Jornal das Comunidades da Paróquia Nossa Senhora da Guia
BREAK TIME
A GROENLÂNDIA NÃO É UM PAÍS, SABIA? Gente Amiga
Pessoas que colaboram com o Jornal Nosso Guia PÁGINA 8
UM PAPA QUE ABRAÇA O MUNDO
Trindade/Goiânia Ano XII - No 131 -março 2014
Continente de gelo entre a América e a Europa com população que não ocuparia nem a metade da cidade de São Paulo é uma região da Dinamarca e serve de analogia para polêmicas brasileiras. | Pág. 12
Parece ter sido outro dia, quando, na tarde chuvosa de 13 de março de 2013, a multidão que se encontrava na Praça São Pedro ouviu o anúncio da eleição e o nome do novo bispo de Roma: o argentino cardeal Bergoglio, papa Francisco. | Pág. 5
Padre Paim
Um retiro espiritual paroquial no domingo de carnaval, dia 2 de março, numa chácara em Trindade.
Aberto a todas as lideranças da paróquia: membros dos conselhos das Comunidades, das pastorais e
movimentos. | Pág. 2
Quaresma
A mensagem do papa para a Quaresma de 2014 tem como tema
“Fez-se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza”(cf. 2 Cor 8,9).
No texto, ele explica que a finalidade de Jesus se fazer pobre não foi a
pobreza em si mesma. | Pág. 6
Noviços
O Noviciado é um tempo especial na preparação para a vivência dentro
de uma Congregação Religiosa. O ideal redentorista impulsiona os jovens a dizer sim na vida e na missão
em favor dos pobres, oprimidos e marginalizados. | Pág. 9
CF-2014
O tráfico humano é uma das atividades ilegais que mais se expandiram no século XXI. Na busca
por melhores condições de vida, muitos são ludibriados por criminosos que oferecem empregos
com alta remuneração. | Pág. 10
DIVULGAÇÃO
Propriedade: C.Ss.R. - Goiás PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA GUIA
VICARIATO DE TRINDADE - ARQUIDIOCESE DE GOIÂNIA Praça Nossa Senhora da Guia s/nº - Parque Buriti CEP 74485-803 - Goiânia - Goiás - Telefone: (62) 3299-1062 E-mail: [email protected]
MISSIONÁRIOS REDENTORISTAS: Pe. Antônio Ricieri Bariani / Pe. Mário Rodrigues Paim / Pe. Maurício Brandolize / Pe. Anemézio Machado / Pe. Domingos Cardozo Prestes JORNALISTA RESPONSÁVEL: Pe. Rafael Vieira da Silva, C.Ss.R. / GO 01078JP EDITOR: Pe. Antônio Maurício Brandolize, C.Ss.R.
DIAGRAMAÇÃO: Marcia L. Silveira - REVISÃO: Divina Mª de Queiroz e Eurípedes A. dos Santos IMPRESSÃO: Scala Editora / Goiânia-GO (62) 4008-2350
2 P A R Ó Q U I A
Goiânia, março 2014DISTRIBUIÇÃO GRATUITA: 4.000 Exemplares
Missionário Redentorista Pároco da Paróquia N. Sra. da Guia Vigário Episcopal de Trindade
Um encontro que ilumina e motiva as pastorais e movimentos para a ação evangeli- zadora nas Comunida- des e nas famílias
Dom Waldemar prega retiro
U
ma grande novidade neste ano. Um retiro espiritual paroquial em pleno domingo de carnaval, dia 2 de março, numa chácara em Trindade. Aberto a todas as lideranças da paróquia:membros dos conselhos das Comunidades, das pastorais e movimentos. E também aberto a quem ainda não tem engaja- mento nas Comunidades.
Pe. Anemézio consegue fazer um quase milagre ou talvez um milagre mesmo. Isto é, conse- guir que um retiro, que era só para o seu Núcleo Pastoral, se estendesse aos outros dois Nú- cleos da paróquia. Mas, o mais extraordinário é conseguir de Dom Waldemar Passini, bispo auxiliar da Arquidiocese de Goi- ânia, com tantos compromissos em sua agenda, que ele fosse o pregador nessa data.
É muito oportuno este re- tiro, e ao mesmo tempo muito necessário que no início deste ano façamos uma intensa expe- riência de oração. E entremos em comunhão profunda com o Pai para que nos preparemos para missão de evangelizar nes- te ano, cumprindo o Calendário Paroquial, onde temos também o objetivo da Igreja no Brasil, as datas e eventos da Arquidiocese e Vicariato.
Jesus nos deu o exemplo. Em todos os momentos de sua vida, principalmente nos mais importantes, ele rezava ao Pai. Quan- do iniciou a missão para a qual ele veio ao mundo, foi para o deserto e lá ficou quarenta dias e quarenta noites em comunhão com o Pai, em oração. Lá, nesse longo retiro, tam- bém foi tentado, e lá mesmo o seu sim não foi à tentação, mas ao Pai. Fortalecido com esse encontro decisivo com o Pai, consciente de ser missionário do Pai, assume pra valer a vontade, o projeto do Pai. E pelo Espírito Santo percebeu o que era de Deus e que era do diabo com todas as suas tramas, ilusões e vaidades.
O tema do retiro não poderia ser me- lhor, já que é o primeiro como paróquia.
