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ADMINISTRACAO OSM METODOLOGIA DE LEVANTAMENTO.docx 2017 1

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ADMINISTRAÇÃO 2º.3º.- OSM – PROFA. SONIA MARIA PIRES

METODOLOGIA DE LEVANTAMENTO, ANÁLISE, DESENVOLVIMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DE MÉTODOS ADMINISTRATIVOS.

FASES DO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO DE SISTEMAS.

É necessário o estabelecimento de etapas, para a definição clara dos objetivos e resultados esperados do projeto de um sistema, facilitando a execução e controle, independentemente de sua complexidade.

Fases:

 Fase 1: seleção e reconhecimento de sistema.  Fase 2: estudo de viabilidade e de alternativas.  Fase 3: levantamento e análise da situação atual.  Fase 4: delineamento e estruturação do novo sistema.  Fase 5: detalhamento do novo sistema.

 Fase 6: treinamento, teste e implementação do novo sistema.  Fase 7: acompanhamento, avaliação e atualização.

Embora oculta, a elaboração do plano diretor, é a fase inicial do desenvolvimento de todos os sistemas de forma integrada.

1.1 SELEÇÃO E RECONHECIMENTO DO SISTEMA

Esta fase abrange a identificação do sistema ou método a ser analisado e das unidades organizacionais envolvidas, a fim de obter-se uma ideia preliminar e genérica da complexibilidade do sistema, visando determinar o esforço necessário para um adequado desenvolvimento. Para o adequado desenvolvimento dos sistemas identificados, o analista de OSM, deve estar atento as possíveis fontes de ideias para o estabelecimento dos projetos de sistemas, sendo as principais as seguintes:

- As apresentadas no plano diretor do sistema anteriormente estabelecida; - As solicitações periódicas dos clientes da área de OSM;

As oportunidades criadas por certos equipamentos, técnicas ou rotinas novas. Deve-se atentar para que não seja iniciado um processo em busca de uma solução antes de haver um problema especifico;

A existência da necessidade ou possibilidade de interligação com outros sistemas existentes na empresa; O desenvolvimento das ideias geradas por outros sistemas da empresa; e Fatores externos da empresa, ou seja, interação da empresa com o ambiente externo (Ecossistema), bem como a reciclagem dos conhecimentos do analista adquiridos através de cursos, congressos e seminários, por exemplo. Então terar-se-á uma relação de sistemas, aparentemente, viáveis. Consequentemente o analista terá que estabelecer critérios, para selecionar o sistema que melhor atenda as necessidades da empresa no momento. São eles:

- Oportunidade psicológica de desenvolver e implantar o sistema;

- Expectativa de retorno do investimento, mediante a viabilidade técnica, econômica e financeira; - Ensejos e aspirações da alta administração;

- Capacidade técnica da área de OSM para desenvolver e implantar o sistema;

- Necessidade de integração com outro sistema, para que este se complete ou comece a funcionar; e

- Necessidade critica da empresa, embora não estejam claros os benefícios financeiros e outros aspectos do novo sistema. Poderá identificar algumas deficiências, tais como:

- Duplicidade de formulários, registros e funções; - Formulário mal delineados ou projetados; - Estrutura organizacional inadequada; - Manuais desatualizados e inadequados;

- Ambiente de trabalho desmotivador e inadequado; - Arranjo físico deficiente;

- Falta de padronização de sistemas similares; e - Inadequado sistema de informações.

Ao final desta fase, o analista terá o sistema identificado e o programa geral de trabalho a ser desenvolvido com os usuários. desenvolvimento e implementação seguindo padrões de qualidade;

Desta forma, segue o seguinte modelo de formulário de identificação de sistemas: PLANOS IDENTIFICAÇÃO DE SISTEMA DATA: ___/___/___ Nº SISTEMAS:

