2
Fontes de erros
Fontes de erros
• Amostragem
• Preparo de amostras
• Preparo de reagentes
• Material de referência certificado diferente das
amostras reais
• Calibração do instrumento
• Medidas
• Processamento dos dados
• Apresentação dos resultados
• Interpretação dos resultados
4
Erros sistem
Erros sistem
á
á
ticos e incertezas
ticos e incertezas
• Erros determinados
(sistemáticos)
• Erros indeterminados
(incertezas)
São conhecidos ou
identificados Origens não definidas
Podem ser corrigidos Tratados estatisticamente Afetam a exatidão Afetam a precisão
Exatidão das medidas
Exatidão das medidas
Concordância entre a medida
realizada e o valor verdadeiro
6
m
exp– m
verd< k (
σ
exp2+
σ
verd2
)
1/2K = 2
95%
Precisão das medidas
Precisão das medidas
A incerteza devida ao acaso no valor de uma
medida x, ou a correspondente incerteza na
estimativa de um resultado analítico, é
representada pela precisão das medidas:
s =
1
n-1
Σ
j=1 n( x
j– x )
1/28
A seq
A seq
ü
ü
ência anal
ência anal
í
í
tica
tica
•
•
Defini
Defini
ç
ç
ão do problema
ão do problema
•
•
Escolha do m
Escolha do m
é
é
todo
todo
•
•
Amostragem
Amostragem
•
•
Pr
Pr
é
é
-
-
tratamento da amostra
tratamento da amostra
•
•
Medida
Medida
•
•
Calibra
Calibra
ç
ç
ão
ão
•
•
Avalia
Avalia
ç
ç
ão
ão
•
•
A
A
ç
ç
ão
ão
Qualidade em an
Qualidade em an
á
á
lises qu
lises qu
í
í
micas
micas
-
-
I
I
(
(KatemanKateman & & PijpersPijpers, 1981), 1981)
• Qualidade da amostra
– Homogeneidade
– Elemento
– Massa
– Método de amostragem
• Qualidade do método de amostragem
fjkr
10
Exemplo: Homogeneiza
Exemplo: Homogeneiza
ç
ç
ão de amostras
ão de amostras
biol
biol
ógicas
ó
gicas
• Proporciona diminuição de diversidade
química/biológica
• Moagem pode proporcionar contaminações
ou perdas de analitos
• Procedimentos dependem da
quantidade/tamanho da amostra, parâmetros
físico-químicos, dureza, umidade, etc
• Não existem procedimentos-padrão
Ph. Quevauviller, Sci. Total Env., v. 176, p.141, 1995 [email protected]
Composi
Composi
ç
ç
ão aproximada de materiais usados em
ão aproximada de materiais usados em
equipamentos de moagem
equipamentos de moagem
1,5 MgO 0,01 MgO 1,5 CaO 0,01 CaO MnO 0,01 MnO 0,03 Fe2O3 0,01 Fe2O3 K2O 3,0 0,01 K2O Na2O 0,02 Na2O Al2O3 83,0 34,0 0,02 Al2O3 0,1 SiO2 16,5 61,0 99,91 SiO2 % óxido de zircônio alumina % porcelana % ágata %12
Composi
Composi
ç
ç
ão aproximada de materiais usados em
ão aproximada de materiais usados em
equipamentos de moagem
equipamentos de moagem
0,5 94,0 W 0,3 V 0,3 Mo 6,0 Co 0,40 0,3 Mn 0,25 0,3 0,1 Si 0,15 1,65 0,08 21-23 C 12,0 Cr 99,11 84.0 0,1 0,1 Fe Aço carbono % Aço cromo % Titânio % Carbeto de tungstênio % Carbeto de boro %B. Market, Sci.Total Env., 176(1995)45 fjkr
Pro
f. J
oa
qu
im
de
Ar
aú
jo
Nó
bre
ga
. T
écn
ica
s d
e
mo
ag
em
: a
spe
cto
s g
era
is e
prá
tic
os
Dia
20
/10
Qualidade em an
Qualidade em an
á
á
lises qu
lises qu
í
í
micas
micas
-
-
I
I
(
(
Kateman
Kateman
&
&
Pijpers
Pijpers
, 1981)
, 1981)
• Qualidade da amostra
– Homogeneidade
– Elemento
–Massa
– Método de amostragem
• Qualidade do método de
amostragem
fjkr [email protected]14
Coeficientes
Coeficientes
de
de
varia
varia
ç
ç
ão
ão
propostos
propostos
para
para
Cd
Cd
no material
no material
IAEA
IAEA
-
-
393 (
393 (
algas
algas
)
)
em
em
fun
fun
ç
ç
ão
ão
da
da
massa
massa
da
da
amostra
amostra
coeficiente de variação
massa
0,01 mg
0,1 mg
1 mg
10 mg
100 mg
50 %
15,8 %
5 %
1,58 %
0,5 %
M.Rossbach, P. Ostapczuk, H. Emons. Microhomogeneity of candidate reference materials: comparizon of solid sampling Zeeman -AAS with NAA. Frezenius J. Anal. Chem. 260(1998) 380-383.
