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i V . • • . • ï «V . h h h h i(Do um observador social) Ja i>tilj V, cjiminijOiis srii. lindo n it'j i! 1 i iwnjvmSin
ncUüyân insi«I in..:, iw» imindi* diTIK-d'alk«!. J à M \JÏr:-ld: 11-U' Tl unuill M>fîV IJuKI l'Xïil-l;ui;t u v tnd.i p:r-U< c U ,M i; r,nfM Ir 1 ;ii>anv(\
aió cili ^ rATil^' nuiiv.- Ci jMtj a lie u;n h ! r:\ i'l ív:it:i«>n:'
r:u ii rv.i.M <i-> TÍ..I: S-JIHI ' .1 .
IVr Í.-...U rr^v.irmlia
o relatorio-Falam as partes-Pedida vista do processo
v ililaaii. ü i >1'l r ^ i; i i : aí .«• » i Ir^M^u;.«; ; l l>; d»* . ;;.r di ; lira::,. Ar )' <|v '«li!! (K> ynVfvVna « i:k «iiivxi"i. a s • • . ci;^ Í. ['!)-Iii« Hl • : • ! !.: : ». j ' • . V : ; : < I [s » ( I . :i <r . I'.. 'i i >: ^va U' s . ^ r 1 » \ . « I." 'S i V' >;. i ; iii< .1 V ) <•• I « : i r ;. i-M' <1;/. 1 ! '.-(i » Ii. v-. • < l'ïiv-. :)i i. « \ \ \ ».s< i i • < i In ( Mil.» • M I \u: ; \ ; 1 )L'í I• U ». Iii r.t a iura ,;iU' I i s I 1111'i i a i i. l\ i ! f . : m J. . a-^Ii.-« Ju:. < P f : lí; .. i; . h> í. . j ' 1 \ uiucjt .i:,. ; cluH/ • t :> « Ut:,. oj> i.; a ;itc c; h. .iL 1 L «'• U I Ml •Ju lia t i:t-krUi-i co
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li\,rr:au a c j . <a i
MUl* u i|Ui: i v><\\ Li.iaai cl'u,
ílralra cia;- í :ai:..-. aa I.jivu-<Uair ln.ur.Laia.. Ail^?a3ih i ia- j
p:.liwH;u<!a: cam v^-i-
lv.r-n u i . t\ u l r a l lc ilv.r-nvcsila l h-5iK> inn Titu/. eiMilra a p a i i n VLi'nu l l i a . P a r i:;sa, a l i k T i i t u r a fa>a.i*!a loi saai];]^-l i m a saai];]^-litLTasaai];]^-liJfa iTri^itsaai];]^-la mon-t r a a líhari!;aí(\ li: p;ilnv: a, p a r a c> ü i l a d a r ilaliarai 6 q u e jmpiMiia d pra;5aai.:o o a j;ran.
ilc/.ix iiiis |>avas. Kiinuna-la
e r a u m dever do Kslado, (JíerccLndo ao C ! a le p,.ra
vi-v e r t r a n q u i l a i l m l r n ilvi-v seus c a p n c h u i ; . P o r r.-uiro hulo S l a i i n l a n i b t w a c h a q u o a l i b e n l ult» n a u ]>assa á v u n i p r e j i n x o b i n ^ u c s . Elo :?rnv p r o r c c u s o u i'in p r o n u i u n â - i a c o m m e d o do q u o n n a r a bi.-ca.- Trala-so no u i n t e r m o sacrilcgo pura a n o v a I g r e j a
.moscovita; I-: dentro ; do vocabulavio; comunista n
•;.palavraíljber<ltí'tlL».:foi:.coinplOí
::tamenle;>elimituula;.: p a r a que
ola mais facilmente fosKt»
dl-RIO, 12 (Meridional) — O T.S.E. comecou o julgamento do proee.sso que pede o cancelamen-to do registro do P.C.iJ.. Os trabalhos estão sen-do presidisen-dos pelo Mi-nistro Lafayele de An-drades presidente inte-rino do referido tribu-na! .e foram iniciados,
n.oO horas.