O tema é “Igreja Missionária”. Nós, como lembra o Documento de Aparecida, somos discípulos missionários. E a principal refe-
Balancete da Paróquia N. S. da Guia
MÊS DE JANEIRO/2014 Entradas
Dízimo 7.985,66
Ofertas 1.712,68 Taxas (sacramentos) 360,00 Doação para côngruas 1.445,00 Contribuição para o Nosso Guia 470,00
Festa 754,50
Contribuição para formação 80,00
Aluguel –
Secretaria 17,00
Campanha –
Doações 50,00
Total das receitas 12.874,84 Despesas
Dimensão religiosa
Salários 1.595,80
Férias –
Encargos Sociais 1.848,74
Côngruas (contribuição - padres) 2.896,00
Casa paroquial 1.448,00
Telefone, internet 468,46
Água 344,27
Energia 266,03
Fundo para o carro da paróquia 500,00
Formação 50,00
Combustível 400,01
Consertos e reformas 715,20
Manutenção do carro –
Impressos –
Culto –
Utensílios e equipamentos –
Secretaria 47,86
Material de limpeza 26,00
Alimentação –
Diversos 241,22
Dimensão Social
Obra social (carentes) 257,49 Dimensão Missionária
Arquidiocese:
Dízimo 10% 789,56
Ofertas 10% 171,26
Festa 10% 75,45
Jornal Nosso Guia 470,00
Vicariato 150,00
Campanha –
Formação –
Total das despesas 12.957,63
Entradas 12.874,84 Despesas 12.957,63
COMUNIDADES: CELEBRAÇÕES, DÍZIMO, OFERTAS E CAMPANHAS
Missa / Celebração Novena Perpétua CONTRIBUIÇÕES
Comunidade Setor Dia Hora Dia Hora Dízimo Ofertas Nosso Guia Côngruas –
NÚCLEO PASTORAL I
N. Sra. da Guia Parque Buriti domingo 7:00 e 20:00 3ª feira 15:00 / 19:00 4.115,00 943,40 60,00 160,00 –
N. Sra. Aparecida Recanto das Garças sábado 19:00 – – 168,75 11,11 25,00 25,00 –
São Francisco de Assis J. Floresta sábado 19:30 3ª feira 19:00 45,00 4,25 15,00 20,00 –
N. Sra. de Fátima Renata Park sábado 20:00 4ª feira 20:00 171,30 15,00 25,00 95,00 –
S. Sebastião Maysa I domingo 8:00 4ª feira 20:00 262,36 51,00 30,00 140,00 –
S. Coração de Jesus J. Ipanema domingo 9:00 – – – – – – –
São José Pilar dos Sonhos domingo 9:00 – – – – – – –
Divino Pai Eterno Jd. Real domingo 18:00 – – 170,70 22,95 20,00 20,00 –
S. João Neumann Maysa I domingo 18:00 3ª feira 19:30 277,05 109,08 25,00 95,00 –
São João Batista Jd. das Oliveiras domingo 20:00 4ª feira 20:00 333,45 31,41 50,00 100,00 –
NÚCLEO PASTORAL II
Santa Luzia Rio Vermelho sábado 19:30 – – 28,50 14,00 – 20,00 –
Santo Expedito Parque Serra Branca sábado 20:00 – – – – – – –
N. Sra. Aparecida Jd. Marista domingo 8:00 3ª feira 20:00 648,60 115,24 60,00 150,00 –
S. Geraldo S. Cristina domingo 8:00 3ª feira 19:30 – – – – –
Santa Rita Privê Elias domingo 18:00 4ª feira 20:00 – – – – –
Santa Edvirge Setor Barcelos domingo 18:00 – – – – – – –
Santo Afonso S. Pontakayana domingo 18:00 4ª feira 20:00 180,00 33,00 30,00 160,00 –
São José Jd. Califórnia domingo 19:30 3ª feira 19:30 – – – – –
NÚCLEO PASTORAL III
N. Sra. do Perpétuo Socorro Dona Iris II domingo 8:00 3ª feira 19:30 252,30 98,73 30,00 100,00 –
S. Coração de Maria Maysa II domingo 8:00 – – – – – – –
Rainha da Paz S. Bandeirantes domingo 9:00 – – – – – – –
Santo Antônio Maysa III domingo 18:00 3ª feira 19:00 252,90 43,55 25,00 100,00 –
N. Sra. de Fátima S. Palmares domingo 19:00 3ª feira 15:00 388,67 129,48 35,00 120,00 –
N. Sra. Aparecida Dona Iris I domingo 19:30 5º feira 19:30 691,08 90,48 40,00 140,00 –
Padre Paim
rência para o retiro é a exorta- ção do papa Francisco, EVAN- GELII GAUDIUM – A ALEGRIA DO EVANGELHO. Ele se diri- giu ao mundo inteiro: ao epis- copado, ao clero, às pessoas consagradas e a todos os fiéis leigos. Por isso cada católico não deveria ficar sem ler esta exortação do papa Francisco, que é belíssima. Tanto é que cada um que vai ao retiro, irá ganhar da paróquia um exem- plar para ler antes, e assim aproveitar melhor, estando por dentro das palavras do papa.
Uma das coisas que nós cató- licos mais precisamos cultivar em nossas Comunidades e em cada um de nós hoje é: sentir na pele e no coração a alegria do Evangelho e transmitir pelo testemunho pessoal e comuni- tário, e no anúncio em nossas pastorais e movimentos.
Com certeza, esse retiro nos iluminará e nos motivará para juntos fazer acontecer a ação evangelizadora em nossas Co- munidades, indo até as famílias, através das nossas pastorais e movimentos.
Que a Senhora Maria nos guie na fidelidade à missão, e abençoe as nossas pastorais e movimentos nesse ano de evan- gelização.
Atendimento da secretaria paroquial: das 08h às 11h e das 13h às 17h (segunda a sexta) e 08h às 12h (sábado) - Telefone: (62) 3299-1062
O pai adotivo de Jesus ocupa na devoção popular um lugar de destaque. A liturgia tem duas datas para fazer sua memória: 19 de março e 1º de maio
P A R Ó Q U I A 3
Goiânia, março 2014
São José, protetor universal
Gosto de rezar
Os bancos da Matriz receberam um banho de beleza. Foram todos lixados e envernizados. A maioria recebeu novos genuflexórios. Ouve comentário de que ficou tão bom que dá até mais gosto de rezar.
Pamonhada
Com renda líquida de R$ 3.499,35 a tradicional pamonhada da Ma- triz foi um sucesso. A organização envolveu umas 50 pessoas. Muitas doações, como queijo, linguiça, açúcar, etc. Também houve doação em dinheiro (R$ 825,00). A despesa foi de R$ 255,00. A renda foi para a reforma dos bancos da Matriz.
A todos que participaram, traba- lhando, comprando os ingressos, os nossos agradecimentos. E mais uma vez nos convencemos de que a união organizada entusiasma, e é o segredo do sucesso.
Rampa
Conforme foi planejado, tudo fi- cou pronto nesse fevereiro: rampa de acesso à secretaria paroquial, meio-fio no quintal, uma cobertu- ra para depósito, o piso da sala de reunião no Salão Paroquial.
Pastoral do Dízimo
Foi constituída a coordenação da pastoral do dízimo paroquial ten- do à frente o Sebastião da Comu- nidade Divino Pai Eterno. Demais membros: Clênio (Comunidade São Sebastião - Núcleo Pastoral I), José Carlos (Comunidade N. Sra.
Aparecida - do Núcleo Pastoral II) e Geraldo (Comunidade da Matriz).
n Frei Diego Rodrigues, OFMCap
A
o contemplar a pessoa de São José e sua mis- são de guardião da Virgem Maria e de Jesus, percebe- mos o quanto ele tem a nos ensinar. Aceitando fazer a vontade de Deus, com fé fir- me, principalmente nos mo- mentos de dificuldade, São José nunca se pôs a questio- nar a Deus, pelo contrário, com humildade e serenida- de, sempre esperou ser con- duzido por Ele. Só alguém com tão profunda fé é capaz de se colocar inteiramente à disposição do projeto do Reino. Assim, São José nos ensina a vivenciar nossa fé na vida cotidiana, cultivan- do sempre um espaço para o Senhor.O pai adotivo de Jesus ocupa na devoção popu- lar um lugar proeminente.
Inclusive a liturgia reserva duas datas para fazer sua memória: 19 de março (São José, esposo de Maria) e 1º
de maio (São José Operário).
O quanto ele é querido, se nota também pela quantida- de incalculável de Paróquias e Comunidades que se colo- cam sob sua proteção.
Reconhecendo as virtu- des, a fé e o seu serviço, a Igreja, na pessoa do Papa Pio XI, em 8 de dezembro de 1870, proclamou São José Patrono Universal da Igreja, colocando, assim, todos os cristãos sob sua proteção.
Em 1989, o Papa João Paulo II, escrevendo sobre a figu- ra e a missão de São José na vida de Cristo e da Igreja, nos diz: “Assim como cui- dou com amor de Maria e se dedicou com empenho jubiloso à educação de Jesus Cristo, assim também guar- da e protege o seu Corpo místico, a Igreja, da qual a Virgem Santíssima é figura e modelo”.