GRAU DE PRIORIDADE: ______________________________________________________________ SUBSISTEMAS: ______________________________________________________________________ USUÁRIO PRINCIPAL: ________________________________________________________________ USUÁRIO SECUNDÁRIO: ______________________________________________________________ FINALIDADE DE SISTEMA: SAÍDA: _____________________________________________________ IDENTIFICAÇÃO: _____________________________________________________________________ FINALIDADES: _______________________________________________________________________ DATA: _______________________________________________________________________________ PERIODICIDADE: _____________________________________________________________________ POSSIVEIS REFERÊNCIAS DE ENTRADA: _______________________________________________ INTERLIGAÇÃO COM OUTROS SISTEMAS: ______________________________________________

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OBS:_________________________________________________________________________________ 1.2 ESTUDO DE VIABILIDADE E DE ALTERNATIVAS

Elaborar um relatório indicador, dos possíveis meios de desenvolver o sistema, definindo os custos e benefícios, bem como estabelecer uma recomendação para a escolha do melhor caminho a ser seguido ao estudo de viabilidades. São eles:

- Definir as características principais do sistema;

- Determinar as principais necessidades de saídas e tempo de resposta; - Analisar o organograma da empresa e sua distribuição geográfica;

- Determinar os tipos de dados e informações, bem como da estimativa de volumes; - A consideração das alternativas possíveis para atender às necessidades dos usuários; Examinar outros sistemas com necessidades semelhantes;

- Estimar custos de implementação e operacionais gerais para cada alternativa apresentadas; - Documentar o estudo de viabilidade através de um relatório para o usuário e para a área de OSM; e

- Verificar a adequação das exigências do sistema aos objetivos da empresa. É importante ressaltar que o fator chave do relatório é a análise custo versus benefícios, a qual deve ser abrangente e passível de compreensão às pessoas envolvidas. Esta analise deve conter três aspectos básicos, conforme segue:

A – Análise de custos;

Pessoal da área de OSM alocado no desenvolvimento do sistema ou método administrativo; Pessoal da área de usuários;

Custos com equipamentos; e

Outros custos (espaço físico, energia elétrica, novos formulários, materiais, etc). O analista de OSM deve estudar a variação dos custos no tempo.

B – Análise dos benefícios

Economias diretas, representadas pelos custos que são eliminados ou reduzidos, como consequência da implantação de um novo sistema. Ex: redução do pessoal de escritório, redução de despesas como impressos e materiais de escritório;

Benefícios mensuráveis, acréscimos monetários da empresa decorrentes das características do novo sistema, como o aumento do capital de giro ou eficiência do processo de cobrança; e

Benefícios intangíveis, aspectos vantajosos, mais difíceis de serem avaliados monetariamente, por exemplo maior facilidade no processo de decisão ou nas informações cabendo ao analista medi-los mesmo que de maneira aproximada.

C – Análise do Retorno do Investimento

O objetivo dessa análise é saber se a combinação dos dois fatores anteriores “custos e benefícios” torna a proposta do novo projeto de sistemas aceitável para a empresa. O analista de OSM deve utilizar determinados instrumentos do analista financeiro, como o valor líquido atual. Assim, o analista terá condições de estabelecer e estudar possíveis alternativas para o desenvolvimento dos trabalhos e, em conjunto com a alta administração, estabelecer prioridades no sistema identificado. Ao escolher uma alternativa entre várias, pode-se priorizar um sistema com retorno menor do que o outro, por sentir que a organização da área envolvida não está preparada para absorver a troca que o novo sistema acarretará.

Será necessário a elaboração de um relatório para discussão com a alta administração e os usuários, cujas principais dicas são:

Ser redigido em consonância com o nível de entendimento dos leitores; Ser de tamanho apropriado para análise do sistema considerado; Usar palavras e termos entendíveis, ao invés de termos estatísticos; Não criticar demais os sistemas e métodos existentes;

Deixar de fazer criticas às pessoas envolvidas; e Expor os pontos fracos do outro sistema.

Desde que a proposta de sistemas seja aprovada pela alta administração, o mesmo deverá ser incorporado ao plano diretor de sistemas. Assim, tem-se:

Os objetivos do sistema;

A análise do ambiente do sistema atual O fluxograma geral do sistema atual; A documentação básica e seu tratamento; e

Análise dos custos, dos benefícios e do retorno esperado do investimento inerente ao novo sistema ou método administrativo.

