pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos. Os principais resultados demonstram que não é possível manter um meio ambiente saudável sem a imposição de normas ambientais rígidas, a implantação dos programas de certificação ambiental e o uso de boas práticas de manejo de seus usuários nas marinas. Os estudos de caso americano comprovam que a adequação às normas e a certificação ambiental trazem vários benefícios e maiores lucros. O programa Bandeira Azul certificou no Brasil a Marina Meliá em Angra dos Reis-RJ e a Praia do Tombo, em Guarujá-SP.

Palavras-chave: Meio ambiente, gestão ambiental, certificação, marinas. Seção 4 – Administração

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Apresentação: Oral 1. INTRODUÇÃO

As Marinas geralmente estão localizadas em águas costeiras, mas também podem ser encontradas em rios e lagos. Devido às suas atividades geram uma série de contaminantes que são descarregados no meio ambiente. Segundo Rezende (2004), as instalações náuticas em geral, assim como as Marinas de água doce e salgada, em alguns locais possuem instalações na água e para apoio em terra, também toda uma infraestrutura ao redor dos estabelecimentos tais como: oficinas para reforma e manutenção de embarcações, hospedaria, restaurantes, lanchonetes, bares, clubes, lojas, condomínios residenciais, equipamentos de lazer, instalações sócio esportivas, parques e toda a interface das atividades náuticas de lazer e recreação com a comunidade local. Estas organizações de recreação e lazer no entorno de reservatórios são responsáveis por inúmeras transformações nas margens, trazendo determinados benefícios econômicos, mas tornando mais intenso o comprometimento da qualidade das águas. Esse fato gera a poluição hídrica de represas, rios, lagos e cachoeiras, entre outros danos ambientais causados pelo crescimento descontrolado de atividades de turismo e recreação. O lançamento de esgotos, a geração de resíduos e gases pelas embarcações, a ineficiência ou falta de coleta de lixo e a falta de orientação dos próprios usuários agrava ainda mais a situação.

As principais fontes de poluição por hidrocarbonetos de petróleo em uma Marina são os combustíveis, os óleos, as graxas e os lubrificantes. Estes produtos encontram-se armazenados em postos de abastecimento e oficinas, em equipamentos fixos ou móveis e os derramamentos na água podem acontecer durante as operações de abastecimento de combustível e de manutenção e reparos de embarcações e motores; ou ainda através do escoamento superficial de águas pluviais de pátios de oficinas, rampas e outras instalações. Máquinas velhas ou em péssimo estado de manutenção podem ainda derramar óleo diretamente para a atmosfera e para a água durante seu funcionamento, conforme mostra a United States Environmental Protection Agency - USEPA (2001, apud REZENDE, 2004).

Conforme Rezende (2004) existem casos nos quais as Marinas estão localizadas em reservatórios, sendo que a baixa circulação de água pode afetar negativamente a concentração de oxigênio e aumentar significativamente a quantidade de matéria orgânica e material em suspensão.

Segundo Cardwell e Koons (1981, apud REZENDE, 2004), a qualidade da água no entorno de uma Marina depende em grande parte da hidrodinâmica local, ou seja, da renovação de água na área da Marina.

O Quadro 1 apresenta as principais características de um reservatório, as atividades e os aspectos ambientais condicionantes da qualidade da água no entorno de Marinas e terminais, bem como os fatores intervenientes e os impactos ambientais potenciais.

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Quadro 1 - Características, atividades e aspectos ambientais.

Característica/atividade/aspecto Fatores condicionantes Impactos ambientais potenciais

Hidrodinâmica local do corpo d’água Renovação da água Deposição e acúmulo de poluentes no substrato do fundo e na coluna d'água. Diminuição da concentração de oxigênio dissolvido na coluna d'água.

Estabilidade da linha de margem Vegetação ciliar. Topografia.

Estruturas de proteção de margens.

Assoreamento.

Escoamento superficial Impermeabilização do solo.