LEU O flELATORIO m O . 12 (Meridional) — O professor Sa Filho,
í íinulos após o inicio da sessão, leu o relato-rio do processo sobre o cancelamento do
regis-;ro do P.C.B.. O recinto do (rihunal oslá
reple-líj. de grande
nu-jv. in úc populares, es-a<j iMVsenlos vários se-i;»<!'irr>s (• (Íc^Jltladc)S. VKDlllAM VISTA
n i O , 12 (Meridional)
— 1 ai(ío
após o inicio dos Irabalhos no T.S.E.• oz desembargadores Ro-; !:a i -\ij<)-j o José Ànto-ít:í) Ko.uueira pediram i'-ira nassar uma vista!>iN>c,i,t; ^ d'k eancvhà-mento do P.OJ3. P I U W N T K O SI!. NE-UEU R A M O S I1U0, 12 (Meridional) — O sr. Nereu Ramoj? eí.jgoti a<j Tribunal pou c<«s iiiiiuitos antes para assistir o inicio do .iul-eamento do proet^^o de eanee^imonto do P.C.l».. «) x ieí^pi^^sidente cia
^(^MibUca foi convida-do para sentar-se á
me-e-stá pr e:; trabalhos.
:> .MINUTOS P A R A OS DENUNCIANTES
KlO, 12 (Meridional) — A's lü,:>2 horas foi
suspensa a sessão no T. S.iv após a leitura do relatoiào pelo Professor Sá Filho, sobre o pro-cesso de cancelamento do P.C.B.. para descan-so do relator. Dez-minu-tos depois, foi reaberta a sessão, tendo sido dado
f> ) n i n u tos para cada um dos denunciantes, srs. Himalaia Virgulino e Earreto Pinto. O ÚNICO M I N I S T R O A FALAR RIO. 12 (Meridional) — Lm;o que o procura-dor Alceu Barbedo ter-minar e sustentação o-ral de seu parecer, na sessão, "será dada a
pa-lavra ao si\ Sá Filho que lerá o seu voto con-tido, conforme já noti*
vez que já foi pedida uma vista no processo pelos desembargadores
Rocha Lagoa e Jose An tonio Nogueira. 0
CONFERENCIA RESERVADA
RIO, 12 (Meridional)
tão significativo como o de hoje. Nele está a cau sa dá própria vida da nação. TAMBÉM O SR. Barreto Pinto R I O , 12 (Meridional) — O sr. Barreto Pinto, abordado pela reporta-— Quando foi suspensa,
por dez minutos, a ses-ígem durante a sessão são do julgamento do do T.S.E., disse: — "Es cancelamento do P.C.B.>
o procurador Alceu Bar bedo abandonou,
incon-tinente o recinto, indo conferenciar de portas fechadas com o sr. Wal-ter Teixeira, represen-tante do Ministro da Justiça. Este, por sua vez, após haver confe-renciado com o sr. Al-ceu Barbedo. abando-nou, apressadamente, o edifício onde está
insta-lado o Tribunal. JUT GA
INSUBSISTENTE
RIO. 12 (Meridional) — Depois de falarem 5 minutos cada um, os srs. Himalaia Virgulino e Barreio Pinto, foi dada a oahivra ao procurador Alceu Barbedo que es-tá desenvolvendo consi dcracõcs já conhecidas e o seu parecer de que à insubsistente o regis-tro do P:C.B. nur ser in-constitucional.
