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Cadernos de Lerras da UFF -Alunos da Pós-Graduaçao 2003, n.28, p. 87-94, 2003 87

Etapas da construção:

um olhar sobre o p rocesso de criação de

Ra che I de Queiroz no Memorial de Maria Moura

Antonio Carlos de Miranda Pacheco

RESUMO

Após estabelecer a distinção entre Crítica Textual e Crítica Genérica, buscou-se apresentar etapas iniciais da construção da narrativa no Memorial de Maria Moura, de Rachel de Queiroz, enfatizando o processo de criação da personagem Padre José Maria, tendo como ponto de partida alguns manuscriros desse romance.

m de tornar clara a proposta deste artigo, cumpre traçar um breve preâmbulo obre o que se entende por Crítica Genética, diferenciando-a, principalmente,

e sua co-irmã, a Crítica Textual.

Entendida como disciplina integrante da Ecdótica (ou Edótica, como prefere Segismundo Spina) , a Crítica Textual está voltada apenas para o estabelecimento crítico de um texto , sem se preocupar em abordar todas as questões que envolvem a técnica editorial. Procedimento adorado já na Antigüidade, pela preocupação que se tinha para com o texto transmitido através das gerações, cabe à Crítica Textual restituí-lo à sua forma genuína, através da correção dos erros de várias origens - lapsos de revisão ou de cópia, omissão, interpolação, etc.

Assim, na preparação de uma Edição Crítica, devem ser levadas em conta as seguintes etapas que integram o trabalho de investigação do especialista:

recensio;

collatio; eliminatio; emendatio; classificação estemática; reconstitu tio textus,

após a

selectio; apresen tação do texto reconstituído

e

aparato de variantes.

A Crítica Genética, que tem como objetivo principal analisar o processo de criação, não se limita ao texto publicado. Trata-se de "uma investigação que interroga o texto a partir de sua fabricação, de sua gênese. Trabalha-se com o caminho

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percor-88 PACHECO, Antonio Catlos de M. Erapas da criação: um olhar sobre o processo ...

rido pelo escritor para chegar à obra publicada: rascunhos, diários, anotações, etc" tendo por obj etivo "descrever o processo de criação, investigar os princípios organizacionais que o caracterizam, enftm, explorar os diversos momentos de produção de um texto"

(Salles; Silva, l990: 5) .

O objeto de investigação da Crítica Genética são os documentos de processo ­ mapas, gráficos, rascunhos, agendas, esboços,

lay-outs,

manuscritos, originais - que representam o percurso traçado pelo artista para chegar à obra ftnal.

Considerando que a Crítica Genética está voltada para o estudo dos manuscri­ tos modernos - em sentido lato , "toda e qualquer configuração física que visa ao produto texto" -, exibindo o processo de criação, é lícito dizer, ainda, que tal estudo visa à dinâmica e às razões pelas quais o autor realizou alterações em seu texto no decorrer do processo criativo.

Desta forma, uma edição genética deverá restabelecer a escritura, buscando sempre o reconhecimento dos modos de proceder do autor, apresentando de forma detalhada, e na ordem em que aparecem, os testemunhos de uma gênese. Não se pretende, com isso, desmistificar o fazer artístico, muito menos atenuar o efeito que a obra acabada provoca no seu leitor. Explica Sônia Maria van Dijck Lima que o crítico genético, ao investigar os materiais que atestam os caminhos percorridos pelo artista, "a fim de engendrar um universo, cujo único alicerce é a estrutura do discurso

poético, contribui para definir a criação literária em sua dimensão histórica"

( ! 993: 65).

No que concerne aos procedimentos adorados pelo crítico para o desenvolvi­ mento de sua pesquisa, cabe advertir que não existe uma técnica específica que norteie essa tarefa.

É

importante, porém, que haja clareza de propósito por parte do investigador quanto à adoção de um instrumental teórico que o permita analisar e interpretar o material que tem em mãos.

Nesse sentido, apesar da crescente pesquisa na área de Crítica Genética, ainda é pequena a produção científica voltada para uma abordagem teórico-metodológica dessa disciplina. Entretanto, estudiosos - tais como Louis Hay, considerado o pai da crítica genética, Almuth Grésillon, na França, Cecília Salles, Philippe Willemart, , no Brasil, para citar apenas alguns - vêm apresentando trabalhos de significativa importância para embasar essas pesquisas.

Estabelecida, mesmo que superficialmente, a distinção e definido o campo de atuação de cada disciplina, à guisa de ilustração, cabe, agora, apresentar alguns aspectos que se destacam no processo criativo de Rachel de Queiroz, em especial no romance

Memorial de Maria Moura.

