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TRILHA DA APRENDIZAGEM. 7º ano

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TRILHA DA

APRENDIZAGEM

(2)

MATEMÁTICA

 NAS ATIVIDADES A SEGUIR, MARQUE A ÚNICA ALTERNATIVA CORRETA.

01. Observe o segmento da reta numérica. Ele está dividido em 10 partes iguais.

De acordo com a figura, o número correspondente ao ponto assinalado pela seta é:

a) 0,11. b) 0,9. c) 1. d) 10.

02. Dois números inteiros, um positivo e outro negativo, têm como produto -12 e como soma +4. Quais são esses dois números?

a) 4 e -3 b) -6 e 2 c) -4 e 3 d) 6 e -2

03. Observe a reta a seguir, na qual as letras representam números inteiros. Dada a sequência (3; 4; - 2; - 4), assinale a sequência de letras correspondente:

a) B, C, G, E b) B, C, F, H c) C, B, F, H d) C, B, G, E

04. Uma sorveteria só abre nos fins de semana. Durante o mês de janeiro, que teve 4 sábados e 5 domingos, ela teve lucro de R$ 250,00 em cada domingo e prejuízo de R$ 120,00 em um sábado. Nos outros três sábados, ela lucrou R$ 180,00 em cada um. Qual foi o resultado ao final do mês de janeiro?

a) Lucro de R$ 1.670,00. b) Lucro de R$ 1.790,00.

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05. Aline está no 7º ano e é considerada muito inteligente pelas colegas e professores. A professora de Matemática convidou Aline para identificar a questão que estava incorreta em uma listagem de exercícios. Verifique as questões analisadas por ela e também descubra a alternativa que foi resolvida de forma incorreta:

a) (+9) · (+6) = +54 b) (-8) · (+5) = -40

c) (-7) · (-5) = +35 d) (-3) · (-5) = -15

06. Em linha reta, qual a distância entre um ponto de altitude 720 metros e um ponto de profundidade 150 metros.

a) 870 m b) 570 m c) 0 m d) 970 m

07. Dois números inteiros, um positivo e outro negativo, têm como produto -12 e como soma +4. Quais são esses dois números?

a) 4 e -3 b) -6 e 2 c) -4 e 3 d) 6 e -2 08. Qual o resultado de 1 : 1 5 2             ? a) 4 7  b) 12 7  c) 9 10  d) 2 5  MATEMÁTICA (2)

O CONJUNTO DOS NÚMEROS RACIONAIS (ℚ)

Chama-se número racional todo número que pode ser escrito em forma de fração. Vejamos alguns exemplos de números racionais:

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a) as frações positivas e negativas: 5, 1, 5, 1 7 3 7 3

   

b) os números naturais e inteiros: 0 0, 6 6, 4 4, 15 15

1 1 1 1

     

c) os números decimais exatos e periódicos: 2,5 25; 1,37 137; 0,777... 7

10 100 9

    

Observações:

1. O conjunto dos números racionais é infinito.

2. Os números racionais positivos podem ser escritos sem o sinal de +. Por exemplo:

3 3 7 7

  .

3. O módulo é a distância do número até o zero. Praticamente, o módulo é o número racional sem o sinal. Veja os exemplos:

3 3 7 7

  2 2

5 5

 

4. Os números racionais com o mesmo módulo e sinais diferentes são chamados de números opostos ou simétricos. Veja os exemplos:

3 8

 e 3

8

 são números opostos 1

2

 e 1

2

 são números opostos

5. A indicação de uma divisão pode ser feita por meio de uma fração. Veja os exemplos:  ( 3) : ( 5) 3 5      ( 8) : ( 7) 8 7    

6. Para transformar uma fração em número decimal, basta dividir o numerador pelo denominador. Veja os exemplos:

Dízima periódica

as duas barras indicam o módulo

Lembre-se da regra de sinais da divisão!

SINAIS IGUAIS  RESULTADO POSITIVO

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a) 7 3,5 2  b) 4 0,8 5    c) 1 0,333... 3 

Para transformar um decimal exato em fração:

 No numerador colocamos o número sem a vírgula.