FALA O SR. V I R G U L I N O
RIO, 12 (Meridional) —: Falando aos jornais! durante o julgamento | do Partido Comunista j ;
esidindo do Brasil, o sr. Ilima- ;< laia Virgulino disso o j
tou feliz porque estou em defesa da minha pa-triaf\ D E C L A R A Ç Õ E S 1)0 A D V O G A D O DO P.C.B. RIO, 12 (Meridional) — O sr. Sinval
Palmei-ra, funcionando no jul-gamento de hoje do T. S.E. como advogado do P.C.B., declarou: — "O Partido Comunista Bra-sileiro cré na Justiça Eleitoral brasileira, mo tivo pelo qual estou cer to de que não será can-celado o seu registro. Está sendo julgada a própria democracia bra sileira e o T.S.E. nâo jo-gará essa democracia
fora da lei. O P,C,B. eon tinuará lutando pela pa-cificação dentro dos quadros constitucionais da ordem e da tranqui-lidade pela defesa da Constituição o dá De-mocracia". HOMENAGENS A' ME M O R I A DE ROOSEVELT RTO 1 2 (Meridional) \ i 1 ün minutos, o
iie do T.S.E. eon u i: ' lutos para
I da
de-hòmenagem á memoria do Presidente
Roose-velt. Quando o advoga-do advoga-do P.C.B. terminou sua oração, o Ministro Ribeiro Costa pediu a palavra» solicitando ao presidente do T.S.E., sr. Lafayete de Andrade, para que também home nageasse a memoria do grande estadista norte-americano. rhrdmcnte, o desembargador José Antonio Nogueira pe-diu, também, a palavra para salientar esta data histórica e solicitar que constasse da ata dos tra balhos o discurso que pronunciou sobre a
fi-ReassumiráVà/^resl
üeticia do P, S. IX
paulista
S. PAULO, 12 (Meri-dional) — O si\ Mario Tavares deverá reassu-mir a presidencia do P.S.D. paulista, tendo em vista os insistentes apelos dos seus correli-gionários, inclusive do si\ Nereu Ramos.
tinira o julgamento
dos recursos impetra
dos àquele orgão» re*
ferentes ás eleições
dê janeiro«
fíura do Presidente dos Estados Unidos. A's 11,25 minutos, o presi-dente do Tribunal
Su-perior' Eleitoral deu a palavra ao procurador Alceu Barbedo que leu uma ratiíicacão do seu parecer anterior e já co nhecido como favoravel ao cancelamento do
re-gistro do P.C.B.
Para minorar as condições
dos atingidos pelas cicies
Emenda do
sr.
Dioclécio
Duarte
setjuinle: — "Há 35 a- \ í-^rtido Com ti-nos que sou advogado e j • > » i'rasil, sr. Sin-n uSin-nea assisti ou t o m e i ; . . ! íeira, que, iSin-ni- ini-Darle em julgamento ic-••.Irncr»to. prestou uma
De acordo com o que temos noticiado, o Con-gresso está providenci-ando a aprovação de um credito"de 20-milões de cruzeiros para so-corro ás vitimas das i~ nundaçòes, em vários pontos do pais.
No sentido cle que se-ja iniciado com ' mais
pressa o serviço de auxí lio ,o membro da
ban-cada pessedista deste Estado, sr. Dioclécio Duarte, apresentou uma emenda mandando que se.ja entregue por adian
lamento a importancia de 1 milhões de cruzei-ros aos Interventores e governadores dos Esta-dos atingiEsta-dos.
Dando ciência do
fa-to ao Intervenfa-tor Ores-te da Rocha. Lima, foi transmitido o seguinte despacho:
— "Rio — 9 — Co-municamos eminente a~ migo Comissão Camara aprovou sessão hoje por unanimidade projeto consignando
importan-cia vinte milhões' cru-zeiros para socorrer vi-timas inundações — A-fim evitar demora pro-cesso Deputado Dioclé-cio Duarte apresentou emenda mandando seia entregue por adianta-mento importancia um milhõo cruzeiros aos in
ctrventores e Governa-dores Estados sofreram calamidade. Pensamos assim poderão ser
me-Orgão dos "Diários Associados"
Fundado em IS de Setembro de 1939
ANO VIII — NATAL — Sába«lo, 12 -Je Abrù rte 1947 — Nft 1,165
Estreia de novo filme
de Carlitos
NOVA Y O R K , 12 (U.
P.) — Foi apresentada
esta noite a
nova : fita;
de Charlie Chaplin, in-titulada "Monsieur Ver-doux", na qualCarlitos
aparece pelaprimeira
vez sem os seustrajes
já .conhecidos, como ás calças compridas, os sa-patos rotos, a bengali-nha, etc. Pelo contrario, faz desta vez, o papel de um elegante ecorre-to bancario de Paris que acaba transformado ' num "barba azul". . O
proprio Carlitos
escre-veu o enredo, compôs á musica, dirigiu e inter-pretou o filme.
Assassinado um juiz
em Pernambuco
Recife, 12 (Meridio-nal) — O juiz de direi-to de Camaratuba, sr. Antonio de Araujo, foi assassinado ás 17 horas de ontem, em plena pra ca publica do
município.''
