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FRATURAS DE TORNOZELO' â. - MECANISMO E ANATOMIA J<¶11ÍÍ?.
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..UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
FRATURAS DE TORNOZELO
- MECANISMO E ANATOMIA
AUTORES: PAULO ROBERTO KECHELE * T
.
°"
. RAFAEL D1e1ÃcoMo ocAMPo MORE *
* DOUTORANDOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO DE MEDICINA
DA UFSC I2a. FASE E
.FLORIANOPOLIS, DEZEMBRO DE 1984; (E ' . Si E š É é 1 3 ê wz-f» -.,-.¬«-.,..., .v-qm ,zw ,¬.¬, `.¢‹ ›-.-~ -¬z,»»«‹-,»..,.¢›..,...,.=.-»-¬›~ r É Í, I I I I 5 I l
S U M A R I O'
REsuMo ...,... . . . . . . ... . . . ...Q
INTRODUÇÃO . . . . . ... . . . . . . . . ..
MECANISMO ' '
.
T9 FRATURAS POR ABDUÇAO-PRONAÇÃO . . . . O . . ..
29 FRATURAS POR ADUÇAO-SUPINAÇÃO ..;...z..
39 TRAUMATISMO VERTICAL DE CIMA PARA BAIXO
COMENTARIOS E CONCLUSÕES .- . . . . .; . . . . . . . .. FONTES CONSULTADAS Ç..; . . . . . . . . . . . . . .. Ico sua ‹ ¬z '\ H» mz .F _ ,E ir, w ffš '$= 5 J *ff Í T: .›. -›z .« À ,Y »‹ L \.z CJ _› › 7 ›» Ã Ê. 'Ê 1;, .. .\ I” . 3* O ':_..S -'»
REsuMo.-
0°
V Neste trabalho sao apresentados e discutidos os princi
pais mecanismos que levam ãs fraturas de tornozeloÇ*
Procurou¬se com esta revisao de literatura tornar mais
clara a classificaçao genetica e anatomica destas fraturas,
~
visto que os mecanismos que levam as fraturas de tornozelo
parece, as vezes,.um pouco obscuro.i ' l
_ l
_ Enfatizou~se basicamente as fraturas ocasionadas pelos
movimentos de'abduçao-pronaçao¿“aduçao-supinaçao e trauma -
tismo vertical de cima para baixo. '
'
"
Rara melhor entendimento destes mecanismos foram expos-
tos de maneira esquemãtica os diversos tipos de fratura.
› “Í â *É- ,J §z š A ›‹ r f* Q 1 fii ,‹ Y z. â š I a 1~
<
INTRODUQÃO
~ -
0 estudo das forças que produzem as lesoes traumaticas do
~
tornozelo e a identificaçao exata dos tipos de fraturas e luxa
ções inicia-se em l768, com Sir Percival Pott, que descreveu
-v
lesao traumãtica que constava de fratura da fibula 5 a 7 cm da
sua extremidade distal, ruptura do ligamento deltõide e sublu-
xaçao do talo. Como se verifica, nao se tratava de frattra bi-
- A
maleolar e e erroneo generalizar as fraturas bimaleolares como
_ fraturas de Pott. Esta contribuição inglesa foi seguida por um
predominio dos autores franceses com Baron Dupuytren, em l8l9,
Maisonneuve, em l840, e Tillaux, em l872, que tentaram identi-
ficar e esclarecer os diferentes tipos de traumatismo.
.- f '
,` Somente em l922, porem, que Ashhurst e Bromer conseguiram
dar luz a complexidade existente na anatomia e mecanismo das
fraturas, propondo uma classificação que foi um notãvel avanço
.para o entendimento dessas fraturas, se bem que não tivessem
^ _ ~ `
dado enfase as lesoes ligamentares e propusessem somentew for-
ças unidirecionais na gênese das lesões. Apesar do valor, esse
.¬ -
Í trabalho foi omitido em vãrios trabalhos posteriores que apre-
1»
'
sentavam tratamentos e complicaçoes das fraturas classificadas
de modo anatômico (uni, bi e trimaleolar), gerando confusões e
¬pouco contribuindo. A -
¬.
