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01. Roteiro Atlas - Sistema Urinário

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Academic year: 2021

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SISTEMA URINÁRIO

➢ PRÁTICA 01: RIM

• LÂMINA: RIM (HE) • PROCEDIMENTO

1) Na objetiva 04 diferenciar histologicamente o córtex da região medular.

2) Na objetiva 40 indicar no córtex renal os raios medulares e o labirinto cortical e diferenciar histologicamente um túbulo contorcido proximal de um túbulo contorcido distal.

3) Na objetiva 40 identificar no córtex um corpúsculo renal.

4) Na objetiva 100 indicar lâmina parietal da cápsula de Bowman, espaço de Bowman, glomérulo, célula endotelial dos capilares glomerulares, célula mesangial intraglomerular e podócito.

5) Nas objetivas 40 e 100 identificar na região do córtex as células da mácula densa e as células justaglomerulares.

6) Nas objetivas 40 e 100 identificar na região medular a parte reta do túbulo distal, alça de Henle, ducto coletor e cálice renal menor.

7) Observar as fotomicrografias exibidas nas páginas seguintes e comparar com as imagens observadas no microscópio óptico durante a aula prática.

LÂMINA: RIM (HE)

(Objetiva 10: Aumento 100 X)

Fotomicrografia 01: Nessa fotomicrografia de pequeno aumento observe a linha virtual que separa a

região cortical (RC) da região medular (RM). Uma das principais diferenças entre essas duas regiões renais é a presença de corpúsculos renais (setas) somente na região cortical.

(2)

LÂMINA: RIM (HE) – REGIÃO CORTICAL (Objetiva 10: Aumento 100 X)

Fotomicrografia 02: Observe nessa fotomicrografia de pequeno aumento os corpúsculos renais (CR)

rodeados pelo labirinto cortical. O labirinto cortical é formado pelos diversos cortes de túbulos contorcidos proximais e distais. Os túbulos contorcidos proximais (TCP) possuem o lúmen ocluído e as bordas esgarçadas e os túbulos contorcidos distais (TCD) possuem o lúmen aberto e amplo. A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 03.

(3)

LÂMINA: RIM (HE) – REGIÃO CORTICAL (Objetiva 40: Aumento 400 X)

Fotomicrografia 03: O túbulo contorcido proximal (TCP) é composto por um epitélio simples cúbico cujas

células possuem longas microvilosidades na sua superfície apical (borda em escova) e possuem o lúmen ocluído. O túbulo contorcido distal (TCD) também é revestido por um epitélio cúbico simples, porém as células cúbicas desse epitélio são mais baixas em comparação às células dos túbulos contorcidos proximais e, por isso, seu lúmen se torna mais aberto e amplo. Como os túbulos contorcidos distais são muito mais curtos do que os túbulos contorcidos proximais, qualquer corte do córtex renal irá apresentar muito mais cortes transversais de túbulos contorcidos proximais do que de túbulos contorcidos distais. Observe também nessa fotomicrografia as células pavimentosas (CP) com seus núcleos achatados que formam o epitélio pavimentoso simples da lâmina parietal da cápsula de Bowman. Entre o glomérulo e essa cápsula está o espaço capsular (EC) ou de Bowman onde o filtrado é liberado. A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 04.

(4)

LÂMINA: RIM (HE) – REGIÃO CORTICAL (Objetiva 100: Aumento 1000 X)

Fotomicrografia 04: O glomérulo possui principalmente três tipos de células que podem ser observadas

nessa fotomicrografia. Os podócitos (Pod) que são células envolvidas diretamente com o processo de filtração e que formam a lâmina visceral da cápsula de Bowman. As células mesangiais intraglomerulares (Mes) são responsáveis pela fagocitose de substâncias retidas na membrana basal dos capilares glomerulares durante o processo de filtração. As células endoteliais (End) fazem parte do epitélio de revestimento interno dos capilares glomerulares. É possível observar também as células pavimentosas (CP) da lâmina parietal da cápsula de Bowman e o espaço capsular ou de Bowman (EC).

(5)

LÂMINA: RIM (HE) – REGIÃO CORTICAL (Objetiva 40: Aumento 400 X)

Fotomicrografia 05: Observe os túbulos contorcidos proximais (TCP) com lúmens ocluídos e os túbulos

contorcidos distais (TCD) com lúmens amplos. Observe também o glomérulo (Gl) do corpúsculo renal e, ao lado dele, as células da mácula densa (MD) que são altas, estreitas e com núcleos muito próximos uns dos outros. Em contato com as células da mácula densa (MD), observe as células justaglomerulares (JG). A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 06.