O criminoso foipreso
e flagrante.
Procedem de diversos paises-Um casa! de velhos alemães
destino a Montevideu, passou em Parnamirirn na madrugada de ontem o auadrimotòr holandês ciamos, cm 68 Inudas. O PHTCP, da Royai Dutch
De Amsterdam,. com I ristieo á America do sul «{ima n ÍI/Tam^/miÍ^Iaii I • fv»\ /t>iii /]/« •» axm n li
sr. Sá Filho será o único membro dò T.S.E. a
ex-Airlines (KLM.)
A convite da empresa tornar o seu voto., uma viajava em cara ter
tu-um grupo de jornalistas europeus de vários pai-ses, cujos nomes são os seguintes: José Cortè-zar, espanhol; Pustavo Siqueira e Luiz Teixei-ra. portugueses; Dirk, Larbrooy, Edward
Star-x \ -V .c- k * x . _LV. - '
N e n h u m descaso p o r p a r t e do
chefe da Fiscalisgação do P o r t o
EsclareciiiM^
ilo SU:ÍS a(ribiíi$ôòS:\é|íaínbe^ iSIV.Vtóll
Esteve enV nòssa mlaçâo, j Segundo floQtjjKfl^iä^SöXque
na munhA du hojo, í» engo- nos íoi íiiomcn- do diretor gcrãi^dôl
minada na luto politica, tjuc rAvnv» Sinvy Ni^vis, chefe 1 U\ tfm os »pô- mento Nocioiiaig®!!®^^ In. tfm sidfliíÂÍêrns os «pe
tis, Reinier Vogels, Jo-han Wignand & Jean Pierre Coòman, holan-deses; Edmont Schwar-zenbach, suiço; André Blanchet, francês; Cun-har Xindberg, sueco; Sidney, Sôlõmon e Jack Robertson; ingleses; Ja-r o s 1 a.v; MecèJa-rbécho; Póyl Wostphall, diria-íiiárquês; Asbjorn
Bàr-láiip, norúegüòs.
; A borco lambem, destino a Buenos; Aires Pedi o iMíuU. DotíerÓ; filho do magnata dà íia^
vegaçao marítima e ae^
w ê m m m Ê m m m m
' ^»mirante
transfe-r'u a viagem
•RIO, 12 (Meridional)
— Foi transferida a par [com o pedido de iirgçii«. tida do vice-almirante I cia, afim de
setetn-lhoradas condições nos sos desamparados con-terrâneos — Cordiais saudações — Georgino Avelino — Dioclécio Duarte — José
Várelai
Walfredo Gudffel."Projeto de lei sobré
cidades que devem
ser consideradas
ba-ses m'!: tares
RIO, 12 (Meridional) — Segundo fimos infor mados, o Conselho
Na-cional de Segurança tem pronto o ante-pro-jeto de lei, determinan-do quais as cidades
sé-des de municípios que devem ser consideradas bases militares para
e-feito, da nomeação dè prefeitos, na forma de-terminada pela Consti-tuição. A lei seria sob-metida ao Congresso
V
Adalberio Lara de.Al-meida para inspecionar bases do norte e nordes te do pais.
Posse deHim senador
s%
goiano
RIO, 12 (Meridional) —Deverá tomar : posse 2í feira ,ò sr.. Alfredo
. - •
. AC
: o --movidas otianto aht^s
as dificuldades dê cwà« ter politico^? quê « saSífc^^^
observadas • nai ^ s u M M ê ^ M çüo de prefeitos pafa; âl
.
V-. V
-Vi SÍ3S
fias«i«r .senador el^Éd^ ? > l i Ä S p l P 1
eteitofc «
por Goiás. A s s i s t i | á W c ® Â i ato r, governador efcfifeö
bra Buenos, que V i ü W
Rio. S S «
Rêde de observaçao
torno d l e x - d i Ä H —
I M H H
. --^.W —. W-WV^.O-N-.--^'7-5^ . . , . ™m m m & m m ^ m m m m m m p ^
"KDTLSÜN VÄUKLA
* * : . <' • î i » «i * î1 4' Si*À»o .. .
