PANORAMA TRABALHISTA E
SINDICAL NO BRASIL
COMPLEXIDADE, CUSTOS, RISCOS
E PROPOSTA DE REFORMULAÇÃO
O BRASIL É UM PAÍS RICO EM
DIREITOS TRABALHISTAS E POBRE
EM GERAÇÃO DE EMPREGO
REGRAS PATERNALISTAS QUE APARENTEMENTE PROTEGEM O
TRABALHADOR ACABAM SENDO PREJUDICIAIS A ELE MESMO
(CRIAM DIREITOS E BENEFÍCIOS ILUSÓRIOS, GERAM UMA
ENORME BUROCRACIA E FAZEM COM QUE O CUSTO DO
TRABALHO SEJA CARO PARA AS EMPRESAS MESMO PAGANDO
SALÁRIOS BAIXOS).
ESTE CIPOAL DE OBRIGAÇÕES ACABA INIBINDO A GERAÇÃO DE
NOVOS POSTOS DE EMPREGOS.
A desconsideração de outras formas de
contratação, além do vínculo de emprego e
os custos tangíveis e os intangíveis são
fortes inibidores da geração de novos
postos de trabalho
O modelo trabalhista herdado da Era Vargas
impõe o reconhecimento de uma única forma de vínculo,
o do emprego e despreza outras formas tais como:
- Cooperados
- Autônomos
- Terceirizados
- Avulsos
- Parceiros empreendedores
- etc.
Ao impor aos empreendedores um único modelo de contratação,
o do vínculo empregatício, colocou-se uma camisa de força
inibidora do empreendedorismo.
Criou-se na classe trabalhadora, anos após
anos, uma cultura de emprego em vez de
uma cultura de ocupação, que é muito
menos burocrática e onerosa, e que é mais
flexível e adequada a uma economia
baseada em serviços, geradora de infinitas
oportunidades de trabalho.
NO VÍNCULO EMPREGATÍCIO, O MAIOR
CUSTO TRABALHISTA NO BRASIL NÃO SÃO OS
DIREITOS BÁSICOS COMO:
• Salário
• Férias
• 13
o.
Salário
• FGTS
• Repouso semanal
• Jornada de 44 horas
• etc.
Por que esse custo, embora considerável, é
TANGÍVEL, portanto, passível de gestão.
O QUE GERA O MAIOR CUSTO, NO
VÍNCULO EMPREGATÍCIO, É UMA CESTA
DE OUTROS FATORES:
• A enorme burocracia das obrigações (formalismo)
• A subjetividade e a desatualização das normas vigentes
• O excesso de paternalismo da Lei
• A estrutura sindical autoritária
• O atraso da Justiça do Trabalho
• Os princípios protecionistas do direito
• A indústria das reclamações trabalhistas
• A indústria das doenças profissionais
Fatores herdados de um modelo autoritário e
sexagenário
que
geram
um
alto
custo
INTANGÍVEL.