Desmatamento das margens.

Aumento da turbidez e da concentração de poluentes na água.

Abastecimento de combustível Tipos de instalações e

equipamentos. Aumento da concentração dehidrocarbonetos e metais pesados na água. Manutenção de embarcações Drenagem de pátios

oficinas, conveses, praça de máquinas.

Aumento da concentração de hidrocarbonetos, metais pesados e solventes na água.

Geração de resíduos sólidos Número de usuários.

Disposição final. Acúmulo de lixo às margens e no substrato de fundo, objetos boiando a deriva. Geração de águas servidas e

esgotos sanitários Número de usuários.Sistema de tratamento. Disposição final.

Aumento da concentração de DBO, nitrogênio, fósforo e coliformes fecais e da incidência de macrófitas aquáticas. Tráfego de embarcações Profundidade e substrato

do fundo. Aumento da turbidez.

Fonte: Rezende (2004)

Experiências de países desenvolvidos têm indicado que as “Boas Práticas de Manejo” (BPM) possibilitam a melhoria da qualidade ambiental e são baseadas em experiências colhidas durante anos em diversas Marinas pelo mundo. Têm resultado em uma série de ações e normas, as quais vêm reduzindo fontes de poluição (DOLGEN et al, 2002).

2. OBJETIVOS

Os objetivos são:

a) Diagnosticar os principais elementos de certificação ambiental para as Marinas.

b) Identificar as Boas Práticas de Manejo – BPM para as Marinas.

3. MATERIAIS E MÉTODOS

O pouco material disponível sobre procedimentos ecologicamente corretos de Marinas no Brasil conduziu uma pesquisa em material bibliográfico estrangeiro. As informações sobre a certificação ambiental nacional e internacional foi extraída diretamente de manuais e normas dos programas de certificação ambiental de Marinas.

Foi concebida como uma pesquisa de características: teórica, bibliográfica, exploratória e qualitativa. A pesquisa teórica é "dedicada a reconstruir teoria, conceitos, ideias, ideologias, polêmicas, tendo em vista, em termos imediatos, aprimorar fundamentos teóricos" (DEMO, 2000). Esse tipo de pesquisa é orientada no sentido de reconstruir teorias, quadros de referência, condições explicativas da realidade, polêmicas e discussões pertinentes. "O conhecimento teórico adequado acarreta rigor iii

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conceitual, análise acurada, desempenho lógico, argumentação diversificada, capacidade explicativa" (GIL, 1994).

O sentido exploratório da pesquisa, segundo Gil (1994), é desenvolvido com o objetivo de proporcionar visão geral, de tipo aproximativo, acerca de determinado fato. Este tipo de investigação é realizado em área na qual há pouco conhecimento acumulado e sistematizado que, por sua natureza de sondagem não comporta hipóteses. Segundo Beurem (2007), estas hipóteses poderão surgir durante ou ao final da pesquisa. É caracterizada, para Alyrio (2008), pela existência de poucos dados disponíveis, em que se procura aprofundar e apurar idéias e a construção de hipóteses.

O aspecto qualitativo de uma investigação pode estar presente até mesmo nas informações colhidas por estudos essencialmente quantitativos (RICHARDSON, 1999). Segundo o autor, os estudos que empregam uma metodologia qualitativa podem descrever a complexidade de determinado problema, analisar a interação de certas variáveis, compreender e classificar processos dinâmicos vividos por grupos sociais.

