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IMPACTOS AMBIENTAIS SOFRIDOS PELO PARQUE ESTADUAL CACHOEIRA DA FUMAÇA, ALEGRE-ES

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Academic year: 2021

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IMPACTOS AMBIENTAIS SOFRIDOS PELO PARQUE ESTADUAL CACHOEIRA DA

FUMAÇA, ALEGRE-ES

Daiani Bernardo Pirovani

1

, Franciane Lousada Rezende de Oliveira Louzada

1

,

Marcela Silva Lougon

1

, Aderbal Gomes da Silva

1

1

Universidade Federal do Espírito Santo (CCA-UFES), Departamento de Engenharia Florestal, Av. Governador Carlos Linderbeg n°116, Jerônimo Monteir o,ES, [email protected]; [email protected], [email protected], [email protected];

Resumo- Este estudo objetivou a identificação e classificação dos impactos ambientais sofridos pelo Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça, visando identificar as áreas de maior vulnerabilidade aos impactos e propor medidas mitigadoras com vistas à conservação do parque. Todas as atividades desenvolvidas no entorno do parque apresentam algum impacto negativo sobre o meio físico e biótico. Os impactos sofridos pelo meio antrópico em todas as atividades consideradas foram positivos, ou seja, benéficos para este meio. O turismo, por exemplo, apresenta novas possibilidades de exploração econômica pela população, havendo mudança nas formas de vida e aumento de poder aquisitivo. A análise e identificação dos problemas ambientais são tarefas árduas, porém, esse estudo trata-se de uma ferramenta útil no apoio à tomada de decisão, pois através do mesmo foi possível identificar os impactos e os fatores de vulnerabilidade que o Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça tem sofrido.

Palavras-chave:

Avaliação de Impactos Ambientais, Unidades de Conservação

Área do Conhecimento: Ciências Agrárias

Introdução

As Unidades de Conservação (UCs) constituem importantes ferramentas para conservação dos tão ameaçados recursos naturais existentes no planeta. As UCs brasileiras foram instituídas pela Lei Federal nº 9.985 de 18 de Julho de 2000, o que significou um grande avanço na definição das classificações e dos objetivos de manejo destas áreas. Em algumas UCs as atividades de uso público como as recreativas, educativas e de lazer são permitidas com a finalidade de promover a interpretação do meio ambiente, se tornando, deste modo, uma diretriz potencial para conservação dos recursos naturais (Brasil, 2000).

No estado do Espírito Santo, em função das limitações do poder público estadual na gestão dos recursos naturais e das constantes pressões de uso, apenas seis áreas foram declaradas como unidades de conservação estaduais até a década de 80, totalizando 9.351 ha (Valpassos, 1991).

De acordo com IPEMA (2004), a Cachoeira da Fumaça em Alegre passou a ser legalmente protegida como Parque Estadual a partir de 1984. O Parque da Cachoeira da Fumaça é o menor Parque Estadual do Espírito Santo, compreendendo apenas 24,20 ha. Sua principal atração, a queda d’água de 144 m de altura que no seu percurso forma uma cortina de fumaça dando origem ao nome do Parque, não está incluída na pequena extensão territorial da unidade de conservação. O Plano de Manejo considera que as características de tamanho e os atributos naturais da área não justificam o seu

enquadramento como Parque Estadual e propõe a ampliação da área para 302,49 ha com a inclusão da cachoeira dentro de seus limites e reclassificação da categoria de manejo para Monumento Natural, mais compatível com o estabelecido no Sistema Nacional de Unidades de Conservação (IDAF, 2001).

Segundo Knudson (1983), grandes áreas são melhores para a manutenção da diversidade biológica do que áreas pequenas. No entanto, as unidades de conservação em geral, são pequenas e protegem apenas parte de grandes ecossistemas fortemente influenciados por atividades antrópicas.