Foi no aprofundamento sobre a especial devoção a São José, esposo de Maria Santíssima e Patrono Uni- versal da Igreja, que o Papa
Francisco decretou que o nome de São José seja acres- centado nas celebrações das missas dentro das Orações Eucarísticas (II, III e IV), pois ao participar plenamente da comunhão dos santos, nos ensina o caminho que leva a Cristo. O Papa Francisco ainda ressalta, em sua homi- lia de início de pontificado, uma das mais belas carac- terísticas de São José: “São José aparece como um ho- mem forte, corajoso, traba- lhador, mas, no seu íntimo, sobressai uma grande ternu- ra, que não é a virtude dos fracos, antes, pelo contrário, denota fortaleza de ânimo e capacidade de solicitude, de compaixão, de verdadeira abertura ao outro, de amor.
Não devemos ter medo da bondade, da ternura”!
Roguemos pela interces- são do Patrono Universal da Igreja, São José, para que nos ajude a sermos fiéis à missão que Deus nos confia:
ser viva ternura na vida dos irmãos e irmãs.
Calendário
Nossos agradecimentos a todos os patrocinadores do Calendário Paroquial: Auto Reguladora Pon- to Certo, ex-Vereador Barbosa, Supermercado Raio de Sol, Inco- pisos, Aquariu’s Clínica Veteriná- ria, Reciplastec, Vereador Fabiano Pimenta, Recycle, Dorva e Cícero e Star Bella (vestidos para noivas e festas). Graças a vocês as nossas Comunidades têm um calendário como uma referência para a cami- nhada paroquial.
Datas de março
3 Dia 5: Início da Quaresma e Abertura da Campanha da Fra- ternidade nos Núcleos Pasto- rais. Dia de jejum e abstinência.
3 Dia 8: Início dos encontros de catequese nas Comunidades.
Catequista que ainda não tem o material de catequese, procure logo na secretaria paroquial.
3 Dia 8: Reunião Mensal de Pasto- ral-CPDF.
3 Dia 9: Festival de Sorvete da Catequese Paroquial na Matriz – das 15h30 às 17h.
3 De 10 a 13: Encontro de forma- ção para os redentoristas em Aparecida-SP (Padres Paim, Anemézio e Domingos vão par- ticipar).
3 Dia 15: Formação para Minis- tros da Esperança-CPDF, das 8:30 às 16h.
3 Dia 22: Escola Catequética- -CPDF.
3 Dia 29 Encontro de formação litúrgica para as equipes de li- turgia das Comunidades em
preparação da Semana Santa- -CPDF-das 8h às 13h30.
Vicariato
3 A Paróquia de Campestre rece- beu uma nova comunidade de irmãs religiosas. São da Con- gregação Dominicana de Me- nenghini: Irmãs Terezinha Ro- drigues de Oliveira, Terezinha Conceição Lagares e Terezinha de Fátima. Sejam bem-vindas à Paróquia São Sebastião de Cam- pestre e ao Vicariato Trindade.
3 Em Santa Bárbara, da mesma forma acolhemos com muito carinho as irmãs Regina Bu- zolin e Terezinha Paiva da Congregação das Irmãs Do- minicanas da Beata Imelda, que vieram no lugar das Irmãs Carla Valadão e Luiza da Kura.
Às irmãs Carla e Luiza, o nos- so grande agradecimento pelo trabalho feito com tanto dina- mismo e entusiasmo.
3 Dia 23 de fevereiro, Pe. Tomás, pároco na Paróquia Santa Luzia em Aragoiânia, celebrou seu Jubileu de Ouro Sacerdotal. E grande parte desses 50 anos fo- ram vividos no Brasil, servindo com tanta alegria e doação, por isso mesmo, muito amado pelo povo e pelas Comunidades por onde passa.
Em tempo
Taise voltou de suas férias. Nem precisa dizer o quanto a Elivone e eu (Pe. Paim) sofremos para subs- tituí-la neste mês. Taise, seja bem- -vinda e mãos à obra!
Comunicados da Paróquia
No dia 23 de fevereiro foi inau- gurada, na Matriz Nossa Senho- ra da Guia, com a celebração de dez batizados, uma linda pia batismal doada por Daniela Rui.
Pia batismal
DIVULGAÇÃO
BRANDOLIZE
Em ardósia, a pia combina com o altar e a mesa da Palavra que também são de ardósia. A Pa- róquia agradece a ela e aos seus familiares.
Doação feita por Daniela Rui
4 O P I N I Ã O
Goiânia, março 2014Leitores colaboram
Na página 8 colocamos os nomes das pessoas que colaboram com o jornal. Lá também temos a in- dicação de uma conta do Banco do Brasil na qual pode ser feito um depósito em favor do jornal.
Alguns depósitos são de pessoas conhecidas que colaboram mensalmente, outros são de pessoas anônimas. Podem enviar a comunicação do seu nome para registrar no jornal. A conta está neste nome: Antonio M. Brandolize – Agência 4864- X | Conta Corrente: 21.081-1 (Banco do Brasil).
Obrigado!
A
Igreja abre a preparação para a Páscoa com a Quarta-feira de Cinzas, neste ano dia 5 de março. As igrejas ficam lotadas. E a partir daí até o domingo de Páscoa, neste ano 20 de abril, as cele- brações recebem um público maior. O ato de rece- ber as Cinzas, iniciando a Quaresma, nos recorda que nossa vida na terra é passageira. Um dia a mor- te chega. Em breve o corpo vai se converter em pó, em cinzas. Mas temos uma certeza esperançosa: há uma vida eterna que nos espera. As cinzas não apa- gam os pecados, mas são um sinal forte (dizemos“sacramental”) que nos relembra a nossa condição de fracos e pecadores, de frágeis e limitados. É um sinal de arrependimento, de penitência, mas sobre- tudo, de conversão.
Na Quaresma, dentro da tradição católica, sempre foi acentuado o costume de se dedicar mais tempo à oração, à reflexão da Bíblia e à par- ticipação dos Sacramentos, principalmente da Eucaristia e da Reconciliação (Confissão). A re- citação (oração) da Via-Sacra também ocupa um lugar especial na Quaresma. Muitos fazem jejuns e outros sacrifícios a seu gosto. Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa.
Pela lei da Igreja, o jejum é obrigatório somente nesses dois dias. Crianças e idosos estão isentos dessa lei. Lembro ainda que no Brasil temos, há mais de 50 anos, a Campanha da Fraternidade que é realizada no tempo quaresmal. Este traba- lho pastoral e social realizado pela Igreja Cató- lica quer em primeiro lugar educar o povo para a vida em fraternidade, com base na justiça e no amor, valores e exigências centrais da pregação de Jesus de Nazaré. Neste ano a Campanha cha- ma a atenção para a triste realidade do tráfico de pessoas para serem exploradas, daí o tema de 2014: Fraternidade e Tráfico Humano. No Brasil inteiro as paróquias e Comunidades têm à sua disposição um material muito bom (Campanha da Fraternidade em Família) para refletir, rezar e agir sobre esta delicada realidade. Esse subsídio é produzido pelo Centro de Pastoral Popular.
Sendo a Quaresma 40 dias de preparação para a Páscoa e começando com a Quarta-feira de Cinzas, este período termina na Quinta-feira Santa, antes da celebração da Missa da Ceia do Senhor ou da Instituição da Eucaristia, já na Semana Santa.
E com a celebração da Páscoa, os cristãos vão permanecer na vida nova, se renovando continua- mente pela penitência e pela conversão, na vigilân- cia atenta e otimista da vinda do Senhor.