4. JUSTIFICATIVA

A Associação dos Construtores de Barcos do Brasil - ACOBAR (2011) destaca a importância do segmento náutico como alavanca do crescimento econômico e do desenvolvimento social, distribuindo renda, gerando empregos, expandindo o turismo e proporcionando melhoria da qualidade de vida. Segundo a ACOBAR (2011) uma embarcação de esporte, recreio e turismo se traduz na grande capacidade de gerar mão-de-obra, desde o projeto do barco, passando por sua construção, utilização e manutenção. O movimento produzido por ela em toda a cadeia náutica, criando sete postos de trabalho para cada barco produzido. Atualmente, o setor náutico brasileiro é responsável por milhares de empregos diretos e indiretos, na sua maioria em empresas de pequeno e médio porte, espalhadas por todo o país. Ao mesmo tempo em que o Brasil representa um dos maiores potenciais náuticos do mundo, reúne condições ideais para a prática do lazer e do esporte aquático: 8.500 km de costa navegável, ao longo de 17 estados, e um número imenso de rios, lagos, represas e hidrovias que somam 21 mil 115 quilômetros de águas navegáveis. O Brasil possui o segundo maior conjunto de águas interiores do planeta e o clima tropical, com a temperatura média anual em torno de 24°, também é altamente favorável.

A ACOBAR (2011) afirma que a náutica atrai o turismo, que é hoje um dos três maiores segmentos de negócios do mundo (os outros dois são armas e petróleo).

Segundo o site Brasil Azul (2011), o Brasil está começando a despertar para o turismo náutico. O número estimado de embarcações de esporte e recreio registradas na Capitania dos Portos deve ter alcançado 170 mil unidades. Proporcionalmente, no entanto, isto significa apenas 1 barco para 1400 habitantes, enquanto nos Estados Unidos esta relação é de 1 para 29, na Inglaterra é de 1 para 65 e na Itália, 1 para 125. Para um país que possui uma significativa costa marítima e importantes bacias hidrográficas, que somam 35 mil quilômetros navegáveis entre água doce

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e salgada, o potencial de desenvolvimento neste setor é relevante. Se a relação barco/habitante é singela, mais tímida ainda é a infraestrutura para atender as embarcações. De norte a sul, haveria aproximadamente somente 650 Marinas, iate clubes e garagens náuticas, em grande parte concentradas no eixo Rio – São Paulo. O turismo náutico exerce forte atração sobre um grande número de estrangeiros, proprietários de barcos, cada vez mais interessados em conhecer novos destinos. O fenômeno tem chamado a atenção dos órgãos fomentadores do turismo, como a EMBRATUR, para esta poderosa e mal explorada fonte de divisas que, anualmente, têm trazido ao país mais de 500 mil visitantes e cerca de 50 milhões de dólares.

5. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

5.1 CONSIDERAÇÕES SOBRE AS MARINAS.

Segundo Rezende (2004) pode-se afirmar que a qualidade da água no entorno de uma Marina ou de um terminal hidroviário, instalados em um reservatório é influenciada potencialmente por todas as atividades realizadas rio acima, ou seja, é influenciada por todas as atividades relacionadas ao uso e ocupação do solo na bacia hidrográfica. Este fato não diminui a responsabilidade de terminais hidroviários de passageiros, das Marinas e das embarcações de turismo, recreação e lazer, quanto ao seu papel junto à conservação dos recursos hídricos e de outros recursos naturais renováveis, como o solo e a vegetação ciliar, apenas evidenciam a necessidade de ações integradas entre os diversos usos da água no âmbito da bacia hidrográfica para garantir a sustentabilidade socioambiental.

Os aspectos ambientais da operação cotidiana de Marinas indicam a necessidade de introdução da variável ambiental nos sistemas de gerenciamento destes empreendimentos, pois suas atividades ocorrem diretamente nos corpos d’água e nas margens de rios e reservatórios, áreas estratégicas para o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos e protegidas por uma legislação ambiental rigorosa. A gestão adequada de resíduos e efluentes em Marinas e terminais requer a adoção de uma série de medidas e práticas conjuntas de forma sistematizada, para garantir a qualidade da água no seu entorno. Somente a adoção de métodos de prevenção, controle e combate da poluição normalmente não são suficientes para resolver os problemas de degradação ambiental e qualidade da água em rios, lagos ou reservatórios.

