• Nenhum resultado encontrado

grupos de doenças de plantas

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "grupos de doenças de plantas"

Copied!
28
0
0

Texto

(1)

Agrios (2005). Plant Pathology. 5th ed. ISBN-13: 978-0-12-044565-3

grupos de doenças de plantas

I – podridões de orgãos de reserva

II – damping-off

III – podridões de raíz e colo

IV – murchas vasculares

V – manchas, ferrugens, oídios e míldios

VI – viroses, galhas e carvões

(2)

Objetivos

Separar

as

principais

doenças

de frutíferas

e hortícolas

em

grupos

considerando os processos fisiológicos da planta interferidos pelo patógeno e

outras características

Consideraremos os seguintes grupos

• podridões de orgãos de reserva, damping-off e podridões de raíz e colo

• murchas vasculares

• manchas em folhas e frutos e podridões de troncos

• ferrugens

• oídios e míldios

• viroses e procariotos com vetores

(3)

grupos de culturas agrícolas

• abacate, mandioca, cenoura, banana e mamão

• abacaxi, alface, tomate, goiabeira e cenoura

• acerola, alho/cebola, maça, mangueira e brássicas

• cucurbitáceas, videira, acerola, maracujá e morango

• batata, banana, alface, goiabeira e brássicas

• cenoura, mamão, mangueira, alho/cebola e maracujá

• solanáceas (exceto batata e tomate), morango,

cucurbitáceas, maça e videira

grupos de doenças/patógenos

• podridões de orgãos de reserva, damping-off e podridões de raíz e colo

• murchas vasculares

• manchas em folhas e frutos e podridões de troncos

• ferrugens

• oídios e míldios

• viroses e procariotos com vetores

estrutura do Trabalho 2

• cultura agrícola

grupo de doença/patógeno

nomes da doença e patógeno

• lista bibliografia

(ABNT)

(4)

Grupo

Tipo de doença

Processo fisiológico interferido

I

Podridões de orgãos de reserva

Reservas de nutrientes de

tecidos embrionários

II

Morte de plântulas (damping-off)

Tecidos jovens embrionários

III

Podridões de raízes e colo

Absorção de água e elementos

minerais

IV

Murchas vasculares

Transporte de água e elementos

minerais

V

Manchas foliares, míldios, oídios e

ferrugens

Fotossíntese

VI

Carvões, galhas, viroses e

procariotos com vetores

Distribuição e uso de

fotoassimilados

(5)
(6)
(7)
(8)
(9)
(10)
(11)

•manchas foliares

•podridões tronco, ramos e frutos

•oídios, míldios e ferrugens

•viroses e procariotos c/ vetores

•doenças em pós-colheita

(12)

• manchas foliares e podridões de tronco,

ramos e frutos

• oídios, míldios e ferrugens

• viroses e procariotos c/ vetores

• doenças em pós-colheita

Escolher 3 dos 4 grupos listados acima e fazer três trabalhos (1 a 4 alunos) (Trabalhos 4, 5 e 6)

O que fazer? Discutir as medidas de controle recomendadas para essas doenças. Apresentar o trabalho na forma de texto, discutindo o manejo integrado de doenças. Necessariamente citar doenças de folhosas, outras hortícolas, frutíferas e solanáceas. Incluir no texto: nomes de doenças, patógenos e vetores;

ingredientes ativos registrados para controle químico e biológico e indutores de resistência (Agrofit); genótipos resistentes; referências bibliográficas.

(13)

míldios

•oomicetos

•biotróficos

Plasmopara, Peronospora, Pseudoperonospora, Sclerospora

e Bremia

•água livre, alta umidade relativa

(>95%)

e temperaturas

<25

o

C

(14)

patógeno doença (cultura) sobrevivência disseminação infecção manejo

Bremia lactucae alface plantas doentes

oósporos esporângios água ventos bulbos mudas sementes ≤22oC UR>95% água livre

local e época plantio

rotação de culturas

manejo da irrigação

sementes e bulbos sadios

resistência genética

fungicidas

eliminação restos cultura

Peronospora

destructor alho e cebola plantas doentes

bulbos e sementes Peronospora parasitica brássicas Pseudoperonospor a cubensis

cucurbitáceas plantas doentes

Peronosclerospora sorgui milho plantas doentes sementes outros hospedeiros Plasmopara

viticola videira plantas doentes Peronospora

manshurica soja

plantas doentes

sementes pouca importância

(15)
(16)
(17)
(18)

http://blogs.cornell.edu/livegpath/gallery/lettuce/downy-mildew-on-lettuce/

(19)

manejo de míldios

• material propagativo sadio e tratado

• variedades resistentes

• controle químico

• local e época de plantio (condições

ambientais)

• densidade de plantio, manejo da

(20)

oídios

•ascomicetos

•biotróficos

•baixa umidade relativa do ar

(21)

patógeno cultura sobrevivência disseminação infecção manejo

Oidium anacardii

(Erysiphe polygoni) cajueiro

plantas doentes conídios ventos

ótima 28oC

mudas sadias fungicidas

Oidium neolycopersici

Oidiopsis haplophylli tomateiro

10 a 35oC

<60% UR

Oidium mangiferae

(Erysiphe polygoni) mangueira

20 a 25oC 30 a 65% UR mudas sadias resistência genética fungicidas Oidium sp.