EMPREGADOR
Caixa Econômica Federal
FGTS, PIS/PASEP •Instruções •Normas Justiça Trabalho •Poder normativo •Jurisprudência •Enunciados de súmulas Sindicatos •Convenções •Acordos •Contribuições •Homologações •Ações individuais •Ações coletivas CLT e Legislação Esparsa •Leis •Decretos •Portarias •NR´s •Instruções Ministério Fazenda IRRF •Instruções normativas •DIRF •Informe rendimentos •Regulamentos Ministério Previdência Regulamento custos Regulamento Benefícios •Decretos-lei •Portarias •Instruções normativas Ministério Trabalho Fiscalização •Multas •Interdições •Processos Administrativos Ministério Público Trabalho •Intimações •Inquéritos •Documentação •Ação civil pública
•Ajuste conduta Ministério Saúde •Leis •Decretos •Portarias •Instruções •SUS
A ENORME BUROCRACIA
A SUBJETIVIDADE
• VÍNCULO EMPREGATÍCIO
(As definições de empregado e de empregador previstos na CLT e os pressupostos do vínculo de
emprego são subjetivos)
• PARADIGMA PARA ENQUADRAMENTO
Salarial e benefícios
(Mesmo trabalho, mesma perfeição não existem na dinâmica dos processos de hoje)
• TODO EMPREGADOR TEM IGUAL CAPACIDADE E TODO EMPREGADO É
HIPOSUFICIENTE
(Impossível e injusto ter obrigações, direitos e deveres aplicados a todos, sem considerar tamanho,
capacidade e diferenças)
• TODA EMPRESA É IGUAL FONTE DE RISCO, DOENÇAS E ACIDENTES
(Regras de segurança e medicina do trabalho com padrões de 1o. mundo sem considerar a realidade
de cada ambiente de trabalho, capacidade econômica do empregador e as diferenças culturais dos
empregados)
O PATERNALISMO DA LEI
• Em matéria trabalhista, o
Estado é o tutor de todos, como se todos
fossem
analfabetos,
inocentes
ou
incapazes
(são
considerados
hiposuficientes)
• Nada pode ser negociado fora das leis trabalhistas
• Estabilidade excessiva para:
Sindicalistas
Cipistas
Acidentados
Doentes ocupacionais (234 tipos de doenças)
Gestantes
• Irredutibilidade salarial (mesmo que negocie mudança de função)
• Empregado não pode ser responsabilizados por prejuízos ou mal
desempenho do negócio
ESTRUTURA SINDICAL AUTORITÁRIA
• Abrangência por categoria sem considerar diferenças entre
pequenos, médios e grandes
• Unicidade sindical
• Garantia de emprego para os sindicalistas
• Contribuição sindical obrigatória
O ATRASO DA JUSTIÇA DO TRABALHO
• Princípios protecionistas para julgar
• Penaliza o empregador com REVELIA após atraso de 05 minutos na
audiência inaugural, não faz o mesmo com o empregado
• Não responsabiliza o empregado nem os advogados por LITIGÂNCIA DE
MÁ FÉ
• Dificilmente reconhece outro tipo de vínculo no trabalho a não ser o de
emprego
• Não impõe SUCUMBÊNCIA para reclamações improcedentes
• Não tem SÚMULA VINCULANTE deixando o empregador e o empregado
ao sabor de jurisprudências divergentes de tribunais
• Legisla através do chamado PODER NORMATIVO deixando as partes
PRINCÍPIOS GERAIS (PROTECIONISTAS)
Hiposuficiente (tutelagem)
“In dubio pró mísero”
Norma mais benéfica
Jus postulandi (não precisa de advogado)
Indisponibilidade e irrenunciabilidade dos direitos
Responsabilidade solidária de empregadores (terceirização)
Nulidade de alteração contratual em prejuízo do empregado
Subsistência do contrato (casos de sucessão ou alteração
jurídica da empresa)
OS PRINCÍPIOS PROTECIONISTAS DO DIREITO
NO TRABALHO
Brasil França Argentina Alemanha Inglaterra Irlanda Itália Holanda Uruguai Bélgica Luxemburgo Paraguai Japão Dinamarca Estados Unidos 103,46 79,70 70,27 60,00 58,80 56,00 51,30 51,00 48,06 45,40 41,70 41,00 11,80 11,60 9,03
Comparativo encargos sociais
Grupos Tipos de despesas % s/ o salário
Repouso Semanal Remunerado Férias Feriados Abono de férias Aviso Prévio Auxílio enfermidade Sub total B 18,91 9,45 4,36 3,64 1,32 0,55 38,23 13o salário
Despesas de rescisão contratual
Sub total
10,91 3,21
14,12
Incidência cumulativa A sobre B Incidência de FGTS s/ 13o salário Sub total 13,88 0,93 14,81 Previdência Social FGTS Salário Educação
Acidente de Trabalho (média) SESI / SESC SENAI / SENAC SEBRAE INCRA Sub total A 20,00 8,50 2,50 2,00 1,50 1,00 0,60 0,20 36,30
A INDÚSTRIA DAS RECLAMAÇÕES
TRABALHISTAS
•
Advogados inescrupulosos “caçam” reclamantes
• Alguns até compram demandas
• Pedidos exorbitantes, às vezes maiores que o patrimônio líquido do
empregador (obtidos pela criatividade e pela má fé)
• Reclamantes e advogados não têm nada a perder se julgado
improcedente
• Existem hoje milhões de ações trabalhistas no País, encarecendo,
inclusive, a máquina pública
A INDÚSTRIA DAS DOENÇAS PROFISSIONAIS
• Atualmente estão catalogadas 234 doenças consideradas
ocupacionais
• Muitos casos em que o INSS dá alta para incapacitados e
obriga as empresas a “se virarem”
• A Lei concede 12 meses de garantia de emprego
• Há casos em que a Justiça garantiu a estabilidade até a
aposentadoria
• Aumenta a cada dia a quantidade de ações indenizatórias
pedindo valores absurdos
Pedidos
Competência
Prescrição
Dano material
Justiça do Trabalho
5 anos - 2 após a demissãoDano Moral ?