Scmejilvo
Àtrnzad"
A v u l s o .ex?
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7 de Aôt'i:. !" :! i';.^1'. — Service* àe Iiniu'uns
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COi/J'â:. !-Vü CO.;:
H
i
tr.ïÎKilhis-Conste latióii 1 "Bandôi*
•rante" dá Fantin- do Bra
^ (Sobro n
linhWVí?iia-1 *
torial, 3 cie abril, 2,50 de
G. M. TO — Desde
on-tem, á noite,
deveria-:nos ser açoitados por
ventos, dos quais o "Ban
leirante" se desvia com
facilidade. Este não é
.zm pirata de perna de
pau, senão um "pegaso"
rom asas tão forte
e.se-curas que nenhum
tem-:oral, elo o querendo,
:odcrá apanhá-lo.
Por-"i u e o •'Bandeirante
0corre mais que o
cjo c se p:opnrd t p ^
tn-^o o p'Oi'ress^al*
técnica para. se
préciòt-tar no ceu com. maior
velocidade que o som.
Em Miami vi voando,
nas penúltimas ."races"
aereas da Florida, um
\
caça que dava novecen
tos quilometros. Avião
e ruido do motor nos
chegavam simultâneos.
Ele veio de Colümbus.
Chio ,em 2 horas e 15.
Pela. manhã de hoje,
quando o presidente
uma
PU'.',
minutós»atingicimGsÃO
campo de Ibura, lartcei
úfift gtílpe dê vista - sobre
o chão de 7 mil metros
de . altitude ,è constatei,
• S •intrigado, que não
ha-via sombra de coqueiro
na paisagem telúrica.
Limpei os olhos para fi
xar de novo a terra, era
sertão puro e duro,
ser-tão lavado e
esverdea-do pelas chuvas
de'ja-neiro ^fevereiro.
Cur-c. » » . I
I1.
A vJ\ CMO C.
«Klílu-í i > J M . i ° Ï ? Í ;
» i.. i
> » i. iP A R A A S S U A S V I A G E N S A E R É A S
R l - S E R V E L U G A R N O S
P O S S A N T E S A V I Õ E S C A T A L I N A S
D A
Aero
Geral Ltda.
A S S A ü E i a O S C A R G A E N C O M E N D A S
! i > « « i < wi i'M
•
I-N A T A L — R ü O D E J A I-N E I R O E E S C A L A S
G R A N D E R E D U Ç Ã O D E T A R I F A S
Naíaí
CUOCüi.í-J. : 4 i.»ar a
iJi'i
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Ag. ate : Theodorico Beserra
PU a ç a J o S - ' r>A P E N H A (Frente ao Grande Hotel)
i\atai —
Rio Grande do Norte
ítI z o i M ^ I ^ I t ó l p I
seus^êsto^dè: florestai
e capoesj no meio do ca
navial. Nerihumá cha-
s s • • sminé dè usina dé âçucâr
ou de bangüê, de fogo
;morto. As caatingas
ra-las, ò agreste seco do in-'
terior da região mais,
peculiar deste pais, por
,que é a única que
pro-luziu até hoje um tipo
humano com
caracterís-ticas próprias e tanto
quanto possível
indivi-dualizado.
Observo um rio
cau-daloso, lembrando o rio
íleal, proximo do seu
estuário. Mas em
Per-nambuco, a não. ser o
4
3ão 'Francisco,
nenhu-I;
« »
na torrente desse porte balança deu este
existe para gáudio dos
B a n d o i r a n t e- ^ c h u
pernambucanos. Que ó
s i-a _. »»1 <;;>
ros iiô
nele:;
« « i > -1cr-í M '
• ia w < ? ' Î i - « . > V / • \ 11 < ".o t *t
\ t a - \ : V-/ _íros
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V » » . • - » » i !/•«•• ^ , r". < • Kj C . 'i-i960 —
2amplo verraço
: ni cr>»iiôi:í>s
- 1 f ^ •« / Tí
e!e-sofrer". Uma tal linguagem, ereado lhe dô um desmenti-do; o cxtsse dum astronome na Republica dos Soviets, faz diante da ebra^ divina equi« desse Cristo um indesejável; valcri. um aio dc sedução.