 No denominador colocamos 10, 100, 1000... (de acordo com o número de casas decimais dele). Exemplos: 2,7 27 10  1,34 134 100    5,107 5107 1000 

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HISTÓRIA

REALIDADES OPOSTAS EM SOLO QUE HOJE CHAMAMOS DE BRASIL

O contato entre portugueses e indígenas brasileiros à partir do final do Século XV é marcada por uma surpresa inicial, com dois povos totalmente distintos em cultura, política e estrutura social experimentando um convívio até aquele momento jamais imaginado. Da surpresa inicial passa-se a imposição cultural preconceituosa daqueles que se julgavam superiores e termina com uma violenta opressão. Ao longo dos anos, a imposição cultural do europeu foi se solidificando no Brasil como cultura primordial, tratando as demais formas culturais com desdém e em condições de inferioridade. Segundo o autor Daniel Munduruku, indígena brasileiro com graduação em Filosofia, História, Psicologia e Antropologia Social, o preconceito contra os nativos brasileiros nos dias atuais inicia-se quando os caracterizamos com o termo “Índios”. Segundo Munduruku, este termo é um apelido preconceituoso imposto pelos europeus e que o termo correto a ser usado é “indígena”, que significa “aquele que pertence ao lugar”.

Quando os portugueses chegaram ao território que chamamos de Brasil no ano de 1.500 d.C, existiam aproximadamente de 3 a 5 milhões de nativos habitando essas terras, distribuídas em cerca de mil povos distintos, falando mais de mil idiomas diferentes. Portanto, temos que parar de tratar o indígena brasileiro como um povo homogêneo e único.

O primeiro contato de europeus com indígenas brasileiros foi maior com os representantes dos Tupis, pois estes habitavam quase toda a costa brasileira, local em que os portugueses se fixaram nos primeiros anos de colonização. A grande parte das aldeias deste povo eram organizadas em círculos ou fileiras, vivendo sob o controle de uma espécie de conselho, onde os guerreiros mais vitoriosos tinham maior direito de participação.

A visão de mundo sob a ótica cristã ocidental dos portugueses, onde se professava a crença num único Deus, com valores morais rígidos no que diz respeito

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a vestimentas, casamento e relacionamentos, entrou em um contraste profundo ao deparar-se com homens e mulheres de pele morena, nus ou seminus, com comportamento sexual diferente do que pregava a fé cristã, vivendo num ambiente onde a própria natureza era um enorme desafio aos europeus recém chegados. Um grande exemplo de contraste que foi constatado entre os diferentes povos, deu-se quando os portugueses descobriram que algumas tribos dos Tupis praticavam rituais de antropofagia (alimentar-se de carne humana) e que dentro de sua cultura, ter sua carne devorada após uma guerra era um final digno aos grandes guerreiros, uma vez que os indígenas acreditavam que a força e o espírito do devorado passariam a residir naquele que o devora.

Diferentemente do que ocorrera na América Espanhola, os europeus não encontraram metais preciosos na costa brasileira nos primeiros anos de expedição, entretanto, ao explorarem a Mata Atlântica brasileira, descobriram uma árvore cuja madeira era matéria-prima da tinta vermelha, muito valiosa na Europa e extremamente lucrativa. O pau-brasil, como era conhecido, tornou-se monopólio da Coroa Portuguesa, que utilizava a mão de obra indígena em um sistema de escambo. Os nativos cortavam e transportavam a madeira até os navios e em troca recebiam pequenos utensílios, como espelhos, canivetes, peças de tecido, coisas sem valor aos europeus mas que eram desconhecidas aos nativos. Bastava saber até quando essa aparente ingenuidade indígena iria perdurar.

A RESISTÊNCIA INDÍGENA

A convivência pacífica entre portugueses e indígenas, pautadas na troca de conhecimentos culturais e relações sociais de exploração, como o escambo, resistiram somente até o momento em que os europeus decidiram escravizar os nativos da terra. Buscando impor suas vontades através da força bruta, violência e armas de fogo, os lusitanos (portugueses) saquearam aldeias, sequestrando pessoas e obrigando-os a trabalhar nas lavouras. Apesar da defesa dos clérigos e religiosos católicos que condenavam a escravidão indígena, os portugueses tinham autorização da Coroa em escravizar aquele que se enquadrasse em Guerra Justa, que no caso eram quem se recusasse a se converter ao cristianismo. Existia neste

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momento uma barreira cultural muito importante na resistência dos nativos em trabalhar nas lavouras; primeiramente, a grande maioria das tribos não entendia a necessidade de produzir mais do que precisavam para suprir suas necessidades e finalmente, em alguns casos, indígenas do sexo masculino não aceitavam trabalhar nas lavouras por entenderam que seria uma tarefa exclusivamente feminina, pois assim era feito em suas aldeias.

