Cosan S.A.
Demonstrações financeiras
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Conteúdo
Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras ... 3
Balanços patrimoniais... ... 4
Demonstrações de resultados do exercício... ... 6
Demonstrações de outros resultados abrangentes ... 7
Demonstrações das mutações do patrimônio líquido ... 8
Demonstração dos fluxos de caixa ... 10
Demonstrações do valor adicionado ... 13
3 KPMG Auditores Independentes
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Relatório do auditor independente sobre as
demonstrações financeiras individuais e
consolidadas
Aos Administradores e acionistas da
Cosan S.A.
São Paulo - SP
Opinião
Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Cosan S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas
demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas
explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.
Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Cosan S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas
internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards
Board (IASB).
Base para opinião
Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada “Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas”. Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.
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Principais assuntos de auditoria
Principais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.
Reconhecimento de receita não faturada
Veja a Nota 17 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas
Principais assuntos de auditoria Como auditoria endereçou esse assunto Mensalmente a controlada Companhia de Gás
de São Paulo – Comgás (Comgás) reconhece receita sobre operações de venda de gás com base na medição do consumo de seus clientes. Essa medição de consumo e o respectivo faturamento ocorrem em ciclos mensais cujas datas podem ser diferentes das datas de fechamento contábil mensal.
A receita não faturada é reconhecida para esse intervalo de tempo entre a data da última medição e o final do mês com base em uma estimativa, que levam em consideração o volume de gás consumido por segmento de clientes e sua mensuração com base nas diferentes tarifas aplicáveis para cada segmento.
O saldo contábil da receita não faturada no exercício findo em 31 de dezembro de 2018 é de R$ 430.596 mil.
Devido à relevância do saldo de receita não faturada e ao grau de julgamento para estimar a alocação do volume de gás entre os
segmentos de clientes durante o intervalo de tempo entre a data da última medição e o final do mês, esse assunto foi considerado como significativo para a nossa auditoria.
– Avaliamos os controles internos chave relativos a alocação do volume de gás entre os segmentos de clientes durante o intervalo de tempo entre a data da última medição e o final do mês.
Efetuamos, dentre outros, os seguintes procedimentos:
i. Teste documental, com base em amostragem, das informações que foram utilizadas pela controlada da Companhia como base para alocação do volume de gás por segmento de cliente.
ii. Recálculo da receita não faturada por segmento de cliente, incluindo a avaliação das premissas chave utilizadas.
iii. Estimativa independente da alocação do volume de gás entre os segmentos de cliente considerando o histórico de consumo ao final do exercício e comparação com a estimativa de volume por segmento calculada pela controlada da Companhia.
iv. Comparação das tarifas utilizadas para valorização da receita por segmento de cliente, com as tarifas determinadas pelo órgão regulador.
v. Comparação da premissa de consumo médio estimado pela controlada da Companhia com o consumo médio real referente ao faturamento do ciclo subsequente ocorrido em janeiro de 2019.
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faturada com os registros contábeis. Consideramos ainda que as divulgações feitas nas demonstrações financeiras consideram os aspectos relevantes requeridos pelas estruturas de relatório financeiro aplicáveis.
Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados,
consideramos que o saldo da receita não faturada é e as respectivas divulgações são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018 tomadas em conjunto.
Realização de saldo de imposto de renda e contribuição social diferidos
Veja a Nota 13 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas
Principais assuntos de auditoria Como auditoria endereçou esse assunto A controlada Cosan Lubrificantes e
Especialidades S.A. (Cosan Lubrificantes) reconheceu ativos fiscais diferidos, relativos a diferenças temporárias e prejuízos fiscais, considerados recuperáveis com base na geração de lucros tributáveis futuros. A estimativa de geração de lucros tributáveis futuros requer julgamento e interpretação de leis tributárias. O valor recuperável dos ativos fiscais diferidos reconhecidos pode variar significativamente se forem aplicadas diferentes premissas de projeção dos lucros tributáveis futuros e na capacidade de utilização de prejuízos fiscais, o que pode impactar o valor do ativo fiscal diferido reconhecido nas demonstrações financeiras e na alíquota efetiva do período. Por essas razões esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.
– Avaliamos o desenho, implementação e efetividade operacional dos controles internos relevantes relacionados com a preparação e revisão da projeção de lucros tributáveis futuros, especificamente do plano de negócios e orçamento. Comparamos os orçamentos aprovados para o exercício anterior com os valores reais apurados de forma a verificar a habilidade da controlada da Companhia em projetar resultados futuros. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos a razoabilidade das principais premissas utilizadas para suportar a projeção de lucros tributáveis futuros, incluindo taxas de crescimento e de desconto. Adicionalmente, com o auxílio de nossos especialistas em impostos, consideramos a adequação da aplicação das leis tributárias e das deduções fiscais. Avaliamos ainda se as projeções indicam lucros tributáveis futuros suficientes contra os quais os prejuízos fiscais não utilizados e as diferenças temporárias
dedutíveis possam ser utilizados, bem como a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras.
Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos descritos acima, consideramos aceitável o valor do imposto de renda e contribuição social diferidos no contexto das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018 tomadas em conjunto.
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Equivalência patrimonial de controlada em conjunto
Veja a Nota 9 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas
Principais assuntos de auditoria Como auditoria endereçou esse assunto A Companhia possui participação indireta em
controlada em conjunto que atua no negócio de produção e comércio de açúcar, etanol e cogeração de energia, principalmente, produzida a partir do bagaço de cana de açúcar. Em função do segmento em que atua, a valorização dos ativos biológicos está sujeita a julgamento significativo envolvendo: área estimada de colheita, produtividade prevista, taxas de desconto, quantidade e preços projetados. Devido à relevância do
investimento na controlada em conjunto e ao grau de julgamento e estimativas utilizadas para valorização dos ativos biológicos, esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria.
– Efetuamos o planejamento e comunicação do escopo de nossos trabalhos, discussão dos riscos de distorção relevante e envio das instruções aos auditores da controlada em conjunto. Realizamos reuniões com os auditores responsáveis pela controlada em conjunto, e efetuamos a avaliação do trabalho realizado sobre a valorização de ativos
biológicos, as evidências de auditoria obtidas e a documentação dos especialistas envolvidos na auditoria da controlada em conjunto. Analisamos as comunicações e os relatórios enviados pelo auditor da controlada em conjunto, bem como dos procedimentos realizados e das conclusões obtidas, especificamente a determinação da materialidade, o efeito de distorções não corrigidas e procedimentos de auditoria executados para responder aos riscos. Avaliamos também a adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras.
