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CÂMARA MUNICIPAL DE LOULÉ Código Postal ACTA

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CÂMARA MUNICIPAL DE LOULÉ

Código Postal 8104-001

ACTA Nº 05 Fls. __________ REUNIÃO ORDINÁRIA DE 13 DE MARÇO DE 2013

ACTA

Aos treze dias do mês de Março do ano de dois mil e treze, no Salão Nobre desta Edilidade, compareceram pelas 14h41m os Excelentíssimos Senhores Eng.º José Manuel Valente Graça, Dr.ª Maria Teresa Francisco Menalha, Dr. Joaquim José Ramos Guerreiro, Dr. Aníbal Sousa Moreno, Dr.ª Brígida Maria Guerreiro Cavaco, Maria de Fátima Catarina Coelho, Eng.º Luís Carlos Custódio de Oliveira e Dr.ª Hortense Amador Morgado, respectivamente Vice-Presidente e Vereadores deste Corpo Administrativo, comigo Rui Salvador Felizardo Tardão, Chefe Divisão Jurídica e de Contencioso, em regime de substituição, a fim de realizar-se a reunião ordinária semanal, convocada nos termos do n.º 2 artigo 62º da Lei 169/99, de 18 de Setembro, com a redacção que lhe foi dada pela Lei n.º 5-A/2002 de 11 de Janeiro, com a seguinte ordem de trabalhos: --- 1- Período antes da ordem do dia; --- 2- Assuntos dos diversos departamentos municipais (conforme convocatória); --- 3- Assuntos para conhecimento da Câmara. ---

APROVAÇÃO DE ACTA – Pelo Senhor Vice-Presidente foi presente para

aprovação a acta n.º 04 de 27 de Fevereiro de 2013, aprovada por maioria, com a não participação dos Senhores Vereadores Dr. Joaquim Guerreiro e Eng.º Luís Oliveira por não terem participado nos trabalhos da mesma. ---

FALTAS À REUNIÃO – Pelo Senhor Vice-Presidente foi informado que o Senhor

Presidente não comparecia à reunião por motivos profissionais (reunião em Lisboa). O Senhor Vice-Presidente colocou à consideração da Exma. Câmara a possibilidade de se incluir na ordem do dia os seguintes assuntos: ---

- COMPARTICIPAÇÃO FINANCEIRO CORRENTE ÀS FREGUESIAS DE BOLIQUEIME E QUARTEIRA – TRANSPORTES ---

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- TRANSFERÊNCIA DE VERBAS PARA A FREGUESIA DE ALTE, FREGUESIA DO AMEIXIAL, FREGUESIA DE BENAFIM, FREGUESIA DE QUERENÇA E FREGUESIA DE SALIR --- - APROVAÇÃO DA MINUTA DA ESCRITURA DE COMPRA E VENDA DE UM PRÉDIO RÚSTICO SITO EM SALIR A CELEBRAR COM OLÍVIA DE JESUS DE SOUSA PIRES FAÍSCA DA FONSECA E OUTROS --- - INDÉX N.º 6937/13 – ANDREW SMITH E OUTRA – GÉNESE ILEGAL --- - INDÉX N.º 1565/13 – GRANT SMITH E OUTRA – GÉNESE ILEGAL ---

Por unanimidade foi reconhecida a urgência da deliberação referente aos assuntos acima mencionados. ---

ANTES DA ORDEM DO DIA

A Senhora Vereadora Independente Dr.ª Hortense Morgado disse: “Recordo-me de que há uns anos atrás, houve uma cerimónia pública em que a Câmara cedeu ao INUAF, um terreno para construção de instalações escolares. Como, até agora, não tenho conhecimento de que nada foi ali construído, a Câmara pode informar que destino foi dado a tal terreno?” --- O Senhor Vice-Presidente informou que o terreno existe, mas a construção nunca avançou por não houve fundos. --- A Senhora Vereadora Dr.ª Hortense Morgado perguntou ainda: “Relativamente à compra de um prédio rústico em Salir, com a área total de 36 800m2 pelo valor de € 76 308,00 com informação que seria para obras de saneamento. Tratando-se de um terreno de tão grandes dimensões (uma área de 3 ha) qual é a finalidade do terreno? A construção de uma nova ETAR? Ou outro fim?” --- O Senhor Vice-Presidente respondeu que é essencialmente para deslocar o caminho que é de acesso à ETAR. ---

DELIBERAÇÕES VÁRIAS

Seguidamente foram tomadas as seguintes deliberações: ---

SITUAÇÕES DE TRABALHO DE EMPREITADAS – Pela Divisão de Gestão Financeira e de Candidaturas foram presentes para aprovação as situações de

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trabalhos que aqui se dão por transcritas no valor total de € 25.152,86. --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar as situações de trabalhos de empreitadas. ---

AUMENTO TEMPORÁRIO DOS FUNDOS DISPONÍVEIS – Pelo Senhor Vice-Presidente Eng.º José Graça foi presente a proposta que a seguir se transcreve: ---

“Tendo em consideração que com a publicação da Lei n.º 8/2012, de 21/02 conjugada com o Decreto-Lei n.º 127/2012, de 21/06, o Município para assumir novos compromissos tem que dispor de fundos disponíveis, nos termos da alínea f), do art.º 3.º da Lei n.º 8/2012, de 21/02 e do art.º 5.º do Decreto-Lei n.º 127/2012, de 21/06. --- Tendo em consideração que o n.º 1 do artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 127/2012, de 21/06 estabelece que a assunção de compromissos deve ser efectuada pelo seu valor integral, independentemente da execução faseada do compromisso. --- Tendo em consideração que para o cálculo dos fundos disponíveis para o período de Março a Maio apenas pode ser considerado a receita própria dos meses referidos não é possível registar os compromissos que o Município pretende assumir. --- Tendo em consideração que o Município necessita de registar diversos compromissos com os contratos-programa com as Juntas de Freguesia com pagamentos até Dezembro de 2013, propõe-se um aumento temporário dos fundos disponíveis no montante de 1.500.000,00 EUR, conforme estabelecido na alínea c) do n.º 1 do art.º 4.º da Lei n.º 8/2012, de 21/02, conjugado n.º 2 do art.º 6.º do Decreto-Lei n.º 12/2012, de 21/06, nos seguintes termos: ---

• Receita própria de Outubro - 750.000,00 EUR ---

• Receita própria de Dezembro – 750.000,00 EUR.” --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar o aumento temporário dos fundos disponíveis, no montante de 1.500,000,00 EUR, conforme proposta do Sr. Vice-Presidente, Eng.º José Graça. ---

COMPARTICIPAÇÃO FINANCEIRA CORRENTE ÁS FREGUESIAS DE BOLIQUEIME E QUARTEIRA - TRANSPORTES – Pelo Senhor Vice-Presidente

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foi presente a proposta que a seguir se transcreve: --- “Tendo em consideração que as Freguesias de Boliqueime e de Quarteira têm elevados custos com as viaturas, no transporte de crianças de pessoas idosas e/ou carenciadas para unidades de saúde. --- Tendo em consideração que as Freguesias de Boliqueime e de Quarteira não dispõem de meios financeiros para satisfazer o encargo, propõe-se a atribuição de uma comparticipação financeira corrente no montante de 7.500,00 EUR por carrinha, de acordo com o seguinte quadro: ---

Freguesia N.º de carrinhas Valor Unitário Valor Total

Boliqueime 2 7.500,00 15.000,00 Quarteira 4 7.500,00 30.000,00

Total 6 45.000,00

CELEBRAÇÃO DE ACORDO ESPECÍFICO DE PARCERIA ENTRE A CÂMARA MUNICIPAL DE LOULÉ E A UNIVERSIDADE DO ALGARVE PARA DINAMIZAR O EMPREENDEDORISMO NO MUNICÍPIO DE LOULÉ – Pelo Senhor Vereador Dr. Aníbal Moreno foi presente a proposta e o Acordo que a seguir se transcrevem: ---

