Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia Língua Portuguesa – 3º ano/ Matutino Página 1
Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia
Língua Portuguesa/ 3º ano - Matutino
Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia Língua Portuguesa – 3º ano/ Matutino Página 2 Obras Indicadas pelo PAS – 3ª etapa/2018
Audiovisuais:
Encontro com Milton Santos – Sílvio Tendler Estamira – Marcos Prado
MAN – Steve Cutts
Meu Amigo Nietzsche – Fáuston da Silva O Papel e o mar- Luiz Antônio Pilar This Land is mine – Nina Paley Textos:
Constituição Federal – Título II (dos direitos e garantias fundamentais) capítulo IV (dos direitos políticos) artigos 14 a 16; capítulo 5 (dos partidos políticos), artigo 17 e Título IV (da organização dos poderes) capítulo I ( do poder legislativo), seções I a IV, artigos 44 a 56
Crepúsculo dos Ídolos (partes I a VI) – Friedrich Nietzsche
Dossiê Darwin – Revista Darcy – UnB Zwkrshjistão – Bruno Palma
Amor - Clarice Lispector
Cibercultura: alguns pontos para compreender a nossa época – André Lemos
No Elevador do Filho de Deus – Elisa Lucinda Nano partículas verdes – Revista Fapesp, Ed 223, set/2014
O Apanhador de desperdícios – Manoel de Barros O burrinho Pedrês - Guimarães Rosa
O homem; as viagens – Carlos Drummond de Andrade O Manifesto comunista em cordel – Antônio Queiroz de França
Poética – Manuel Bandeira
Psicologia de um vencido – Augusto dos Anjos
Rotas Alternativas – Revista Fapesp, Ed 220, jun/2014 Química Orgânica – Vinícius de Moraes
Vidas Secas – Graciliano Ramos
Liberdade, Liberdade – Millôr Fernandes e Flávio Rangel
Artes Visuais:
A Noiva do Vento – Oscar Kokoschka
Deuses de um novo mundo- José Clemente Orozco
Êxodos: Programa Educacional: Leitura, narrativas e novas formas de solidariedade no mundo
contemporâneo – Sebastião Salgado
Formas únicas de continuidade no espaço – Umberto Boccioni
Guerra e Paz – Cândido Portinari Guernica – Pablo Picasso Improvisação nº 23 – Kandinsky Mural da Igrejinha – Luis Galeno
Garoto Faminto com a bola de futebol – Paulo Ito Jogo do osso – Glenio Bianchetti
Memorial Darcy Ribeiro “Beijódromo” – José Filgueiras “Lelé”
Painel de Azulejos na Faculdade de Educação UnB – Luís Humberto
Norte ao Sul – Torres Garcia
Quem matou Herzog – Cildo Meirelles Rhythm 05 – Marina Abramovic Tropicália – Hélio Oiticica
Músicas:
Moteto em ré menor ou beba coca-cola – Gilberto Mendes e Décio Pignatari
A ponte – Gog e Lenine
A triste Partida – Patativa do Assaré (musicada e interpretada por Luiz Gonzaga)
Bachianas n° 4 (Ária Cantiga) – Heitor Villa Lobos Beijinho no ombro – Valeska Popozuda
Cadeirada - Barbatuques
Domingo no parque – Gilberto Gil Geração coca cola – Legião Urbana
Manifestação cultural brasiliense - Seu estrelo e fuá de terreiro
Mistérios do corpo – Hermeto Paschoal
Monólogo ao pé do ouvido/ Banditismo por uma questão de classe – Chico Science
Oração – A Banda mais bonita da cidade
Pericón – Conrado Silva (Interpretado pela Orquestra de laptops de Brasília)
Sagração da Primavera – Igor Stravinsky Samba de uma nota só – Tom Jobim Tropicália – Caetano Velo
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PRODUÇÃO DE TEXTO (Baseado na obra Técnicas de Redação – Branca Granatic)
E
SQUEMA NÚMERO01
Primeiro
Parágrafo
TESE
+
ARGUMENTO1
+
ARGUMENTO2
+
ARGUMENTO3
I
NTRODUÇÃOSegundo
Parágrafo
Desenvolvimento do argumento 1
Desenvolvimento
Terceiro Parágrafo
Desenvolvimento do argumento 2
Quarto Parágrafo
Desenvolvimento do argumento 3
Quinto Parágrafo
Expressão inicial + reafirmação da TESE + observaçãofinal
Conclusão
Destruição: a ameaça constante
O mundo caminha para sua própria destruição, pois tem havido inúmeros conflitos
internacionais, o meio ambiente encontra-se atualmente ameaçado por sério
desequilíbrio ecológico e, além do mais, permanece o perigo de uma catástrofe nuclear.
Nestas últimas décadas, temos assistido, com certa preocupação, aos inúmeros
conflitos internacionais que se sucedem. Muitos trazem na memória a triste lembrança
das guerras do Vietnã e da Coreia, as quais provocaram grande extermínio. Em nossos
dias, testemunhamos conflitos na América Central e Golfo Pérsico que, envolvendo as
grandes potências internacionais, poderiam conduzir-nos a um confronto mundial de
proporções incalculáveis.
Outra ameaça constante é o desequilíbrio ecológico, provocado pela ambição
desmedida de alguns, que promovem desmatamentos desordenados e poluem as águas
dos rios. Tais atitudes contribuem para que o meio ambiente acabe por se transformar em
um local inabitável.
Além disso, enfrentamos sério perigo relativo à utilização da energia atômica. Quer
pelos acidentes que já ocorreram e podem acontecer novamente, quer por um eventual
confronto em uma guerra mundial, dificilmente poderíamos sobreviver diante do poder
avassalador desses sofisticados armamentos.
Em virtude dos fatos mencionados, somos levados a acreditar na possibilidade de
estarmos a caminho do nosso próprio extermínio. É desejo de todos nós que algo possa
ser feito no sentido de conter essas diversas forças destrutivas, para podermos sobreviver
às adversidades e construir um mundo que, por ser pacífico, será mais facilmente
habitado pelas gerações vindouras.
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EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
1. Agora, com base no modelo abaixo, transcreva os temas seguintes em seu caderno
e elabore três argumentos para justificar cada um deles.
A. O voto nulo é um ato político válido.
B. A eficácia das ações de combate ao mosquito Aedes Aegypti.
C. O preconceito racial continua presente no mundo contemporâneo.
D. Crescimento da população idosa no Brasil e as consequências para a sociedade
E. Torna-se cada vez mais difícil para os jovens escolher uma profissão.
2. Escolha um dos temas acima e redija um texto dissertativo-argumentativo, conforme
as características do esquema 01.
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1. Levante um argumento favorável e um desfavorável para os temas a seguir.
o Adoção de crianças por casais homoafetivos
o Estudo de sucessos do funk em sala de aula (Beijinho no ombro)
o Redução da maioridade penal
2. Escolha um dos temas acima e redija um texto dissertativo-argumentativo,
conforme as características do esquema 02.