D
e maneira informal, com uma mensagem gravada com um smartphone pelo seu amigo, o pastor pentecostal Tony Palmer, o papa Fran- cisco afirmou que tem “sau- dades” da unidade entre os cristãos, hoje separados: “Se- parados porque os pecados nos separaram: os nossos pe- cados, os mal-entendidos na história. Um longo caminho de pecado comunitário. Mas de quem é a culpa? Todos temos culpa! Todos somos pecadores! Somente um é o justo: o Senhor. Eu tenho sau- dades do desejo do Senhor.Que esta separação acabe e volte a comunhão”.
O pontífice também ex- pressou “saudades” daquele abraço do qual fala a Sagrada Escritura quando os irmãos de José, famintos, foram ao Egito para comprar, para po- der comer”. Ali, recordou o papa, “encontraram algo além de comida, encontraram o irmão”:
“Todos nós temos valores, os valores da cultura, os va- lores da nossa história, tantas riquezas culturais, também religiosas, tradições diversas, mas devemos encontrarmo- -nos como irmãos e devemos
chorar juntos, como fez José.
Aquele choro que une, o cho- ro do amor. Eu vos falo como um irmão e vos falo assim, simplesmente, com alegria e saudades”.
O convite do papa, então, é fazer “crescer as saudades, porque isso vai nos levar a encontrarmo-nos, a abraçar- mo-nos e a louvar Jesus Cris- to como único Senhor da his- tória”.
A oração comum ao Se- nhor, então, será “para que nos una a todos”: “Sejamos irmãos e nos demos espiritu- almente este abraço e deixe- mos que o Senhor conclua a obra que começou, pois este é o milagre. O milagre da uni- dade começou”.
E o Senhor, acrescentou Francisco, citando o famo- so autor italiano Alessandro Manzoni, vai concluir bem este milagre”.
A mensagem foi apresenta- da na comunidade pentecostal estadunidense dirigida pelo pastor Kenneth Copeland, ar- rancando efusivos aplausos dos fiéis. Posteriormente foi postada no youtube. Ao final da mensagem, papa Francisco pediu para que os pentecos- tais rezassem por ele.
O milagre da unidade
O ano da copa e das eleições nos convida para o discernimento e para a responsabilidade
Futebol e responsabilidade
n DOM DEMÉTRIO
Bispo de Jales, SP
P
arecia tudo tranquilo para 2014. Os eventos já mar- cados, bem garantidos por um calendário estabelecido com absoluta prioridade: a Copa do Mundo, e as eleições de outubro. Mas eis que de repente surge uma interro- gação inquietante: como vai ser esta copa? E como serão as eleições, que dependerão muito do resultado da copa?Uma interrogação que envol- ve, portanto, os dois eventos principais, previstos para este ano.O temor se concentra na probabilidade de manifesta- ções populares. Como serão, que repercussão terão, qual sua força de intervenção nos diversos eventos programa- dos. Uma coisa é certa, e ne- cessita de nossa atenção. Mui-
tos preferem águas turvas para pescar. Estão torcendo pelo pior. E não terão escrú- pulos de usar a violência para conseguir seus objetivos.
Diante desta postura, as- sumida e organizada por grupos bem identificados, não resta dúvida que cabe ao poder público estar atento, e coibir ações criminosas, que
Gente Amiga
Pe. Maurício Brandolize, C.Ss.R.
Em mensagem a pentecostais, papa fala de “saudades da unidade” e diz que Deus concluirá esta obra
se valem da legitimidade de manifestações populares, para encobrirem seus inten- tos criminosos.
Um fenômeno interessan- te está tomando forma. No país do futebol, se avolumam os questionamentos à manei- ra como vem sendo organi- zada a Copa do Mundo. Este questionamento se amplia, ao constatarmos onde foi pa- rar este esporte tão envolven- te e tão próximo das camadas mais pobres da população.
O futebol foi domesticado, e apropriado indevidamente pelo poder econômico, a tal ponto que virou simplesmen- te um negócio, que vai tiran- do a beleza deste esporte tão democrático e tão popular.
Esta tendência contagiou negativamente todos os ní- veis do futebol. Desde os campeonatos de várzea, até a organização mundial do fu- tebol, simbolizado pela FIFA, que tem na organização da Copa do Mundo sua incum- bência maior. Hoje, qualquer menino que dá seu primeiro chute numa bola, já começa a sonhar em ser um grande jogador, ganhando salários fabulosos. E como de fato o futebol acarreta somas fabu- losas, a Copa do Mundo aca- bou ficando refém da grande especulação financeira que gira ao seu redor.
Ao chegar o tão esperado
“ano da copa”, parece que
“o país do futebol” tem um questionamento importante a fazer aos cartolas, que se apoderaram indevidamen- te deste esporte tão popular, que não pode ficar reduzido a uma trama de negócios escu- sos. Mas para nos habilitar- mos a transmitir esta mensa- gem de questionamento, não podemos perder a credibili- dade que nos habilita a tomar uma posição esclarecida, ma- dura e responsável. Se é para fazer manifestações popula- res, providenciemos as con- dições para que elas se façam ordeiramente, sem violência e sem intenções malévolas, seja de que ordem forem.
Uma das belezas maiores do futebol decorre da rigi- dez de suas normas, que o juiz se encarrega de aplicar.
A democracia também preci- sa de regras claras, seguidas com rigor. Também quando se trata de manifestações de massa. O ano da copa e das eleições nos convida para o discernimento e para a res- ponsabilidade. Nisto, todos podemos entrar em campo!
DIVULGAÇÃO
A T U A L I D A D E S 5
Goiânia, março 2014
Um papa que abraça o mundo
Em cada tempo o Espírito Santo dá à Igreja o papa de que ela precisa
n RAIMUNDO LIMA
Rádio Vaticano
P
arece ter sido outro dia, quando, na tarde chuvosa de 13 de março de 2013, após horas de espera e grande ex- pectativa, a multidão que se encontrava na Praça São Pe- dro, apinhada no amplo espa- ço circundado pela colunata de Bernini, ouviu na voz tímida de um cardeal bem idoso, o anúncio da eleição e o nome do novo bispo de Roma. O es- colhido: cardeal Bergoglio que tomou o nome de Francisco.No entanto, já se passou um ano daquele dia em que o Conclave varreu a tradição de mais de doze séculos inin- terruptos da eleição de papas europeus. Vale lembrar que o primeiro papa não-europeu foi exatamente o primeiro papa da história: o apóstolo Simão Pedro que era proveniente da Terra Santa, onde Jesus nasceu, viveu e exerceu sua missão.
De fato, o último sucessor de Pedro não-europeu foi Gre- gório III, sírio, pontífice de 731 a 741. Daí as novidades: pri- meiro papa do continente ame- ricano, argentino da América Latina, primeiro da Compa- nhia de Jesus a calçar as “San-
dálias do Pescador”, primeiro a chamar-se Francisco. E as novi- dades não pararam por aí.
O mais importante estava para acontecer e podia-se in- tuir da escolha do Papa Bergo- glio, ao tomar para si o nome do pobrezinho de Assis: o ma- nifesto desejo de “uma Igreja pobre, para os pobres”, com os pobres e dos pobres; uma Igreja em estado permanente de missão, capaz de sair de si, de suas comodidades e ir “às periferias geográficas e exis- tenciais”, “mesmo à custa de acidentar-se”, como costuma repetir.
Em todo caso, é absoluta- mente dispensável evocar aqui aqueles elementos que já têm sido trazidos por muitos e de todos os cantos da terra. Todos aludem a este fenômeno que tem sido chamado de “Revolu- ção de Bergoglio”. Este pontifi- cado tem despertado a atenção do mundo inteiro.
