Nível 4
Nível 4
- Origem e desenvolvimento - Origem do universo
•É a mais antiga das ciências (desde os pré-históricos)
• Desde a antiguidade o céu é usado como: MAPA, RELÓGIO e CALENDÁRIO.
• Registros mais antigos (chineses, egípcios, assírios e babilônios)
• Registros mais antigos (chineses, egípcios, assírios e babilônios) datam de 3000 a.C.
• Objetivavam o plantio e a colheita (agricultura)
Os alinhamentos e círculos serviam como marcos indicadores de referências e importantes pontos do horizonte, como por exemplo as posições extremas do nascer e ocaso do Sol e da Lua, no decorrer do ano.
Sítio megalítico de Callanish Escócia
Alinhamentos de Carnac Grã - Bretanha
2.500 a 1.700 a.C. 2.500 a 1.700 a.C.
Cada pedra pesa em média 26 ton. e a avenida principal que parte do centro do monumento aponta para o local em que o Sol nasce no dia mais longo do verão. Nessa estrutura, algumas pedras estão alinhadas com o nascer e o pôr do Sol no início do verão e do inverno
• Realizaram observações sistemáticas dos movimentos dos planetas e principalmente do Sol e da Lua.
• Determinaram o período da lunação (mês sinódico), o período do movimento do Sol (ano trópico).
• A inclinação da trajetória anual do Sol pela eclíptica.
• Velocidade da Lua variável ao redor da Terra.
• Podiam prever eclipses
• Criaram várias constelações (figura de animais)
• No ano 213 a.C. todos os livros foram queimados por decreto imperial.
• Previam os eclipses.
• Usavam um calendário de 365 dias.
• Deixaram registros de anotações precisas de cometas, meteoros e meteoritos desde 700 a.C
• Astronomia rudimentar, voltada para a economia agrícola, regida pelas enchentes do Nilo.
• Quase sem descrição do céu.
Os antigos perceberam Que corpos, no céu, havia Parecia estar perto,
Mas também que se movia, E que todo esse mistério
Explicação exigia.
Foram esses os motivos Da maior observação,
Pois pra entender essas rotas Precisava abstração
Além de fazer medidas Pra mais utilização.
Tribos nômades viviam Do plantio subsistente, Que tinha necessidade Dum calendário vigente, Para que na sua colheita Tivesse mais excedente.
Foram de acordo com os astros Os calendários criados,
Certamente pelos padres Foram aperfeiçoados,
Pois os eventos de fé
Os gregos se aplicaram Ao mistério esclarecer Dos eventos naturais
Sem deuses se intrometer, Mostrando a evolução
Do pensamento e saber. Começou na Grécia Antiga Começou na Grécia Antiga A ciência da Astronomia; O movimento celeste
De resposta carecia,
Vendo que o sol nascia a leste E a oeste ele morria.
Dentre muitos pensadores, Platão quem se destacou; Era muito inteligente
E a ciência ajudou,
Pois durante a juventude
Com um grande mestre estudou.
Platão Sócrates
Platão nasceu em Atenas, Filho de pais abastados, Artístico, dialético,
Homem muito estudado, O seu contato com Sócrates Aos vinte anos foi dado.
M.C.U., o movimento Perfeito para Platão,
Não tinha princípio e fim Nem sofreu variação;
Disse: as estrelas são fixas E fazem essa rotação.
O céu então se tornou Comum de se observar,
Pois achavam ter os astros Movimento regular,
Mas depois se aperceberam De algumas rotas mudar.
Perceberam que o sol Diferente caminhava, Pois descrevia um arco E sua altura variava,
Ao contrário das estrelas Cuja altura não mudava.
As estrelas, para ele Divinas e imutáveis,
Giravam em torno da Terra Em círculos bem notáveis, E essas esferas celestes Tinham posições estáveis.
Conforme viam no céu
Mais um ponto luminoso, Inseriam mais esferas,
Faziam um modelo novo, A cada vez mais complexo, Além da mente do povo.
Platão logo observou Que a luz do sol refletia
Nesse imenso globo, a lua, Que em torno à Terra movia E que tinha um período
De uns 29 dias.
