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DIÁRIO DE NATAL 12.04.1947

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«ems

I

1

i V . • • . • ï «V . h h h h i

(Do um observador social) Ja i>tilj V, cjiminijOiis srii. lindo n it'j i! 1 i iwnjvmSin

ncUüyân insi«I in..:, iw» imindi* diTIK-d'alk«!. J à M \JÏr:-ld: 11-U' Tl unuill M>fîV IJuKI l'Xïil-l;ui;t u v tnd.i p:r-U< c U ,M i; r,nfM Ir 1 ;ii>anv(\

aió cili ^ rATil^' nuiiv.- Ci jMtj a lie u;n h ! r:\ i'l ív:it:i«>n:'

r:u ii rv.i.M <i-> TÍ..I: S-JIHI ' .1 .

IVr Í.-...U rr^v.irmlia

o relatorio-Falam as partes-Pedida vista do processo

v ililaaii. ü i >1'l r ^ i; i i : aí .«• » i Ir^M^u;.«; ; l l>; d»* . ;;.r di ; lira::,. Ar )' <|v '«li!! (K> ynVfvVna « i:k «iiivxi"i. a s • • . ci;^ Í. ['!)-Iii« Hl • : • ! !.: : ». j ' • . V : ; : < I [s » ( I . :i <r . I'.. 'i i >: ^va U' s . ^ r 1 » \ . « I." 'S i V' >;. i ; iii< .1 V ) <•• I « : i r ;. i-M' <1;/. 1 ! '.-(i » Ii. v-. • < l'ïiv-. :)i i. « \ \ \ ».s< i i • < i In ( Mil.» • M I \u: ; \ ; 1 )L'í I• U ». Iii r.t a iura ,;iU' I i s I 1111'i i a i i. l\ i ! f . : m J. . a-^Ii.-« Ju:. < P f : lí; .. i; . h> í. . j ' 1 \ uiucjt .i:,. ; cluH/ • t :> « Ut:,. oj> i.; a ;itc c; h. .iL 1 L «'• U I Ml •Ju lia t i:t-krUi-i co

la. Cdiii i. . t; a (..a i/- s:!i . tuiiiLlilirUa, 1

iic sit í * ;

Sk' tii>\\ : 1 '. <>

JIaalU'Ilïu

ii] i\ita. ;n t : -inila: .1.1'a 1 ^ p; .i. :. tlu .»i i« vi • p-r 1 : i i .i I lUi.ila . V. (Jii.a «V ia/, â lu;'. iJ.» das IV autu as I;-..: I ) 1 )« I'M ' rntau a a

Illt'v S >ia p. a ... .

Uni null.* pi i, •. » t ; • j <y. i.- -(

ns .pix^t-^ Jr I'wîui»

ÏI > l'.n^ ti-li iKiiu* a.-5 i C < > V ja; . ^ nan il.', t' ' ra I ' U , a : 1(1 t r- s S a. a, V • • : i 11 11 < I, ua:l a^ a I:',- ; . i: • I n i ilailr t a 1. : <\. ra/.a' ap > (T * K i r% air a : a • i í i a« ». 'I uii- . < is i'li *. i a> l\ I . : ij. v. ' .

r- :r. -.i - 'ii-i i LU: i « •.. i i; > I I X » < .! ia,, r-') «; .íüUl «. ; : r'>;i-t i j ( i. siaavU :! f • aí ílaar { \ t; \vu< [ l'i Jiaiaias, ; I iliT Í\1: J",1> ?

li\,rr:au a c j . <a i

MUl* u i|Ui: i v><\\ Li.iaai cl'u,

ílralra cia;- í :ai:..-. aa I.jivu-<Uair ln.ur.Laia.. Ail^?a3ih i ia- j

p:.liwH;u<!a: cam v^-i-

lv.r-n u i . t\ u l r a l lc ilv.r-nvcsila l h-5iK> inn Titu/. eiMilra a p a i i n VLi'nu l l i a . P a r i:;sa, a l i k T i i t u r a fa>a.i*!a loi saai];]^-l i m a saai];]^-litLTasaai];]^-liJfa iTri^itsaai];]^-la mon-t r a a líhari!;aí(\ li: p;ilnv: a, p a r a c> ü i l a d a r ilaliarai 6 q u e jmpiMiia d pra;5aai.:o o a j;ran.

ilc/.ix iiiis |>avas. Kiinuna-la

e r a u m dever do Kslado, (JíerccLndo ao C ! a le p,.ra

vi-v e r t r a n q u i l a i l m l r n ilvi-v seus c a p n c h u i ; . P o r r.-uiro hulo S l a i i n l a n i b t w a c h a q u o a l i b e n l ult» n a u ]>assa á v u n i p r e j i n x o b i n ^ u c s . Elo :?rnv p r o r c c u s o u i'in p r o n u i u n â - i a c o m m e d o do q u o n n a r a bi.-ca.- Trala-so no u i n t e r m o sacrilcgo pura a n o v a I g r e j a

.moscovita; I-: dentro ; do vocabulavio; comunista n

•;.palavraíljber<ltí'tlL».:foi:.coinplOí

::tamenle;>elimituula;.: p a r a que

ola mais facilmente fosKt»

dl-RIO, 12 (Meridional) — O T.S.E. comecou o julgamento do proee.sso que pede o cancelamen-to do registro do P.C.iJ.. Os trabalhos estão sen-do presidisen-dos pelo Mi-nistro Lafayele de An-drades presidente inte-rino do referido tribu-na! .e foram iniciados,

n.oO horas.

LEU O flELATORIO m O . 12 (Meridional) — O professor Sa Filho,

í íinulos após o inicio da sessão, leu o relato-rio do processo sobre o cancelamento do

regis-;ro do P.C.B.. O recinto do (rihunal oslá

reple-líj. de grande

nu-jv. in úc populares, es-a<j iMVsenlos vários se-i;»<!'irr>s (• (Íc^Jltladc)S. VKDlllAM VISTA

n i O , 12 (Meridional)

— 1 ai(ío

após o inicio dos Irabalhos no T.S.E.• oz desembargadores Ro-; !:a i -\ij<)-j o José Ànto-ít:í) Ko.uueira pediram i'-ira nassar uma vista

!>iN>c,i,t; ^ d'k eancvhà-mento do P.OJ3. P I U W N T K O SI!. NE-UEU R A M O S I1U0, 12 (Meridional) — O sr. Nereu Ramoj? eí.jgoti a<j Tribunal pou c<«s iiiiiuitos antes para assistir o inicio do .iul-eamento do proet^^o de eanee^imonto do P.C.l».. «) x ieí^pi^^sidente cia

^(^MibUca foi convida-do para sentar-se á

me-e-stá pr e:; trabalhos.

:> .MINUTOS P A R A OS DENUNCIANTES

KlO, 12 (Meridional) — A's lü,:>2 horas foi

suspensa a sessão no T. S.iv após a leitura do relatoiào pelo Professor Sá Filho, sobre o pro-cesso de cancelamento do P.C.B.. para descan-so do relator. Dez-minu-tos depois, foi reaberta a sessão, tendo sido dado

f> ) n i n u tos para cada um dos denunciantes, srs. Himalaia Virgulino e Earreto Pinto. O ÚNICO M I N I S T R O A FALAR RIO. 12 (Meridional) — Lm;o que o procura-dor Alceu Barbedo ter-minar e sustentação o-ral de seu parecer, na sessão, "será dada a

pa-lavra ao si\ Sá Filho que lerá o seu voto con-tido, conforme já noti*

vez que já foi pedida uma vista no processo pelos desembargadores

Rocha Lagoa e Jose An tonio Nogueira. 0

CONFERENCIA RESERVADA

RIO, 12 (Meridional)

tão significativo como o de hoje. Nele está a cau sa dá própria vida da nação. TAMBÉM O SR. Barreto Pinto R I O , 12 (Meridional) — O sr. Barreto Pinto, abordado pela reporta-— Quando foi suspensa,

por dez minutos, a ses-ígem durante a sessão são do julgamento do do T.S.E., disse: — "Es cancelamento do P.C.B.>

o procurador Alceu Bar bedo abandonou,

incon-tinente o recinto, indo conferenciar de portas fechadas com o sr. Wal-ter Teixeira, represen-tante do Ministro da Justiça. Este, por sua vez, após haver confe-renciado com o sr. Al-ceu Barbedo. abando-nou, apressadamente, o edifício onde está

insta-lado o Tribunal. JUT GA

INSUBSISTENTE

RIO. 12 (Meridional) — Depois de falarem 5 minutos cada um, os srs. Himalaia Virgulino e Barreio Pinto, foi dada a oahivra ao procurador Alceu Barbedo que es-tá desenvolvendo consi dcracõcs já conhecidas e o seu parecer de que à insubsistente o regis-tro do P:C.B. nur ser in-constitucional.

