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PROF. DR. JOSEVAL MARTINS VIANA

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Academic year: 2021

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Pós-Graduação em Direito Médico e da Saúde on line 15 (2019.2)

Aula 61 – Parte 01/04

Tema da Aula: Garantia do Mínimo Existencial e Reserva do Possível nas

Ações Judiciais de Medicamento contra o Estado

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Conceito

A garantia do mínimo existencial é o conjunto básico de direitos fundamentais que assegura ao cidadão e à cidadã uma vida digna, tendo como relevante a saúde, alimentação e educação.

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A garantia do mínimo existencial obriga o Estado a criar condições mínimas para uma vida digna dos cidadãos. Segundo Sarlet e Figueiredo, está garantia mínima está apoiada:

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a) num mínimo de segurança social, com recursos materiais para uma existência, pois sem estes a dignidade humana estaria prejudicada;

b) no direito à vida e à integridade física, assumindo o Estado a obrigação de protegê-las;

c) no direito geral de liberdade, já que a característica de pessoa autônoma e responsável não prescinde da garantia de condições mínimas de existência.

(5)

O Estado deve garantir uma existência digna aos cidadãos, garantindo-lhes usufruir todos os direitos fundamentais, incluindo um mínimo existencial sociocultural.

Os direitos sociais possuem um limite fático à sua efetivação que se encontra na real existência de meios por parte dos cofres públicos do Estado para cumprir com suas obrigações.

Além desse limite fático, existe também limitação quanto à possibilidade jurídica o Estado de dispor desses recursos. Essas duas limitações (limitação fática e disposição de recursos) formam a “reserva do possível”.

(6)

CARACTERÍSTICAS DA “RESERVA DO POSSÍVEL”

a) Efetiva existência de recursos para efetivação dos direitos fundamentais.

b) Disponibilidade jurídica de dispor desses recursos, em função da distribuição de receitas e competências, federativas, orçamentárias, tributárias, administrativas e legislativas.

(7)

A reserva do possível não impede o Poder Judiciário de “zelar pela efetivação dos direitos sociais”, mas deve fazê-lo com cautela e responsabilidade, consciente do problema da escassez de recursos.

Cabe Poder Público o ônus de provar a “falta efetiva de recursos” e de provar que cumpre sua obrigação de aplicá-los eficientemente.

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Pós-Graduação em Direito Médico e da Saúde on line 15 (2019.2)

Aula 61 – Parte 02/04

Tema da Aula: Posicionamento do Supremo Tribunal Federal sobre Reserva

do Possível nas Ações Judiciais de Medicamento de Alto Custo contra o

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O Estado deve garantir uma existência digna aos cidadãos, garantindo-lhes usufruir todos os direitos fundamentais, incluindo um mínimo existencial sociocultural.

Os direitos sociais possuem um limite fático à sua efetivação que se encontra na real existência de meios por parte dos cofres públicos do Estado para cumprir com suas obrigações.

Além desse limite fático, existe também limitação quanto à possibilidade jurídica o Estado de dispor desses recursos. Essas duas limitações (limitação fática e disposição de recursos) formam a “reserva do possível”.

(10)

CARACTERÍSTICAS DA “RESERVA DO POSSÍVEL”

a) Efetiva existência de recursos para efetivação dos direitos fundamentais.

b) Disponibilidade jurídica de dispor desses recursos, em função da distribuição de receitas e competências, federativas, orçamentárias, tributárias, administrativas e legislativas.

(11)

A reserva do possível não impede o Poder Judiciário de “zelar pela efetivação dos direitos sociais”, mas deve fazê-lo com cautela e responsabilidade, consciente do problema da escassez de recursos.

Cabe Poder Público o ônus de provar a “falta efetiva de recursos” e de provar que cumpre sua obrigação de aplicá-los eficientemente.

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O Plenário, em conclusão e por maioria, ao apreciar o Tema 6 da repercussão geral, negou provimento ao Recurso Extraordinário em que se discutia o dever de o Estado fornecer medicamento de alto custo a portador de doença grave sem condições financeiras para comprá-lo (Informativos 839 e 841).

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No caso, Estado-membro havia sido condenado a fornecer medicação para tratamento de doença grave. Na decisão judicial atacada, o ente havia alegado que privilegiar o atendimento de um único indivíduo comprometeria políticas de universalização do serviço de fornecimento de fármacos, em prejuízo dos cidadãos em geral.