.
' ; '» * • 1 : K
\ 1 S r ••
V "T-.- «
.O seiï íirí;rro dependendo :?r>enas
c ^ í v o sa quer ter
em íjuas terras, cuU
\i.X-.
|tèira..ou .AIA/vlON A,' hoje ião
Sex! '
va:orí3ítc:a
terras tuo,tcde»s, sem
ò cultivo e co»
precïOKb^^'proí
l l ^ H ^ ^ s f o m ß c m
'SS&'cCtï^î
\ possa submeter a hu-nr.nidiule.
Oí ruüire? de livros''/contra a religião so mostram ansio*
nuo esccndem'quc.a sua ;,>rnpap«nda se ohoeu/. dontrn
dau nliria«r eoni . obstáculos
innto^K., SeiUbm-sò . oßsiados )>éío ci*udfixò, peiagabbbuda eeieátcS pèla^èi^c
^ienc^a.;; : ^ \ : v , - . v
^íN^spàreaMId^s^Müpww
convém que deixe de reinar, e os iconoclastas continuam: "O retrato de Lenine, o . re-trato de Karl Marx, produ-zem outras a?suciações de
idéias, excitam outros* pensa-res. conduzem a outros sen-timentos e a um outro ideal; f..zem apelo á organização do proletariado, á luta das
clas-ses". Arrime a, puis, teu
cru-cifixo, notificam no mujique os anti-cristaos, Mas o cru-f** eifixo, a mulher aí o tem, o os filhos, q ás vezes o pro-prio mujiquo. Sobro a hu-milde parede, Lenine e Marx, talvez vão rodeá-lo, mss sem o suplantar. A1 direita, á
es-querda, elos serSo como os
dois ladrões. O Cristo viverá, o os ímpios nao podem fazer nada,
Os ^stros, também, lhes parecem desafiá-los; e os no-Vos reformadores» nao os. po-dendo apagar, tom que cor-rigir u linguagem: Não será bastante, explicam eíaramen: te/enviar um professor íorto
O D I L O N NESTOR
( P a r a os (D.
.Para
os Diários Associados)diz-lhe a imagem, o que so- e
( porela, sobre o
mundoDesarraigar dos
cerebrosa jfreu, também/tlc; e tu, sen- nao aceita que o universo
.<iua de Deus; despregar do;
sivcl de mais, nada queres
crucifixo, despregar da
sima*
gons, os olhares do -povo
rusKü; decretar silencio ás
aspirações da alma/ ás vozes
cíj. tradição, á Criação
mes-ma, quu um Sao Francisco
• le Assis ouvia cantar Deus;
ú iio que pretendem, nesse
••stranho Sinai que se tornou
.Muscou, os educadores
im-provlsatlos duma grande
na-Vrlariam o^ céus, se o
pu-{\K:tv\n, pjira cjiu? a Unra
fi-car^e suiu üFpei^ança, o para
assmtar sobre os destroços
espirituaig a ditadura de suãs
viações. -
9
como pressentem, como
ainda hoje constatam,
secre-ía insurreições contra o
cn-j tastrofico empobrecimento •
Co
! lodo ideal, vemo-los buscar
com uma cólera violenta o
gonero de instrução que mais
depressa, mais seguramente,
cm astronomia, que enumero discussões sitbre o modo <I< ..Pois que a ciência mesma so torna suspeita, tanto quan-to é a fé. Do.: livros de
cer-tos camponeses, de certo; operários, um pedagogo coli-giu esta questão: Porque existem ainda tantos homens de ciência que crêem em Deus?" Sim, porque? Nao sa-be riJspcndei'. E Ne\v,ton ron-dendu huuAenngem ao JtUernò Darwin se descobrindo ao pronunciar o nome sagrado.
c tantos sábios acabando por
uma morte religiosa uma vi. 9a de indiferença ou de in-credulidade, testemunham ac | educador russo quç a "a cien: cia não so desobriga da re^ ligião*1.
Que cia se faça pois mo-desta: os novos pedagogos
nao .podom contar com ela. Voltarri-se eleç então para 8> historia comparada das
reli-giõçsV.
