Departamento de Engenharia Quími a
Porto, Setembro de 1998
Estedo umento ontemosproblemassele ionadosparaasaulaspráti asetrabalhode
asadadis iplinadeAnáliseMatemáti aIII,noprimeirosemestredoanole tivo1998/99.
A maior parte dos problemas foram propostos pelo Prof. Mário Rui Costa e usados
em anos anteriores; algumas modi ações tiveram queser introduzidas devido à adopção
dum novo texto guia: An Introdu tion to Dierential Equations and Their Appli ations,
S.J. Farlow, M Graw-Hill, 1994, doqual provêm quase todasas alterações aosproblemas
dosanos anteriores.
Alguns dos problemas serão resolvidos nasaulas práti as e espera-se que osrestantes
sejam resolvidos pelos alunos omo trabalho de asa. A avaliação ontínua e o exame
nal tentarão reproduzir, na medida do possível, o grau de di uldade e os temas destes
problemas.
1 Soluções das equações diferen iais. Existên ia e uni idade
Em ada equação diferen ial identique as variáveis independentes e dependentes.
De-monstreem ada asoqueafunção
y
ouu
na olunadadireitaésoluçãodaequação,ondea
ec
são onstantes. 1.dy
dx
=
x
√
x
2
+ a
2
(a 6= 0)
y(x) =
√
x
2
+ a
2
2.1
4
d
2
y
dx
2
2
− x
dx
dy
+ y = 1 − x
2
y(x) = x
2
3.∂
2
u
∂x
2
+
∂
2
u
∂y
2
= 0
u(x, y) = arctan
y
x
4.∂
2
u
∂x
2
+
∂
2
u
∂y
2
+
∂
2
u
∂z
2
= 0
u(x, y, z) =
1
px
2
+ y
2
+ z
2
Demonstre quearelação dadadene umasolução implí itada equação diferen ial.
5.
yy
′
=
e2
x
y
2
=
e2
x
6.y
′
=
y
2
xy − x
2
y = c
ey/x
Os problemas 7 ao 11 são um teste à sua intuição (a intuição só se obtem depois de
alguma práti a e por issoé importante analizar estes problemas e assuas soluções). Em
ada aso tente adivinhar uma solução; faça alguma tentativa e verique se é ou não
solução. Diga seasolução quedes obriu é geralou parti ular.
7.
dy
dx
= y
(a função ujaderivada é iguala siprópria)8.
dy
dx
= y
2
(derivada igualao quadrado dafunção)
9.
dy
dx
+ y = 1
10.dy
dx
+ y =
ex
11.d
2
y
dx
2
= 1
(função uja segundaderivada éigual a 1) Verique quea função dadaé solução do problemade valorini ial12.
y
′′
+ 3y
′
+ 2y
′
= 0
,y(0) = 0 y
′
(0) = 1
y(x) =
e−
x
−
e−2
x
13.y
′′
+ 4y = 0
,y(0) = 1 y
′
(0) = 0
y(x) = cos 2x
DetermineseoteoremadePi ard impli aaexistên iade umasolução úni adosseguintes
problemas de valorini ial, numa vizinhançado valorini ial
x
dado. 14.y
′
− y = 1
y(0) = 3
15.y
′
= x
3
− y
3
y(0) = 0
16.
y
′
= −
y
y(1) = 0
17. Oproblemade valorini ial
y
′
= 2√y
,y(0) = 0
,temumnúmeroinnito de soluções no intervalo[0, ∞)
.(a) Demonstre que
y(x) = x
2
éumasolução.
(b) Demonstrequese(
c
éumparâmetropositivo,aseguintefamiliadefunções(ver gura)são também soluçõesy =
0
0 ≤ x < c
(x − c)
2
c ≤ x
Porque não pode ser
c
negativo?( ) Interprete estesresultados emrelaçãoao teoremade Pi ard.
x
y
1
−1
1
2
y = (x − c)
2
SoluçõesNos problemas 7 ao 10 existem mais soluções além das apresentadas a ontinuação, mas
estas são as úni as que se espera que um aluno sem onhe imento previo de equações
diferen iais des ubra 7.
y =
ex
8.y = −
1
x
9.y = 1
10.y =
ex
2
11.y = c
1
+ c
2
x +
x
2
2
ondec
1
ec
2
são onstantesarbitrárias. 14. Sim 15. Sim 16. Não17. (a) Demonstra-se porsubstituição dire tae onferindo a ondição ini ial.
(b) Demonstra-seemformasemelhanteàalinhaanterior,masépre isoterem onta
que
√
a
2
= |a|
.
