TBE virus IgG (FSME)
ELISA
Imunoensaio enzimático para a determinação de anticorpos IgG
contra o vírus TBE em soro e plasma humanos.
RE57401
96
2-8°C
I B L I N T E R N A T I O N A L G M B H
Flughafenstrasse 52a Phone: +49 (0)40-53 28 91-0 [email protected] D-22335 Hamburg, Germany Fax: +49 (0)40-53 28 91-11 www.IBL-International.com
1.
APLICAÇÕES
Imunoensaio enzimático para a determinação de anticorpos IgG contra o vírus TBE em soro e plasma humanos. Controlo do estado imunitário humoral e confirmação da seroconversão depois da vacinação (“Gestão da Vacinação”). Identificação de uma infecção notória ou latente por TBE. Normalmente com uma determinação adicional de anti-TBE-IgM. Verificação de anticorpos após a infecção por TBE. Confirmação de TBE versus Borreliose após picada de carraça. Diagnóstico diferencial de outras perturbações do SNC.
2.
SUMÁRIO E EXPLICAÇÃO
Na Europa, a FSME (Encefalite por picada de carraça, também referida como TBE) e a doença de Lyme (Borreliose) são as infecções mais frequentes por picada de carraça. A borreliose está muito disseminada mas a TBE está confinada a regiões endémicas especiais (Sul da Alemanha, Turíngia, Áustria, Suíça, Hungria, Suécia, República Checa, Eslováquia, Croácia, Eslovénia, assim como em algumas regiões da antiga União Soviética, etc.).
Ambas as infecções são semelhantes na sua forma de desenvolvimento, consistindo em duas ou mais fases. A fase virémica da TBE tem um período de incubação de 3-14 dias com sintomas semelhantes aos da gripe na primeira fase (1-8 dias). Após um intervalo não febril de cerca de uma semana, a infecção pode entrar numa segunda fase, caracterizada por sintomas neurológicos de intensidade variada. Esta fase pode durar durante muitas semanas.
No início da segunda fase da doença, são normalmente detectáveis anticorpos anti-TBE-IgM. Os níveis de anticorpos atingem o seu pico após 2-6 semanas. Pode demorar 10 meses até que os anticorpos desçam abaixo do nível de detecção. Os anticorpos anti-TBE-IgG são detectáveis em simultâneo ou alguns dias depois do aparecimento de anticorpos IgM. A infecção significa imunidade que normalmente dura a vida toda. A vacinação também prevenirá a doença. Verificações serológicas regulares determinam se são necessários reforços (“gestão da vacinação).
Os anticorpos TBE-específicos no líquido cefalorraquidiano (LCR) podem ser causados por uma disfunção da barreira hemato-encefálica antes ou durante uma resposta imunitária aos antígenos da TBE ou pode ser o resultado de uma resposta imunitária local. As flutuações no nível de anticorpos no LCR podem diferir daqueles prevalecentes no soro/plasma.
3.
PRINCÍPIO DO TESTE
O TBE IgG é um teste ELISA de duas fases. Os poços de teste nas tiras do teste ELISA estão revestidos com vírus TBE inactivo. As amostras de soro ou plasma diluídos são incubados nos poços de teste das tiras de teste (incubação da amostra). Durante o período de incubação, os anticorpos específicos contra o vírus TBE ligam-se à fase sólida. Os componentes não-específicos são eliminados pela água. A reacção do conjugado tem lugar durante a segunda fase de incubação (incubação do conjugado). O conjugado à peroxidase IgG anti-humana funciona como um marcador para os anticorpos anti-TBE-IgG ligados. O conjugado não ligado é removido por uma segunda fase de lavagem. Na terceira fase de incubação, tem lugar a reacção do substrato. A peroxidase faz parte do conjugado e oxida o substrato tetrametilbenzidina (TMB) transformando-a numa substância de cor azul. Para interromper a reacção, adiciona-se ácido sulfúrico e a cor muda para amarelo. A intensidade da cor é directamente proporcional à concentração de anticorpos anti-TBE-IgG. A densidade óptica é medida com um comprimento de onda de 450 nm usando um leitor ELISA. Usando a curva de referência os anticorpos anti-TBE-IgG podem ser quantitativamente avaliados.