“ Considerando: --- A existência do Protocolo Geral de Cooperação outorgado a 15 de Fevereiro de 2008 entre a Universidade do Algarve e a Câmara Municipal de Loulé, que tem como objectivo geral promover a realização de iniciativas que aprofundem a cooperação em áreas de interesse comum para ambas as partes; --- O Protocolo entre o Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, o Ministério da Educação e Ciência, o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, a Associação Nacional dos Municípios Portugueses, assinado em 15 de Fevereiro de 2012, para o reforço de actividades capazes de dinamizar o empreendedorismo; --- Propõe-se a celebração do acordo de parceria específico entre a Universidade do Algarve e a Câmara Municipal de Loulé para a dinamização do empreendedorismo no Município de Loulé, que junto se anexa.” ---

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Dinamizar o Empreendedorismo

Entre: ---

Universidade do Algarve, pessoa coletiva nº 505 387 271 com sede no Campus da

Penha, 8005-139 Faro, representada por João Pinto Guerreiro, na qualidade de Reitor; --- E ---

Câmara Municipal de Loulé, pessoa coletiva nº 502 098 139, com sede na Praça

da República, 8104-001 Loulé, representada por Sebastião Francisco Seruca Emídio, na qualidade de Presidente; --- Considerando: --- 1) A existência do Protocolo Geral de Cooperação outorgado a 15 de Fevereiro de 2008 entre a Universidade do Algarve e a Câmara Municipal de Loulé, que tem como objetivo geral promover a realização de iniciativas que aprofundem a cooperação em áreas de interesse comum para ambas as partes; --- 2) O Protocolo entre o Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, o Ministério

da Educação e Ciência, o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, a Associação Nacional dos Municípios Portugueses, assinado em 15 de Fevereiro de 2012, para o reforço de atividades capazes de dinamizar o empreendedorismo, --- é celebrado de boa fé e reciprocamente aceite pelas partes o presente Acordo de Parceria, que se rege pelas cláusulas seguintes: ---

Cláusula 1ª (Objetivos)

1. Pelo presente acordo, a Câmara Municipal de Loulé e a Universidade do Algarve acordam desenvolver esforços para: --- a) Promover a realização de iniciativas que aprofundem a cooperação em áreas de interesse comum para ambas as partes; ---

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b) Estimular a cooperação institucional entre as duas entidades; --- c) Criar mecanismos e dinamizar apoios estruturais ao empreendedorismo jovem; d) Estimular o desenvolvimento económico de base local; --- e) Criar condições para a promoção do empreendedorismo nas escolas; --- f) Estimular a inovação aplicada aos produtos endógenos do território. ---

Cláusula 2ª (Atividades)

1. No âmbito do presente Acordo, a Câmara Municipal de Loulé compromete-se a: - a) apoiar a realização de estágios no concelho; --- b) incentivar o empreendedorismo jovem; --- c) criar condições à instalação de novas empresas no concelho, diferenciadoras, nas áreas tecnológicas, da indústria transformadora, de valorização dos recursos locais e de novos produtos e serviços; --- d) promover a realização de ações de informação com a colaboração da Universidade do Algarve; --- 2. A Universidade do Algarve compromete-se a: --- a) promover ações de promoção e apoio a projetos de transferência de conhecimento entre a Universidade e as empresas do concelho de Loulé; --- b) identificar necessidades que permitam direcionar a investigação para problemas concretos das empresas e do território; --- c) participar na dinamização do projeto da Área Empresarial de Loulé; --- d) Criar sinergias empresa – universidade para o desenvolvimento de projetos com o objetivo de valorizar comercialmente os recursos naturais, científicos e tecnológicos da região; --- e) Promover a iniciativa empresarial e o empreendedorismo jovem nomeadamente no setor primário, na indústria transformadora, nos serviços avançados de tecnologia e turismo, e nas indústrias culturais e criativas. ---

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(Coordenação)

As atividades a desenvolver no âmbito do presente Acordo serão coordenadas pelo Dr. Hugo Barros, coordenador da Divisão de Empreendedorismo e Transferência de Tecnologia da Universidade do Algarve e pelo Gabinete de Apoio À Atividade Económica e ao Empreendedorismo da Câmara Municipal de Loulé. ---

Cláusula 4ª (Vigência)

1. O presente acordo vigorará pelo prazo de três anos e entrará em vigor após a sua assinatura, podendo ser revisto em qualquer altura. --- 2. O acordo poderá ser revogado a todo o tempo, por acordo entre ambas as

partes, ou rescindido por qualquer delas, através de carta registada enviada à outra parte com a antecedência mínima de 60 dias. --- 3. Qualquer omissão no âmbito do presente Acordo será regulamentada por acordo

entre as partes. --- Feito em duplicado, destinando-se um exemplar a cada uma das partes.” --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a celebração de um acordo específico de parceria com a Universidade do Algarve para a dinamização do empreendedorismo no Município de Loulé, concedendo desde já poderes ao Exmo. Sr. Presidente para a sua assinatura. ---

PEDIDO DE RENÚNCIA DO DIREITO DE PREFERÊNCIA DE “ANA PAULA SEQUEIRA GONÇALVES RAMOS FILIPE, NA QUALIDADE DE CABEÇA DE CASAL DAS HERANÇAS DE MARIA ROSA SEQUEIRA GONÇALVES RAMOS E JOSÉ JOAQUIM BORRELA RAMOS” – Pela Divisão de Apoio Jurídico e Contencioso foi presente o parecer que a seguir se transcreve: ---

“ O direito de superfície consiste na faculdade de construir ou manter, perpétua ou temporariamente, uma obra em terreno alheio, ou nele fazer ou manter plantações. Esta é a redacção do artigo 1524º do Código Civil que nos dá claramente a definição

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de direito de superfície. Este direito pode resultar de contrato, testamento ou usucapião e pode ainda resultar da alienação de obra ou árvores já existentes (cfr. artº 1528º do Código Civil). --- Nas constituições de direito de superfície o proprietário do solo goza do direito de preferência, em último lugar, na venda ou dação em cumprimento do direito de superfície ( cfr. artº 1535º do Código Civil ). Ensina o Prof. Mota Pinto no seu Manual de Direitos Reais que o proprietário do solo tem preferência na venda do prédio nele implantado. Estabelece para este efeito o artº 416º do Código Civil a obrigatoriedade do conhecimento da preferente, dizendo: "Querendo vender a coisa

que é objecto do pacto ( de preferência ), o obrigado deve comunicar ao titular do direito o projecto de venda e cláusulas do respectivo contrato", acrescendo o nº 2

que recebida a comunicação, deve o titular exercer o seu direito dentro do prazo de oito dias, sob pena de caducidade, salvo se estiver vinculado o prazo mais curto ou o obrigado lhe assinar prazo mais longo. --- As estipulações legais citadas, designadamente o artº 416º são aplicáveis os pactos de preferência e aplicáveis ao direito de superfície por força do nº 2 do artº 1535º do Código Civil. Contudo o STJ pronunciou-se sobre a questão em Acórdão de 18.Dez.70, publicado no BMJ nº 202º página 208, dizendo que tal comunicação pode ser feita judicial ou extrajudicialmente e não está sujeita a forma especial. Por outro lado o Prof. Vaz Serra publicou no RLJ nº 112, página 316 que a comunicação prevista no nº 1 do artº 416º, pode ser a declaração do titular do direito de superfície. Conjugando todas estas opiniões pode-se desde logo concluir que no direito privado o facto essencial da preferência é a comunicação do superficiário da "nua propriedade" no caso de pretender vender, estabelecendo até um prazo de caducidade bastante curto (oito dias ) para o exercício do mesmo pelo preferente. --- No caso que nos interessa, muito embora regulado por disposições de direito privado, existe algo superior que tutelou todos os direitos de superfície constituídos por contrato entre a Câmara Municipal e as diversas cooperativas de habitação que estão sediadas no concelho ou nele investiram. Todo o espírito desta constituição