De acordo com Ribeiro et al (2007), se as atividades permitidas em uma Unidade de Conservação não forem planejadas respeitando as potencialidades e vulnerabilidades do ambiente visitado, podem vir a comprometer os estados de conservação encontrados. Nessas áreas com uso público consolidado, são utilizadas metodologias de avaliação dos impactos do uso, visando à elaboração de estratégias para a implementação das mesmas.

Um determinado quadro ambiental é resultante de processos dinâmicos e interativos que ocorrem entre os diferentes elementos que compõem o meio ambiente. A percepção da qualidade ambiental é determinada pela valoração relativa de cada componente associada às características naturais e antrópicas de cada região. Portanto, a avaliação de qualidade ambiental envolve elementos objetivos e subjetivos.

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As avaliações de impactos ambientais são, segundo Bolea (1984),apud La Rovere (2001), estudos realizados para identificar, prever e interpretar, assim como prevenir, as conseqüências ou efeitos ambientais que determinadas ações, planos, programas ou projetos podem causar à saúde, ao bem estar humano e ao entorno. Estes estudos incluem alternativas à ação ou projeto e pressupõem a participação do público, representando não um instrumento de decisão em si, mas um instrumento de conhecimento a serviço da decisão. Técnicas ou métodos de avaliação de impactos ambientais são instrumentos que visam identificar, avaliar e sintetizar os impactos de um determinado projeto ou programa. A aplicação destes métodos, entretanto, mostra-se limitada pela própria dificuldade de prever a evolução de sistemas tão complexos quanto os ecossistemas.

Este estudo objetivou a identificação e classificação dos impactos ambientais sofridos pelo Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça, visando identificar as áreas de maior vulnerabilidade aos impactos e propor medidas mitigadoras com vistas à conservação do parque. Metodologia

A fim de identificar e investigar os impactos sofridos pelo Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça foi utilizado os métodos de avaliação de impactos ambientais “Check list” e Matriz de Impactos ambientais. Também se fez o uso de outros recursos como fotos aéreas e digitais, visita à área e diálogo com os funcionários do IEMA para obtenção de informações sobre o grau de importância das atividades impactantes presentes no entorno responsáveis pelos principais processos erosivos presentes no parque.

O peso de cada atividade impactante sobre a vulnerabilidade do parque foi obtido por meio do método da matriz de comparação pareada, onde cada fator impactante pode ser medido quantitativamente numa escala de importância. Os valores de importância de cada atividade foram colocados numa matriz de relacionamento, podendo assim haver uma percepção de que há uma hierarquia de importância entre as atividades consideradas. A determinação dos valores de importância fez uso da escala de comparação proposta por Saaty (1977) mostrada na Tabela 1.

Tabela 1: Escala de Comparadores

Fonte: Saaty (1977), apud Rosot (2000) adaptado. O cálculo do peso de cada atividade é obtido dividindo cada elemento pela somatória dos elementos da coluna a que ele pertence e fazendo-se uma média entre as colunas.

Para descrição dos impactos ocasionados pelas atividades, utilizou-se o método “Check list”, onde num esforço multidisciplinar, efetua-se uma listagem dos impactos ocorrentes mais relevantes.

Após identificação dos impactos ambientais que ocorrem na área em estudo, confeccionou-se uma matriz de interação de maneira a classificar os impactos ambientais ocorridos na área do parque. As linhas da matriz correspondem ás atividades impactantes e as colunas aos fatores ambientais ligados aos meios físico, biótico e antrópico, de forma que a partir da intercessão entre linhas e colunas é possível relacionar os impactos de cada ação com o fator ambiental a ser considerado.

Para a classificação qualitativa dos impactos na interação linha/coluna utilizou-se os critérios definidos por Canter (1977), apresentados na Tabela 2.

Tabela 2: Critérios para classificação qualitativa de impactos ambientais

Dentro do critério de valor, um impacto ambiental é classificado como positivo quando uma ação causa melhoria da qualidade de um fator ambiental e negativo quando uma ação causa dano ao fator ambiental.