4.
AVISOS E PRECAUÇÕES
1. Apenas para diagnóstico in vitro. Apenas para utilização profissional.
2. Antes de iniciar o teste, leia as instruções completa e cuidadosamente. Utilize a versão válida do folheto informativo fornecido com o kit. Tenha a certeza de ter entendido tudo.
3. Em caso de danos no kit por favor contacte a IBL ou o seu fornecedor por escrito, até uma semana após ter recebido o kit. Não utilize componentes danificados na execução do teste, mas guarde-os para reclamação.
4. Obedeça ao número de lote e ao prazo de validade. Não misture reagentes de diferentes lotes. Não utilize reagentes expirados.
5. Siga as boas práticas de laboratório e as normas de segurança. Vista bata, luvas de látex descartáveis e óculos protectores sempre que necessário.
7. Químicos e reagentes preparados ou utilizados devem ser tratados como resíduos perigosos de acordo com as normas nacionais de segurança e resíduos perigosos.
8. O pessoal de limpeza deve ser orientado pelos profissionais relativamente ao manuseamento de produtos e perigos potenciais.
9. Evite o contacto com a solução de Paragem. Pode causar irritação na pele e queimaduras.
10. Todos os componentes deste kit contendo soro ou plasma humano foram testados e foram considerados não reactivos para HIV I/II, AgHBs e HCV. No entanto, não é possível excluir em absoluto a presença destes ou outros agentes infecciosos e portanto os reagentes devem ser tratados com potencialmente perigosos quer na sua utilização quer na sua eliminação.
5.
ARMAZENAMENTO E ESTABILIDADE
O kit é enviado à temperatura ambiente e deve ser armazenado de 2 a 8 °C. Mantenha-o longe do calor ou da luz solar directa. A estabilidade e armazenamento das amostras e reagentes preparados são referidos nas secções correspondentes.
A microplaca é estável até expirar a data de validade do kit, na embalagem aberta mas firmemente fechada, quando armazenada a 2-8 °C.
6.
RECOLHA E ARMAZENAMENTO DE AMOSTRAS
Soro, Plasma
Devem ser observados os cuidados usuais para a punção venosa. É importante preservar a integridade química da amostra de sangue desde o momento da colheita até ao momento de ser analisada. Não utilize amostras muito hemolíticas, ictéricas ou lipémicas. Amostras que apresentem turvação deverão ser centrifugadas antes do teste e devem ser removidas as partículas de matéria.
Armazenamento: 2-8 °C ≤ -20 °C (Alíquotas) Manter afastado do calor ou luz solar directa. Evitar congelar-descongelar repetidamente. Estabilidade: 5 dias 12 meses
7.
MATERIAIS FORNECIDOS
Quantidade Símbolo Componente
1 x 12 x 8 MTP Microplaca Pronto a usar. Tiras separáveis. Revestido com virus TBE inactivo. 1 x 0.6 mL ENZCONJ CONC Conjugado Enzimático Concentrado Cor azul. anti-humano IgG conjugado com peroxidase.
1 x 5 x 0.35 mL CAL 1-5
CAL 1-5 Concentrado
Contêm: Soro humano, estabilizantes, conservantes.
As concentrações são específicas dos lotes, como se indica nos rótulos dos frascos.
2 x 0.35 mL Control LL
Control HL
Control LL+HL Concentrado
Controlo Positivo Soro, LL, “Low Level”, HL, “High Level”. Contêm: Soro humano, estabilizantes, conservantes. As concentrações são específicas dos lotes,
como se indica nos rótulos dos frascos.