FALA O SR. V I R G U L I N O

RIO, 12 (Meridional) —: Falando aos jornais! durante o julgamento | do Partido Comunista j ;

esidindo do Brasil, o sr. Ilima- ;< laia Virgulino disso o j

tou feliz porque estou em defesa da minha pa-triaf\ D E C L A R A Ç Õ E S 1)0 A D V O G A D O DO P.C.B. RIO, 12 (Meridional) — O sr. Sinval

Palmei-ra, funcionando no jul-gamento de hoje do T. S.E. como advogado do P.C.B., declarou: — "O Partido Comunista Bra-sileiro cré na Justiça Eleitoral brasileira, mo tivo pelo qual estou cer to de que não será can-celado o seu registro. Está sendo julgada a própria democracia bra sileira e o T.S.E. nâo jo-gará essa democracia

fora da lei. O P,C,B. eon tinuará lutando pela pa-cificação dentro dos quadros constitucionais da ordem e da tranqui-lidade pela defesa da Constituição o dá De-mocracia". HOMENAGENS A' ME M O R I A DE ROOSEVELT RTO 1 2 (Meridional) \ i 1 ün minutos, o

iie do T.S.E. eon u i: ' lutos para

I da

de-hòmenagem á memoria do Presidente

Roose-velt. Quando o advoga-do advoga-do P.C.B. terminou sua oração, o Ministro Ribeiro Costa pediu a palavra» solicitando ao presidente do T.S.E., sr. Lafayete de Andrade, para que também home nageasse a memoria do grande estadista norte-americano. rhrdmcnte, o desembargador José Antonio Nogueira pe-diu, também, a palavra para salientar esta data histórica e solicitar que constasse da ata dos tra balhos o discurso que pronunciou sobre a

fi-ReassumiráVà/^resl

üeticia do P, S. IX

paulista

S. PAULO, 12 (Meri-dional) — O si\ Mario Tavares deverá reassu-mir a presidencia do P.S.D. paulista, tendo em vista os insistentes apelos dos seus correli-gionários, inclusive do si\ Nereu Ramos.

tinira o julgamento

dos recursos impetra

dos àquele orgão» re*

ferentes ás eleições

dê janeiro«

fíura do Presidente dos Estados Unidos. A's 11,25 minutos, o presi-dente do Tribunal

Su-perior' Eleitoral deu a palavra ao procurador Alceu Barbedo que leu uma ratiíicacão do seu parecer anterior e já co nhecido como favoravel ao cancelamento do

re-gistro do P.C.B.

Para minorar as condições

dos atingidos pelas cicies

Emenda do

sr.

Dioclécio

Duarte

setjuinle: — "Há 35 a- \ í-^rtido Com ti-nos que sou advogado e j • > » i'rasil, sr. Sin-n uSin-nea assisti ou t o m e i ; . . ! íeira, que, iSin-ni- ini-Darle em julgamento ic-••.Irncr»to. prestou uma

De acordo com o que temos noticiado, o Con-gresso está providenci-ando a aprovação de um credito"de 20-milões de cruzeiros para so-corro ás vitimas das i~ nundaçòes, em vários pontos do pais.

No sentido cle que se-ja iniciado com ' mais

pressa o serviço de auxí lio ,o membro da

ban-cada pessedista deste Estado, sr. Dioclécio Duarte, apresentou uma emenda mandando que se.ja entregue por adian

lamento a importancia de 1 milhões de cruzei-ros aos Interventores e governadores dos Esta-dos atingiEsta-dos.

Dando ciência do

fa-to ao Intervenfa-tor Ores-te da Rocha. Lima, foi transmitido o seguinte despacho:

— "Rio — 9 — Co-municamos eminente a~ migo Comissão Camara aprovou sessão hoje por unanimidade projeto consignando

importan-cia vinte milhões' cru-zeiros para socorrer vi-timas inundações — A-fim evitar demora pro-cesso Deputado Dioclé-cio Duarte apresentou emenda mandando seia entregue por adianta-mento importancia um milhõo cruzeiros aos in

ctrventores e Governa-dores Estados sofreram calamidade. Pensamos assim poderão ser

me-Orgão dos "Diários Associados"

Fundado em IS de Setembro de 1939

ANO VIII — NATAL — Sába«lo, 12 -Je Abrù rte 1947 — Nft 1,165

Estreia de novo filme

de Carlitos

NOVA Y O R K , 12 (U.

P.) — Foi apresentada

esta noite a

nova : fita;

de Charlie Chaplin, in-titulada "Monsieur Ver-doux", na qual

Carlitos

aparece pela

primeira

vez sem os seus

trajes

já .conhecidos, como ás calças compridas, os sa-patos rotos, a bengali-nha, etc. Pelo contrario, faz desta vez, o papel de um elegante e

corre-to bancario de Paris que acaba transformado ' num "barba azul". . O

proprio Carlitos

escre-veu o enredo, compôs á musica, dirigiu e inter-pretou o filme.

Assassinado um juiz

em Pernambuco

Recife, 12 (Meridio-nal) — O juiz de direi-to de Camaratuba, sr. Antonio de Araujo, foi assassinado ás 17 horas de ontem, em plena pra ca publica do

município.''

O criminoso foi

preso

e flagrante.

Procedem de diversos paises-Um casa! de velhos alemães

destino a Montevideu, passou em Parnamirirn na madrugada de ontem o auadrimotòr holandês ciamos, cm 68 Inudas. O PHTCP, da Royai Dutch

De Amsterdam,. com I ristieo á America do sul «{ima n ÍI/Tam^/miÍ^Iaii I • fv»\ /t>iii /]/« •» axm n li

sr. Sá Filho será o único membro dò T.S.E. a

ex-Airlines (KLM.)

A convite da empresa tornar o seu voto., uma viajava em cara ter

tu-um grupo de jornalistas europeus de vários pai-ses, cujos nomes são os seguintes: José Cortè-zar, espanhol; Pustavo Siqueira e Luiz Teixei-ra. portugueses; Dirk, Larbrooy, Edward

Star-x \ -V .c- k * x . _LV. - '

N e n h u m descaso p o r p a r t e do

chefe da Fiscalisgação do P o r t o

EsclareciiiM^

ilo SU:ÍS a(ribiíi$ôòS:\é|íaínbe^ iSIV.Vtóll

Esteve enV nòssa mlaçâo, j Segundo floQtjjKfl^iä^SöXque

na munhA du hojo, í» engo- nos íoi íiiomcn- do diretor gcrãi^dôl

minada na luto politica, tjuc rAvnv» Sinvy Ni^vis, chefe 1 U\ tfm os »pô- mento Nocioiiaig®!!®^^ In. tfm sidfliíÂÍêrns os «pe

tis, Reinier Vogels, Jo-han Wignand & Jean Pierre Coòman, holan-deses; Edmont Schwar-zenbach, suiço; André Blanchet, francês; Cun-har Xindberg, sueco; Sidney, Sôlõmon e Jack Robertson; ingleses; Ja-r o s 1 a.v; MecèJa-rbécho; Póyl Wostphall, diria-íiiárquês; Asbjorn

Bàr-láiip, norúegüòs.

; A borco lambem, destino a Buenos; Aires Pedi o iMíuU. DotíerÓ; filho do magnata dà íia^

vegaçao marítima e ae^

w ê m m m Ê m m m m

' ^»mirante

transfe-r'u a viagem

•RIO, 12 (Meridional)

— Foi transferida a par [com o pedido de iirgçii«. tida do vice-almirante I cia, afim de

setetn-lhoradas condições nos sos desamparados con-terrâneos — Cordiais saudações — Georgino Avelino — Dioclécio Duarte — José

Várelai

Walfredo Gudffel."

Projeto de lei sobré

cidades que devem

ser consideradas

ba-ses m'!: tares

RIO, 12 (Meridional) — Segundo fimos infor mados, o Conselho

Na-cional de Segurança tem pronto o ante-pro-jeto de lei, determinan-do quais as cidades

sé-des de municípios que devem ser consideradas bases militares para

e-feito, da nomeação dè prefeitos, na forma de-terminada pela Consti-tuição. A lei seria sob-metida ao Congresso

V

Adalberio Lara de.Al-meida para inspecionar bases do norte e nordes te do pais.