Um dos grandes exemplos de resistência indígena organizada contra os portugueses ocorreu no atual estado do Rio de Janeiro, onde aldeias da etnia Tupinambá, envolvendo os Tupiniquim, Aimoré e Temiminó, uniram forças para resistir ao domínio de Portugal, no que ficou conhecido como Confederação dos Tamoios. Estes nativos aliaram-se os franceses, que invadiram a Baía de Guanabara no ano 1.555, permanecendo no local até 1.567, fundando o que foi chamado de França Antártica. Sua intenção era explorar o pau-brasil, tomando a região de Portugal. Uma guerra foi iniciada com tropas portuguesas buscando expulsar os franceses, mas tiveram dificuldades maiores pois tiveram que enfrentar milhares de nativos Tupinambá que não aceitavam o domínio português. Somente após Portugal enviar Estácio de Sá comandando reforços, os franceses foram expulsos do Rio de Janeiro e os Tupinambá foram massacrados.

Apesar da organização política e militar que foi a Confederação dos Tamoios, outras formas de resistências mais simples puderam ser vistas no Brasil Colonial. Muitos indígenas defendiam suas aldeias com suas armas em condição de guerra, outros simplesmente fugiam, buscando viver no interior do Brasil, onde os portugueses ainda não tinham chegado e, outros, em ato final de resistência, tiravam a própria vida.

ATIVIDADES

1) De acordo com o texto, o choque de culturas tão diferentes como eram dos portugueses e dos indígenas brasileiros, trouxe além de surpresa uma imposição de uma cultura sobre a outra. Na sua opinião, ainda hoje existem na sociedade global, sociedades que tentam impor suas características culturais sobre as demais? Justifique.

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2) Em 1986, o músico Renato Russo, líder da banda Legião Urbana, compôs a canção Índios, lançada no álbum Dois da banda pela gravadora Sony Music. Análise alguns trechos da letra e responda:

Quem me dera ao menos uma vez Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem Conseguiu me convencer que era prova de amizade

Se alguém levasse embora até o que eu não tinha

Quem me dera ao menos uma vez Esquecer que acreditei que era por brincadeira Que se cortava sempre um pano de chão

De linho nobre e pura seda Quem me dera ao menos uma vez

Explicar o que ninguém consegue entender Que o que aconteceu ainda está por vir E o futuro não é mais como era antigamente

Quem me dera ao menos uma vez

Provar que quem tem mais do que precisa ter Quase sempre se convence que não tem o bastante

Fala demais por não ter nada a dizer Quem me dera ao menos uma vez

Que o mais simples fosse visto Como o mais importante

Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente Quem me dera ao menos uma vez

Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três E esse mesmo Deus foi morto por vocês Sua maldade, então, deixaram Deus tão triste [...]

(MANFREDINI, Renato. 1986)

a) Por que na primeira estrofe citada, o eu-lírico parece tão chateado?

b) O que você entendeu na frase “Mas nos deram espelhos e vimos um mundo

doente”?

c) Na sua opinião, o que autor quis dizer na última estrofe citada?

3)

PESQUISA

Foi enorme o impacto da colonização portuguesa sobre as culturas e populações nativas do Brasil. Os indígenas foram, pouco a pouco, perdendo sua identidade tradicional. E, mais grave, foram perdendo a vida, seja por massacres, seja em consequência de epidemias. A população indígena do Brasil atual não chega a 10% do que era em 1500.

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a) Pesquise sobre 2 episódios no qual ocorreu o massacre de populações indígenas em nosso país. Você pode escolher fatos que ocorreram desde o período colonial até os dias de hoje. Em casa, acesse a página eletrônica da Fundação Nacional do Índio (Funai), funda da em 1967, e pesquise o motivo pelo qual esse órgão foi criado e sobre a sua função atual no Brasil. Disponível em: < www.funai.gov.br >. Acesso em: 24 out 2018.

Criança da etnia kaiapó, da aldeia Moycaraco. Terra Indigena Kaiapo. São Félix do Xingu, Pará. Fotografia de 2016.

ATIVIDADES 1 - Sobre as danças de salão, faça o que se pede:

a) Relacione as modalidades de dança de salão que você conhece

b) Você já praticou alguma modalidade de dança de salão? Qual? Em que situação?

c) Você já assistiu a exibição de alguma apresentação de dança de salão? Onde?

