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ALTERNATIVAS PARA TRATAMENTO DE DEJETOS SUÍNOS

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Academic year: 2021

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ALTERNATIVAS PARA TRATAMENTO DE DEJETOS SUÍNOS

Isaac Weber PITZ1, Jardel POSSAMAI2, Graciane Regina PEREIRA3

RESUMO

O presente trabalho teve como objetivo identificar um método prático, econômico e que não agrida o meio ambiente para fazer o tratamento dos dejetos suínos, buscando orientar os agricultores sobre esses métodos e onde os dejetos possam a ser reaproveitados.Para isto fez-se uma pesquisa sobre os métodos utilizados de tratamento dos dejetos suínos. Esta pesquisa foi feita em nossas casas, na escola e nas propriedades de suinocultores, através de pesquisas pela internet, livros e entrevistas. Com esta pesquisa foi possível entendermos os métodos mais comuns para o tratamento dos dejetos suínos, entre eles a criação de suínos sobre camas sobrepostas, o uso de esterqueiras e o tratamento feito em lagoas anaeróbicas de decantação. Foi também possível compreender que os produtores entrevistados não conhecem muito os métodos de tratamento de dejeto, os quais reclamam de ficarem sem orientação das empresas e dos órgãos competentes que deveriam auxiliá-los. Os produtores têm muita dificuldade em manejar e dar destino aos dejetos de sua propriedade. Este problema ocorre durante certos períodos do ano, quando não existe mercado consumidor para compra dos dejetos já tratados, que na maioria das vezes são usados na agricultura como adubo para lavouras e pastagens. Ao final deste trabalho, foi possível concluir que os sistemas de tratamento têm problemas em relação ao armazenamento e escoamento dos dejetos e que os produtores não estão recebendo informação técnica suficiente nem das empresas e nem dos órgãos de extensão para lidarem com esse problema.

PALAVRAS-CHAVE: suinocultura, dejetos suínos, tratamento de dejetos

1. INTRODUÇÃO

Os dejetos suínos são grandes poluidores do meio ambiente e podem causar grandes impactos ambientais se não forem tratados corretamente, alguns desses impactos são: elevada liberação de gás metano que contribui para o aquecimento global, além dos dejetos conterem matéria orgânica que podem contaminar o solo, os rios e os lençóis freáticos.

Os dejetos suínos, até a década de 70, não constituíam fator preocupante, pois a concentração de animais era pequena e o solo das propriedades tinha capacidade para absorvê-los ou eram utilizados como adubo orgânico. Porém o desenvolvimento da suinocultura trouxe a produção de grandes quantidades de dejetos, que pela falta de tratamento adequado, se transformou na maior fonte poluidora dos mananciais de água (ROCHA, 2006).

O Estado de Santa Catarina possui um rebanho efetivo de aproximadamente 4,5 milhões de suínos, que produzem anualmente, aproximadamente, 13 milhões de toneladas de dejetos líquidos. Cada tonelada apresenta em média 6,8kg de nutrientes NPK, totalizando no ano uma produção estadual de 88 mil toneladas de nutrientes, possíveis de serem utilizados na agricultura (SCHEIBE, 2008).

1 Aluno 2º série do Curso de Agropecuária do Instituto Federal Catarinense - Campus Rio do Sul e-mail: [email protected]

2 Aluno 2º série do Curso de Agropecuária do Instituto Federal Catarinense - Campus Rio do Sul. E-mail: [email protected]

3 Professora de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Instituto Federal Catarinense - Campus Rio do Sul. E-mail: [email protected]

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Conforme o autor acima, a Região Sul concentra 45,4% do rebanho brasileiro de suínos e Santa Catarina, isoladamente, é o principal Estado produtor, com 20,4% dos animais.

Assim como em outras atividades agrícolas, na produção intensiva de suínos, os riscos de enfermidades por agentes físicos, químicos e biológicos estão sempre presentes. O processo produtivo gera resíduos que podem trazer danos ao meio-ambiente, aos próprios animais e ao homem, como os dejetos, os quais possuem alta capacidade de poluição, seja na forma sólida, líquida ou gasosa, e contribuem para esta poluição outros constituintes que fazem parte do sistema produtivo. Na forma gasosa, prevalecem os gases, principalmente amônia e sulfeto de hidrogênio. Na forma sólida tem-se a poeira.

As perdas econômicas decorrentes das enfermidades não são desprezíveis e recaem primeiramente sobre os produtores devido aos gastos com medicamentos, redução no desenvolvimento e mortalidade dos animais e, mais adiante da cadeia produtiva, sobre a indústria, pela condenação de carcaças (OLIVEIRA, et al, 2002).

