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Eu, o Senhor, Te Chamei em Justiça. R. M. M Cheyne

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Eu, o Senhor,

Te Chamei em Justiça

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Traduzido do original em Inglês

I The Lord Have Called Thee In Righteousness

By R. M. M'Cheyne

Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert Murray M'Cheyne

Minister of St. Peter's Church, Dundee.

Via: Books.Google.com.br

Tradução por Gustavo Alves Revisão por Camila Almeida

Capa por William Teixeira

1ª Edição: Dezembro de 2015

Salvo indicação em contrário, as citações bíblicas usadas nesta tradução são da versão Almeida Corrigida Fiel | ACF • Copyright © 1994, 1995, 2007, 2011 Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil.

Traduzido e publicado em Português pelo website oEstandarteDeCristo.com, sob a licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International Public License.

Você está autorizado e incentivado a reproduzir e/ou distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, as fontes originais e o tradutor, e que também não altere o seu conteúdo nem o utilize para quaisquer fins comerciais.

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Eu, o Senhor, Te Chamei em Justiça

Por Robert Murray M´Cheyne

“Assim diz Deus, o Senhor, que criou os céus, e os estendeu, e espraiou a terra, e a tudo quanto produz; que dá a respiração ao povo que nela está, e o espírito aos que

andam nela. Eu, o Senhor, te chamei em justiça, e te tomarei pela mão, e te guardarei, e te darei por aliança do povo, e para luz dos gentios. Para abrir os olhos

dos cegos, para tirar da prisão os presos, e do cárcere os que jazem em trevas. Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o

meu louvor às imagens de escultura.” (Isaías 42:5-8)

Nesta passagem, nós temos algumas das palavras mais maravilhosas que já foram profe-ridas no mundo. E não é um homem falando com um homem, nem mesmo Deus falando ao homem, é Deus falando a Seu próprio Filho. Oh! Quem não escutaria? É como se fôs-semos admitidos dentro do conselho de Deus, como se estivésfôs-semos atrás das cortinas de Sua morada, ou escondidos nas fendas das rochas, e, por um acaso, ouvíssemos as palavras do Pai Eterno ao Filho Eterno. Agora, às vezes, quando você ouve uma conversa na terra, entre dois vermes pobres, você acha que vale a pena apreciá-la; você se lembra o que eles disseram, você repete a conversa diversas vezes. Oh! então, quando você ouve uma conversa no Céu, quando Deus, o Pai, fala e Deus, o Filho, está para receber Suas palavras, você não ouvirá? Você não colocará estas coisas em seu coração?

Deus diz ao Filho: (1). Que Ele O havia chamado para o Seu serviço, havia passado sobre todos os Seus anjos, e O escolheu para esta obra difícil. (2). Ele diz que o Filho não deve temer as dificuldades da mesma. Há um oceano de ira a atravessar, mas não tenha medo; Eu vou Te segurar pela mão, Eu Te guardarei. (3). Ele diz que o Filho deve ser dado como

o Salvador do Pacto. Embora querido do Seu coração, ainda assim, Deus diz: “Te darei”.

(4). Ele encoraja-O pelo grande benefício a ser adquirido, que Ele seria a luz para nações inteiras de pobres, cegos, pecadores cativos. (5). E, em tudo isso, Ele teria a Sua glória: “A minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura”.

Doutrina. Deus providenciou o Salvador, e somente Ele pode revelá-lO; e Ele manterá essa glória para Si mesmo.

I. Deus providenciou o Salvador. Ele diz aqui: “Eu te chamei em justiça”. O significado é:

Eu chamei-Te para fazer esta obra de justiça, para operar esta salvação, que deve mostrar-Me ser um Deus justo. Deus, por assim dizer, olhou em volta a todas as criaturas, para ver

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quem Ele chamaria a esta grande obra, de ser o Salvador dos pecadores perdidos. Ele olhou para a terra, através de todas as suas famílias; mas não havia ninguém que enten-desse, não havia ninguém que buscasse a Deus. Cada homem tinha a sua própria maldição para carregar; nenhum homem poderia dar um resgate para a alma de seu irmão, pois o resgate da alma era caríssimo. Ele olhou em volta para todos os exuberantes anjos, como se dissesse: Quem irá por mim? Serafins e Querubins todos de pé, ocultando o rosto com as asas; mas viu que nenhum deles poderia suportar infinita ira. Eles são apenas criaturas; eles seriam esmagados eternamente sob o peso de minha ira. Estes não o farão. Ele olhou em Seu próprio seio. Lá estava o Seu Filho eterno, o Seu querido Filho, Seu Filho bem-amado. Oh! Esse o fará. Eu encontrei o resgate; pus o socorro sobre Um que é poderoso. Meu Filho, Eu Te chamei em justiça.