Justiça do Trabalho / Estadual ?20 anos
Periculosidade/Insalubridade
Justiça do Trabalho
5 anos - 2 após demissãoCriminal
Justiça Estadual
Variável
Ação Civil Pública
Justiça do Trabalho
---
Mandado Segurança
Coletivo
Justiça do Trabalho
---
Créditos trabalhistas
Justiça do Trabalho
5 anos - 2 após demissãoDissídio coletivo
Justiça do Trabalho
---
Crime contra org. trabalho
Justiça Federal
---
Indenizatória acid. Trabal
.
Justiça Estadual
---
ESTA
CESTA
DE
FATORES
GERA
NOS
EMPREENDEDORES
INSEGURANÇA
E
MEDO
DE CONTRATAR DEVIDO:
Alto índice de demandas trabalhistas
Custos insuportáveis
CONCLUSÕES GERAIS
• O
excesso
de
formalismo
gera
CUSTOS
INTANGÍVEIS INSUPORTÁVEIS
• O paternalismo e os riscos geram MEDO DE
CONTRATAR
• O medo de contratar gera DESEMPREGO
• A falta de flexibilização para outros tipos de vínculo
PORQUE TEM SIDO DIFÍCIL MUDAR?
• Todas as iniciativas para mudar esse quadro esbarra em um jogo de
interesses contraditórios de vários agentes
• Mesmo os avanços já obtidos, estão esbarrando numa oposição
perversa, que aproveitando-se de alguns desvios de uma minoria,
pressionam pela volta ao status quo:
•
Cooperativas de trabalho
• Comissões de conciliação prévias
• Participação nos resultados sem encargos
• Contratos temporários
Todas as iniciativas acima têm sido bombardeadas sob a alegação
“salvadora” de que dão prejuízo ao trabalhador
NO CONGRESSO NACIONAL, EXISTEM ATUALMENTE
CERCA DE 200 PROJETOS DE LEI CRIANDO MAIS
DIREITOS E BENEFÍCIOS PARA OS EMPREGADOS E OU
ESTABELECENDO
PENALIDADES
PARA
OS
EMPREGADORES.
Dados 27/03/2003
Fonte: Pesquisa do I.B.S
(Instituto Brasileiro de Siderurgia)
T.S.T.
• 145 milhões de ações em andamento
• 20% das ações são contra o Poder Público (total de 24 mil
ações)
• 10 maiores empresas privatizadas respondem por mais de
19,5 mil ações
A JUSTIÇA DO TRABALHO JULGA EM TORNO DE 2,5
MILHÕES DE AÇÕES TRABALHISTAS POR ANO
• Quatro instâncias
• Duração: 06 anos
• O país gasta em torno de R$ 4,5 bilhões com a
justiça do trabalho
PORTANTO, MUITO MAIS QUE MUDAR A CLT, O QUE
O
BRASIL
PRECISA
É
DE
FAZER
UMA
REFORMULAÇÃO
COMPLETA
NO
SISTEMA
TRABALHISTA E SINDICAL
PROPOSTA DE REFORMULAÇÃO DO
1. REVISÃO DO ARTIGO SÉTIMO (7o.) DA
CONSTITUIÇÃO
• Restringir-se aos direitos básicos (jornada, proteção aos doentes, acidentados, gestantes, férias, repouso semanal, etc.)