As principais atividades agrícolas responsáveis pela geração de gases estufa, em especial o metano são a pecuária, através da fermentação entérica, do manejo de resíduos animais e o cultivo de arroz. O gás metano é muito mais efetivo que o CO2 na

absorção da radiação solar na superfície da terra. A concentração global deste gás tem aumentado a uma taxa de 1% ao ano, sendo de origem biogênica 80% do CH4

produzido, isto é, em condições de anaerobiose. O CH4 é produzido por bactérias

metanogênicas, que podem ser fermentativas, redutoras ou acetogênicas (SIQUEIRA, et al., 1994).

O que nos motivou a realizar esta pesquisa foi a preocupação gerada a partir das informações colocadas acima, pois os dejetos suínos são um dos principais problemas ambientais do nosso estado, apesar de todos os esforços de pesquisa e políticas públicas desenvolvidas nos últimos anos.

Com isso é necessário estudar e demonstrar algumas formas de tratamento dos dejetos suínos que poluam menos o meio ambiente, que sejam de custo baixo em relação a materiais, mão-de-obra e equipamentos necessários para o manejo dos mesmos. Ou seja, como tratar os dejetos suínos corretamente sem poluir o meio ambiente e sem grandes custos para o suinocultor foi a nossa principal preocupação neste trabalho, já que os dejetos são responsáveis por grande parte da poluição do meio ambiente em geral, sendo mais grave nas áreas rurais, mas com conseqüências sentidas em toda a região onde a atividade existe.

O objetivo do trabalho foi estudar e identificar um método prático, econômico e que não agrida o meio ambiente para o tratamento do dejeto suíno. Uma proposta em que os suinocultores possam se basear para fazer um melhor tratamento dos dejetos, contribuindo com o meio ambiente, evitando assim a contaminação causada pelos dejetos produzidos em suas propriedades.

2. MATERIAL E MÉTODOS

A partir da metodologia que foi basicamente com pesquisas bibliográficas e entrevistas com suinocultores, foi possível construir uma visão geral das principais

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O trabalho foi desenvolvido nos município de Rio do Sul (no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense - Campus Rio do Sul) de Rio dos Cedros e Presidente Getúlio. As informações foram obtidas através de: a) pesquisas bibliográficas feitas em livros e na internet procurando identificar as melhores alternativas para tratamento de dejetos suínos e, b) entrevistas com produtores de ciclo completo e algumas pessoas que convivem com este problema.

Durante as entrevistas com os produtores, as seguintes questões foram abordadas:

1- Aonde você armazena os dejetos da sua propriedade?

2- Qual o destino que você dá a estes dejetos após os noventa dias que eles ficam na esterqueira?

3- Caso você não consiga descartar adequadamente estes dejetos qual o destino dado?

4- Quais os sistemas de tratamento de dejetos que você conhece? Você sabe como funcionam? Explique.

5- Você recebe orientação e incentivo do governo ou outras entidades para melhorar o tratamento dos dejetos suínos da sua propriedade?

6- Como você vê a atuação dos órgãos ambientais no estado com relação aos dejetos suínos?

Após a coleta dos dados, estes foram discutidos e organizados para atender o objetivo proposto.

3. RESULTADOS E DISCUSSÕES

Após a pesquisa bibliográfica e as entrevistas realizadas, chegou-se às principais vantagens e desvantagens com relação aos aspectos econômicos e ambientais, apontando para a melhor forma de tratamento para a região do Vale do Itajaí. A análise é apresentada abaixo.

3.1 Cama biológica

A cama biológica (de maravalha) funciona da seguinte maneira: o suíno defeca na cama e as partes líquidas e sólidas do dejeto infiltram na cama biológica, ocasionando uma fermentação deste dejeto sem causar poluição, podendo depois ser usado como adubo ou para fazer compostagem.

Vantagens:

 Não há grande mão de obra relacionada à limpeza da instalação;

 Evita o estresse entre os animais, pois eles se sentem como se estivessem no seu habitat natural;

 Menor custo de instalação;

 Melhor aproveitamento do composto gerado pelo sistema de criação como adubo orgânico, devido à concentração de nutrientes e redução da água contida nos dejetos;

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Desvantagens:

 Grande consumo de água no verão;

 Deve-se procurar material para cama, pois hoje já não se acha material abundante e barato porque vários produtores já optaram pela produção em camas sobrepostas.

3.2 Compostagem

A compostagem é um processo de fermentação e degradação de materiais através de bactérias que transformam os resíduos em material orgânico para posteriormente serem usados na adubação do solo.

Vantagens:

Segundo Nascimento, et al. (2005) podemos observar:

 Melhora da saúde do solo: A matéria orgânica composta se liga às partículas (areia, limo e argila), ajudando na retenção e drenagem do solo melhorando sua aeração.