1.3 LEVANTAMENTO E ANÁLISE DA SITUAÇÃO ATUAL

A equipe de análise de OSM bem como o pessoal das unidades organizacionais e usuárias devem efetuar o levantamento detalhado da situação atual, a fim de ter todas as especificações necessárias para delinear o novo sistema. Será importante o controle da participação e execução do trabalho de cada um dos elementos, tanto na área de sistemas quanto nos usuários. Uma ideia é o estabelecimento de um programa de trabalho que indique

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os responsáveis, tempos previstos e datas esperadas para a conclusão de cada tarefa. A sequência que o analista poderá utilizar é a seguinte: Entrevistas com os vários usuários;

Análise das políticas e diretrizes existentes (explícitas ou não); Análise da interação do sistema com a atual estrutura organizacional; e Análise do arquivamento, tratamento da documentação existente.

Técnicas de levantamento as técnicas mais comuns de levantamento de dados e informações são: Observação pessoal;

Questionário; e Entrevistas.

1.4 DELINEAMENTO E ESTRUTURAÇÃO DO NOVO SISTEMA

O objetivo dessa fase é conceituar e definir o sistema que será implantado, estabelecer as políticas em que se baseará, e a organização necessária para operá-lo, bem como definir o fluxo geral do novo sistema, delineado com base nas relações entre as áreas envolvidas, e estabelecer procedimentos básicos de cada área

isoladamente. Fica evidente que a participação e a colaboração dos usuários nesta fase é de suma importância, pois é nela que:

- São determinados os objetivos do sistema atual;

- Analise das necessidades dos usuários e da empresa afim se de desenvolver novos objetivos;

- Definem-se as responsabilidades dos usuários em relação à entrada e à saída de dados destinados a outros sistemas;

- Examina-se a interação do sistema proposto com outros sistemas existentes ou a serem desenvolvidos na empresa afim de detalhar-se as necessidades dos usuários, quanto aos elementos, volume e temo de resposta dos dados e informações;

Planeja-se as fases do projeto do novo sistema e de sua implantação bem elaboração de um relatório do sistema para o usuário. Na realidade, ao identificar-se os objetivos, entradas, saídas e processamento pode ser

elaborado um importante documento chamado “Definição do Sistema”, no qual: - Define-se os objetivos, restrições e funcionamento do sistema perante seu fluxo geral;

- Especificam-se os dados de entrada e seus meios de obtenção, bem como os dados de saída e sua distribuição aos usuários; e

Define-se o conteúdo para atualização dos arquivos ou métodos, responsabilidades e autoridades e ainda os limites de tempo – prazo para o usuário receber a informação.

Elaborar o planejamento e a programação nesta fase é fornecer ao futuro usuário a ideia de que está

comprometido com o novo sistema, bem como informá-lo sobre a ocasião em que poderá começar a esperar por resultados. A partir da definição do sistema, o analista terá todas as bases definidas, para facilitar seus trabalhos, poderá seguir então a seguinte metodologia:

- Delinear o fluxo geral do sistema e estabelecer o fluxo de informações;

- Propor políticas e diretrizes básicas aos usuários e a organização necessária para cumprir os objetivos; - Propor um modo de desenvolver as informações solicitadas;

- Desenvolver um fluxograma geral e definitivo do sistema e seus procedimentos, considerando a análise de custo versus beneficio. Ao final desta fase, o analista deverá ter os rascunhos das informações gerencias, as relações de políticas e diretrizes estabelecidas, as recomendações sobre a estrutura organizacional da empresa com o fluxograma geral enfocando cada área da empresa, o desenho dos formulários e a relação das

informações operacionais necessárias. Algumas considerações sobre os objetivos do novo sistema. O analista de OSM deve desenvolver um sistema considerando os objetivos estabelecidos pelos usuários, assim permitirá a adequada avaliação de desempenho do sistema. Um sistema é eficaz e eficiente a medida que atinge seus objetivos e desempenha suas funções dentro dos padrões estabelecidos. Existem os seguintes a serem considerados:

- Simplicidade e economicidade: alcançar os objetivos da maneira mais simples e econômica possível; - Flexibilidade: possuir a flexibilidade necessária para adaptar-se às mudanças que, eventualmente, venham a ocorrer;

- Produtividade: acréscimos de produtividade durante a consecução de seus objetivos, que pode ser expressa na relação saída versus entrada;

- Aceitabilidade: sistema ser aceito pela totalidade dos membros que dele fazem parte, pois assim cria condições favoráveis de trabalho; e

- Racionalidade: os meios (estrutura, acervo físico, recursos humanos, procedimentos, etc.), são coerentes e indispensáveis ao alcance dos objetivos propostos.