Como resultado das evidências obtidas por meio dos procedimentos descritos acima, consideramos que os procedimentos realizados para a valorização dos ativos biológicos da controlada em conjunto e consequentemente seu efeito na equivalência patrimonial reconhecida pela Companhia são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018 tomadas em conjunto.
Outros assuntos
Demonstrações do valor adicionado
As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas
demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no
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Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.
Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditores
A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.
Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.
Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma
relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.
Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadas
A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International
Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como
necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.
Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.
Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.
Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas
Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas
8 referidas demonstrações financeiras.
Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:
– Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.
– Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.
– Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.
– Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.
– Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.
– Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.
Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.
Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.
Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em
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circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.
São Paulo, 14 de fevereiro de 2019
KPMG Auditores Independentes CRC 2SP014428/O-6
Rogério Hernandez Garcia Contador CRC 1SP213431/O-5
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Controladora Consolidado
Nota 31/12/2018 31/12/2017 31/12/2018 31/12/2017
Ativos
Caixa e equivalentes de caixa 5.1 928.077 144.005 2.696.947 3.150.328
Títulos e valores mobiliários 5.2 137.313 54.079 1.359.232 700.035
Contas a receber de clientes 5.3 - - 1.128.304 918.423
Instrumentos financeiros
derivativos 5.9 45.680 105.489 178.545 317.102
Estoques 7 - - 452.904 380.770
Recebíveis de partes
relacionadas 5.5 248.210 31.571 70.083 55.597
Imposto de renda e contribuição
social a recuperar 115.359 165.054 217.495 257.097
Outros tributos a recuperar 6 3.708 3.704 601.018 118.174
Dividendos e juros sobre capital
próprio a receber 34.354 126.056 27.309 13.114
Outros ativos financeiros 5.4 454.449 1.686.718 454.449 1.686.718
Outros ativos 109.100 123.070 403.259 182.690
Ativo circulante 2.076.250 2.439.746 7.589.545 7.780.048
Contas a receber de clientes 5.3 - - 21.826 32.278
Imposto de renda e contribuição
social diferidos 13 - - 494.498 474.804
Recebíveis de partes
relacionadas 5.5 495.188 158.655 62.715 151.669
Outros tributos a recuperar 6 40.261 38.926 54.698 80.763
Depósitos judiciais 14 354.554 283.041 508.398 434.412 Instrumentos financeiros derivativos 5.9 938.034 458.876 1.337.337 735.003 Outros ativos 90.227 73.732 113.429 380.162 Investimentos em associadas 8 11.711.240 10.512.569 334.518 259.412 Investimentos em controladas em conjunto 9 2.491.512 2.601.411 8.077.907 8.447.799 Imobilizado 10.1 66.651 22.503 498.413 412.325 Intangível 10.2 3.182 5.214 9.696.476 9.350.598
Ativo não circulante 16.190.849 14.154.927 21.200.215 20.759.225
Total do ativo 18.267.099 16.594.673 28.789.760 28.539.273
12 Controladora Consolidado Nota 31/12/2018 31/12/2017 31/12/2018 31/12/2017 Passivos Empréstimos, financiamentos e debêntures 5.6 - - 1.161.203 1.611.547
Instrumentos financeiros derivativos 5.9 - - 3.880 966
Fornecedores 5.7 4.509 3.713 1.472.203 1.805.385
Ordenados e salários a pagar 29.418 27.642 132.321 124.017
Imposto de renda e contribuição social
correntes 13.952 531 28.242 19.007
Outros tributos a pagar 12 110.507 198.569 209.878 382.150
Dividendos a pagar 422.726 338.985 427.232 373.277
Pagáveis a partes relacionadas 5.5 306.864 470.703 207.989 398.586
Outros passivos financeiros - - 117.997 90.725
Outras contas a pagar 39.646 34.265 233.273 185.731
Passivo circulante 927.622 1.074.408 3.994.218 4.991.391
Empréstimos, financiamentos e
debêntures 5.6 - - 8.795.935 8.063.447
Obrigações com acionistas
preferencialistas em subsidiárias 5.8 1.097.490 1.442.680 1.097.490 1.442.679 Instrumentos financeiros derivativos 5.9 21.714 105.302 21.834 113.565
Outros tributos a pagar 12 144.381 143.320 150.844 150.627
Provisão para demandas judiciais 14 306.351 314.791 848.515 846.122
Investimentos com passivo a descoberto 8 75.273 92.823 - -
Pagáveis a partes relacionadas 5.5 5.329.245 3.463.476 - -
Obrigações de benefício pós-emprego 22 162 152 579.823 485.459
Imposto de renda e contribuição social
diferidos 13 186.682 273.168 1.740.380 1.611.867
Outras contas a pagar 249.464 237.883 637.588 536.851
Passivo não circulante 7.410.762 6.073.595 13.872.409 13.250.617
Total do passivo 8.338.384 7.148.003 17.866.627 18.242.008 Patrimônio líquido 15 Capital social 4.418.476 3.999.075 4.418.476 3.999.075 Ações em tesouraria (627.913) (114.413) (627.913) (114.413) Reserva de capital 391.174 699.820 391.174 699.820
Outros componentes do patrimônio líquido (95.994) (55.646) (95.994) (55.646)
Reservas de lucros 5.842.972 4.917.834 5.842.972 4.917.834
Patrimônio líquido atribuível aos:
Acionistas controladores 9.928.715 9.446.670 9.928.715 9.446.670
Acionistas não controladores 8.3 - - 994.418 850.595
Total do patrimônio líquido 9.928.715 9.446.670 10.923.133 10.297.265
Total do passivo e patrimônio líquido 18.267.099 16.594.673 28.789.760 28.539.273
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Controladora Consolidado