 Aumenta a capacidade de infiltração de água, reduzindo a erosão;

 Dificulta ou impede a germinação de sementes de plantas invasoras;

 Aumenta o número de minhocas, insetos e microorganismos desejáveis, devido a presença de matéria orgânica, reduzindo a incidência de doenças de plantas; mantêm a temperatura e os níveis de acidez do solo;

 Possibilita a resolução do problema da deposição final de grande parte dos resíduos sólidos urbanos;

 Redução do lixo destinado ao aterro, com a conseqüente economia com os custos de aterro e aumento de sua vida útil;

 Aproveitamento agrícola da matéria orgânica; processo ambientalmente seguro;

Economia de tratamento de efluentes. Desvantagens:

 Se o composto estiver úmido pode dar origem a uma compactação e impedir a entrada do oxigênio, causando cheiros ruins;

 Se as pilhas de composto forem maiores, têm a tendência de aquecer rapidamente, enquanto que as pilhas menores não aquecem o suficiente, impedindo que o processo da compostagem ocorra de maneira correta devido não haver ambiente para o desenvolvimento dos microorganismo que atuam no processo;

 Também existe, o risco de atração de animais prejudiciais e de algum impacto visual negativo do recipiente.

3.3 Esterqueiras

As esterqueiras funcionam como um sistema de armazenamento dos dejetos, onde passam por um processo de fermentação biológica reduzindo os resíduos que causam a poluição do meio ambiente. Ainda, depois de passarem por esse processo de

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Vantagens

 Facilidade operacional e baixo custo para implantar e maior aproveitamento dos dejetos para o uso agrícola.

Desvantagens

 Aumento do custo de armazenagem, transporte e distribuição. Devem funcionar em função do aproveitamento dos dejetos.

3.4 Lagoas de decantação

Nessas lagoas os dejetos passam por fases de decantação, a cada lagoa os resíduos dos dejetos vão sendo acumulados no fundo da lagoa, retirando assim as impurezas.

Vantagens

 Boa remoção de DBO;

 Ótima na remoção dos patógenos;

 Construção, manutenção e operação de custo baixo. Desvantagens

 Pode ocorrer o surgimento de cheiros ruins na lagoa anaeróbica, por causa do mau cheiro as lagoas devem ficar afastadas de residências;

 A falta de manutenção pode causar o crescimento de vegetação.

3.5 Entrevistas com suinocultores

As entrevistas foram realizadas nas cidades de Rio dos Cedros com os suinocultores Nilo Corrente Junior e Jonas Ricardo Roepcke. Abordou-se a respeito do manejo dos dejetos suínos na propriedade, as quais possuem ciclo completo. No município de Presidente Getulio, foi entrevistado o produtor Severino Effting, que também trabalha com ciclo completo.

Entrevista realizada com o produtor Nilo Corrente Junior

Na propriedade do produtor rural Nilo Corrente Junior os dejetos dos suinos são armazenados em esterqueiras de lona e concreto. Estas localiza-se ao lado da granja, longe de córregos, rios e nascentes. Após os noventa dias de fermentação os dejetos são oferecidos para produtores de milho, os quais o usam como fertilizante em suas lavoras. Uma parte da quantidade de dejeto produzida fica para o consumo interno da propriedade, sendo este utilizado como fertilizante nas pastagens.

O produtor conhece duas alternativas para o tratamento de dejetos: a lagoa de decantação que funciona com três fases de lagoas, onde cada fase possui função específica até a água estar quase limpa sem a grande presença de matéria orgânica. Além disso, o mesmo conhece também o tratamento com cama sobreposta, que funciona com maravalha ou também com outros materiais como casca de arroz e cepilho, sendo esta trocada a cada 5 lotes. Esta cama pode ser usada como adubo ou também pode se fazer compostagem com ela.

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O produtor disse que não recebia orientação para melhorar o tratamento de dejetos da sua propriedade, apenas dizem a ele que tem que melhorar, mas não falam de que jeito ele deve fazer isso.

O produtor vê a atuação dos órgãos públicos de forma ruim, uma vez que estes, só vêm para cobrar e não para ensinar novos métodos de tratamento.

Entrevista realizada com o produtor Severino Effting

Na propriedade do produtor rural Severino Effting os dejetos da sua propriedade são armazenados em valas revestidas com pedra lousa e lonas plásticas. Após os noventa dias de fermentação, os dejetos são espalhados na roça do irmão dele, ou vendido para outros produtores. Caso o produtor não consiga vender, parte dos dejetos é doada para os produtores rurais da redondeza.

Perguntamos ao produtor se ele conhecia alguma outra forma de tratamento dos dejetos, no entanto, o mesmo não conhecia e nem sabia explicar.

Em relação ao incentivo ou ajuda do governo o produtor disse de forma bem sincera que não recebia incentivo do governo, e nem orientação.

