Doutrinas Sagradas 2
A Natureza da Doutrina
A Bíblia Sagrada dá grande relevância à doutrina, e afirma fornecer o material próprio para seu conteúdo. Ela é enfática em sua condenação contra o que é falso. Adverte contra as “doutrinas dos homens” (Cl. 2.22); contra a “doutrina dos fariseus” (Mt. 16.12);
contra os “ensinos de demônios” (I Tim. 4.1); contra os que ensinam
“doutrinas que são preceitos de homens” (Mc. 7.7); contra os que
“são levados ao redor por todo vento de doutrina” (Ef.4.14).
No entanto, se por um lado a Bíblia condena o falso profeta, por outro exorta e recomenda a verdadeira doutrina. Entre outras coisas para a doutrina que “da Escritura é… útil para o ensino” (2 Tim.
3.16). Portanto, nas Escrituras a doutrina é reputada como “boa” (I Tim. 4.6); “sã” (I Tim. 1.10); “segundo a piedade” (I Tim. 6.3); “de Deus” (Tt. 2.10), e “de Cristo” (II Jo.9).
• A doutrina cristã é apenas a declaração das crenças mais fundamentais do cristão: crenças sobre a natureza de Deus;
sobre sua ação; sobre nós, que somos suas criaturas; e sobre o que Deus fez para nos trazer à comunhão com ele.
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Longe de serem áridas ou abstratas, são as espécies mais importantes de verdades. São declarações sobre as questões fundamentais da vida, ou seja, quem sou eu? Qual é o sentido último do universo? Para onde vou? A doutrina cristã, portanto, constitui-se das respostas que o cristão dá àquelas perguntas que todos os seres humanos fazem.
A doutrina lida como verdades gerais ou atemporais sobre Deus e sobre o restante da realidade. Não é apenas um estudo de eventos históricos específicos tais como o que Deus fez, mas da própria natureza do Deus que atua na história. Crenças doutrinárias corretas são essenciais no relacionamento entre o cristão e Deus.
Assim, por exemplo, o autor de Hebreus disse: “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, portanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hb. 11.6).
Também importante para um relacionamento adequado com Deus é a crença na humanidade de Jesus; João escreveu: ” Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus” (I Jo 4.2).
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Paulo destacou a importância da crença na ressurreição de Cristo:
” Se você confessar com a boca que Jesus é Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo. Pois com o coração se crê para justiça, e com a boca se confessa para salvação” (Rom. 10.9,10,NIV).
• A Importância da Teologia
É comum em nossas igrejas, principalmente as pentecostais, existir um sentimento de negativismo em relação à teologia, certa vez ouvi um obreiro dizer o seguinte: “eu não compro uma Bíblia de estudo porque contém teologia de homens”, Bíblias de estudo à parte, esta opinião equivocada tem contribuído para que o ensino teológico seja colocado à margem, talvez por um desconhecimento da teologia e seus efeitos na vida cristã individual e da igreja. A importância da teologia se dá em alguns aspectos:
• Satisfaz a Mente Humana
Deus quando criou o homem, deu-lhe uma capacidade especial, o intelecto, a razão, ou raciocínio, é da mente humana querer entender o que está ao seu redor, o homem não concebe viver sem
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entender a vida, já dizia o filósofo Sócrates “uma vida sem reflexão não merece ser vivida”. A teologia como ciência humana, vem para tentar preencher a lacuna do entendimento humano acerca de Deus, fundamentando-se no que Ele revelou em sua Palavra, a Bíblia, que é a fonte primária da teologia (Mateus 22.37).
• Ajuda na Formação do Caráter Cristão
A teologia injeta em nosso intelecto um conhecimento sobre Deus que influi no desenvolvimento do nosso caráter cristão, moldando a nossa mente para tornar-se parecida com a de Cristo, ter uma mente cristã é ver o mundo com a lente dos ensinamentos de Cristo. “Ter a mente cristã é compreender o mundo ao nosso redor, influenciados pela verdade de Deus, a ponto de, mesmo imperfeitamente, pensarmos os pensamentos de Deus a respeito de qualquer assunto: desde o salário digno de uma empregada doméstica que tem duas crianças para cuidar e alimentar até as implicações éticas da biogenética. Entre outras coisas, ter a mente cristã é também fazer a análise de um filme ou de uma novela, à luz do ensino do evangelho.” (R. RAMOS, 2003, p. 20)
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• Serve para Pureza e Defesa do Cristianismo
Ao longo da história da Igreja, surgiram, e ainda surgem muitas teorias, doutrinas, correntes, heresias e afins. Para que a igreja esteja preparada para combater isso e manter uma doutrina bíblica pura, sua teologia precisa estar fundamenta da Bíblia, alguns movimentos religiosos têm sua doutrina fundamentada em teorias que foram combatidas ainda pelos pais da igreja, a doutrina da trindade é um exemplo disso.