E
SQUEMA NÚMERO02
Primeiro Parágrafo
Apresentação da TESE
Introdução
Segundo Parágrafo
Análise dos aspectos favoráveis
Desenvolvimento
Terceiro Parágrafo
Análise dos aspectos contrários
Quarto Parágrafo
Expressão inicial + posicionamento pessoal
em relação ao TEMA + observação final
Conclusão
A pena de morte
Cogita-se, com muita frequência, da implantação da pena de morte no Brasil. Muitos
aspectos devem ser analisados na abordagem dessa questão.
Os defensores da pena de morte argumentam que ela intimidaria os assassinos
perigosos, impedindo-os de cometer crimes monstruosos, dos quais costumeiramente
temos notícia. Além do mais aliviaria, em certa medida, a superlotação dos presídios. Isso
sem contar que certos criminosos, considerados irrecuperáveis, deveriam pagar com a
morte por seus crimes bárbaros.
Outros, porém, não conseguem admitir a ideia de um ser humano tirar a vida de um
semelhante, por mais terrível que tenha sido o delito cometido. Há registros históricos de
pessoas executadas injustamente, pois as provas de sua inocência evidenciaram-se após o
cumprimento da sentença. Por outro lado, a vigência da pena de morte não é capaz de,
por si, desencorajar a prática de crimes: estes não deixaram de ocorrer nos países em que
ela é ou foi implantada.
Por todos esses aspectos, percebemos o quanto é difícil nos posicionarmos
categoricamente contra ou a favor da implantação da pena de morte no Brasil. Enquanto
esse problema é motivo de debates, só nos resta esperar que a lei consiga atingir os
infratores com justiça e eficiência, independentemente de sua situação socioeconômica.
Isso se faz necessário para defender os direitos de cada cidadão brasileiro das mais
diversas formas de agressão das quais é hoje vítima constante.
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SQUEMA NÚMERO03
Primeiro Parágrafo
Apresentação do TEMA (com ligeira ampliação)
Introdução
Segundo Parágrafo
Causa (com explicações adicionais)
Desenvolvimento
Terceiro Parágrafo
Consequências (com explicações adicionais)
Quarto Parágrafo
Expressão inicial + posicionamento pessoal em
relação ao TEMA + observação final
Conclusão
O problema das correntes migratórias
Todos sabemos que, em nosso país, há muito tempo, observa-se grande
número de grupos migratórios, os quais, provenientes do campo, deslocam-se em direção
às cidades, procurando melhores condições de vida.
Ao examinarmos algumas das causas desse êxodo, verificamos que a zona rural
apresenta inúmeros problemas, os quais dificultam a permanência do homem no campo.
Podemos mencionar, por exemplo, a seca, a questão da distribuição de terra e a falta de
incentivo à atividade agrária por parte do governo.
Em consequência disso, vemos, a todo instante, a chegada desse enorme
contingente de trabalhadores rurais ao meio urbano. As cidades encontram-se
despreparadas para absorver esses migrantes e oferecer-lhes condições de subsistência e
de trabalho. Cresce, portanto, o número de pessoas vivendo à margem dos benefícios
oferecidos por uma metrópole; por falta de opção dirigem-se para as zonas periféricas e
ocasionam a proliferação de favelas.
Por tudo isso, só nos resta admitir que a existência do êxodo rural somente
agrava os problemas do campo e da própria cidade. Fazem-se, portanto, necessárias
algumas medidas para tentar fixar o homem na terra. Assim, os cidadãos rurais e urbanos
deste país encontrariam, com certeza, melhores condições de vida.
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
1. Apresente duas causas e duas consequências para os temas a seguir.
o A leitura não é prática comum entre os jovens brasileiros.
o Intolerância religiosa
o O aumento da criminalidade praticada por crianças e adolescentes.
o
2. Escolha um dos temas acima e redija um texto dissertativo-argumentativo, conforme
as características do esquema 03.
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E
SQUEMA NÚMERO04
Primeiro Parágrafo
Estabelecimento do Tema
Introdução
Segundo Parágrafo
Retrospectiva histórica (época mais distante)
Desenvolvimento
Terceiro Parágrafo
Retrospectiva histórica (época mais próxima e
época atual).
Quarto Parágrafo
Expressão inicial + posicionamento pessoal em
relação ao TEMA + observação final
Conclusão
Num piscar de olhos
É indiscutível o espantoso avanço conseguido pelos meios de comunicação ao
longo dos tempos. O desenvolvimento tecnológico deste século garantiu a eficiência e a
rapidez na comunicação quer entre indivíduos quer através dos meios eletrônicos, que fazem
a informação chegar aos povos de qualquer parte do planeta em questão de segundos.
Em tempos passados, as pessoas dispunham basicamente do correio e do
telégrafo. Todos sabem que ainda no século XIX passavam-se meses antes que alguém
soubesse da morte de um parente ou amigo que estivesse na Europa. Isso ocorria porque a
comunicação dependia basicamente dos meios de transporte. Quanto ao telégrafo, embora
mais rápido, ele restringia em muito a quantidade de dados transmitidos.
No século XX, a comunicação foi grandemente impulsionada pelo avanço
tecnológico. Surgiu o telefone e posteriormente o fax. O rádio e a televisão foram inventos
que, além de possibilitar a veiculação de notícias para uma grande massa, ainda permitiram
uma melhor integração entre populações de diferentes estados ou países. Atualmente, com a
utilização de satélites nas transmissões, o mundo interligou-se. Devido ao avanço tecnológico
dos meios de comunicação de última geração - internet, tv, satélites, computadores,
telefones celulares, tablets e outros-, assistimos a transformações na forma de agir e pensar,
no estilo de vida, nos desejos, na conduta e nas atitudes sociais, políticas e econômicas.
Dessa forma, entendemos que mudou a comunicação e, com ela, o próprio
homem. Agora, cada indivíduo é um habitante do seu planeta e não mais de sua cidade ou
país. Mais do que nunca, cada um de nós assiste, a todo instante, ao desenrolar dos fatos
que compõem a nossa História.
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
1. Redija um texto dissertativo-argumentativo a respeito de um dos temas abaixo,
observando as características do esquema 04.
o Jovens trocam livros por “leitura digital”.
o A sociedade brasileira e o conceito de família
o É dever do estabelecimento de ensino assegurar medidas de conscientização,
prevenção, diagnose e combate à violência e à intimidação sistemática (bullying).
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E
SQUEMA NÚMERO05
Primeiro
Parágrafo
Estabelecimento do TEMA (a perplexidade diante
da situação)
Introdução
Segundo
Parágrafo
Referência a fatos de conhecimento público
Desenvolvimento
Terceiro Parágrafo Comentários críticos (crítica dos fatos, ideias ou
circunstâncias)
Quarto Parágrafo
Expressão inicial + posicionamento pessoal em
relação ao TEMA + observação final
Conclusão
A idade da humilhação
É claro que a corda sempre se rompe do lado mais fraco, mas para tudo existe um
limite que, quando ultrapassado, causa-nos espanto, revolta e vergonha. Até quando, neste
país, o aposentado será visto pelas autoridades como um cidadão de quinta categoria, sobre
o qual podem recair todos os tipos de infâmia?