(6)

LÂMINA: RIM (HE) – REGIÃO CORTICAL (Objetiva 100: Aumento 1000 X)

Fotomicrografia 06: Observe um túbulo contorcido proximal (TCP) com lúmen ocluído e dois túbulos

contorcidos distais (TCD) com lúmens amplos. Em um dos túbulos contorcidos distais, observe as células da mácula densa (MD) próximas ao glomérulo (Gl). Em contato com as células da mácula densa (MD) estão as células justaglomerulares (JG). As células da mácula densa (MD), as células justaglomerulares (JG) e as células mesangiais extraglomerulares pertencem do aparelho justaglomerular que participa da regulação da pressão arterial e da taxa de filtração glomerular.

(7)

LÂMINA: RIM (HE) – REGIÃO MEDULAR (Objetiva 40: Aumento 400 X)

Fotomicrografia 07: Em cortes transversais, as alça de Henle (AH) se assemelham a vasos sanguíneos,

no entanto, elas podem ser distinguidos dos vasos pelo fato de seus lumens não conterem glóbulos vermelhos. Já os ductos coletores (DC), mesmo sendo revestidos por epitélio simples cúbico, podem ser diferenciados histologicamente das porções retas do túbulo proximal (PRP) e das porções retas dos túbulos distais (PRD) dos túbulos distais. Os ductos coletores são identificados pela existência de limites laterais evidentes entre suas células cúbicas (setas), limites não evidentes entre as células das porções retas dos túbulos proximais e distais. Os mesmos critérios usados para diferenciar os túbulos contorcidos proximais dos túbulos contorcidos distais são também usados para diferenciar as suas porções retas. Por se tratar da região medular, onde são encontrados os néfrons justamedulares, os capilares sanguíneos observados são os vasos retos (VR).

(8)

LÂMINA: RIM (HE) – REGIÃO PAPILAR (Objetiva 04: Aumento 40 X)

Fotomicrografia 08: Observe nessa fotomicrografia de pequeno aumento a região medular (MR) e, na

região da papila renal, o cálice renal menor (CRMe). Observe também uma artéria segmentar (AS) próxima ao cálice renal menor (CRMe). A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 09.

(9)

LÂMINA: RIM (HE) – REGIÃO PAPILAR (Objetiva 10: Aumento 100 X)

Fotomicrografia 09: Nessa fotomicrografia de maior aumento já é possível observar o epitélio (Ep)

estratificado de transição revestindo o lúmen do cálice renal menor (CRMe). As setas indicam glóbulos vermelhos que foram empurrados para essa região devido ao corte histológico. Observe também a medula renal (MR) e uma artéria segmentar (AS). A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 10.

(10)

LÂMINA: RIM (HE) – REGIÃO PAPILAR (Objetiva 40: Aumento 400 X)

Fotomicrografia 10: Nessa fotomicrografia de grande aumento observe o lúmen do cálice renal menor

(CRMe) revestido pelo epitélio (Ep) estratificado de transição. Observe também o tecido conjuntivo baixo do epitélio (Ep) denominado lâmina própria (LP) com vasos sanguíneos (VS).

(11)

➢ PRÁTICA 02: URETER

• LÂMINA: URETER (HE) • PROCEDIMENTO

1) Nas objetivas 04 e 10 indicar epitélio estratificado de transição, lâmina própria com vasos sanguíneos, túnica muscular dividida em longitudinal interna e circular externa, e túnica adventícia.

2) Na objetiva 40 observar o epitélio de transição e a lâmina própria com vasos sanguíneos. 3) Na objetiva 40 observar a túnica muscular dividida em longitudinal interna e circular externa.

4) Observar os esquemas e as fotomicrografias exibidas nas páginas seguintes e comparar com as imagens observadas no microscópio óptico durante a aula prática.