• Contribui para o Avanço do Evangelho
A Igreja avança de forma sadia quando compreende o significado do evangelho, sendo capaz de dar uma explicação inteligível da verdade a outrem. Os líderes da Igreja têm a responsabilidade de cuidar do desenvolvimento do rebanho (Ef. 4.11-14).
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• Fundamenta a Prática Cristã
Para o cristão é imprescindível entender as escrituras para por em prática os seus mandamentos, a qualidade da nossa espiritualidade é proporcional à qualidade do nosso entendimento da Bíblia.
• As Escrituras
2 Timóteo 3.16,17 “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.”
O termo “Escritura”, conforme se encontra em 2 Timóteo 3.16, refere-se principalmente aos escritos do Antigo Testamento(3.15).
Há evidências, porém, de que escritos do Novo Testamento já eram considerados Escritura divinamente inspirada por volta do período em que Paulo escreveu 2 Timóteo (1Tm 5.18, cita Lc 10.7; 2Pe 3.15,16). Para nós, hoje, a Escritura refere-se aos escritos divinamente inspirados tanto do Antigo Testamento quanto do Novo Testamento.
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• Fundamenta a Prática Cristã
Para o cristão é imprescindível entender as escrituras para por em prática os seus mandamentos, a qualidade da nossa espiritualidade é proporcional à qualidade do nosso entendimento da Bíblia.
• As Escrituras
2 Timóteo 3.16,17 “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.”
O termo “Escritura”, conforme se encontra em 2 Timóteo 3.16, refere-se principalmente aos escritos do Antigo Testamento(3.15).
Há evidências, porém, de que escritos do Novo Testamento já eram considerados Escritura divinamente inspirada por volta do período em que Paulo escreveu 2 Timóteo (1Tm 5.18, cita Lc 10.7; 2Pe 3.15,16). Para nós, hoje, a Escritura refere-se aos escritos divinamente inspirados tanto do Antigo Testamento quanto do Novo Testamento.
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Paulo afirma que toda a Escritura é inspirada por Deus. A palavra
“inspirada” (gr. theopneustos) provém de duas palavras gregas:
Theos, que significa “Deus”, e pneuo, que significa “respirar”.
Sendo assim, “inspirado” significa “respirado por Deus”. Toda a Escritura, portanto, é respirada por Deus; é a própria vida e Palavra de Deus. A Bíblia, nas palavras dos seus manuscritos originais, não contém erro; sendo absolutamente verdadeira, fidedigna e infalível. Esta verdade permanece inabalável, não somente quando a Bíblia trata da salvação, dos valores éticos e da moral, como também está isenta de erro em tudo aquilo que ela trata, inclusive a história e o cosmos cf. 2Pe 1.20,21; veja também a atitude do salmista para com as Escrituras no Salmos 119). Os escritores do Antigo Testamento estavam conscientes de que o que disseram ao povo e o que escreveram é a Palavra de Deus (ver Dt 18.18; 2Sm 23.2). Repetidamente os profetas iniciavam suas mensagens com a expressão: “Assim diz o Senhor”.
Jesus também ensinou que a Escritura é a inspirada Palavra de Deus até em seus mínimos detalhes (Mateus 5.18). Afirmou, também, que tudo quanto Ele disse foi recebido da parte do Pai e é verdadeiro (Jo 5.19, 30,31; 7.16; 8.26).
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Ele falou da revelação divina ainda futura (a verdade revelada do restante do Novo Testamento), da parte do Espírito Santo através dos apóstolos (Jo 16.13; cf. 14.16,17; 15.26,27).
Negar a inspiração plenária das Sagradas Escrituras, portanto, é desprezar o testemunho fundamental de Jesus Cristo (Mateus 5.18;
15.3-6; Lc 16.17; 24.2527, 44,45; Jo 10.35), do Espírito Santo (Jo 15.26; 16.13; 1Co 2.12-13; 1Tm 4.1) e dos apóstolos (3.16; 2Pe 1.20,21). Além disso, limitar ou descartar a sua inerrância é depreciar sua autoridade divina.
Na sua ação de inspirar os escritores pelo seu Espírito, Deus, sem violar a personalidade deles, agiu neles de tal maneira que escreveram sem erro (3.16; 2Pe 1.20,21; ver 1Co 2.12,13 notas). A inspirada Palavra de Deus é a expressão da sabedoria e do caráter de Deus e pode, portanto, transmitir sabedoria e vida espiritual através da fé em Cristo (Mateus 4.4; Jo 6.63; 2 Timóteo 3.15; 1 Pe 2.2). As Sagradas Escrituras são o testemunho infalível e verdadeiro de Deus, na sua atividade salvífica a favor da humanidade, em Cristo Jesus.