(3)

..

Cadcmos de Letras da UFF - Alunos da Pós-Graduação 2003, n.28, p. 87-94, 2003 89

Desde que chegou às livrarias em 1 992, este romance vem chamando a atenção da crítica em geral e de especialistas em literatura. Mereceu do prof. Luís Filipe Ribeiro, no mesmo ano de sua publicação1 , artigo em que analisa a estrutura do texto, atribu indo a ele expressões como "obra madura", "obra pensada", por apresentar, entre outros aspectos de grande valia, uma arquitetura narrativa polifônica, visto que cinco narradores se alternam ao longo dos seus

42

capítulos.

Muitos são os percursos seguidos por Rachel de Quei roz para ati ngir a quase perfeição sugerida por Luís Filipe Ribeiro.

É

o exercício pleno e a exemplificação máxima daquilo que ] akobson definiu como função poética da linguagem . Rasuras - acréscimos, deslocamentos, substituições supressões - atestam o quanto de lavor artístico constitui o trabalho de lapidação da matéria bruta que os documentos de processo do

Memorial de Maria Moura

representam. Este material do romance, que constitui parte do processo de criação, anterio r ao texto publicado em

1 992,

está, assim, identificado: uma agenda com capa de couro marrom, do ano de

1 986

e três datiloscritos, denominados, respectivamente, Ag,

MsA, MsB

e

MsC.

A Agenda

e os manuscritos mencionados, j untamente com os originais do romance, uma pasta com folhas escritas e desenhadas denominadas "esboço" por Raquel, além de entre­ vistas com a autora e reportagens a seu respeito, estão gravados em um

CD,

preparado sob a coordenação da Profa Dr Marlene Gomes Mendes.

Na agenda encontram-se as primeiras anotações, ai nda sem uma p reocupação de estrutura lingüística, relação de nomes, lembretes, dúvidas sobre personagens, etc, além de uma folha avulsa, com o timbre da Academia Brasileira de Letras.

O

MsA

é o documento que possui maior riqueza em rasuras e , portanto, passí­ vel de grande atenção por parte dos pesquisadores. O

MsB,

com um número menor de rasuras que o

MsA,

traz no cabeçalho da primeira página a inscrição em caixa alta, com uma sublinha, o MEMORIAL DE MARIA MOURA. Abaixo, próxima à margem

esquerda, a inscrição o PADRE, também em caixa alta, sublinhada, nomeia o capítulo inicial. Cabe ressaltar que este capítulo sofre certa redução, em extensão, se compa­ rarmos a primeira e a segunda versões. A indicação do final do capítulo primeiro ­ marcada, no

MsA,

inicialmente, à máquina, pela inscrição A DONA e, em seguida, riscada à mão e substituída pela exp ressão MARIA MOURA, que permanece no

MsB -

é feita na folha

7,

enquanto que, no

MsA,

somente na folha

1 0.

Ao

MsC

correspondem quato rze páginas datilografadas somente no anverso da folha. Com um número bem reduzido de rasuras - em sua maio ria acréscimos e co rreções datilográficas - este manuscrito já não co ntém o título da obra a ser

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90

PACH ECO, Antonio Carlos de M. Erapas da criaçfio: um olhar sobre o processo ...

impressa, mas mantém a divisão dos capítulos (três, até o fmal da 1 4' folha) em caixa alta, com uma sublinha, quase na mesma posição que a apresentada no MsB, ou seja, exatamente à margem esquerda.

Enfrentado o desafio de escolher o fio condutor da investigação, diante das possibilidades de trabalho com os manuscritos do romance, optou-se por acompanhar o caminho percorrido pela aurora para o processo criativo da personagem Padre J osé Maria

I

Beato Romano.

Examinando a agenda e a folha solta, já referidas, percebe-se que são estes os suportes nos quais ela gradativamente dá vida a cada uma de suas personagens, buscando, semp re que possível, reuni-las em grupos antroponímicos.

A técnica de criação - que a aurora oportunamente relatou à professora Marlene G. Mendes - pode ser observada nas anotações contidas nessa agenda. Rachel de Queiroz primeiramente lista as personagens que constituirão a trama de sua narrativa. A gênese do romance está na profusão de personagens que emergem de sua mente e se estabelecem em registro nesse suporte. A agenda funciona como um Livro de Registros e Rachel de Queiroz, mãe-tabeliã, vai dando vida-identidade a esses "se­ res" meio que amorfos, mas que, com a destreza da artÍfice, vão tomando forma à medida que o breve esboço de suas características vão se ampliando durante o processo criativo. Rachel, assim, gera, dá à luz e registra sua criação; ensaia, experimenta, sugere a si mesma os n omes, na incansável tentativa de encontrar aquele que, pelo menos, naquele momento, lhe parece o melhor.