A seq
A seq
ü
ü
ência anal
ência anal
í
í
tica
tica
•
•
Defini
Defini
ç
ç
ão do problema
ão do problema
•
•
Escolha do m
Escolha do m
é
é
todo
todo
•
•
Amostragem
Amostragem
•
•
Pr
Pr
é
é
-
-
tratamento da amostra
tratamento da amostra
•
•
Medida
Medida
•
•
Calibra
Calibra
ç
ç
ão
ão
•
•
Avalia
Avalia
ç
ç
ão
ão
•
16
Pr
Pr
é
é
-
-
tratamento da amostra
tratamento da amostra
É
É
oportuno observar que, entre todas as opera
oportuno observar que, entre todas as opera
ç
ç
ões
ões
anal
anal
í
í
ticas, a etapa de pr
ticas, a etapa de pr
é
é
-
-
tratamento das amostras
tratamento das amostras
é
é
a mais cr
a mais cr
í
í
tica. Em geral,
tica. Em geral,
é
é
nesta etapa que se
nesta etapa que se
cometem mais erros e que se gasta mais tempo.
cometem mais erros e que se gasta mais tempo.
É
É
tamb
tamb
é
é
m a etapa de maior custo.
m a etapa de maior custo.
A seq
A seq
ü
ü
ência anal
ência anal
í
í
tica
tica
Preparo de amostras e qualidade:
Preparo de amostras e qualidade:
• Os erros totais de uma análise química são devidos, em muitos casos, às tarefas realizadas na etapa de pré-tratamento.
• O pré-tratamento das amostras pode representar até 99% do tempo total de uma análise (60% em média).
• A etapa de preparação pode representar mais de 90% dos custos analíticos.
• O tempo necessário para se concluir uma análise devido ao pré-tratamento pode variar de 2 minutos a dezenas de horas.
18
Pré-tratamento de amostras
• a etapa de pré-tratamento das amostras inclui todo o procedimento de preparo no laboratório
• o tipo de pré-tratamento depende do estado da amostra que entra no laboratório
• a maioria das técnicas requer decomposição prévia da amostra • principais razões para o pré-tratamento:
• homogeneização
• dissolução de amostras sólidas
• separação de substâncias interferentes • pré-concentração dos analitos
Ph. Quevauviller, Sci.Total Env., 176 (1995)141
fjkr
Erros no preparo de amostras
Erros no preparo de amostras
dentro do laborat
20
Influência
Influência
de
de
“
“
brancos
brancos
anal
anal
í
í
ticos
ticos
”
”
na
na
determina
determina
ç
ç
ão
ão
de
de
baixas
baixas
concentra
concentra
ç
ç
ões
ões
de
de
chumbo
chumbo
Primeira análise de vidro NIST 330 ± 250
Análise com ácidos selecionados 260 ± 200
Análise em capela de fluxo laminar Classe 100 20 ± 8 Pb ( µg )
Análise com ácidos de alta pureza em sala branca 2 ± 1
Adaptado de Skip Kingston, 1996. “The Role of Analytical Blank in Accurate Trace Analysis”. Thomas Murphy, NBS Special Publication 4222, Accuracy in Trace Analysis: Sampling, Sample Handling and Analysis. Proc. 7th IMR Symposium, 1974, Gaithersburg-MD.