Saiba quão completo Salvador Cristo é. Deus não escolheu um homem para esta grande obra, Ele não escolheu um anjo; Ele passou por todos eles, e escolheu o Seu Filho. Por quê? Porque Ele viu que nenhum outro seria um suficiente Salvador. Se Cristo não tivesse sido suficiente, Deus nunca O teria chamado para isso. Deus conhecia bem o peso de Sua própria ira; e, portanto, Ele providenciou costas poderosas para suportá-la. Tremente peca-dor, não duvide da suficiência de Cristo. Deus conhecia todos os seus pecados e Sua ira quando Ele escolheu a Cristo — que ambos eram infinitos; e, portanto, Ele escolheu o todo-poderoso, um Salvador infinito. Oh! Se esconda nEle, e você será completo nEle.

II. Deus confirmou a Salvador: “Te tomarei pela mão, e Te guardarei”. A figura aqui parece

ser alusiva à um pai e seu filho pequeno. Quando uma criança tem que passar por cima de alguma estrada muito difícil, ou viajar na escuridão, ou percorrer algumas águas profundas, diz ele ao seu pai: “Eu temo que eu possa me perder; eu não serei capaz de passar”. “Não, não temas”, o pai responde, “eu vou segurar a tua mão; eu te guardarei”. Essas são as palavras do Pai ao Seu Filho amado. Eu não teria ousado tê-las imaginado, se eu não as tivesse encontrado na Bíblia. Quando Deus chamou o Seu Filho para a obra, não podia dei-xar de ser uma temível obra aos Seus olhos. Cristo sabia bem o número infinito de pecados dos homens; porque Ele é o conhecedor dos corações e esquadrinhador dos rins. Ele tam-bém conhecia o peso infinito de ira de Deus contra esses pecados; Ele viu as nuvens escu-ras da vingança infinita que estavam prontas para explodir sobre a cabeça dos pecadores; Ele viu o dilúvio infinito da ira eterna que afogaria para sempre o mundo culpado; e, oh! quão terrível a ira de Seu Pai era aos Seus olhos; pois Ele não conhecia nada além de Seu amor infinito por toda a eternidade. Oh! como Ele poderia ter de que ficar debaixo daquela ira? Como Ele poderia ter de trocar o sorriso de amor do Pai pelo poder sombrio da ira de Seu Pai? Como Ele podia suportar, pelo bem dos pecadores vis, trocar as carícias de Deus, que é amor, pela Sua penetrante mão poderosa? Certamente o principal pensamento seria

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agonia. Deus aqui conforta o Seu filho sob a perspectiva: O mar de ira é profundo, suas ondas são terríveis; mas “Te tomarei pela mão, e Te guardarei”.

1. Aprenda com isso quão terríveis eram os sofrimentos de Cristo. Ele precisava de Deus para segurar Sua mão; Ele era o próprio Deus; pense que não teve por usurpação ser igual a Deus; Ele tinha o Espírito dado a Ele sem medida: “Eu pus meu espírito sobre Ele”; mas tudo isso não bastaria: Deus, o Pai deve segurar a Sua mão também [...]. Oh! Pense quão profunda agonia deve ter estado sobre Ele, quando Ele clamou: “Agora a minha alma está perturbada; e que direi eu? Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora; Passa de mim este cálice”. Oh! meus amigos, este é um grande abismo. Clame: “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e inescrutáveis são seus caminhos!”.

2. Aprenda a grandeza de seus pecados. Lembre-se que Cristo não tinha pecados; nenhu-ma ira estava reservada a Ele mesmo; toda a ira que Ele suportou era devida a nós. Vocês são crentes, mas têm uma pequena noção da grandeza de seus pecados. Oh! vejam aqui; vejam Deus segurando a mão de Seu Filho, enquanto Ele atravessa aquele mar de ira! Oh! certamente um olhar para um Cristo sofredor deve mantê-lo no pó para sempre. Você nunca mais deve abrir a boca. E, oh! você não amará Aquele que tanto amou você, que Se colocou debaixo destas ondas de ira de Deus por você?