Posse deHim senador

s

%

goiano

RIO, 12 (Meridional) —Deverá tomar : posse 2í feira ,ò sr.. Alfredo

. - •

. AC

: o --movidas otianto aht^s

as dificuldades dê cwà« ter politico^? quê « saSífc^^^

observadas • nai ^ s u M M ê ^ M çüo de prefeitos pafa; âl

.

V-. V

-Vi SÍ3S

fias«i«r .senador el^Éd^ ? > l i Ä S p l P 1

eteitofc «

por Goiás. A s s i s t i | á W c ® Â i ato r, governador efcfifeö

bra Buenos, que V i ü W

Rio. S S «

Rêde de observaçao

torno d l e x - d i Ä H —

I M H H

. --^.W —. W-WV^.O-N-.--^'7-5^ . . , . ™

(2)

m m m & m m ^ m m m m m m p ^

"KDTLSÜN VÄUKLA

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Scmejilvo

Àtrnzad"

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Sucursais: —

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7 de Aôt'i:. !" :! i';.^1'. — Service* àe Iiniu'uns

Sa Llíiü. ot;2). liio «le Janeiro.

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halbi.:/

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COi/J'â:. !

-Vü CO.;:

H

i

tr.ïÎKilhis-Conste latióii 1 "Bandôi*

•rante" dá Fantin- do Bra

^ (Sobro n

linhWVí?iia-1 *

torial, 3 cie abril, 2,50 de

G. M. TO — Desde

on-tem, á noite,

deveria-:nos ser açoitados por

ventos, dos quais o "Ban

leirante" se desvia com

facilidade. Este não é

.zm pirata de perna de

pau, senão um "pegaso"

rom asas tão forte

e.se-curas que nenhum

tem-:oral, elo o querendo,

:odcrá apanhá-lo.

Por-"i u e o •'Bandeirante

0

corre mais que o

cjo c se p:opnrd t p ^

tn-^o o p'Oi'ress^al*

técnica para. se

préciòt-tar no ceu com. maior

velocidade que o som.

Em Miami vi voando,

nas penúltimas ."races"

aereas da Florida, um

\

caça que dava novecen

tos quilometros. Avião

e ruido do motor nos

chegavam simultâneos.

Ele veio de Colümbus.

Chio ,em 2 horas e 15.

Pela. manhã de hoje,

quando o presidente

uma

PU'.',

minutós»atingicimGsÃO

campo de Ibura, lartcei

úfift gtílpe dê vista - sobre

o chão de 7 mil metros

de . altitude ,è constatei,

• S •

intrigado, que não

ha-via sombra de coqueiro

na paisagem telúrica.

Limpei os olhos para fi

xar de novo a terra, era

sertão puro e duro,

ser-tão lavado e

esverdea-do pelas chuvas

de'ja-neiro ^fevereiro.

Cur-c. » » . I

I1.

A v

J\ CMO C.

«Klílu-í i > J M . i ° Ï ? Í ;

» i.. i

> » i. i

P A R A A S S U A S V I A G E N S A E R É A S

R l - S E R V E L U G A R N O S

P O S S A N T E S A V I Õ E S C A T A L I N A S

D A

Aero

Geral Ltda.

A S S A ü E i a O S C A R G A E N C O M E N D A S

! i > « « i < w

i i'M

I-N A T A L — R ü O D E J A I-N E I R O E E S C A L A S

G R A N D E R E D U Ç Ã O D E T A R I F A S

Naíaí

CUOCüi.í-J. : 4 i.»

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Ag. ate : Theodorico Beserra

PU a ç a J o S - ' r>A P E N H A (Frente ao Grande Hotel)

i\atai —

Rio Grande do Norte

ít

I z o i M ^ I ^ I t ó l p I

seus^êsto^dè: florestai

e capoesj no meio do ca

navial. Nerihumá cha-

s s • • s

miné dè usina dé âçucâr

ou de bangüê, de fogo

;

morto. As caatingas

ra-las, ò agreste seco do in-'

terior da região mais,

peculiar deste pais, por

,que é a única que

pro-luziu até hoje um tipo

humano com

caracterís-ticas próprias e tanto

quanto possível

indivi-dualizado.

Observo um rio

cau-daloso, lembrando o rio

íleal, proximo do seu

estuário. Mas em

Per-nambuco, a não. ser o

4

3ão 'Francisco,

nenhu-I;

« »

na torrente desse porte balança deu este

existe para gáudio dos

B a n d o i r a n t e

- ^ c h u

pernambucanos. Que ó

s i-a _. »

»1 <;;>

ros iiô

nele:;

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cr-í M '

• ia w < ? ' Î i - « . > V / • \ 11 < ".o t *

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pílfã CtlíV..ã V.

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V » » . • - » » i !/•«•• ^ , r". < • Kj C . 'i

-i960 —

2

amplo verraço

: ni cr>»iiôi:í>s

- 1 f ^ •« / T

í

e!e-sofrer". Uma tal linguagem, ereado lhe dô um desmenti-do; o cxtsse dum astronome na Republica dos Soviets, faz diante da ebra^ divina equi« desse Cristo um indesejável; valcri. um aio dc sedução.

.

' ; '

» * • 1 : K

\ 1 S r •

V "T-.- «

.O seiï íirí;rro dependendo :?r>enas

c ^ í v o sa quer ter

em íjuas terras, cuU

\i.X-.

|tèira..ou .AIA/vlON A,' hoje ião

Sex! '

va:orí3ítc:a

terras tuo,tcde»s, sem

ò cultivo e co»

precïOKb^^'proí

l l ^ H ^ ^ s f o m ß c m

'SS&'cCtï^î

\ possa submeter a hu-nr.nidiule.

Oí ruüire? de livros''/contra a religião so mostram ansio*

nuo esccndem'quc.a sua ;,>rnpap«nda se ohoeu/. dontrn

dau nliria«r eoni . obstáculos

innto^K., SeiUbm-sò . oßsiados )>éío ci*udfixò, peiagabbbuda eeieátcS pèla^èi^c

^ienc^a.;; : ^ \ : v , - . v

^íN^spàreaMId^s^Müpww

convém que deixe de reinar, e os iconoclastas continuam: "O retrato de Lenine, o . re-trato de Karl Marx, produ-zem outras a?suciações de

idéias, excitam outros* pensa-res. conduzem a outros sen-timentos e a um outro ideal; f..zem apelo á organização do proletariado, á luta das

clas-ses". Arrime a, puis, teu

cru-cifixo, notificam no mujique os anti-cristaos, Mas o cru-f** eifixo, a mulher aí o tem, o os filhos, q ás vezes o pro-prio mujiquo. Sobro a hu-milde parede, Lenine e Marx, talvez vão rodeá-lo, mss sem o suplantar. A1 direita, á

es-querda, elos serSo como os

dois ladrões. O Cristo viverá, o os ímpios nao podem fazer nada,

Os ^stros, também, lhes parecem desafiá-los; e os no-Vos reformadores» nao os. po-dendo apagar, tom que cor-rigir u linguagem: Não será bastante, explicam eíaramen: te/enviar um professor íorto

O D I L O N NESTOR

( P a r a os (D.

.Para

os Diários Associados)

diz-lhe a imagem, o que so- e

( por

ela, sobre o

mundo

Desarraigar dos

cerebros

a jfreu, também/tlc; e tu, sen- nao aceita que o universo

.<iua de Deus; despregar do;

s

ivcl de mais, nada queres

crucifixo, despregar da

s

ima*

gons, os olhares do -povo

rusKü; decretar silencio ás

aspirações da alma/ ás vozes

cíj. tradição, á Criação

mes-ma, quu um Sao Francisco

• le Assis ouvia cantar Deus;

ú iio que pretendem, nesse

••stranho Sinai que se tornou

.Muscou, os educadores

im-provlsatlos duma grande

na-Vrlariam o^ céus, se o

pu-{\K:tv\n, pjira cjiu? a Unra

fi-car^e suiu üFpei^ança, o para

assmtar sobre os destroços

espirituaig a ditadura de suãs

viações. -

9

como pressentem, como

ainda hoje constatam,

secre-ía insurreições contra o

cn-j tastrofico empobrecimento •

Co

! lodo ideal, vemo-los buscar

com uma cólera violenta o

gonero de instrução que mais

depressa, mais seguramente,

cm astronomia, que enumero discussões sitbre o modo <I< ..Pois que a ciência mesma so torna suspeita, tanto quan-to é a fé. Do.: livros de

cer-tos camponeses, de certo; operários, um pedagogo coli-giu esta questão: Porque existem ainda tantos homens de ciência que crêem em Deus?" Sim, porque? Nao sa-be riJspcndei'. E Ne\v,ton ron-dendu huuAenngem ao JtUernò Darwin se descobrindo ao pronunciar o nome sagrado.

c tantos sábios acabando por

uma morte religiosa uma vi. 9a de indiferença ou de in-credulidade, testemunham ac | educador russo quç a "a cien: cia não so desobriga da re^ ligião*1.