LÂMINA: URETER (HE) (Objetiva 04: Aumento 40 X)

Fotomicrografia 01: Observe o epitélio (Ep) estratificado de transição do ureter que reveste seu lúmen

(Lu). O tecido conjuntivo também chamado lâmina própria (LP) juntamente com o epitélio (Ep) formam a túnica mucosa. Abaixo da mucosa observe também a túnica muscular (TM). Externamente o ureter é envolvido por uma túnica adventícia (TA) pois ele não é envolvido pelo peritônio. A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 02.

(12)

LÂMINA: URETER (HE) (Objetiva 10: Aumento 100 X)

Fotomicrografia 02: Observe o epitélio (Ep) estratificado de transição do ureter que reveste seu lúmen (Lu)

e a lâmina própria (LP) com muitos vasos sanguíneos (VS) formando a túnica mucosa. A túnica muscular (TM) desse corte histológico não apresenta nitidamente uma longitudinal interna e uma circular externa como descrevem os histologistas. Observe também a túnica adventícia (TA) com alguns vasos sanguíneos.

(13)

➢ PRÁTICA 03: BEXIGA URINÁRIA

• LÂMINA: BEXIGA (HE)

• PROCEDIMENTO

1) Na objetiva 04 indicar epitélio estratificado de transição, lâmina própria com vasos sanguíneos, túnica muscular dividida em longitudinal interna, circular média e longitudinal externa, e túnica adventícia.

2) Na objetiva 40 observar o epitélio de transição e a lâmina própria com vasos sanguíneos.

3) Na objetiva 40 observar na túnica muscular a interface entre a camada longitudinal externa e circular média.

4) Observar os esquemas e as fotomicrografias exibidas nas páginas seguintes e comparar com as imagens observadas no microscópio óptico durante a aula prática.

LÂMINA: BEXIGA (HE) (Objetiva 04: Aumento 40 X)

Fotomicrografia 01: Observe nessa fotomicrografia de pequeno aumento o epitélio (Ep) estratificado de

transição revestindo o lúmen (Lu) e a lâmina própria abaixo com vasos sanguíneos. O epitélio (Ep) e a lâmina própria (LP) formam a túnica mucosa. A túnica muscular da bexiga é dividida em longitudinal interna (LI), circular média (CM) e longitudinal externa (LE). As áreas em destaque estão ampliadas nas fotomicrografias02 e 04.

(14)

LÂMINA: BEXIGA (HE) (Objetiva 10: Aumento 100 X)

Fotomicrografia 02: Observe nessa fotomicrografia de maior aumento a túnica mucosa da bexiga formada

pelo epitélio (Ep) estratificado de transição que reveste o lúmen (Lu) e pela lâmina própria (LP) abaixo com vasos sanguíneos (VS), mas sem glândulas. Observe também que, no campo visual mostrado só é possível observar a camada longitudinal interna (LI) da túnica muscular. A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 03.

(15)

LÂMINA: BEXIGA (HE) (Objetiva 40: Aumento 400 X)

Fotomicrografia 03: Observe nessa fotomicrografia de grande aumento a túnica mucosa formada pelo

epitélio (Ep) estratificado de transição que reveste o lúmen (Lu) e a lâmina própria (LP) formada por tecido conjuntivo denso.

(16)

LÂMINA: BEXIGA (HE) (Objetiva 10: Aumento 100 X)

Fotomicrografia 04: Observe nessa fotomicrografia de maior aumento a interface entre a camada

(17)

LÂMINA: BEXIGA (HE) (Objetiva 40: Aumento 400 X)

Fotomicrografia 05: Essa fotomicrografia de grande aumento mostra a interface entre a camada

longitudinal interna (LI) e a circular média (CM). Observe que as fibras musculares lisas da longitudinal interna (LI) foram cortadas transversalmente e seus núcleos aparecem esféricos. Já as fibras musculares lisas da circular média (CM) foram cortadas longitudinalmente e seus núcleos aparecem alongados.

(18)

➢ PRÁTICA 04: URETRA MASCULINA

• LÂMINA: PÊNIS (HE)

• PROCEDIMENTO

1) Nas objetivas 04 e 10 indicar epitélio estratificado pavimentoso, lâmina própria e o corpo esponjoso com espaços vasculares.

2) Na objetiva 40 observar o epitélio estratificado cilíndrico (ou o estratificado pavimentoso) e a lâmina própria.

3) Observar as fotomicrografias exibidas nas páginas seguintes e comparar com as imagens observadas no microscópio óptico durante a aula prática.