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baseou-se essencialmente no intuito de facilitar a construção para habitação a custos controlados para facultar casas a pessoas de menores recursos e a preços mais reduzidos. --- Constituídos que foram tais direitos de superfície é óbvio que existe a cláusula de preferência, sendo necessário que o beneficiário deste direito de preferência autorize a pretensão de venda, conhecendo minimamente as condições da mesma, julgando-se essencial que seja declarado neste acto o valor de transacção para que o preferente, se optar por exercer essa sua qualidade saiba qual o valor da obrigação na qual se investiu. --- Como se sabe em todos os casos em apreço, o titular do direito de preferência é a CML, por força das escrituras de constituição do direito de superfície podendo portanto exercer esse direito aquando da comunicação da pretensão de venda por parte de algum dos superficiários, chamando-se à atenção para o facto de que tal direito pode e deve ser exercido pela CML se assim o entender pagando ao pretenso vendedor o preço pelo qual iria, sendo que essa compra deverá no posterior uso da coisa comprada respeitar os princípios que foram estabelecidos nas já referidas escrituras de constituição do direito de superfície, sabendo-se que o propósito dessa constituição é o facultar a disponibilizarão de habitações a custos menores do que os de mercado a agregados familiares de menores recursos económicos. --- Não se vê portanto inconveniente em que a Câmara autorize a sua autorização à alienação dos fogos, prescindindo assim da sua qualidade de preferente. Caso a Câmara opte por exercer esse direito este é o momento para faze-lo, devendo-se no entanto ponderar se haverá interesse nisso pois qualquer Câmara Municipal não é promotora imobiliária podendo vir a deparar-se com alguns obstáculos legais no uso a afectar aos fogos caso exerça a preferência. --- Em conclusão deve dizer-se que cabe à Câmara Municipal autorizar a alienação ou comprar os fogos pelos preços propostos, caso opte por autorizar deve essa autorização ser deliberada em reunião camarária e comunicada por oficio ao

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requerente, caso opte por exercer o direito de preferência deve delibera-lo e comunicar de igual forma ao requerente indicando-lhe desde logo os procedimentos a seguir para exarar a escritura de compra e venda.” --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, renunciar ao direito de preferência da Fracção Autónoma E, correspondente ao 2.º Andar Esquerdo, do prédio urbano, Lote n.º 85, sito na Expansão Nordeste, Freguesia de S. Clemente, Concelho de Loulé, inscrito na matriz predial respectiva sob o artigo 6474 e descrita na Conservatória do Registo Predial de Loulé sob o n.º 2771/19891229-E, cujo comprador será Aldina da Silva Costa Fernandes e marido Joaquim Manuel Lourenço Fernandes, pelo valor de 50.000,00€ (cinquenta mil euros). ---

RECTIFICAÇÃO DAS DATAS DAS REUNIÕES PÚBLICAS DE CÂMARA DE FEVEREIRO, JUNHO E OUTUBRO DE 2013 PARA QUARTEIRA – Pelo senhor Presidente foi presente a proposta que a seguir se transcreve: ---

“ Nos dias de hoje a descentralização de serviços deve ser uma prioridade constante de qualquer poder político. --- Outrossim, o poder local com as suas especificidades deve fomentar a descentralização e criar condições para a implementação de um modelo de administração local mais próxima dos munícipes. --- O executivo municipal tem vindo a prosseguir uma política de descentralização de serviços a qual tem sido materializada um conjunto de acções concretas e numa óptica de modernização da sua administração. --- Com estas premissas entende-se a oportunidade de deslocalizar as reuniões públicas da Câmara Municipal, que se realizam nas últimas reuniões de cada mês, para outros espaços situados fora da sede do Concelho. --- Atendendo ao n.º 1 do Artigo 1º do Regimento desta Câmara, aprovado por sua deliberação de 28 de Outubro de 2009, que dispõe “as reuniões de Câmara se podem realizar noutros locais, quando assim for deliberado”. --- Proponho que a Exma. Câmara delibere no sentido de aprovar que as reuniões públicas de Câmara do mês de Fevereiro (27), Junho (19) e Outubro (23) se

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realizem em Quarteira, no do Centro Autárquico, no horário habitual.” --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a rectificação das datas das reuniões públicas mensais do mês de Fevereiro (27), Junho (19) e Outubro (23) de 2013, de acordo com a proposta do Senhor Presidente. ---

TRANSFERÊNCIA DE VERBAS PARA A FREGUESIA DE ALTE, FREGUESIA DO AMEIXIAL, FREGUESIA DE BENAFIM, FREGUESIA DE QUERENÇA E FREGUESIA DE SALIR – Pelo Senhor Vice-Presidente foi presente a proposta

que a seguir se transcreve: --- “ Considerando que as populações nas suas enfermidades fazem-se transportar para o Centro de Saúde de Loulé e para o Hospital Central de Faro, nas ambulâncias dos Bombeiros Municipais, mas também nas ambulâncias das Juntas de Freguesia. --- Considerando que as Juntas de Freguesia de Alte, Ameixial, Benafim, Querença e Salir prestam este tipo de apoio às populações da área, que são na sua maioria pessoas carenciadas, até porque nas Autarquias do interior, vivem essencialmente pessoas com fracos recursos económicos; --- Considerando que a grande maioria destas pessoas não tem capacidade económica para suportar as deslocações por motivo de saúde, sem que esses custos se repercutam na sua subsistência do dia a dia; --- Considerando que aquelas Autarquias fazem um grande esforço financeiro com as viaturas e o pessoal que assegura o seu funcionamento, e que via desses encargos que deveriam ser assegurados pelo Estado, visto na prática ser um serviço social que se encontra nas atribuições das Juntas de Freguesia, estas Autarquias deixam de realizar obras em benefício das suas populações; --- Considerando o atrás exposto, proponho a transferência para as Juntas de Freguesia de Alte, Ameixial, Benafim, Querença e Salir das verbas descritas em anexo como forma de comparticipação nos custos suportados por aquelas Autarquias na prestação destes serviços. --- O montante total a transferir é de 157.500 Euros, através de verbas atribuídas em

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despesas correntes, no ano 2013 conforme quadro em anexo.” --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a transferência de 157.500€ para a Freguesia de Alte, Freguesia do Ameixial, Freguesia de Benafim. Freguesia de Querença e Freguesia de Salir, como forma de comparticipação nas despesas decorrentes da prestação de serviços destas instituições, na área do apoio social e saúde, de acordo com a proposta do Sr. Vice-Presidente da Câmara. ---

APROVAÇÃO DA MINUTA DO CONTRATO DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉCTRICA PARA INSTALAÇÕES DE MÉDIA TENSÃO E DE BAIXA TENSÃO ESPECIAL, NO VALOR DE 2.142.950,28€ A CELEBRAR COM EDP COMERCIAL – COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA, S.A. – Pela Divisão Jurídica e de Contencioso foi presente a minuta que a seguir se transcreve: ---

MINUTA DO CONTRATO DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA PARA INSTALAÇÕES DE MÉDIA TENSÃO E DE BAIXA TENSÃO ESPECIAL, PELO VALOR GLOBAL DE 2.142.950,28€, SEM IVA INCLUÍDO

Aos ……… dias do mês de ………… do ano de 2013, em Loulé, no Edifício dos Paços do Concelho, perante mim, Maria Ricardo Correia Pinto Guerreiro, oficial público dos contratos, da Câmara Municipal de Loulé, conforme despacho emitido pelo Senhor Presidente da Câmara no dia vinte e seis de outubro de dois mil e nove, é celebrado o presente contrato: --- Entre o MUNICÍPIO DE LOULÉ, pessoa coletiva número 502098139, com sede na Praça da República, em Loulé, representado por SEBASTIÃO FRANCISCO