Não é segredo para ninguém que o salário do aposentado sempre esteve muito
aquém de suas necessidades básicas. Ao longo dos anos temos visto os indicadores
financeiros apontando para uma vertiginosa queda do valor real recebido por esta categoria.
Muito embora a Constituição de 1988 tenha garantido o recebimento do mesmo
número de salários mínimos daquele da data de cada aposentadoria, é de causar vergonha o
que fez o primeiro governo eleito pelo povo, após o período de exceção: a medida provisória
que desvinculou o rendimento dos idosos do salário mínimo pago aos trabalhadores em
atividade. Isso sem falar do confisco dos ativos financeiros daqueles que economizaram
durante toda uma vida. Os que viram dificilmente esquecerão as enormes filas de idosos, que
se comprimiam a duras penas nas agências bancárias, quando o governo, atendendo a
inúmeros pedidos, resolveu liberar o dinheiro de seus pais, avós e bisavós até então
esquecidos no emaranhado de cálculos e fórmulas da tecnocracia.
Exatamente como uma peteca, envolvido por uma sequência interminável de
informações contraditórias, o aposentado brasileiro tem vivido muito mais de promessas do
que de pão. Levando em conta os valores da ética cristã e a civilidade própria das sociedades
que alcançaram um mínimo de desenvolvimento, questionamos nossos valores, ao
compararmos a situação desses idosos com a dos velhos em algumas aldeias indígenas do
passado, que não conseguiam mais prover seu sustento e eram levados a um lugar distante
da tribo, para encontrarem a morte.
Resta saber por quanto tempo mais o aposentado e o indigente estarão no mesmo
patamar, depois das árduas décadas de empenho e sacrifício dos que acreditaram no
trabalho e na honestidade e, até o momento, receberam em retribuição somente
humilhações.
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EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
1. Redija um texto dissertativo-argumentativo a respeito de um dos temas abaixo,
observando as características do esquema 05.
o A polícia se excede contra os manifestantes ou cumpre seu papel?
o Brasil – pátria educadora?
o Corrupção no Brasil
E
SQUEMA NÚMERO06
Primeiro Parágrafo
Estabelecimento do TEMA
Introdução
Segundo Parágrafo
Análise do tema relacionado à área
geográfica 1.
Desenvolvimento
Terceiro Parágrafo
Análise do tema relacionado à área
geográfica 2
Quarto Parágrafo
Expressão inicial + retomada do tema
procedendo a uma análise comparativa
referente à localização espacial
Conclusão
Os contrastes regionais do Brasil
Comenta-se com frequência a respeito do grande contraste que existe entre
algumas das regiões geográficas do nosso país.
A Região Nordeste caracteriza-se por grandes extensões de terras áridas,
sofrendo longos períodos de seca, seguidos, às vezes, por inundações que assolam muitos
pontos da região. As condições climáticas, associadas à atividade econômica,
predominantemente agrícola, criam certa instabilidade. De lá saem frequentemente
correntes migratórias, em busca de melhores condições de trabalho e de vida.
Por outro lado, a Região Sudeste abriga os maiores polos industriais do nosso
país. Sem precisar enfrentar as adversidades criadas pelas condições naturais, que nela
ocorrem com menos frequência e intensidade, seus habitantes, que têm acesso a um
melhor padrão de vida e de educação, constroem diariamente o progresso, através de sua
força de trabalho.
Pela observação dos aspectos analisados, entendemos que existe um nítido
contraste entre as regiões Nordeste e Sudeste. Este contraste manifesta-se em vários
níveis. As condições climáticas, o padrão de vida desfrutado pelas populações e as
características socioeconômicas colocam estas duas regiões em planos opostos.
Entretanto, o sentimento de unidade nacional, o desejo de transformar esta realidade,
poderá, em futuro próximo, desencadear soluções para levar o desenvolvimento às áreas
menos favorecidas.
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SQUEMA NÚMERO06
–
VARIAÇÃO02
Primeiro Parágrafo
Estabelecimento do TEMA
Introdução
Segundo Parágrafo
Análise comparativa entre a região
geográfica 1 e a região geográfica 2
(abordagem de um determinado aspecto)
Desenvolvimento
Terceiro Parágrafo
Análise comparativa entre a região
geográfica 1 e a região geográfica 2
(abordagem de um outro determinado aspecto)
Quarto Parágrafo
Expressão inicial + retomada do tema, agora
analisando em relação à localização espacial.
Conclusão
Os contrastes regionais do Brasil
Comenta-se com frequência a respeito do grande contraste que existe entre
algumas das regiões geográficas do nosso país.
Observando as condições climáticas, notamos significativas diferenças. Por um
lado, temos a Região Nordeste. Ela apresenta grandes extensões de terras áridas,
enfrenta periodicamente o problema das secas, seguidas às vezes por inundações que
assolam muitos pontos de seu território. Isso não se verifica na Região Sudeste, que, por
sua vez, apresenta condições favoráveis à permanência e desenvolvimento do homem na
terra.
A análise dos aspectos socioeconômicos também coloca essas duas áreas em
pontos extremos. Os habitantes da Região Nordeste vivem, em sua grande maioria, em
situação de pobreza absoluta. A estrutura latifundiária, voltada principalmente para a
monocultura, traça o perfil desta região essencialmente agrícola. Em contrapartida, é
desnecessário lembrar que a Região Sudeste concentra os mais importantes polos
comerciais e industriais do Brasil, construídos diariamente por seus habitantes, os quais
desfrutam de um melhor padrão de vida.
Em vista do que foi observado, verificamos a existência de um nítido contraste
entre estas duas regiões brasileiras. Esperamos, como cidadãos sensíveis a essa
problemática, que não sejam poupados esforços para levar a todos os brasileiros
condições dignas de subsistência.
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
1. Redija um texto dissertativo-argumentativo a respeito de um dos temas abaixo,
observando as características do esquema 06 – variação 1 ou 2.
o A crise econômica e o mercado de trabalho.
o Maconha: experiências de proibição e de legalização.
o Consumo de álcool entre adolescentes
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Pecados Capitais em uma dissertação
O que você não deve fazer em uma dissertação:
1. jamais use gírias em sua dissertação;
2. não utilize provérbios populares;
3. nunca se inclua em sua dissertação;
4. não dialogue com o interlocutor;
5. não utilize sua dissertação para propagar doutrinas religiosas;
6. jamais analise os temas propostos movido por emoções exageradas;
7. não utilize exemplos contando fatos ocorridos com terceiros, que não sejam de
domínio público;
8. evite abreviações. Procure escrever as palavras por extenso;
9. nunca repita várias vezes a mesma palavra;
10. procure não inovar, por sua conta, o alfabeto da língua portuguesa;
11. tente não analisar os assuntos propostos sob apenas um dos ângulos da questão;
12. não fuja ao tema proposto.
Título
Coloque título somente quando a prova, nas instruções, solicitar. Caso contrário, não é
necessário.
ENEM- Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os
direitos humanos.
A proposta de intervenção deve conter a exposição da intervenção sugerida e o
detalhamento dos meios para realizá-la. Respondendo às seguintes questões: Quem vai
fazer? O que vai fazer? Como vai fazer? (meios).