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Dessa forma, debilitaria investimentos nos demais serviços de saúde e em outras áreas, como segurança e educação. Além disso, violaria a reserva do possível e a legalidade orçamentária. O Tribunal entendeu que, em regra, o Estado não está obrigado a dispensar medicamento não constante de lista do Sistema Único de Saúde (SUS).

(15)

O ministro Marco Aurélio (relator) salientou que o reconhecimento do direito individual ao fornecimento, pelo Estado, de medicamento de alto custo, não incluído em política nacional de medicamentos ou em programa de medicamentos de dispensação em caráter excepcional, constante de rol dos aprovados, depende da demonstração da imprescindibilidade (adequação e necessidade), da impossibilidade de substituição e da incapacidade financeira do enfermo e dos membros da família solidária, respeitadas as disposições sobre alimentos dos arts. 1.649 a 1.710 do Código Civil (CC) e assegurado o direito de regresso.

(16)

De acordo com o ministro Roberto Barroso, para que seja, excepcionalmente, admitido o fornecimento de medicamento não constante da lista do SUS, devem ser observados cinco requisitos cumulativos: (a) incapacidade financeira de arcar com o custo correspondente; (b) demonstração de que a não incorporação do medicamento não resultou de decisão expressa dos órgãos competentes; (c) inexistência de substituto terapêutico incorporado pelo SUS; (d) comprovação de eficácia do medicamento pleiteado à luz da medicina baseada em evidências; e (e) a propositura

(17)

previsto em listas oficiais e/ou Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs), independentemente do seu alto custo, a tutela judicial será excepcional e exigirá, previamente, inclusive para a análise de medida cautelar, os seguintes requisitos: (a) comprovação de hipossuficiência financeira do requerente para o custeio; (b) existência de laudo médico comprovando a necessidade do medicamento e elaborado pelo perito de confiança do magistrado e fundamentado na medicina de evidências; (c) certificação pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) tanto da existência de indeferimento da incorporação do medicamento pleiteado quanto da inexistência de substituto terapêutico incorporado pelo SUS; e (d) atestado emitido pela Conitec no sentido da eficácia, segurança e

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A ministra Rosa Weber salientou que, no caso de litígio judicial por medicamentos não incorporado pelo SUS, inclusive os de alto custo, o Estado terá a obrigação de fornecê-los, em caráter excepcional, desde que comprovados, cumulativamente, os seguintes requisitos: (a) prévio requerimento administrativo, que pode ser suprido pela oitiva do ofício do agente público por parte do julgador; (b) comprovação por meio de laudo médico fundamentado e circunstanciado, expedido por médico integrante da rede pública, da imprescindibilidade ou da necessidade do medicamento, assim como da ineficácia para o tratamento da moléstia dos fármacos fornecidos pelo SUS; (c) indicação do medicamento por meio da Denominação Comum Brasileira (DCB) ou da Denominação Comum Internacional (DCI); (d) incapacidade

(19)

No entanto, não poderiam ser autorizados o custeio de medicamentos expressamente reprovados pela Anvisa ou de produtos legalmente proibidos; e (g) determinação de que o interessado informe, periodicamente, por meio de relatórios médicos e exames comprobatórios de controle da doença, a evolução do tratamento de modo a comprovar sua eficácia e justificar sua manutenção.

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Pós-Graduação em Direito Médico e da Saúde on line 15 (2019.2)

Aula 61 – Parte 03/04

Tema da Aula: Posicionamento do Supremo Tribunal Federal sobre Reserva

do Possível nas Ações Judiciais de Medicamento de Alto Custo contra o

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O ministro Marco Aurélio (relator) salientou que o reconhecimento do direito individual ao fornecimento, pelo Estado, de medicamento de alto custo, não incluído em política nacional de medicamentos ou em programa de medicamentos de dispensação em caráter excepcional, constante de rol dos aprovados, depende da demonstração da imprescindibilidade (adequação e necessidade), da impossibilidade de substituição e da incapacidade financeira do enfermo e dos membros da família solidária, respeitadas as disposições sobre alimentos dos arts. 1.694 a 1.710 do Código Civil (CC) e assegurado o direito de regresso.