Que cia se faça pois mo-desta: os novos pedagogos

nao .podom contar com ela. Voltarri-se eleç então para 8> historia comparada das

reli-giõçsV.

Karl Marx indicava já c partido que pode tirar dclâ u

prcpagàn^ai anti-religiosa.; Mas nao tardhram entre si &

o que acontecera? Ape

aas, á altura da Bahia

vendo a costa

enfarrus-cada, o comandante Car

!os Parreiras Horta,

ar-mado de .um puro

san-gue deste, deliberara fii

*ir ao mau tempo, Mon

tando nos seus 10 mil

cavalos, operou uma

larga entrada pelo

inte-rior, E foi sair no Sâo

4

Trancisco. Cruzou

Pau-•'.o Alonso, na .sua

cris-a, cedo, bem cedo,

pa--a sair na Paraíba, no

tlto sertão da minha

erra, Aquela natureza

íauperrima, de

fazen-iaa e ranchos

denunci-ando a terra balda de

'ocursos,

4

quo

atraves-samos, era a do torrão

)nde nasci, e que tanto

vas copiosas e furacões,

bravios pela prôa, como.,

se encontrou ontem á

noilo. Deixou de lado,

soberano, os inimigos da

sua olímpica majestade.

Se quisesse os teria, a-,

frontado, porque pçito

não é q u e lhe falta

Quando lhe dá na

veneta, mete-o

alvoro-çando e impetuosos,

fu-rando os piores

tempo-*.,

rais. Mas para

que tra*.

zer enjôo á clientela-de

bordo, se

dando as de

Vila Diogo, não

há venr

to que o pegue, e se

es-sas voltas e meias

vol-tas não lhe custam,

se-não alguns minutos

ma-is de viagem e

algumas

galões de quebra

degar

solina?.

Com 10 mil cavalos,

3xtremesso. O rio, o rio no seu "haras" celeste, o.

caudaloso, que me

im->ressionou hoje pela

Tianhã, é o Paraíba, que

•)or sinal não é nenhum

^urso dagua perene.

E-e é um mofino rio dE-e

Inverno, com um leito

largo,

larguíssimo

mes-iio ,para receber as

a-'jundantes . chuvas, as

ihiívas torrenciais dos

presidente Sampaio

po-de, se quiser, até

man-dar estas

alimarias.pas-tarem nas invernadas,

da Via Lactea.

A Panair do Brasil dá

poeira nos concorrentes

mas não dá enjôo nó pes

soai que a.procura,

a-fim de cuzar o Afianti^

co sul.

os Jcnomcnos totlos celostes; précisa quo aîom disso o pro-fessor dû ab seu enunciado

interpretai* c «plica? esta su gestão de Kurl ' Marx, u os educadores, cansados dessns

Uma direyão anti-religiosa^ di^-puta

s

e- desses bate-bocr

contrarió :do que sèíijÜsèàvM^Â^fttgSèm

M O T O R E S

S U E C O S

I N D U S T R I A I S U M A R Í T I M O S .

A oleo crú desde 8 a 100 cavalos e

gru-pos eJetrogeneos para iluminação

Peçam informações e orçamentos aos

representantes:

A. N O G U E I R A & C I A . L T D A .

Rua Almiro Afonso, n." 83

Natal — Rio G. do Norte

ã m m m i

«

m 'W0MM

* ** x

Joaquim Lopes: da Silva, proprietário

a " Ö U R I y E SA R I A LÔJPÈ

,

ida iniciada em todo o País e

te» quando í ^ '

ba, coma o

coritemiuek; ^

hoje ,qual uma

lingüà

de prata, prateando#ó

visoriamerite ò éhio Há

minha província; Nât^v

Tal o privilégio de

um

fazendeiro,

como

o-presidente

Paulo Sam?

paio.

Ele tem só

:

aqui>

voando conosco, por cpn,

ta da sociedade

anôni-ma que dirige, um

"ha-ras" de 10 mil cavalos.

1

;

Monta neles, para dar o.

ora, quando lhe converij

a qualquer

tempestade

que encontra no seu pa^

minlie. ' •

Nenhum sobroço, ném

• • • • -' •y. .y. .\ s s t m

wilil^ttB^ l i v VttV''1 KH VwMISr Mw'" mm InMWB

WÊÉÈÈt4

a « i

(3)

i Sil

111®!

*mm . . .

;

-H Ü

Novo V C o n ^ o n i o I " a o d i s p o r d o f u e h r e r " v e r m e l h o

I I Í O , Abril, ; (M ) — Jusíitiramlo « uplo-'vaçao um projeto, t f i i e instituo a contri-buição pnrá o Montepio Militar, dos cabos da Policia Militar c do Corpo de Bombeiras, do Distrito 'Federal, o pa-dre Aruda Camara, de-putado do P.D.C, de Pernambuco, teve, on-tem, o ensejo de focali-zar vários aspectos da propaganda comunista, sobretudo no tocante á Juventude Brasileira. Disso ele:

—Esta Camara fará um ato de estrita

jus-tiça, indo ao encontro desse projeto e conce-dendo.lhe o sou voto fav ravel. E eu? que desde

1037, me bato por essa idéia, sinto uni grande contentamento, ao hipo« tccarla minha solidário-»

dade a essa posição d? tão elevado sentido so-cial, especialmente por-que vem favnieccr as famílias dacueles_ .A f ouo

se dedicara ao yervsc:> público, ás , ve;:es com sacrifício da pvopri

ó crime quo ou gregos puniam com a màrte pc In cicuta e 'que Jesus Cristo fulminou naque-las palavras: é preferí-vel atar uma pedra de m<> iw pescoço c lançar-se ao mar, a causar ês-candaioa um adolescen-te."

Sabíamos, sr. presi-dente, que o sr. Carlos Prestes é o Catilina con-fesso da eterna conspi-ração contra a Patria; que- é desde o 7o

Con-gresso do Komintcrn um dos 15 cabeças do "Proletariado Mundial'9

e o agente n° 35 da In-ternacional Comunisía na America do Sul, que escapou das prisões pela

liquidado iruicoeiritmen tc, responsáveis pela or-dem sejam abatidos pê-lo terrorismo, o incen-dio devore templos, al-iares e cidades» e a çucr ra civil tinja de sangue as ruas e os campos?

Ficaremos como âqúe las* cidades italianas de Herculano e Pompeia, á beira do vulcão que se avoluma e ameaça erup cão?

Sr. presidente, o a r t 141, n° 13, da nossa Constituição, fere de morte o Partido Comu-nista do Brasil. Desa-fiando o texto da Lei Basica %ai está o P.C.B.,

partido estrangeiro, da quinta coluna, na "luta

Cursos t\t>

R i o d ô J a i i e i f ê 6 S à d ~ D o e n ç a s d a S e n h o r a s

P a r t o *

O n d a * ultvag-curtas,

"ciei rico- ei o t r oe o n g u l aç S o f 6 Í t :

Câncer — Tumores

C o n s u l t ó r i o : R u a rCel. Boni- \ : faeioy222 — Fone>10-a2 C o n s u l t a s : D a s 15 ; horas* rm*

diante»» cxcóto aôs

I l o s i d u n e i a : P r a ç a Andréi d é : . A l b u q u e r q u e , D M

F o n e , 13-?t)

poícscs, como dizia Roo» sevelt, em 10 de feve-reiro de 1940: uU m a

di-tadura tão absoluta, co-mo outra qualquer exis-tente".

Sr. presidente, a Na-ção inteira nesta hora histórica está com os o~

" de 21 placas . .

M S * .