SERUCA EMÍDIO, na qualidade de seu Presidente, com poderes para o ato, nos

termos legais e à firma EDP COMERCIAL – COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA,

S.A., com sede na Praça do Marquês de Pombal, 13, em Lisboa, matriculada na

Conservatória do Registo Comercial com o número único de matrícula e pessoa coletiva 503504564, com o capital social de 20.814.695,00€, representada por

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Identidade número 2992198, emitido em 20 de Outubro de 2004, pela Direcção-Geral dos Registos e do Notariado, Serviços de Identificação Civil do Porto, contribuinte número 150550545 e JOSÉ MANUEL FERRARI BIGARES CARETO, portador do Cartão de Cidadão número 04447330 3ZZ8, emitido pela República Portuguesa, válido até 20 de Agosto de 2015, contribuinte numero 141828841, na qualidade de Vogais do Conselho de Administração, com poderes para o ato conforme consta da certidão permanente, é celebrado e reciprocamente aceite o presente contrato que se rege pelas cláusulas seguintes: ---

PRIMEIRA: Por deliberação de câmara de …. de ……. de 2013, e na sequência do

concurso público, cujo anúncio foi publicado no Diário da Republica número 195, II Série de 9 de outubro de 2012 e no JOUE sob o número 2012/S 150-250845, foi adjudicado à firma EDP COMERCIAL – COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA, S.A., o contrato de “FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA PARA INSTALAÇÕES DE MÉDIA TENSÃO E DE BAIXA TENSÃO ESPECIAL”, pelo valor global de 2.142.950,28€ (dois milhões cento e quarenta e dois mil novecentos e cinquenta euros e vinte e oito cêntimos) acrescido de IVA à taxa legal em vigor, conforme caderno de encargos e proposta do adjudicatário, e demais elementos patentes no concurso que se consideram integrados no presente contrato, tendo o encargo cabimento na rubrica orçamental 02/02.02.01, para o presente ano económico e seguintes; --- A despesa referente a este contrato tem o compromisso n.º 3818, no âmbito do artigo 5.º da Lei n.º 8/2012, de 21/02, conjugado com o artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 127/2012, de 21/06; ---

SEGUNDA: O objeto do contrato consiste no fornecimento de energia elétrica para

instalações de media tensão e de baixa tensão especial, conforme se descreve no caderno de encargos e na proposta do adjudicatário que se dá por inteiramente reproduzida; ---

TERCEIRA: O contrato tem a duração de três anos, sem prejuízo das obrigações

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QUARTA: A Edilidade poderá, no período em que vigorar o contrato, cancelar locais

de consumo de energia, quer sejam do tipo Média Tensão (MT) ou Baixa Tensão Especial (BTE) quando por razões de força maior deixarem de se justificar; --- Cada uma das partes obriga-se a nomear um representante responsável pelo acompanhamento da execução do contrato e que desempenhe o papel de interlocutor com a parte contrária para todos os fins associados à execução do contrato; ---

QUINTA: Sem prejuízo de outras obrigações previstas na legislação aplicável, no

caderno de encargos ou nas cláusulas contratuais do contrato decorrem para o fornecedor as seguintes obrigações principais: --- - Cumprimento dos dispostos previstos no Regulamento da Qualidade de Serviço para os comercializadores e no Regulamento das Relações Comerciais, emitidos pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE); --- - Obrigação de disponibilização dos registos de leituras de contagem de Energia Elétrica à Edilidade; --- - A contagem de Energia Elétrica será efetuada de acordo com os ciclos e as utilizações definidas por local de consumo no quadro “Condições de fornecimento existentes – Média Tensão” e no quadro “Condições de fornecimento existentes – BTE” apresentados na parte II – especificações Técnicas do Caderno de Encargos; -

SEXTA: O fornecedor deve guardar sigilo sobre toda a informação e documentação,

técnica e não técnica, comercial ou outra, relativa à Edilidade, de que possa ter conhecimento ao abrigo ou em relação com a execução do contrato; ---

SÉTIMA: As quantias devidas serão pagas no prazo de 30 dias após a receção das

respetivas faturas mensais, as quais devem conter a discriminação da totalidade dos serviços objeto do contrato, nomeadamente dos consumos efetivamente verificados no mês anterior, acrescido de IVA à taxa legal em vigor; ---

OITAVA: Nenhuma das partes incorrerá em responsabilidade se, por caso fortuito

ou de força maior, for impedida de cumprir as obrigações assumidas, entendendo-se como tal as circunstâncias que impossibilitem a respetiva realização, alheias à

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vontade da parte afetada, que ela não pudesse conhecer ou prever à data da celebração do contrato e cujos efeitos não lhe fosse razoavelmente exigível contornar ou evitar; --- Podem constituir força maior, se se verificarem os requisitos acima referidos, designadamente, tremores de terra, inundações, incêndios, epidemias, sabotagens, greves, embargos ou bloqueios internacionais, atos de guerra ou terrorismo, motins e determinações governamentais ou administrativas injuntivas; --- Não constituem motivos de força maior os previstos no ponto 3 do artigo 10, do Caderno de Encargos; --- A ocorrência de circunstâncias que possam consubstanciar casos de força maior deve ser imediatamente comunicada à outra parte, devendo-se de igual modo informar o prazo previsível para restabelecer a situação. A força maior determina a prorrogação dos prazos de cumprimento das obrigações contratuais afetadas pelo período de tempo comprovadamente correspondente ao impedimento resultante da força maior; ---

NONA: A subcontratação pelo fornecedor e a cessão da respetiva posição contratual

depende, em qualquer causa, da autorização escrita da Edilidade; ---

DÉCIMA: Sem prejuízo de outros fundamentos de resolução previstos na lei, a

Edilidade pode resolver o contrato a título sancionatório, no caso do fornecedor violar de fora grave ou reiterada qualquer das obrigações que lhe incubem; --- Sem prejuízo de outros fundamentos de resolução previstos na lei o fornecedor pode resolver o contrato quando qualquer montante que lhe seja devido esteja em dívida há mais de 90 dias ou o montante em divida exceda 25% do preço contratual, excluindo juros ---

DÉCIMA PRIMEIRA: As especificações técnicas do contrato encontram-se descritas

na parte II do caderno de encargos que aqui se dá como reproduzido para todos os efeitos legais; ---

DÉCIMA SEGUNDA: Em qualquer caso de extinção do contrato, independentemente do motivo que lhe der origem, o fornecedor obriga-se a prestar

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toda a assistência necessária na transição dos serviços objeto do contrato para a Edilidade ou para terceiro por esta designado, de modo a que se garanta a continuidade dos serviços objeto do contrato, a mínima perturbação destes, e a transição ocorra de forma progressiva e ordenada; ---

DÉCIMA TERCEIRA: A Edilidade deve pagar ao fornecedor o valor correspondente

aos consumos descritos no n.º 1 do artigo 5.º da Parte I Clausulas gerais do caderno de encargos que aqui se dá como reproduzido, valorizados de acordo com os preços constantes na proposta, acrescido de IVA à taxa legal em vigor. A Edilidade deve pagar ao fornecedor o valor correspondente aos consumos descritos nos n.º 2 e n.º 3 do referido artigo 5.º, valorizados de acordo cm a legislação aplicável em cada período de consumo, acrescido de IVA à taxa legal em vigor; ---

DÉCIMA QUARTA: Para resolução de todos os litígios decorrentes do contrato, fica

estipulado o foro dos tribunais com competência territorial no concelho de Loulé, com expressa renúncia a qualquer outro; ---