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Qualquer doutrina, comentário, interpretação, explicação e tradição deve ser julgado e validado pelas palavras e mensagem das Sagradas Escrituras (ver Dt 13.3). As Sagradas Escrituras como a Palavra de Deus devem ser recebidas, cridas e obedecidas como a autoridade suprema em todas as coisas pertencentes à vida e à piedade (Mateus 5.17-19; Jo 14.21; 15.10; 2 Timóteo 3.15,16; ver Êx 20.3). Na Igreja, a Bíblia deve ser a autoridade final em todas as questões de ensino, de repreensão, de correção, de doutrina e de instrução na justiça (2 Timóteo 3.16,17). Ninguém pode submeter- se ao senhorio de Cristo sem estar submisso a Deus e à sua Palavra como a autoridade máxima (Jo 8.31,32, 37).
Só podemos entender devidamente a Bíblia se estivermos em harmonia com o Espírito Santo. É Ele quem abre as nossas mentes para compreendermos o seu sentido, e quem dá testemunho em nosso interior da sua autoridade (ver 1Co 2.12).
• Devemos nos firmar na inspirada Palavra de Deus para vencer o poder do pecado, de Satanás e do mundo em nossas vidas (Mateus 4.4; Ef 6.12,17; Tg 1.21).
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Todos devem amar, estimar e proteger as Escrituras como um tesouro, tendo-as como a única verdade de Deus para um mundo perdido e moribundo. Devemos manter puras as suas doutrinas, observando fielmente os seus ensinos, proclamando a sua mensagem salvífica, confiando-as a homens fiéis, e defendendo-as contra todos que procuram destruir ou distorcer suas verdades eternas (ver Fp 1.16; 2 Timóteo 1.13,14 notas; 2.2; Jd 3). Ninguém tem autoridade de acrescentar ou subtrair qualquer coisa da Escritura (ver Dt 4.2 nota; Apocalipse 22.19 nota).
Um fato final a ser observado aqui. A Bíblia é infalível na sua inspiração somente no texto original dos livros que lhe são inerentes. Logo, sempre que acharmos nas Escrituras alguma coisa que parece errada, ao invés de pressupor que o escritor daquele texto bíblico cometeu um engano, devemos ter em mente três possibilidades no tocante a um tal suposto problema:
- as cópias existentes do manuscrito bíblico original podem conter inexatidão;
- as traduções atualmente existentes do texto bíblico grego ou hebraico podem conter falhas;
- a nossa própria compreensão do texto bíblico pode ser incompleta ou incorreta.
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Os Três Tipos de Doutrina
O cristianismo possui um corpo de doutrinas completo e complexo. Para o cristão, conhecê-lo é de fundamental importância. Todavia, não é unânime no meio evangélico a consciência da necessidade de estudar e conhecer as doutrinas bíblicas. Por um lado, os cristãos de igrejas tradicionais e históricas compreendem a necessidade do estudo das Escrituras. Por outro, os cristãos pentecostais e neopentecostais menosprezam um tanto quanto o estudo das Escrituras.
No âmbito pentecostal e neopentecostal, a ideia de doutrina está intrinsecamente ligada a questões de usos e costumes. Questões de vestimentas e estética se tornaram “doutrina” e tomaram o lugar daquilo que, de fato, é doutrina. Nas igrejas históricas e tradicionais, o estudo das doutrinas sempre teve amplo espaço no cotidiano eclesiástico. O ramo histórico do cristianismo está repleto de confissões de fé e catecismos. Podemos destacar o Credo Apostólico, um dos documentos confessionais mais antigos do Cristianismo. Sua data é incerta, sendo que alguns estudiosos o datam do século II, outros o colocam numa data mais antiga, no século VI.[1]
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• Definição de doutrina.
Sempre é um bom caminho iniciar fazendo definições. A falta de boas definições é perigosa. Pensamos que a melhor maneira de definir a palavra doutrina é buscar seu significado nas línguas originais da Bíblia. O Antigo Testamento foi escrito originalmente em hebraico e aramaico; o Novo Testamento foi escrito em grego.[2] A palavra doutrina, tal como conhecemos em nosso idioma, vem da língua latina (doctrina) e significa ensino.
No Antigo Testamento, a palavra doutrina traz a ideia de um corpo de ensinamentos revelados.[3] Temos duas palavras no Antigo Testamento que trazem a ideia de doutrina. A primeira é a palavra leqach (lê-se lecar) que significa “o que é recebido”[4] e aparece em Dt 32.2; Jó 11.4; Pv 4.2; Is 29.24.[5]
A segunda palavra é o substantivo torah.[6] Esta palavra é bem conhecida por nós.[7] Ela transmite a ideia de um corpo de ensino.