2- Agora releia as informações da história do Forró apresentadas na sessão anterior e responda:

a) Você considera que a dança é uma prática corporal acessível para todos?

b) Você já realizou práticas de dança de salão na sua escola? Gostaria?

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d) Você conhece alguma música/cantor/banda de forró? Se não conhece hora de pesquisar. Escreva quais você conhece ou pesquisou.

e) Agora transcreva a letra da música escolhida/pesquisada e registre em uma frase a mensagem que ela apresenta.

3 - Observe a figura apresentada. Ela é um diagrama de um dos passos básicos do Forró.

Agora é o momento de soltar o corpo e usar sua criatividade.

A partir da música

escolhida/pesquisada na sessão anterior e da representação do passo básico, crie uma coreografia bem animada.

E para verificar seu condicionamento físico tente medir o número de batidas por minuto do seu coração antes e depois de 10 minutos de execução da coreografia. Registre o que encontrou.

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LÍNGUA INGLESA

Read the text below and do exercises. (Leia o texto abaixo e faça os exercícios.)

01) Na história em quadrinhos, todas as meninas, ao encontrar

Snoopy, fazem a mesma coisa. Que coisa é essa? Responda em

português.

___________________________________________________________

___________________________________________________________

02) Match the columns below. (Relacione as colunas abaixo.)

a) Charles Schulz

b) Peanuts

c) Snoopy

( ) is the name of the comic strip.

( ) is the name of the dog.

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03) Complete the following sentences. Use the expressions from the

box below (Complete as seguintes frases. Use as expressões do Quadro

abaixo.)

“How’s the boy?

“the boy”

“Rats!”

“Hi, Snoopy”

a) “Hello, Snoopy” is equivalent to ____________________.

b) “How are you today?” is equivalent to ____________________.

c) “Tiger” and ____________________ refer to “Snoopy”.

d) The exclamation ____________________ expresses irritation.

04) Match the columns below. (Relacione as colunas abaixo.)

a) Como Snoopy é chamado por uma das meninas?

b) Como Snoopy gostaria de ser chamado?

( ) “Sugar-lips”.

( ) “Tiger”.

05) Focus on the following panels and mark the correct item that

completes each sentence below. (Observe as seguintes partes da tirinha

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a) “Rats!” is an example of

( ) formal language

( ) informal language

b) Snoopy is

( ) excited.

( ) frustrated.

CIÊNCIAS

Temperatura e Calor

 O que você pode interpretar sobre a imagem?  Qual a relação do termômetro com a imagem?

 Quantos graus celsius poderíamos relacionar a um dia quente?  Qual a função do termômetro?

 O que o termômetro mede? (temperatura ou calor).

Vídeo complementar:

Temperatura e calor – Ciências – 7º ano – Ensino Fundamental https://www.youtube.com/watch?v=JCrS9TSgrtw

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Calor – É uma forma de energia, chamada energia em trânsito, ou seja, não pertence a um corpo ou a um ser, está sempre fluindo entre os corpos, desde que entre eles exista uma diferença de temperatura. Assim não é possível encontrar um sistema onde não exista calor, o que podemos ter é um sistema em equilíbrio térmico (mesma temperatura), onde o calor não flui entre os corpos.

Temperatura – As partículas que formam os corpos, átomos, moléculas e íons, estão em constante movimento dentro destes corpos, chamando essa

movimentação de agitação, podemos afirmar que a temperatura indica o quanto as “partículas” que formam aquela substância estão agitadas. Sendo assim uma alta temperatura indica um elevado grau de agitação (muito movimento) e uma baixa temperatura indica um baixo grau de agitação (pouco movimento).

Quente e Frio – É comum associarmos quente com muito calor e o frio a uma ausência de calor, mas na verdade quente e frio são apenas sensações que dependem de uma comparação entre as temperaturas de dois sistemas. Assim quente e frio não se relaciona com calor e sim com temperatura. Por exemplo, se uma pessoa encontra-se com a mão encostada em gelo fundente à temperatura de 0°C e coloca sua mão em água à temperatura de 40°C terá a sensação que esta água está muito quente. Mas se esta pessoa estiver com a mão em água a 30°C e coloca em água a 40°C dificilmente achará que esta água está muito quente.

Equilíbrio térmico: O equilíbrio térmico de um sistema é atingido quando todos seus constituintes atingem o mesmo valor de temperatura e não existe troca de calor entre eles.