• Privilegiar livre negociação
• Como está hoje, engessa a livre negociação
• Interfere nas relações sem considerar diferenças
• Está tecnicamente errado
2. REVISÃO DO CONCEITO DE
EMPREGADO DA CLT
• Empregado: toda pessoa física que prestar serviços com contrato
específico de emprego para servir ao quadro de trabalhadores de atividades não temporárias mediantes
subordinação
• Possibilitar as empresas ter trabalhadores com outros tipos de vínculos • Eliminar a subjetividade da interpretação do vínculo empregatício 3. REVISÃO DOS ARTIGOS EM DESUSO DA CLT
• Rever os artigos em desuso e descasados da realidade atual Ex.: Art. 373, 381 a 386, 134 § 2o. 492, 492, etc.
• Dará maior flexibilidade nas relações trabalhistas
• Eliminará custos com burocracia
4. REVISÃO DA
LEGISLAÇÃO SINDICAL
• Dissídios coletivos com “quorum” mínimo de 51% da categoria
•Fim na unicidade sindical
• Eliminação gradativa da contribuição sindical obrigatória
• Eliminará a possibilidade de manobras em assembléias que levem a minoria decidir a vontade e os destinos de uma maioria
• Possibilitar criação de sindicatos por empresa e mais de um por uma mesma base territorial
5. REDUÇÃO DOS CASOS DE ESTABILIDADE DO EMPREGO
• Limitar estabilidade da gestante, dos doentes e dos acidentados • Eliminar estabilidade de cipeiros e representantes sindicais
• Eliminar barreiras às rescisões contratuais
• Eliminar abusos que se protegem sob o manto da estabilidade
6. ELIMINAÇÃO DAS HOMOLOGAÇÕES DE
RESCISÕES CONTRATUAIS
• Rescisões contratuais devem ser feitas entre empregado e empregador sem necessidade de assistência
• Como em qualquer contrato, empregado pode recorrer à Justiça se se sentir lesado
• Eliminará resistências por atos meramente interpretatórios dos homologantes. Pela Lei atual, a homologação não significa quitação final
7.FORTALECIMENTO E RECONHECIMENTO DE
ACORDOS INDIVIDUAIS COM ASSISTÊNCIA DO SINDICATO
• Empregado e empregador devem poder transacionar individualmente seus direitos patrimoniais conforme interesses mútuos, mantendo-se os direitos de ordem pública tais como saúde física e mental
• Possibilitar que empregador e empregado negociem um com o outro verbas e direitos
trabalhistas conforme seus interesses
• Eliminar a tutela do estado hoje existente e conferir maior
responsabilidade às partes
8. MODELO NEGOCIAL DESCENTRALIZADO E FLEXÍVEL
• Negociação sindical ampla e irrestrita
• Prevalência do acordado sobre o legislado nos acordos coletivos
• Fortalecimento dos sindicatos e adequação às necessidades e realidades das categorias e empresas 9. FLEXIBILIZAÇÃO DAS JORNADAS DE TRABALHO • Eliminação da obrigatoriedade do registro da jornada • Intervalos de alimentação e descanso conforme acordo ou convenção coletiva
• Possibilitar jornadas com
horários flexíveis, ajustando-se a realidade dos novos ambientes de trabalho
10. FORTALECIMENTO DAS COMISSÕES DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA
• Obrigar que toda reclamação trabalhista seja precedida de uma tentativa de conciliação prévia através de comissões com
representantes dos empregados e empregadores
• Obrigar que toda convenção coletiva de trabalho preveja a implementação da comissão de conciliação prévia da categoria
• Experiências já demonstram que as comissões podem funcionar como desafogadoras da Justiça do Trabalho
• Capital e trabalho encontrarão soluções para seus próprios conflitos
11. FORTALECIMENTO DO SISTEMA NINTER – NÚCLEOS INTER-SINDICAIS DE
CONCILIAÇÃO TRABALHISTA
• Melhorar a legislação
• Criar um órgão nacional que congregue e regule os NINTERS
• Desafogará a Justiça do Trabalho
• Fortalecerá o princípio da
12. RECONHECIMENTO E REGULAMENTAÇÃO DA TERCEIRIZAÇÃO
• Possibilidade de terceirização de qualquer atividade conforme necessidades e critérios das empresas e dos empregadores • Eliminação da responsabilidade solidária nas contratações de empresas terceirizadas
• Possibilitar o aumento da oferta de trabalho
• Incentivar o surgimento de novos empreendedores
• Eliminar o medo de contratar serviços terceirizados
13. RECONHECIMENTO E FORTALECIMENTO DAS COOPERATIVAS DE TRABALHO
• Eliminação dos entraves a continuidade de trabalho através de cooperativas tais como:
preconceito de vínculo de
emprego, restrição de atividades, etc.