É necessário que ela respeite os direitos humanos, que não rompa com valores como
cidadania, liberdade, solidariedade e diversidade cultural. Evite propostas vagas, gerais;
busque propostas mais concretas, específicas, consistentes com o desenvolvimento de suas
ideias.
O seu texto será avaliado, portanto, com base na combinação dos seguintes critérios:
a) presença de proposta x ausência de proposta; e
b) proposta com detalhamento dos meios para sua realização x proposta sem o
detalhamento dos meios para sua realização.
Atenção:
o Toda redação é normalmente em PROSA, o que significa não fazer versos, não fazer poesia, mesmo que sem rima ou sem métrica.
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https://www.infoescola.com/wp-content/uploads/2013/09/guia_participante_redacao_enem_2013.pdf
Elementos coesivos:
Alguns elementos coesivos podem ser
classificados assim:
Termo anafórico: quando o item de
referência retoma um signo (termo) já
expresso no texto. É o termo que evita a
repetição do outro, pospondo-se a este.
1. Ana Maria Braga comanda as manhãs
da Globo, aliás, ela e o seu papagaio.
2. João e Pedro trabalham muito; André,
porém, não faz com muita vontade.
3. Maria e Paula sempre foram duas
grandes amigas, porém as duas estão
brigadas.
4. Brasília é uma cidade estranha. Aqui o
clima é muito louco, faz calor e frio ao
mesmo tempo.
5.
Marcos
e
Paula
são
grandes
profissionais. Esta é médica; aquele,
renomado artista.
Termo catafórico: quando o item de
referência antecipa um signo (termo)
ainda não expresso no texto. Termo que
antecipa outro a ser mencionado.
1. Só desejo isto: que você não se esqueça
de mim.
2. Guarda bem isto: sem ti não vivo.
Cuidado: evite a ambiguidade.
1. A filha descobriu que a mãe era
contrabandista. A filha ficou indignada.
2. A filha descobriu que a mãe era
contrabandista. Ela ficou indignada.
Sinônimo: é obtido pela reiteração de
itens lexicais idênticos ou que possuem o
mesmo referente.
1. Lucas é meu filho mais velho. Meu
primogênito é muito inteligente.
2. Fernando Henrique Cardoso não tem
dado muitas entrevistas. O ex-presidente
prefere o silêncio.
Hiperônimo: quando o primeiro elemento
mantém com segundo uma relação
todo-parte, classe-elemento.
1. Gosto muito de cidades grandes. São
Paulo é maravilhosa.
2. Na fazenda, tenho muitos animais.
Tenho uma vaca grande.
Hipônimo: quando o primeiro elemento
mantém com o segundo uma relação
parte-todo, elemento-classe.
1. Pedro comprou uma moto. O veículo é
branco com faixa azul.
Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia Língua Portuguesa – 3º ano/ Matutino Página 13 EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO – Revisão
01. Identifique os elementos de comunicação na seguinte situação:
Um estudante ao telefone convidando um colega de turma para ir ao jogo de futebol no próximo
fim de semana. Emissor: Receptor: Mensagem: Código: Canal: Referente:
03. Identifique a função de linguagem predominante em cada trecho a seguir.
a. Atenção, passageiros do voo 755 da Global
Airlines. Dirijam-se ao portão de embarque. b. No Piauí, de cada 100 crianças que nascem,
78 morrem antes de completar 8 anos de idade. (O Globo)
c. “Oh! Que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida...” Gonçalves Dias
d. Estrangeirismo é a utilização na língua oral ou na escrita de palavra ou expressão de língua estrangeira. Shopping center é um exemplo.
04. (UFVI) Quando uma linguagem trata de si própria – por exemplo um filme falando sobre os processos de filmagem, um poema desvendando o ato de criação poética, um romance questionando o ato de narrar – temos a metalinguagem.
Esta forma de linguagem predomina em todos os fragmentos, exceto:
a. “Amo-te como um bicho simplesmente de um amor sem mistério e sem virtude
com um desejo maciço e permanente.”
(Vinicius de Morais)
b. “Proponho-me a que não seja complexo o que escreverei, embora obrigada a usar as palavras que vos sustentam.”
(Clarice Lispector) c. “Não narro mais pelo prazer de saber.
Narro pelo gosto de narrar, sopro palavras
e mais palavras, componho frases e mais frases.”
(Silviano Santiago) d. “Agarro o azul do poema pelo fio mais
delgado de lã de seu discurso e vou traçando as linhas do relâmpago no vidro opaco da janela.” (Gilberto Mendonça
Teles)
e. Que é Poesia? Uma ilha cercada de
palavras por todos os lados.” (Cassiano
Ricardo)
05. Leia a tirinha para responder à questão:
Para demonstrar sua angústia em relação ao Dia dos Namorados, a personagem empregou uma função de linguagem específica. Assinale a alternativa que indica a resposta correta:
a. função metalinguística. b. função fática.
c. função poética. d. função emotiva.
6. (UFRGS) considere as seguintes afirmações:
I - O romance é um gênero literário em constante evolução que, na sua configuração atual, utiliza-se das técnicas mais variadas, provenientes, inclusive, de outras artes como o cinema e a pintura.
II - O conto é uma narrativa em prosa, de curta extensão, cuja trama é em geral construída com tempo, espaço e número de personagens reduzidos.
Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia Língua Portuguesa – 3º ano/ Matutino Página 14
III - A crônica moderna apresenta-se como um registro isento e distanciado de acontecimentos cotidianos presenciados pelo cronista.
Quais estão corretas? A. Apenas I. B. Apenas II. C. Apenas I e II. D. Apenas II e III. E. I, II e III.
7. Identifique o gênero literário de cada um dos textos. Enumere duas características que justifique sua resposta.
a. Todos os dias esvaziava uma garrafa, colocava dentro sua mensagem, e a entregava ao mar. Nunca recebeu uma resposta.
Mas se tornou um alcoólatra. (Marina Colasanti)
b. Edgar – Não quer carona? Ritinha – Prefiro o lotação.
Edgard – (...) Só esta vez. Deixo você na Tijuca.
Ritinha – Ah, meu Deus!
Edgard – Pela primeira e última vez. Juro! Ritinha ( olhando o relógio) – Estou atrasada pra chuchu. Está bem. Aceito, mas escuta: nunca mais, ouviu? (Nelson Rodrigues) c. Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo. ( Fernando Pessoa)
8. Leia:
Um trem-de-ferro é uma coisa mecânica, mas atravessa a noite, a madrugada, o dia, atravessou minha vida,
virou só sentimento. (Adélia Prado)
O texto não apresenta rima, trata de um objeto da realidade exterior e até apresenta um trecho narrativo. No entanto, é um poema lírico. Explique.
9. Leia a música a seguir e faça o que se pede:
Tenho visto tanto coisa nesse mundo de meu Deus
Coisas que prum cearense não existe explicação Qualquer pinguinho de chuva fazer uma inundação
Moça se vestir de cobra e dizer que é distração Vocês cá da capitá me adiscurpe essa expressão No Ceará não tem disso não...