Esse princípio é a base do funcionamento de todos os termômetros. Você já reparou que para medir a temperatura de uma pessoa coloca-se o termômetro e espera-se um tempo? Esse tempo é necessário para que o equilíbrio térmico entre seu corpo e o termômetro seja atingido, de modo que a temperatura que ele mostra seja igual à da pessoa. Isso vale para a medição da temperatura de qualquer substância (sólido, líquido ou gás) com qualquer tipo de termômetro; é preciso esperar que o sistema entre em equilíbrio térmico antes de fazer a leitura da temperatura.

Medindo Temperaturas  Escala Celsius

 Escala Fahrenheit  Escala Kelvin

Escalas termométricas

Os termômetros comuns indicam a temperatura pela altura de líquido interno em relação a uma escala pré-definida e bem calibrada.

A calibração se dá a partir de pontos de referência, normalmente o ponto de fusão (congelamento) e o ponto de ebulição da água, respectivamente 0°C e 100°C.

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As três escalas mais usadas para a temperatura são o grau Celsius (°C), grau Fahrenheit (°F) e Kelvin (assim mesmo, sem o grau como as outras duas escalas). Na tabela abaixo é possível comparar os valores dos pontos de fusão e de ebulição da água nas três escalas.

Exercícios Complementares

1) Assinale a alternativa que define de forma correta o que é temperatura:

(a) É a energia que se transmite de um corpo a outro em virtude de uma diferença de temperatura.

(b) Uma grandeza associada ao grau de agitação das partículas que compõe um corpo, quanto mais agitadas as partículas de um corpo, menor será sua temperatura.

(c) Energia térmica em trânsito. (d) É uma forma de calor.

(e) Uma grandeza associada ao grau de agitação das partículas que compõe um corpo, quanto mais agitadas as partículas de um corpo, maior será sua temperatura.

2) Assinale a alternativa que define corretamente calor.

(a) Trata-se de um sinônimo de temperatura em um sistema. (b) É uma forma de energia contida nos sistemas.

(c) É uma energia de trânsito, de um sistema a outro, devido à diferença de temperatura entre eles.

(d) É uma forma de energia superabundante nos corpos quentes.

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3) Uma garrafa de vidro e uma lata de alumínio, cada uma contendo 330 mL de refrigerante, são mantidas em um refrigerador pelo mesmo longo período de tempo. Ao retirá-las do refrigerador com as mãos desprotegidas, tem-se a sensação de que a lata está mais fria que a garrafa.

É correto afirmar que:

a) a lata está realmente mais fria, pois a capacidade calorífica da garrafa é maior que a da lata.

b) a lata está de fato menos fria que a garrafa, pois o vidro possui condutividade menor que o alumínio.

c) a garrafa e a lata estão à mesma temperatura, possuem a mesma condutividade térmica, e a sensação deve-se à diferença nos calores específicos.

d) a garrafa e a lata estão à mesma temperatura, e a sensação é devida ao fato de a condutividade térmica do alumínio ser maior que a do vidro.

e) a garrafa e a lata estão à mesma temperatura, e a sensação é devida ao fato de a condutividade térmica do vidro ser maior que a do alumínio.

4) No século XVII, uma das interpretações para a natureza do calor considerava-o

um fluido imponderável que preenchia os espaços entre os átomos dos corpos quentes. Essa interpretação explicava corretamente alguns fenômenos, porém, falhava em outros. Isso motivou a proposição de uma outra interpretação, que teve origem em trabalhos de Mayer, Rumford e Joule, entre outros pesquisadores.

Com relação aos conceitos de temperatura, calor e trabalho atualmente aceitos pela Física, avalie as seguintes afirmativas:

I. Temperatura e calor representam o mesmo conceito físico.

II. Calor e trabalho estão relacionados com transferência de energia.

III. A temperatura de um gás está relacionada com a energia cinética de agitação de suas moléculas.

Assinale a alternativa correta.

a) Somente as afirmativas II e III são verdadeiras. b) Somente a afirmativa I é verdadeira.

c) Somente a afirmativa II é verdadeira. d) Somente a afirmativa III é verdadeira.

e) Somente as afirmativas I e II são verdadeiras.

GEOGRAFIA

Subdivisões regionais do Nordeste

Levando-se em conta, principalmente, as características do clima e da vegetação original, a Região Nordeste pode ser dividida em quatro sub-regiões: Zona da Mata, Agreste, Sertão e Meio-Norte. Essas sub-regiões também apresentam

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diferenças quanto às atividades econômicas desenvolvidas. Observe essa regionalização no mapa a seguir.