Analisando o caso do Padre José Maria, ou Beato Romano, nota-se que essa personagem não foi idealizada para ter a importância que assumiu no romance. Entretanto, constata-se pelos registros feitos na agenda que a autora retorna, e é ela mesma quem o diz, em entrevista, para fazer as anotações referentes ao padre/beato, paralelamente às de Maria M oura, por exemplo, considerando-se a cor da tinta, na página de número 2 da Agenda. Na de n úmero

35,

encontra-se o núcleo correspon­ dente ao "padre". Parece ser aí o momento em que ele "nasce", ou pelo menos começa a ganhar identidade: Rachel rabisca o substantivo próprio Francisco, no sintagma "Padre F rancisco", e o substitui por José Maria de Souza Farias, como mostra a página a seguir:

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Cadernos de Lecras da UFF - Alunos da Pós-Graduação 2003, n.28, p. 87-94, 2003 9 1

i I ... ,.IDJ

Tendo conquistado espaço na trama, pelo menos na idealização da autora, há outras anotações - nas mesmas páginas em que encontramos referências à personagem Maria Moura - como mostrando que os dois personagens dividirão importância no decurso do romance.

No alto da segunda página, por exemplo, aparece uma referência ao Beato Romano: O Bearo - irmão leigo, fugido de convenro - bariza casa e ajuda a morrer.

À

esquerda dessa passagem, encontra-se, circulada à caneta, a inscrição-dúvida:

O Padre?.

O pomo-de-interrogação, encontrado também em outras passagens, marca a constância com que Rachel de Queiroz escreve e reescreve o seu texto , as dúvidas e perplexidades que a acometem nestes passos iniciais.

Nessa caminhada em busca do rexto ideal, a decisão vem manifesta, incisiva, assinalada no grifo:

- Frei Romano? Bearo Romano

Decidido, pois, o nome, o processo de criação evolui. S urgem , assim, novas características - físicas e psicológicas:

O Bearo Romano, selvagem como os ourros, diz que rem ordens m enores - veste um camisolão prero, de pano grosso, uma corda amarrada na cinrura - Ele casa, barisa (sic), ajuda a morrer. O pessoal lhe rama a benção Não gosra que macem "sem precisão". (Ag, 12)

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PACHECO, Antonio Carlos de M. Etapas da criaçiio: um olhar sobre o processo . . .

Vencida esta etapa, a escritura do

MsA

ocorre após a autora ter terminado o processo de construção dos núcleos "antroponímicos", a exemplo da página

3 5 ,

acima reproduzida. S omente depois de ter idealizado as personagens (alguns bem mais estruturados que os outros) é que a autora procede à redação de sua narrativa. Entretanto , o processo de criação do personagem em si não termina aí; estende-se ao longo do percurso de criação do próprio texto, confundindo-se entre si.

Na tentativa de deli mitar essas considerações e na necessidade de esclarecer o sentido emprestado ao vocábulo "riqueza" quando se tratou anteriormente do

MsA,

cabe, finalmente, apresentar alguns dados referentes ao processo de construção do foco narrativo no

Memorial de Maria Moura.

A primeira versão da narrativa é escrita em

3'

pessoa. Nas versões subseqüentes, Rachel de Queiroz altera o foco narrativo para a

1 '

pessoa. Na verdade, a opção pelo narrador-onisciente é um hábito cultivado pela autora no momento da criação. Marlene G. Mendes, que há tempos vem estudando a escritura de Rachel de Queiroz, teve a oportunidade de constatar esse fato ao investigar os Manuscritos de

As três

Marias.

Observou a professora que até a página

23

do autógrafo do referido romance, a história foi narrada em

3'

pessoa, passando, a partir daí, à primeira, o que leva a escritora cearense a retornar e reescrever o texto, "apagando e substituindo as marcas l ingüísticas referentes à

3a

pessoa"

(Mendes, s.d.: 204) .

Fato semelhante ocorre com

Memorial de Maria Moura.