Tem disso não, tem disso não...
(Luiz Gonzaga)
a) Que variedade linguística foi usada para escrever essa música?
b) Essa variedade atrapalhou no entendimento da música?
c) Se essa música fosse escrita/cantada seguindo à risca a norma culta da língua, continuaria com a mesma beleza melódica? d) Retire desta música palavras e expressões da
linguagem coloquial?
Causo de mineirinho
Sapassado, era sessetembro, taveu na cuzinha tomano uma pincumel e cuzinhano um kidicarne cumastumate pra fazer uma macarronada cum galinhassada. Quascaí dessusto quanduvi um barui vindedenduforno, parecenum tidiguerra. A receita mandopô midipipoca denda galinha prassá. O forno isquentô, o mistorô e o fiofó da galinhispludiu! Nossinhora! Fiquei branco quinein um lidileite. Foi um trem doidimais! Quascaí dendapia! Fiquei sem sabê doncovim, proncovô, oncontô. Oiprocevê quelocura! Grazadeus ninguém semaxucô!
(autor desconhecido)
10. O texto acima apresenta aspectos interessantes de variação linguística. Que dialeto é utilizado para construir o humor do texto?
11. Observando a escrita de algumas palavras do texto, deduza: O que caracteriza esse dialeto?
12. Também é possível observar no texto variações de registro, especialmente quanto ao modo de expressão. O texto apresenta marcas da linguagem escrita ou da linguagem oral? Dê alguns exemplos que justifiquem sua resposta.
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FIGURAS DE LINGUAGEM
1. Considerando as figuras de linguagem relembradas nas últimas aulas, identifique a que está presente em cada um dos períodos abaixo: A. “...dão um jeito de mudar o mínimo para
continuar mandando o máximo".
B. "E fria, fluente, frouxa claridade / Flutua..." C. "Isaac a vinte passos, divisando o vulto de um,
pára, ergues a mão em viseira, firma os olhos."
D. "A gente almoça e se coça e se roça e só se vicia." (Chico Buarque)
E. "Sou Ana, da cama da cana, fulana, bacana
Sou Ana de Amsterdam."
F. "Deus! ó Deus! onde estás, que não respondes?" G. "Não nos movemos, as mãos é que se estenderam
pouco a pouco, todas quatro, pegando-se, apertando-se, fundindo-se."
H. "Depois o areal extenso. Depois o oceano de pó... Depois no horizonte imenso
Desertos... desertos só..."(Castro Alves) I. "Essas empregadas de hoje, não se pode confiar
Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia Língua Portuguesa – 3º ano/ Matutino Página 16 EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO – FIGURAS DE LINGUAGEM
1. Qual a figura de linguagem presente na frase
“As mãos que dizem adeus são pássaros que vão morrendo lentamente.”, de Mário Quintana?
a) comparação b) metáfora c) metonímia d) eufemismo
2. Qual figura de linguagem está presente nas seguintes frases:
Toda minha vida morei no país do futebol. Nunca visitei a cidade maravilhosa.
a) anáfora b) paranomásia
c) perífrase d) catacrese
3. Indique a expressão em que não ocorre pleonasmo.
a) entrar para dentro b) adiar para depois c) liberdade escrava d) fatos reais
e) encarar de frente f) certeza absoluta
4. Qual a figura de linguagem usada na expressão identificada no exercício anterior?
Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia Língua Portuguesa – 3º ano/ Matutino Página 17
a) paradoxo b) eufemismo c) hipérbole d) prosopopeia
5. Identifique em que alínea ocorre silepse de gênero, de número e de pessoa.
a) O casal comprou a passagem e viajaram sem destino.
b) Angra dos Reis é linda!
c) Todos decidimos que era hora de mudar.
6. Classifique as figuras de linguagem usadas nas seguintes frases em hipérbole e eufemismo.
a) Eu morri de rir com aquela história. b) Minha filha mais nova já é mocinha. c) Você está ficando muito cheinha. d) Ele veio voando para casa. e) Já disse isso um milhão de vezes.
f) Ele sempre foi meio desprovido de inteligência.
7. Qual é a figura de linguagem que está
presente a frase “Ganharás o pão com o “suor de teu rosto.”?
a) metáfora b) metonímia c) pleonasmo d) hipérbato
8. Assinale com C (certo) ou E (falso) as figuras de linguagem identificadas nas frases seguintes.
a)( ) Meus netos respeitam meus cabelos brancos. Metonímia
b) ( ) Quem foi o inteligente que cometeu esses erros todos? Ironia
c) ( ) Eu vi o sol. Eu vi a lua. Eu vi você. Silepse d) ( ) Fiquei sentada, ouvindo a doce música. Sinestesia
e)( ) Meu filho é teimoso como uma mula. Metáfora
9. Assinale as alternativas em que ocorre catacrese. a) a cabeça do alfinete b) o dente de alho c) conclusão final d) a batata da perna e) elo de ligação f) o céu da boca g) a pele do tomate h) futuro da humanidade
10. Identifique a figura de linguagem usada nas alternativas abaixo:
Ouvimos um enorme bum!
Já não aquento mais esse tique-taque!
Quando eu menos esperava, plim, ele apareceu.
a) onomatopeia b) aliteração c) assonância
11. Na letra A, temos zeugma. Na letra B, temos elipse. Qual a diferença entre essas duas
figuras?
a) No final da prova, nenhum aluno satisfeito. b) Neste Natal, não vou sair da linha.
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO – ORTOGRAFIA
• EMPREGO DO Há ou A
A maior dúvida surge quando o A tem valor de preposição. Sendo assim, empregamos HÁ quando a frase pedir VERBO.
A = preposição
HÁ = verbo, indicando existência ou tempo decorrido (passado)
Vejamos:
• Estudo há dez anos. (tempo decorrido) • Há dez pessoas na sala. ( existência) • Ele há de ser aprovado. (verbo auxiliar)
• A fazenda fica a cinco quilômetros. (distância) • Farei a prova daqui a um mês. (futuro)
Exercícios
1. Preencha as lacunas usando HÁ ou A:
a. ... três dias que esse homem não come.
b. Então, Dona Eulália. ainda teima no que dizia ... pouco?
c. Ouço teu coração, que bate acelerado ... muitas horas.
d. Meu irmão partiu ... dez dias e voltará daqui três semanas.
e. De Domingo... oito dias, haverá a missa solene.
Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia Língua Portuguesa – 3º ano/ Matutino Página 18
g. Esse fato aconteceu ... muitos anos. h. Entraremos em férias daqui... três
meses.
i. Ele está ... dez metros da cidade.
j. Daqui ... uns dez anos seremos mais civilizados.