2 x 75 mL DILBUF
Tampão de Diluição
Pronto a usar. Colorido vermelho. Contêm: detergentes, 0.005 % (w/v) Timerosal, 0.01 M Tris/HCl; pH 7.4.
1 x 100 mL WASHBUF CONC Tampão de Lavagem, Concentrado (10x) Contêm: tampão fosfato. 2 x 15 mL TMB SUBS Solução de Substrato TMB
Pronto a usar. Contêm: TMB (tetramethylbenzidine).
1 x 15 mL TMB STOP Solução de Paragem TMB
Pronto a usar. Contêm: 0.5 M H2SO4.
8.
MATERIAIS NECESSÁRIOS MAS NÃO FORNECIDOS
1. Pipetas (Multipette Eppendorf ou aparelhos semelhantes, < 3 % CV). Volumes: 5; 25; 50; 100; 500 µL 2. Vortex
3. Tubos para diluição de amostras
4. Agitador orbital (200-900 rpm) (p.ex. EAS 2/4, SLT) 5. Pipeta de 8 canais com reservatório de reagente
6. Recipiente de lavagem, sistema de lavagem de microplacas automático ou semi-automático 7. Leitor de microplacas com capacidade de ler absorvâncias a 450 nm
(comprimento de onda de referência 600-650 nm) 8. Água bidestilada ou bi-destilada
9. Toalhas de papel, pontas para pipetas e cronómetro
9.
NOTAS SOBRE O PROCEDIMENTO
1. O manuseamento incorrecto da amostra ou alterações no procedimento do teste podem influenciar os resultados. Os volumes de pipetagem indicados bem como os tempos de incubação, a temperatura e os passos de pré-tratamento devem ser realizados estritamente de acordo com as instruções. Utilize apenas pipetas e instrumentos calibrados.
2. Uma vez iniciado o teste, todos os passos devem ser executados sem interrupção. Garanta que os reagentes necessários, os materiais e dispositivos são preparados e prontos a usar no tempo apropriado. Todos os reagentes e amostras devem estar à temperatura ambiente antes de utilizar (18-25 ºC). Agite cuidadosamente todos os frascos de reagentes líquidos e a amostra antes de utilizar. Agite os reagentes sem formar espuma.
3. Evite a contaminação dos reagentes, pipetas e poços/tubos. Utilize pontas novas descartáveis para cada reagente, padrão ou amostra. Não troque as tampas. Feche sempre os frascos não utilizados. Não reutilize poços/tubos ou reagentes.
4. Recomenda-se a determinação em duplicado das amostras de maneira a identificar potenciais erros de pipetagem.
5. Utilize um esquema de pipetagem para verificar uma disposição apropriada na placa.
6. O tempo de incubação afecta os resultados. Todos os poços devem ser manuseados pela mesma ordem e na mesma sequência de tempo. E recomendável utilizar uma Micropipeta de 8 canais para a pipetagem das soluções nos poços.
7. A lavagem da microplaca é importante. Poços mal lavados originam resultados errados. É recomendável utilizar uma pipeta multicanal ou um sistema automático de lavagem de microplacas. Não permitia que os poços sequem entre lavagens. Não arranhe as paredes dos poços durante a lavagem e aspiração. Encha todos os reagentes com cuidado. Enquanto lava, verifique que todos os poços são cheios com o Tampão de Lavagem e que não há resíduos nos poços.
8. A humidade afecta os tubos/poços revestidos. Não abra o saco até atingir a temperatura ambiente. Os tubos/poços não utilizados devem ser automaticamente guardados no saco incluindo o dessecante.
10.