Vocês que não são convertidos, vejam aqui a ira terrível que está sobre as vossas almas. Vocês acham que os seus pecados são muito poucos, e Deus não ficará muito irado. Isso é natural; todos os homens naturais pensam assim; e ainda assim, vejam aqui quão terrível é a ira que está sobre vocês. Até mesmo Cristo tremeu e começou a voltar quando Ele veio a suportá-la; e como você o fará? Você não é o Filho de Deus; você não tem nenhuma Divindade em você, como Cristo é Deus; como você será capaz de suportar as feridas e açoites da infinita ira de Deus? Você não tem o Espírito de Deus dado a você, assim como Cristo tinha sem medida; como você será capaz de ficar sob as ondas de Sua indignação eterna? Você não tem Deus para segurá-lo pela mão. Deus não é o seu Deus, e não é o seu amigo; em nenhum lugar Ele disse que irá segurá-lo pela mão; ah! como você percor-rerá um mar eterno e sem fundo de ira? Como vai você competirá e lutará contra as ondas de fogo, onde não há nenhuma criatura, no Céu ou na Terra, para segurá-lo pela mão? Oh! meus amigos, Vocês não temem porque estão cegos. Cristo viu antes tudo o que está diante de vocês, e isso O fez tremer; vocês não veem isso, e, portanto, vocês não tremem. Vocês podem ser felizes e podem sorrir e dormir, e alegrarem-se em si mesmos; mas o seu dia de tremor está prestes a chegar. Ah! ai de mim! como você se levantará sobre o litoral do mar de fogo? Você cairá para trás, desejando que você tivesse alguém para segurá-lo pela mão; mas será tudo em vão. Oh! que vocês fossem sábios, de modo que se lembras-sem do seu fim, e que vocês consideraslembras-sem isso.

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3. Aprenda sobre a grande mão de Deus na obra de Cristo. Quando um pai guia o seu filho através de uma parte escura do caminho, ou através de algum córrego intenso, segurando-o pela mãsegurando-o, isssegurando-o msegurando-ostra que segurando-o pai está interessadsegurando-o na jsegurando-ornada da criança; assim, quandsegurando-o Deus diz: “Te tomarei pela mão”, isso mostra que Deus tem uma grande mão na obra de Cristo. Na escrita, se você segura a mão da criança, e guia a caneta, então você tem uma grande mão na escrita. Assim, Deus segura a mão do Salvador. A obra é de Deus, tanto quanto de Cristo. Oh! que possamos dar-Lhe toda a glória! Lembre-se, Ele não dará a Sua glória para outro.

III. Deus deu a Cristo por uma aliança: “Te darei por aliança do povo”. “Porque Deus amou

o mundo de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça”. “Nisto consiste o amor; não em que nós tenhamos amado a Deus”. Deus não somente providenciou o Salvador, e confirmou-O, mas Ele deu-Lhe para ser um Salvador pactual do povo, e uma luz para iluminar os gentios. Quando Abraão amarrou seu filho Isaque sobre o altar, e levantou a faca para o atingir, isso foi dar o seu filho por ordem de Deus. Isto é exatamente o que Deus fez. Ele tomou o Seu Filho, a partir de Seu seio, e deu-Lhe para ser vinculado, para ser um Salvador pactual do povo. Não há palavras mais mara-vilhosas em toda a Bíblia do que estas; “Eu te darei”. “Deus não poupou seu próprio Filho, mas o entregou livremente à morte por todos nós”. O Filho era infinitamente querido pelo Pai. Deus não pode deixar de amar o que é perfeitamente santo e belo. Agora, assim é Cristo. Desde toda a eternidade houve os fluxos de amor e admiração infinita do seio do Pai em direção ao Filho bem-amado. Tu podes separar-Te de Mim? Tu podes deixar-Me pelo jardim e a cruz? “Te darei”. Pecadores eram infinitamente vis aos olhos do Pai. Deus não pode deixar de odiar o que é inimizade e rebelião a Ele mesmo. “Ele é tão puro de o-lhos para que contemple a iniquidade”. Quão repugnante e odioso este mundo deve ter sido aos Seus olhos, onde cada coração era contra Ele! Podes-Me dar para tais pecadores, por causa desses vermes desprezíveis! “Sim, Eu Te darei”.

1. Conheça o intenso amor de Deus pelos pecadores. Ele não poupou o Seu próprio Filho. Nisto consiste o amor. Ele amava a felicidade de Seu Filho; mas amou mais a salvação dos pecadores. Ele amava ter Seu Filho em Seu seio; mas amou mais ter pecadores trazidos ao Seu seio. Ele enviou Seu Filho, a fim de nos aproximar. Oh! pecador, como você esca-pará, se negligenciar tão grande salvação?

2. Saiba que Deus deve ter a glória disso. Ele não dará a Sua glória a outro. Algumas pes-soas despertadas olham para Deus como um Juiz inexorável com ira; mas a Cristo como Salvador sorrindo, que permanece entre nós e um Pai irado. Agora, lembre-se, você nunca chegará à paz, enquanto você pensar assim. Isto é roubar de Deus a Sua glória. Você tem

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que crer em Cristo e crer em Deus. Deus quer que você honre o Filho, mesmo quando você honra o Pai; mas não mais do que você honra o Pai. Você nunca estará em paz ao olhar para Cristo como um dom de Deus, até que você veja que o coração de Deus e de Cristo são um neste assunto; até que Deus abra uma janela em Seu peito, e mostre o amor que forneceu, confirmado dando o Seu Filho.