Emprego de MAIS, MAS ou MÁS
MAIS - advérbio de intensidade ou pronome indefinido
MAS - conjunção adversativa, é sinônimo de
PORÉM
MÁS - é adjetivo (antônimo de BOAS) Ele está mais estudioso. (advérbio) Compre mais alimentos e menos bebida. (pronome indefinido)
Jonas saiu. mas (porém) voltou logo. (conjunção) Ninguém se livra das más línguas (ADJETIVO/ ANTÔNIMO de boas)
Exercícios:
1. Preencha as lacunas usando mais, mas ou más: a. Ele tem idade ... do que ela.
b. Tenho ... fome do que você.
c. Penso no seu problema, ... não posso ajudá-lo.
d. Evite as ... companhias. e. Virei... tarde.
f. Viajarei, ... não demoro.
g. Sou ... baixo que você, ... ando... depressa.
h. Se não estudou , espere ... notas. i. Tenha ... ânimo.
j. Fui à festa, ... não dancei: a minha roupa era a ... bonita.
▪ EMPREGO DE
MAL (advérbio, quando antônimo de bem) . MAL (conjunção subordinativa temporal, quando
sinônimo de logo que)
MAL (substantivo, quando vem regido de artigo
ou pronome)
MAU (adjetivo, quando antônimo de bom) Exercícios
1. Use adequadamente Mal ou Mau: a. Ele falou muito ...
b. Não tenha...a humor
c. Ele esta passando ... , mas seu ... é
passageiro.
d. ...chegou, teve que sair. e. Não faz ... você ir embora. f. Fomos... na prova.
g. Sua cara de... amedronta. h. Que garoto ... educado! i. Foi um ... negócio.
j. Ele é um .... ... patrão e também é muito ... assessorado.
• EMPREGO do
POR QUE ( substitua por por que motivo ou por pelo qual)
POR QUÊ (substitua por por que motivo, vem no final da frase)
PORQUE (é conjunção e inicia orações explicativas ou causais)
PORQUÊ (é substantivo, pode ser substituído por motivo)
Exercícios
1. Complete corretamente com um dos porquês.
a. ...você não veio à aula? b. ... choveu?
c. Este é o ... da sua falta? d. É. ... você quer saber? e. Você não fez a tarefa,... ? f. Não fiz, ... esqueci. g. Esta é razão ... não a fiz. h. Voltaste cedo, ...? i. Não sei ... choras.
j. A causa ... luto é muito nobre. ▪ Emprego de
Onde ( indica permanência) – Onde você mora? Aonde ( indica movimento para algum lugar) - Aonde você vai?
Donde ( indica o lugar de origem) – Donde vêm aqueles passageiros?
Exercícios
1. Complete corretamente:
a. Este garotos não sabem ... vieram, nem para ... vão.
b. ... veio esta encomenda? c. A carta está ... você deixou. d. Não sei ... iremos nas férias.
e. Na loja ... comprei este material, os produtos estavam em promoção.
Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia Língua Portuguesa – 3º ano/ Matutino Página 20 EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO – PREPOSIÇÃO
1. Assinale a alternativa que indica corretamente o valor semântico das preposições em destaque nas frases:
I. Ele sempre cuidou da família com muita dedicação. II. Com a doença do pai, ela voltou para a cidade natal.
III. Desde pequenos, os príncipes eram preparados para a liderança.
IV. A pequena casa de madeira foi destruída a machado.
a) modo – companhia – modo – modo b) causa – modo – finalidade – instrumento c) modo – modo – causa – causa
d) modo – causa – finalidade – instrumento e) companhia – causa – semelhança – modo
2. (Fuvest – SP) O segmento em que a preposição destacada estabelece uma relação de causa é: a) A carruagem parou ao pé de uma casa amarelada. b) A escada, de degraus gastos, subia ingrememente. c) No patamar da sobreloja, uma janela com um gradeadozinho de arame […]
d) […] uma janela com gradeadozinho de arame, parda do pó acumulado...
e) […] coava a luz suja do saguão.
3. Assinale a alternativa que indique a definição correta de preposição:
a) Preposição é a palavra invariável que liga duas outras palavras, estabelecendo entre elas determinadas relações de sentido e de dependência. b) Preposição é a palavra invariável que liga duas orações ou duas palavras de mesma função em uma oração.
c) Preposição é a palavra ou conjunto de palavras que exprimem sentimentos, emoções e reações psicológicas.
d) Preposição é a palavra cuja função principal é indicar o posicionamento, o lugar de um ser, relativamente à posição ocupada por uma das três pessoas gramaticais.
e) Preposição é a palavra que exprime uma quantidade definida, exata de seres (pessoas, coisas etc.), ou a posição que um ser ocupa em determinada sequência.
4. As preposições são invariáveis e têm como função ligar as palavras, estabelecendo assim uma relação de dependência sintática entre elas
Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia Língua Portuguesa – 3º ano/ Matutino Página 21 Na tirinha de Fernando Gonsales, a preposição “de”
em “cadeira de balanço” assume o valor semântico de: a) causa b) instrumento c) finalidade d) modo e) tempo
6. (Fuvest – SP) O segmento em que a preposição destacada estabelece uma relação de causa é:
a. A carruagem parou ao pé de uma casa amarelada.
b. A escada, de degraus gastos, subia ingrememente.
c. No patamar da sobreloja, uma janela com um gradeadozinho de arame […]
d. […] uma janela com gradeadozinho de arame, parda do pó acumulado...
e. […] coava a luz suja do saguão.
7. CESGRANRIO) Assinale a opção em que a preposição com traduz uma relação de instrumento:
a. “Teria sorte nos outros lugares, com gente estranha.”
b. “Com o meu avô cada vez mais perto de mim, o Santa Rosa seria um inferno.”
c. “Não fumava, e nenhum livro com força de me prender.”
d. “Trancava-me no quarto fugindo do aperreio, matando-as com jornais.”
e. “Andavam por cima do papel estendido com outras já pregadas no breu.”
Pontuação no Período Simples
AS FRASES E A PONTUAÇÃO
a) O ponto final (.) é utilizado basicamente para indicar o término de uma frase declarativa:
Vive-se um momento social delicado. É provável que ainda chova hoje à tarde.
b) 0 ponto de interrogação (?) é o sinal que indica o término de uma frase interrogativa direta:
0 que você está querendo dizer?
Quanto tempo será necessário para concluir o estudo? Nas frases interrogativas indiretas utiliza-se ponto final:
Quero saber quanto tempo será necessário para concluir o estudo.
c) O ponto de exclamação (!) é o sinal que indica o término de frases exclamativas ou optativas:
Que belo susto você nos pregou! Vá com Deus!
E comum como recurso de ênfase a repetição do ponto de exclamação ou sua combinação com o ponto de interrogação:
Quê! Outra vez!!
Não suporto mais isso!!!
Você de novo?! Não!!
d) O sinal de reticências (...) indica uma interrupção da estrutura frasal. Essa interrupção pode decorrer de
hesitação de quem tem sua fala representada ou pode indicar que se espera do leitor o complemento da frase (muitas vezes com finalidade irônica):
Bem, não sei... Talvez seja... É, realmente não sei... Bem, eu queria... Você, já sabe o que eu quero...
0 técnico do time é muito competente, mas os jogadores...
e) Na apresentação gráfica de diálogo, utilizam-se de dois pontos( : ) e os travessões ( ─ ):
Depois de um longo silêncio, ele disse: ─ É melhor esquecer tudo.
Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia Língua Portuguesa – 3º ano/ Matutino Página 22
─ É melhor esquecer tudo ─ disse ele. ─ É melhor concordei.
Também se podem empregar vírgulas no lugar de travessões intermediários:
─ É melhor esquecer tudo, disse ele, assim ninguém será prejudicado.
OS TERMOS ESSENCIAIS E A PONTUAÇÃO
O sujeito e o predicado são chamados termos essenciais porque constituem a estrutura básica das orações mais típicas da língua portuguesa. Por isso, a ligação que mantêm entre si não pode ser interrompida por uma vírgula, mesmo quando o sujeito é muito longo ou vem posposto ao predicado: Várias tentativas de estabelecer uma nova relação entre os setores produtivo e financeiro resultaram em fracasso.
Ocorreram diversas manifestações contra a corrupção.
A intercalação de termos entre o sujeito e o predicado deve ser marcada por vírgulas. É indispensável que, nesses casos, haja uma vírgula antes outra depois do termo intercalado:
Os ministros, ontem à noite, encaminharam a proposta de reajuste. A vida, meus amigos, é um mergulho na bruma.
Usa-se vírgula para separar os termos que formam sujeito composto:
Pedaços de madeira, restos de tijolos, montículos de areia. amontoados de pequenas pedras compunham o cenário da obra abandonada.
Se o último desses termos for introduzido pelas conjunções e, ou ou nem, não será separado por vírgula;
Ônibus, automóveis e caminhões ficaram retidos no pedágio. Um touro, um búfalo ou um cavalo deve ter feito esse estrago. Não ocorreram protestos nem intervenções.
Se cada um dos termos for introduzido por conjunção, deve-se empregar a vírgula: Moviam-se incessantemente as pessoas, e os animais, e os veículos, e os seus reflexos e sombras.
Mesmo nas orações de predicado nominal e verbo-nominal, não se usa vírgula entre o sujeito e o predicado;
Uma vida humana é um amplo conjunto de perspectivas. Suas palavras deixaram os amigos estupefatos.
Nas orações de predicado verbo-nominal em que o predicativo do sujeito é anteposto ao verbo, usam-se vírgulas para isolá-lo:
Aborrecido, o homem afastou-se devagar. 0 homem, aborrecido, afastou-se devagar.
A vírgula pode também indicar a omissão de um verbo: Tenho apenas um irmão; ela, vários.
Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia Língua Portuguesa – 3º ano/ Matutino Página 23 OS TERMOS INTEGRANTES E A PONTUAÇÃO
Os complementos verbais e o complemento nominal integram o sentido de verbos e nomes estabelecendo com eles conjuntos significativos. Essa relação não deve ser interrompida por uma vírgula, mesmo quando os complementos estiverem antepostos ao termo que complementam:
Deve-se reagir às palavras dos provocadores com sensatez. Às palavras dos provocadores deve-se reagir com sensatez.
Os termos intercalados entre um verbo ou um nome e seus complementos devem ser isolados por vírgulas (é indispensável que se coloque uma vírgula antes e outra depois do termo intercalado):
Perceba, meu colega, as vantagens da nossa situação.
Quando os complementos verbais ou nominais são formados por mais de um núcleo, devem-se adotar os mesmos procedimentos aplicados aos sujeitos compostos:
Compramos doces, salgados, refrigerantes.
Mandou buscar parentes, amigos e vizinhos para a cerimônia. Exige atenção, e carinho, e dedicação, e devoção exclusiva.
Nas construções em que surge objeto direto ou objeto indireto pleonástico, deve-se usar a vírgula: Aos presentes, disse-lhes algumas poucas palavras.
Obs.: Ao agente da passiva são aplicados esses mesmos princípios de pontuação.
ATIVIDADES
1. Empregue as vírgulas necessárias à organização das frases seguintes. Em alguns casos, não será necessária vírgula alguma:
a. Transmiti os cumprimentos de meus colegas aos representantes das demais escolas da região. b. Diferentes versões foram transmitidas por rádios jornais e canais de TV
c. Aos que se sentem prejudicados, cabe-lhes o direito de recorrer à Justiça. d. Requeiro mais atenção mais interesse mais aplicação.
e. Precisa-se de dois torneiros cinco operadores de retífica oito mecânicos de manutenção e dez eletricistas naquela fábrica de motores.
f. A que espécie de princípios você diz estar sendo fiel?
g. A esse tipo de atitude conduzem as palavras insensatas daquele tresloucado. h. Não queria ver amigos nem parentes nem colegas do futebol ou das pescarias.
i. A manutenção dos atuais níveis de desemprego e contração econômica poderá conduzir a já combalida sociedade brasileira a atitudes de total descrédito lias possibilidades de organização democrática do Estado.
OS TERMOS ACESSÓRIOS, 0 VOCATIVO E A PONTUAÇÃO
Os adjuntos adnominais fazem parte do termo sintático a que pertence o substantivo a que se ligam. Por isso, não devem ser separados desse substantivo por vírgula:
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Os adjuntos adverbiais podem ser separados por vírgula quando vêm após os verbos e seus complementos:
Encontrei alguns amigos ontem à noite, na praça. Ou Encontrei alguns amigos ontem à noite na praça.
Quando são antepostos ou intercalados, os adjuntos adverbiais devem ser separados por vírgulas. As vírgulas são dispensáveis quando o adjunto é de pequena extensão:
Ontem à noite, encontrei alguns amigos na praça.
Encontrei, durante aquela semana, alguns velhos amigos. Amanhã virei ajudá-lo a limpar o depósito.
0 aposto é separado do termo a que se refere por vírgulas, dois-pontos ou travessões. Somente o aposto especificativo não é marcado por sinais de pontuação:
Seus olhos, duas bolas de pânico, impressionavam quem os via. Apenas duas mulheres compareceram: a viúva e sua filha. Caetano Veloso, compositor consagrado, estará aqui amanhã. 0 compositor Caetano Veloso estará aqui amanhã.
0 vocativo deve vir sempre separado por vírgulas, qualquer que seja a frase: Participem das decisões nacionais, cidadãos.
Cidadãos, participem das decisões nacionais.
Participação, cidadãos, é o caminho para um país melhor.
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO – PONTUAÇÃO
1. Pontue adequadamente as frases seguintes. Em alguns casos, pontuar corretamente significa não usar nenhum sinal de pontuação.
a. O descomunal e despropositado investimento em rodovias mal planejadas foi lavado do mapa pelas primeiras chuvas de verão.
b. Têm feito sensíveis progressos os agricultores que optaram por culturas voltadas ao consumo interno. c. Foram postos de lado os mal-entendidos as disputas mesquinhas a estupidez mútua.
d. Entrechocam-se nas ruas trabalhadores e estudantes e bancários e vendedores de salgadinhos e secretárias.
e. Você ou seu irmão deveria assumir esse posto.
f. Seres humanos animais e vegetais sofrem com a poluição. g. Atordoado caminhei até a porta.
h. O Brasil país que via seus jovens como garantia de um grande futuro parece ter optado por simplesmente eliminar boa parte desses jovens.
i. Acorde menino e vá ver a vida lá fora.
j. A cidadania essa ilustre desconhecida ainda passa ao largo de muitas mentes brasileiras. k. Sob aqueIas velhas árvores ali perto do poço repousam muitos dos meus sonhos. l. Daqui a dois anos poderemos avaliar os efeitos dessas medidas.
m. Poderemos daqui a dois anos avaliar os efeitos dessas medidas. n. Poderemos avaliar os efeitos dessas medidas daqui a dois anos.
o. Uma imensa nuvem de fumaça e poeira deverá atingir a capital filipina nas próximas horas. p. Gostaria de saber o que está acontecendo AIfredo.
q. A atitude mais sensata dos envolvidos teria sido escolher um advogado competente. r. Tudo pode ser resumido numa única palavra incompetência.
s. Gilberto Gil músico e compositor continua criativo e iluminado. t. 0 músico e compositor Gilberto Gil continua criativo e iluminado.