( ) Em
y = 0
veri am-seas ondiçõesdo teoremadePi ard,e omopodemos ver no grá oexiste solução úni aem ada aso. Nos pontosy = 0
não se veri a a ondição de ontinuidade de∂f /∂y
e existe umnúmero innito de soluções. Finalmente,emy < 0
nãoseveri anenhumadasduas ondiçõesenãoexistem2 Equações de primeira ordem
Resolva as seguintes equações diferen iais ordinárias (todas são de variáveis separáveis,
exa tas, linearesou redutíveis a elas)
1.
dy
dt
cos y = −
t sin y
1 + t
2
y(1) =
π
2
2.dy
dt
+ y = 1 + t
2
y(1) = 2
3.dx
dy
= cos(x + 2y)
x(0) = 0
4.dy
dt
=
y
2
− 2ty
y
2
5.dy
dx
= −
x + y
x + 2y
y(2) = 3
6.(2y +
ex
cos y)y
′
= −
ex
sin y
7.1 + 3t − 2y − (4t − 3y − 6)
dy
dt
= 0
8.dy
dx
=
x + 4y + 5
x − 2y − 1
y|
x=2
= 1
9.dy
dx
=
x
2
− 1
y
2
+ 1
y(−1) = 1
10.dy
dt
+ 2ty = 2t
3
√
y
y(0) = 25
11.dy
dx
=
x
3
− 2y
x
12.dy
dx
=
x
x
2
y + y
3
13.dy
dx
=
x(2y + 1)
y − x
2
14.dy
dx
=
y − x
2
y
2
− x
ResolvaasseguintesequaçõesdeRi atti,sabendoque
y = y
1
(x)
éumasoluçãoparti ular: 15.dy
dx
+
y
x
− y
2
= −
x
1
2
y
1
(x) =
1
x
16.dy
dx
=
2 cos
2
x − sin
2
x + y
2
2 cos x
y
1
(x) = sin x
Soluções 1.
y = arcsen
r
2
1 + t
2
2.y = t
2
− 2t + 3
3.x = 2
(
arctan
"√
3 tan
y
√
3
2
!#
− y
)
4.ln
y
2
− ty + 2t
2
= c −
2
√
7
arctan
2y − t
t
√
7
5.x
2
+ 2xy + 2y
2
= 34
6.y
2
+
ex
sin y = c
7.t + 15 = (t − y − 7) c + 3 ln |t − y − 7|
8.(y + x/2 + 3/2)
2
(y + x + 2)
3
= 0,098
9.y
3
+ 3y − x
3
+ 3x = 2
10.y =
t
2
− 2 + 7
e−
t
2
/2
2
11.y =
c
x
2
+
x
3
5
12.(x
2
+ y
2
+ 1)
e−
y
2
= c
13.x
2
+ 2x
2
y − y
2
= c
14.x
3
+ y
3
− 3xy = c
15.y
1
=
1
x
−
2x
x
2
+ 2c
y
2
=
1
x
16.y
2
= sin x +
2
3 Apli ações das equações de primeira ordem
1. Aanálisequími adeumavigadepinhoretiradadatumbadumfaraóEgip iomostrou
queo onteúdode arbono 14é55%doexistentenumpinheirovivo. Sabendoquea
meia-vida do arbono 14 é
5580 ± 45
anos, al uleaidade datumba.2. Segundo o Fa tbook da C.I.A., os dados demográ os para Portugal em Julho de
1993 foram os seguintes: população
= 10 486 140
habitantes, taxa anual de natali-dade= 11,59
por mil, taxa anual de mortalidade= 9,77
por mil e taxa anual de migração= 1,8
por mil. Admitindo que astrês taxaspermane em onstantes entre 1993 e 1997,faça umaestimativada população de Portugal emJulhode 1997.3. Noproblemaanterioradmitaqueastaxasdenatalidadeemigraçãosejam onstantes
até ao ano 2000, enquanto a taxa de mortalidade é dire tamente propor ional à
população (modelologísti o). Cal ulequalserianestemodeloapopulação emJulho
do ano 2000 (a onstante de propor ionalidade da taxa de mortalidade al ula-se
fá ilmente apartirdosdados ini iais).
4. Aintensidadeluminosanumlagoounomardiminuiexponen ialmenteemfunçãoda
profundidade, omoresultadodaabsorçãodaluzporpartedaágua. Se
7,6
metrosde águaabsorvem15%daintensidadedaluzin identenasuperfí ie,aqueprofundidadeseriaa luzdomeio dia tãointensa omo aluz dalua heiasobre a Terra? (a luzda
lua heiasobre aTerraé
300 000
vezes maisfra aquea luzdo sola meio dia). 5. Numarea çãoquími adesegundaordemdoisreagentesAeB ombinam-seformandoum ompostoC(
A+B −→ C
). Cadamolé uladeAtemumaprobabilidadedereagir om B (por unidade de tempo) dire tamente propor ional ao número de molé ulasdeBexistentes: probabilidade
= cN
B,emque
c
éuma onstanteeN
Bo número de
molé ulasde B.Assimonúmeromédio derea çõesporunidadedetempoé
cN
AN
B , sendoN
A eN
Bo número demolé ulas deA e Bexistentesnesse instante.