Nota 31/12/2018 31/12/2017 31/12/2018 31/12/2017
Receita operacional líquida 17 - - 10.299.099 7.670.777 Custos dos produtos vendidos e dos
serviços prestados 18 - - (7.694.386) (5.045.884)
Resultado bruto - - 2.604.713 2.624.893
Despesas de vendas 18 - - (1.010.614) (1.039.817)
Despesas gerais e administrativas 18 (110.358) (127.224) (632.058) (597.430) Outras (despesas) receitas, líquidas 19 (48.943) 926.147 803.453 880.983
Despesas operacionais (159.301) 798.923 (839.219) (756.264)
(Prejuízo) lucro antes do resultado da equivalência patrimonial, do resultado
financeiro líquido e dos impostos (159.301) 798.923 1.765.494 1.868.629
Equivalência patrimonial em associadas 8 2.103.917 1.109.844 41.291 12.930 Equivalência patrimonial das
controladas em conjunto 9 (109.900) (111.633) 946.282 985.090
Resultado de equivalência patrimonial 1.994.017 998.211 987.573 998.020
Despesas financeiras (403.163) (691.178) (1.125.613) (1.728.300) Receitas financeiras 263.338 377.302 897.876 728.598 Variação cambial líquida (636.550) (62.726) (843.297) (81.201)
Derivativos 604.322 185.659 738.841 182.509
Resultado financeiro líquido 20 (172.053) (190.943) (332.193) (898.394)
Resultado antes do imposto de renda
e contribuição social 1.662.663 1.606.191 2.420.874 1.968.255
Imposto de renda e contribuição social 13
Corrente (16.841) (7.158) (395.957) (88.470)
Diferido 6.499 (283.709) (121.166) (369.255)
(10.342) (290.867) (517.123) (457.725)
Resultado líquido do exercício 1.652.321 1.315.324 1.903.751 1.510.530
Resultado liquido do exercício atribuído
aos:
Acionistas controladores 1.652.321 1.315.324 1.652.321 1.315.324
Acionistas não controladores - - 251.430 195.206
1.652.321 1.315.324 1.903.751 1.510.530 Resultado líquido do exercício básico
por ação ordinária das:
Operações continuadas 16 R$4,1159 R$3,1983 R$4,1159 R$3,1983
Resultado líquido do exercício diluído
por ação ordinária das:
Operações continuadas 16 R$4,1041 R$3,1925 R$4,1041 R$3,1925
Controladora Consolidado
31/12/2018 31/12/2017 31/12/2018 31/12/2017
Resultado líquido do exercício 1.652.321 1.315.324 1.903.751 1.510.530
Outros resultados abrangentes
Itens que não serão reclassificados para o
resultado:
Ganhos na realização de instrumento
financeiro derivativo - 9.000 - 9.000
(Perdas) atuariais de plano de
benefícios definido (46.347) (13.107) (79.953) (24.121)
Tributos diferidos - - 27.184 8.201
(46.347) (4.107) (52.769) (6.920)
Itens que podem ser subsequentemente
reclassificados para o resultado:
Diferenças cambiais de conversão de
operações no exterior - CTA (1.116) (25.035) (1.907) (25.035) Resultado com hedge de fluxo de caixa
em controladas em conjunto 6.882 204.611 6.882 204.611 Variação líquida no valor justo de ativos
financeiros - 4.176 - 4.176
Realização do valor justo de propriedade
para investimento 233 - 233 -
5.999 183.752 5.208 183.752
Outros resultados abrangentes, líquidos de imposto de renda e contribuição social
(40.348) 179.645 (47.561) 176.832
Resultado abrangente total 1.611.973 1.494.969 1.856.190 1.687.362
Resultado abrangente atribuível aos:
Acionistas controladores 1.611.973 1.494.969 1.611.973 1.494.969
Acionistas não controladores - - 244.217 192.393
1.611.973 1.494.969 1.856.190 1.687.362
15 Reservas de Lucros Capital social Ações em tesouraria Reserva de capital Outros componentes do patrimônio líquido Legal Reserva estatutária Lucros a realizar Retenção de lucros Lucros acumulados Total Participação de acionistas não controladores Total do patrimônio líquido Saldo em 1º de janeiro de 2017 3.824.648 (34.966) 956.318 (295.923) 284.960 2.963.532 171.021 1.096.016 - 8.965.606 1.826.733 10.792.339
Resultado líquido do exercício - - - 1.315.324 1.315.324 195.206 1.510.530
Outros resultados abrangentes - Nota 15:
Resultado com hedge accounting de fluxo de caixa em
controladas em conjunto - - - 204.611 - - - 204.611 - 204.611
Diferenças cambiais de conversão de operações no exterior - - - (25.035) - - - (25.035) - (25.035)
Ganho na mensuração de instrumento financeiro derivativo - - - 69.632 - - - (60.632) - 9.000 - 9.000
Perdas atuariais com plano de benefício definido líquido de
imposto - - - (13.107) - - - (13.107) (3.130) (16.237)
Variação líquida no valor justo de ativos financeiros - - - 4.176 - - - 4.176 - 4.176
Total de outros resultados abrangentes,
líquidos de impostos - - - 240.277 - - - (60.632) 1.315.324 1.494.969 192.076 1.687.045
Contribuição e distribuições para os acionistas - Nota 15
Aumento de capital 174.427 - (14.427) - (160.000) - - - -
Efeito da distribuição de dividendos para não controladores - - (13.120) - - - (13.120) 13.120 -
Opção sobre ações exercidas - - 33.135 - - - 33.135 - 33.135
Dividendos propostos - - - (379.998) - - (312.389) (692.387) (428.603) (1.120.990)
Constituição de reserva legal - - - - 65.766 - - - (65.766) - - -
Constituição reserva estatutária - - - 937.169 - - (937.169) - - -
Ações próprias adquiridas - (79.447) - - - (79.447) - (79.447)
Transações com pagamento baseado em ações - Nota 23 - - 9.601 - - - 9.601 288 9.889
Total de contribuições e distribuições de
e para os acionistas 174.427 (79.447) 15.189 - (94.234) 557.171 - - (1.315.324) (742.218) (415.195) (1.157.413)
Transações com os acionistas
Mudança de participação societária em subsidiárias - - (271.687) - - - (271.687) (753.019) (1.024.706)
Total de transações com os acionistas - - (271.687) - - - - - - (271.687) (753.019) (1.024.706)
Saldo em 31 de dezembro de 2017 3.999.075 (114.413) 699.820 (55.646) 190.726 3.520.703 171.021 1.035.384 - 9.446.670 850.595 10.297.265
16 Reservas de Lucros Capital social Ações em tesouraria Reserva de capital Outros componentes do patrimônio líquido Legal Reserva estatutária Lucros a realizar Retenção de lucros Lucros acumulados Total Participação de acionistas não controladores Total do patrimônio líquido Saldo em 31 de dezembro de 2017 3.999.075 (114.413) 699.820 (55.646) 190.726 3.520.703 171.021 1.035.384 - 9.446.670 850.595 10.297.265
Alterações em políticas contábeis
adotadas pela Companhia -Nota 3 - - - (6.420) - (6.420) (1.280) (7.700)