Além das atividades econômicas, em geral, o modo de vida das pessoas também apresenta diferenças em cada uma dessas sub-regiões, como estudaremos nas páginas a seguir.

A ZONA DA MATA

A faixa litorânea dos estados da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte é denominada Zona da Mata, porque, originalmente, era recoberta pela Mata Atlântica. Nessa área, intensamente explorada, os cultivos de cana-de-açúcar — base da economia colonial e ainda hoje presentes nas paisagens — substituíram a vegetação nativa, da qual já havia sido retirado quase todo o pau-brasil existente no território.

Também contribuiu para a devastação da Mata Atlântica nessa sub-região o fato de nela terem sido estabelecidos povoamentos que deram origem a importantes

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cidades, que se transformaram nas capitais dos estados acima citados. Trata-se da mais populosa das sub-regiões nordestinas. Além disso, a exploração recente de petróleo em campos terrestres (on shore), que ocorre principalmente na Bahia, no Rio Grande do Norte e em Sergipe, intensifica o desmatamento.

O relevo da Zona da Mata é constituído especialmente de planícies e tabuleiros litorâneos — forma de relevo que apresenta topo plano e vertentes abruptas. É principalmente sobre eles que as atividades agrícolas se desenvolvem. O clima da sub-região é tropical litorâneo, com períodos chuvosos entre abril e julho e média de temperatura anual entre 24 °C e 26 °C.

Nos últimos anos, o Nordeste vem enfrentando recordes de déficits hídricos, que vêm impactando até mesmo áreas da Zona da Mata, com rios que chegavam a transbordar nas margens e hoje apresentam apenas alguns bolsões de água.

Plantação de cana-de-açúcar na área de Zona da Mata em Messias, AL (2015).

O AGRESTE

O Agreste nordestino constitui uma faixa de transição entre a Zona da Mata — com predominância da Mata Atlântica — e o Sertão, onde há o predomínio da Caatinga. Abrange partes dos estados de Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia.

Essa sub-região se caracteriza pelo clima tropical, apresentando, como consequência de sua localização geográfica, maior umidade nas proximidades da Zona da Mata e ocorrência de áreas mais secas, características do Sertão.

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O Planalto da Borborema abrange a porção norte do Agreste. Em sua face leste, estão situadas as áreas mais úmidas, com características da Zona da Mata. Na porção oeste, há predomínio das áreas secas. As altitudes elevadas contribuem para a ocorrência de médias de temperaturas mais baixas.

A vegetação encontrada no Agreste nordestino é de pequeno porte, com presença de bromélias e cactos.

As principais cidades do Agreste oferecem comércio e serviços diversificados, que atendem à população de outras sub-regiões, principalmente do Sertão. No Agreste estão localizados quatro núcleos urbanos importantes: Arapiraca (AL), Campina Grande (PB), Caruaru (PE) e Feira de Santana (BA).

Na fotografia, vista aérea de Feira de Santana, BA (2017), importante cidade do estado, com população calculada em mais de 627 mil pessoas (estimativa do IBGE de 2017).

O SERTÃO

O Sertão abrange boa parte dos estados da Bahia, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Ceará e pequeno trecho de Sergipe e de Alagoas. De modo geral, entre abril e maio há um período de concentração de chuvas, quando a vegetação se torna verdejante, mudando a paisagem. Fora dessa época, é comum a ocorrência de um período longo de estiagem, que se revela no aspecto seco da vegetação.

Além da aridez natural característica do semiárido, devem ser considerados os processos de desertificação acelerados pela intensa exploração de determinadas áreas, que resultam na degradação dos solos, dos recursos hídricos e da vegetação.

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Secas rigorosas durante anos sucessivos no Sertão Nordestino.

O MEIO-NORTE

O Meio-Norte corresponde à faixa situada mais a oeste da Região Nordeste, abrangendo o estado do Maranhão e a maior parte do estado do Piauí.

Nessa área de transição entre a Caatinga e a Floresta Amazônica, encontra-se a Mata dos Cocais, que se caracteriza por uma vegetação mais densa, constituída de palmeiras e coqueiros, ricos em frutas oleaginosas.

O clima dessa sub-região é tropical úmido, com temperaturas elevadas e altos índices pluviométricos anuais.

