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PANORAMA TRABALHISTA E SINDICAL NO BRASIL

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(1)

PANORAMA TRABALHISTA E

SINDICAL NO BRASIL

COMPLEXIDADE, CUSTOS, RISCOS

E PROPOSTA DE REFORMULAÇÃO

(2)

O BRASIL É UM PAÍS RICO EM

DIREITOS TRABALHISTAS E POBRE

EM GERAÇÃO DE EMPREGO

(3)

REGRAS PATERNALISTAS QUE APARENTEMENTE PROTEGEM O

TRABALHADOR ACABAM SENDO PREJUDICIAIS A ELE MESMO

(CRIAM DIREITOS E BENEFÍCIOS ILUSÓRIOS, GERAM UMA

ENORME BUROCRACIA E FAZEM COM QUE O CUSTO DO

TRABALHO SEJA CARO PARA AS EMPRESAS MESMO PAGANDO

SALÁRIOS BAIXOS).

ESTE CIPOAL DE OBRIGAÇÕES ACABA INIBINDO A GERAÇÃO DE

NOVOS POSTOS DE EMPREGOS.

(4)

A desconsideração de outras formas de

contratação, além do vínculo de emprego e

os custos tangíveis e os intangíveis são

fortes inibidores da geração de novos

postos de trabalho

(5)

O modelo trabalhista herdado da Era Vargas

impõe o reconhecimento de uma única forma de vínculo,

o do emprego e despreza outras formas tais como:

- Cooperados

- Autônomos

- Terceirizados

- Avulsos

- Parceiros empreendedores

- etc.

Ao impor aos empreendedores um único modelo de contratação,

o do vínculo empregatício, colocou-se uma camisa de força

inibidora do empreendedorismo.

(6)

Criou-se na classe trabalhadora, anos após

anos, uma cultura de emprego em vez de

uma cultura de ocupação, que é muito

menos burocrática e onerosa, e que é mais

flexível e adequada a uma economia

baseada em serviços, geradora de infinitas

oportunidades de trabalho.

(7)

NO VÍNCULO EMPREGATÍCIO, O MAIOR

CUSTO TRABALHISTA NO BRASIL NÃO SÃO OS

DIREITOS BÁSICOS COMO:

• Salário

• Férias

• 13

o.

Salário

• FGTS

• Repouso semanal

• Jornada de 44 horas

• etc.

Por que esse custo, embora considerável, é

TANGÍVEL, portanto, passível de gestão.

(8)

O QUE GERA O MAIOR CUSTO, NO

VÍNCULO EMPREGATÍCIO, É UMA CESTA

DE OUTROS FATORES:

• A enorme burocracia das obrigações (formalismo)

• A subjetividade e a desatualização das normas vigentes

• O excesso de paternalismo da Lei

• A estrutura sindical autoritária

• O atraso da Justiça do Trabalho

• Os princípios protecionistas do direito

• A indústria das reclamações trabalhistas

• A indústria das doenças profissionais

Fatores herdados de um modelo autoritário e

sexagenário

que

geram

um

alto

custo

INTANGÍVEL.

(9)

EMPREGADOR

Caixa Econômica Federal

FGTS, PIS/PASEP •Instruções •Normas Justiça Trabalho •Poder normativo •Jurisprudência •Enunciados de súmulas Sindicatos •Convenções •Acordos •Contribuições •Homologações •Ações individuais •Ações coletivas CLT e Legislação Esparsa •Leis •Decretos •Portarias •NR´s •Instruções Ministério Fazenda IRRF •Instruções normativas •DIRF •Informe rendimentos •Regulamentos Ministério Previdência Regulamento custos Regulamento Benefícios •Decretos-lei •Portarias •Instruções normativas Ministério Trabalho Fiscalização •Multas •Interdições •Processos Administrativos Ministério Público Trabalho •Intimações •Inquéritos •Documentação •Ação civil pública

•Ajuste conduta Ministério Saúde •Leis •Decretos •Portarias •Instruções •SUS

A ENORME BUROCRACIA

(10)

A SUBJETIVIDADE

• VÍNCULO EMPREGATÍCIO

(As definições de empregado e de empregador previstos na CLT e os pressupostos do vínculo de

emprego são subjetivos)