INSTRUÇÕES PRÉ-TESTE
10.1. Preparação de componentes concentrados (Exemplo para 32 poços)
Diluir /
dissolver Componente com Diluente Relação Observações Armazenamento Estabilidade 80 µL ENZCONJ CONC 8 mL DILBUF 1:101 Misturar
cuidadosamente. 18-25 °C 1 hora 10 mL WASHBUF CONC 90 mL agua
bidest. 1:10
Misturar
cuidadosamente. 2-8 °C 2 meses
10.1. Diluição de Padrõe, Controlos e Amostras
diluir com Relação Observações
CAL 1-5 Control LL Control HL
geralmente DILBUF 1:101 p.ex. 10 µL CAL/Control + 1000 µL
11.
PROCEDIMENTO DO ENSAIO
1. Dispense 200 µL de Calibrador, Controlo e amostra diluído nos respectivos poços. 2. Tapar a placa com película aderente. Incubar 1 h à TA (18-25 °C).
3. Retire a folha. Rejeitar a solução d’incubação. Lavar a placa 3 x com 250 µL de Tampão de Lavagem diluído. Remova o excesso batendo com a placa numa toalha de papel.
4. Pipetar 200 µL de Conjugado Enzimático diluída para cada poço. 5. Tapar a placa com película aderente. Incubar 1 h à TA (18-25 °C).
6. Retire a folha. Rejeitar a solução d’incubação. Lavar a placa 3 x com 250 µL de Tampão de Lavagem diluído. Remova o excesso batendo com a placa numa toalha de papel.
7. Para a adição das Soluções de Substrato e Stop usar uma pipeta de 8 canais. A pipetagem deve ser
executada nos mesmos intervalos de tempo para as Soluções de Substrato e Stop. Usar a técnica de “positive displacement” e evitar a formação de bolhas de ar.
8. Pipetar 200 µL de Solução de Substrato TMB para cada poço. 9. Incubar 30 min à TA (18-25 °C).
10. Parar a reacção de substrato adicionando 50 µL de Solução de Paragem TMB a cada poço.
Misturar rapidamente os conteúdos agitando cuidadosamente a placa.
11. Medir a densidade óptica com um fotómetro a 450 nm ± 10 nm (Comprimento de onda de
referência: 600-650 nm) nos 10 min a seguir à pipetagem da Solução de Paragem.
12.
CONTROLO DE QUALIDADE
Os resultados do teste só são válidos se o teste tiver sido realizado de acordo com as instruções. Além disso, o utilizador deve cumprir estritamente as regras de BPL (Boas Práticas Laboratoriais) ou normas/leis equiparáveis. O utilizador e o laboratório devem ter um sistema validado para obter o diagnóstico, de acordo com as boas práticas laboratoriais (GLP). Todos os padrões devem estar dentro dos intervalos de aceitação definidos nas etiquetas e no Certificado de CQ. Se não cumprirem os critérios a série não é válida e deve ser repetida.
Cada laboratório deve usar amostras conhecidas como controlos adicionais. É recomendável participar em ensaios de garantia da qualidade apropriados.
Em caso de desvios os seguintes aspectos técnicos devem ser tidos em conta: datas de validade dos reagentes (preparados), condições de armazenamento, pipetas, dispositivos, condições de incubação e métodos de lavagem.
13.
CÁLCULO DE RESULTADOS
13.1. DETERMINAÇÃO DA CURVA PADRÃO
Use uma folha de avaliação (linear/linear) anexa
eixo x (log): Concentração em [VIEU*/mL] *UNIDADES DE VIENA (Prof. Ch. Kunz/Viena)
eixo y (lin): Absorbância (densidade óptica)
O valor DO obtido dos padrões (eixo y, linear) são representado graficamente contra a sua concentração (eixo x, logarítmico) quer num papel de gráfico semi-logarítmico, quer usando um método automatizado. É proporcionada uma boa adaptação com um ajustador cúbico, Logística de 4 Parâmetros ou Logit-Log (p. ex. 4 Parâmetros, Equação).