U* quanto Ihé custará o mundo ao se

^tgl

B È S T R ( È l H 0 0 1 I Í Í l ®

s

S E P I

i

Rua Di'. Barata, 191 ..Waíij

de classes*5, da derruba- lhos voltados para

aquo-da violenta aquo-da ordem ^ » <!«e m cabeia

res-

VÏ-da, á tranquilidade da população e que. por pertencerem ás classes mais humildes c modes-tas, se acham abando-nados, merecendo, por isso, um olhar mais complacente e carinha todo especial dos legis-ladores que compõem esta Camara,

Alem disso, sr.

i>rrsi-drnte, eslamns unsa

poria estreita da

comi-soracno da ditadura e é politica e social atuais15,

senador da Republica.., da "ditadura do prole-A go ra sabemos c: u

aos crimes do passado, a u n a revolução de ta-manha e de sangue, fni ta em 11-35. a serviço da ílt!s?:ia, á sabo;a:?em da

produção, á insuflação das creves« á pro^açan-t » • > da insidiosa^com V r

°-messas falazes e ilusó-rias, o coirmã)sn;), a 5a

coluna da Kussia entre nós. cbe^fi a esse ulti-mo nteníado: a ícr?r a pai ria no crue .tem dr mais sagrado e de mais puro, em sua p?or:id^de.

Por isso, contra a cri-mip^esa iniciativa

ver-s r f e z o ? ; v ? r a

vo/ da mulher

vr>, das mã^s caíojjc.^, época, de terrível | c m aprlo ao

çf.o socíaí e r y u e p v o da J^puhïî-cisamos comnaíev a s «m ? . ' r.

íariado-5 cu da "sua

guarda", da G.P,Ü. 011 V.K.V.D. com o seu ter-ror, com a sua tese de "partido único"r o Levia

tan devorador de todos os direitos e liberdades da pessoa humana, com a sua capital na U R S S que, na melhor das

hi-ponsabilidadc de julgar c de zelar nelo destino de nossa patria, para que meditem na

gravi-dade do problema c to-mem as providencias que o momento com-porta e exige, com co-ragem, sem facciosismo, adotando a atitude for-« te que a situação recla-ma,

A V I S O

A . Q u u i r o z & C i a . c o m u n i -c a m a o -c o m e r -c i o e m g e t ^ l . b a n c c s , r c p r c s e n U m l e s e re-p a r t i ç õ e s re-p u b l i c a s q u e nestü d a t a a c a b a m de t r a n s f e r i r

desta, c a p i t a l paru* a cidade du B a i x a Vcfcle o sou esta-b e l e c i m e n t o c o m e r c i a l q u e f u n c i o n a v a i\ P r a ç a A u g u s t o S e v e r o n ° 107, sob a denomin a ç ã o do F A R M A G I A Q U E I -R O Z . N a t u l , 31 de m a r ç o de 1947.

» Edição de hoje

!

Cr. % 0,50

Msg cisamos combater idéias extremistrs e dis-solventes, não bast-mdo a acao rr!;rr::si va e o lltiV{ur d e y r ^ i v l o ^ irms, o eiri^re:r» d^s d«\ isfr* rr^vrí:^"; s'?.-E1 mister ir ás r^/es do mal, esfanear-Hie as lentes, evitar o pauper-1 ismo e a miséria, caldo de cultura para as dou-trinas extremistas que tentam apoderar-se do ISrassl.

Sinto-me, agora mes-mo, no dever de fazer desta tribuna o meu protesto e i m a adver-tência ao governo, a o

parlamento, aos tribu-nais, ao Congresso, a fco-dà a Nação, cr.íim,

con-tra as manobras soler-les do romu^ir.ino e em particular, e o n I r » a criação da <fmvi>n*ude

comunista do Brasil4',

, . «

Esla scrin nova '*Con-somol" ao dispor

iIíí

Tiiehrer vcrivre1Ki>,

ov-ganizaçíío t ^ i t í n r l a . d«4st»«ar1a » ncry.^vtrr a

nvoekfado, irsocala^d)-lhe o ''virus" dc

i ja

y

jj/?-v.im íMi> ir vr, v<y/.<-s do I'A-rtTÜ«) V <h" Mürinh», «•:m MO)??;- f ' o s î jr,:: s o S } • ' M S , MO r prJ-i Îii>--vf1;-.?]r-, r i r ; - . X c î : i |jr» !:• vr.-» »Ûï:-{ î o n r ; : i î o : .

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o rouTO

So;n m o v i menir», h n j o . C J A . C G S T E 1 K A

-. J c r g c S i l v a , M a r i a E l i z a d a d o R i o no tlúi 12, devendo lo Coelho S i l v a , C r i s t i n a C o e l h o d a Sil- c h e g a r a q u i ' a 19, piu*a Bo- C o e l h o .

e C e c i l i a P i n t o P e l o va. A l v a r o Chin.;» L u i z u da leni e escala.

I t a n n y ó

cjik:

ehcyou i:nle-uu-tein <5<j nurlcf, c tjUt.» prosse-g u i u o n l t m p a r a o sul, via-j a r a m :

]Jar.c R v r i í V : Vie<;nle

li:4a-eozo, V a M u m a r Nery Carnalro M i n l ^ u o l í e r c i h a U a t u m -ba C-;m»;iru M o n i e i r o , F r e i i l c b e r i o de T e r r nea, Joa-A u g u s t o 13a? b u l h o , Fer-n a Fer-n d o do A l m e u u i , M r i a d a G l o r i a dn A l m e u i a , Z a c a r i a s J o s é P í v d i n u L n ^ c A g u i n a l -do'v Vasconcelos r P a r a M a c e 6* L n d . n o M . M a c i d j M . r i a M i n l u l c i i a Ma-ciêlr M ^ r a Elxa M a c i e l ,

Mu-riy L u c m M a c i c l , M a n u do JiWúqa M a e i e i u M a i y 1VÓ-C u n h a Melo» F r a n c i s c o B r i t o , A n U n ' a de A l m e a l a S â Lei-Em transito, IJ passagei-— O c a r g u e i r o A t a l a i a sai- ros. r á de P o r t o Ah-sre no f i m

tâo^ i x m u r v a l Bastos M e l o e deste m ê s , tlovcntlo c h e g a r Cioorg&!' do C a s t r o L e i t e . a q u i nos p r i m e i r o s dias de

P a r a SaiUas: J o ã o G o n ç a l - m . i o ,

ves d a S i l v a , S e v e r i n a L i r a C I A . C O M . E N A V . — d a S I v a c M a r c i o n ü a L i r a E s l a o esperados d o sul* n ò da S 4 v a . I d i a 1«, o c a r g u e i r o T a q u i o

•Em 2a ciasse v i a j a r a m 1 8 ! n o d n o c a r g u e i r o

Tiba-p a s s a g e i r o s . , e m W 108. ' g ir -o p r ; m o i r o prosseguirá

— O c a r g u e i r o , I t a g u a s s u ' p a r a Are;ti B r a n c a e o o u t r o c h e g a r á a q u i p o r estes dias, . p a r a ForttUe/.ar ;

v.ndo do sul. I AVIAÇÃO

— O p a q u e t o l í a i t é es- J P A N A I R D O B U A S I L — porucln <lo n e r t e n u ei ia 24, ' D o PP-PJ3V/ que^ tr. nsitou p a r a P e r t o A l í g i ^ o escala. J o n t r m d e B e l e m p a r a o R i o ,

— O carg»;o:ro L o u s i a n a • d e s e m b a r c a r a m :

q u e chegará n o dia 20, pros- I D o Fi.r.alôza-; K a í m v n d o

f S A M A — T r a n s i t o u o n t e m pel., m a d r u g a d a o q u a d r i m o -;tor" a i g c n t i n o L V - A B 1 , pro-c e d e n t e île y B u e n o s A i r e s cvtn '.lest'no a : v N o v a York^ c o m 40 péss^go:ros e m trfti^ sito, e n t r e os q u a i s u m i i tri-p u l a ç â o q u e tia» â u m n a v i o da C i a . D o d e r o , C R Ü Z E í R O D O S U L ~ D o P P - C C O » q u e i r à n s i t o u n o dia 10 do fvh> p a r * B e l o m , d e s c m b w c a r á m : -D o ftiúj r í õ e y T í í o c q , D o RoeíXe: D c i t a i d CöttiB-=

Ifon, Nancy" do- FâSv^ h i t g

B a h i a , I n è s M a r i a "d& P a i v a : L a c c n l a . R í i m i l d o U ú r g c l . , ' P a r i ' F o r l á í e á a : J o ã o . Bar-b o s a da Silva» G c r ^ l d o . N à s - . sèr. P a r a T e r e z i n a ; M a r i a do R c s u r i o M o n t e i r o ' S a m p a i o ? '' E m transito, ü . passageiros.; D e correio u e i x o u Otí . k g s , ; l e v o u 18. L . A B . — E m a v i ã o d • L i n h a s A é r e a * B r a ? i l e i r v i a j a r a m h o j e a o R i o o"sr*.k O m a r OfG r a d y , e, p a r a Re-1

(Cife, os »ra, c . r u B^rrcCo. J a c k R c m a g u e v a , A l o r s n Al-1

b u t i u e r q u e ei ^ l U . n i o J t ^ t i

no B^zeri^.