DÉCIMA QUINTA: O preço global do contrato é de 2.142.950,28€ (dois milhões

cento e quarenta e dois mil novecentos e cinquenta euros e vinte e oito cêntimos) acrescido de IVA à taxa legal em vigor, pelo que para garantia do fornecimento e cumprimento das cláusulas deste contrato, foi prestada a caução correspondente ao depósito definitivo de cinco por cento, deste valor, no montante de 107.147,51€

(cento e sete mil cento e quarenta e sete euros e cinquenta e um cêntimos),

emitida pela Fidelidade – Companhia de Seguros, S.A., com sede no Largo do Calhariz, 30 em Lisboa, através da Declaração de Seguro de Caução n.º

201302004 – apólice CA30003415, datada de 26 de fevereiro de 2013; --- DÉCIMA SEXTA: Este contrato só produzirá efeitos após o visto do Tribunal de

Contas; ---

DÉCIMA SÉTIMA: Que, nos casos omissos ao presente contrato, ou aos

documentos a ele anexos, aplicar-se-ão as normas legais em vigor e supletivamente o disposto no Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de Janeiro, e restante legislação aplicável. ---

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Que este contrato foi precedido de minuta, aprovada por ………..de …. de …..de 2013, e aceite pela representada do segundo outorgante. --- Do presente contrato fazem parte: --- - Programa de Procedimento; --- - Caderno de Encargos; --- - Proposta do fornecedor. --- - Deliberações de Câmara e Informações técnicas; --- E, que ambos os outorgantes aceitem este contrato nos precisos termos exarados, de que tomaram integral conhecimento, assim como dos documentos anexos, que depois de lido vai ser assinado por todos os intervenientes.” --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a minuta do contrato acima referido. ---

APROVAÇÃO DA MINUTA DO CONTRATO DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉCTRICA PARA INSTALAÇÕES DE BAIXA TENSAO NORMAL. NO VALOR DE 1.167.021,72€ A CELEBRAR COM EDP COMERCIAL – COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA S.A. – Pela Divisão Jurídica e de Contencioso foi presente a minuta

que a seguir se transcreve: ---

MINUTA DO CONTRATO DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA PARA INSTALAÇÕES DE BAIXA TENSÃO NORMAL, PELO VALOR GLOBAL DE 1.167.021,72€, SEM IVA INCLUÍDO

Aos ……… dias do mês de ………… do ano de 2013, em Loulé, no Edifício dos Paços do Concelho, perante mim, Maria Ricardo Correia Pinto Guerreiro, oficial público dos contratos, da Câmara Municipal de Loulé, conforme despacho emitido pelo Senhor Presidente da Câmara no dia vinte e seis de outubro de dois mil e nove, é celebrado o presente contrato: --- Entre o MUNICÍPIO DE LOULÉ, pessoa coletiva número 502098139, com sede na Praça da República, em Loulé, representado por SEBASTIÃO FRANCISCO

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termos legais e à firma EDP COMERCIAL – COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA,

S.A., com sede na Praça do Marquês de Pombal, 13, em Lisboa, matriculada na

Conservatória do Registo Comercial com o número único de matrícula e pessoa coletiva 503504564, com o capital social de 20.814.695,00€, representada por

PAULO MANUEL DOS SANTOS PINTO DE ALMEIDA, portador do Bilhete de

Identidade número 2992198, emitido em 20 de Outubro de 2004, pela Direcção-Geral dos Registos e do Notariado, Serviços de Identificação Civil do Porto, contribuinte número 150550545 e JOSÉ MANUEL FERRARI BIGARES CARETO, portador do Cartão de Cidadão número 04447330 3ZZ8, emitido pela República Portuguesa, válido até 20 de Agosto de 2015, contribuinte numero 141828841, na qualidade de Vogais do Conselho de Administração, com poderes para o ato conforme consta da certidão permanente, é celebrado e reciprocamente aceite o presente contrato que se rege pelas cláusulas seguintes: ---

PRIMEIRA: Por deliberação de câmara de …. de ……. de 2013, e na sequência do

concurso público, cujo anúncio foi publicado no Diário da Republica número 195, II Série de 9 de outubro de 2012 e no JOUE sob o número 2012/S 150-250847, foi adjudicado à firma EDP COMERCIAL – COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA, S.A., o contrato de “FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA PARA INSTALAÇÕES DE MÉDIA TENSÃO E DE BAIXA TENSÃO ESPECIAL”, pelo valor global de 1.167.021,72€,(um milhão cento e sessenta e sete mil e vinte e um euros e setenta e dois cêntimos) acrescido de IVA à taxa legal em vigor, conforme caderno de encargos e proposta do adjudicatário, e demais elementos patentes no concurso que se consideram integrados no presente contrato, tendo o encargo cabimento na rubrica orçamental 02/02.02.01, para o presente ano económico e seguintes; --- A despesa referente a este contrato tem o compromisso n.º 3817, no âmbito do artigo 5.º da Lei n.º 8/2012, de 21/02, conjugado com o artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 127/2012, de 21/06; ---

SEGUNDA: O objeto do contrato consiste no fornecimento de energia elétrica para

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e na proposta do adjudicatário que se dá por inteiramente reproduzida; ---

TERCEIRA: O contrato tem a duração de três anos, sem prejuízo das obrigações

acessórias que devam perdurar para além da cessação do contrato; ---

QUARTA: A Edilidade poderá, no período em que vigorar o contrato, cancelar locais

de consumo de energia de Baixa Tensão Normal (BTN) quando por razões de força maior deixarem de se justificar; --- Cada uma das partes obriga-se a nomear um representante responsável pelo acompanhamento da execução do contrato e que desempenhe o papel de interlocutor com a parte contrária para todos os fins associados à execução do contrato; ---

QUINTA: Sem prejuízo de outras obrigações previstas na legislação aplicável, no

caderno de encargos ou nas cláusulas contratuais do contrato decorrem para o fornecedor as seguintes obrigações principais: --- Cumprimento dos dispostos previstos no Regulamento da Qualidade de Serviço para os comercializadores e no Regulamento das Relações Comerciais, emitidos pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE); --- - Obrigação de disponibilização dos registos de leituras de contagem de Energia Elétrica à Edilidade; --- - A contagem de Energia Elétrica será efetuada de acordo com os ciclos e as utilizações definidas por local de consumo de acordo com a alínea c) do artigo 6.º do Caderno de Encargos; ---

SEXTA: O fornecedor deve guardar sigilo sobre toda a informação e documentação,

técnica e não técnica, comercial ou outra, relativa à Edilidade, de que possa ter conhecimento ao abrigo ou em relação com a execução do contrato; ---

SÉTIMA: As quantias devidas serão pagas no prazo de 30 dias após a receção das

respetivas faturas mensais, as quais devem conter a discriminação da totalidade dos serviços objeto do contrato, nomeadamente dos consumos efetivamente verificados no mês anterior, acrescido de IVA à taxa legal em vigor; ---

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ou de força maior, for impedida de cumprir as obrigações assumidas, entendendo-se como tal as circunstâncias que impossibilitem a respetiva realização, alheias à vontade da parte afetada, que ela não pudesse conhecer ou prever à data da celebração do contrato e cujos efeitos não lhe fosse razoavelmente exigível contornar ou evitar; --- Podem constituir força maior, se se verificarem os requisitos acima referidos, designadamente, tremores de terra, inundações, incêndios, epidemias, sabotagens, greves, embargos ou bloqueios internacionais, atos de guerra ou terrorismo, motins e determinações governamentais ou administrativas injuntivas; --- Não constituem motivos de força maior os previstos no ponto 3 do artigo 10, do Caderno de Encargos; --- A ocorrência de circunstâncias que possam consubstanciar casos de força maior deve ser imediatamente comunicada à outra parte, devendo-se de igual modo informar o prazo previsível para restabelecer a situação. A força maior determina a prorrogação dos prazos de cumprimento das obrigações contratuais afetadas pelo período de tempo comprovadamente correspondente ao impedimento resultante da força maior; ---