Saldo em 1º de janeiro de 2018 3.999.075 (114.413) 699.820 (55.646) 190.726 3.520.703 171.021 1.028.964 - 9.440.250 849.315 10.289.565
Resultado líquido do exercício - - - 1.652.320 1.652.320 251.430 1.903.750
Outros resultados abrangentes - Nota 15 : Resultado com hedge accounting de fluxo de caixa em
controladas em conjunto - - - 6.882 - - - 6.882 - 6.882
Diferenças cambiais de conversão de operações no exterior - - - (1.116) - - - (1.116) (791) (1.907)
Perdas atuariais com plano de benefício definido líquido de
imposto - - - (46.347) - - - (46.347) (6.422) (52.769)
Variação líquida no valor justo de ativos financeiros - - - 233 - - - 233 - 233
Total de outros resultados abrangentes,
líquidos de impostos - - - (40.348) - - - - 1.652.320 1.611.972 244.217 1.856.189
Contribuição e distribuições para os acionistas - Nota 15
Aumento de capital 419.401 - (228.675) - (190.726) - - - -
Efeito da distribuição de dividendos para não controladores - - (7.926) - - - (7.926) 7.926 -
Opção sobre ações exercidas - 94.432 (72.468) - - - 21.964 - 21.964
Combinação de negócios - - - 7.199 7.199
Dividendos propostos - Nota 15 - - - (137.610) - - (392.426) (530.036) (126.871) (656.907)
Constituição de reserva legal - Nota 15 - - - - 82.616 - - - (82.616) - - -
Constituição reserva estatutária - Nota 15 - - - 1.177.278 - - (1.177.278) - - -
Ações próprias adquiridas - (607.932) - - - (607.932) - (607.932)
Transações com pagamento baseado em ações - Nota 23 - - 8.174 - - - 8.174 345 8.519
Total de contribuições e distribuições de e
para os acionistas 419.401 (513.500) (300.895) - (108.110) 1.039.668 - - (1.652.320) (1.115.756) (111.401) (1.227.157)
Transações com os acionistas
Mudança de participação societária em subsidiárias - - (7.751) - - - (7.751) 12.287 4.536
Total de transações com os acionistas - - (7.751) - - - - - - (7.751) 12.287 4.536
Saldo em 31 de dezembro de 2018 4.418.476 (627.913) 391.174 (95.994) 82.616 4.560.371 171.021 1.028.964 - 9.928.715 994.418 10.923.133
17
Controladora Consolidado
Nota 31/12/2018 31/12/2017 31/12/2018 31/12/2017
Fluxo de caixa das atividades operacionais
Resultado antes do imposto de renda
e contribuição social 1.662.663 1.606.191 2.420.874 1.968.255
Ajustes para:
Depreciação e amortização 5.980 6.832 569.711 596.687
Equivalência patrimonial em subsidiárias e associadas 8 (2.103.917) (1.109.844) (41.291) (12.930)
Equivalência patrimonial em controladas em conjunto 9 109.900 111.633 (946.282) (985.090)
Resultado nas alienações de ativo
imobilizado e intangível 62 40 29.915 43.141
Transações com pagamento baseado em ações 6.822 9.033 8.521 9.889
Provisão para demandas judiciais 27.626 72.816 34.546 116.551
Juros, variações monetárias e cambiais, líquidos 195.157 265.654 576.450 1.159.201
Provisão de bônus e participação no resultado 27.400 24.763 103.999 84.499
Perda esperada em créditos de liquidação duvidosa - - 16.542 19.640
Cessão de direitos creditórios - (1.039.966) - (1.039.966)
Indenizações 19 - - (726.000) -
Créditos fiscais extemporâneos 6 - - (326.987) -
Outros 7.767 1.827 12.598 14.193
(60.540) (51.021) 1.732.596 1.974.070
Variação em:
Contas a receber de clientes - - (140.795) (193.701)
Estoque - - (32.488) (47.874)
Outros tributos, líquidos (18.677) (5.471) (506.306) (134.961)
Partes relacionadas, líquidas (81.086) (88.538) (57.587) (52.719)
Fornecedores (44) (1.696) 588.772 210.923
Ordenados e salários a pagar (28.450) (24.462) (105.045) (84.749)
Provisão para demandas judiciais (5.167) (2.452) (30.537) (6.758)
Outros passivos financeiros - - 25.806 15.532
Depósito judicial (37.764) 751 (27.992) 8.563
Recebimento de direitos creditórios 5.4 1.340.000 233.570 1.340.000 233.570
Obrigação de benefício pós-emprego - - (34.904) (30.617)
Outros ativos e passivos, líquidos 6.608 37.962 (57.706) (98.370)
1.175.420 149.664 961.218 (181.161)
Caixa líquido gerado nas atividades operacionais 1.114.880 98.643 2.693.814 1.792.909
Fluxo de caixa de atividades de investimento
Aporte de capital em subsidiárias e coligadas (201.404) (101.271) (7.517) (15.321)
Redução de capital em subsidiárias 70.560 - - -
Aquisições, líquidas de caixa adquirido 8.2 - - (135.648) (116.514)
Título e valores mobiliários (70.188) 81.570 (616.106) (288.354)
Caixa recebido na venda de outros ativos
permanentes - - 1.817 1.097
Dividendos recebidos de subsidiárias e associadas 1.234.743 1.276.237 8.869 7.226
Dividendos recebidos de controladas em conjunto 112.017 197.210 1.292.127 1.346.460
Outros ativos financeiros - (321.048) - (321.048)
Adições ao imobilizado, intangível (48.492) (6.528) (631.560) (408.489)
Caixa líquido gerado (utilizado) nas
atividades de investimento 1.097.236 1.126.170 (88.018) 205.057
Fluxo de caixa de atividades
de financiamento
Captações de empréstimos, financiamentos e
debêntures 5.6 - - 647.928 912.642
Amortização de principal sobre empréstimos,
financiamentos e debêntures 5.6 - - (1.486.890) (877.809)
Pagamento de juros sobre empréstimos,
18
Instrumentos financeiros derivativos 84.739 (260.201) 186.671 (256.423)
Recursos provenientes de aporte de
capital de acionistas - - - 39.043
Partes relacionadas (228.677) (651.615) - -
Recompra de ações próprias 15 (607.932) (79.447) (607.932) (79.447)
Subscrição de acionistas não controladores 4.163 20.375 4.163 20.375
Aquisição de participações de acionista
não controladores (256.006) (833.306) (256.006) (833.306)
Dividendos pagos (446.295) (376.679) (1.045.257) (1.239.363)
Opções de ações exercidas 21.964 33.135 21.964 33.135
Caixa líquido utilizado nas atividades
de financiamento (1.428.044) (2.147.738) (3.147.327) (2.849.309)
Acréscimo (decréscimo) em caixa e
equivalentes de caixa 784.072 (922.925) (541.531) (851.343)
Caixa e equivalentes de caixa no início
do exercício 144.005 1.066.930 3.150.328 3.990.930
Efeito da variação cambial sobre o saldo de
caixa e equivalentes de caixa - - 88.150 10.741
Caixa e equivalentes de caixa no final
do exercício 928.077 144.005 2.696.947 3.150.328
Informação complementar
Impostos de renda e contribuição social pagos - - 299.877 70.359
As notas explicativas são parte integrante destas demonstrações financeiras.