'
Foi, porem, Lauge Hansen quem, com uma sërie de trabalhos
experimentais com observação clinica e radiolõgica,
ã
permitiu
desvendar a complexidade das lesöes osteoligamentares do torno
, zelo. Esta classificação ë hoje adotada e aceita, se bem que
fosse negligenciada em trabalhos posteriores;
3
A avaliação dos resultados com correlação clinico-radiolâgica teve em Kristensen o maior contribuidor. Seu critërio foi
0
')
'›
posteriormente modificado por Joy e cols., que estabeleceram
de modo definitivo um criterio preciso para avaliaçao
radio-z
ø `
logica, com bases clinicas. ._. =
.I
.ø _ '
_ O tratamento nas decadas passadas tambem era muito
con-_
trovertido. A adesao a tratamentos cirürgicos propostos por
;
Lane e Lambotte, no principio do seculo, tem sido gradativa-
mente intensificado, embora haja fervorosos adeptos do trata
mento incruento._ _
' _
-
~ ~ ` -
_ Novas informaçoes sobre a articulaçao do tornozelo tem
sido introduzidas, principalmente no campo da biomecanica.Em
l973, Sammarco e Burstein, em trabalho com estudo cinemãtico
A - ,
do tornozelo, demonstraram, atravës de incidencias radiolo-
gicas e cãlculos matemãticos, a_biomecãnica dessa articula -
ou pu ~ .-_
çao. Nestes trabalhos, alem de contribuiçoes anatomicas,eles
definem os padrões de normalidade e anormalidade da biomecã-
nica do tornozelo._ I
_ _
_
V `~ - _! '
Verifica-se, assim, uma procura incessante em aumentar_
o conhecimento e aprimorar o tratamento dessas fraturas e,
~ ._ ,- `
com a introduçao de novas tecnicas cirurgicas e novos tipos
de materiais, a procura de novos meios de avaliação dos re -
sultados e os avanços no campo da biomecãnica.
-'
`
_ Visto que os mecanismos que levam as fraturas de torno-
zelo parece, as vezes, um pouco obscuro, procuramos fazer
~ ,
uma revisao de literatura, expondo os varios tipos de fratu-
ra de tornozelo segundo as classificações clãssicas anatômi-
cas e'as classificaçoes genëticas. `
e
1
1:
'movimento com terminaçoes diferentes.. _
- _.. ,.a›‹‹.‹
<.
MECANISMO
Se o mecanismo das fraturas de tornozelo parece as vezes
obscuro, deve-se ao fato que vãrios autores definem o mesmo
-4 ~ `
0 pe efetua movimentos-de rotaçao interna e externa ao
redor de dois eixos perpendiculares entre si: um_vertical,prg
_ ~
O
longando o eixo da perna e outro horizontal e anteroposteri -
or. --
_
' ' -
_ç _
e _
Deve-se entretanto definir-se os seguintes movimentos,
para posterior entendimento dos mecanismos de fraturas de tor
_ nozelo: A 9 ' ' - _- 'H
l9 - Supinação: movimento pelo qual a planta do pë Avol-
-
. ta-se ("olha") para dentro. ~
_ _
__
a
29 - Pronaçao: movimento pelo qual a planta do pe volta-
'
_ se ("olha") para fora. É
U '
. _
_
39 - Adução:
_ movimento que leva a ponta do pë para den
tro do eixo médio do corpo. '
49 - Abduçao: “movimento que leva a ponta do pë para fo-
, _ ra do eixo mëdio do corpo. .
“
_ Tais movimentos têm por assento a subastragalina e a me-
diotarsiana.. › _ V _ ' _ ' i '
'As fraturas dos malëolos se produzem por ocasião de um
movimento forçado de torção externa (abdução - pronação) ou
de torção interna (adução - supinação) `
V ' ' ~
Serao descritos agora os principais mecanismos de fratu-
ras de tornozelo, expondo seus diversos graus de lesões, alëm
de representação esquemãtica das mesmas. '
-› . ' _
c
_»7 _
'
I - Fratura por abduçao - pronaçao.