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VALOR SEMÂNTICO DO PRONOME DEMONSTRATIVO
Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia Língua Portuguesa – 3º ano/ Matutino Página 26 PRONOME DEMONSTRATIVO no discurso:
Quando bem utilizados, os demonstrativos são eficientes elementos de coesão entre o que se está falando e o que já se disse ou irá dizer adiante. Deve-se utilizar este e suas flexões em dois casos: para adiantar o que se vai dizer ou para remeter a algo recém dito, quando esse já-dito comportar mais de uma retomada.
Exemplos:
Nosso povo sofre com mutos problemas, dentre os quais estes: miséria, fome e ignorância.
Admiração, respeito, amizade? Talvez, pensava ela, este (último) seja o mais importante e perene dos sentimentos.
Outra situação importante ocorre quando queremos retomar por demonstrativos mais de um elemento já mencionado.
Exemplo:
O velho, o índio e o negro são discriminados por motivos diversos: aquele, por ser improdutivo para a sociedade de consumo; esse, por ser considerado atrasado e preguiçoso; este, por não se ter libertado, ainda, do estigma da escravidão.
Quando se quer retomar apenas dois elementos, elimina-se a forma intermediária esse.
Exemplo:
As crianças da classe média têm um futuro mais promissor do que os filhos de pais das classes menos favorecidas, porque àquelas se dão oportunidades que se negam a estes.
Veja a ilustração para esses dois últimos casos:
1. Emprego de este, esse e aquele em relação a três termos
Este: indica o que se referiu por último. Esse: se refere ao penúltimo.
Aquele: indica o que se mencionou em primeiro lugar.
2. Emprego de este e aquele em relação a dois termos citados anteriormente
Este: indica o que se referiu por último.
Aquele: indica o que se referiu em primeiro lugar. EXERCÍCIOS - PRONOME DEMONSTRATIVO
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a. ... bola que tenho em minhas mãos foi a que esteve em disputa na partida decisiva do campeonato.
b. Por que você nunca lava ... mãos?
c. Observe ... que tenho ... caixa: são frutas que colhi ... pomar ali adiante. d. Você consegue ver ... rapazes lá do outro lado da rua?
e. Por favor, traga-me ... livro que está aí do seu lado. f. Por favor, ajude-me a carregar ... caixas aqui.
g. Por favor, ajude-me a trazer até aqui ... caixas que estão no outro andar. h. A grande verdade é ...: foi ele o mentor do plano.
i. Embora tenha sido o mentor do plano, ele nunca admitiu ... fato. j. Ninguém conseguiu provar sua culpa. Diante ..., o júri teve de absolvê-lo. k. O país atravessa um momento delicado. ... crise parece não ter fim.
l. Compramos um programa capaz de gerenciar os dados armazenados em nosso microcomputador. Um programa ... é indispensável ao bom desempenho do equipamento.
2. Assinale o item em que há erro no emprego do demonstrativo. a. Paulo, que é isso que você leva?
b. “Amai vossos irmãos!” São essas as verdadeiras palavras do amor. c. Trinta de dezembro de 1977! Foi significativo para mim aquele dia. d. Pedro, esse livro que está com José é meu.
e. Não estou de acordo com aquelas palavras que José Pronunciou.
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01. (UFF-RJ) Só numa série abaixo estão todas as palavras acentuadas corretamente. Assinale-a:
a) rápido, séde, côrte b) ananás, ínterim, espécime c) corôa, vatapá, automóvel d) cometi, pêssegozinho, viúvo e) lápis, raínha, côr
02. (PUCC-SP) Assinale a série em que todos os vocábulos estão escritos de acordo com as normas vigentes de acentuação gráfica:
a) ítem, fi-lo, juri, córtex, íbero b) Luís, vírus, eletron, hífens, espírito c) hiper, táxi, rúbrica, bênção, récorde d) através, intuito, álbuns, varíola, sauna e) dolar, zebu, ritmo, atrai-lo, bangalô
03. Identifique as regras de acentuação utilizadas nos vocábulos abaixo:
a) xícara b) razão c) hífen d) parabéns
04. (CESGRANRIO-RJ) Assinale a opção em que os vocábulos obedecem à mesma regra de
acentuação gráfica: a) terás / límpida b) necessário / verás c) dá-lhe / necessário d) incêndio / também e) extraordinário / incêndio
05. (UFJF-MG) As palavras se agrupam pela mesma regra de acentuação em:
a) é, só, até
b) também, através, aí
c) involuntária, hermético, substituível d) arrogância, inconsistência, mistério e) arbitrária, água, transpô-la
06. Assinalar a alternativa na qual a acentuação gráfica das palavras se justifique da mesma forma que em 'glória', 'papéis', 'hermenêutica',
respectivamente.
a) maiúscula, tríduo, rédea b) estoico, obliquem, Bocaiúva c) próton, tranquilo, saúde d) secretária, constrói, pífano e) réu, bilíngue, Pégaso
07. (UFSCar-SP) Estas revistas que eles ... , ... artigos curtos e manchetes que todos ... . a) leem - tem - vêem
b) lêm - têem - vêm c) leem - têm - veem d) lêem - têm - vêm e) lêm - tem – vêem
08. Assinale a alternativa em que o hífen, conforme o novo Acordo, está sendo usado corretamente: a) Ele fez sua auto‐crítica ontem.
b) Ele é muito mal‐educado. c) Ele tomou um belo ponta‐pé.
d) Fui ao super‐mercado, mas não entrei. e) Os raios infra‐vermelhos ajudam em lesões.
09. Assinale a alternativa errada quanto ao emprego do hífen:
a) Pelo interfone ele comunicou bem‐humorado que faria uma superalimentação.
b) Nas circunvizinhanças há uma casa malassombrada.
c) Depois de comer a sobrecoxa, tomou um antiácido.
d) Nossos antepassados realizaram vários anteprojetos.
e) O autodidata fez uma autoanálise.
10. Assinale a alternativa incorreta quanto ao emprego do hífen, respeitando‐se o novo Acordo. a) O semi‐analfabeto desenhou um semicírculo. b) O meia‐direita fez um gol de sem‐pulo na semifinal do campeonato.
c) Era um sem‐vergonha, pois andava seminu. d) O recém‐chegado veio de além‐mar.