fjkr
O branco anal
O branco anal
í
í
tico
tico
( tamb
( tambéém conhecido como o m conhecido como o
“
“
calcanhar de Aquiles
calcanhar de Aquiles
”
”
da da ququíímica analmica analíítica de tratica de traçços)os)
amostra
m
am± s
am 55,5 ± 0,3branco
m
br± s
br 11,0 ± 5,0amostra - branco mam- mbr ± (sam2+s
22
Como controlar o branco anal
Como controlar o branco anal
í
í
tico?
tico?
Evitar contaminação de 3 fontes primárias:
• Laboratório
• Reagentes
• Aparelhos
Principais erros no preparo de amostras
Principais erros no preparo de amostras
• Contaminação
– Pelo ar
– Impurezas em reagentes
– Materiais
• Perda de elementos
– Por volatilização
– Por adsorção
24
Teores de alguns elementos no ambiente de trabalho
Teores de alguns elementos no ambiente de trabalho
450 3-70 900 5-70 3200 4-30 Cabelo (µg g-1) 6-20 3000 10 250 1-2 Pele (µg g-1) 1 0,1-3 350 1 4-10 suor (µg ml-1) 35000 250 1100 60000 Cosméticos (µg g-1) 10 7 Fumaça de cigarro (µg g-1) <0,02 <0,04 <0,004 <0,006 <0,004 Ar filtrado (µg m-3) 1600 2150 8000 3200 2700 3000 Ar não filtrado (µg g-1 pó) Zn Pb K Fe Ca Al [email protected]
Contaminantes mais comuns no ar
Adaptado de Skip
26
Classes de limpeza
Classes de limpeza
partículas / m3
USFS 209E ISO 14 644
≤ 0,5 µm
≤ 5 µm
ISO Classe 1 -
-ISO Classe 2 4
-Classe 1 ISO Classe 3 35
-Classe 10 ISO Classe 4 352
-Classe 100 ISO Classe 5 3520 29
Classe 1000 ISO Classe 6 35200 293
Classe 10000 ISO Classe 7 352000 2930
Classe 100000 ISO Classe 8 3520000 29300
ISO Classe 9 35200000 293000
E.S.F. Benett. E o impacto de uma norma ISO na classificação de salas limpas Revista da Sociedade Brasileira de Controle de Contaminação, 6(1998)20-23.
fjkr
Esquema de uma sala limpa
28
Fei Peng, Guangbei Tu. Estudo de salas limpas em fluxo
unidirecional local. Revista da Sociedade Brasileira de Controle de Contaminação, v.3, n.10, 29-32, 1999.
Fei Peng, Guangbei Tu. Estudo de salas limpas em fluxo
unidirecional local. Revista da Sociedade Brasileira de Controle de Contaminação, v.3, n.10, 29-32, 1999.