% m È Ê o m k

»tös-};0ii «

. va.v suas ^ aJtieâcafelèù

piraçocs.tsúâSft^iô^BêÔ.

» « É l l l i i l i P

^rr,pr:nha cua

(4)

.WW mwà m Ê m « B i * M i n u t e É f f i >IMI I p i i i i rnMêjm ®§Í||p Jtefe^Sä. Sas« M íun* m i Ê i m & á B ü * -^iiapfBIrballio

Si-a

? i « i l i i ® B » ® s W m Ê Ê S K B È S K ^ Gôracfn Holanda F*-r íüe hok segue paF*-ru

Pu-^ Pu-^ Ü H l h o .

$â2KIMBN70S

^ ^ ^ g S j o corrente, íalc^

ao8 81 anos

(fifaSaãeiÇ^a senhora Maria ^ ü i i c i â d ài âecMésquiiá

Queif Carneiro; .V'."> '.v' •• \ v * * ' S^A^éxtirità,^neseida no

mu-nièipió de São Gonçalo, era viuva dè José Léopoldino Marquês rCariieiro, dè cujo consórcio deixa os seguintes filhos: D . Débora Marques Bèierril, esposa do sr. Fran-cisco Caracioli Bezerril, fun-cionário da E . F. C. do Rio Grande do Noite/ Eliseu

• WS«''>' W^Ax-KWífVÇfcW*! UWCí

cc&iémltao®? —

var o país, sc esse

ma educacional. ^ M S í l ^ s l ^ ^ ^ F ^ K S A' alfabetização, l i ò r é n v é a :do

1^0-n\ento. Nada há que discutir, porque to um de-vor acorre a todos nós, do noi te, dó centro e:Üo sul: cooperar com ânimo pára derrotar á eleva-ção do indice de analfabetismo.

Estamos entregue a uma batalha que nao d-ave s o f r e r esmorecimentos, porque do

contrá-rio- »baldados serão todos os sentimentos de sal-vação de uma gente que, infelicitada eslá pelos descuidos daqueles que não pensaram na civili-zação des dias modernos nem na família que sc forma em cada lar.

# • *

Ainda há pouco tempo, no Ilio de Janeiro, foi realizado u m Congresso em que se estudou a

Marques "òarneiròl' prõprTe-1 alfabetização de adolescentes e adultos. Nossos

tariò nesta capital, Euclides i representantes também lá estiveram. Sem

dú-Marqucs Carneiro, funcioná- j vjda, notaram a preocupação que anda pelos

po-rio federai aposentado, A m a - '

c m e t i * s e m

iíicíi!ia" fabricados no sul do pais, e feitos com os melhores

íumos escolhidos,

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para os mais exigentes fumantes.

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Es-^wttôqüia^dè^Assü'.

. . . .

SmSfes iFérreira, * es-I M l & Ä o " Pires

_ ^ diante na ca-'Mwi.

do lia Matques.. Pereira, viuva de Manoel Pereira, residente em J o i o Pessoa, Palmira Marques Barraquc, esposa do sr. Abdon Barraque, Aurora Marques Kramer, esposa do sr. David Kramer, Etelvina Marques de Castro, viuva do sr. Castro, residente em São Paulo e Benedita Marques dc Oliveira, esposa do sr. Epa-minondas de Oliveira» pro-prietário no município de Pa-dre Miguèlinbo e residente nesta cidade. ÍOTÂca, sòbrj nh a $ç^Fònseca, cli-h ^'^"iPálmá, funcio-íMèx Co. Ltd. c i o v i s lonano da FAB, X: d. Consue-F o n s e c a . ^ l ^ l K l h o , filho M u m - ^ d ä Cos-ie0os*L*d. Lindai-i l l t e l j o ^sr. José funcionário r: ito.^dos Cor-» í I u t .... tãmmrn* mmmmm^

^wm o s

deres superiores quando se olha para um país tão grande e enveredado por grupos infindos de

A falecida deixa 28 netos, entre os "quais a sra. Maria Olga Bezerril de Araujo, es-posa do dr, Manoel Augusto advogado no fôro desta capi-tal» e 14 bisnetos.

O obito veriíiccu-se na re-sidência do seu genro sr.

Francisco Bezerril, á P r a g a

Augusto Severo.

analfabetos. 111 *«. ^ ^»•" 12.

Impossível é, pois, que também não sinta-mos desejo de concorrer para êxito de luta tão nossa, patriótica. Nossa vitória significará a for-mação de u m Brasil melhor nos. dias de amanhã. Educando-se adolescentes e adultos, teremos procurado cortar raízes e cerebros de uma ver-gonha. Então só u m caminho lios está apontado: derrotar o análfabetismo em todo o Brasil.

!»• 5*5

Dentro dc mais alguns dias. cm nosso Esta-do, como em todo o país, elevem estar funcio-nando as classes dessa grande campanha. De-vem estar nascendo também, os primeiros e b o néXicos frutos se todos compreenderem o sou al-cance. P a r a ' a frente pois, com um sentimento de altruísmo e patriotismo, deve ser sempre a nossa oraçãò nessa tuia que não terá quartéis. Porque o que precisamos é salvar o país do

mundo dos analfabetos.

Oportunidades

PRACISTA

S e n h o r ktônuo, pratico, d a n d o referencias, ofercce seus serviços. C a r t a s nesta redayao p a r a Z .

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Oclulio Var-^ • o n e : U - t 8 Ornada do Novt» M I S T A S SvvÄ TIO: mmm: m i S T O rIA O«. > E ü á p r ò b l é m à s . á e transporte de c r r g á dèsájpUrecem, c o m o p o r encanto, quando Vv põe um novo ca-m i u h ã o Studcbaker a trabalhar.

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t i

â EQUITATIVA"

A Equitativa dos Estados Unidos do Bra-sil, Sociedade de seguros mútuos sobre a vida, com séde na Capital da Republica, á Avenida Rio Branco, n° 125, torna publico haver se ex-traviado a apólice n° 238.772 emitida sobre a vi-da de J O Ã O B E Z E R R A D E M E L O , pelo que procederá a emissão da respectiva segunda via, que anulará ,para todos os efeitos, a anterior.

Natal, 25 de Março de 1947 R. Chaves & Cia.

Procuradores

O MADEIREIRO

Grande Depositário de madeiras, vidros, es-pelhos em todos os tipos.

Vendas a varejo e em grosso do alamado Cimento « D O L A P O R T " .

Preços que ninguém tem Jose Paulino Freire

Presidente Quaresma, 427. A L E C R I M cado). A t r a t a r c o m J o n n s G , Figueiredo, á R u a Presi-d e n t e B a n Presi-d e i r a , 443-A — A l e c r i m .

MOLÉSTIAS DO

FÍGADO

D o r dc e s t o m a g o , D i a r r e W s , P r i sao dc Ventre.

P o d e m ser devidas as doenças-do Figadoenças-do.

Aos quo sofrem do ficado t comum a dor no estnm -w

Rmbura a prhào dc ventre sc ,ia a íorm^ mais comum rio*

inales do íigad porle l. n\mxí vir acompanha.ia de diarr ia Som os nuilejj do fi;:aiin ;

vida ò boa.

u s e

H . S . d a P e n b z

A VIDA DO FÍGADO

Malar** «•srl.ircrliijentos o'*rtcvnin

Culxn Tr>sUl .1. C' • Uto

B I 8 C O Ü T O S E M A C A tt II A O

" R O Y A L "

ENCONTRAM A VENDA EM S O C 1 L FONE — 1955

Av. Duque de Oxia«, 174

Perdidos & Achados

Pcde-áe a q u e m e n c o n t r o u ou tiver n o t i c i a de u m ca-c h o r r i n h o prelo, de raça Bas-so oil ''paca", q u e atende p o r " D i m g a " , a fineza d e entre-gá-lo á A v . H e r m e s da Fon-seca, 1009, ou avisar pelo ts* l e f o n e 1 . 0 , 8 . 2 . — i • .-I M A C A R R A O

" R O Y A L "

P r e ç o p a r a o p u b l i c o C r , § 6,20 K . ° D E P O S I T O : A v » D u q u e d e 174 FONE — 1955 PREPARAM-SE REQUE-RIMENTOS " ' T e m p o é d i n h e i r o , n a u o perca, siga i m e d i a t a m e n t e ao A l e c r i m q u v n o E D I F Í C I O L E I T E , á R u a Presidente B a n d e i r a n ° 406, preparam-se r e q u e r i m e n t o s de todos os tipos p a r a todas as

reparti-ções e especialmente p a r a a P r e f e i t u r a M u n i c i p a l , n o ca-so da r e d u ç ã o de a l u g u e l de casas em q u c " a C o m i s s ã o de Preços sc acha c c m b a t e n d n n o m o m e n t o a l u a i .