Um pouco esquematicamente se pode distinguir as fraturas
resultantes de uma pronação pura das resultantes de uma abdu-
çao pura. _ A . -‹ _. _'¬ _ _ ~ gp ~ ._ '
A) Pronaçao pura: O astragalo gira ao redor de seu eixo
horizontal anteroposterior. O ligamento lateral interno arran
ca o malëolo homõnimo. Se o traumatismo continua, o astrãgalo
acaba por fraturar o malëolo externo por choque direto de den
tro para fora (fratura por pronaçao de Bochler e de Hanser;
abdução-fratura-deslocação de Watson Jones)L_ _
'
4. ~
'
Se produzem tres classes de lesoes de gravidade crescen-
f- _
_ _
te. Algumas roturas ligamentares sao equivalentes as fraturas;
,¬..
if *Para melhor entendimento das fraturas por pronaçao pura,
Q _
l
,_,
esquematizou-se os tres graus (classes) de lesoes. (Figs. l,
Q . \ 5 ` ~ __. .. V. _
\_
\,,
\_
\ .`y _ V (___-Ã 1 - Fig. l. _. _» __'-
Primeiro Grau: Fratura de um so maleolo ou de seu equivalenQ te. _ _~ » - p _ o 0 O A fm"
__8_
Excepcionaimente, se produz uma rotura_do ligamento
iaterai interno: boceiamento tibiotarsiano interno.
0 1igamento'1aterai interno exerce sobre seu maiëo-
io uma brusca tração dirigida para baixo e para fo-
ra, provocando uma iesäo por arrancamento e fiexãoz
fratura do maiëoio interno em traço horizontai.`
,- . _
i
«~ ó'
-
Segundo Grau: Fratura bimaieoiar baixa sem diastase.Continua o traumatismo; o astrãgaio gira para. fora
com tanto mais força quanto mais para sua parte in-
terna cavaiga a linha de gravidade. O astrãgaio ie-
siona o maiëo1o'fibu1ar por pressão direta e fiexão
(fratura horizonta1);" V 1 I * S _
23%
IQ?
`
i
-=~
- J Ú 20 ”a, Fratura de Dupuytren baixa ~ a fibuia se fratura em
<>
-
Terceiro Grau: Fraturas bimaieoiares com diastase tibiofi~_ buiar inferior. ~
sua porção tibiofibuiar. A diastese ë frequente,
“po-1 0 Q O z \~.z-z,,¬›..».«w›‹ 1›¢.¡.›-..‹›¬..,...-z›~i~.¬-. `››«..,...,.- c ... 1. 1 __`~¬¡«,V___-_ š›- L: É 'rz Ê _`.',¿w;;-y.P,f,:- ¬.«¬.z 1 C ¡-.› ¬ E1 fc É -¬-té'-‹ :
...¢... . . _ ,...,.._»-.¬¬ C
_ g _ *
ø ~ .-
rem nao constante. A fratura do maleolo interno_geral
mente ë transversal. As vezes se observa seu equiva-
*lente, ou seja, a rotura do ligamento lateral inter- “
no. g .
'
-
b. Fratura de Dupuytran alta - a linha de fratura tibu -
lar esta de 7 a 8 cm por cima da epifise. Ocorre dias
tase constante. ¿ _
-~-
c. Fratura de Maisonneuve - a linha de fratura da.fibula
se situa ao nivel do seu terço superior. Ocorre dias- tase constante.
gNL¿
/
r ~ ~ ~ ft *`i3-1ã>`*> ~;,.
/
et
. Fig. 3. â 1.l
-
Terceiro Grau (continuação): Lesões equivalentes ãs fratu-` i
- ras bimaleolares com diastase
`
a. Rotura do ligamento lateral interno e dos ligamentos
'
tibiofibulares inferiores: diastase pura com subluxa-l
~ .-
çao do pe para fora (excepcional)
.J
_- 10 _
b. Rotura.do ligamento lateral interno com fratura da su
valgus. _
'
c. Fratura do malëolo externo com rotura dos ligamentos
'
tibiofibulares inferiores: diastase e valgus
ou .-
perficie fibular da tibia: diastase e deslocamento em
B) Abduçao Pura: O astragalo gira para fora ao redor de
seu eixo vertical (fratura por abduçao de Bochler e de Hanser
por rotaçao externa de watson .Jones, por divulsao de Maison
|'l€UV€ ›.
g
as
i
ø..
