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Rev. Nutr. vol.23 número6

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Academic year: 2018

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REVISTA DE NUTRIÇÃO versão impressa ISSN 1415-5273 versão online ISSN 1678-9865

ERRATA

Página 825 - Figura 1. Onde se lê:

Entre as palavras sem setas.

Rev. Nutr. v.23 n.5 Campinas set./out. 2010

Figura 1. Fluxograma do processo de fabricação de charque após a desossa: A) Carnes espessas são seccionadas em man-tas com 4 a 5 cm de espessura. B) Peças imersas em salmoura (335g sal/Kg de água, 15°C) são agitadas por 20 a 40 minutos. C) Peças estendidas com adição de ca-mada de sal grosso (3 mm) durante 24 horas. D) Após 24 horas de salga, inverte-se a pilha fazendo nova adi-ção de sal. E) Após 24 horas volta a posiadi-ção inicial fa-zendo nova adição de sal. F) Movimentação das mantas a cada 24 horas, para homogeneizar o sal, favorecendo a aeração das carnes. G) Remoção do sal da superfície. H) Proporciona redução da umidade e o surgimento de propriedades organolépticas características do charque.

Nota: Adaptado de Guaporê, 2006. Disponível em: <http://www. guapore. com/entendenda/industrializacao-de-charque-jerked-beef.htm>.

Figura 1. Fluxograma do processo de fabricação de charque após a desossa: A) Carnes espessas são seccionadas em man-tas com 4 a 5 cm de espessura. B) Peças imersas em salmoura (335g sal/Kg de água, 15°C) são agitadas por 20 a 40 minutos. C) Peças estendidas com adição de ca-mada de sal grosso (3 mm) durante 24 horas. D) Após 24 horas de salga, inverte-se a pilha fazendo nova adi-ção de sal. E) Após 24 horas volta a posiadi-ção inicial fa-zendo nova adição de sal. F) Movimentação das mantas a cada 24 horas, para homogeneizar o sal, favorecendo a aeração das carnes. G) Remoção do sal da superfície. H) Proporciona redução da umidade e o surgimento de propriedades organolépticas características do charque.

Nota: Adaptado de Guaporê, 2006. Disponível em: <http://www. guapore. com/entendenda/industrializacao-de-charque-jerked-beef.htm>.

DESSOSA

MANTEAÇÃO (A)

SALGA ÚMIDA (B) (salmoura)

SALGA SECA (C) (sal grosso)

RESSALGA (D)

PILHA DE VOLTA (E)

TOMBAGEM (F)

LAVAGEM (G)

SECAGEM (H) (ao sol)

EMBALAGEM DESSOSA

MANTEAÇÃO (A)

SALGA ÚMIDA (B) (salmoura)

SALGA SECA (C) (sal grosso)

RESSALGA (D)

PILHA DE VOLTA (E)

TOMBAGEM (F)

LAVAGEM (G)

SECAGEM (H) (ao sol)

EMBALAGEM

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Figura 1. Fluxograma do processo de fabricação de charque após a desossa: A) Carnes espessas são seccionadas em  man-tas com 4 a 5 cm de espessura

Referências

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