(a) Demonstrequeemqualquerinstantea on entração
x
do ompostoC(emmoles por unidade de volume)veri a aseguinteequaçãodx
dt
= k(a − x)(b − x)
onde
a
eb
sãoas on entrações ini iaisde A e B, no instantet = 0
quando a on entração de Cé zero,ek
éuma onstante(admita ovolume onstante). (b) En ontrea solução daequação anteriorparaa onstantek
e a on entraçãox
.( ) Quandoa on entração deumdosreagentesémuitomaior,porexemplo
a ≫ b
, otermoa − x
permane epráti amente onstanteemuito pertodo valorini iala
. Resolva aequação diferen ial omadita aproximação.(d) Resolva a equação diferen ial da alínea a no aso parti ular de on entrações
iguaisparaosdois reagentes (
a = b
).6. En ontreastraje tórias ortogonaisda familia deelipses
4x
2
+ y
2
7. A onstantedetempo(inversada onstantedetransferên iatérmi a
k
)deumprédio é1/k = 1
dia. Não existem sistemas de aque imento ou ar ondi ionado dentro do prédio. A temperatura exterior os ilaem forma senoidalentre omínimo de5
◦
C às
2 horase omáximo de
25
◦
Càs14 horas.
(a) En ontreaequaçãodiferen ialparaatemperaturadentrodoprédio. (sugestão:
use o tempo
t
em dias, om origem num dia qualquer às 8 horas quando a temperatura externa temo valormédio)(b) En ontrea solução de estado esta ionário(valoreselevadosde
t
). ( ) Quaisserão astemperaturas máxima emínima dentrodo prédio?Soluções 1.
(4813 ± 39)
anos 2.10 639 084
habitantes 3.10 746 263
habitantes 4. 590 m 5. (b)k =
1
t(a − b)
ln
b(a − x)
a(b − x)
;
x = a
1 − expkt(a − b)
1 − (a/b) expkt(a − b)
( )k =
1
at
ln
b
b − x
(d)k =
x
at(a − x)
6.y
4
= cx
7. (a)T
′
+ T = 15 + 10 sin(2πt)
(b)T
ee= 15 +
10
1 + 4π
2
sin(2πt) − 2π cos(2πt)
( )T
mín= 15 −
10
√
1 + 4π
2
= 13,4
◦
C;
T
máx= 15 +
10
√
1 + 4π
2
= 16,6
◦
C4 Equações lineares de ordem 2 e superior
1. Forma normal. Demonstrequea substituição
y(x) = u(x)F (x)
,ondeF (x) ≡ exp
−
1
2
Z
p(x) dx
transforma qualquer equação linearhomogénea de segundaordem
y
′′
+ p(x)y
′
+ q(x)y = 0
na hamada formanormal:
u
′′
+ g(x)u = 0
Redução da ordem. Mostre que a função
y
1
(x)
é solução da equação diferen ial e determine a solução geral2.
y
′′
+
2y
′
x
+ y = 0
y
1
=
sin x
x
3.xy
′′
− 2(x + 1)y
′
+ 4y = 0
y
1
=
e2
x
4.(x
2
+ 1)y
′′
− 2xy
′
+ 2y = 0
y
1
= x
Resolvaosseguintesproblemas de valoresini iais
5.
y
′′
+ 3y
′
+ 2y = 0
y(0) = 1,
y
′
(0) = 0
6.y
′′
− a
2
y = 0
y(0) = 1,
y
′
(0) = 0
7.y
′′
− 4y
′
+ 13y = 0
y(0) = 0,
y
′
(0) = 1
8.16y
′′
− 8y
′
+ y = 0
y(1) = 0,
y
′
(1) =
√
4
e
9.x
2
y
′′
− 2xy
′
+ 2y = 0
y(2) = 1,
y
′
(2) = 2
10.x
2
y
′′
+ 3xy
′
+ 5y = 0
y(1) = 0,
y
′
(1) = 2
11.(x − 1)
2
y
′′
− 4(x − 1)y
′
+ 4y = 0
y(0) = 0,
y
′
(0) = −3
Resolvaosseguintesproblemas de ondiçõesfronteira
12.
y
′′
− 16y = 0
y(0) = 3,
y(1/4) = 3e
13.
y
′′
+ y = 0
y(0) = 1,
y(π) = 0
En ontre asolução geraldasseguintes equações
14.
y
′′′
− 3y
′′
+ 2y
′
= 0
15.x
3
y
′′′
− 2x
2
y
′′
− xy
′
+ 9y = 0
Soluções 2.