Valores Importância Mútua

1/9 Extremamente menos importante que 1/7 Muito menos importante que

1/5 Fortemente menos importante que 1/3 Moderadamente menos importante

que

1 Igualmente importante a

3 Moderadamente mais importante que 5 Fortemente mais importante que 7 Muito Fortemente mais importante que 9 Extremamente mais importante que

Critérios Classificação dos Impactos Valor Positivo / Negativo

Ordem Direto /Indireto

Espaço Local / Regional / Estratégico

Tempo Curto prazo / Médio Prazo / Longo prazo

Dinâmica Temporal / Cíclica / Permanente Plástica Reversível / Irreversível

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O impacto ambiental possui ordem direta quando resulta de uma simples ação de causa e efeito e indireta quando é uma reação secundária em relação à ação ou parte de uma cadeia de reações.

Quanto ao critério de espaço, um impacto é local quando a ação impactante subscreve-se ao próprio sítio e suas imediações, regional quando o efeito se propaga por uma área além das imediações do local onde se dá a reação e um impacto é estratégico quando é afetado um componentes ambiental de importância coletiva, nacional ou ainda internacional.

Na classificação do critério de tempo, o impacto é de curto prazo quando o efeito surge na implantação da atividade impactante, médio prazo quando o efeito surge na etapa de exploração da atividade impactante e o impacto é de longo prazo quando o efeito se manifesta na etapa de desativação da atividade.

O critério de dinâmica de um impacto ambiental pode ser classificado como temporário quando o efeito permanece por um tempo determinado após a realização da ação, cíclico quando o efeito se faz sentir em determinados ciclos e permanente quando uma vez executada a ação os efeitos não param de se manifestar num horizonte temporal conhecido.

A plástica de um impacto ambiental é reversível quando uma vez cessada a ação, o fator ambiental retorna as suas condições originais e, irreversível quando as condições originais não retornam, pelo menos nem horizonte de tempo aceitável pelo homem.

Resultados

As atividades identificadas como as principais geradoras de impacto ambiental na área do parque foram agricultura, pecuária, manutenção de estrada e turismo. A representação em valores da importância de cada atividade consta na Tabela 3.

Tabela 3: Matriz de comparação pareada com os valores de importância

A partir da matriz de comparação pareada, com os valores de importância obteve-se o cálculo dos pesos de cada atividade sobre os impactos que ocorrem na área (Tabela 4).

Tabela 4: Pesos de cada atividade impactante.

Atividades Pesos estatísticos

Turismo 0, 0553

Agricultura 0, 1175

Pecuária 0, 2622

Estrada 0, 5650

Todas as atividades apresentam algum impacto negativo sobre os meios físico e biótico do parque.

A manutenção da estrada sobre os recursos hídricos gera um impacto de turbidez e assoreamento de valor negativo, pois a deposição de sedimentos nos cursos d’água vinda dos processos de erosão que ocorrem na estrada age negativamente sobre os recursos hídricos, alterando os cursos normais. Estes impactos foram classificados como indiretos porque ocorrem em segunda ordem, dependendo do processo de erosão. São classificados como de espaço regional porque a qualidade dos recursos hídricos dentro do parque irá influenciar outros trechos da bacia hidrográfica. A turbidez foi classificada como temporária porque após cessado o período de chuvas e os processos erosivos, a água retorna às suas condições naturais, enquanto que o assoreamento foi classificado como permanente pois uma vez cessado os processos erosivos, o rio não retorna as suas condições sozinho, é necessário a intervenção humana para recuperação desses cursos d’água. No momento em que se identifica a ocorrência de processos erosivos, carreando sedimentos, logo se visualiza a turbidez no rio, por isso esse impacto foi classificado como de curto prazo. O assoreamento foi classificado como médio prazo porque é necessário um tempo maior de deposição de sedimentos, visto que o rio vai ser assoreado aos poucos. A plástica do assoreamento foi classificada como irreversível, pois o rio não retornará sozinho às suas condições normais em um horizonte de tempo aceitável pelo homem, já a turbidez possui plástica reversível, pois as condições dos cursos d’água retornam ao normal em curto espaço de tempo.