NONA: A subcontratação pelo fornecedor e a cessão da respetiva posição contratual

depende, em qualquer causa, da autorização escrita da Edilidade; ---

DÉCIMA: Sem prejuízo de outros fundamentos de resolução previstos na lei, a

Edilidade pode resolver o contrato a título sancionatório, no caso do fornecedor violar de fora grave ou reiterada qualquer das obrigações que lhe incubem; --- Sem prejuízo de outros fundamentos de resolução previstos na lei o fornecedor pode resolver o contrato quando qualquer montante que lhe seja devido esteja em dívida há mais de 90 dias ou o montante em divida exceda 25% do preço contratual, excluindo juros; ---

DÉCIMA PRIMEIRA: As especificações técnicas do contrato encontram-se descritas

na parte II do caderno de encargos que aqui se dá como reproduzido para todos os efeitos legais; ---

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DÉCIMA SEGUNDA: Em qualquer caso de extinção do contrato, independentemente do motivo que lhe der origem, o fornecedor obriga-se a prestar toda a assistência necessária na transição dos serviços objeto do contrato para a Edilidade ou para terceiro por esta designado, de modo a que se garanta a continuidade dos serviços objeto do contrato, a mínima perturbação destes, e a transição ocorra de forma progressiva e ordenada; ---

DÉCIMA TERCEIRA: A Edilidade deve pagar ao fornecedor o valor correspondente

aos consumos descritos no n.º 1 do artigo 5.º da Parte I Clausulas gerais do caderno de encargos que aqui se dá como reproduzido, valorizados de acordo com os preços constantes da proposta, acrescido de IVA à taxa legal em vigor. A Edilidade deve pagar ao fornecedor o valor correspondente aos consumos descritos nos n.º 2 e n.º 3 do referido artigo 5.º, valorizados de acordo com a legislação aplicável em cada período de consumo, acrescido de IVA à taxa legal em vigor; ---

DÉCIMA QUARTA: Para resolução de todos os litígios decorrentes do contrato, fica

estipulado o foro dos tribunais com competência territorial no concelho de Loulé, com expressa renúncia a qualquer outro; ---

DÉCIMA QUINTA: O preço global do contrato é de 1.167.021,72€, (um milhão cento

e sessenta e sete mil e vinte e um euros e setenta e dois cêntimos), acrescido de IVA à taxa legal em vigor, pelo que para garantia do fornecimento e cumprimento das cláusulas deste contrato, foi prestada a caução correspondente ao depósito definitivo de cinco por cento, deste valor, no montante de 58.351,09€ (cinquenta e

oito mil trezentos e cinquenta e um euros e nove cêntimos), emitida pela

Fidelidade – Companhia de Seguros, S.A., com sede no Largo do Calhariz, 30 em Lisboa, através da Declaração de Seguro de Caução n.º 201302005 – apólice

CA30003415, datada de 26 de fevereiro de 2013; --- DÉCIMA SEXTA: Este contrato só produzirá efeitos após o visto do Tribunal de

Contas; ---

DÉCIMA SÉTIMA: Que, nos casos omissos ao presente contrato, ou aos

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o disposto no Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de Janeiro, e restante legislação aplicável. --- Que este contrato foi precedido de minuta, aprovada por ………..de …. de …..de 2013, e aceite pela representada do segundo outorgante. --- Do presente contrato fazem parte: --- - Programa de Procedimento; --- - Caderno de Encargos; --- - Proposta do fornecedor. --- - Deliberações de Câmara e Informações técnicas; --- E, que ambos os outorgantes aceitem este contrato nos precisos termos exarados, de que tomaram integral conhecimento, assim como dos documentos anexos, que depois de lido vai ser assinado por todos os intervenientes.” --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a minuta do contrato acima referido. ---

APROVAÇÃO DA MINUTA DO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO DE ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS NO MUNICÍPIO DE LOULÉ, NO VALOR DE 223.502,60€ A CELEBRAR COM CESPA PORTUGAL, S.A. – Pela Divisão Jurídica e de Contencioso foi presente a minuta que a seguir se

transcreve: ---

MINUTA DO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO DE ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS NO MUNICÍPIO DE LOULÉ, PELO VALOR GLOBAL DE 223.502,60€, AO QUAL ACRESCE O IVA À TAXA LEGAL.

Aos ……….. dias do mês de ………….do ano de 2013, em Loulé, no Edifício dos Paços do Concelho, perante mim, Maria Júlia Gonçalves Sousa Gonçalves, oficial público dos contratos, da Câmara Municipal de Loulé, conforme despacho emitido pelo Senhor Presidente da Câmara no dia vinte e seis de Outubro de dois mil e nove, é celebrado o presente contrato: --- Entre o MUNICÍPIO DE LOULÉ, pessoa coletiva número 502098139, com sede na

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Praça da República, em Loulé, representado por SEBASTIÃO FRANCISCO

SERUCA EMÍDIO, na qualidade de seu Presidente, com poderes para o ato, nos

termos legais e a firma CESPA PORTUGAL, S.A., com sede na Av. Severiano Falcão, Lote 2 - 1.º, Edf. Ambiente, Prior Velho, Loures, com o capital social de 5.050.000,00€, matriculada na Conservatória do Registo Comercial com o número único de matrícula e pessoa coletiva 503307483, representada por TIAGO

BEGONHA DA SILVA BORGES, portador do cartão de cidadão número

10995224-3ZZ7, válido até 09 de Março de 2014, contribuinte número 160861748, com poderes para o ato conforme consta da ata número 13 de 14 de Março de 2011 do Conselho de Administração, é celebrado e reciprocamente aceite o presente contrato que se rege pelas cláusulas seguintes:---

PRIMEIRA: Por deliberação de câmara de …. de ……. de 2013, e na sequência do

concurso público, cujo anúncio foi publicado no Diário da Republica número 188, II Série de 27 de setembro de 2012 e no JOUE sob o número 2012/S 189-311196, foi adjudicado à empresa CESPA PORTUGAL, S.A.,, a prestação de: “SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO DE ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS NO MUNICÍPIO DE LOULÉ” - Lotes 1 e 2, pelo valor global de 223.502,60€ (duzentos e vinte e três mil quinhentos e dois euros e sessenta cêntimos) acrescido de IVA à taxa legal em vigor, conforme caderno de encargos e proposta do adjudicatário, e demais elementos patentes no concurso que se consideram integrados no presente contrato, tendo o encargo cabimento na rubrica orçamental 02/02.02.03 para o presente ano económico e seguintes; --- A despesa referente a este contrato tem o compromisso n.º 4081, no âmbito do artigo 5.º da Lei n.º 8/2012, de 21/02, conjugado com o artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 127/2012, de 21/06; ---

SEGUNDA: O objeto do presente contrato consiste na prestação de serviços de

manutenção de espaços verdes públicos em Loulé e Quarteira - Lote 1 e 2, no âmbito das atividades desenvolvidas pela Divisão de Ambiente Transportes e Energia, pelo prazo de 20 meses, conforme se descreve pormenorizadamente no

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anexo técnico do caderno de encargos e na proposta do adjudicatário que se dá por inteiramente reproduzida; ---

TERCEIRA: Sem prejuízo de outras obrigações previstas na legislação aplicável no

presente contrato decorrem ainda para o prestador de serviços as obrigações previstas no artigo quarto (cláusulas gerais) do caderno de encargos; ---

QUARTA: Sem prejuízo de outros fundamentos de resolução previstos na lei, o

prestador de serviços pode resolver o contrato quando qualquer montante lhe que lhe esteja em divida há mais de seis meses ou o montante em dívida exceda 25% do preço contratual, excluindo juros; ---