De fato, de lá para cá, neste período de apenas um ano, fo- ram escritos dezenas de livros, produzidos centenas de docu- mentários e reportagens, e mi- lhares de artigos sobre o bispo de Roma que veio “quase do fim do mundo”, como definiu- -se ele mesmo, da sacada da
dez e desapego, surpreendeu o mundo inteiro, renunciando em fevereiro do ano passado.
Décimo segundo papa não- -europeu, Bergoglio traz para a Cátedra de Pedro, de onde irradia o magistério petrino, o modo de ser e de viver da Igreja na América Latina, subconti- nente onde se encontra quase a metade de todos os católicos do mundo inteiro. E apresenta para a velha e cansada Europa a experiência eclesial de uma Igreja jovem, viva e dinâmica, cujo pontificado também repre-
senta mais responsabilidades e desafios para a Igreja nesta por- ção do “Continente da Esperan- ça”.Manifestamente contrário ao “culto da personalidade”, o papa Francisco nos remete continuamente a Cristo e a seu Evangelho, incentivando-nos a fixar nosso olhar unicamen- te em Jesus, fazendo-nos sen- tir o perfume do Evangelho, o perfume da palha da gruta de Belém. Ele abraça a todos, por isso sente o cheiro de suas ove- lhas.
Família
Com a presença do papa e 185 cardeais e futuros carde- ais, realizou-se em fevereiro, o Consistório extraordinário refletido sobre temas rela- cionados à Família. “Desde o início, o Criador colocou a sua bênção sobre o homem e a mulher, para que fossem fecundos e se multiplicas- sem sobre a terra; e assim a família torna presente, no mundo, como que o reflexo de Deus, Uno e Trino”, afir- mou o papa. O papa disse ainda que serão aprofunda- das “a teologia da família e a pastoral que devemos implementar nas condições atuais. Façamo-lo com pro- fundidade e sem cairmos na casuística, porque decairia, inevitavelmente, o nível do nosso trabalho”, advertiu. E ainda: “Hoje, a família é des- prezada e é maltratada... É necessário que ponhamos em evidência o plano luminoso de Deus para a família, e aju- demos os esposos a viverem- -no com alegria ao longo dos seus dias, acompanhando-os no meio de tantas dificulda-
des com uma pastoral inteli- gente, corajosa e amorosa”. O próximo Sínodo dos Bispos, a ser realizado em outubro de 2014, vai ser sobre a Família.
Terço
Todas as terças-feiras a juven- tude redentorista de Trindade se reúne na Igreja Santa Luzia às 19:30h para rezar o terço, tendo em vista o Ano Voca- cional Redentorista. Você que é de Trindade, venha rezar com a gente!
Salão Pe. Negri
No dia 07 de fevereiro, a Paró- quia Divino Pai Eterno inau- gurou o Salão Paroquial Pa- dre Silvério Negri. Na ocasião aconteceu a Noite do Concer- to, com a participação da Or- questra de Sopros e Percussão do Cerrado/Ciranda da Arte – Seduc, da Arte da Secretaria de Estado da Educação do Es- tado de Goiás. “Especialistas em eventos colaboraram co- nosco para que construísse- mos, mesmo dentro das nos- sas possibilidades, uma sala tecnicamente capaz e confor- tável, climatizada, viável para
Daqui e daí
Brasileiro preside Sínodo da Família
Cardeal Damasceno
O
papa Francisco nomeou, no dia 21 de fevereiro, o arcebis- po de Aparecida (SP) e presiden- te da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, para a presi- dência do Sínodo Extraordinário sobre a Família, que ocorrerá de 9 a 15 de outubro, no Vaticano.Foram nomeados também para compor a presidência do Sí- nodo Extraordinário: o arcebispo de Paris, cardeal André Vingt- -Trois, e o arcebispo de Manila, cardeal Luis Antonio Tagle. Os
três cardeais serão responsáveis por acompanhar a preparação dos trabalhos do Sínodo que tratará dos desafios pastorais da família, no contexto da evangeli- zação.
No ano passado, o papa en- viou às paróquias de todo o mundo o “Documento Prepara- tório” do próximo Sínodo, com 35 questões, sobre a família. As Conferências Episcopais já re- passaram as contribuições ao Va- ticano.
Dom Raymundo Damasceno, Cardeal Arcebispo de Aparecida, SP
DIVULGAÇÃO
palestras, cursos, seminários, encontros e variados tipos de produções culturais”, contou padre Marco Aurélio. O Salão Paroquial, agora reformado, ganhou o nome de “Padre Sil- vério Negri”, uma legítima e oportuna homenagem a esse saudoso missionário que foi Superior Vice-Provincial dos Redentoristas em Goiás na década de 80 e também pá- roco de Trindade e coorde- nador de pastoral da Rede de Comunidades Nossa Senhora da Guia. (informou: Paulo Afonso Tavares)
Basílica Vaticana, ao cair da tarde daquele 13 de março.
Como se sabe, o Espírito Santo dá à Igreja o papa de que ela precisa para cada momen- to da história. Assim lançan- do um olhar sobre os últimos pontífices, podemos lembrar o bom Papa João XXIII, que por inspiração do Espírito Santo, convocou e iniciou o Concílio, trazendo uma verdadeira pri- mavera na Igreja; seguido do Papa Paulo VI, excelso pastor, homem de elevada enverga- dura cultural, a quem coube continuar, concluir e iniciar a aplicação do Concílio. Depois tivemos Albino Luciani, o papa João Paulo I que ocupou a Cá- tedra de Pedro no breve espaço de um sorriso, apenas 33 dias.
Em seguida, o grande papa João Paulo II, cuja eleição, em 1978, interrompeu a tradição de quatro séculos e meio de pa- pas italianos. De fato, o último não italiano havia sido Adriano VI, holandês. Em 2005 tivemos a eleição de Bento XVI, grande catequizador, insigne teólogo, o Papa que em suas primeiras palavras como Pontífice se de- finiu “um humilde trabalhador na vinha do Senhor”, que qua- se oito anos depois, num gesto de extrema humildade, luci-
ARQUIVODIVULGAÇÃO
Pe. Silvério Negri
6 E S C O L A D A F É
Goiânia, março 2014Vida e doçura nossa!
Quaresma é despojamento, diz Francisco
“Ofereço para vocês algumas reflexões com a esperança de que possam servir para o caminho pessoal e comunitário de conversão”, afirma o papa
A
mensagem do papa Francisco para a Quares- ma de 2014 tem como tema“Fez-se pobre, para nos enri- quecer com a sua pobreza”(cf.
2 Cor 8, 9). No texto, ele expli- ca que a finalidade de Jesus se fazer pobre não foi a pobreza em si mesma, mas – como diz o Apóstolo – “para vos enri- quecer com a sua pobreza”.
“Não se trata dum jogo de palavras, duma frase sensa- cional. Pelo contrário, é uma síntese da lógica de Deus”, escreveu o papa.
Eis os primeiros e os úl- timos parágrafos da mensa- gem do pontífice:
“Por ocasião da Quares- ma, ofereço para vocês algu- mas reflexões com a esperan- ça de que possam servir para o caminho pessoal e comu- nitário de conversão. Como motivo inspirador tomei a seguinte frase de São Paulo:
“Conheceis bem a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por vós, para vos enriquecer com a sua pobreza” (2 Cor
8, 9). O Apóstolo escreve aos cristãos de Corinto encora- jando-os a serem generosos na ajuda aos fiéis de Jerusa- lém que passam necessidade.