Estando fixada a perna, a ponta do pe e levada violenta-
mente para fora. O astrãgalo tende a colocar-se. atravessado,
provocando uma fratura por distorçao de traço espiral. É o ti
po das fraturas dos esquiadores. Segundo watson-Jones; se po-
A ~
de descrever tres tipos de_lesoes de gravidade crescentes
(Fios
`‹z
v
. 4 e 5)..,i. ‹ .'
..
Em realidade, ambos mecanismos se combinam amiude para
realizar uma fratura isolada do malëolo externo ou uma fratu-
ra de Dupuytren baixa, com fratura marginal posterior ou sem
ela. 1 `> l 1 l l 0. ) o ‹› 0 ~
~
~(eggs
Q
' Fig. 4. 1 o A"11'
L-
Primeiro Grau: Fratura espirai do maiëoio externo _a. O astrãgaio tende a coiocar-se horizontal. Sua Super-
ficie externa se apoia na borda anterior do maiëoio
externo e da fratura seguindo uma iinha espira1¬
~
-
Segundo Grau: Fratura bimaieoiar portorção com iinha de
'A fratura fibuiar em espirafll, V,
b. Se a rotação do astrãgaio (ao redor de seu eixo uerti
-
cai) continua, a superficie interna deste osso se a-
poia sobre a borda posterior do maiëoio tibia] e * da
fratura. S `
i _z__
,gr
Fig. 5.
n
-
Terceiro Grau: Fratura espiral da fibuia com fragmento mar
_
' '
_ ginai posterior.
Se o traumatismo continua e resiste o maiëoio interno, o
_ astrãgaio faz saitar a margem posterior da tibia.
~ II - Fratura por
aduçäo - supinação.
.
A ponta do pë gira bruscamente para dentro, ao redor de seu eixo verticai (aduçäo). A planta roda sobre o eixo horizon
_-12-
\talo voltando-se para dentro (Supinação). Um destes movimentos
predomina habitualmente.. i
Í. Í
' ' '
`
A) Predomínio da Supinação (Fig. 6)
«aii
giíë
/
..._. _ c 4 J h ~ . _____ _; x._.,___-._í_~....___-._.-___~é_--~-=-~-- Fig. 6.* - ' . . .__ av `-.-. Primeiro Grau. ' Fratura de um so maleolo ou de seu.equivalen ' l
ta. “
' "
~
a. Rotura do ligamento lateral externo
_ Ab. Arrancamento do malëolo externo pelo seu ligamento la-
* teral: fratura do malëolo externo por flexão; linha de
. fratura horizontal. .
'
V'
c{ 0 astrãgalo se apoia sobre o malëolo interno e a fratu
ra segue uma linha quase vertical: fratura do malëolo
interno. `
i
. _
-
Segundo Grau: Fratura bimaleolar por supinação.,~ d. Se o traumatismo persiste, haverã uma fratura bimaleo-
lar. O malëolo interno se fratura pelo choque do astrš
O
.-.`|3 -- i
gaio. O Tigamento'1atera1 externo, distendido ao mãxi
-
mo, fratura o maiëoio fibuiar por fiexão sobre a ti-
bia. '
~
-‹
B) Predominio da adução (Fig. 7) ¡
O ' _ : ._ .
tee
A Fig, 7. 0 _ › V 1 ` .I . ' 'A perna estando imobiiizada, 0_pë gira bruscamente para
dentro ao redor do eixo vertical. Ao fazer pressão sobre a su
'›
_
_
, _
perficie anterior do malëoio interno, o astrãgaio a coloca pa
ra trãs. Se ocorrer fratura, compreenderã também fratura da
margem posterior da tibia. O astrãgaio luxa-se para trãs com
o fragmento tibial e o fragmento fibuiarz fratura bimaieoiarw
por adução com fragmento marginai posterior. A -A
III -.Traumatismo Verticai de cima para baixo.
O . . _
O A imbricação das trabëculas confere ao.astrãgaio uma so-
1idez_particu1ar..Em um choque vertical de cima para baixo
(caida de um lugar eievado, explosão de minas terrestres), o
0 _
_
1
4.149- ‹
~ ` ~
astrãgalo faz pressao sobre o teto da articulaçao tibiotarsi.