Os impactos sofridos pelo meio antrópico em todas as atividades consideradas foram positivos, ou seja, benéficos para este meio. O turismo, por exemplo, apresenta novas possibilidades de exploração econômica pela população, havendo mudança nas formas de vida e aumento de poder aquisitivo. Tais impactos do turismo são de origem indireta porque dependem da exploração de outras atividades por parte da população para que tirem o benefício advindo do turismo. Quanto ao espaço são classificados como regional visto que não só a população que vive nas proximidades do

Valores Turismo Agricultura Pecuária Estrada

Turismo 1 1/3 1/5 1/7

Agricultura 3 1 1/3 1/5

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parque, mas também a de toda a região podem mudar as suas formas de vida e aumentar seu poder aquisitivo explorando a atividade do turismo. Tais impactos são cíclicos visto que atividade de turismo possui maior ocorrência em determinada época do ano, no caso o verão, diminuindo no período do inverno e retornando novamente no próximo verão, fazendo se sentir seus benefícios em ciclos. A mudança nas formas de vida da população se dá em curto prazo, enquanto o aumento de poder aquisitivo ocorre em médio prazo considerando um período de retorno da atividade. A plástica desses impactos é reversível porque uma vez cessada a atividade de turismo no parque, a população não obterá mais os benefícios da atividade.

Discussão

Ao definir o turismo como a atividade de menor importância considerou-se que os impactos decorrentes dessa atividade apresentam uma certa sazonalidade, ocorrendo com maior frequência em determinada época do ano, porém, a estreita relação entre o turismo e a qualidade do meio ambiente faz com que os impactos ambientais negativos deste empreendimento causem a degradação do mesmo ambiente, do qual depende o êxito deste projeto, reduzindo os seus benefícios. A principal medida preventiva aos impactos ambientais negativos do turismo é o bom planejamento. Nesta fase, deve-se avaliar todos os componentes de um projeto turístico, seus impactos e o conjunto de ações que devem ser adotadas para a condução adequada do mesmo em relação ao meio ambiente. Todos os planos devem estar associados à visão de sustentabilidade do projeto turístico, em relação ao meio ambiente do local de desenvolvimento do projeto.

As atividades de agricultura exisitentes no entorno do parque, ficou em segundo lugar na escala de comparadores, pois se comparado com o turismo, seu impacto no ambiente pode ser considerado maior devido à sua intensidade e periodicidade. Na atividade de agricultura vizinha ao parque, métodos de cultivo inadequado causam impactos negativos ao meio ambiente. A intensa substituição dos ecossistemas naturais por sistemas artificiais de uso do solo para a produção vegetal altera e desagrega estes ecossistemas, assim sendo, deve-se buscar formas de minimizar os impactos ambientais negativos desta atividade.O solo é a base da produção vegetal e sua proteção é fundamental para mantê-la. Portanto, o combate à erosão, à salinização e a conseqüente perda de fertilidade deve buscar formas de minimizar os impactos ambientais negativos da agricultura. A adoção de práticas

conservacionistas no manejo dos solos é, sem dúvida, a maior arma do agricultor para atenuar as perdas de fertilidade do solo, que juntamente com a escolha adequada das culturas em relação às características ambientais da propriedade, são as ferramentas básicas para o desenvolvimento agrícola sustentável.