Seu significado é instrução, ditame, direção, lei.[8] Esta palavra é usada para se referir aos cinco primeiros livros da Bíblia, também chamados de Pentateuco.[9]
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No Novo testamento temos também duas palavras. A primeira é a palavra didaskalía que é uma palavra polissêmica. Ela significa tanto o ato como o conteúdo. Em Rm 12.7; Rm 15.4; 2Tm 3.16 a palavra significa instrução, ensino num sentido ativo. Num sentido mais passivo (aquilo que é ensinado), a palavra aparece em Mc 7.7;
Cl 2.22; 1Tm 1.10; 4.6; 2Tm 3.10; Tt 1.9.[10]
A segunda palavra é dida quê. Esta palavra também significa tanto o ato de ensinar como o conteúdo do ensino. Ela se refere ao ensino de Jesus (Mt 7.28: “… estavam as multidões maravilhadas da sua doutrina e que seu ensino era de origem divina (Jo 7.16,17).
Com o significado de ensino como uma atividade, instrução, a palavra aparece em Mc 4.2; 1Co 14.6; 2Tm 4.2. Em um sentido passivo (o que é ensinado), ensino, instrução, ela aparece em Mt 16.12; Mc 1.27; Jo 7.16,17 [in loco]; Rm 16.17; Ap 2.14.[11]
• Tipos de Doutrina
A Bíblia nos apresenta três tipos de sistemas doutrinários e que vamos analisar a partir de agora. A Escritura nos fala sobre a doutrina de Deus, doutrinas de demônios e doutrinas de homens.
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• Doutrina de Deus
Vamos iniciar falando sobre a doutrina de Deus. Em Tt 2.10 temos a expressão “doutrina de Deus”.[12] A doutrina de Deus está expressa em toda a Bíblia. Quando chamamos a Bíblia de “a Palavra de Deus” estamos querendo dizer que ela é aquilo que Deus falou. Os liberais, que não acreditam na inspiração plena e na inerrância das Escrituras, costumam dizer que a Bíblia não é a Palavra de Deus, mas somente contêm a palavra de Deus. Com esta frase o que eles querem é dizer é que alguns textos da Bíblia são, de fato, a Palavra de Deus, e que outros textos não o são. É claro que não aceitamos esse ensino dos liberais. Cremos, e disso estamos firmemente convencidos, que a Bíblia toda é a palavra de Deus, nossa única regra de fé e de prática (Ef 2.20; 2Tm 3.16; Mt 11.27).[13] Deus mandou seus servos escreverem sua Palavra revelada (Êx 34.27; Sl 102.18; Ap 1.11,19).[14]
O texto de Rm 15.4 diz que tudo o que foi escrito serve para o nosso ensino. O único meio para conhecermos os ensinos/doutrinas de Deus é ler sua Palavra e meditar nela (Sl 1.1,2).
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Deus é um ser pessoal e que se revela nas Escrituras. Sua vontade e desejos também estão descritos nas Escrituras Sagradas. Deus não mais dá revelações para o seu povo como fazia antigamente. Os textos de Is 8.10; 1Tm 3.15; Hb 1.1,2; 2Pe 1.9 são claro em afirmar isso. Primeiramente Deus se revelou aos profetas do Antigo Testamento e os inspirou a escrever sua mensagem. Em seguida Deus se revelou através da pessoa de seu Filho, Jesus Cristo, Jo 1.14.[15] Este foi o estágio final do processo de revelação de Deus.
• Doutrinas de demônios.
Vamos agora abordar o que a Bíblia fala sobre a doutrina de demônios. Em 1Tm 4.1 lemos algo sobre “doutrina de demônios”.[16] A palavra demônio vem da língua grega (daimonion) e significa espírito maligno, demônio.[17] Os demônios são raramente mencionados no Antigo Testamento. Por outro lado, são mencionados muitas vezes nos Evangelhos e nas Epístolas. Jesus esteve em conflito com os demônios por todo o seu ministério terreno. De acordo com as Escrituras, há muitos demônios, ou espíritos malignos, (Mt 12.43-45; Lc 8.29,30).
Entretanto, há um só Satanás, ou espírito supremo do mal (Lc 10.17-18). Compare com a expressão “o diabo e seus anjos” (Mt 25.
41).[18] Devemos entender este texto de 1Tm 4.1 à luz do contexto, que é seu quadro maior. Portanto, analisaremos os versículos de 1 ao 5. No capítulo 3 de 1Timóteo, o apóstolo Paulo está falando sobre as qualificações dos bispos e dos diáconos da Igreja de Cristo.