A nós, cristãos de hoje, que nos dizem estas palavras de São Paulo? Que nos diz, hoje, a nós, o convite à pobreza, a uma vida pobre em sentido evangélico?
Tais palavras dizem-nos, antes de mais nada, qual é o estilo de Deus. Deus não se revela através dos meios do poder e da riqueza do mun- do, mas com os da fragilida- de e da pobreza: “sendo rico, se fez pobre por vós”. Cristo, o Filho eterno de Deus, igual ao Pai em poder e glória, fez-se pobre; desceu ao nos- so meio, aproximou-se de cada um de nós; despojou- -se, “esvaziou-se”, para se tornar em tudo semelhante a nós (cf. Fil 2, 7; Heb 4, 15).
A encarnação de Deus é um grande mistério. Mas, a ra- zão de tudo isso é o amor divino: um amor que é gra- ça, generosidade, desejo de proximidade, não hesitando
em se doar e se sacrificar pe- las suas amadas criaturas. A caridade, o amor é partilhar, em tudo, a sorte do amado. O amor torna semelhante, cria igualdade, abate os muros e as distâncias. Foi o que Deus fez conosco. Na realidade, Jesus “trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração hu- mano. Nascido da Virgem Maria, tornou-se verdadeira- mente um de nós, semelhan- te a nós em tudo, exceto no pecado” (GS. 22). (...)
Queridos irmãos e irmãs, possa este tempo de Quares- ma encontrar a Igreja inteira pronta e solícita para teste- munhar, a quantos vivem na miséria material, moral e espi- ritual, a mensagem evangéli- ca, que se resume no anúncio do amor do Pai misericor- dioso, pronto a abraçar em Cristo toda a pessoa. E pode- remos fazê-lo na medida em que estivermos configurados com Cristo, que se fez pobre e nos enriqueceu com a sua
pobreza. A Quaresma é um tempo propício para o des- pojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nós podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não es- queçamos que a verdadeira pobreza dói: não seria válido um despojamento sem esta dimensão penitencial. Des- confio da esmola que não cus- ta nem dói.
Pedimos a graça do Espí- rito Santo que nos permita ser “tidos por pobres, nós que enriquecemos a muitos;
por nada tendo e, no entanto, tudo possuindo” (2 Cor 6, 10).
Que Ele sustente estes nossos propósitos e reforce em nós a atenção e solicitude pela miséria humana, para nos tornarmos misericordiosos e agentes de misericórdia. Com estes votos, asseguro a minha oração para que cada crente e cada comunidade eclesial percorra frutuosamente o iti- nerário quaresmal, e peço que vocês rezem por mim. Que o Senhor os abençoe e Nossa Senhora os guarde!
Pe. Ângelo Licati
Missionário Redentorista
J
esus, na véspera de sua mor- te na cruz, despedindo-se dos discípulos tristes e acabrunha- dos, confortou-os dizendo que a morte não tinha a última palavra em sua vida. Garantiu para eles a vitória e a vida, afirmando: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim” (Jo 14,6). Na oração da“Salve-Rainha” invocamos Ma- ria como nossa vida. Não haverá exagero nesta saudação? Tente- mos uma possível conciliação.
Não há dúvida alguma que nossa vida é dom de Deus. Foi Ele que nos deu a vida para este mundo e foi Ele, por seu Filho Jesus, que nos deu a vida eterna.
Nós chamamos a pessoa que nos gerou em seu ventre de Mãe.
Nossa Mãe colocou à disposição de Deus Criador, todas as condi- ções necessárias para Deus fazer gerar a vida. Sem a colaboração da mãe, não há possibilidade do nascimento de um filho, embora não seja ela que dá a vida. Assim também, na ordem da graça e da
salvação; a fonte e a raiz da vida da graça é Je- sus Cristo, nosso Redentor e Salvador.
Não há outro nome sobre a terra pelo qual devemos ser salvos (At 4,12). Esta salvação acontece em nós, quando a Vida que é Jesus, nosso Deus, é acolhida e encarnada em nós.
Este primeiro e fundamental encontro da cria- tura com o Criador e Salvador aconteceu no ventre virginal de Maria: “O Verbo de Deus se fez carne e veio morar entre nós”(Jo 1,14). Jesus é o Dom de Deus, a graça de Deus derramada sobre a humanidade. Maria é a Mãe verdadeira desse dom, dessa graça doada por Deus.
A graça é a vida de Deus em nós, e nossa vida na graça de Deus, por isso o Anjo Gabriel saú- da Maria, cheia de Graça: Deus está com você.
Perante o espanto de Maria, o Mensageiro di- vino a conforta: “Não tenha medo, Maria, você
Maria é invocada
como aquela que enxuga as lágrimas
encontrou graça diante de Deus”
(Lc 1,28-30). Maria, imaculada em sua Conceição, cheia de Deus e da graça de Deus, se tornou o feliz sacrário da graça de Deus, seu Filho Jesus. Como ela nunca perdera a graça, ela o encontrou para nós, que a tínhamos perdi- do. A graça é a Vida eterna: a co- munhão perfeita com Deus. Que outra criatura neste mundo teve uma comunhão mais profunda e existencial com Deus, que Maria.
Por isso, Ela é invocada por nós como “Mãe da Divina Graça”. A graça divina é Jesus. E Jesus é a vida para os que vivem no mun- do da graça. Maria, portanto, é a Mãe da Vida da graça. Maria não é a fonte da graça e da vida, mas é o canal pelo qual chega a Vida, a Graça e a Salvação para o mundo.
Invocamos Maria como “Nos- sa Doçura”. Que palavra meiga e carinhosa para despertar em nós uma confiança filial para com nossa Mãe. Que exemplo mara- vilhoso da doçura imensa do co-
ração de nossa Mãe, quando, em pé, junto à cruz participava, co- rajosa, do Sacrifício de seu Filho.
Maria é nossa Mãe; fomos en- tregues a Ela no momento mais angustiante de sua vida: “Ao pé da cruz, estava Maria, a Mãe de Jesus” (Jo 19,25).
O amigo verdadeiro é conhe- cido nas horas difíceis. Ser amigo nas horas felizes é muito bom, mas não dá segurança. Assim como o mel é doce, e alegra o paladar, Maria é invocada como
“Doçura nossa”: Aquela que en- xuga as lágrimas, conforta os desanimados, acolhe os filhos transviados. Quem de nós, quan- do éramos crianças, após uma queda, ou um ferimento, não corremos confiantes para o colo de nossas mães? Uma palavra, um afago, um carinho acalmava a dor e fazia cessar o pranto. O olhar meigo, as mãos estendidas, as palavras de consolo, revelam para nós a nobreza e a doçura do Coração de nossa Mãe. Rainha e Mãe, doçura nossa! Salve!
ARQUIVO
A Quaresma começa com a Celebração da Imposição das Cinzas
Notícia Boa
E S C O L A D A F É 7
Goiânia, março 2014
Dando uma de passarinho
8º Domingo Comum (02.03.14) Mateus 6,24-34
Q
uer um jeito de não te faltar nada?Dá uma de passarinho. Jesus ensi- na que devemos ter confiança em Deus como têm os passarinhos e as flores. Não lhes falta nada. Ele alimenta os pássaros e veste as flores. Ninguém se vestiu tão bem como eles. Nem Salomão. Além do mais conduz nossa vida, pois, por nós mesmos, não vamos um minuto adiante.