A pecuária ficou em terceiro lugar na escala de importância pelo fato da maior parte da área vizinha ao parque ser ocupada por esta atividade que muitas vezes faz o uso de prática de queimada. O superpastejo das áreas vizinhas ao parque intensifica a compactação do solo favorecendo o processo de erosão que se estende até as áreas do parque. Várias são as medidas que podem ser adotadas no sentido de atenuar os impactos negativos da produção animal, sendo que muitas delas já foram abordadas na atividade anteriormente citada, especialmente as que dizem respeito à proteção dos solos.Especialmente quanto à produção animal extensiva, pode-se destacar a necessidade de controlar a pressão dos animais sobre as áreas de pasto e ecossistemas naturais da propriedade, mediante a adoção das seguintes medidas

A manutenção da estrada foi considerado o fator de maior importância para ocorrência de impactos visto que, entre os demais fatores relacionados este é o único que se encontra dentro da área do parque e ainda por apresentar sérios agravantes como a falta de um sistema de drenagem, erodindo grande parte do parque. A estrada rural possui uma gama de impactos negativos. Na ocasião de chuvas sofre acentuada erosão, tornando-se intransitável e gerando danos às terras do parque. Esta erosão acarreta danos à vegetação e às águas superficiais pelo deslizamento de encostas e sedimentação dos corpos d’água. As medidas que devem ser adotadas com maior poder de atenuação dos impactos ambientais negativos da manutenção de uma estrada, devem evidenciar as melhores condições para evitar ou minimizar estes impactos sobre os recursos naturais.

Conclusão

análise e identificação dos problemas ambientais são tarefas árduas, porém, esse estudo trata-se de uma ferramenta útil no apoio à tomada de decisão, pois através do mesmo foi possível identificar os impactos e os fatores de vulnerabilidade que o Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça tem sofrido.

Conclui-se com esse trabalho que a manutenção da estrada é o fator que mais acarreta impactos no parque, seguida de pecuária e agricultura e por último o turismo. Tais impactos relacionam-se tanto ao meio físico e biótico quanto

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meio antrópico, sendo que neste último, os impactos ocorridos apresentaram valores positivos.

Através desse estudo torna-se possível reconhecer as atividades de maior impacto ambiental e desenvolver medidas mitigadoras e potencializadoras para garantir a sustentabilidade do Parque.

Referências

- BRASIL. LEI N° 9.985, de 18 de Julho de 2000. Regulamenta o art. 225, § 1º, incisos I, II, III, e VII da Constituição Federal, institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza e dá outras providências.

- Canter, L. W. Environmental impact assessment. New York: McGraw-Hill Book, 1977. 331 p. (Series in Water Resources and Environment Engineering).

- Instituto de Pesquisas da Mata Atlântica – IPEMA. Conservação da Mata Atlântica no Estado do Espírito Santo: Cobertura florestal, unidades de conservação e fauna ameaçada (Programa Centros para a Conservação da Biodiversidade – Conservação Internacional do Brasil) / IPEMA. _ Vitória-ES : IPEMA, 2004. - IDAF. Plano de manejo do Parque Estadual Cachoeira da Fumaça. Versão resumida. MMA. FNMA. 42p, 2001.

Instituto Estadual de Meio Ambiente – IEMA. Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente do Espírito Santo, 2008

- KNUDSON, D. M. Reservas Florestais do Espírito Santo: observações e recomendações preliminares. Vitória: Fundação Ceciliano Abel de Almeida, 1983.

- La Rovere, Emilio Lèbre. Instrumentos de planejamento e gestão ambiental para a Amazônia, cerrado e pantanal : demandas e propostas : metodologia de avaliação de impacto ambiental / Brasília : Ed. IBAMA, 2001. - RIBEIRO, E. M. S.; RAMOS, E. M. N. F.; SILVA, J. S. B. Impactos ambientais causados pelo uso público em áreas naturais do parque Estadual de dois Irmãos, Recife-PE. Revista Brasileira de Biociências, Porto Alegre, v. 5, supl. 1, p. 72-74, jul. 2007.

- SAATY, T.L. How to make a decision: The analytic Hierarchy Process. European journal of Operational Research, 48 p. 1977.

- VALPASSOS, E. R. M.. Identificação de Novas Unidades de Conservação no Estado do Espírito Santo utilizando o Sistema de Análise Geo-Ambiental-SAGA. Dissertação (Mestrado em Ciências Florestais). Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais, Universidade de Viçosa. Minas Gerais. Brasil, 1991.

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