É importante destacar que os bispos, presbíteros e pastores desempenham a mesma função, ou seja, a de servir e zelar pela Igreja, o corpo de Cristo. Portanto, não há distinção entre esses ofícios, apenas trata-se de três nomes para uma mesma função.
Veja At 20.28. Em 1Tm 3.15 Paulo admoesta Timóteo para que fique “ciente de como se deve proceder na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm 3.15).[19]
Tendo dito isso, Paulo introduz a razão pela qual seu filho na fé deve estar ciente: “alguns apostatarão da fé” (1Tm 3.15). Apostatar é cair da fé ou afastar-se de Deus. O verbo grego (apostesontai) significa desviar-se, cair, retirar-se, torna-se apóstata. O ato de afastar-se de Deus ou cair da fé pode ser facilitado por falsos mestres (Mt 24.11
Doutrinas Sagradas 2
A Escritura ensina que a restauração após uma apostasia deliberada é considerada impossível (Hb 6.4-6; 10.26ss).[20]
Esta eminente apostasia virá através de homens por “obedeceram a espíritos enganadores e a ensinos de demônios” (1Tm 4.1) e farão isto através da “hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência” (1Tm 4.2). A palavra cauterizada (kekausteriamenon) significa que essas pessoas que se apostataram estão a serviço de Satanás e, como consequência, têm sua consciência marcada com a marca que indica a sua propriedade, isto é, uma marca de que pertencem a Satanás. Esta palavra significa também que a consciência deles ficou insensível à diferença entre o certo e o errado.[21] Com isso fica claro que Satanás está por detrás do erro doutrinário e das heresias.
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• Doutrinas de Homens
No entanto, Satanás não dissemina o erro sozinho. É agora que entraremos na análise das doutrinas de homens. O texto de Hb 13 9 diz “não vos deixeis envolver por doutrinas várias e estranhas […]”. As Escrituras nos advertem muito mais contra os ensinos de falsos mestres e pastores do que contra os erros promovidos por Satanás.
Talvez seja por que esses falsos mestres são, na verdade, ministros de Satanás. O texto de 2Co 11.14,15 diz que Satanás se transforma em anjo de luz e é capaz de transformar seus ministros (aqueles que estão a seu serviço) em ministros de justiça. Ou seja, Satanás transfigura seus servos/ministros em ministros de justiça.
Estes falsos ministros de justiça parecem serem mestres da parte de Deus, mas não o são. Eles são mentirosos e o fim deles já está decretado. Hernandes Dias Lopes, pastor presbiteriano, citou em seu livro uma interessante frase do pastor Charles Hogde, também pastor presbiteriano, sobre o erro doutrinário:[22]
“Que nenhum homem pense que o erro doutrinário é apenas um pequeno mal. Nenhum caminho que conduz para a perdição já se encontrou mais cheio de gente do que o da falsa doutrina. O erro é um escudo para a consciência; e um venda para os olhos”.
Em Mt 5.19 o Senhor Jesus nos adverte que aqueles que desobedecer os mandamentos da Escritura e os ensinarem assim aos homens, estes serão considerados “mínimos no reino dos céus”. Paulo escreve a Timóteo alertando-o sobre os falsos mestres assim: “Pretendendo passar por mestres da lei, não compreendendo, todavia, nem o que dizem, nem os assuntos sobre os quais fazem ousadas asseverações” (1Tm 1.7).[23]
Doutrinas Sagradas 2
Doutrinas Sagradas 2
Paulo repreende asperamente aqueles que se achavam mestres da lei (uma referência à Escritura), mas que não sabiam nada de fato. Timóteo exerceu seu ministério na cidade de Éfeso (1Tm 1.3).
Paulo o deixou por lá para que ele ordenasse “certas pessoas a fim de que não ensinassem outra doutrina” (1Tm 1.3). Paulo não tolerava a falsa doutrina, ao contrário, ele a combatia. O apóstolo Paulo entendia que todo o texto bíblico possui um sentido único, e que se for deturpado, causará danos ao ensino da verdadeira mensagem do Evangelho.
Veja o que o apóstolo Paulo diz para Timóteo sobre os falsos mestres que promoviam falsas doutrinas: “Se alguém ensina outra doutrina e não concorda com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo e com o ensino segundo a piedade, é enfatuado, nada entende, mas tem mania por questões e contendas de palavras, de que nascem invejas, provocações, difamações, suspeitas malignas, altercações sem fim, por homens cuja mente é pervertida e privada da verdade, supondo que a piedade é fonte de lucro” (1Tm 6.3-5).