30
Concentra
Concentraçção de alguns elementos no ar de laboratão de alguns elementos no ar de laboratóórios rios ( ( µµg/mg/m3 3 ))
Fe
Cu
Pb
Cd
Laboratório comum 0,2 0,02 0,4 0,002 Sala branca 0,001 0,002 0,0002 n.d. Capela de fluxo laminar 0,0009 0,007 0,0003 0,0002Maienthal, E.J., In J.K. Taylor ed. National Bureau of Standards. Technical Note 545, p.53-54, 1970
Principais erros sistem
Principais erros sistem
á
á
ticos no preparo
ticos no preparo
de amostras
de amostras
• Contaminação
– Pelo ar
– Impurezas em reagentes
– Materiais
• Perda de elementos
– Por volatilização
– Por adsorção
32
Purifica
Purifica
ç
ç
ão de
ão de
á
á
gua ou
gua ou
á
á
cidos por destila
cidos por destila
ç
ç
ão
ão
abaixo do ponto de ebuli
abaixo do ponto de ebuli
ç
ç
ão
ão
Cortesia Hans Kürner
Destilador
34
Impurezas residuais em diferentes
Impurezas residuais em diferentes áácidos. Dados em cidos. Dados em ngng//ml ml (
(TschTschööpelpel et al, Fresenius Z. Anal. Chem. 302, 1-14, 1980et al, ))
Cd Cu Fe Al Pb Mg Zn H2O 0,01 0,04 0,32 <0,05 0,02 <0,02 <0,04 HCl 10 M “subboiling” HCl 10 M Suprapur HCl 12 M p.a. 0,01 0,03 0,1 0,07 0,2 1,0 0,6 11 100 0,07 0,8 10 0,05 0,13 0,5 0,20 0,5 14 0,2 0,3 8,0 HNO3 15 M “subboiling” HNO3 15 M Suprapur HNO3 15 M p.a. 0,001 0,06 0,1 0,25 3,0 2,0 0,2 14 25 <0,005 18 10 <0,002 0,7 0,5 0,15 1,5 22 0,04 5,0 3,0 HF 54% “subboiling” HF 40% Suprapur HF 54% p.a. 0,01 0,01 0,06 0,5 0,1 2,0 1,2 3,0 100 2,0 1,0 5,0 0,5 3,0 4,0 1,5 2,0 3,0 1,0 1,3 5,0 fjkr [email protected]
DuoPUR
DuoPUR
Acid
Acid
Purification
Purification
System
System
Cortesia
Cortesia
Milestone
Milestone
150 ml HNO3 h-1 a 300 W
36
DuoPUR
DuoPUR
Acid
Acid
Purification
Purification
System
System
Comparison of trace metal contamination in select high-purity nitric acids. Concentration in pg/g.
<100 < 2 12 ± 3.2 Zn < 50 < 2 10 ± 2.5 Cu <100 <10 8.1 ± 3.0 Ni < 20 < 1 0.5 ± 0.3 Co < 20 < 1 1.4 ± 0.4 Mn < 50 <10 3.1 ± 0.7 Cr < 20 < 1 0.8 ± 0.4 V <100 <20 5.5 ± 1.1 Ti Baker Ultrex Fisher OptimaTM DuoPUR Double distilled
Principais erros sistem
Principais erros sistem
á
á
ticos no preparo
ticos no preparo
de amostras
de amostras
• Contaminação
– Pelo ar
– Impurezas em reagentes
– Materiais
• Perda de elementos
– Por volatilização
– Por adsorção
38
Impurezas em diferentes materiais (
Impurezas em diferentes materiais (ngng/g). /g). Adaptado de
Adaptado de TolgTolg e e TschTschööpelpel, Anal. , Anal. SciSci. 3(1987) 199. 3(1987) 199--208.208. Elemento Carbono Vítreo PTFE Teflon Quartzo Heralux Quartzo Suprasil Vidro Borossilicato B 100 - 100 10 principal Na 350 25000 1000 10 principal Mg 100 - 100 100 6x105 Al 6000 - 30000 100 principal
Si 85000 - principal principal principal
K 80000 - 800-3000 100 106
Ti 12000 - 800 100 3000
Cr 80 30 5 3 3000
Mn 100 - 10 10 6000
Impurezas em diferentes materiais (
Impurezas em diferentes materiais (ngng/g). /g). Adaptado de
Adaptado de TolgTolg e e TschTschööpelpel, Anal. , Anal. SciSci. 3(1987) 199. 3(1987) 199--208208
Elemento Carbono
Vítreo TeflonPTFE Quartzo Heralux SuprasilQuartzo BorossilicatoVidro
Co 2 2 1 1 100 Ni 500 - - - 2000 Cu 200 20 70 10 1000 Zn 300 10 50 100 3000 As 50 - 80 0,1 500-22000 Cd 10 - 10 - 1000 Sb 10 0,4 2 1 8000
40
Sistema para limpeza de materiais de quartzo
Sistema para limpeza de materiais de quartzo
com vapor de
com vapor de
á
á
cido n
cido n
í
í
trico
trico
Tubo de ensaio
Tschöpel et al, Fresenius Z. Anal. Chem. 302, 1-14, 1980.