Transações que não envolveram caixa
i.
Aumento de capital no valor de R$ 419.401 por meio da utilização da reserva
de capital de R$ 228.675 e reserva legal de R$ 190.726.
ii.
Adição intangível no montante de R$ 128.654 e contas a pagar no montante de
R$ 129.038, referente ao novo contrato celebrado entre a subsidiária Cosan
Lubrificantes e Especialidades S.A. (“CLE”) e a Exxon Mobil Lubricants Trading
Company (“Exxon Mobil”).
iii.
Reconhecimento de ativo fiscal referente à exclusão de ICMS na base de
cálculo do PIS e COFINS nas subsidiárias Companhia de Gás de São Paulo –
(“Comgás”) e CLE, no montante R$ 420.229, sendo R$ 326.987 registrados em
“Créditos fiscais extemporâneos” e R$ 93.243 como “Juros, variações
monetárias e cambiais, líquidos”, respectivamente.
19
iv.
Usualmente a Companhia e suas subsidiárias adquirem ativos com pagamento
a prazo, não gerando impactos na demonstração dos fluxos de caixa, para o
exercício findo em 31 de dezembro de 2018 não houve impactos desta
natureza.
Apresentação de juros e dividendos
i.
A Companhia classifica os dividendos e juros sobre o capital próprio recebidos
como fluxo de caixa das atividades de investimento, com o objetivo de evitar
distorções nos seus fluxos de caixa operacionais em função do caixa
proveniente destas operações através do aumento dos dividendos recebidos
de empresas subsidiárias.
ii.
Os juros, recebidos ou pagos são classificados como fluxo de caixa nas
atividades de financiamento, pois considera que se referem aos custos de
obtenção de recursos financeiros.
20
Controladora Consolidado
31/12/2018 31/12/2017 31/12/2018 31/12/2017
Receitas
Vendas de produtos e serviços
líquidas de devoluções - - 13.817.583 9.696.735
Outras receitas (despesas)
operacionais, líquidas (17.728) 1.007.455 (53.202) (32.067)
Perda esperada em créditos de
liquidação duvidosa - - (14.917) (19.640)
(17.728) 1.007.455 13.749.464 9.645.028
Insumos adquiridos de
terceiros
Custos dos produtos vendidos e
serviços prestados - - (7.666.678) (3.869.562)
Materiais, energia, serviços de
terceiros e outros (77.126) (127.683) (613.213) (640.721)
(77.126) (127.683) (8.279.891) (4.510.283)
Valor adicionado bruto (94.854) 879.772 5.469.573 5.134.745
Retenções
Depreciação e amortização (5.980) (6.832) (569.711) (596.687)
(5.980) (6.832) (569.711) (596.687)
Valor adicionado líquido
produzido (100.834) 872.940 4.899.862 4.538.058
Valor adicionado recebido em
transferência Equivalência patrimonial em subsidiárias e associadas 2.103.917 1.109.844 41.291 12.930 Equivalência patrimonial em controladas em conjunto (109.900) (111.633) 946.282 985.090 Receitas financeiras 263.430 500.235 916.243 686.226 2.257.447 1.498.446 1.903.816 1.684.246
Valor adicionado total a
distribuir 2.156.613 2.371.386 6.803.678 6.222.304
Distribuição do valor
adicionado
Pessoal e encargos 43.646 59.365 519.858 450.276
Impostos, taxas e contribuições 20.314 302.272 3.101.175 2.650.065
Despesas financeiras e
aluguéis 440.332 694.425 1.278.894 1.611.433
Participação dos acionistas não
controladores - - 251.430 195.206
Dividendos propostos 392.426 692.387 519.297 692.387
Resultado com operação
continuada 1.259.895 622.937 1.133.024 622.937
2.156.613 2.371.386 6.803.678 6.222.304
As notas explicativas são parte integrante destas demonstrações financeiras.
21
1 Contexto operacional
A Cosan S.A. (“Cosan” ou “a Companhia”) é uma companhia de capital aberto com ações negociadas no Novo Mercado da B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão, ou “B3”, sob a sigla CSAN3, e tem sua sede na cidade de São Paulo, Brasil e é controlada pela Cosan Limited, que detém 60,25% do seu capital social.
Em 16 de outubro de 2017, a Shell Gas B.V., a Integral Investments B.V. e a Shell Brazil Holding B.V. (“Shell Brazil”) exerceram sua opção de venda das ações de emissão da Comgás contra Companhia, na qual a Shell Brazil transferiu seus 16,77% de participação no capital social da Comgás para a Cosan Limited e recebeu da Companhia 17.187.937 ações de emissão da Cosan (4,21% do capital social).
Em 19 de março de 2018, a subsidiária CLE celebrou um novo contrato com a Exxon Mobil que concede à Moove os direitos exclusivos de produção, importação, distribuição e comercialização de lubrificantes e outros produtos relacionados sob a marca Mobil até 30 de novembro de 2038, com vigência a partir de 1º de dezembro de 2018.