• PARADIGMA PARA ENQUADRAMENTO

Salarial e benefícios

(Mesmo trabalho, mesma perfeição não existem na dinâmica dos processos de hoje)

• TODO EMPREGADOR TEM IGUAL CAPACIDADE E TODO EMPREGADO É

HIPOSUFICIENTE

(Impossível e injusto ter obrigações, direitos e deveres aplicados a todos, sem considerar tamanho,

capacidade e diferenças)

• TODA EMPRESA É IGUAL FONTE DE RISCO, DOENÇAS E ACIDENTES

(Regras de segurança e medicina do trabalho com padrões de 1o. mundo sem considerar a realidade

de cada ambiente de trabalho, capacidade econômica do empregador e as diferenças culturais dos

empregados)

(11)

O PATERNALISMO DA LEI

• Em matéria trabalhista, o

Estado é o tutor de todos, como se todos

fossem

analfabetos,

inocentes

ou

incapazes

(são

considerados

hiposuficientes)

• Nada pode ser negociado fora das leis trabalhistas

• Estabilidade excessiva para:

 Sindicalistas

 Cipistas

 Acidentados

 Doentes ocupacionais (234 tipos de doenças)

 Gestantes

• Irredutibilidade salarial (mesmo que negocie mudança de função)

• Empregado não pode ser responsabilizados por prejuízos ou mal

desempenho do negócio

(12)

ESTRUTURA SINDICAL AUTORITÁRIA

• Abrangência por categoria sem considerar diferenças entre

pequenos, médios e grandes

• Unicidade sindical

• Garantia de emprego para os sindicalistas

• Contribuição sindical obrigatória

(13)

O ATRASO DA JUSTIÇA DO TRABALHO

• Princípios protecionistas para julgar

• Penaliza o empregador com REVELIA após atraso de 05 minutos na

audiência inaugural, não faz o mesmo com o empregado

• Não responsabiliza o empregado nem os advogados por LITIGÂNCIA DE

MÁ FÉ

• Dificilmente reconhece outro tipo de vínculo no trabalho a não ser o de

emprego

• Não impõe SUCUMBÊNCIA para reclamações improcedentes

• Não tem SÚMULA VINCULANTE deixando o empregador e o empregado

ao sabor de jurisprudências divergentes de tribunais

• Legisla através do chamado PODER NORMATIVO deixando as partes

(14)

PRINCÍPIOS GERAIS (PROTECIONISTAS)

 Hiposuficiente (tutelagem)

 “In dubio pró mísero”

 Norma mais benéfica

 Jus postulandi (não precisa de advogado)

 Indisponibilidade e irrenunciabilidade dos direitos

 Responsabilidade solidária de empregadores (terceirização)

 Nulidade de alteração contratual em prejuízo do empregado

 Subsistência do contrato (casos de sucessão ou alteração

jurídica da empresa)

OS PRINCÍPIOS PROTECIONISTAS DO DIREITO

NO TRABALHO

(15)

Brasil França Argentina Alemanha Inglaterra Irlanda Itália Holanda Uruguai Bélgica Luxemburgo Paraguai Japão Dinamarca Estados Unidos 103,46 79,70 70,27 60,00 58,80 56,00 51,30 51,00 48,06 45,40 41,70 41,00 11,80 11,60 9,03

Comparativo encargos sociais

Grupos Tipos de despesas % s/ o salário

Repouso Semanal Remunerado Férias Feriados Abono de férias Aviso Prévio Auxílio enfermidade Sub total B 18,91 9,45 4,36 3,64 1,32 0,55 38,23 13o salário

Despesas de rescisão contratual

Sub total

10,91 3,21

14,12

Incidência cumulativa A sobre B Incidência de FGTS s/ 13o salário Sub total 13,88 0,93 14,81 Previdência Social FGTS Salário Educação

Acidente de Trabalho (média) SESI / SESC SENAI / SENAC SEBRAE INCRA Sub total A 20,00 8,50 2,50 2,00 1,50 1,00 0,60 0,20 36,30

(16)