~ › .- `
ana. A posiçao_do pe no momento do traumatismo determina a
variedade da fratura. (Figs. 8 e 9) ._ .
li' ^
%
5%*Ê
fafiiãe
Fig. 8. F * .Estalido do pilão tibial: Em uma queda sobre o pë em
sentido vertical, o pilão tibial pode estalar, O
as-4
tragalo se situa para cima entre os fragmentos.i
Fratura marginal anterior: Se no momento do traumatis
' 4 1
IJ 4 '
mo o pe esta em flexao dorsal, o astragalo lesiona -a' “
.-
margem tibial anterior. O estagalo e o fragmento mar-
ginal se luxam para frente. Esta E uma lesão rara,sen
._ A .-
do necessaria uma violencia consideravel para que se
produza. V ' _ F ~
Â?
É
F Fig. 9.if
<%
1 1 _«._~._.~@ze«¬‹«z-~‹¬-zsn I l š Y ; ›O _ 15 _
a. Fratura marginal posterior: Se o ' estã em flexão
plantar no momento do tra matismo, e_a margem pos~
. .-
terior que faz saltar o astragalo. Quando os malëo
. U
'
'
~ _- . .ø «Q
los estao intactos, o astragalo nao pode luxar-se
para trãs, sendo que esta lesão sõ se produz se os
.. . \\v -
maleolos se fraturam ao 5 FD ui3O tempo. O fragmento
. marginal posterior ë muito mais considerãvel do que
os observados nas fraturas por torção (figs. 5 e 7). 1
Esta fratura E frequente e para produzir-se não exi
ge mais que um traumatismo relativamente moderado
b. Fratura da cunha externa:.ë o resultado de uma que-V
`
da vertical sobre o pë desviado em valgus.
c. Fratura da cunha interna: queda vertical sobre o pe
desviado em varo. '
,. ~
Comentarios e Conclusoes
.z
O estudo dos varios mecanismos que levam as fraturas de
tornozelo vem merecendo a atenção de vãrios orto-traumatãla-
_.
gos nos ultimos anos. “ V
» J
Apõs a revisão de algumas literaturas, tem-se observado
que dependendo da genëtica das fraturas, ter-se-a I
melhores
resultados com tratamento conservador ou cirürgico. É o caso
do estudo de 30 pacientes, portadores de fratura de tornoze-
lo, tratados por mëtodo conservador e cirírgico, de julho de
1976 e setembro de l977, no Hospital João X%III de Belo Ho- rizonte, onde do ponto de vista genëtico de classificação das
ifraturas, o grupo supinação-adução foi
o que mais permitiu
v ar Í' - Y zz ›-_ HM Érlí ;-;-¡ ‹ _ ‹.›`: *faz1 .*.›.›Ç«'›;' 1 _ _‹ `¬;z 1 .. ` . tz»-zäuuâ l à i 1 1 i ‹ 1 i 4 i 1 â o -^¡ 3-. .i'"›š sw *l .Izffi «Ji 1 i 1 É Ê 1 | `l E V š i i š ê à â z É É É zwzzzfiawzzwõ ¬..: : :m¬.=...¬ ê zh i v š 1 1
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_
- 16 _.
.1;_.'.ñ L
tratamento conservador (75% dos casos). 0 grupo pronaçãoàapdu
" "
licítou tratamento cirurgico ~ 4 f‹' o "z- ‹~ ”› .- xi?
çao foi o que maws so _ . '
""
de literatura sobre os meca -~ °
J
V Esperamos que esta rev1sao
` _
` H
ze1o venham esc1arecer as
1evam as fraturas de torno nismos que -
_ 1
1 `Í
dívidas acerca deste assunto e que contribuam na pratica med_
ca diãria. Í ' ' ' ~¡~~. “ `\-z -~ 1 z ~ a‹. J __.) zz~_ Õf z; =.;; 1 5: 1 ›. ‹ -» :ilš Q E › rs ‹.f
O U
F O N T E S C 0'N SIJL T A D A S
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Autor: Kechele, Paulo Rob ›
Título: Fraturas de tornozelo 1 mecanis