Pelas pesquisas de Rezende (2004, p. 10) a aprovação e a regulamentação da Lei Federal n º 9966 de 2000 e com a edição, para o Estado de São Paulo, da Resolução da Secretaria Estadual do Meio Ambiente - SMA n° 04 de 2002, vem auxiliando a geração de poluição. A adoção de programas para resíduos e efluentes, ou até mesmo de sistemas de gestão ambiental e o desenvolvimento tecnológico aliados à capacitação dos recursos humanos, serão prioritários para implementar procedimentos capazes de garantir a eficácia dos processos de prevenção, v

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controle e combate da degradação ambiental e da poluição hídrica nestas organizações.

5.2 PROGRAMAS DE CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL.

Segundo Dijk (2010, p. 25) um "selo" ecológico é um rótulo que auxilia o mercado para identificar produtos ou serviços como sendo menos nocivos ao meio ambiente do que similares com a mesma função. Além disso, sistemas de rotulagem ecológica precisam ser acompanhados por certos indicadores, tais como sustentabilidade e ecoturismo. O regime de rotulagem ecológica é uma ferramenta ajuda a manter sustentáveis os desempenhos ambientais. Um rótulo ecológico como o Programa Bandeira Azul orienta para as melhores práticas ambientais.

5.2.1 O Programa Bandeira Azul – Certificação internacional.

Segundo o Instituto Ambiental Ratones (2008), o “Programa Bandeira Azul para Praias e Marinas” é desenvolvido pela Organização Não-Governamental Internacional FEE (Foundation for Environmental Education) e é um selo ecológico amplamente reconhecido em todo mundo. O Programa Bandeira Azul tem como objetivo elevar o grau de conscientização dos cidadãos e dos tomadores de decisão para a necessidade de se proteger o ambiente marinho e costeiro e incentivar a realização de ações que conduzam à resolução dos conflitos existentes. O Programa Bandeira Azul foi iniciado na França em 1985 e vem sido utilizado em toda a Europa desde 1987 e em países não europeus desde 2001, quando a África do Sul tornou-se membro da FEE. Atualmente vários países de todo o mundo participam do Programa Bandeira Azul, cujo logotipo pode ser visto na Figura 1.

Pelas pesquisas realizadas por Dijk (2010) o rótulo ecológico se tornou um símbolo internacional de qualidade reconhecido por turistas e os operadores turísticos e pode ser usado para a promoção dos destinos premiados. Segundo Dijk (2010) na década de 1990 a consciência ecológica de turismo cresceu e até o ano de 2001 existiam cerca de 60 prêmios e certificados ambientais apenas na Europa.

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Fonte: Instituto Ratones (2011)

O mais antigo e mais bem sucedido desses sistemas de certificação é o Programa Bandeira Azul, que é um rótulo ecológico ambiental internacional atribuído anualmente às praias e Marinas participantes. O programa é executado pela FEE e em 2007, a certificação foi concedida a 3.312 praias e Marinas em 36 países na Europa, África do Sul, Marrocos, Nova Zelândia, Canadá e Caribe. O objetivo do Programa Bandeira Azul é para que governos, empresas e indústrias de lazer cuidem e mantenham os cuidados com a água e seu ambiente. Os turistas reconhecem o certificado do programa Bandeira Azul como símbolo internacional da boa qualidade das praias e Marinas.

Para serem elegíveis para a atribuição do Bandeira Azul, uma praia ou Marina tem que atender a certos critérios em matéria de educação e informação ambiental, qualidade da água, gestão ambiental, segurança e serviços. Desde sua criação em 1987, o rótulo ecológico ganhou amplo reconhecimento no setor do turismo, bem como com entre os turistas e tornou-se um dos elementos de promoção de destinos turísticos e de escolha para os operadores turísticos e turistas. O programa atingiu um estágio em que está bem estabelecido na Europa e sua presença ou ausência em uma praia significa algo para os turistas e para as empresas de turismo. O sucesso da marca também pode ser visto nos resultados de uma pesquisa de opinião da FEE em 1997, na qual 92% dos entrevistados identificaram o projeto Bandeira Azul como bem sucedido e com resultados satisfatórios. Segundo Europa (2009, apud DIJK, 2010), eles também identificaram os efeitos primários do projeto como "melhoria da qualidade da água", "uma melhor gestão do lixo" e "promoção de ações ambientais em geral".