A INDÚSTRIA DAS RECLAMAÇÕES

TRABALHISTAS

Advogados inescrupulosos “caçam” reclamantes

• Alguns até compram demandas

• Pedidos exorbitantes, às vezes maiores que o patrimônio líquido do

empregador (obtidos pela criatividade e pela má fé)

• Reclamantes e advogados não têm nada a perder se julgado

improcedente

• Existem hoje milhões de ações trabalhistas no País, encarecendo,

inclusive, a máquina pública

(17)

A INDÚSTRIA DAS DOENÇAS PROFISSIONAIS

• Atualmente estão catalogadas 234 doenças consideradas

ocupacionais

• Muitos casos em que o INSS dá alta para incapacitados e

obriga as empresas a “se virarem”

• A Lei concede 12 meses de garantia de emprego

• Há casos em que a Justiça garantiu a estabilidade até a

aposentadoria

• Aumenta a cada dia a quantidade de ações indenizatórias

pedindo valores absurdos

(18)

Pedidos

Competência

Prescrição

Dano material

Justiça do Trabalho

5 anos - 2 após a demissão

Dano Moral ?

Justiça do Trabalho / Estadual ?

20 anos

Periculosidade/Insalubridade

Justiça do Trabalho

5 anos - 2 após demissão

Criminal

Justiça Estadual

Variável

Ação Civil Pública

Justiça do Trabalho

---

Mandado Segurança

Coletivo

Justiça do Trabalho

---

Créditos trabalhistas

Justiça do Trabalho

5 anos - 2 após demissão

Dissídio coletivo

Justiça do Trabalho

---

Crime contra org. trabalho

Justiça Federal

---

Indenizatória acid. Trabal

.

Justiça Estadual

---

(19)

ESTA

CESTA

DE

FATORES

GERA

NOS

EMPREENDEDORES

INSEGURANÇA

E

MEDO

DE CONTRATAR DEVIDO:

 Alto índice de demandas trabalhistas

 Custos insuportáveis

(20)

CONCLUSÕES GERAIS

• O

excesso

de

formalismo

gera

CUSTOS

INTANGÍVEIS INSUPORTÁVEIS

• O paternalismo e os riscos geram MEDO DE

CONTRATAR

• O medo de contratar gera DESEMPREGO

• A falta de flexibilização para outros tipos de vínculo

(21)

PORQUE TEM SIDO DIFÍCIL MUDAR?

• Todas as iniciativas para mudar esse quadro esbarra em um jogo de

interesses contraditórios de vários agentes

• Mesmo os avanços já obtidos, estão esbarrando numa oposição

perversa, que aproveitando-se de alguns desvios de uma minoria,

pressionam pela volta ao status quo:

Cooperativas de trabalho

• Comissões de conciliação prévias

• Participação nos resultados sem encargos

• Contratos temporários

Todas as iniciativas acima têm sido bombardeadas sob a alegação

“salvadora” de que dão prejuízo ao trabalhador

(22)

NO CONGRESSO NACIONAL, EXISTEM ATUALMENTE

CERCA DE 200 PROJETOS DE LEI CRIANDO MAIS

DIREITOS E BENEFÍCIOS PARA OS EMPREGADOS E OU

ESTABELECENDO

PENALIDADES

PARA

OS

EMPREGADORES.

Dados 27/03/2003

Fonte: Pesquisa do I.B.S

(Instituto Brasileiro de Siderurgia)

(23)

T.S.T.

• 145 milhões de ações em andamento

• 20% das ações são contra o Poder Público (total de 24 mil

ações)

• 10 maiores empresas privatizadas respondem por mais de

19,5 mil ações

(24)

A JUSTIÇA DO TRABALHO JULGA EM TORNO DE 2,5

MILHÕES DE AÇÕES TRABALHISTAS POR ANO

• Quatro instâncias

• Duração: 06 anos

• O país gasta em torno de R$ 4,5 bilhões com a

justiça do trabalho

(25)

PORTANTO, MUITO MAIS QUE MUDAR A CLT, O QUE

O

BRASIL

PRECISA

É

DE

FAZER

UMA

REFORMULAÇÃO

COMPLETA

NO

SISTEMA

TRABALHISTA E SINDICAL

(26)

PROPOSTA DE REFORMULAÇÃO DO

(27)

1. REVISÃO DO ARTIGO SÉTIMO (7o.) DA

CONSTITUIÇÃO

• Restringir-se aos direitos básicos (jornada, proteção aos doentes, acidentados, gestantes, férias, repouso semanal, etc.)