QUINTA: O prestador de serviço garantirá o sigilo quanto a informações que os seus

técnicos venham a ter conhecimento relacionadas com a atividade da Edilidade; ---

SEXTA: Pelo incumprimento das obrigações emergentes do contrato, a Edilidade

pode exigir o pagamento de uma pena pecuniária, de montante a fixar em função da gravidade do incumprimento, nos seguintes termos: --- a) Quando ocorram atrasos relativamente ao planeamento dos serviços será aplicada uma pena pecuniária calculada sobre o tempo de atraso relativamente ao previsto no plano de trabalhos, que corresponderá a 2% (dois por cento) do valor correspondente ao total da tarefa a faturar por cada dia de atraso. --- b) Quando se verifique nas ações de fiscalização da execução do contrato que os meios afetos aos Lote 1 e 2 não são os que constam do contrato será aplicada uma pena pecuniária que corresponderá a 50% (cinquenta por cento) do valor mensal a faturar. --- O valor das penalidades pecuniárias a aplicar é creditada a favor da Autarquia ou deduzida na fatura do mês seguinte; ---

SÉTIMA: Não podem ser impostas penalidades ao prestador de serviços nem é

havida como incumprimento, a não realização pontual das prestações contratuais a cargo de qualquer das partes que resulte de caso de força maior, entendendo-se como tal as circunstâncias que impossibilitem a respetiva realização, alheias à vontade da parte afetada, que ela não pudesse conhecer ou prever à data da

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celebração do contrato e cujos efeitos não lhe fosse razoavelmente exigível contornar ou evitar; --- Podem constituir força maior, se se verificarem os requisitos acima referidos, designadamente, tremores de terra, inundações, incêndios, epidemias, sabotagens, greves, embargos ou bloqueios internacionais, atos de guerra ou terrorismo, motins e determinações governamentais ou administrativas injuntivas; --- Não constituem motivos de força maior os previstos no ponto 3 do artigo 9, do Caderno de Encargos; --- A ocorrência de circunstâncias que possam consubstanciar casos de força maior deve ser imediatamente comunicada à outra parte. A força maior determina a prorrogação dos prazos de cumprimento das obrigações contratuais afetadas pelo período de tempo comprovadamente correspondente ao impedimento resultante da força maior; ---

OITAVA: As quantias devidas serão pagas no prazo de 60 dias após a receção das

respetivas faturas, as quais só podem ser emitidas após o vencimento da obrigação respetiva; --- Para efeitos de pagamento, as faturas deverão ser apresentadas ao final de cada mês a que correspondem os serviços prestados, acompanhadas de relatório mensal de execução de serviços; --- O pagamento de serviços efetuados apenas será processado, após a aprovação do relatório mensal de execução de serviços, pela Divisão de Ambiente Transportes e Energia, uma vez que se considera o serviço como executado, apenas, após o cumprimento desta formalidade. --- No caso de ocorrerem intervenções pontuais nos espaços abrangidos pelo presente contrato que impeçam o adjudicatário de desenvolver os trabalhos inerentes à prestação de serviços este não procederá à faturação do valor correspondente a esse período. --- Em caso de discordância por parte da Entidade Adjudicante quanto aos valores indicados nas faturas, deve esta comunicar ao prestador de serviços, por escrito, os

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respetivos fundamentos, ficando o prestador de serviços obrigado a prestar os esclarecimentos necessários ou proceder à emissão de nova fatura corrigida; ---

NONA: Sem prejuízo de outros fundamentos de resolução do contrato previstos na

lei, a Edilidade pode resolver o contrato, a título sancionatório, no caso de o prestador de serviços violar de forma grave ou reiterada qualquer das obrigações que lhe incumbem, designadamente nos seguintes casos: --- a) Quando se verificarem incumprimentos, ou seja atraso no início ou na conclusão dos serviços solicitados e confirmados em 3 (três) serviços; --- b) Quando se verificar que o objeto do contrato não corresponde às características e especificações que lhe são atribuídas na proposta e restante documentação apresentada pelo adjudicatário; ---

DÉCIMA: O adjudicatário será responsável por todos e quaisquer danos e prejuízos,

causados à entidade adjudicante e a terceiros, que resultem das atividades exercidas no âmbito da prestação de serviços contratada--- O adjudicatário obriga-se a dispor de apólices de seguro válidas, contra acidentes de trabalho, relativamente a todo o pessoal, responsabilidade civil, contra danos provocados à Edilidade ou a terceiros; ---

DÉCIMA PRIMEIRA: A subcontratação pelo prestador de serviços e a cessão da

posição contratual por qualquer das partes depende da autorização da outra, nos termos do Código dos Contratos Públicos; ---

DÉCIMA SEGUNDA: O valor global da prestação de serviços é de 223.520,60€

(duzentos e vinte e três euros quinhentos e vinte mil e sessenta cêntimos), sem I.V.A. incluído, e para garantia da boa execução dos trabalhos e cumprimento das cláusulas deste contrato, foi prestada a caução correspondente ao depósito definitivo de cinco por cento, deste valor, no montante de 11.175,13€ (onze mil cento e setenta e cinco euros e treze cêntimos), através da GARANTIA BANCÁRIA

n.º 962300488010683, emitida pelo Banco Santander Totta, S.A., com sede em

Lisboa, na Rua do Ouro, 88, datada de 26 de fevereiro de 2013; ---

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documentos a ele anexos, aplicar-se-ão as normas legais em vigor e supletivamente o disposto no Decreto-Lei n.º 18/2008, de 29 de Janeiro, e restante legislação aplicável. --- Que este contrato foi precedido de minuta, aprovada por deliberação de Câmara de …. de ……… de 2013, e aceite pela representada do segundo outorgante. --- Do presente contrato fazem parte: --- - Programa de Procedimento; --- - Caderno de Encargos; --- - Proposta do adjudicatário. --- - Despachos e Informações técnicas; --- E, que ambos os outorgantes aceitem este contrato nos precisos termos exarados, de que tomaram integral conhecimento, assim como dos documentos anexos, que depois de lido vai ser assinado por todos os intervenientes.” --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a minuta do contrato acima referido. --- A Senhora Vereadora Dr.ª Hortense Morgado perguntou: “Isto significa que a CESPA passa a ser responsável pela manutenção das árvores na marginal de Quarteira? É que as palmeiras, junto à praia, estão, quase ou na totalidade, “mortas”. De quem é, a partir de agora, a responsabilidade relativamente ao respectivo tratamento?” --- O Senhor Vereador Dr. Anibal Moreno informou: “Nessa avenida vai haver remodelação da iluminação pública e remoção das palmeiras e substituição por palmeiras resistentes ao escaravelho vermelho.” ---

APROVAÇÃO DA MINUTA DA ESCRITURA DE DOACÇÃO À ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO ALGARVE, I.P. – Pela Divisão Jurídica e de Contencioso foi presente a minuta que a seguir se transcreve: ---

MINUTA DA ESCRITURA DE DOAÇÃO

---Aos ……. dias do mês de ……. do ano dois mil e treze nesta cidade de Loulé, no Edifício dos Paços do Concelho, perante mim, Rui Salvador Felizardo Tardão, Chefe