Jidifieio Leite, sala H.

CONVITE;

A f i r m a comnrcial "Move-Juria S ã o Pedro", estabeleci-da á r u a A m u r o Barreio» n °

1*550, desta c a p i t a l , c o n v i d a açus empregados Francisco

Gojr;;üvps do N a s c i m e n t o e

Bunncj-íU^ A ) v es da Costa,

para iromparecerem ao servi-ço detilro du prazo de 8 dias, r,nh p r n n dn deiniasfiu por u b a n d r i i o d e c m p r c R o .

N a t a l , Ia <le í.bril de 1947.

Miguei Canuio Filho, Pro-prieiario da firma.

14

Fabrica Poty

A quem interessar possa fax- oiente o Sr. AnUmit» Murtins Batista, estabule» eido á Praça do Mercado ne 124» qu^ adquariu, por cwpr.a livre, desembara. çados de qualquer ônus, os maquinamos da Fabrica Poty, conforme censta d* competente recido passado e devidamente assinado e ^elado pdlo seu ex.proprie. tan^ Djalma Maranhão,

Natal, 2 de Abri} de 1947. Antonio Martins Batista

AMAN

AÃ,

VESPERAL

ELEGANTE

Sèrâ£fipjê;íá noite a estreia <3èfí|âèeríía|de Alencar c sua palco do Toa-^IS^ISffãlcUx companhia

a peça "Uniça

da, tradução de Daniel Ro * eha.

líspera-se brilhante suces-so â temporada :{dô -conjunto^ que, amanU5^fâéf;;éxibirá^èm

(5)

w m n: . . . . , •'M---g&r

SÉS-ssSffií

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Vibrador para concreto

Talhas para 500 ki;s.

Maquina de pontear

Maquinas de funir

Prensa revoher com pum;õcs para

furar

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Balancim dc 4 toneladas

Maquina para curvar tubos

Torno, mecânico para montagem so=

bre bancada

Prensa excentrica de S toneladas

Fresadora universal de alta precisão

Grupos eletrogeneos a Diesel e a

; solina

Maquina " P U L L A 1 À X " para cortar

chapas

Maquinas e material grafico para to»

- d o s os f i n s

A ç o s s . d f c c a s * " B O P O R S " p a r a t o d o s

os fins

Placas e mandris para torríos

Fogareiros suecos a kerosenc

Maçaricos suecos

Serpentinas e aquecedores

- I - N F O R :\í A C õ K S : jt

Elyseu Leite

Avenida Rio Branco, 205

F o n e — 1-.281

Onze clubes disputarão o

Torneio Municipal do Rio

A tabela da grande certame da

fu-tebol carioca--Seu inicio hoje

C r í s t o v a o c M a d u r e i r a x C a n to do R i o .

R I O , 12 ( M e r i d i o n a l ) —

Será iniciado, hoje, o

Tor-neio M u n i c i p a l , ccrtanu» q u e inaugurará a têmpora,'ia <ie 1947.

Olaria v S a o C r i u l o v a o c

Flamengo, x BonsAieessa,

da-r ã o inicio ao ceda-rtame, que

terá como jogo p r i n c i p à ) o

c h o q u ? Amcricu x V l w o .

í A t « b c ! a s c r i e a c b íoi a

se-guinte: P r i m e i r a reduito — | rica x F l a m e n g o ,

A b r i l — D i a 12 — C a n t o <io D e c i m a r o d a d a O i t a v a r o d n d a — D i n 3 — B o n s u c c s s o x O l a r i a , F l u m i -n e -n s e x B o t a f o g o , S a o Cris-t ó v ã o x %Bangu\ F l a m e n g o x "Madureira e C a n t o do K i o x A m é r i c a . N c n a rodada — D i a 15 —

Vasco x Klum nense.

Eonsu-CCS50 x S ã o C r i s t o v â o , Ma-d u r e i r a x B o t a i o g o , B .ntm' x C a n t o d o R i o e A m é -I -I • R i o x O l a r i a . C u n i p o tíb Va*. co, á n o i t e — F.íunontfo x B o n s u c e s s o . D i a 13 — A m é -rica x^ Vasco, M a d u r e i r a x f l u m i n e n s e e B n i i g u ' x Bo-tafogo. S r g u n d a rnri.xKi — l h a 2o « 1 — S 5 o C r i s l i . v í o >: C a n t o d<i R i o , F l u m i n e n s o x A m e rira, H ! a r i i * K • . n V . * B a n g u ' e Botafogo x Borisu-cesso.

Terceira m-lrda - Dki 27 ^ A m c r i c i \ M a d u r e i r a , Fla-m e n g o x Sao Cristovfin,

Ban-gu* x F l m u h u n s i4 Boiatc^t»

x Olaria e B u i suc esso

x

Vaj-co»

Q u a r t a roàulu — Muio —

D i a 4 — Canto do Rio x

Fla-mengo V.A:\i.),> x

São Cristóvão x Botafogo. Fluminense x Bonsucesso i* Vasco x Olaria.

Q u i n t a r o d a d a — D i a 11

— Btmgu* x Amfrteii,

Boia-\ CmBoia-\Boia-\U (lu K IBoia-\ B-

svu-- D i a 22 — O l a r i a -x S ã o C r i s t ó v ã o . Vas-c o x M a d u r e i r a , C n n l o do R i o x Bonsucesso, B o t a f o g o x A m é r i c a o F l u m i n e n s e x Bantfii* 1 '•!• :uii / V I I 3 : R a d i o F o t i de iWiliil

ReáIizâ^se, íímãnBá

s

; á

rodada final dó Torneio Quadrangular, certame cuja renda se destina as obras em construção dó Convento dos Capu-chinhos.

Corno atração máxi-ma da tarde iremos pre senciar o sensacional encontro América x

A-lecrim, que decidirá a ) figuras. posse da taça "Santo

Antonio", oferecida pelo cônsul Carlos Lamas ao vencedor do Torneio.

cjues sê • açhâ;

tjüáíi èis-Ç qúèrda ; ágüardá- ^ ãintíá

Um candidatò que con-;

vença, Quanto á defesa, pode-se dizer é o ponto alto do America,. apare-cendo Nonato, Reinaldo, João Augusto e Moacir como as suas grandes

O nosso publico espor

O Alecrim ,depois de ter empatado com o Po tiguar e vencido o Atlé-tico, passou a encarar com confianca o seu com tivo aguarda, com enor- p r o m i s s o de amanhã. O

me interesse, a realiza-ção da pugna, que vai colocar frente a frente dois grandes rivais das canchas nataleiíses. Na verdade, periquitos e ru bros, desde longa data, vem oferecendo aos afi-cionado;? lutas renhidas e sensacionais, ein que a ifíUfliiiadt' de forças c* fator predominante. TC nestas condições, pois,

é^que amanhã estarão empenhadas as duas c-quipes mimo peleja por-todos os motivos atraen-te e digna de ser assis-tida por um grande pu-blico.

O América é o lider absoluto do Quadrangu-lar, com um ponto ã frente do Alecrim. K desde que Acosta assu-miu a direção toe nica. <> grêmio rubro tem bri-lhado nos nossos cam-pos .apesar dc r . í o con-tar com uma olVnsivn

»

á altura cio Timo. C>nir> 9c sabe a figuro impar do ataque americano ó o jovem mcia-esqumlo Ernâni, que a continuar, como vai, será dentro em pouco o mais perfei-to na posição nos gra-mados natalcnses.