Seu principal rio é o Parnaíba, na divisa entre Maranhão e Piauí, represado pela hidrelétrica de Boa Esperança.

Hidrelétrica de Boa Esperança (2019).

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ATIVIDADES

1) Leia com atenção os versos e depois responda às questões A e B:

“Meu nome é Nordeste”

Tenho seca tenho fome Tenho pressa companheiro Se o desprezo me consome

Eu sou forte e verdadeiro Você vem, mas logo some Sabe bem que eu tenho nome

Sou Nordeste Brasileiro.

A) O poeta versa sobre a histórica condição de retirante do nordestino. Quando escreve “Tenho seca tenho fome”, ele trata:

a) desigualdade social nas grandes cidades nordestinas

b) situação dos migrantes que chegam ao nordeste em busca de trabalho no sertão

c) falta de chuva que assola com frequência as capitais nordestinas d) dificuldade da vida no campo no sertão em razão da falta de chuvas

B) O poeta fala de uma região brasileira que sofre com a desigualdade social e com precários indicadores de nível de vida, o Nordeste. No primeiro verso o poeta faz uma referência direta a uma parte dessa região, isto é, o (a).

a) Sertão quente e seco

b) Zona da Mata tropical úmida c) Agreste quente e úmido d) Meio Norte quente e úmido

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2) A região Nordeste do Brasil apresenta 1.554.257,0 quilômetros quadrados, essa área do território brasileiro apresenta grandes diferenças em aspectos como clima, vegetação, economia, entre outros. Nesse contexto, a região é dividida em quatro, processo conhecido como as sub-regiões do Nordeste. Essa divisão é composta por:

a) Meio-Norte, Sertão, Zona da Mata, Agreste b) Caatinga, Zona da Mata, Agreste, Sertão c) Meio-Norte, Litorânea, Zona da Mata, Agreste d) Amazônica, Sertão, Agreste, Litorânea

3) Observe o mapa abaixo e responda qual o número que representa a Região Nordeste.

a) 1 b) 2 c) 3 d) 4

4) Observe o mapa a seguir.

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O mapa acima representa as sub-regiões do Nordeste. A sub-região destacada (parte cinza) no mapa é:

a) Sertão b) Agreste c) Meio-Norte d) Zona da Mata

5) Leia as instruções da atividade abaixo. OBS: São duas propostas diferentes.

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LÍNGUA PORTUGUESA  Relembrando:

 Hora da leitura!

 Leia a fábula a seguir. A Formiga Boa

(versão de Monteiro Lobato)

Houve uma jovem cigarra que tinha o costume de chiar ao pé dum formigueiro. Só

parava quando cansadinha; e seu divertimento então, era observar as formigas na eterna faina de abastecer as tulhas.

Fábula é um gênero do tipo narrativo muito popular e apreciado por pessoas de diferentes idades. Nascida da tradição oral (estudos indicam que no Oriente, por volta do século V a.C.), o próprio nome remete a histórias contadas e passadas de geração para geração (fabulare significa história, jogo, narrativa).

Quem não se lembra de ter ouvido, em algum momento, histórias curtas com personagens que são animais? A cigarra e a formiga, O leão e o ratinho e A raposa e as uvas são exemplos de fábulas, narrativas que constroem um ensinamento, uma moral.

Estrutura de uma fábula

Sendo a fábula um texto narrativo, é importante lembrar-se de que ela deve ter uma estrutura mínima de começo, meio e fim, ou seja,

 no início, apresentamos as personagens e a situação;

 depois, desenvolvemos o texto de forma que as personagens interajam em torno de uma situação;

 por fim, criamos um final surpreendente, que gere a reflexão dos leitores sobre um ensinamento, uma moral, a qual aparece no final do texto geralmente.

As temáticas são variadas e ligadas às características que os animais representam, por exemplo: o leão, a força; a coruja, a sabedoria; a raposa, a astúcia.

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Mas o bom tempo afinal passou e vieram as chuvas. Os animais todos, arrepiados, passavam o dia cochilando nas tocas.

A pobre cigarra, sem abrigo, em seu galhinho seco e metida em grandes apuros, deliberou socorrer-se de alguém.

Manquitolando, com uma asa a arrastar, lá se dirigiu para o formigueiro. Bateu-tique, Bateu-tique, tique...