Em 24 de abril de 2018, a controlada em conjunto Raízen Combustíveis S.A. (“Raízen Combustíveis”) e sua subsidiária Raízen Argentina Holdings S.A.U. (“Raízen Argentina”) celebraram um contrato para a aquisição do negócio de downstream da Shell na Argentina, por meio da aquisição de 100% das ações de emissão da Shell Compañía Argentina de Petróleo S.A. e da Energina Compañía Argentina de Petróleo S.A. (“Shell Argentina”). A aquisição foi concluída em 01 de outubro de 2018.
Conforme comunicado ao mercado e divulgado nas informações contábeis intermediárias de 30 de setembro de 2018, não há decisão definitiva ou impacto relevante nos negócios da Companhia provenientes das Operações “Margem Controlada” e “Dubai”. Dessa forma, não há fatos que demonstrem que futuramente ocorrerão eventuais penalidades que possam gerar impacto relevante nas demonstrações financeiras da Raízen Combustíveis. Contudo, eventuais evoluções e à depender dos desfechos dos casos, é possível que, futuramente, as operações venham a gerar impacto nas demonstrações financeiras.
22
Em 21 de dezembro de 2018, foi celebrado contrato de investimentos entre a subsidiária Cosan Lubes Investments Limited (“Cosan Lubes”) e CVC Fund VII (“CVC”) no qual haverá aporte de R$562.000 por meio de emissão de novas ações ordinárias representativas de aproximadamente 30% do capital da Moove. Deste total, a Moove receberá R$ 434.000, além de um valor justo de aproximadamente R$ 128.000 até 2021, uma vez atendidas metas pactuadas no contrato, sem alteração de participação acionária. A transação estará sujeita às condições precedentes, incluindo aprovações regulatórias, reestruturação societária e concorrências aplicáveis.
2 Declaração de conformidade
Estas informações financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que compreendem a Lei das Sociedades por Ações, as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e os pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), assim como com as normas internacionais de contabilidade (IFRS) emitidas pelo International
Accounting Standards Board (IASB).
A apresentação das Demonstrações do Valor Adicionado (DVA), individual e consolidada, é requerida pela legislação societária brasileira e pelas práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis a companhias abertas CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. As IFRS não requerem a apresentação dessa demonstração. Como consequência, pelas IFRS, essa demonstração está apresentada como informação suplementar, sem prejuízo do conjunto das demonstrações financeiras.
As informações relevantes próprias das demonstrações financeiras, e somente elas, estão sendo evidenciadas e que correspondem às utilizadas pela administração na sua gestão.
Certos montantes dos saldos comparativos nas demonstrações dos fluxos de caixa e nas notas 4, 5, 5.10, 13, 14 e 15 foram reclassificados para melhorar o nível de detalhamento das divulgações nessas demonstrações financeiras consolidadas. Essas reclassificações tiveram impactos insignificantes nas demonstrações financeiras consolidadas da Companhia.
23
Estas demonstrações financeiras foram autorizadas para emissão pela Administração em 14 de fevereiro de 2019.
3 Políticas contábeis
As políticas contábeis são incluídas nas notas explicativas, exceto aquelas descritas abaixo:
3.1 Moeda funcional e de apresentação
As demonstrações financeiras individuais e consolidadas são apresentadas em reais, que é a moeda funcional da Companhia e suas subsidiárias e controladas em conjunto, localizadas no Brasil, uma vez que é a moeda do ambiente econômico primário no qual elas operam, geram e consomem dinheiro. As principais moedas funcionais das subsidiárias localizadas fora do Brasil são o dólar americano, euro ou a libra esterlina.
As transações em moeda estrangeira são convertidas para as respectivas moedas funcionais de cada subsidiária, utilizando as taxas de câmbio nas datas das transações. Ativos e passivos monetários denominados e apurados em moedas estrangeiras na data de apresentação são convertidos para a moeda funcional pela taxa de câmbio apurada na data de apresentação.
Os ativos e passivos decorrentes de operações no exterior, incluindo ágio e ajustes de valor justo resultantes da aquisição, são convertidos para reais utilizando-se as taxas de câmbio da data do balanço. As receitas e despesas das operações no exterior são convertidas para reais utilizando-se as taxas de câmbio nas datas das transações.
As diferenças de moeda estrangeira são reconhecidas e apresentadas em outros resultados abrangentes no patrimônio líquido. No entanto, se a operação no exterior for uma subsidiária não integral, então a proporção relevante da diferença de conversão é alocada para os interesses que não controlam. Quando uma operação no exterior é alienada de tal controle, perda ou influência significativa é perdida, o valor acumulado na reserva de conversão relacionada àquela operação no exterior é reclassificado para o resultado como
24 parte do ganho ou perda na alienação.
As demonstrações financeiras consolidadas de cada subsidiária incluída nestas demonstrações financeiras consolidadas e investimentos de capital próprio são preparadas com base nas respectivas moedas funcionais. Para as subsidiárias cuja moeda funcional é uma moeda diferente do Real, as contas de ativo e passivo são convertidas para a moeda de referência da Companhia utilizando-se as taxas de câmbio vigentes na data da demonstração da posição financeira e as rubricas de receita e despesa são convertidas utilizando a média mensal das taxas de câmbio e o patrimônio líquido foi convertido utilizando a taxa de câmbio histórica. Os ajustes de conversão resultantes são relatados em um componente separado do patrimônio líquido, como ajuste cumulativo de conversão.
As taxas de câmbio do Real (R$) para as moedas funcionais de suas subsidiárias em 31 de dezembro de 2018 e 2017 são:
Moeda 31/12/2018 31/12/2017
Dólar americano (USD) 3,8748 3,3080
Libra esterlina (GBP) 4,9617 4,4714
Euro (EUR) 4,4390 3,9693
3.2 Uso de julgamentos e estimativas
A preparação das demonstrações financeiras exige que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas.