y =
1
x
(c
1
sin x + c
2
cos x)
3.y = c
1
e2
x
+ c
2
(2x
2
+ 2x + 1)
4.y = c
1
x + c
2
(x
2
− 1)
5.y = 2
e−
x
−
e−2
x
6.y = cosh(ax)
7.y =
1
3
e2
x
sin(3x)
8.y = (x − 1)
ex/4
9.y =
3
4
x
2
− x
10.y =
sin(2 ln |x|)
x
11.y = x − 1 + (x − 1)
4
12.y = 3
e4
x
13. Não existe solução
14.
y = c
1
+ c
2
ex
+ c
3
e2
x
15.y =
c
1
x
+ x
3
(c
2
+ c
3
ln |x|)
5 Equações lineares não-homogeneas
En ontreasoluçãogeraldasseguintesequaçõespelométodode oe ientesindeterminados
1.
y
′′
+ y
′
− 2y = 3 − 6x
2.y
′′
− y = x sin x
3.y
′′
− 4y
′
+ 4y = x
e2
x
En ontre asolução geraldasseguintes equaçõespelométodo devariação de parâmetros
4.
y
′′
+ y
′
=
e−
x
5.y
′′
+ 4y = tan(2x)
6.x
2
y
′′
+ xy
′
− 4y = x
2
+ x
4
Sabendo que
y
1
(x)
ey
2
(x)
sãosoluçõeslinearmenteindependentes daequação homogénea orrespondente, en ontre umasolução parti ular da equação não-homogénea7.
(1 − x)y
′′
+ xy
′
− y = 2(x − 1)
2
e−
x
y
1
= x,
y
2
=
ex
8.y
′′
+
y
′
x
+
1 −
4x
1
2
y =
√
1
x
y
1
=
sin x
√
x
,
y
2
=
cos x
√
x
Soluções 1.y = c
1
ex
+ c
2
e−2
x
+ 3x
2.y = c
1
ex
+ c
2
e−
x
−
1
2
(x sin x + cos x)
3.y =
c
1
+ c
2
x +
x
3
6
e2
x
4.y = c
1
+ (c
2
− x)
e−
x
5.y = c
1
sin(2x) + c
2
cos(2x) −
1
4
cos(2x) ln
tan x + 1
tan x − 1
6.y = c
1
x
2
+
c
2
x
2
+
x
2
4
ln |x| +
x
4
12
7.y
p
=
1
2
− x
e−
x
8.y
p
=
1
√
x
6 Equações de diferenças, lineares homogéneas
Resolvaasseguintesequaçõesde diferenças
1.
y
n+2
+ 3y
n+1
+ 2y
n
= 0
y
0
= 1,
y
1
= 0
2.y
n+2
+ 6y
n+1
+ 9y
n
= 0
y
0
= 1,
y
1
= 1
3.y
n+2
− 4y
n+1
+ 13y
n
= 0
y
0
= 0,
y
1
= 1
4.y
n+2
− 2y
n+1
+ 4y
n
= 0
y
0
= 0,
y
1
= 1
5. en+2
y
n+2
− 5
en+1
y
n+1
+ 6
en
y
n
= 0
6.(n + 1)y
n+1
− (n − 3)y
n
= 0
y
0
= 1
7.(n + 1)(n + 2)y
n+2
− (n + 3)y
n
= 0
y
0
= 2,
y
1
= 1
8.y
n+3
+ 8y
n
= 0
y
0
= 1,
y
1
= 1,
y
2
= 0
9.y
n+3
− (n + 1)y
n
= 0
10. A su essão
{F
n
} = {1, 1, 2, 3, 5, 8, . . .}
, em que ada termo é igual à soma dos dois anteriores, é hamadasu essão de Fibona i.(a) Es reva aequação de diferenças e osvaloresini iaisque denem asu essão de
Fibona i.
(b) Demonstre que
φ ≡ (1 +
√
5)/2 ≈ 1,618
e−1/φ
sãoraízesdo polinómio ara -terísti oda equação en ontrada naalínea anterior.( ) Cal ule o termo geral
F
n
da su essão de Fibona i e demonstre queF
n+1
/F
n
é igual aφ
no limiten −→ ∞
. O númeroφ
representava na tradição grega a relação perfeita que deveria existir entre os lados de um re tângulo para seSoluções 1.
{y
n
} = {1, 0, −2, 6, . . .}
y
n
= (−1)
n
(2 − 2
n
)
2.{y
n
} = {1, 1, −15, 81, . . .}
y
n
= (−3)
n
1 −
4
3
n
3.{y
n
} = {0, 1, 4, 3, . . .}
y
n
=
(
√
13)
n
3
sin
n arctan
3
2
4.{y
n
} = {0, 1, 2, 0, . . .}
y
n
=
2
n
√
3
sin
nπ
3
5.y
n
=
e−
n
(c
1
2
n
+ c
2
3
n
)
6.{y
n
} = {1, −3, 3, −1, 0, 0, . . .} y
n
=
6(−1)
n
n!(3 − n)!