Para o apóstolo Paulo, aqueles que disseminam falsa doutrina o fazem por que não concordam com as palavras do Senhor Jesus.
Portanto, estes são enfatuados (orgulhosos) e não entendem nada.
Doutrinas Sagradas 2
O propósito deles é causar todo tipo de males dentro do corpo de Cristo (“invejas, provocações, difamações, suspeitas malignas, altercações sem fim”). Esses homens são insubmissos ao Senhor Jesus. Novamente o apóstolo Paulo orienta seu filho na fé Timóteo acerca dos falsos mestres e o perigo de seus falsos ensinos em 2Tm 4.3,4: “Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina;
pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas”. Paulo está dizendo que muitas pessoas não suportariam a sã doutrina, ou seja, não tolerariam ou não teriam paciência com a sã doutrina. Por não tolerarem a sã doutrina, estas pessoas escolheram seguir mestres que satisfazem seus caprichos e vontades. E o pior é que estas pessoas se recusariam veementemente a ouvir a verdade, pois elas amam o erro. O Senhor Jesus disse que os “homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más” (Jo 3.19). Os versículos 19 ao 21 de João 3 nos mostram a doutrina da depravação humana. O homem por conta do pecado não pode se achegar à luz porque ela denuncia as suas obras más.
Os homens amam mais as obras más do que as boas
Doutrinas Sagradas 2
O texto de Rm 3.9-18 nos fala sobre a real condição da humanidade que não está na luz, ou seja, em Cristo.
Há muitos outros textos que poderíamos citar sobre as doutrinas de homens, mas não temos tempo suficiente para tratar de todos.[24] O ponto que queremos destacar é que as doutrinas criadas por homens que não são embasadas na Escritura são consideradas pela própria Escritura como falsas doutrinas. E aqueles que as promovem são considerados ministros de Satanás, como vimos em 2Co 11.14,15. Logo, segue-se que qualquer doutrina ou ensino que não está em conformidade com a Palavra de Deus deve ser rejeitado e rechaçado da igreja. Para nós o que basta é a boa e velha sã doutrina, aquela que flui da Palavra de Deus.
Mas por que as falsas doutrinas são criadas? Há duas respostas para isso. A primeira resposta é que as falsas doutrinas surgem devido à insubmissão de algumas pessoas para com a Escritura.
Vimos em alguns textos bíblicos analisados que muitas pessoas por serem insubmissas à Palavra de Deus criam novos ensinos. Elas não suportam as palavras de Cristo, pois elas amam as trevas.
E há pessoas que não se conformam com a sã doutrina e acabam por seguirem os falsos mestres porque seus ensinos os agradam e se recusam a ouvir a verdade.
A segunda resposta para a nossa pergunta tem a ver com a interpretação do texto bíblico. Cremos que um dos problemas mais grave das igrejas está relacionada com a interpretação. Saber interpretar a Bíblia é de fundamental importância. Se muitos pastores se apercebessem disso não haveria tantas falsas doutrinas.
• Definição de Costumes
Costumes são princípios morais e éticos estabelecidos por convenção humana. São criados a partir de um ponto de vista ou de uma interpretação de um texto bíblico. Se por um lado doutrina é aquilo que é ensinado pela Escritura, por outro os usos e costumes são aquelas exigências pedidas pelas denominações como padrão de conduta de seus membros. No âmbito pentecostal é comum usar o termo usos e costumes para se referir ao padrão de um cristão. Algumas igrejas proíbem as mulheres de usaram calças, brincos, joias, cortar o cabelo, depilar-se etc.
Doutrinas Sagradas 2
Qual foi a última vez que pastores ensinaram em seus púlpitos sobre a Doutrina da Bíblia? Quando eles ensinaram sobre a doutrina da inspiração da Bíblia? Quando foi que eles ensinaram sobre a divindade do Espírito Santo? Muitos membros nas igrejas não sabem nem sequer citar um texto bíblico que fala sobre a divindade do Espírito Santo. Não estamos dizendo que os usos e costumes são desnecessários, acreditamos que eles são importantes. O que estamos querendo dizer é que confundir doutrina com usos e costumes é algo que revela uma ignorância muito grande. Doutrina é tudo aquilo que as Escrituras nos ensinam como regra de fé e de prática; usos e costumes são aquilo que os homens nos ensinam, baseados nas Escrituras ou não.
Portanto, quando alguém diz que “cada igreja tem sua doutrina”
está revelando que conhece muito pouco das Escrituras e sobre o que de fato é doutrina.
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Doutrina da Trindade
Texto Base: Mt 28:18-20 / I João 5:7
• INTRODUÇÃO
Dizem os entendidos, que as últimas palavras de uma pessoa, os últimos ensinamentos, são os mais importantes, ou no mínimo
tem um peso e um significado diferenciado, portanto precisamos estar atentos à essas palavras contidas no famoso: IDE.