5.2.1.1 Os números mundiais do Bandeira Azul.

Na Tabela 1 verifica-se o número de Praias e Marinas já certificadas com o Programa Bandeira Azul em diferentes países. Atualmente foram certificadas 2.969 praias e 639 Marinas.

Tabela 1 - Lista de países certificados pelo Bandeira Azul

País Praias Marinas

Bahamas 0 3

Bélgica 4 9

Brasil 1 1

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Bulgária 10 1 Canadá 15 3 Croácia 116 20 Chipre 54 0 Dinamarca 216 69 República Dominicana 11 0 Inglaterra 66 0 França 319 74

Outros territórios franceses 17 2

Alemanha 37 111 Grécia 412 9 Islândia 2 3 Irlanda 74 2 Itália 230 61 Jamaica 10 1 Letonia 11 2 Lituânia 3 0

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Malta 2 0 Montenegro 19 0 Marrocos 20 0 Holanda 47 75 Nova Zelândia 4 3 Irlanda do Norte 8 2 Noruega 5 6 Polônia 10 4 Portugal 241 14 Porto Rico 6 2 Romênia 1 1 Rússia 0 2 Escócia 7 0 Slovenia 6 2 África do Sul 23 0 Espanha 520 84 ix

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Suécia 36 51

Tunísia 8 2

Turquia 311 14

Ilhas Turks e Caicos 3 0

Ucrânia 4 0

País de Gales 42 5

Fonte: (http://www.blueflag.org/Menu/Blue+Flag+beaches%2fmarinas) (2011)

5.2.1.2 Marina Meliá – Única na América do Sul.

Atzingen (2010) destaca que conciliar lazer, entretenimento e responsabilidade ambiental é uma equação cada vez mais visível no mundo da hotelaria e uma combinação única para uma Marina muito especial - a Marina Meliá, instalada na região do Pontal, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

5.2.2 O Projeto Marinas – Certificação nacional.

Conforme a Fundação Vanzolini (2011), o Projeto Marinas é uma certificação desenvolvida em parceira com a CETESB do litoral de São Paulo; prevê a adequação física e operacional das atividades dos empreendimentos náuticos, além do controle de poluição do setor náutico e pesqueiro, com o objetivo de melhorar a qualidade dos ambientes costeiros. Na Figura 2 o logotipo do Projeto Marinas.

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Figura 2 – Logotipo Projeto Marinas Fonte: Fundação Vanzolini (2011)

5.2.3 A classificação em três níveis.

Segundo o Manual para Certificação elaborado pela Vanzolini (2011) as Marinas podem se enquadrar em 3 níveis distintos de certificação:

 Nível 1: Categorias Prioritárias (estrutura e operação) - 15 categorias / 72 subcategorias;

 Nível 2: Categorias Complementares (operação) - 4 categorias / 9 subcategorias;

 Nível 3: Gestão Externa - 3 categorias / 15 subcategorias.

5.3. Referências normativas brasileiras.

O Ministério do Meio Ambiente (2008) divulga que o Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA é o órgão consultivo e deliberativo do Sistema Nacional do Meio Ambiente-SISNAMA, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente. As Marinas são regulamentadas pelo CONAMA conforme normas publicadas na resolução SMA 4, de 18-1-2002.