Equação 2: Y = d+(a-d)/(1+(x/c)b)
Para o cálculo da curva padrão, aplique cada valor DO delta dos padrões (um valor isolado óbvio das réplicas poderá ser omitido e o valor simples mais plausível poderá ser usado).
A concentração das amostras pode ser lida a partir da curva padrão Amostras que apresentem concentrações acima do padrão mais elevado, têm que ser diluídas como descrito em INSTRUÇÕES PRÉ-TESTE e testadas novamente.
Critérios de validação
13.2. INTERPRETAÇÃO DAS AMOSTRAS DE SORO/PLASMA
As amostras com uma absorbância que exceda a da curva de referência devem ser pré-diluídas (1+1) com uma solução tampão de difteria /solução tampão de incubação. As concentrações assim obtidas têm de ser multiplicadas pelo factor 2.
Consegue-se a conversão dos valores de citrato plasma para soro ao multiplicar as concentrações registadas pelo factor 1.1.
Avaliação de anticorpos anti-TBE-IgG: < 63 VIEU/mL negativa 63-126 VIEU/mL borderline
> 126 VIEU/mL positiva
14.
INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS
14.1. Vacinação
A seroconversão comprovada (“sucesso da imunização” “gestão da imunização”) é determinada pela medição de anticorpos anti-TBE-IgG nos soros ou plasma.
1. Anticorpos anti-TBE-IgG negativos
Sem imunização latente antes da vacinação.
Sem seroconversão depois da vacinação. Pode ser este o caso após a primeira vacinação e, excepcionalmente, também depois da segunda e da terceira vacinação ou pós-reforço (sem respondentes ou respondentes baixos). Se necessário, a imunização básica deverá ser concluída. O sucesso ou fracasso da vacinação deverá então ser determinado através de testes serológicos.
2. Anticorpos anti-TBE-IgG nível borderline
Este pode ser um caso de seroconversão. Continue com a imunização básica ou reforço. Repita o teste anti-TBE-IgG passadas 2-4 semanas.
Esta poderá ser uma reacção não específica.
3. Anticorpos anti-TBE-IgG positivos
Este é um caso de seroconversão.
Verifique os dados do historial da vacinação e, se necessário, complete a imunização básica ou dê um reforço.
14.2. Infecção
De modo a confirmar uma infecção, é necessário determinar os anticorpos anti-TBE-IgM. De modo a garantir um diagnóstico correcto, devem também ser medidos os anticorpos anti-TBE-IgG. Se estiverem disponíveis amostras de LCR, pode verificar-se a presença tanto de anticorpos IgM e anti-TBE-IgG. Ao interpretar os resultados serológicos (apenas por pessoal profissional), o historial do doente tem de ser levado em consideração (ficar em área arborizada, picada de carraça, vacinação recente, etc.).
1. Anticorpos anti-TBE-IgM negativos e
anticorpos anti-TBE-IgG negativos
Em toda a probabilidade, não existe infecção com o vírus TBE. Se se suspeitar de uma tal infecção, poderá retirar-se sangue para amostra de novo passados 7-10 dias e determinar a concentração de anticorpos anti-TBE-IgG/IgM. Uma infecção por TBE poderá ser excluída ou confirmada com um elevado grau de probabilidade. Um diagnóstico diferencial para outras infecções do SNC e, se tiver havido uma picada de carraça, deverá considerar-se borreliose.
2. Anticorpos anti-TBE-IgM negativos e anticorpos anti-TBE-IgG positivos
Há uma imunização latente ou a infecção ocorreu semanas ou meses antes. Se se suspeitar de uma tal infecção, pode retirar-se uma amostra de sangue de novo e determinar a concentração de anti-TBE-IgM de novo. Uma infecção por TBE recente pode ser excluída ou confirmada com um elevado grau de probabilidade.