Já nas primeiras páginas do

MsA

evidencia-se uma alternância de foco. N otadamente, os acréscimos feitos à mão por sobre o texto datilografado prenunciam a alteração futura. O narrador, antes senhor do discurso, confunde-se no j ogo enunciado/enunciação e como que desaparece em meio à fala da personagem. O que antes seria discurso direto, nada mais é que o pleno exercício do discurso indireto livre. Narrador e personagem narram em uníssono - observem-se as formas verbais abaixo assinala­ das - o seguinte parágrafo:

Pela grade do confessionário dava para perceber alguma coisa. Ela parecia < >

moça. Talvez banira. <Ela> [F]alava frio, sem raiva [descoberta, mas decerto] com [um] ódio [muito grande] no coração. Fiquei alvo[ro]çado. [E assustado. Mas

consegui diser (sic) -] 2

Mais adiante, na segunda folha, a voz do narrador ressurge, entremeada ao fi nal as primeiras reminiscências do personagem até então conhecido como "o pa­ dre", expressão que dá título ao capítulo na versão seguinte, escrito em J a. pessoa ­ narrado pela personagem em questão: .

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Cadernos de ú:rras da UFF - Alunos da Pós-Graduação 2003, n.28, p. 87-94, 2003

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<Ü padre>

[E

olhou para si mesmo, a roupa de brim pardo, as < > grossas boras reunidas, o lenço no pescoço. Tudo surrado e encardido. Passou a mão pelo bigode de pontas caídas, pelo cabelo que chegava quase aos ombros ..

Cabem algumas considerações finais, sem que se pretenda esgotar todas as pos­ sibilidades de análise dos documentos a que se teve acesso. Mesmo porque, primeiro, o trabalho investigativo, face à sua natureza cativante, faz do pesquisador um compulsivo

voyeur

do processo criativo; segl}ndo, a pesquisa do crítico genético não se encerra tão facilmente. Pelo contrário, observa-se que quanto mais se lê, se analisa, se observa, mais se vê, se detecta, se descobre.

Longe se passou do que se poderia chamar de conclusão. Algumas, tímidas, sutis, se delineiam, esmaecidas na mente. Perscrutação de um tímido pesquisador.

O material que alicerça a composição do

Memorial de Maria Moura

clama por ser investigado e, por conseguinte, ser compreendido.

É

um fértil solo que, ao ser convenientemente cultivado, à luz da Crítica Genética, muitos frutos poderá produzir para sustentar os estudos acerca da criação literária de Rachel de Queiroz.

N O TA S

1 O

texro do Prof. Luis Filipe, originalmente uma comunicação proferida no Instituto de Letras da

UFF,

foi publicado em livro em

1999,

como se observa na bibliografia a seguir.

2

Na transcrição foram utilizados os símbolos que se seguem, para mostrar a função da rasura:

< > ,

supressão; [ ] , acréscimo;

<.>

[ ] , substituição. Não foi nossa pretensão apresentar

um

apararo crítico,

mas, tão somente tentar ilustrar o processo de construção do foco narrativo no texro Rachel de Queiroz.

REF ERJ;.NCIAS B I B L I O G RÁFICAS

G RfSILLON,

Almuth. Les silences du manuscrit. ln:

ENCONTRO DE EDIÇÃO CRÍTICA E CRÍTICA G ENf.TICA:

Eclosão do manuscriro, 2, Anais

•••

São Paulo: USP, [ s.d.]. p. 89- 1 06.

LEITE, Ligia Chiappini M.

O

foco narrativo. 3. ed. São Paulo: Ática, 1 987.

LIMA, Sônia Maria van Dijck. Edição genética: para uma merodologia de trabalho. In: ENCONTRO

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Gênese e Memória, São Paulo,

APML,

1 994. Anais

...

São Paulo: Annablume,

APML,

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1 99 8 .

(8)

94

PACHECO, Antonio Carlos de M. Erapas da criação: um olhar sobre o processo ...

___ . As rrês Marias

de Rachel de Queiroz: do manuscrito

à I '

edição. ln:

ENCONTRO DE EDI­

ÇÃO CRITICA E CRITICA G ENtTICA:

Eclosão do manuscrito, 2, Anais

•••

São Paulo,

USP,

(s.d.]., p.

20 1 -205 .

PACHECO, Antonio Carlos de M.; BARROCO, Rozely C.

Memorial de Maria Moura:

personagens

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APML,

2002. Anais

.•.

(No prelo).

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Memorial de Maria Moura.

1 2. ed. São Paulo: Siciliano, 2000.

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Geometrias do imaginá­ rio.

Edicións Laiovento, 1 999. p. 5 1 -60.

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Crítica Genétia:

uma (nova) introdução. São Paulo:

EDUC,

2000.

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I ,

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Incroduçã.o .à ed6tica:

crítica textual. São Paulo:

EDUSP,

1 977.

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE/Instituto de Letras

I

Grupo de Pesquisa em Crítica

G enética.Coord. Marlene Gomes Mendes.

Documentos de processo: Memorial de Maria Moura,

Referências

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