Karl Marx indicava já c partido que pode tirar dclâ u
prcpagàn^ai anti-religiosa.; Mas nao tardhram entre si &
o que acontecera? Ape
aas, á altura da Bahia
vendo a costa
enfarrus-cada, o comandante Car
!os Parreiras Horta,
ar-mado de .um puro
san-gue deste, deliberara fii
*ir ao mau tempo, Mon
tando nos seus 10 mil
cavalos, operou uma
larga entrada pelo
inte-rior, E foi sair no Sâo
4
Trancisco. Cruzou
Pau-•'.o Alonso, na .sua
cris-a, cedo, bem cedo,
pa--a sair na Paraíba, no
tlto sertão da minha
erra, Aquela natureza
íauperrima, de
fazen-iaa e ranchos
denunci-ando a terra balda de
'ocursos,
4quo
atraves-samos, era a do torrão
)nde nasci, e que tanto
vas copiosas e furacões,
bravios pela prôa, como.,
se encontrou ontem á
noilo. Deixou de lado,
soberano, os inimigos da
sua olímpica majestade.
Se quisesse os teria, a-,
frontado, porque pçito
não é q u e lhe falta
Quando lhe dá na
veneta, mete-o
alvoro-çando e impetuosos,
fu-rando os piores
tempo-*.,
rais. Mas para
que tra*.
zer enjôo á clientela-de
bordo, se
dando as de
Vila Diogo, não
há venr
to que o pegue, e se
es-sas voltas e meias
vol-tas não lhe custam,
se-não alguns minutos
ma-is de viagem e
algumas
galões de quebra
degar
solina?.
Com 10 mil cavalos,
3xtremesso. O rio, o rio no seu "haras" celeste, o.
caudaloso, que me
im->ressionou hoje pela
Tianhã, é o Paraíba, que
•)or sinal não é nenhum
^urso dagua perene.
E-e é um mofino rio dE-e
Inverno, com um leito
largo,
larguíssimo
mes-iio ,para receber as
a-'jundantes . chuvas, as
ihiívas torrenciais dos
presidente Sampaio
po-de, se quiser, até
man-dar estas
alimarias.pas-tarem nas invernadas,
da Via Lactea.
A Panair do Brasil dá
poeira nos concorrentes
mas não dá enjôo nó pes
soai que a.procura,
a-fim de cuzar o Afianti^
co sul.
os Jcnomcnos totlos celostes; précisa quo aîom disso o pro-fessor dû ab seu enunciado
interpretai* c «plica? esta su gestão de Kurl ' Marx, u os educadores, cansados dessns
Uma direyão anti-religiosa^ di^-puta
se- desses bate-bocr
contrarió :do que sèíijÜsèàvM^Â^fttgSèm
M O T O R E S
S U E C O S
I N D U S T R I A I S U M A R Í T I M O S .
A oleo crú desde 8 a 100 cavalos e
gru-pos eJetrogeneos para iluminação
Peçam informações e orçamentos aos
representantes:
A. N O G U E I R A & C I A . L T D A .
Rua Almiro Afonso, n." 83
Natal — Rio G. do Norte
ã m m m i
«
m 'W0MM* ** x
Joaquim Lopes: da Silva, proprietário
a " Ö U R I y E SA R I A LÔJPÈ
,
ida iniciada em todo o País e
te» quando í ^ '
ba, coma o
coritemiuek; ^
hoje ,qual uma
lingüà
de prata, prateando#ó
visoriamerite ò éhio Há
minha província; Nât^v
Tal o privilégio de
um
fazendeiro,
como
o-presidente
Paulo Sam?
paio.
Ele tem só
:aqui>
voando conosco, por cpn,
ta da sociedade
anôni-ma que dirige, um
"ha-ras" de 10 mil cavalos.
1;
Monta neles, para dar o.
ora, quando lhe converij
a qualquer
tempestade
que encontra no seu pa^
minlie. ' •
Nenhum sobroço, ném
• • • • -' •y. .y. .\ s s t mwilil^ttB^ l i v VttV''1 KH VwMISr Mw'" mm InMWB
WÊÉÈÈt4
a « i
i Sil
111®!