(22)

De acordo com o ministro Roberto Barroso, para que seja, excepcionalmente, admitido o fornecimento de medicamento não constante da lista do SUS, devem ser observados cinco requisitos cumulativos: (a) incapacidade financeira de arcar com o custo correspondente; (b) demonstração de que a não incorporação do medicamento não resultou de decisão expressa dos órgãos competentes; (c) inexistência de substituto terapêutico incorporado pelo SUS; (d) comprovação de eficácia do medicamento pleiteado à luz da medicina baseada em evidências; e (e) a propositura

(23)

previsto em listas oficiais e/ou Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs), independentemente do seu alto custo, a tutela judicial será excepcional e exigirá, previamente, inclusive para a análise de medida cautelar, os seguintes requisitos: (a) comprovação de hipossuficiência financeira do requerente para o custeio; (b) existência de laudo médico comprovando a necessidade do medicamento e elaborado pelo perito de confiança do magistrado e fundamentado na medicina de evidências; (c) certificação pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) tanto da existência de indeferimento da incorporação do medicamento pleiteado quanto da inexistência de substituto terapêutico incorporado pelo SUS; e (d) atestado emitido pela Conitec no sentido da eficácia, segurança e

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incorporado pelo SUS, inclusive os de alto custo, o Estado terá a obrigação de fornecê-los, em caráter excepcional, desde que comprovados, cumulativamente, os seguintes requisitos: (a) prévio requerimento administrativo, que pode ser suprido pela oitiva do ofício do agente público por parte do julgador; (b) comprovação por meio de laudo médico fundamentado e circunstanciado, expedido por médico integrante da rede pública, da imprescindibilidade ou da necessidade do medicamento, assim como da ineficácia para o tratamento da moléstia dos fármacos fornecidos pelo SUS; (c) indicação do medicamento por meio da Denominação Comum Brasileira (DCB) ou da Denominação Comum Internacional (DCI); (d) incapacidade financeira do cidadão de arcar com o custo do medicamento prescrito; (e) existência de registro na Agência

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Pós-Graduação em Direito Médico e da Saúde on line 15 (2019.2)

Aula 61 – Parte 04/04

Tema da Aula: Posicionamento do Supremo Tribunal Federal sobre Reserva

do Possível nas Ações Judiciais de Medicamento de Alto Custo contra o

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incorporado pelo SUS, inclusive os de alto custo, o Estado terá a obrigação de fornecê-los, em caráter excepcional, desde que comprovados, cumulativamente, os seguintes requisitos: (a) prévio requerimento administrativo, que pode ser suprido pela oitiva do ofício do agente público por parte do julgador; (b) comprovação por meio de laudo médico fundamentado e circunstanciado, expedido por médico integrante da rede pública, da imprescindibilidade ou da necessidade do medicamento, assim como da ineficácia para o tratamento da moléstia dos fármacos fornecidos pelo SUS; (c) indicação do medicamento por meio da Denominação Comum Brasileira (DCB) ou da Denominação Comum Internacional (DCI); (d) incapacidade financeira do cidadão de arcar com o custo do medicamento prescrito; (e) existência de registro na Agência

(27)

No entanto, não poderiam ser autorizados o custeio de medicamentos expressamente reprovados pela Anvisa ou de produtos legalmente proibidos; e (g) determinação de que o interessado informe, periodicamente, por meio de relatórios médicos e exames comprobatórios de controle da doença, a evolução do tratamento de modo a comprovar sua eficácia e justificar sua manutenção.

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Para o ministro Gilmar Mendes, nos casos excepcionais é imprescindível que haja instrução processual, com ampla produção de provas, para que não ocorra a produção padronizada de iniciais, contestações e sentenças – peças processuais que, muitas vezes, não contemplam as especificidades do caso concreto, impedindo que o julgador concilie a dimensão subjetiva (individual e coletiva) com a dimensão objetiva do direito à saúde –, privilegiando, na medida do possível, as políticas públicas existentes e o acionamento prévio da Administração Pública, via pedido administrativo. Quanto à necessidade