• Regulamentação da atividade com garantia de benefícios mínimos aos cooperados
• Aumento da oferta de trabalho • Diminuição de pessoas
desocupadas
• Incentivo ao trabalho baseado em produtividade
• Redução de custos
14. RECONHECIMENTO DO TRABALHO AUTÔNOMO
• Melhor definição do conceito de trabalhador autônomo
• Regulamentar a profissão com validade para qualquer atividade
• Aumento da oferta de trabalho • Valorização da categoria que não é considerada nas estatísticas de ocupação • Eliminação do medo dos empregadores em dar trabalho a esta categoria por medo do vínculo de emprego 15. REVISÃO E ELIMINAÇÃO DAS NORMAS EM DESUSO NO CONJUNTO DE LEIS ESPARSAS
• Rever conjunto de leis esparsas em matéria trabalhista
• Eliminar aquelas que se
tornaram injustificáveis ao modelo de trabalho moderno
• Existência de normas e leis que continuam em vigor, encarecendo os custos burocráticos e a descontratação. Ex. Artigo 9o., Lei 6708
16. REVISÃO DO
JUDICIÁRIO TRABALHISTA
• Código de processo trabalhista • Sucumbência
• Penalização dos agentes responsáveis pela indústria das reclamações trabalhistas
• Eliminação do poder normativo • Criar a súmula vinculante
• Dar ao judiciário trabalhista um código próprio com regras adequadas ao
processo trabalhista
• Responsabilizar advogados e
reclamantes que agirem de má fé com procedimentos absolutamente descasados da realidade
• Evitar que o judiciário legisle em
processo gerando insegurança às partes • Eliminar recursos desnecessários
• Diminuir número de ações
17. REVISÃO DO PAPEL DO MINISTÉRIO DO TRABALHO (FISCALIZAÇÃO E INSPEÇÃO)
• Recurso administrativo deve ser julgado em esfera superior
• Torná-lo um órgão educador e não punidor
• Colocá-lo para ser um alavancador de idéias e
sugestões para geração de novos postos de trabalho
• Hoje, quem julga são os próprios colegas fiscais, o que torna iníquo e injusto
• Hoje é um inibidor para os
empreendedores. Legisla, julga e pune
• É mais problema que solução na geração de trabalho
18. REVISÃO DAS NORMAS REGULAMENTADAS DE
SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO
• Eliminar o excesso
• Considerar as diferenças das empresas e empregadores • Consultas tripartite
• Desburocratizar e reduzir custos • Torná-las exeqüíveis
19. DIREITO DE GREVE NO SERVIÇO PÚBLICO
• Regulamentar o inciso VII do artigo 37 da Constituição para evitar paralisações abusivas e resgatar o interesse público nas atividades essenciais
• Hoje, em nome da liberdade sindical e do direito de greve, são feitas inúmeras paralisações abusivas
20. TRABALHO DO MENOR • Criar lei do primeiro trabalho
sem encargos sociais (somente iNSS e seguro acidentes)
• Incentivar empreendedores a admitir os milhares de jovens desempregados