0 ≤ n ≤ 3
0
3 < n
7.{y
n
} = {2, 1, 3, 2/3, 5/4, . . .} y
2
m
=
4m + 2
2
m
m!
y
2
m+1
=
2
m
(m + 1)!
(2m + 1)!
8.{y
n
} = {1, 1, 0, −8, −8, 0, . . .} y
3
m
= (−8)
m
y
3
m+1
= (−8)
m
y
3
m+2
= 0
9.y
3
m
= c
1
3
m
Γ
m +
1
3
y
3
m+1
= c
2
3
m
Γ
m +
2
3
y
3
m+2
= c
3
3
m
m!
10. (a)F
n+2
− F
n+1
− F
n
= 0
F
0
= F
1
= 1
( )F
n
=
1
φ + 2
φ
n+2
+ (−1)
n
φ
−
n
7 Método das séries
Resolva, usando o método das séries, as seguintes equações diferen iais. Compare os
re-sultados omasrespe tivassoluçõesanalíti as
1.
(1 − x
2
)y
′
− 2xy = 0
2.y
′
− y = 1 + x
2
3.y
′′
− 3y
′
+ 2y = 0
4.y
′′
− y = x
Determine asolução dasseguintes equaçõesdiferen iaislineares de segundaordem
5.
y
′′
− xy
′
+ y = 0
6.y
′′
+ xy = 0
7.x(1 − x)y
′′
+
1 + x
2
y
′
−
1
2
y = 0
8.xy
′′
+ (1 − 2x)y
′
+ (x − 1)y = 0
9.(1 + x)x
2
y
′′
− (1 + 2x)xy
′
+ (1 + 2x)y = 0
10.x(x − 1)y
′′
+ (4x − 2)y
′
+ 2y = 0
11.y
′′
+ x
2
y = 0
y(0) = 1,
y
′
(0) = 0
Nos problemas 12e 13,
n
éumparâmetro inteiro positivo. Demostrequepara ada valor den
existe um polinómio de graun
que é solução parti ular da equação e determine a forma geral dopolinómio de graun
omas ondiçõesfronteira dadas12. Equação de Laguerre
xy
′′
+ (1 − x)y
′
+ ny = 0
Polinómiosde LaguerreL
n
(x), L
n
(0) ≡ 1
13. Equação de Hermitey
′′
− 2xy
′
+ 2ny = 0
Polinómiosde HermiteH
n
(x)
(a) Para
n
par usea ondiçãoH
2
m
(0) = (−1)
m
(2m)!
m!
(b) Para
n
impar usea ondiçãoH
′
2
m+1
(0) = (−1)
m
2(2m + 1)!
m!
Soluções 1.
y = c
P
∞
n=0
x
2
n
=
c
1 − x
2
2.y = c
P
∞
n=0
x
n
n!
− x
2
− 2x − 3 = c
ex
− x
2
− 2x − 3
3.y = c
1
P
∞
n=0
x
n
n!
+ c
2
P
∞
n=0
(2x)
n
n!
= c
1
ex
+ c
2
e2
x
4.y = c
1
P
∞
n=0
x
2
n
(2n)!
+ c
2
P
∞
n=0
x
2
n+1
(2n + 1)!
− x = c
1
cosh x + c
2
sinh x − x
5.y = c
1
x + c
2
1 −
P
∞
n=0
x
2
n
2
n
n!(2n − 1)
6.y = c
1
P
∞
n=0
(−1)
n
3
n
Γ
n +
1
3
(3n)!
x
3
n
+ c
2
P
∞
n=0
(−1)
n
3
n
Γ
n +
2
3
(3n + 1)!
x
3
n+1
7.y = c
1
(1 + x) + c
2
√
x
8.y =
ex
(c
1
+ c
2
ln x)
9.y = c
1
x + c
2
(x
2
+ x ln x)
10.y =
c
1
x
+
c
2
1 − x
11.y =
P
∞
n=0
(−1)
n
Γ
3
4
16
n
n! Γ
n +
3
4
x
4
n
12.L
n
(x) =
P
n
m=0
(−1)
m
n!
(n − m)! m! m!
x
m
13. (a)H
2
m
(x) =
P
m
k=0
(−1)
m+k
(2m)!
(m − k)!(2k)!
(2x)
2
k
(b)H
2
m+1
(x) =
P
m
k=0
(−1)
m+k
(2m + 1)!
(m − k)!(2k + 1)!