Pernambuco e Gorgo-nio são dois elementos

fuíurosos que poderão ler garantidas suas po-sições no osqtiwlrâo

ru-bro. Jaime foi o ultimo substituto que Acosta descobriu par^ Lavor.

time conseguiu á ulti-ma hora dois bons refor ços que são Orlando o Bahiano. Mais ambien-tados ao conjunto» os dois cracks poderão pro duzir melhor no jogo de amanhã, sendo certo que o América terá de por n prova nessa par-tida, toda a

Rita

capaci-dade de resisteneia, bon^

I f f i

còm àlniá, possüindó bons válòreâ

como

Gé-raldo, Deusdedjth, Va-deco, Urbànoj e Edson. A C O N S T I T U I Ç Ã O D A S D U A S

E Q U I P E S

Os dois quadros deve-rão formar, amanhã as-sim constituídos:

A M E R I C A — Moacir, Leonidas e João Augus-tp; Nonato, Reinaldo e Aladio; Gorgonho, Per-nambuco, Jaime Ernâ-ni e Pedro.

A L E C R I M — Expe-dito, Geraldo e Pontes; 41, Vadeco e Deusdedi-th; Urbano, Edson Or-lando, Bahiano e Torri-co.

P O T I G U A R E ATLÉ-TICO C O M P L E T A M

A R O D A D A

Farão ijrijiit.-iro jo^n da tarde as equipes do

A S SEiVI BLÍBIÀ G E R Ä L Ö É D Ï N

M S p l l

; Sáí)^^convidados os senhores ; a Radio Póti S. A. para a Assembleia GéraL

dinariá a realizar-se em sua séde social a a^ebi-da Deodoro 245, nesta capital, ás 16 horas dò dia 20 de. abril corrente, na qual serão submetidos a sua apreciação e aprovação do relatorio da Di-retoria, o.balanço e parecer do Conselho,Fiscal, referente ao exercido de 1946, bem assim proce-dida a eleição da Diretoria e membros do Con-selho Fiscal.

. João de Medeiros Calmon — Dir. Presidenlr Edilson Cid Varela — Dirctor-Gerente

BALCONISTA

A CIA. DE C I G A R R O S S O U Z A C R U Z á Av. Rio Branco n.° 1(10, necessita de um, que tenha prática de balcão e facilidade em calcular.

E' indispensável que o candidato este-ja quite com o serviço militar.

O U Ç A T O I ) A S A S QUINTA-FE IRAS ÁS 20,30 — NA " R A D I O r O T Y " O i' R O Ci II A M A " R O Y A L " Crem<?-Crí'kt>rs*RoyaI i! O X ! ; P H L

I

N

O m:«ior tMiiporiu do Cigarro* d:i ÍJUIímK» ixvuhw n'celun- por

\r î A !S K R K A

ri^i-rros Ti\v*

C a u l i m * A s l o r i i » . K'nva, í!ídlyw°o(| vtc) K'tHî^ drj^í^n^fMilo j°rn«:s do Rio

i - n x : - , í : m ( K m U ^ n U a o N a t u l c i u h o )

AV. RIO ïîUANCO

Atlético e do Potiguar. O primeiro já experi-montou duas derrotas.

K o sr[(itnclo teve

«>

yuú

cmti

pule com o Àlecriifi, S O J I

do den otado polo Ame-rica.

A luta^promete decor rer i^utiK embora pen-da o favoritismo, na

o-oinino dos entendidos, para o clube da Base de Pamarnirirn,

Estará em jogo, nesse encontro, o terceiro

lu-grã* do Torneio, polo que Um to atlelicanos como cílvi-rubros tudo farão em busca da vitoria.

P R S R O A q u o pretende

via-i *r xv\\<U' iiinji cnsíJ â Rua

IVt'suU-rHi1 I.câi") Volo; .

. Tn.tnr nn mesma.

VrNDE-SE um p?nno

"Ple-yi Y\ nt'crrsiutnrto níinaçan, rua Mip:hu\

P i 3 00000.

I-A;>]IL1A f rf rr-Hva ii sul ilo jKiis precisa vi.n<lor. com Inda u urgcricia, r l i i u n s moveis o utcnsilio*,. Tiiitcir- r('iu Nurif-s, á

Av. Ali iisi»

Y i : N I ) K S R pnr proço i cv.y.un>. 'i m J h r i r o s de te* lluis c r i m i n s . V e r e t r a t a r á A v . Hinlri^uí'S A l v o s , 941 — Ti ml. A P R O V E I T E M ! . . .

V< mío-se n casn .sita á r u a j rl:i Mií-i-rioorrlia, tiü'h para

Eis os dois quadros im-?,Uala e

v:<i\ \H-\( n u l . T r : 4 a r a A v e ^

ri ici a Rio Rumen.

X a v i

-A G H N C I -A D O i P -A S E N O R I O

G R A N D E D O N O R T E

C A R T E I R A I M O B I L I A U I A — A Agenc' do I P A S E neste Estado comunica aos seus segu-rados obrigatorios que, no proximo dia 15 do corrente, ás 12 horas, receberá inscrições para n Carteira-Imobiliária. Os interessados serão

a-UMididos, obedecida a ordem rigorosa de cheira-da, ttsssandi) as mesmas ao ser atingido o

limi-te- du CrS 51)0.01)0,00 <quinhentos mil cruzeiros). Natal. 11 de Abril de 1947.

A f. i: R i: N c i A

prováveis:

P O T I G T A R

-er, Arnaud e Dromi'\ Paiva, Biu e Violas: Ca

rioen, Arlindo. Abel, Xa vier I I e Valter.

. . A T L É T I C O — W h a r -ton, Cabelinho e R?i-mund'*; Zcborces. Lu • » > lh.ôes e Ferreira: Moné.

Salvi^.no^ Badof, Osmar

e C e a r e n s e . it B I S C O I T O S E i\l A C A K B A O " R O Y A I . " K W o r i l A M SK S d C ! L r o M . — A\. D'liiii' f'c (' \| Í\ «TS V E N D E - S E u m a caso, sita á Ku:i O l nto M e i r a , 1061 c o m: os >e;:uirvcs comcdos:./sa]a^

clc- visitn saio <íe j a n t a r , qua-. i r o q u rio.", despensa, çosi-n h a . a p .relha s a çosi-n i t a r i o c o m h\v: hoiro. terraço o b o m q u i r u

i A trnt;:r com M i l t o n Mrüuc\r;i r.a c:isa vísinh a,. OU. i\ R u a . C h i l o . BO, telefone-1231. « > ' * * V E N D E - S E . cr» oíimo*'e>r; l a d o dc? c\':.n*-rvrção, u m £ : rk* j:uMur; u m clormitoríq i- nu 11 [> í tf mo de sa; 11 «l< \ ii.i liíii t e r n o

A u*it.ir Av,

Àfon-í.) fsn.i. '['irt.l. Ifi ú\

22 horas. ^ -T.

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Terá inicio amanhã o Camp. Secnndario

Potengi e Havay jogarão em Hatal-Onze c S/Paulo, os clubes

excursisnistas-Os árbitros dos 3 prélios -Espera-se bôa renda em Ceará-Mirinj-Providencias

COSINHEIRA • I

O imbrico rsportivii

nHlalunsc* terá

oportuni-dade dc íssíistir.

ama-nhã. o jogo inaugural

lo Ciu-ipi-onato

Subur-bano promovido pelfi

l'"odorai;:a) Norlo - Rio-;

jrandon.sf do De&porius.

mnis categorizados

clu-bes secundários, Miriam

Cirihco. Cegiiinho r Elie

zer. c lernen tu» de

car-taz nas c<mi-h;.s

si;b;ir-bnnas.

O j j i / esciil:ido ivln

2-1 D h ' i s ü o p s i r a s e r v i l

n»eu» grande*

brilhantis-mo, sondo esta n prir u"

i.i vez que se

defror-l:«m São Paulo u Cruzu. 10.

A equipo do clube de Petrópolis eojsííi, nus suas lilcinií, com

Mano-tando grande interesse sentar-áo-úo assim

eons-na tradicioeons-nal cidade

dos canaviais, cujos

es-ocrlisli.s li-rão a vis.l:;

de uir.a equipo

cipaeilíi-da para :ima

exibi-ção frente ao poderoso

oonjuntu loc::i.

iituidos:

O S7A\:

Maciel, Soares e

Fra-jola; Cabelinho, Aluísio

e Paulo; Freire, Pròa

f

Aquino, Mario o

Mnuri-no.

P r ^ c u m a bon co-' ;

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Referências

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