6. RESULTADOS E DISCUSSÃO

6.1 CERTIFICAÇÃO PARA AS MARINAS.

De acordo com Dijk (2010) alguns dos critérios impostos podem ser satisfeitos com pequenos ajustes para a certificação das Marinas. A indústria hoteleira também irá se beneficiar com a implantação dos programas de certificação. Todas as partes envolvidas podem promover a si mesmos de uma forma sustentável e ambientalmente correta usando o selo ecológico como ferramenta de marketing. No entanto, os empresários só vão se beneficiar do programa se os preços permanecem estáveis e não forem aumentados. Além disso, o governo deveria apoiar as Marinas e xi

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subsidiar Marinas que queiram ou estejam participando de um programa de certificação ambiental. Isso aumentaria a possibilidade de uma Marina atender as exigências de um programa de certificação, pois nem todas as Marinas possuem os recursos financeiros para esse tipo de investimento. Os principais elementos para ações e acompanhamento, são: Em busca da qualidade com a gestão ambiental; Os benefícios da certificação; Os benefícios para o município; Os benefícios econômico-sociais e os custos de uma certificação ambiental.

Os benefícios gerais podem ser identificados conforme os estudos da Environmental Protection Agency of United States - EPA (1996), de acordo com o Quadro 2.

Quadro 2 – Mudanças e Benefícios na Marina

Mudança Ambiental Benefícios para Marina Benefícios para o meio ambiente Melhoria nos

procedimentos de reforma dos cascos

 Redução de custos de mão de obra para limpeza

 Melhores serviços

 Lixamento sem poeira reduz custos de limpeza

 Clientes satisfeitos  Aumento de produtividade  Menor consumo de material

de limpeza

 Redução dos resíduos tóxicos de pintura de fundo

 Redução da quantidade de poluentes despejados  Tratamento da água antes da

eliminação para o esgoto  Eliminação da poeira em

suspensão contribui para melhor saúde dos trabalhadores

Fornecimento de serviços de coleta de esgoto

 Atração de novos clientes  Clientes satisfeitos pelo

atendimento dos funcionários no bombeamento

 Atração de novos negócios para a região

 Melhora na imagem da empresa

 Incentiva os funcionários  Publicidade positiva de graça

 Redução da descarga de esgoto dos barcos

 Redução dos impactos na vida marinha local

 Percepção de uma água de melhor qualidade pelos usuários

Coleta seletiva de

lixo  Remoção de algas melhora a aparência da água  Renda adicional com a venda

dos recicláveis

 Redução dos custos com coleta do lixo

 Imagem ambiental positiva

 Cria um fertilizante natural para os jardins

 Menos lixo na água e em terra  Menos lixo enviado para o aterro

sanitário

Controle de animais  Mantém o cais e a Marina mais

limpos para os clientes  Reduz a contaminação fecal da água

Reciclagem de

material líquido  Redução dos custos de despejo a longo prazo  Queima de óleo usado em

aquecedores reduz custos no inverno (locais frios)

 Reduz derramamento e contaminação

 Converte líqüidos descartados em produtos reutilizáveis

Melhoria da qualidade da água despejada

 Atrai mais clientes  Melhora a qualidade e transparência da água

Culturas Aquáticas sob os decks flutuantes

 Uso adicional da coluna de água abaixo dos decks pode gerar uma renda extra  A publicidade gratuita atrai

visitantes e reconhecimento

 Aumenta a disponibilidade de habitat para os organismos aquáticos

 Reintrodução do marisco na região

Controle de despejo na linha de esgoto da Marina

 Redução nos custos quando a conta de esgoto é baseada no consumo de água

 Monitoramento do uso de água e esgoto

Posicionando o

estaleiro no interior  Menores custos na aquisição de terras e impostos  Menos licenças ambientais

 Elimina a chance de contaminação da água por escoamento

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 Gera mais negócios para empresas de transporte

Uso de contratos

ambientais  Educa e força ao controle Controle de prestadores de serviço terceirizados

 Reduz potencialmente todo o tipo de poluição

 Aumenta o conhecimento e a sensibilização dos usuários

Áreas de terra

permeável  Menor custo que áreas pavimentadas  Menor escoamento de poluentes Reduz o depósito de sólidos no aterro

Gerenciamento do

abastecimento  Previne derramamentos e seuscustos de limpeza  Reduz derramamentos de combustível

Fonte: EPA (1996)

Além desses aspectos, devem ser considerados: Resumo dos benefícios econômicos; As desvantagens da certificação; Início da certificação das Marinas paulistas e as embarcações menos poluentes.