(2x)
2
k+1
8 Transformadas de Lapla e
Apli ando transformadasde Lapla e,resolvaasseguintes equações
1.
y
′′
+ y
′
− 2y = 3
y(0) = 0, y
′
(0) = 1
2.y
′′
+ 4y
′
+ 4y =
e−2
t
y(0) = 0, y
′
(0) = 0
3.y
′′′
− 4y
′′
− y
′
+ 4y =
et
y(0) = y
′
(0) = y
′′
(0) = 1
4.y
′′
+ y =
e2
t
cos t
y(0) = 1, y
′
(0) = 0
5.y
′′
+ 4y = t sin(2t)
y(0) = y(π/4) = 0
6.
t
2
y
′′
− 2y = 2t
y(0)
nita,y(2) = 2
Nas perguntas 7a 10 resolva oproblemade ondiçõesfronteira
y
′′
+ 4y = f (t)
y(0) = y
5π
4
= 0
usando adenição da função
f (t)
dada em ada aso 7.0
t
f(t)
1
π
2
π
3
π
8.f (t) = δ(t − π)
9.f (t) =
1
0 ≤ t < π
0
π ≤ t < 2π
sin t 2π ≤ t
10.0
t
f(t)
1
π
/4
π
/2
3
π
/4
π
Cal ule osseguintes produtosde onvolução
11. e
at
∗
eat
12.t ∗ t ∗ t
13.t ∗ sin t
Usando a propriedade da transformada de Lapla e do produto de onvolução, al ule as
transformadas inversasdasseguintes funções
14.
4
s
2
(s − 2)
15.1
(s
2
+ ω
2
)
2
Resolva as sequintes equações em forma geral, para qualquer função
f (t)
par elarmente ontínua eparâmetrok
diferentede zero16.
y
′′
− k
2
y = f (t)
y(0) = y
′
(0) = 0
17.y
′′
− 2ky
′
+ k
2
y = f (t)
y(0) = y
′
(0) = 1
Equações integrodiferen iais. Resolvaasseguintesequações
18.
y(t) = a sin t − 2
R
t
0
y(s) cos(t − s) ds
19.y(x) = x +
R
x
0
y(t) cos(x − t) dt
20.R
t
0
y(s) ds − y
′
(t) = t
y(0) = 2
21.y
′
(t) + 2y +
R
t
0
y(s) ds = sin t
y(0) = 1
Soluções 1.
y =
1
6
e−2
t
+
4
3
et
−
3
2
2.y =
1
2
t
2
e−2
t
3.y =
1
45
e4
t
−
1
20
e−
t
+
1
36
(37 − 6t)
et
4.8y = 7 cos t − 3 sin t +
e2
t
(cos t + sin t)
5.y =
t
16
(sin(2t) − 2t cos(2t)) −
π
64
sin(2t)
6.y = t
2
− t
7.y =
1
4
(1 − cos(2t)) [u(t) − u(t − π) + u(t − 2π) − u(t − 3π)]
8.
y =
1
2
sin[2(t − π)]u(t − π) −
1
2
sin(2t)
9.y =
1
4
(1 − cos(2t))[u(t) − u(t − π)] +
1
6
(2 sin t − sin(2t))u(t − 2π)
10.
2πy = − [2t − 2π − sin(2t)] u(t − π) + [4t − 3π − 2 cos(2t)] u
t −
3π
4
−2 [2t − π + sin(2t)] u
t −
π
2
+ [2t − π/2 + cos(2t)] u
t −
π
4
+
1 −
π
2
sin(2t)u(t)
11.t
eat
12.
t
5!
13.t − sin t
14. e2
t
− 2t − 1
15.1
2ω
3
[sin(ωt) − ωt cos(ωt)]
16.y =
1
k
R
t
0
cosh[k(t − s)]f(s) ds
17.y =
ekt
h
1 + (1 − k)t +
R
t
0
(t − s)
e−
ks
f (s) ds
i
18.y = at
e−
t
19.y = 1 + t +
et/2
"
1
√
3
sin
√
3t
2
!
− cos
√
3t
2
!#
20.y = 1 + cosh t
21.y =
1
2
sin t +
e−
t
1 −
3
2
t
9 Equações de diferenças lineares não-homogéneas e
não-lineares
Resolvaasseguintesequaçõesde diferenças
1.
y
n+2
− 3y
n+1
+ 2y
n
= 1
2.y
n+2
+ y
n+1
− 2y
n
= 3
y
0
= 0, y
1
= 1
3.y
n+2
+ 4y
n+1
+ 4y
n
= (−2)
n
y
0
= 0, y
1
= 0
4.y
n+1
− 2y
n
= exp(−bn)
5.y
n+2
− 2y
n+1
+ 4y
n
= 2
n
y
0
= 0, y
1
= 0
6.y
n+2
+ 4y
n
=
1
3
n
y
0
= 1, y
1
= 0
7.y
n+2
− y
n
= n
En ontre astransformadas
Z
dasseguintes su essões 8.{1, 0, 0, . . .}
y
n
= δ
n,0
9.