3. Anticorpos anti-TBE-IgM positivos e anticorpos anti-TBE-IgG negativos
É provável uma infecção por vírus TBE. Depois de uma tal infecção, aparecem anticorpos IgM e, subsequentemente, IgG no plasma. Na fase precoce da infecção, a determinação anti-TBE-IgG pode, a
4. Anticorpos anti-TBE-IgM positivos e anticorpos anti-TBE-IgG positivos
Muito provavelmente, é um caso de infecção por vírus TBE, desde que não tenha havido nenhuma vacinação. O doente apresenta os sintomas típicos de TBE, mas a intensidade pode variar. No caso de níveis borderline, tem de se tirar uma nova amostra de sangue e de se repetir o teste passados 7-10 dias. Quaisquer alterações nas concentrações de anticorpos têm de ser monitorizadas.
Um diagnóstico serológico usando LCR está apenas indicado se os testes de anticorpos anti-TBE-IgM e anti-TBE-IgG com soro/plasma humanos forem positivos.
15.
DESEMPENHO
Recuperação de amostras de soro adicionadas: A variação do valor teórico esperado é de ≤ 8 %.
Para a imprecisão intra-ensaio (n = 6-12), determinou-se um coeficiente de variação (CV) < 8 % baseado nas concentrações e < 7 % baseado na densidade óptica.
Para a imprecisão inter-ensaio (n = 5), determinou-se um VK < 17 %. Especificidade:
Um painel de 235 doentes “saudáveis” sem infecção de TBE recente nem imunização conhecidas no historial foram testados com um lote em medições duplas. Dois doentes foram classificados como falsos positivos. A especificidade como fracção dos indivíduos sem a doença que tiveram resultados negativos é de 99 %.
Sensibilidade:
Um painel de 151 doentes infectados naturalmente fizeram o teste com um lote em medições duplas. Um doente teve um resultado falso-negativo. A sensibilidade como fracção de doentes que acolhiam a doença que deram resultados positivos é de 94 %
Determinar níveis de cut-off:
Usando um painel de amostras diferentes seleccionadas aleatoriamente (negativo n = 91, imunizado n = 68, infectado n = 107) em análises estratificadas, compararam-se os valores empíricos de cut-off (Prof. Ch. Kunz/Viena) para anticorpos anti-TBE-IgG com aqueles baseados no índice Youden equilibrado[8]. Ao aplicar este procedimento, confirmaram-se os valores empíricos de 63 VIEU/mL como o limite inferior e 126 VIEU/mL como o limite superior de uma zona indefinida.
A sensibilidade ou especificidade do teste fora dos limites da zona indefinida era 97 ou 99 % [8]. Interferência:
Soro de Hemolítico e lipaemia não interferem com de teste. Os cruzada reacções de anticorpos contro outras flaviviridae (p. ex. Virus da Dengue, Virus da Febre Amarela, Virus do Oeste do Nilo) pode ocurrer.