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Vencido, em parte, o ministro Edson Fachin, que deu parcial provimento ao recurso. Acolheu a alegação de que o estado-Membro recorrente não poderia ser condenado a custear sozinho o medicamento, por tratar-se de dispensação excepcional. Ressaltou a necessidade de a União compor o polo passivo da ação. Segundo o ministro, as tutelas condenatórias visando à dispensa de medicamento ou tratamento ainda não incorporado à rede pública devem ser, preferencialmente, pleiteadas em ações coletivas ou coletivizáveis, de forma a conferir-se máxima eficácia

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A tutela de prestação individual não coletivizável deve ser excepcional. Desse modo, para seu implemento, é necessário demonstrar não apenas que a opção diversa daquela disponibilizada pela rede pública decorre de comprovada ineficácia ou impropriedade da política de saúde existente para o seu caso, mas também que há medicamento ou tratamento eficaz e seguro, com base nos critérios da medicina baseada em evidências.

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Para aferir tais circunstâncias na via judicial, propôs os seguintes parâmetros: (a) prévio requerimento administrativo, que pode ser suprido pela oitiva de ofício do agente público por parte do julgador; (b) subscrição realizada por médico da rede pública ou justificada impossibilidade; (c) indicação do medicamento por meio da DCB ou DCI; (d) justificativa da inadequação ou da inexistência de medicamento ou tratamento dispensado na rede pública; e (e) laudo, formulário ou documento subscrito pelo médico responsável pela prescrição, em que se indique a necessidade do tratamento, seus efeitos e os estudos da medicina baseada em evidências, além das vantagens para o paciente, comparando-o, se houver, com eventuais fármacos ou tratamentos fornecidos pelo SUS para a mesma moléstia. Em seguida, o Tribunal deliberou fixar a tese de repercussão geral em assentada posterior. RE

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RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DOS ENTES FEDERATIVOS. SÚMULA 83/STF. ALTO CUSTO. ENFOQUE CONSTITUCIONAL. RESERVA DO POSSÍVEL E NORMAS FINANCEIRAS. REEXAME DE PROVAS. 1. A saúde pública consubstancia direito fundamental do homem e dever do Poder Público, expressão que abarca a União, os Estados-membros, o Distrito Federal e os municípios, todos em conjunto. 2. Com relação à responsabilidade do município no fornecimento de medicamentos de alto custo, verifica-se que o Tribunal de origem decidiu a controvérsia sob o enfoque eminentemente constitucional, ao entender que o direito à saúde decorre do princípio da dignidade da pessoa humana. Competência do Supremo Tribunal Federal. 3. Quanto à alegação baseada na reserva do possível e no descumprimento de normas financeiras, o Tribunal a quo deixou claro que, na hipótese dos autos, não ocorre a inviabilidade financeira. Modificar o acórdão, nesse aspecto, demanda o reexame das provas dos autos. Súmula 7/STJ. 4. Registre-se, por fim, que o reconhecimento da repercussão geral pela Suprema Corte não enseja o sobrestamento do julgamento dos recursos especiais que tramitam neste Superior Tribunal de

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Agravo de instrumento. Ação de obrigação de fazer c.c. indenização por danos morais. Decisão que desobriga a recorrida de fornecer o medicamento Spinraza ao recorrente, conforme parecer do Núcleo de Apoio Técnico do Poder Judiciário (NAT-Jus). Relatórios médicos que revelam a urgência no tratamento dos agravantes com o medicamento Spinraza. Incidência da Súmula nº 102 desta Corte. Operadora que, salvo casos excepcionais, não pode se imiscuir na prescrição médica. Recomendação para a realização do tratamento que é de ordem médica. Registro na ANVISA que obriga a operadora a fornecer o medicamento (cf. REsp nº 1712163/SP e REsp nº 1726563/SP. Medicamento incorporado ao SUS para tratamento de AME Tipo II pela Portaria nº 1.297/2019 do Ministério da Saúde. Precedentes desta Corte. Parecer do NAT-Jus que não se sobrepõe à indicação médica, mormente se considerada a gravidade do quadro clínico do agravante. Presença dos requisitos do art. 300 caput do CPC comprovada. Agravo provido, prejudicado o agravo interno. (TJSP; Agravo de Instrumento 2118144-35.2019.8.26.0000; Relator (a): Alexandre Marcondes; Órgão Julgador: 3ª Câmara de Direito Privado; Foro Central Cível - 35ª Vara Cível; Data do Julgamento: 10/12/2019; Data de Registro: 11/12/2019)

Referências

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