As fases da lua teve
Uma nobre explicação, E o mistério dos eclipses Teve uma solução,
Pois o trajeto lunar Tem uma inclinação.
A inclinação da rota Justificava o que via,
Pois eclipses eram raros, Nem sempre acontecia Porque do alinhamento Dos três astros dependia.
Já os planetas provocaram Uma grande confusão,
Seus movimentos não tinham, A sublime perfeição,
Portanto se originou O problema de Platão.
Pro mistério dos planetas Platão já especulava,
Na combinação de círculos A solução se encontrava, Mas durante dois mil anos O problema perdurava.
No geo e no heliocentrismo Tentaram a solução,
O último mais aceitável Mas causava alteração
Da imagem do ser humano Ao mudar sua posição.
Do centro o homem saía Pro sol então habitar
Rumores eram causados Com a mudança de lugar O que ficava difícil
Os movimentos perfeitos Os quais Platão defendeu, Não foram observados
Por Cláudio Ptolomeu, Que criando o excêntrico A solução apareceu.
O modelo de Copérnico Alterava uma evidência, Tirando a Terra do centro,
Pondo o sol na sua suplência, Mudando, sabidamente,
O ponto de referência.
Com a Terra periférica O estudante polonês
Batizado de Copérnico, Foi jurista, diplomata,
Astrônomo e até médico; Propôs para o universo
Um modelo mais estético.
Com a Terra periférica A Igreja sussurrou:
-Somos privilegiados,
Foi Deus quem nos criou, Nos colocando no centro, Mas Nicolau nos tirou.
As órbitas circulares, Kepler substituiu,
E às trajetórias elípticas O planeta aderiu.
Pôr o sol em um dos focos Ele, depois, conseguiu. Mudanças de rapidez
A lei de áreas explicavam, Ao passarem no periélio
O modelo de Copérnico, Por Kepler aprimorado, Regeu com suas três leis Passando a ser adotado, Alterando o pensamento, Sobre o universo estudado.
Ao passarem no periélio Os corpos aceleravam E ao chegarem no afélio, Eles desaceleravam.
Kepler também descobriu Uma relação constante: Entre o cubo do raio
E o quadrado do instante*,
Que era a mesma pros planetas Mais próximos e distantes.
Diferente dos demais; Galileu se utilizou
Da língua italiana
E seus livros divulgou
Tornando bem populares As teses que publicou. Galileu desafiou
A velha interpretação
Fascinado pelos astros Quis o céu observar, Utilizou uma luneta Que fazia aproximar, Objetos afastados
Podendo, então, detalhar.
A velha interpretação
Focando-se nos conceitos: Força e aceleração,
Tempo, distância e matéria, Também teve sua atenção.
Observou que as estrelas
Não se encontravam paradas, E as montanhas da lua,
Com a luneta, apreciadas, Viu as manchas solares, Antes não observadas.
Com a criação de instrumentos A astronomia progrediu
Ver os anéis de Saturno Ele também conseguiu E os satélites de Júpter Com o telescópio se viu. Galileu foi condenado Galileu foi condenado Pela “santa” Inquisição, Renegando suas teses Se livrou da execução, Só no século passado, Conseguiu o seu perdão.
Isaac Newton foi um gênio Que mudou a astronomia, Foi alquimista e teólogo Sabia que Deus existia, Por meio da gravidade Formulou sua teoria. Ele defendia sua idéia Ele defendia sua idéia Fazendo uma analogia
Que a lua e os demais corpos Rumo a Terra caía,
Só que a lua orbitava, E os corpos nela batia.
Newton já acreditava
Que uma força tinha ação, Mudando a rota dos corpos Gerando uma translação, E essa idéia foi a base
Da lei da gravitação. Essa força é central, Essa força é central,
Devido a uma interação,
Entre corpos que têm massa, Como a Terra e um limão,
E quanto maior as massas Maior é a sua ação.
Ao estudo teológico
Se dedicou finalmente, Com traços deterministas Pois Deus era o agente, E o grande responsável Pela harmonia vigente. Portanto, a astronomia Portanto, a astronomia Muitas mudanças sofreu, Dando um grande suporte Pra evolução do europeu E hoje o cientificismo