Estimativas e premissas subjacentes são revisadas de maneira continua e reconhecidas de forma prospectiva, quando aplicável. As informações sobre julgamentos críticos, premissas e estimativas de incertezas na aplicação de políticas contábeis que tenham efeito mais significativo sobre os valores reconhecidos nas demonstrações financeiras estão incluídas nas seguintes notas explicativas:
i. Nota 5.8 – Valor justo de derivativos e outros instrumentos financeiros ii. Nota 9 - Investimento em controlada em conjunto
25 iii. Notas 10.1 e 10.2 - Imobilizado e intangível iv. Nota 11 – Compromissos
v. Nota 13 - Imposto de renda e contribuição social vi. Nota 14 - Provisões para processos judiciais vii. Nota 22 - Benefícios pós-emprego
viii. Nota 23 - Pagamentos baseados em ações
3.3 Mudanças nas políticas contábeis significativas
i) CPC 48 / IFRS 9 Instrumentos Financeiros
Adotado inicialmente a partir de 1º de janeiro de 2018, retrospectivamente, exceto conforme descrito abaixo:
A Companhia adotou a exceção de não reapresentar informações comparativas de exercícios anteriores em relação aos requisitos de classificação e mensuração (incluindo perdas por redução ao valor recuperável). As diferenças nos saldos de ativos e passivos financeiros decorrentes da adoção foram registradas em lucros acumulados e reservas em 1º de janeiro de 2018. Assim, as informações apresentadas para 2017 geralmente não refletem os requerimentos da nova regra, mas os requerimentos do CPC 38 / IAS 39;
Determinadas definições foram feitas com base nos fatos e circunstâncias existentes na data da aplicação inicial: i) determinação do modelo de negócios no qual um ativo financeiro é mantido; ii) a designação e revogação de designações anteriores de certos ativos e passivos financeiros como mensurados ao valor justo por meio do resultado; e
Todas as designações de relacionamento de hedge de acordo com o CPC 38 / IAS 39 existentes em 31 de dezembro de 2017 atendem aos critérios de hedge de acordo com o CPC 48 / IFRS 9 a partir de 1º de janeiro de 2018 e são, portanto, designadas como relações de hedge contínuas.
O impacto total sobre a Companhia e suas controladas em conjunto em 1º de janeiro de 2018 é o seguinte:
26 Ativos
Contas a receber de clientes (9.637)
Investimentos em controladas em conjunto (1.340) Imposto de renda e contribuição social diferidos 3.277 Patrimônio Líquido
Retenção de lucros 7.700
a) Classificação e mensuração
A Companhia inicialmente mensura um ativo financeiro ao seu valor justo acrescido, no caso de um ativo financeiro não mensurado a valor justo por meio do resultado, dos custos de transação, exceto aqueles mensurados ao custo amortizado mantidos dentro de um modelo de negócios com o objetivo de obter fluxos de caixa contratuais que atendam ao critério de somente principal e juros.
Os instrumentos financeiros de dívida são mensurados subsequentemente pelo valor justo através do resultado, custo amortizado ou valor justo por meio de outros resultados abrangentes.
A classificação é baseada em dois critérios: o modelo de negócios da empresa para gerenciar os ativos; e se os fluxos de caixa contratuais dos instrumentos representam apenas pagamentos de capital e juros sobre o valor principal em aberto.
A Companhia passou a reconhecer seus ativos financeiros ao custo amortizado para ativos financeiros que são mantidos dentro de um modelo de negócio com o objetivo de obter fluxos de caixa contratuais que atendam ao critério de “Principal e Juros”. Esta categoria inclui as contas a receber de clientes, caixa e equivalentes de caixa, recebíveis de partes relacionadas, outros ativos financeiros e dividendos e juros sobre capital próprio a receber. Nenhuma remensuração dos ativos financeiras foi realizada.
b) Impairment
Pela adoção foi alterada a contabilização para perdas por redução ao valor recuperável de ativos financeiros, substituindo a abordagem de perda incorrida
27
da norma anterior por uma abordagem de perda de crédito esperada para o futuro.
A Companhia reconhece uma provisão para perda esperada de crédito para suas contas a receber. A abordagem padrão simplificada é aplicada e as perdas de crédito esperadas para a vida inteira do ativo são calculadas. A Companhia estabeleceu uma matriz de provisionamento baseada na experiência histórica de perda de crédito de cada segmento de negócio, ajustada por fatores prospectivos específicos para os devedores e pelo ambiente econômico.
As controladas em conjunto Raízen Energia e Raízen Combustívies adotaram uma matriz de perda esperada considerando o agrupamento dos clientes com características de inadimplência similares, por canal de venda e rating interno. O impacto líquido inicial no resultado na adoção da norma foi uma perda de R$ 2.680 (R$ 1.340 na equivalência patrimonial da Cosan S.A.).
c) Hedge accounting
A Companhia aplicou as mudanças de contabilidade de hedge prospectivamente. Na data da aplicação inicial, todos os relacionamentos de
hedge existentes da Companhia eram elegíveis para serem tratados como
relacionamentos de hedge contínuos. Consistente com períodos anteriores, a Companhia continuou designando a mudança no valor justo de todo o contrato a termo nos relacionamentos de hedge de fluxo de caixa da Companhia e, como tal, a adoção dos requerimentos de contabilidade de hedge da nova norma não teve impacto significativo sobre a Companhia nas demonstrações financeiras consolidadas.
Anteriormente, todos os ganhos e perdas decorrentes dos relacionamentos de hedge de fluxo de caixa eram elegíveis para serem posteriormente reclassificados para o resultado. Após adoção da nova regra, de forma prospectiva, os ganhos e perdas do hedge de fluxo de caixa líquido passam a ser apresentado em “Outros resultados abrangentes” não sendo reclassificado para resultado.
28
ii) CPC 47 / IFRS 15 Receita de Contratos com Clientes
Foi adotado o método retrospectivo com efeito cumulativo de transição. Em resumo, foram efetuados os seguintes ajustes aos valores reconhecidos no balanço patrimonial na data da aplicação inicial:
CPC 30 /
IAS 18 Reclassificação
CPC 47 / IFRS 15 Outros ativos não
circulantes (Ativos de
contratos não circulantes) ‒ 8.346 8.346
Ativos intangíveis 8.346 (8.346) ‒
A subsidiária CLE paga uma comissão ao cliente para obter um novo contrato, que estão associados a um volume adquirido e são tratados como um custo de vendas. Em 31 de dezembro de 2018, os custos incrementais de obtenção de um contrato e os custos para cumprir um contrato eram de R$ 73.585.
Em 2017, tais comissões foram reconhecidas como despesas de vendas quando incorridas, no montante de R$ 82.941.
4 Informações por segmento
As informações por segmento a seguir são utilizadas pela alta administração da Cosan (o “Chief Operating Decision Maker”) para avaliar o desempenho dos segmentos operacionais e tomar decisões com relação à alocação de recursos, sendo o EBITDA (Lucro antes dos juros, depreciação e amortização) a medida utilizada no desempenho de seus segmentos operacionais.