1.5 DETALHAMENTO DO NOVO SISTEMA

O principal objetivo desta fase é detalhar o projeto em um nível que permita implantá-lo da melhor maneira possível. É necessário lembrar que, todo sistema depende da combinação que quatro elementos básicos, a saber:

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- Organização e técnicas, cuja definição é de responsabilidade maior da área de OSM, e em pequeno grau, pelos usuários.

As principais atividades desta fase são:

a) Complementação dos fluxogramas gerais e parciais; b) Identificação do volume total de dados e informações;

- Desenho dos formulários e definição da necessidade de relatório bem como seus volumes, frequências e distribuições;

- Desenvolvimento da lógica geral dos sistemas;

- Determinação dos procedimentos de controle, avaliação e auditoria; - Definição dos dispositivos de arquivamento a utilizar;

- Revisão da estimativa de custo e elaboração de um plano detalhado de implementação. Nessa fase o analista de OSM deve trabalhar com maior nível de detalhes possível e caso ocorra dificuldades de trabalhar com o sistema considerado, o analista pode decompô-lo em subsistemas até facilitar o trabalho.

Algumas técnicas auxiliares para detalhamento adequado do sistema o analista poderá utilizar determinadas técnicas e fontes de informações auxiliares, tais como:

- Análise de outros sistemas utilizados em situações semelhantes;

- Utilização de algumas técnicas disponíveis que podem auxiliar, tais como, as tabelas de decisão, as técnicas estatísticas e a simulação – base de teste; e

- Utilização de uma sessão de brainstorming (tempestade mental), - exposição das ideias, dos elementos de um pequeno grupo em que, ao final, surgem novas e aproveitáveis ideias. A fase do projeto culminará com a elaboração de um documento a ser aprovado ou modificado pelos usuários ou pela área de sistemas. Assim, antes de continuar o trabalho o analista deve assegurar-se que as especificações do projeto não só foram assimiladas mais também totalmente aceitas para servirem à próxima fase de implementação.

Deve-se também apresentar nesta etapa, à chefia da unidade de OSM uma estimativa revista dos custos do projeto e sua implementação que , uma vez aceitas o projeto estará pronto para seguir de forma concreta os resultados do trabalho nele investido. Pode o analista, seguir a seguinte metodologia de trabalho:

- Analisar as informações gerencias e operacionais aprovadas na apresentação do fluxo geral;

- Preparar os procedimentos para obter as informações, definir modelos de formulários, registros, relatórios, etc, bem como os desenhos finais dos relatórios e formulários. O analista deverá dispor os seguintes itens: - Políticas e diretrizes inerentes ao sistema;

- Fluxogramas gerais e parciais detalhados; e - Modelos dos formulários e relatórios do sistema.

1.6 TREINAMENTO, TESTE E IMPLEMENTAÇÃO DO NOVO SISTEMA.

O objetivo básico desta fase é o treinamento do pessoal usuário no novo sistema e a posterior implantação. Treinamento dos usuários Treinar o usuário desde os primeiros passos do trabalho, o que possibilita uma maior confiança no sistema.