LÂMINA: PÊNIS (HE) - URETRA MASCULINA (Objetiva 04: Aumento 40 X)

Fotomicrografia 01: Observe nessa fotomicrografia de pequeno aumento o epitélio (Ep) da uretra

esponjosa e a lâmina própria abaixo formando a túnica mucosa. Abaixo da mucosa se encontra o corpo esponjoso (CE) que contém vários espaços vasculares (EV) que se enchem de sangue durante a ereção. As glândulas secretoras de muco denominadas glândulas de Littré encontradas na lâmina própria não estão visíveis nessa fotomicrografia. A túnica muscular dessa região da uretra é também de difícil visualização devido a presença dos tecidos eréteis (corpos cavernosos e corpo esponjoso). A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 02.

(19)

LÂMINA: PÊNIS (HE) - URETRA MASCULINA (Objetiva 10: Aumento 100 X)

Fotomicrografia 02: Observe o epitélio (Ep) estratificado cilíndrico que reveste o lúmen (Lu) e abaixo a

lâmina própria (LP) que formam a túnica mucosa dessa região da uretra. Observe também os espaços vasculares (EV) do corpo esponjoso que se enchem de sangue durante a ereção. A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 03.

(20)

LÂMINA: PÊNIS (HE) - URETRA MASCULINA (Objetiva 40: Aumento 400 X)

Fotomicrografia 03: Observe nessa fotomicrografia de grande aumento o epitélio estratificado cilíndrico da

uretra masculina com algumas células cilíndricas (CCi) na superfície desse epitélio. Na lâmina própria (LP) observe a presença de vasos sanguíneos.

(21)

➢ PRÁTICA 05: URETRA FEMININA

• LÂMINA: URETRA FEMININA (HE) • PROCEDIMENTO

1) Nas objetivas 04 e 10 indicar epitélio estratificado pavimentoso, lâmina própria com espaços vasculares análogos aos encontrados no corpo esponjoso ao redor da uretra masculina e túnica muscular.

2) Nas objetiva 40 e 100 observar o epitélio estratificado pavimentoso, lâmina própria e fibras musculares esqueléticas na túnica muscular indicando ser o esfíncter externo da uretra.

3) Observar as fotomicrografias exibidas nas páginas seguintes e comparar com as imagens observadas no microscópio óptico durante a aula prática.

LÂMINA: URETRA FEMININA (HE) (Objetiva 04: Aumento 40 X)

Fotomicrografia 01: Nessa fotomicrografia de pequeno aumento observe o lúmen (Lu) revestido pelo

epitélio (Ep) estratificado pavimentoso e abaixo a lâmina própria (LP) com espaços vasculares (EV) análogos aos espaços vasculares do corpo esponjoso. Observe também a túnica muscular (TM). As glândulas secretoras de muco denominadas glândulas de Littré encontradas na lâmina própria não estão visíveis nessa fotomicrografia. As áreas em destaque estão ampliadas na fotomicrografia 02 e 04.

(22)

LÂMINA: URETRA FEMININA (HE) (Objetiva 10: Aumento 100 X)

Fotomicrografia 02: Observe nessa fotomicrografia de maior aumento o lúmen (Lu) revestido pelo epitélio

(Ep) estratificado pavimentoso e a lâmina própria (LP) com vasos sanguíneos. A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 03.

(23)

LÂMINA: URETRA FEMININA (HE) (Objetiva 40: Aumento 400 X)

Fotomicrografia 03: Observe nessa fotomicrografia de grande aumento o lúmen (Lu) da uretra feminina

revestido pelo epitélio (Ep) epitélio estratificado pavimentoso com algumas células pavimentosas (CP) na superfície desse epitélio. Na lâmina própria (LP) note a presença de capilares sanguíneos (Ca).

(24)

LÂMINA: URETRA FEMININA (HE) (Objetiva 10: Aumento 100 X)

Fotomicrografia 04: Nessa fotomicrografia de maior aumento observe a interface entre a lâmina própria

(25)

LÂMINA: URETRA FEMININA (HE) (Objetiva 40: Aumento 400 X)

Fotomicrografia 05: Nessa fotomicrografia de grande aumento observe que as fibras musculares da túnica

muscular dessa região da uretra feminina são estriadas e, portanto, são fibras musculares esqueléticas. Sendo assim, essa túnica muscular pertence ao esfíncter externo da uretra feminina.

Referências

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