{0, 0, 1, 1, . . .}
y
n
= 1 − δ
n,0
− δ
n,1
10.y
n
= n sin(ωn)
11. Os números
{T
n
} = {1, 3, 6, 10, 15, . . .}
são hamados números triangulares, pois podemserobtidos geométri amente ontando onúmero depontos nostriângulos dasequên ia nagura seguinte
T
1
= 1
T
2
= 3
T
3
= 6
T
4
= 10
1. Determine oproblema devalor ini ialque dene osnúmerostriangulares.
2. En ontre aforma geral
T
n
de qualquer número triangular.Nos problemas 12 e 13 en ontre uma equação de diferenças para as seguintes somas
S
n
( ompareS
n+1
omS
n
). Resolva a equação de diferenças usando a ondição ini ialS
1
para obterumafórmulageral paraS
n
12.
S
n
= 1 + 2
3
+ 3
3
+ · · · + n
3
14. Osistemaiterativo
x
n+1
= x
2
n
+ c
x
0
= 0
é umsistema aóti o. Usando valoresde
c
igual a−1.3
,−1.75
e−2
al ule alguns termosdasequên ia{x
n
}
atéobterumvalorrepetido;qualéoperíododasequên ia em ada aso? que pode on luir a partir destes resultados? Se quiser es rever umprogramade omputadorpara en ontraro diagrama debifur ação, usevaloresde
c
entre−2
e0.25
,etenhaem ontaqueosvaloresresultantesdex
n
estão omprendidos entre−2
e 2. Soluções 1.y
n
= y
0
(2 − 2
n
) + y
1
(2
n
− 1) + 2
n
− n − 1
2.y
n
= n
3.y
n
=
(−1)
n
8
n(n − 1)2
n
4.y
n
= 2
n
y
0
+
1
2 −
e−
b
−
e−
bn
2 −
e−
b
5.y
n
=
2
n
4
1 − cos
nπ
3
−
√
1
3
sin
nπ
3
6.y
2
m
=
1
37
28(−4)
m
+
9
9
m
y
2
m+1
= −
3
37
(−4)
m
+
1
9
m
7.y
2
m
= y
0
+ m(m − 1)
y
2
m+1
= y
1
+ m
2
8.y(z) = 1
9.y(z) =
1
z(z − 1)
10.y(z) =
z(z
2
− 1) sin ω
(z
2
− 2z cos ω + 1)
2
11. 1.T
n+1
− T
n
= n + 1
T
1
= 1
2.T
n
=
n(n + 1)
2
12.S
n
= T
2
n
=
n
2
(n + 1)
2
4
13.S
n
= n(n + 1)
14. Operíodoé4,3e1respe tivamente. Existempontosdebifur açãoentre
−2
e−1.75
, e entre−1.75
e−1.3
10 Sistemas de equações diferen iais lineares
Resolvaosseguintesproblemas de valoresini iaispelométododa eliminação
1.
x
′
= y − x
y
′
= y − 2 sin t
x(0) = 0
y(0) = 1
2.x
′
= y − x
y
′
= y − 2x + sin t
x(0) = 0
y(0) = 0
3.
x
′
= z
y
′
= x
z
′
= y
x(0) = 0
y(0) = −1
z(0) = 1
Nos problemas seguintes al ule a matriz e
At
e use o resultado para en ontrar a solução
do problema devalor ini ial
dx
dt
= Ax
x(0) = x
0
4.A =
2 1
0 1
x
0
=
1
1
5.A =
1 −1 −1
1
3
1
−3
1 −1
x
0
=
0
1
0
6.A =
4
5
−4 −4
x
0
=
1
2
7.A =
1 0
0
3 1 −2
2 2
1
x
0
=
1
1
1
8.A =
2 1
0 2
x
0
=
1
1
9.A =
−1 −1
0
0 −1
0
0
0 −2
x
0
=
0
1
1
10.A =
−7 0 6
0 5 0
6 0 2
x
0
=
1
1
1
11.A =
1 −4 0 0
4
1 0 0
0
0 2 1
0
0 0 1
x
0
=
1
1
1
1
Soluções1.
x = sin t
y = cos t + sin t
2.x =
1
2
(sin t − t cos t)
y =
1
3.
x =
2
et/2
√
3
sin
3t
2
y = −
e−
t/2
"
cos
√
3t
2
!
+
√
1
3
sin
√
3t
2
!#
z =
e−
t/2
"
cos
√
3t
2
!