Deus é uma mãezona. Como viver sem responsabilidade? Também não é assim de graça. Mas “basta buscar o Reino de Deus e sua justiça, e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo” ... Para cada dia basta seu cuidado”. Viver o mo- mento presente é preparar o de amanhã.
Seguir Jesus vai ter tudo para todos.
Terapia espiritual
Quarta-feira de Cinzas (05.03.14) Mateus 6,1-6.16-18
O
início da Quaresma é abertura para a Páscoa. É tempo de fazer uma terapia do coração através de um exercício espiritual. O treinador é o próprio Jesus que nos dá as técnicas de Sua academia.A dieta do jejum não é parar de comer, passar fome. É esvaziar-se das preocupações para se dedicar ao úni- co necessário. A terapia vai fundo no coração para colocar os pensamentos em ordem através da oração. É uma terapia completa. Nosso corpo cria seus pneus, suas massas. A terapia da esmola vai nos dar um corpo espiritual bem formado, o que ajuda o corpo físi-
tentação, como Jesus venceu. Jesus tinha um espeto bom para fritar o capeta: a obediência ao Pai. Nela vencemos tudo.
Jeito de ficar bonito
2º Domingo da Quaresma (16.03.14) Mateus 17,1-9
N
ão está fácil manter a beleza. Com o tempo vamos perdendo a forma.A sociedade tem um padrão de beleza muito falho, pois todo o ser criado é belo na sua condição. Mesmo o doente, o envelhecido, o pobre desgastado pela vida tem uma beleza própria.
No segundo domingo da Quaresma refletimos sobre a transfiguração de Je- sus. No domingo passado vemos o mal que faz o pecado. Agora contemplamos o resultado da vida de Jesus em nós. Ela nos transforma. Esta é a meta de chega- da da Quaresma: a Páscoa da Ressurrei- ção que nos identifica cada vez mais com Jesus. Na Paixão de Jesus contemplamos seu sofrimento. Sua Transfiguração nos encaminha para Sua Ressurreição.
Moisés e Elias, significando a Lei e os Profetas, mostram que Jesus é a nova Lei e a Palavra de Deus completa.
A atitude de Pedro querendo segurar Moisés e Elias para que não fossem embora, significa que não podemos ficar presos no passado, mas seguir Jesus também em sua Paixão. Somos chamados à imortalidade.
O Homem que era um poço
3º Domingo da Quaresma (23.03.14) João 4,5-15.19b-26.39ª.40-42
N
a Quaresma deste ano temos uma liturgia especial para a preparação co. À medida que pensamos nos outros,tiramos nossos excessos.
Não adianta ter um corpo sarado, sadio se nosso interior que o sustenta não estiver curado. Boa Quaresma!
Malhe bastante.
Fritando o capeta
1º Domingo da Quaresma (09.03.14) Mateus 4,1-11
N
o primeiro domingo da Quaresma refletimos sobre a condição de pecado em que vivemos. Adão e Eva estão dentro de nós. O pecado consistiu na desobediência, isto é, não escutaram Deus e ouviram só o próprio interesse.Jesus foi tentado como nós somos. O tentador quer nos levar a buscar nosso egoísmo nos bens temporais, simboliza- dos no pão, em nosso orgulho e nos pra- zeres. Tudo é bom, desde que orientado pela Palavra de Deus, pela humildade e pela adoração a Deus, colocando-nos a serviço dos irmãos. Aí vencemos a
Pe. Luís Carlos Missionário Redentorista, Província de São Paulo
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Quaresma nos leva para a Páscoa
duas vezes induzir Jesus a renunciar a sua identidade filial.
No segundo domingo, o evan- gelista Mateus descreve a cena da transfiguração. Jesus na presença dos seus discípulos (Pedro, Tiago e João) aparece entre Moisés e Elias (entre a Lei e os Profetas). Ele é a nova aliança que une e leva a cabo a realização das promessas feitas por Javé aos judeus.
Nesta cena rica de significado aparece mais uma vez Deus Pai confirmando a condição filial de Jesus (Mt 17,5).
No domingo seguinte, a liturgia contempla o belíssimo diálogo esta- belecido entre Jesus e a samaritana a beira do poço de Sicar. O desenrolar de toda a conversa tem seu fim com n Fr. PAULO JÚNIOR, C.Ss.R.
Editor do Centro de Pastoral Popular
O
período da Quaresma ini- cia e motiva-nos a caminhar.Acompanhando Jesus durante este período, nós temos a oportunida- de de percorrer o nosso itinerário espiritual rumo à ressurreição. So- mos peregrinos, que sabemos para onde vamos. Temos uma meta para alcançar.
A espiritualidade que perpassa o período quaresmal deste ano evoca o reconhecimento de Jesus como o Messias, o Filho de Deus. No primei- ro domingo Mateus relata a cena em- blemática do tentador que busca por
a confirmação clara e objetiva de Je- sus (Jo 4,25-26). Aqui aparece Jesus afirmando ser o Messias.
O quarto domingo da Quaresma apresenta o evangelho da cura do cego de nascença. Neste texto a iden- tidade filial de Jesus é questionada pelos fariseus. No entanto, o evan- gelista João descreve Jesus afirmando ser ele o Filho de Deus (Jo 9,38).
Preparando para a Grande Se- mana (a semana da paixão, morte e ressurreição) somos convidados a refletir um texto que, de certo modo, antecipa o que irá acontecer com Je- sus. Na cena descrita no evangelho de João (11,1-45), Jesus tem a oportuni- dade de não só reafirmar que é Filho
Somos peregrinos e sabemos para onde vamos. Temos uma meta para alcançar.
O horizonte dos filhos e filhas do Divino Pai Eterno é a Ressurreição
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para os batismos que se realizam na Páscoa. E também para a renovação de nosso Batismo. São 3 semanas com esse tema. Hoje refletimos sobre Cristo que é a Água Viva. Pelo Batismo recebemos a Vida que é Cristo. Participamos da vida de Deus.
A água que Moisés tira da Pedra profetiza este batismo que é tirado de nossa rocha que é Cristo. O diálogo de Jesus com a samaritana mostra que pela fé em Jesus, fonte de Água Viva, recebemos a Vida Eterna. Quem crê tem a vida eterna, pois pelo Batismo o Espírito Santo é derramado em nossos corações.
Jesus é a Água Viva, o poço aberto a todos.
Lavando com lama
4º Domingo da Quaresma (30.03.14) João 9,1.6-9.13-17.34-38
J
esus é a Luz. Jesus curou um cego passando lama nos olhos dele.Davi, o escolhido de Deus tinha be- los olhos. Podia ver o que é de Deus.
Aquele que tem fé, fé com os olhos de Deus, pois tem sua luz.
Na Páscoa Jesus iluminou o mun- do com a sua Ressurreição. No Ba- tismo somos iluminados por Cristo e começamos a enxergar de um modo novo. Paulo ensina que antes éra- mos trevas, mas agora somos luz no Senhor. Por isso somos chamados a viver como filhos da Luz.
Na luz de Deus podemos discer- nir o que é certo e o que é errado. O Batismo não é só um rito, mas um ato de fé em Deus que nos dá a Luz para a Vida de Deus em nós.
de Deus, mas, também, de dizer que quem nele crê ainda que tenha mor- rido, viverá, pois ele é a ressurreição.
Segundo os relatos evangélicos Jesus foi fiel ao seu Pai até o fim.
Mesmo sendo colocado à prova, ele não titubeou e permaneceu firme na sua convicção. Da parte do Pai, ele reconhece a fidelidade do Filho concedendo-lhe a ressurreição.