De repente aparece uma cigarra friorenta, embrulhada num xalinho de paina. _ Que quer?_ perguntou, examinando a triste mendiga suja de lama a tossir. _ Venho em busca de agasalho. O mau tempo não cessa e eu...

A formiga olhou-a de alto a baixo.

_ E que fez durante o bom tempo, que não construiu sua casa? A pobre cigarra respondeu depois dum acesso de tosse:

_ Eu cantava, bem sabe...

_ Ah!...Exclamou a formiga recordando-se. _ Era você então quem cantava nessa árvore enquanto nós labutávamos para encher as tulhas?

_ Isso mesmo, era eu...

_ Pois entre, amiguinha! Nunca poderemos esquecer as boas horas que sua cantoria nos proporcionou. Aquele chiado nos distraía e aliviava o trabalho. Dizíamos sempre: que felicidade ter como vizinha tão gentil cantora! Entre, amiga, que aqui terá cama e mesa durante todo o mau tempo.

A cigarra entrou, sarou da tosse e voltou a ser a alegre cantora dos dias de sol.

Fonte: Monteiro Lobato. Fábulas e histórias diversas. São Paulo: Brasiliense, 1960. p. 1-2

 Responda com base no texto 1. Qual é a ideia principal do texto?

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2. Com relação ao gênero e a sua estruturação, responda: Qual é o tipo textual? a-( ) discursivo

b-( ) narrativo

c-( ) dissertativo-argumentativo d-( ) injuntivo

3. O narrador dessa fábula é também um personagem? Justifique?

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4.Há, na fábula, alguma palavra ou expressão que indica o lugar onde ocorreram os fatos? Qual?

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5. Quais consequências teve o fato de a cigarra não armazenar comida para si? __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ __________________________________________________________________

6. Na frase “De repente aparece uma formiga:” a palavra em destaque poderia ser substituída, sem perda de sentido, por:

a) ( ) Inesperadamente. b) ( ) Lentamente.

c) ( ) Apressadamente. d) ( ) Finalmente.

7.“Num belo dia de inverno as formigas estavam tendo o maior trabalho para secar suas reservas de comida.” , a expressão grifada expressa ideia de:

a) ( )Modo. c) ( )Tempo. b) ( )Lugar. d)( ) Intensidade.

8. Nas fábulas, os personagens geralmente são animais que falam e agem como se fossem gente. Marque abaixo uma qualidade que pode ser atribuída às formigas desta fábula e escreva uma frase empregando essa palavra.

a) ( ) Preguiçosas. c) ( ) Ativas. b) ( ) Gulosas. d) ( ) Solidária. __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ __________________________________________________________________

9. Toda fábula traz um ensinamento. Copie do texto dois ensinamentos que ele nos traz:

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 Observe o texto e responda a seguir

“Na vida, encontramos pessoas com diferentes dons: umas cantam, outras tocam, umas fabricam, outras estudam, algumas mais rápidas e

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outras lentas. Mas todas podem se igualar na bondade trazida no coração. Ontem, hoje e sempre foi e será fácil de se notar, que quando as pessoas se unem para fazer o bem, independente da condição ou situação, somos plenamente abençoados por Deus.”

Adaptação Edna Alves

10. Para você, qual a mensagem implícita no texto acima?

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Cruzada da Ortografia

11. Leia atentamente as pistas para preencher a cruzadinha. Bom trabalho!

Horizontal

7. Lidar, labutar. 10. Animal réptil.

11. Aquele ou aquela que vive nas ruas.

13. Utilizado para amarrar nossos tênis.

14. Tornar real

17. Aquele que provoca a morte de alguém.

18. Relativo à Calábria.

19. Primeira pessoa do plural

20. É um enchido ou embutido feito de carne de bovinos, suínos.

Vertical

1. Aquele que corta o cabelo. 2. Parado.

3. O pai adotivo.

4. Legume utilizado também na redução do colesterol.

5. Pequena porção de pelos que servem para proteger os olhos. 6. Que ou quem assessora. 8. Acomodar, coordenar.

9. Aquilo ou aquele que foge à regra. 12. Objeto usado para limpar.

15. Com ela fazemos cachorro-quente.

16. Objeto utilizado para colocar alimentos.

18. Hortaliça-fruto conhecido pelos nomes comuns de machucho, caiota e pimpinela

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Equipe responsável pela elaboração do Material: Professores e Gestores do Ensino Fundamental – Anos Finais do Ensino Fundamental da Escola Municipal Machado de Assis (EMMA).

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Referências

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