O produtor vê a atuação dos órgãos públicos de forma boa e diz que é bom para não poluírem, mas ele se pergunta se não recebem orientação, aonde colocar os dejetos. Entrevista realizada com o produtor Jonas Ricardo Roepcke

Na propriedade do produtor Jonas Ricardo Roepcke os dejetos são armazenados em uma esterqueira de pedra lousa. Os dejetos são usados para adubação na pastagem do gado leiteiro e também para o milho, com o qual é feita a silagem na propriedade.

Caso os dejetos não sejam utilizados, eles são doados para outros produtores rurais que necessitarem usá-lo em sua propriedade.

O produtor disse que conhece uma alternativa para o tratamento dos dejetos, sendo esta a lagoa de decantação. O processo funciona com várias lagoas, onde cada uma limpa a água de uma maneira até ela estar quase limpa.

O produtor falou também que não recebe ajuda ou orientação das entidades governamentais e que estas vão para a sua propriedade apenas para cobrá-lo.

O produtor vê a atuação das entidades governamentais de forma péssima, uma vez, segundo ele, os fiscais destas entidades só aplicam multas, mas não explicam o que fazer para melhorar e corrigir os erros.

Considerações a respeito das entrevistas realizadas

A partir das entrevistas realizadas entendemos que os produtores da nossa região têm grande dificuldade em relação ao tratamento de dejetos, por não saberem os métodos e também não receberem orientações adequadas para realizar o tratamento dos dejetos. E o principal método usado é o sistema de esterqueiras.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Desde o começo do trabalho, nos indagamos como achar uma forma eficaz, simples e de custo baixo para fazer o tratamento dos dejetos suínos sem causar danos ao meio ambiente e ainda fazer um reaproveitamento ou devolvê-los a natureza sem

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A partir da idéia descrita acima, nós encontramos vários métodos que nos fizeram entender um pouco mais sobre o tratamento de dejetos suínos. Os principais métodos foram: lagoas de decantação que funcionam com várias etapas de lagoas que tratam os dejetos suínos tirando suas impurezas; uso de esterqueiras que funciona com o armazenamento de dejetos em um tanque fazendo a fermentação desses dejetos através de bactérias que tiram as impurezas podendo devolvê-lo para o meio ambiente, com uma contaminação diminuída; criação de suínos sobre camas biológicas onde o suíno defeca na cama e as partes líquidas e sólidas do dejeto vão para a cama biológica infiltrando-se na mesma ocasionando uma fermentação deste dejeto sem causar poluição e depois podendo ser usado como adubo ou para fazer compostagem; e a própria compostagem que transforma os dejetos em produto para adubação.

Foi observado que a maioria dos produtores tem as mesmas dificuldades em relação ao tratamento dos dejetos suínos e também que estes utilizam o método de tratamento em esterqueiras. Constatamos que os produtores de suínos reclamam da falta de orientação dos órgãos de apoio à agropecuária, o que é preocupante, face ao aumento da criação dos suínos e consequentemente dos impactos ambientais.

Ao longo do trabalho nós entendemos que a melhor forma para o tratamento dos dejetos é o uso de esterqueiras o qual proporciona o tratamento dos dejetos e seu reaproveitamento através da adubação ou até mesmo a venda deste produto para outros produtores, ou seja, o produtor ajuda o meio ambiente e ainda pode reutilizar o dejeto como adubo orgânico, economizando dinheiro com a compra de adubos químicos, ou ainda, vendendo este esterco para outros produtores gerando lucros extras para sua propriedade. Esse sistema como todos os demais apresentam algumas desvantagens como por exemplo, o risco de a esterqueira romper, transbordar e produzir cheiros que pode atrair moscas, que propagam doenças. No entanto, mesmo com essas desvantagens, este foi o sistema de tratamento considerado mais prático e econômico para um produtor que necessita fazer o tratamento dos dejetos na sua propriedade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BEZERRA, M.C. L; BURSZTYN, M. (Orgs.) Brasil: Ciência e tecnologia para o desenvolvimento sustentável. Brasília: Ministério do Meio Ambiente; Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, 2000.

NASCIMENTO, A.M. do. (et. Al). Química e Meio Ambiente: Reciclagem de lixo e

químicaverde: (2005) Disponível em http://www.ccmn.ufrj.br/curso/

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ROCHA, Delcio. Tratamento dos Dejetos da Suinocultura. Disponível na Internet via www.ambienteemfoco.com.br/?p=180/DelcioRocha . Acesso 15 de Dez. 2008

SCHEIBE, Boletim de Pesquisa NELIC, ISSN 1518-7284, Florianópolis, Brasil boletim de Pesquisa - NELIC V. 8, 2008.

SIQUEIRA J.O., MOREIRA F.M.S, GRISI B.M., HUNGRIA M., ARAUJO R.S.. Microorganismos e Processos biológicos no solo: Perspectiva Ambiental. EMBRAPA CNPSo. Brasília, 1994.

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