IV. Deus deu a Cristo por uma luz: “Te darei... para luz”. É Deus que faz com que o sol se

levante a cada manhã, de forma que os tons escuros da noite são espalhados diante dele; assim é Deus que faz Cristo erguer-Se sobre a alma de um pecador.

1. Por natureza, os homens são cegos. Eles não conhecem a beleza de Cristo. Eles leem sobre Ele nas Escrituras, ouvem pregações sobre Ele; falam dEle; eles veem nenhuma atração, nenhuma formosura nEle; nenhuma beleza para que O desejem. Eles têm olhos, mas não veem.

2. Por natureza, os homens estão vinculados à prisão. Eles servem a várias paixões e pra-zeres; eles são conduzidos pelo egoísmo e orgulho, luxúria e paixões; essas coisas os prendem como uma corrente.

3. Por natureza, os homens estão assentados em um cárcere escuro. Eles estão enterra-dos, mas não veem que estão presos; eles não veem sua miséria; eles se sentam; eles não se esforçam para se libertar, mas se sentem contentes e felizes em seu calabouço tene-broso. Oh! almas não convertidas, esta é a imagem de sua condição! Cego, na prisão, satis-feito no calabouço escuro. Você dirá, eu sinto que não; estou contente e feliz. Ah! Isso mos-tra que essa palavra é a verdade: você é cego, você não vê o seu sofrimento? Quando um cego está na escuridão, ele não sente a dor disso. Você está acorrentado; você não luta; você ainda está no cárcere. Muitas vezes pensei que a sua facilidade e contentamento podiam despertá-lo a pensar que nem tudo está bem.

Agora, aprenda, como a mudança vem: “Te darei... para luz dos gentios”. É tudo um dom de Deus. Oh! Temo que poucos entendem isso. Há muitos roubando a Deus de Sua glória, mesmo entre os Cristãos. Quando Deus faz com que o sol se levante, então, a escuridão nada pode fazer. As névoas e nevoeiros não podem reter os raios de sol; assim, quando Deus faz com que Cristo Se levante sobre alma, então há luz. Revelando Cristo, como toda a obra para a alma. Isso desperta, isso vence, isso atrai, isso faz livre, torna santo.

Pergunta: Cristo foi feito erguer-Se sobre a sua alma? Caso não, então você ainda está cego, ainda está em cadeias e no calabouço escuro; você não tem paz, nem santidade. Oh! Busque isso da parte de Deus; clame a Ele para que Cristo possa dar-lhe luz.

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Mas, se Cristo foi feito erguer-Se sobre a sua alma, você é bem-aventurado. Você estava em trevas, mas agora é luz no Senhor. Andai como filhos da luz. Agora, veja Quem fez isso, Lhe dê a glória. É o Senhor. Deus deu Cristo para ser uma luz para a alma. Dê a Ele, e so-mente a Ele a glória. “A minha glória, pois, a outrem não darei”.

1. Não dê o louvor a si mesmo; não diga, “a minha própria sabedoria ou as minhas próprias orações têm me dado isso”. Foi tudo misericórdia imerecida para o principal dos pecadores. “A minha glória, pois, a outrem não darei”.

2. Não dê glória aos ministros. Eles são, muitas vezes, os instrumentos para levar almas a Cristo, mas eles não podem fazer Cristo erguer-Se na alma, mais do que eles podem fazer o sol nascer sobre a terra. Podemos apontar para o sol, embora não possamos fazê-lo subir; assim, você pode apontar para Cristo, mas não pode fazê-lo erguer-Se em sua alma. A obra é de Deus, e Ele terá a glória. Eu acredito que a obra é grandemente prejudicada entre nós pela causa mencionada.

Por fim, peça a Deus para cumprir a Sua palavra, para que Cristo possa ser uma luz para as nações. É tão fácil para Deus fazer Cristo nascer em muitas almas, como sobre uma. Mostre-Lhe que é para a Sua glória que uma nação seja vivificada um dia. Não dê a Ele descanso até que Ele derrame o Espírito em todas as nossas famílias, até que haja um grande clamor por Jesus, e regozijo nEle. Tome a Tua glória, ó Senhor, não a dê a nenhum outro; nem o Teu louvor às imagens de escultura.

São Pedro, 7 de janeiro de 1833.

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2 Coríntios 4

1

Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;

2

Antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade. 3 Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto. 4 Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. 5 Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos por amor de Jesus. 6 Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo. 7 Temos, porém,

este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós.

8

Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.

9

Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; 10 Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos; 11 E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal. 12 De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida. 13 E temos portanto o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também, por isso também falamos. 14 Sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus, e nos apresentará convosco. 15 Porque tudo isto é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus. 16 Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia. 17 Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; 18 Não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se

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