16.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DO PRODUTO
1. Berater FSME-Prophylaxe, IMMUNO GMBH, Heidelberg (1993)
Die Frühsommer-Meningoenzephalitis und ihre Immunprophylaxe, IMMUNO GMBH, Heidelberg (1992)
2. Roggendorf, M., Frühsommer-Meningoenze-phalitis Wer soll geimpft werden? Therapiewoche, 40, 1173 (1990)
3. Roggendorf, M. et al., Serological Diagnosis of Acute Tick-Borne Encephalitis by Demonstration of Antibodies of the IgM Class . J. Med. Virol., 7, 41 (1981)
4. Hofmann, H. et al., Rapid Diagnosis of Tick-Borne Encephalitis by Means of Enzyme Linked Immunosorbent Assay, J. Gen. Virol., 42, 505 (1979)
5. Hofmann, H. et al., Immunoglobulins of Tick-Borne Encephalitis in Cerebrospinal Fluid of Men. J. Med. Virol., 4, 241 (1979)
6. Hofmann, H. et al., ELISA for IgM Antibodies against Tick-Borne-Encephalitis Virus: Quantification and Standardization of Results, Zbl. Bakt. I. Orig., 255, 448 (1983)
7. Kießig, S. T. et al., Bestimmung von Schwellenwerten (Cut-off) bei Enzymimmunoassays am Beispiel des FSME ELISA [Problems of Cut-Off Level Determination in Enzyme Immunoassays: The Case of TBE-ELISA], Klin. Lab., 39, 877 (1993)
8. Tick-Borne Encephalitis (TBE) and its Immunprophylaxis, IMMUNO AG, Wien (1997) 9. Togni, G. u. a.: Präanalytik. Schweiz. Med. Forum. 6 113-120 (2002)
Symbols / Symbole / Symbôles / Símbolos / Símbolos / Σύμβολα
REF Cat.-No.: / Kat.-Nr.: / No.- Cat.: / Cat.-No.: / N.º Cat.: / N.–Cat.: / Αριθμός-Κατ.:
LOT Lot-No.: / Chargen-Bez.: / No. Lot: / Lot-No.: / Lote N.º: / Lotto n.: / Αριθμός -Παραγωγή: Use by: / Verwendbar bis: / Utiliser à: / Usado por: / Usar até: / Da utilizzare entro: / Χρησιμοποιείται από:
No. of Tests: / Kitgröße: / Nb. de Tests: / No. de Determ.: / N.º de Testes: / Quantità dei tests: / Αριθμός εξετάσεων:
CONC Concentrate / Konzentrat / Concentré / Concentrar / Concentrado / Concentrato / Συμπύκνωμα LYO Lyophilized / Lyophilisat / Lyophilisé / Liofilizado / Liofilizado / Liofilizzato / Λυοφιλιασμένο
IVD
In Vitro Diagnostic Medical Device. / In-vitro-Diagnostikum. / Appareil Médical pour Diagnostics In Vitro. / Dispositivo Médico para Diagnóstico In Vitro. / Equipamento Médico de Diagnóstico In Vitro. / Dispositivo Medico Diagnostico In vitro. / Ιατρική συσκευή για In-Vitro ∆ιάγνωση.
Evaluation kit. / Nur für Leistungsbewertungszwecke. / Kit pour évaluation. / Juego de Reactivos para Evaluació. / Kit de avaliação. / Kit di evaluazione. / Κιτ Αξιολόγησης.
Read instructions before use. / Arbeitsanleitung lesen. / Lire la fiche technique avant emploi. / Lea las instrucciones antes de usar. / Ler as instruções antes de usar. / Leggere le istruzioni prima dell’uso. / ∆ιαβάστε τις οδηγίες πριν την χρήση.
Keep away from heat or direct sun light. / Vor Hitze und direkter Sonneneinstrahlung schützen. / Garder à l’abri de la chaleur et de toute exposition lumineuse. / Manténgase alejado del calor o la luz solar directa. / Manter longe do calor ou luz solar directa. / Non esporre ai raggi solari. / Να φυλάσσεται μακριά από θερμότητα και άμεση επαφή με το φως του ηλίου.
Store at: / Lagern bei: / Stocker à: / Almacene a: / Armazenar a: / Conservare a: / Αποθήκευση στους:
Manufacturer: / Hersteller: / Fabricant: / Productor: / Fabricante: / Fabbricante: / Παραγωγός: Caution! / Vorsicht! / Attention! / ¡Precaución! / Cuidado! / Attenzione! / Προσοχή!
Symbols of the kit components see MATERIALS SUPPLIED.
Die Symbole der Komponenten sind im Kapitel KOMPONENTEN DES KITS beschrieben. Voir MATERIEL FOURNI pour les symbôles des composants du kit.
Símbolos de los componentes del juego de reactivos, vea MATERIALES SUMINISTRADOS. Para símbolos dos componentes do kit ver MATERIAIS FORNECIDOS.
Per i simboli dei componenti del kit si veda COMPONENTI DEL KIT.
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