Esta doutrina é um dos Pilares da Fé Cristã em Geral, em especial, para os cristãos, chamados Trinitarianos (que crêem na Trindade) – Católicos Romanos/Ortodoxos – Protestantes Reformados, e a maior parte dos Evangélicos Pentecostais e NeoPentecostais.
Embora esta doutrina (ensino), seja um Pilar, foi motivo de muita discussão entre os séculos III e IV d.C., principalmente, por envolver outros assuntos teológico diretamente ligados e necessários para a compreensão desta doutrina: Divindade de Cristo e do Espírito Santo.
Doutrinas Sagradas 2
Nós, cristãos protestantes reformados, temos como princípio, os 05 Solas, um deles é Sola Scriptura – somente as escrituras como regra de fé e prática. Para um leitor assíduo da Bíblia Sagrada, não terá dificuldades em perceber que a palavra: Trindade, não está escrita explicitamente em nenhuma de suas páginas.
Ora, se a Bíblia é nossa única Regra de Fé e Prática, e se a palavra Trindade não está escrita nela, como então, como darmos razão à nossa Fé como Bíblica?
É possível argumentar biblicamente, de forma contundente a nossa Fé? Como falamos que acreditamos em apenas um Deus, e dissemos que é uma trindade?
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• Breve Histórico
Os judeus do tempo de Jesus davam muita ênfase à unidade de Deus, e esta ênfase foi trazida para dentro da igreja cristã, principalmente porque os primeiros cristãos eram foram de origem judaica, por isso que muitos, tinham dificuldade em identificar a doutrina da Trindade até o II Século, tendo em vista que eliminaram completamente as distinções pessoais da Divindade, e que outros não fizeram plena justiça à divindade essencial da segunda e da terceira pessoas da Trindade Santa ( Deus Filho e Deus Espírito Santo). Tertuliano (160-220), um dos pais da igreja e mais eruditos de seus contemporâneos afirmava, segundo W.Walker “ Os mais simples – não os chamaria de ignorantes ou incultos – os quais sempre constituem a maioria dos fiéis, mostram-se perplexos diante da dispensação dos TRÊS em UM, alegando que a sua própria regra de fé os afasta da pluraridade de deuses existente no mundo e os leva ao único Deus verdadeiro”.
Era difícil perceber a distinção entre a idéia (ensino) trinitário e as afirmações triteístas.
Tertuliano, foi o primeiro a falar a palavra TRINDADE, porém, a idéia de divindade de Cristo e do Espírito Santo, não eram desconhecidas da igreja primitiva, somente ainda tinham sistematizado seus ensinos.
Com a crise Gnóstica adentrando às igrejas, foi preciso a sistematização das Doutrinas elementares do cristianismo.
Com isso, já a partir do II Século, essa discussão que é atual, foi tema central de várias discussões e cismas na História da Igreja, até que os Pilares Fundamentais se instalassem e fossem aprovados pela maioria esmagadora dos fiéis.
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Ao longo da História, tivemos:
Defensores da Trindade (Cristologia do Logos) (conseqüência do montanismo – movimento que dava ênfase e crêdito ao Evangelho de João ) – Tertuliano, Hermes, Agostinho, etc…, estes aceitavam como canônico o quarto evangelho, o de João.
Monarquianos (termo inventado por Tertuliano) ( eram discípulos de Alógoi), adversários do montanismo , não acreditavam na canonicidade, veracidade ou alguns, tinham no mínimo ressalvas ao quarto evangelho, o de João.
Eram divididos em dois grupos:
Dinâmicos: afirmavam que Jesus era Filho de Deus por adoção, portanto era simplesmente um homem. Principal pensador:
Teódoto. (foi excumungado pelo bispo de Roma, Vítor, em 189-198, (não existia papa nesta época), somente porque Teódoto era de Roma.
Modalistas: Com um discurso aparentemente “piedoso”, alegando o perigo do Politeísmo Pagão, defendia a unidade de Deus como princípio da Fé cristã.
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Seu principal líder foi Noeto (180-200), e seu ensinamento era: O Pai era o próprio Cristo, e o próprio Pai, nasceu, sofreu e morreu”, mais tarde, um dos seus discípulos mais articulados, Sabélio, inclui em sua teologia que o Espírito Santo é também o Pai e o Filho Que apenas se manifestam de forma diferente de acordo com as Circunstâncias. Este movimento foi muito mais numeroso do que o seu “primo” monarquianismo dinâmico.