1.Lavagem com vapor de HNO3 durante a noite.
2. Enxaguar com água
3. Secar em ambiente classe 100
fjkr
2h com vapor de HNO3 + 2h com vapor de H2O Diferentes procedimentos de limpeza de frascos de quartzo 10 mg l-1 Mg 2mg l-1 Mg 0,1 mg l-1 Mg Contaminação
42
Descontaminação de Mg e Zn em frascos de quartzo com sistema de limpeza com vapor (Tschopel et al,1980) Mg Zn 0,04 µg l-1 1 2 µg l -1 Tempo de limpeza / h 2 4 6 8 [email protected]
TraceCLEAN
TraceCLEAN
Acid
Acid
Reflux
Reflux
Cleaning
Cleaning
System
System
Cortesia
Cortesia
Milestone
Milestone
Tempo de limpeza: 60 min
44
TraceCLEAN
TraceCLEAN
Acid
Acid
Reflux
Reflux
Cleaning
Cleaning
System
System
Cortesia
Ramon M. Barnes, Sueli P. Quinaia, Joaquim A. Nóbrega, Thelma Blanco. A fast microwave-assisted, acid-vapor, steam cleaning
procedure for autosampler cups.
Spectrochim. Acta part B, v.53, p.769-771, 1998
46
An
An
á
á
lise de
lise de
“
“
brancos
brancos
”
”
por
por
ICP
ICP
-
-
MS
MS
usando
usando
frascos de TFM
frascos de TFM
Cortesia Milestone [email protected]
Elemento
As
B
Ba
Be
Cd
Ce
Co
Cu
Ga
ng/l
240
400
40
30
0,8
190
20
30
20
Elemento
Li
Mo
Pb
Sb
Sc
Se
Sr
Ta
Zn
ng/l
90
260
150
10
40
10
50
10
310
Contamina
Contamina
ç
ç
ão causada por elementos (ng/ml)
ão causada por elementos (ng/ml)
em brancos de solu
em brancos de solu
ç
ç
ões
ões
á
á
cidas preparados a partir de
cidas preparados a partir de
reagentes idênticos ap
reagentes idênticos ap
ó
ó
s uso em frascos de PFA e TFM
s uso em frascos de PFA e TFM
Elemento Al B Ba Bi Cd Co Cr Hf La PFA 2.7 7.5 0.9 0.5 4.7 0.8 0.4 1.4 0.2 TFM ND 1.8 <DL <DL 0.1 <DL 0.1 <DL <DL Elemento Mo Pb Sb Sr Th U W Zn Zr PFA 0.6 67 0.6 0.2 0.5 0.3 5.4 0.6 1 TFM <DL 0.03 <DL 0.1 <DL <DL <DL 0.2 <DL
48
Principais erros sistem
Principais erros sistem
á
á
ticos no preparo
ticos no preparo
de amostras
de amostras
• Contaminação
– Pelo ar
– Impurezas em reagentes
– Materiais
• Perda de elementos
– por volatilização
– por adsorção
• Decomposição incompleta das amostras
Perdas por volatilização
(Bock,1979) Elemento 400 oC 450 oC 500 oC 550 oC 600 oC 700 oC Al 0 0; + As +++ +++ 0; +++ +++ +++ B +++ Ca ++ 0 0 0 0 0 Cd 0 0 ++ Co +; +++ 0; +++ 0; +++ 0 0; +++ 0; +++ Cr 0 0 0 0 +++ ++ Cu 0 0; +++ 0; ++ 0; +++ 0; + 0; ++ Fe ++; +++ 0; + 0; +++ 0; +++ 0; +++ Hg +++ +++ +++ +++ K +++ +; +++ 0; + + ++; +++ Mg 0 0 0; + Mn 0 0 0; + 0 0 0; ++ Mo 0 0; +++ 0; +++ 0 ++ Na ++ 0; ++ 0 ++ ++ Ni 0 0; + 0 0 Pb 0 0; + 0; +++ 0; + 0; + 0; +++ Sb +++ ++ + +++ Zn 0 0; ++ 0; +++ 0; +++ 0; + 0; +++50 Volatilização de mercúrio de soluções aquosas