Os estudos realizados por Dolgen (2002) esclarecem que o crescimento da náutica e o desenvolvimento costeiro mundial têm levado a crescente consciência da necessidade de proteger o meio ambiente e a preocupação com a qualidade dos cursos de água. Os programas ou projetos chamados de BPM, geralmente tentam reduzir a poluição na sua origem, fornecendo também mecanismos para impedir que os dejetos contaminem as águas. Nos EUA os representantes da indústria náutica, as Marinas, revistas especializadas, representantes das principais agências ambientais como a EPA (Agencia de Proteção Ambiental), a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica), e a Guarda Costeira dos EUA, reuniram-se para rever o projeto. Na Figura 3 o logotipo da EPA.

Como resultado deste esforço, 25 das 75 Marinas voluntárias foram nomeadas para aplicar os programas de gestão ambiental. Com o estudo dos casos dessas 25 Marinas, a EPA conseguiu documentar as vantagens comerciais e os lucros obtidos com a certificação ficaram evidentes, incentivando os outros empresários a mudar.

Figura 3 – Logotipo EPA Fonte: EPA (2011)

6.2 BOAS PRÁTICAS DE MANEJO PARA MARINAS.

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Segundo Liebl (2002) esses são os principais logradouros nos quais se aplicam as normas:

 Estruturas de atracação para embarcações de esporte e recreio;  Estruturas de atracação para embarcações comerciais;

 Locais para guarda das embarcações;

 Locais para construção reforma e manutenção de embarcações. O guia de melhores práticas de gestão é destinado a orientar os gestores, sendo que as dúvidas sobre os regulamentos específicos e de conformidade devem ser dirigidos ao órgão ambiental local. Os principais itens para acompanhamento e ações, são: Água de chuva; Descarga de águas residuais; Manuseio e armazenagem de material; Operações de abastecimento; Os derramamentos; Manutenção de motores; Lavagem de peças de motor; Armazenamento de peças e motores; Remoção de pintura de fundo; Pintura por spray; Aditivo de radiador; Baterias de chumbo-ácido usadas; Óleo novo; Óleo Usado; Filtros de óleo usados; Lâmpadas de mercúrio e interruptores; Plástico reforçado com fibra de vidro; Colas e adesivos; Tintas, resíduos diesel, querosene e solventes e Resíduos de gasolina.

7. CONCLUSÕES

De acordo com os estudos, conclui-se que o Brasil lida com muitos desafios ambientais. É relevante para um destino turístico como o Brasil, que a natureza e o meio ambiente estejam saudáveis e bem conservados. Os programas de certificação ambiental vieram para apoiar o setor náutico e os programas de recuperação do meio ambiente costeiro. O selo ecológico melhora o comportamento dos visitantes por causa da educação e informação ambiental. As Marinas obtêm algumas vantagens de marketing e vantagens competitivas, enquanto os consumidores, usuários e turistas se tornam ambientalmente mais conscientes e dispostos a "consumir verde", desde que não exista custo extra pra isso.

Os manuais de Boas Práticas de Manejo – BPM, desenvolvidos pelas ONGs e órgãos ambientais dos governos de todo o mundo, estão se mostrando a melhor ferramenta para educar e orientar os empresários e usuários das Marinas. Com o estudo dos manuais de certificação ambiental dos programas Bandeira Azul e Projeto Marinas, foi possível notar que as normas do programa internacional é mais rígido, por estar atuando mais em países desenvolvidos com normas mais rígidas para proteção ambiental.