Mais tarde, sobre a influência do Imperador Constantino, após embates entre os bispos Ário e Alexandre, hoje , em 323, o Concílio de Nicéia, onde a questão, defendida
pelo O Eclesiástico Eusébio de Cesaréia, apresentou o credo usado em sua igreja, onde foi aceito pelo Concílilo, onde foi em 381 fixado pelo I Concílio de Constantinopla. O Concílio produziu um famoso Credo cujo ponto culminante foi a declaração de que o Filho era homoousios ou “consubstancial” com o Pai. Credo Niceno.
• QUESTÕES CONFLITANTES
Todas essas questões conflitantes, geraram cismas na igreja e a criação de seitas, baseadas nas heresias que muitos tentaram implantar no ceio da Doutrina Cristã Genuína (pura), que, desde os Apóstolos, passando pelos patriarcas, nos primeiro séculos, até os Reformadores, combatem, e combatemos até os dias atuais.
Podemos resumir os problemas de séculos, em dois principais eixos teológicos que foram discutidos: a Deidade de Jesus Cristo e a Deidade do Espírito Santo. Todo e qualquer ensino que vão contrários à essas verdades são heréticas, e distorções das verdades bíblicas. Doutrina bíblica segundo a qual a divindade, embora em sua essência, subsiste nas Pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo. As três pessoas são iguais na substância e nos atributos absolutos, metafísicos e morais.
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TRINDADE = é a doutrina que diz que existe UM SÓ DEUS, mas que Ele existe em Três pessoas Distintas.
Deus em Sua essência é apenas UM.
O que significa “essência”?
Refere-se à NATUREZA e ao SER de DEUS, são divinos.
TRINDADE significa que As TRÊS pessoas , são em sua essência, DEUS por si só.
O Pai = é Deus por completo / n – é Deus por Completo; O E.S. – É Deus por completo.
Dt 29:29 / Rm 11:33-36
Não tem como EXPLICAR RACIONALMENTE a Doutrina da TRINDADE, assim, como
Não conseguimos explicar racionalmente os MILAGRES e muito menos como acontece a RESSURREIÇÃO.
Porém, podemos identificar claramente a TRINDADE, nas Escrituras Sagradas. IDENTIFICANDO A TRINDADE NA BÍBLIA
• INÍCIO DA BÍBLIA Antigo Testamento
No Ato da Criação do Mundo – Gn 1:1-2 Na Criação do Homem – Gn 2.6; 3:22
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Elohim – deuses – DEUS / Façamos ; nossa – Plural.
O homem NÃO tem imagem de seres angelicais, então só pode ser imagem de Deus.
– No Episódio da Torre de Babel – Gn 11:5-8
O SENHOR disse : Vinde , desçamos e confundamos, mais de uma pessoa, só era somente um DEUS, e foi esse SENHOR que confundiu o povo.
• MEIO DA BÍBLIA Novo Testamento
Batismo de Jesus Cristo – Mt 3:16:17 / Mc 1:12,13 / Lc 4:1-13
Vimos claramente: Cristo, O Espírito Santo em forma de Pomba e a Voz do Pai vinda do Céu.
IDE – Mt 28:19 ( Batizar em Nome do Pai, em Nome do Filho e em Nome do E.S.) O sentido do Nome, requer o sentido de Autoridade, e nenhuma Força ou Criatura, teria autoridade para ser efetuada um sacramento tão importante que é o Batismo.
O Logos (Verbo de Deus) – Jo 1:1-3 e 14
Plano da Salvação – Efésios 1:3-5 – Refere-se ao Pai Efésios 1:7:12 – Refere-se ao Filho
Efésios 1:13,14 – Refere-se ao Espírito Santo
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Comparemos a Bênção Sacerdotal com a Bênção Apostólica : A.T. / N.T.
Números 6:23-26
“o SENHOR te abençoe e te guarde;
O SENHOR faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti,
O SENHOR sobre ti levante o rosto e te dê a paz.
2 Coríntios 13:13
“A graça do Senhor Jesus Cristo, E o amor de Deus,
E a comunhão do Espírito Santo Sejam com todos vós.”
FINAL DA BÍLIA
Apocalípse 4:1-11 e 5:1-14 – VISÃO DO TRONO E DA GLÓRIA DE DEUS
• CONCLUSÃO
A doutrina Cristã da TRINDADE SANTA, é a única que se alinha perfeitamente, em todos os aspectos das Escrituras Sagradas, no que tangue à Deidade do: PAI, FILHO e ESPÍRITO SANTO.
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Admitindo que são Iguais em Essência, Glória, Poder, Honra, embora sejam pessoas diferentes,
Pessoas, por que tem Personalidade diferentes, sendo assim, a Doutrina que não Blasfêmia Nem o Filho , nem o Espírito Santo, porque quem nega ao Filho, nega o Pai.