(Tschopel et al. Talanta, 22, 889-899, 1975)
Fundentes mais comuns utilizados em decomposições por fusão
Fundente Ponto de fusão (ºC)
Hidróxido de sódio NaOH 318
Hidróxido de potássio KOH 360
Pirossulfato de sódio Na2S2O7 403 Pirossulfato de potássio K2S2O7 419
Peróxido de sódio Na2O2 480 (decompõe-se)
Metaborato de lítio LiBO2 845
Carbonato de sódio Na2CO3 851
Carbonato de potássio K2CO3 891
52
Decomposição por Fusão: algumas aplicações (II)
Fundente Temp.
(ºC) Material do cadinho
Substâncias
tratadas Elementos voláteis
LiBO2 ou Li2B4O7 Pt Pt-Au Grafite
Ag, As, Bi, Br, Cd, Cl, F, Ga, Hg, In, I, Os, Pb, Re, Ru, S, Sb, Se, Te, Tl, Zn KHSO4 ou K2S2O7 Pt Bi, Cd, Hg, Pb, S, Se, Tl, Zn Na2O2 900-950 420-700 450-1000
Ni, Fe, Ag, Zr, carbono
vítreo, Pt (max.450ºC)
silicatos, solos, óxidos de Al, Cr, Mg, Ca, Fe, materiais refratários
sulfetos, óxidos de Be, Cr, Fe, Nb, Ta, Ti, Zr, de lantanídeos
concentrados de metais preciosos, refratários, solos, silicatos, óxidos de Al, Ti, Fe, Mn, Cr, Sn, Zn, Nb, Ta, ligas metálicas, materiais a base de zinco, minérios
Principais erros sistem
Principais erros sistem
á
á
ticos no preparo
ticos no preparo
de amostras
de amostras
• Contaminação
– Pelo ar
– Impurezas em reagentes
– Materiais
• Perda de elementos
– por volatilização
– por adsorção
54 Adsorção de mercúrio (II) em diferentes materiais
(Tschopel et al. Talanta, 22, 889-899, 1975)
Principais erros sistem
Principais erros sistem
á
á
ticos no preparo
ticos no preparo
de amostras
de amostras
• Contaminação
– Pelo ar
– Impurezas em reagentes
– Materiais
• Perda de elementos
– por volatilização
– por adsorção
56
Digestão de materiais biol
Digestão de materiais biolóógicos com HNOgicos com HNO3 3
a diferentes temperaturas e teor de carbono residual
a diferentes temperaturas e teor de carbono residual
alga
alga fígado
fígado
HPA: Sistema de decomposi
HPA: Sistema de decomposi
ç
ç
ão
ão
sob alta pressão
58
HPA
HPA
-
-
S
S
High
High
Pressure
Pressure
Asher
Asher
Principais erros sistem
Principais erros sistem
á
á
ticos no preparo
ticos no preparo
de amostras
de amostras
• Contaminação
– Pelo ar – Impurezas em reagentes – Materiais• Perda de elementos
– por volatilização – por adsorção• Decomposição completa das
60
HNO3 - 180oC
HNO3 - 300oC
Voltamogramas de Cd, Cu, Zn e Pb em digeridos de vegetais. M. Würfels et al, Frezenius Z. Anal. Chem, v.330 (1988) 159.
62