Neste sentido, podemos concluir que todo batizado que confia na sua condição filial e que procura caminhar fazendo a vontade do Pai, construindo o seu Reino, resgatando a dignidade dos mais necessitados e restaurando a sua criação, tem a ressurreição como horizonte.
8 A M I Z A D E
Goiânia, março 2014Agradecemos de coração a generosidade destas pes- soas amigas que colaboram com o jornal Nosso Guia.
Dr. Hélio Seixo de Britto (in memoriam) Helinho de Brito e Myrian - Setor Sul Flávio Ivo Bezerra e Maria Alice - St. Marista Ronaldo de Brito e Maria das Dores - St. Bueno Maria Bárbara Duarte - Campinas
Maria Ferraz - Setor Marista Odon R. de Morais (in memoriam)
Gastone Zuffellato e Cida Gama - Alto da Glória Maria Luiza (Rosinha) (in memoriam) João Garibaldi e Almerinda - Setor Oeste Maria das Graças Urani - Setor Oeste Uaded Rassi e família - Setor Bueno Suad Rassi e família - Setor Bueno
Abrão Rassi Neto e Mª das Graças - Jd. América Bráulio A. de Morais e Heloísa - Setor Bueno Família Nunes - Jardim América
Bernadete Crispim e Humbertinho - St. Central Francimar Maia - Setor Bueno
Dediher e Irene - Campinas
Veneranda Cabral Bittencourt - Setor Oeste Dr. José Luís Bittencourt (in memoriam) Dr. Salomão e Mª Augusta Calado - Setor Sul Rona e Francisco José - Setor Oeste
Família Bibiano - Campinas Ivo e Divina - Panorama Park Solange Bastos Lacerda - Setor Oeste Terezinha Monteiro - Campinas Waldir e Roseli - Setor Bueno
Ivani e Dra. Mônica - Campinas e Setor Bueno Geraldina Porfírio S. Landim - St. Aeroporto Vanda Folador - Setor Oeste
Eurico Almeida de Britto - Setor Central Vanderlan Fernandes e Susi - Campinas Maria Clemente de Oliveira - Cidade Jardim Geraldo Magela e Eunice - Setor São José Olímpia e família Duarte - Cidade Jardim Kalil - Setor Campinas
Vilma de Souza Limongi - Setor Bueno Joviano e Juraci Chaveiro - Setor Universitário Acácia Guimarães Borges - Setor Central Maria Taia Tatibana - Setor Bueno Pe. Guilherme Contart – Palmelo-GO Maria José F. Lopes - Tietê-SP Maria José e Hermando - Sorocaba-SP Pedro Evangelista de Lima - St. Maysa I Antônio João Thozzi - São Paulo Maria Luiza Costa - St. Oeste
Antônia R. de Oliveira - St. Castelo Branco Darcy G. Paschoal - Tietê-SP
Cláudia M. B. Sipaúba - St. Oeste Vanda Camargo - Setor Progresso Anna Mancila Madeira - Jd. Colorado
Elizabeth Ferreira de Oliveira - St. Pontakayana Eurípedes e Desnaides - Jd. Marista
Benedito Goulart e Zélia - Campinas - SP Demerval Cândido - Res. Araguaia Geraldo Clarindo Caldas - Setor Oeste Joventina Alkmim - Aparecida de Goiânia Vilma Trevisan Ricardo - Tietê-SP Maria do Carmo - Tietê-SP Clara Melo Vaz - Tietê-SP
Irmãos Brandolise (Arnaldo, Lúcia, Célia, Lia, Neusa, Zezinho, Cristina, Deise, Marcelino, Julinha, Heriberto, Márcio e Sandra) e familiares
Marli Gonzaga - Goiânia-GO
Agradecemos as contribuições das pessoas acima citadas, bem como as colaborações depositadas no Banco do Brasil nos dois últimos meses.
Agência: 4864-X / Conta Corrente: 21.081-1 (Antônio M. Brandolize)
02/01 - Transferência online ...R$ 50,00 03/01 - Credito em conta ...R$ 10,00 06/01 - Credito em conta ...R$ 10,00 06/01 - Transferência periódica ...R$ 10,00 13/01 - Transferência online ...R$ 100,00 16/01 - Depósito online ...R$ 75,00 03/02 - Transferência online ...R$ 300,00 03/02 - Transferência online ...R$ 120,00 04/02 - Transferência online ...R$ 50,00 05/02 - Transferência ...R$ 362,00 05/02 - Crédito em conta ...R$ 10,00 05/02 - Crédito em conta ...R$ 10,00 06/02 - Transferência periódica ...R$ 10,00 19/02 - Transferência ...R$ 362,00
Isabele Pereira Ferreira - St. Oeste; Matheus Pereira do Prado - St. Oeste; Guilherme Salera Bezerra - St. Marista; Maria Clara Sarmen- to - St. Campinas; Lucas Allen Cheramie Araújo - St. Oeste; Artur S. Brito Bezerra Oliveira - Brasília-DF; Luiza Seixo de B. Bezerra Oliveira - Brasília-DF; Felipe Quieregati - St. Marista; Maria Júlia Carvalho G. Santos - St. Campinas; Milena Carvalho Garcia San- tos - St. Campinas; Amanda Olinto O. Guimarães - St. Campinas; Flávio Quieregati S. Britto Bezerra - St. Marista; Maria Fernanda Gonçalves Godoi - St. São José; Renato Xavier de Castro Nunes - St. Campinas; Stéphanie Quieregati S. B. Bezerra - St. Marista; Maria Eduarda Rodrigues - St. Campinas; Maria Clara C. M. Senhorello - St. Campinas; Laís Salera S. de Britto Bezerra - St. Marista; Bárbara Augusta - St. Aeroporto; João Felipe - St. Aeroporto; Pedro Ernesto - St. Aeroporto; Vitória Freitas - St. Aeroporto; Carlos Eduardo - Goiânia-GO; Marco Antônio - Goiânia-GO; João Pedro - Setor Aeroporto; João Ricardo Cheramie Araújo - Setor Oeste
PE. GERVÁSIO
Pe. Guilherme Contart (à direita) faz aniversário dia 5 de março. Morando em Palmelo-GO, recebeu visitas dos redentoristas uns anos atrás: Pe. Pacheco, Dom Carlinhos e Pe. Gervásio (autor da foto)
Gente Amiga
Cantinho Mirim
Fone: (62) 3295-1497
Av. Castelo Branco, 5.478 Bairro Ipiranga - Goiânia-GO
Diác. Elias, ladeado de seus pais, minutos antes de receber a ordena-
ção presbiteral, em 15 de fevereiro, na sua terra natal, Pontalina-GO Celebração dos Votos Perpétuos na Matriz de Campinas no dia 2 de fevereiro: Fr. Heverton, Fr. Diogo e Fr. Paulo Júnior
PE. ANEMÉZIO PE. ANEMÉZIO
A Comunidade Santo Antônio (Maysa III) celebrou uma novena em favor dos doentes, de 02 a 11 de fevereiro. Aqui a reza acontecida na residência do Raimundo, Márcia e Pedro Henrique. Cada dia a novena contou com uns vinte participantes. No Dia Mundial do Enfermo (11 de fevereiro), a novena foi encerrada com a Eucaristia na Igreja Santo Antônio, quando os presentes, doentes ou não, foram ungidos com o óleo suplicando a saúde
BRANDOLIZE