• Privilegiar livre negociação

• Como está hoje, engessa a livre negociação

• Interfere nas relações sem considerar diferenças

• Está tecnicamente errado

2. REVISÃO DO CONCEITO DE

EMPREGADO DA CLT

• Empregado: toda pessoa física que prestar serviços com contrato

específico de emprego para servir ao quadro de trabalhadores de atividades não temporárias mediantes

subordinação

• Possibilitar as empresas ter trabalhadores com outros tipos de vínculos • Eliminar a subjetividade da interpretação do vínculo empregatício 3. REVISÃO DOS ARTIGOS EM DESUSO DA CLT

• Rever os artigos em desuso e descasados da realidade atual Ex.: Art. 373, 381 a 386, 134 § 2o. 492, 492, etc.

• Dará maior flexibilidade nas relações trabalhistas

• Eliminará custos com burocracia

4. REVISÃO DA

LEGISLAÇÃO SINDICAL

• Dissídios coletivos com “quorum” mínimo de 51% da categoria

•Fim na unicidade sindical

• Eliminação gradativa da contribuição sindical obrigatória

• Eliminará a possibilidade de manobras em assembléias que levem a minoria decidir a vontade e os destinos de uma maioria

• Possibilitar criação de sindicatos por empresa e mais de um por uma mesma base territorial

(28)

5. REDUÇÃO DOS CASOS DE ESTABILIDADE DO EMPREGO

• Limitar estabilidade da gestante, dos doentes e dos acidentados • Eliminar estabilidade de cipeiros e representantes sindicais

• Eliminar barreiras às rescisões contratuais

• Eliminar abusos que se protegem sob o manto da estabilidade

6. ELIMINAÇÃO DAS HOMOLOGAÇÕES DE

RESCISÕES CONTRATUAIS

• Rescisões contratuais devem ser feitas entre empregado e empregador sem necessidade de assistência

• Como em qualquer contrato, empregado pode recorrer à Justiça se se sentir lesado

• Eliminará resistências por atos meramente interpretatórios dos homologantes. Pela Lei atual, a homologação não significa quitação final

7.FORTALECIMENTO E RECONHECIMENTO DE

ACORDOS INDIVIDUAIS COM ASSISTÊNCIA DO SINDICATO

• Empregado e empregador devem poder transacionar individualmente seus direitos patrimoniais conforme interesses mútuos, mantendo-se os direitos de ordem pública tais como saúde física e mental

• Possibilitar que empregador e empregado negociem um com o outro verbas e direitos

trabalhistas conforme seus interesses

• Eliminar a tutela do estado hoje existente e conferir maior

responsabilidade às partes

(29)

8. MODELO NEGOCIAL DESCENTRALIZADO E FLEXÍVEL

• Negociação sindical ampla e irrestrita

• Prevalência do acordado sobre o legislado nos acordos coletivos

• Fortalecimento dos sindicatos e adequação às necessidades e realidades das categorias e empresas 9. FLEXIBILIZAÇÃO DAS JORNADAS DE TRABALHO • Eliminação da obrigatoriedade do registro da jornada • Intervalos de alimentação e descanso conforme acordo ou convenção coletiva

• Possibilitar jornadas com

horários flexíveis, ajustando-se a realidade dos novos ambientes de trabalho

10. FORTALECIMENTO DAS COMISSÕES DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA

• Obrigar que toda reclamação trabalhista seja precedida de uma tentativa de conciliação prévia através de comissões com

representantes dos empregados e empregadores

• Obrigar que toda convenção coletiva de trabalho preveja a implementação da comissão de conciliação prévia da categoria

• Experiências já demonstram que as comissões podem funcionar como desafogadoras da Justiça do Trabalho