Especificações por segmento:
i. Raízen Energia: produção e comercialização de uma variedade de produtos derivados da cana-de-açúcar, incluindo açúcar bruto (VHP), etanol anidro e hidratado, e
29
atividades relacionadas à cogeração de energia a partir do bagaço de cana-de-açúcar. Além disso, esse segmento detém participações em empresas envolvidas em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias;
ii. Raízen Combustíveis: distribuição e comercialização de combustíveis, principalmente através de uma rede franqueada de postos de serviços sob a marca Shell em todo o Brasil e no refino de petróleo, distribuição de combustíveis, operação de postos revendedores de combustíveis, fabricação e comercialização de lubrificantes automotivos e industriais, e fabricação e comercialização de gás liquefeito de petróleo em toda a Argentina.
iii. Comgás: distribuição de gás natural canalizado em parte do Estado de São Paulo para clientes dos setores industrial, residencial, comercial, automotivo, e cogeração; e
iv. Moove: produção e distribuição de lubrificantes licenciados sob a Marca Mobil no Brasil, Bolívia, Uruguai, Paraguai, Argentina e mercado europeu por meio das subsidiárias CLE, Stanbridge Group Limited (“Stanbridge”), TTA - SAS Techniques et Technologie Appliquées (“TTA”), LubrigrupoII, S.A. (“LubrigrupoII”), Cosan Lubrificantes S.R.L (“Cosan S.R.L”), e Moove Lubricants Limited (“Moove Lubricants”) - anteriormente denominada “Comma Oil Chemicals Limited”, sob a marca Comma para o mercado europeu e asiático e atividades corporativas.
Reconciliação:
i. Cosan Corporativo: plataforma de carteira digital, outros investimentos, além das atividades corporativas da Companhia. Inclui as subsidiárias responsáveis pela captação de recursos para a Companhia.
Embora a Raízen Energia e a Raízen Combustíveis sejam joint ventures registradas por equivalência patrimonial e não sejam mais consolidadas proporcionalmente, a administração continua a revisar as informações por segmento. A reconciliação desses segmentos é apresentada na coluna “Desconsolidação de controladas em conjunto”.
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31/12/2018
Segmentos reportados Reconciliação
Consolidado Raízen Energia Raízen Combustíveis Comgás Moove Cosan Corporativo Desconsolidação controladas em conjunto Eliminações entre segmentos Brasil Argentina Resultado do exercício:
Receita operacional bruta 21.296.564 85.793.511 4.497.337 8.695.208 4.381.188 9.273 (111.587.412) (25) 13.085.644 Mercado interno 16.271.074 83.350.683 4.497.337 8.695.208 4.242.819 995 (104.119.094) (25) 12.938.997 Mercado externo 5.025.490 2.442.828 - 138.369 8.278 (7.468.318) - 146.647 Receita operacional líquida 19.798.546 81.960.154 3.243.937 6.840.011 3.449.949 9.164 (105.002.637) (25) 10.299.099 Custo dos produtos vendidos e
dos serviços prestados (18.136.443) (78.223.747) (3.074.701) (4.901.715) (2.781.084) (11.612) 99.434.891 25 (7.694.386) Resultado bruto 1.662.103 3.736.407 169.236 1.938.297 668.865 (2.449) (5.567.746) - 2.604.713 Despesas de vendas (768.831) (1.378.292) (128.443) (613.046) (393.317) (4.251) 2.275.566 - (1.010.614) Despesas gerais e administrativas (664.690) (479.848) (46.400) (367.670) (132.336) (132.052) 1.190.938 - (632.058) Outras receitas (despesas)
operacionais, líquidas 570.343 455.250 11.566 763.609 2.391 37.453 (1.037.159) - 803.453 Equivalência patrimonial em associadas - (9.953) - - (349) 1.117.712 9.953 (1.076.072) 41.291 Equivalência patrimonial de controladas em conjunto 22.139 1 - - 946.282 (22.140) - 946.282 Resultado financeiro (318.335) (445.909) (7.692) 78.773 (27.279) (383.687) 771.936 - (332.193) Despesas financeiras (968.066) (460.734) (12.818) (504.071) (35.157) (586.385) 1.441.618 - (1.125.613) Receitas financeiras 583.546 206.718 5.686 581.181 9.928 306.767 (795.950) - 897.876 Variação cambial (90.780) (763.008) (560) (93.780) (26.875) (722.642) 854.348 - (843.297) Derivativos 156.965 571.115 - 95.443 24.825 618.573 (728.080) - 738.841 Imposto de renda e contribuição social 9.007 (443.136) (8.221) (540.995) (49.439) 73.311 442.350 - (517.123)
Resultado líquido do exercício 511.736 1.434.520 (9.954) 1.258.968 68.536 1.652.319 (1.936.302) (1.076.072) 1.903.751
Resultado atribuído aos:
Acionistas controladores 507.580 1.386.362 (9.953) 1.008.191 67.883 1.652.319 (1.883.989) (1.076.072) 1.652.321 Acionistas não controladores 4.156 48.158 - 250.777 653 - (52.314) - 251.430
511.736 1.434.520 (9.953) 1.258.968 68.536 1.652.319 (1.936.303) (1.076.072) 1.903.751
Outras informações selecionadas:
Depreciação e amortização 2.147.455 191.114 76.140 464.517 91.972 13.221 (2.414.709) - 569.711 EBITDA 2.968.519 2.514.679 82.099 2.185.707 237.226 1.975.916 (5.565.297) (1.076.072) 3.322.777 Adições ao imobilizado e intangível (caixa) 2.573.428 258.066 136.725 531.739 47.346 52.475 (2.968.219) - 631.560
Reconciliação EBITDA
Lucro líquido do exercício 511.736 1.434.520 (9.954) 1.258.968 68.536 1.652.319 (1.936.302) (1.076.072) 1.903.751 Imposto de renda e contribuição social (9.007) 443.136 8.221 540.995 49.439 (73.311) (442.350) - 517.123 Resultado financeiro líquido 318.335 445.909 7.692 (78.773) 27.279 383.687 (771.936) - 332.193 Depreciação e amortização 2.147.455 191.114 76.140 464.517 91.972 13.221 (2.414.709) - 569.710