O analista de OSM deve escolher entre testar o sistema antes de implementá-lo, convertê-lo diretamente sem testes especiais, e trabalhar em paralelo com o velho e o novo sistema durante determinado período de tempo. A escolha da alternativa dependerá da situação específica de cada sistema. Mesmo tomando as precauções necessárias, o analista de OSM deve lembrar que a alteração de um sistema pode originar alguns problemas, os quais devem ser administrados corretamente. Implementação do novo sistema O analista de OSM deve estar atento nessa etapa, pois é na implementação que muitos sistemas bem projetados falham, deixando de entrar em funcionamento ou são implementados sem o adequado controle. Nessa fase, alguns aspectos devem ser seguidos:

- Utilização adequada e sistemática da técnica formal de planejamento e controle da mudança efetuada, por motivo do novo sistema;

- Estabelecimento de objetivos e resultados para cada pessoa envolvida no projeto; e

- Assegurar a realização de todas as fases do trabalho de acordo com os padrões preestabelecidos.

O sistema deve entrar em operação somente quando se verificar que não contém erros e que os usuários estão familiarizados com seu funcionamento. As orientações para testar o sistema são:

- Testar cada módulo do sistema separadamente; - Utilizar dados reais, além dos dados de teste;

- Executar um processamento em paralelo, antes do processamento definitivo; - Testar o sistema como unidade, fazer com que s usuários testem o sistema;

- Incluir dados de outro sistema totalmente diferente, para certificar se são completamente rejeitados; - Experimentar procedimentos do começo ao fim de mês e ano; e

- Convencer os auditores da empresa e testar o sistema.

O analista de OSM deve acompanhar os usuários durante um período de tempo até que o sistema funcione perfeitamente, dessa maneira oferecem a vantagem caso haja falhas e apoiando as pessoas fazendo com que tenham mais segurança. O analista de OSM deve adotar as filosofias de trabalho: 

- Implementação parcial em vários tempos; - Implementação total num só tempo; e 

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- Funcionamento paralelo.

Ao final dessa fase, o analista de OSM deverá dispor: Manual completo do novo sistema;

- Treinamento dos usuários; e

- Novo sistema devidamente implementado.

1.7 ACOMPANHAMENTO, AVALIAÇÃO E ATUALIZAÇÃO.

É importante que o analista tenha em mente que seu trabalho em qualquer projeto não termina quando o sistema torna-se operacional e livre de erros. O analista de OSM consideram seu trabalho terminado ao atingir essa etapa e passam a novos projetos, sem realizar a necessária fase de avaliação. Fase que começa quando o sistema estiver operando sem erros durante vários ciclos.

Deve comparar os resultados alcançados com os anteriormente previstos, sendo que as variações significativas devem ser investigadas, visando determinar as causas. O analista de OSM deve utilizar as seguintes

metodologias:

a) Quanto ao acompanhamento: - Fixar pontos de controle no sistema;

- Especificar os critérios para avaliar a frequência do controle nos pontos considerados;

- Entrevistar os usuários do sistema e investigar quais problemas ou melhorias o sistema está trazendo; - Efetuar todos os ajustes necessários e de forma adequada.

b) Quanto à avaliação:

- Preparar um programa de trabalho para as atividades de auditoria; - Fazer uma auditoria adequada;

- Entrevistar os usuários e anotar os problemas e sugestões; - Documentar os pontos e os aspectos a serem analisados; e

- Preparar um relatório sobre a auditoria e as soluções recomendadas. Ao final dessa fase, o analista deverá ter:

Um programa de acompanhamento que especifique a sistemática de controle e avaliação a ser realizada; e - O registro de ajustes efetuados e modificações necessárias ou convenientes, mas não efetuadas por não serem oportunas, por alguma razão identificada.

Existem duas formas de apropriar o custo do desenvolvimento

- Rateado entre as várias unidades usuárias, uma hipótese é lançar pelo custo original estimado, sendo o excedente lançado na área de OSM.

- Participação do pessoal envolvido. A participação do pessoal envolvido na elaboração e na implementação do projeto de sistema, ou seja, os analistas de um lado e os usuários de outro.

O ideal é ficar um único bloco de pessoas trabalhando em perfeita sintonia e colaboração. A responsabilidade transfere-se gradualmente, geralmente a equipe de OSM tem uma participação pequena nas primeiras fases do processo que vai aumentando, na etapa de desenvolvimento em que há abordagem técnica, sua participação é total, finalmente nas etapas de conversão, os usuários voltam a tomar parte ativa do processo.

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