• Capital e trabalho encontrarão soluções para seus próprios conflitos

11. FORTALECIMENTO DO SISTEMA NINTER – NÚCLEOS INTER-SINDICAIS DE

CONCILIAÇÃO TRABALHISTA

• Melhorar a legislação

• Criar um órgão nacional que congregue e regule os NINTERS

• Desafogará a Justiça do Trabalho

• Fortalecerá o princípio da

(30)

12. RECONHECIMENTO E REGULAMENTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO

• Possibilidade de terceirização de qualquer atividade conforme necessidades e critérios das empresas e dos empregadores • Eliminação da responsabilidade solidária nas contratações de empresas terceirizadas

• Possibilitar o aumento da oferta de trabalho

• Incentivar o surgimento de novos empreendedores

• Eliminar o medo de contratar serviços terceirizados

13. RECONHECIMENTO E FORTALECIMENTO DAS COOPERATIVAS DE TRABALHO

• Eliminação dos entraves a continuidade de trabalho através de cooperativas tais como:

preconceito de vínculo de

emprego, restrição de atividades, etc.

• Regulamentação da atividade com garantia de benefícios mínimos aos cooperados

• Aumento da oferta de trabalho • Diminuição de pessoas

desocupadas

• Incentivo ao trabalho baseado em produtividade

• Redução de custos

(31)

14. RECONHECIMENTO DO TRABALHO AUTÔNOMO

• Melhor definição do conceito de trabalhador autônomo

• Regulamentar a profissão com validade para qualquer atividade

• Aumento da oferta de trabalho • Valorização da categoria que não é considerada nas estatísticas de ocupação • Eliminação do medo dos empregadores em dar trabalho a esta categoria por medo do vínculo de emprego 15. REVISÃO E ELIMINAÇÃO DAS NORMAS EM DESUSO NO CONJUNTO DE LEIS ESPARSAS

• Rever conjunto de leis esparsas em matéria trabalhista

• Eliminar aquelas que se

tornaram injustificáveis ao modelo de trabalho moderno

• Existência de normas e leis que continuam em vigor, encarecendo os custos burocráticos e a descontratação. Ex. Artigo 9o., Lei 6708

16. REVISÃO DO

JUDICIÁRIO TRABALHISTA

• Código de processo trabalhista • Sucumbência

• Penalização dos agentes responsáveis pela indústria das reclamações trabalhistas

• Eliminação do poder normativo • Criar a súmula vinculante

• Dar ao judiciário trabalhista um código próprio com regras adequadas ao

processo trabalhista

• Responsabilizar advogados e

reclamantes que agirem de má fé com procedimentos absolutamente descasados da realidade

• Evitar que o judiciário legisle em

processo gerando insegurança às partes • Eliminar recursos desnecessários

• Diminuir número de ações

(32)

17. REVISÃO DO PAPEL DO MINISTÉRIO DO TRABALHO (FISCALIZAÇÃO E INSPEÇÃO)

• Recurso administrativo deve ser julgado em esfera superior

• Torná-lo um órgão educador e não punidor

• Colocá-lo para ser um alavancador de idéias e

sugestões para geração de novos postos de trabalho

• Hoje, quem julga são os próprios colegas fiscais, o que torna iníquo e injusto

• Hoje é um inibidor para os

empreendedores. Legisla, julga e pune

• É mais problema que solução na geração de trabalho

18. REVISÃO DAS NORMAS REGULAMENTADAS DE

SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO

• Eliminar o excesso

• Considerar as diferenças das empresas e empregadores • Consultas tripartite

• Desburocratizar e reduzir custos • Torná-las exeqüíveis

19. DIREITO DE GREVE NO SERVIÇO PÚBLICO

• Regulamentar o inciso VII do artigo 37 da Constituição para evitar paralisações abusivas e resgatar o interesse público nas atividades essenciais

• Hoje, em nome da liberdade sindical e do direito de greve, são feitas inúmeras paralisações abusivas

20. TRABALHO DO MENOR • Criar lei do primeiro trabalho

sem encargos sociais (somente iNSS e seguro acidentes)

• Incentivar empreendedores a admitir os milhares de jovens desempregados

(33)

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