(Sphaeroteca macularis) morangueiro 15 a 30oC

Oidium heveae seringueira 13 a 17oC 75 a 80% UR

Oidium sp. feijão 18 a 24oC

50 a 90% UR resistência genética fungicidas

Microsphaera diffusa soja

Oidium monilioides

(Blumeria graminis f. sp. tritici) trigo 15 a 22oC

(22)

manejo de oídios

• material propagativo sadio e tratado

• variedades resistentes

• controle químico

• local e época de plantio (condições

ambientais)

• densidade de plantio, manejo da

(23)

fungicidas para manejo de

míldios

e

oídios

• vários fungicidas (químicos e indutores

de resistência)

• há misturas comerciais de grupos

químicos

• imóveis, mesostêmicos e sistêmicos

• manejo de resistência é necessário para

alguns grupos

(24)

ferrugens

•basidiomicetos

•biotróficos

•água livre

(várias horas de molhamento foliar)

•alta umidade relativa

(>95%)

e

(25)

manejo de manchas foliares, míldios, oídios e ferrugens

• histórico área, local e época cultivo

• material propagativo sadio e tratado

• variedades resistentes

• controle químico

(manejo resistência)

• monitorar patógeno e ambiente

(sistemas de previsão)

• manejo da cultura

(irrigação, poda, densidade)

(26)

• manchas foliares e podridões de tronco,

ramos e frutos

• oídios, míldios e ferrugens

• viroses e procariotos c/ vetores

• doenças em pós-colheita

Trabalho 4 c/ 1 até 4 alunos para entrega no e-disciplinas até 05 janeiro 2021 (23h59)

Discutir as medidas de controle recomendadas para doenças da parte aérea e pós-colheita. Apresentar o

trabalho na forma de texto, discutindo o manejo integrado de doenças. Necessariamente citar doenças de

folhosas, outras hortícolas, frutíferas e solanáceas. Incluir no texto: nomes de doenças, patógenos e vetores; ingredientes ativos registrados para controle químico, biológico e indutores de resistência (Agrofit); genótipos resistentes; referências bibliográficas.

(27)

• Trabalho 4 (até 05 janeiro 2021, e-disciplinas, um a quatro alunos)

• texto com discussão das medidas integradas de controle

recomendadas para doenças parte aérea

• considerar características do hospedeiro, patógeno e do ambiente

• citar doenças de folhosas, outras hortícolas, frutíferas e

solanáceas

• incluir no texto nomes de doenças, patógenos e vetores;

ingredientes ativos registrados para controle químico e biológico

e indutores de resistência (Agrofit)

• genótipos resistentes

(28)

• sejam sucintos, não copiem e colem, discutam as medidas

de controle recomendadas

• sugestão: assistam os vídeos dos links

http://eaulas.usp.br/portal/video.action?idItem=18872

http://eaulas.usp.br/portal/video.action?idItem=15157

http://eaulas.usp.br/portal/video.action?idItem=15236

http://eaulas.usp.br/portal/video.action?idItem=15254

• atentem ao que está sendo solicitado e não discorram

sobre o que não foi solicitado

Referências

Documentos relacionados

As relações hídricas das cultivares de amendoim foram significativamente influenciadas pela a deficiência hídrica, reduzindo o potencial hídrico foliar e o conteúdo relativo de

O segundo Beneficiário será designado pelo Segurado na Proposta de Adesão, podendo ser substituído a qualquer tempo, mediante solicitação formal assinada pelo próprio Segurado, para

• Os municípios provavelmente não utilizam a análise dos dados para orientar o planejamento de suas ações;. • Há grande potencialidade na análise dos micro dados do Sisvan

A etapa de avaliação consta dos seguintes experimentos: Ensaio de Valor de Cultivo e Uso – EVCU (grupos carioca, preto, cores e mulatinho) e Ensaio de Teste de Adaptação Local -

Quando as vias de evacuação horizontais têm se ser protegidas, por exemplo se o seu comprimento for superior a 10 metros, em pisos abaixo do plano de

The study presented here aims to assess the quality of learning that occurred by the introduction of an educational application in the teaching/learning process

Nestes casos, o Fifa Fan Fest irá exibir em tempo real os jogos que serão transmitidos pela TV Globo e tem a obrigação de exibir no mesmo dia os outros jogos gravados.... Nestes

Próximo à desembocadura e seguindo pelo estuário inferior, no estuário médio bem como em grande parte do estuário superior se observa, igualmente, a concentração de areias