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da Divisão Jurídica e de Contencioso, em regime de substituição, servindo nos termos legais, de Notário Privativo da Câmara Municipal de Loulé, compareceram como outorgantes: --- PRIMEIRO: SEBASTIÃO FRANCISCO SERUCA EMÍDIO, casado, natural da freguesia de S. Sebastião e residente na freguesia de S. Clemente, concelho de Loulé, na qualidade de Presidente da Câmara Municipal de Loulé, outorgando em representação deste Município, com o cartão de pessoa coletiva número 502098139, com poderes para o ato, o que certifico por ser do meu conhecimento pessoal. --- SEGUNDO: GILDÁSIO MARTINS DOS SANTOS, portador do cartão de cidadão número 05433694-5ZZ2, válido até nove de janeiro de dois mil e dezasseis o qual outorga na qualidade de presidente do conselho directivo, com poderes para o ato conforme despacho seis mil duzentos e oitenta e dois, barra, dois mil e doze, de catorze de maio e ata número nove de um de março de 2013 do conselho directivo da ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO ALGARVE IP, com sede Largo de S. Pedro, n.º 15, 8000 – 145 em Faro, contribuinte e matricula número 503148709. --- Reconheço a identidade e poderes do segundo outorgante pela exibição do cartão de cidadão atrás referido e ata do conselho directivo da Administração Regional de Saúde do Algarve, I.P. que arquivo. --- Pelo primeiro outorgante, na qualidade em que outorga, foi dito: --- Que a sua representada é dona e legítima possuidora do prédio urbano, sito em Aldeia da Tôr, freguesia da Tôr, concelho de Loulé, com a área coberta de 87m2 (oitenta e sete metros quadrados) e a área descoberta de 12m2 (doze metros quadrados), com a área total de 99m2 (noventa e nove metros quadrados), inscrito na matriz predial urbana sob o artigo setecentos e noventa e um -P(791-P) e descrito na Conservatória do Registo Predial de Loulé, sob o número novecentos e oitenta, barra, dois mil e doze, zero quatro, doze (980/20120412), freguesia da Tôr, concelho de Loulé, confrontando a norte com Manuel Coelho Viegas, a sul com

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ACTA Nº 05 Fls. __________ REUNIÃO ORDINÁRIA DE 13 DE MARÇO DE 2013

António Guerreiro a nascente com Manuel Coelho Viegas e Outro e a poente com estrada, com o valor patrimonial de………..--- Que por esta escritura a sua representada doa à ARS ALGARVE IP, livre de quaisquer ónus ou encargos, o prédio acima referido conforme deliberação de câmara de…………. --- Pelo segundo outorgante, foi dito, na qualidade em que outorga: --- Que, aceita para à ARS ALGARVE IP, que neste ato representa, doação do prédio acima referido. --- - Está dispensado da licença de utilização nos termos da alínea b) do n.º 1 do art.º 7 do 555/99 de 16 de dezembro. --- Assim o disseram e outorgaram. --- Arquivo: --- - Certidão permanente da Conservatória do Registo Predial de Loulé; --- - Caderneta predial Urbana; --- - Ata número nove de um de março de 2013 do conselho directivo da ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO ALGARVE IP; --- -Deliberação de Câmara de …. de março de dois mil e treze; --- Este ato está isento de Imposto de Selo, nos termos conjugados do art. 1.º, art. 3.º e al. a) do art. 6.º do Código do Imposto do Selo aprovado pela Lei n.º 150/99, de 11 de setembro, na sua atual redação. --- - Foi feita aos outorgantes em voz alta e na presença simultânea de todos, a leitura deste instrumento e explicação do seu conteúdo e efeitos.” --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a minuta da escritura acima referida. ---A Senhora Vereadora Dr.ª Hortense Morgado perguntou: “Sendo este prédio um bem municipal, a que se destina?”, tendo sido informada pelo Senhor Vice-Presidente que o prédio é onde está instalado o Centro de Saúde da Tôr. ---

APROVAÇÃO DA MINUTA DA ESCRITURA DE DOACÇÃO DE UM PRÉDIO URBANO SITO EM BENAFIM GRANDE A CELEBRAR COM JUNTA DE

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FREGUESIA DE BENAFIM – Pela Divisão Jurídica e de Contencioso foi presente

a minuta que a seguir se transcreve: ---

MINUTA DA ESCRITURA DE DOAÇÃO

Aos ……. dias do mês de ……….. do ano dois mil e treze, nesta cidade de Loulé, no Edifício dos Paços do Concelho, perante mim, Rui Salvador Felizardo Tardão, Chefe de Divisão Jurídica e de Contencioso, em regime de substituição, servindo nos termos legais, de Notário Privativo da Câmara Municipal de Loulé, compareceram como outorgantes: --- PRIMEIRO: SEBASTIÃO FRANCISCO SERUCA EMÍDIO, casado, natural da freguesia de S. Sebastião, e residente na freguesia de São Clemente, concelho de Loulé, na qualidade de Presidente da Câmara Municipal de Loulé, outorgando em representação deste Município, com o cartão de pessoa coletiva número 502098139, com poderes para o ato, o que certifico por ser do meu conhecimento pessoal. --- SEGUNDO: FERNANDO MANUEL GUERREIRO VARGUES, casado, natural da freguesia de Alte, e residente na freguesia de Benafim, concelho de Loulé, na qualidade de Presidente da Junta de Freguesia de Benafim, outorgando em representação da Junta, com o cartão de pessoa coletiva número 508671558, com poderes para o ato, o que certifico por ser do meu conhecimento pessoal. --- Pelo primeiro outorgante, na qualidade em que outorga, foi dito: --- -Que a sua representada é dona e legítima possuidora do prédio urbano, situado em Benafim Grande, freguesia de S. Clemente, concelho de Loulé, com a área coberta de cento e sessenta e nove, virgula dez metros quadrados (169,10 m2) e a área descoberta de oitenta e nove, virgula sessenta metros quadrados (89,60m2) confrontando a nascente com proprietário a norte com Dores Benedito a poente com rua e a sul com estrada nacional inscrito na respetiva matriz predial sob o artigo (974) novecentos e setenta e quatro, e descrito na Conservatória do Registo Predial de Loulé na freguesia de Alte sob o número cento e sessenta e dois, barra, mil novecentos e oitenta e cinco zero oito zero sete (162/19850807) ---

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-Que por esta escritura doa à representada do segundo outorgante, a Junta de Freguesia de Benafim, o referido prédio com o valor patrimonial de 5.131,11€ (cinco mil cento e trinta e um euros e onze cêntimos). --- Pelo segundo outorgante, foi dito, na qualidade em que outorga: --- Que, aceita para a Junta de Freguesia de Benafim, que neste ato representa, a doação do referido prédio. --- Assim o disseram e outorgaram. --- Arquivo: Certidão da Conservatória do Registo Predial de Loulé, Caderneta Predial, deliberação de Câmara de …. de ……… de 2013 e certidão de dispensa de licença de utilização. --- Este ato está isento de Imposto de Selo, por se tratar de uma doação feita à Junta de Freguesia; --- -Foi feita aos outorgantes em voz alta e na presença simultânea de todos, a leitura deste instrumento e explicação do seu conteúdo e efeitos.” --- A Câmara deliberou, por unanimidade e em minuta, aprovar a minuta da escritura acima referida. ---

APROVAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DE UM PRÉDIO RÚSTICO SITO NA FREGUESIA DE SALIR E APROVAÇÃO DA MINUTA DA ESCRITURA DE COMPRA E VENDA – Pelo Senhor Presidente foi presente a minuta que a seguir

se transcreve: ---

MINUTA DA ESCRITURA DE COMPRA E VENDA

Aos ….. dias do mês de ……. do ano dois mil e treze, nesta cidade de Loulé, no Edifício dos Paços do Concelho, perante mim, Rui Salvador Felizardo Tardão, Chefe de Divisão Jurídica e de Contencioso, em regime de substituição, servindo nos termos legais, de Notário Privativo da Câmara Municipal de Loulé, compareceram como outorgantes: --- PRIMEIRO: JOSÉ FAÍSCA DOMINGUES DA FONSECA, natural da freguesia de Benfica, concelho de Lisboa, e residente na freguesia de S. Clemente, concelho de Loulé, portador do bilhete de identidade número 1293855, emitido em 17 de agosto

Referências

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