O Programa Marinas desenvolvido no Brasil atende a normas da CETESB, que melhor se adaptam as condições do Brasil possibilitando uma adequação gradativa da Marina graças à certificação em níveis. Mesmo sendo um programa com padrões brasileiros, as regras para gestão correta do meio ambiente não são fáceis de serem cumpridas. A CETESB exige atualmente uma série de condições para que uma Marina obtenha licença de funcionamento e os programas de certificação são uma excelente referência para se manter dentro da lei.

As experiências de países desenvolvidos indicam que o caminho mais eficaz para reduzir a poluição em Marinas é a implantação dos

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programas de gestão ambiental. O maior obstáculo para certificação ainda é o alto custo para a adaptação das estruturas e a aplicação dos métodos de BPM. Os sistemas de descontaminação de águas residuais normalmente é o investimento mais caro, porém necessário para a maioria das Marinas por estarem localizadas em áreas sem redes de esgoto. Outro ponto importante notado foi a importância do controle de resíduos sólidos em Marinas devido ao estilo de vida dos seus usuários, que costumam descartar grandes quantidades de material reciclável. O sucesso da coleta seletiva só é alcançado com o esforço de cada usuário da Marina. Infelizmente a maioria das Marinas brasileiras foi construída de forma antiecológica, sem planejamento e preocupação com o meio ambiente.

Apesar das condições precárias da maioria das marinas e praias brasileiras, o Projeto Bandeira Azul concedeu recentemente duas certificações no país. Uma para a Marina Meliá em Angra dos Reis (RJ) e outra para a praia do Tombo em Guarujá (SP). Um número pouco significativo comparado a outros países bem menores que o Brasil. O povo brasileiro esta começando a reconhecer a importância do meio ambiente, o que está possibilitando a futura certificação de outras praias e marinas que já se encontram em fase de testes para obter a certificação.

8. REFERÊNCIAS CITADAS E SELECIONADAS.

ACOBAR - Associação dos Construtores de Barcos e Seus Implementos.

Setor Náutico. Disponível em: <http://www.acobar.com.br/setor_nautico.

htm> Acesso em: 28 de Abril de 2011, 14h00min.

ALYRIO, R.D. Metodologia Científica. PPGEN: UFRRJ, 2008.

ATZINGER, Paulo. Marina Meliá Angra: tecnologia de ponta e obediência às regras de sustentabilidade. Disponível em:

<http://www.diariodoturismo. com.br/materia.asp?

codid=9%7C72%7C21%7C42%7C0%7C&tb=9%7C> Acesso em: 09 de Maio de 2010, 11:00.

AZEVEDO, F. Projeto conceitual de Marinas. Disponível em:

<http://www. sportnautica.com.br/projetos/marinas_01.htm> Acesso em: 09 de Maio de 2010, 11:00.

BEUREN, I. M., SCHLINDWEIN, A. C., PASCUAL, D. L. Abordagem da

Controladoria em Trabalhos Publicados no EnANPAD e no Congresso USP de Controladoria e Contabilidade de 2001 a 2006. Revista de

Contabilidade & Finanças da USP. São Paulo, n.45, p. 22 – 37, set/dez.

2007.

BLUE FLAG. Blue Flag Beaches/Marinas. Disponível em: <http://www. blueflag.org/Menu/Blue+Flag+beaches%2fmarinas> Acesso em: 21 de Março de 2011, 09h00min.

BRASIL AZUL. Marinas Iate Clubes e Portos do Brasil. Disponível em: <http://www.brasilazul.com.br/marinasclubeseportos.asp> Acesso em: 27 de Março de 2011, 20h00min.

BRASIL (País). Ministério do Meio Ambiente. O que é CONAMA?

Disponível em: <http://www.mma.gov.br/port/conama/estr.cfm> Acesso em: 20 de Maio de 2010, 18h30min.

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Referências

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