−
√
1
3
sin
√
3t
2
!#
4.x =
2
e2
t
−
et
et
5.x =
e2
t
− e
3
t
e3
t
−
e2
t
+
e3
t
6.x =
cos(2t) + 7 sin(2t)
2 cos(2t) − 6 sin(2t)
7.x =
et
1
−1 + 2 cos(2t) +
1
2
sin(2t)
3
2
−
1
2
cos(2t) + 2 sin(2t)
8.x =
e2
t
1 + t
1
9.x =
e−
t
−t
1
e−
t
10.x =
1
5
2
e−10
t
+ 3
e5
t
5
e5
t
−
e−10
t
+ 6
e5
t
11.x =
et
cos(4t) − sin(4t)
sin(4t) + cos(4t)
2
et
− 1
1
11 Sistemasdeequações diferen iaislineares não-homogéneos
Com asmatrizesdadas em ada asoresolvao problemade valorini ial
dx
dt
= Ax + f
x(0) = x
0
1.A =
3 1
2 2
f =
t
t
x
0
=
1
0
2.A =
1 1 0
0 1 0
0 0 1
f =
et
0
1
t
x
0
=
0
1
0
3.A =
2 −2
4 −2
f =
0
δ(t − π)
x
0
=
1
0
4.A =
−1 −1 −2
1
1
1
2
1
3
f =
et
0
0
1
x
0
=
0
0
0
5.A =
3 −1
2
0
f =
1 − u(t − 1)
0
x
0
=
0
0
Soluções 1.x =
1
48
−3 − 12t + 16
et
+ 35
e4
t
−3 − 12t − 32
et
+ 35
e4
t
2.x =
et
t +
t
2
2
1 + t
t
2
2
3.x =
sin(2t) + cos(2t) − u(t − π) sin(2t)
2 sin(2t) + u(t − π)[cos(2t) − sin(2t)]
4.x =
t
et
6
6t − t
2
3t
6 + 6t + t
2
5.x =
1
2
3 − 4
e−
t
+
e−2
t
− u(t − 1)(3 − 4
e1−
t
+
e2−2
t
)
2 − 4
e−
t
+ 2
e−2
t
− u(t − 1)(2 − 4
e1−
t
+ 2
e2−2
t
)
12 Equaçõesdederivadas par iais etransformadasdeFourier
En ontre asolução geral
u(x, y)
dasseguintesequações 1.∂u
∂x
= y
2.∂
2
u
∂x∂y
= 0
3.∂
2
u
∂x∂y
= x
2
+ y
2
Utilizando transformadasde Lapla e,resolva asseguintesequaçõesde derivadaspar iais
4.
∂v
∂t
+ 2
∂v
∂x
= −v
(t > 0)
(x > 0)
v(x, 0) = 0
v(0, t) =
2t t < 1
0
t > 1
5.∂
2
v
∂t
2
− c
2
∂
2
v
∂x
2
= 0
(t > 0)
(x > 0)
v(0, t) = sin t
lim
x→∞
v(x, t) = 0
v(x, 0) =
∂v
∂t
t=0
= 0
6.∂u
∂t
+ x
∂u
∂x
= xt
(t > 0)
(x > 0)
u(x, 0) = 0
u(0, t) = 0
En ontre asséries deFourier seno e o-seno dasseguintes funções
7.
f (x) = 1
0 < x < π
8.f (x) = 1 − x
0 < x < 1
Resolvaasseguintesequações9.
∂
2
u
∂t
2
=
∂
2
u
∂x
2
(0 < x < 1)
(t > 0)
u(0, t) = u(1, t) = 0
u(x, 0) = 5 sin(3πx)
∂u
∂t
t=0
= 0
10.∂u
∂t
− α
2
∂
2
u
∂x
2
= 0
(0 < x < 1)
(t > 0)
u(x, 0) = x
2
u(1, t) = 1
∂u
∂x
x=0
= 1
11.∂
2
u
∂x
2
+
∂
2
u
∂y
2
=
e−
x
(0 < y < 1)
(x > 0)
Soluções
1.
u(x, y) = xy + f (y)
,ondef
é qualquer função dey
derivável2.
u(x, y) = f (x)+g(y)
,ondef
eg
sãofunçõesdex
ey
,ambasderiváveisnasrespe tivas variáveis 3.u(x, y) =
1
3
x
3
y +
1
3
xy
3
+f (x)+g(y)
,ondef
eg
sãofunçõesdex
ey
,ambasderiváveis nasrespe tivasvariáveis4.
v(x, t) = 2
e−
x/2
t −
x
2
h
u
t −
x
2
− u
t − 1 −
x
2
i
5.v(x, t) = sin
t −
x
c
u
t −
x
c
6.u(x, t) = x t − 1 +
e−
t
7.f (x) =
4
π
P
∞
n=1
1
2n − 1
sin(2n − 1)x
Série o-seno:f (x) = 1
8.
f (x) =
2
π
P
∞
n=1
1
n
sin(nπx) =
1
2
+
4
π
2
P
∞
n=1
1
(2n − 1)
2
cos [(2n − 1)πx]
9.