*mm . . .;
-H ÜNovo V C o n ^ o n i o I " a o d i s p o r d o f u e h r e r " v e r m e l h o
I I Í O , Abril, ; (M ) — Jusíitiramlo « uplo-'vaçao um projeto, t f i i e instituo a contri-buição pnrá o Montepio Militar, dos cabos da Policia Militar c do Corpo de Bombeiras, do Distrito 'Federal, o pa-dre Aruda Camara, de-putado do P.D.C, de Pernambuco, teve, on-tem, o ensejo de focali-zar vários aspectos da propaganda comunista, sobretudo no tocante á Juventude Brasileira. Disso ele:•
—Esta Camara fará um ato de estrita
jus-tiça, indo ao encontro desse projeto e conce-dendo.lhe o sou voto fav ravel. E eu? que desde
1037, me bato por essa idéia, sinto uni grande contentamento, ao hipo« tccarla minha solidário-»
dade a essa posição d? tão elevado sentido so-cial, especialmente por-que vem favnieccr as famílias dacueles_ .A f ouo
se dedicara ao yervsc:> público, ás , ve;:es com sacrifício da pvopri
ó crime quo ou gregos puniam com a màrte pc In cicuta e 'que Jesus Cristo fulminou naque-las palavras: é preferí-vel atar uma pedra de m<> iw pescoço c lançar-se ao mar, a causar ês-candaioa um adolescen-te."
Sabíamos, sr. presi-dente, que o sr. Carlos Prestes é o Catilina con-fesso da eterna conspi-ração contra a Patria; que- é desde o 7o
Con-gresso do Komintcrn um dos 15 cabeças do "Proletariado Mundial'9
e o agente n° 35 da In-ternacional Comunisía na America do Sul, que escapou das prisões pela
liquidado iruicoeiritmen tc, responsáveis pela or-dem sejam abatidos pê-lo terrorismo, o incen-dio devore templos, al-iares e cidades» e a çucr ra civil tinja de sangue as ruas e os campos?
Ficaremos como âqúe las* cidades italianas de Herculano e Pompeia, á beira do vulcão que se avoluma e ameaça erup cão?
Sr. presidente, o a r t 141, n° 13, da nossa Constituição, fere de morte o Partido Comu-nista do Brasil. Desa-fiando o texto da Lei Basica %ai está o P.C.B.,
partido estrangeiro, da quinta coluna, na "luta
Cursos t\t>
R i o d ô J a i i e i f ê 6 S à d ~ D o e n ç a s d a S e n h o r a s
P a r t o *
O n d a * ultvag-curtas,
"ciei rico- ei o t r oe o n g u l aç S o f 6 Í t :
Câncer — Tumores
C o n s u l t ó r i o : R u a rCel. Boni- \ : faeioy222 — Fone>10-a2 C o n s u l t a s : D a s 15 ; horas* rm*
diante»» cxcóto aôs
I l o s i d u n e i a : P r a ç a Andréi d é : . A l b u q u e r q u e , D M
F o n e , 13-?t)
poícscs, como dizia Roo» sevelt, em 10 de feve-reiro de 1940: uU m a
di-tadura tão absoluta, co-mo outra qualquer exis-tente".
Sr. presidente, a Na-ção inteira nesta hora histórica está com os o~
" de 21 placas . .
M S * .
U* quanto Ihé custará o mundo ao se
^tgl
B È S T R ( È l H 0 0 1 I Í Í l ®
sS E P I
i
Rua Di'. Barata, 191 ..Waíij
de classes*5, da derruba- lhos voltados para
aquo-da violenta aquo-da ordem ^ » <!«e m cabeia
res-
VÏ-da, á tranquilidade da população e que. por pertencerem ás classes mais humildes c modes-tas, se acham abando-nados, merecendo, por isso, um olhar mais complacente e carinha todo especial dos legis-ladores que compõem esta Camara,
Alem disso, sr.
i>rrsi-drnte, eslamns unsa
poria estreita da
comi-soracno da ditadura e é politica e social atuais15,
senador da Republica.., da "ditadura do prole-A go ra sabemos c: u
aos crimes do passado, a u n a revolução de ta-manha e de sangue, fni ta em 11-35. a serviço da ílt!s?:ia, á sabo;a:?em da
produção, á insuflação das creves« á pro^açan-t » • > da insidiosa^com V r
°-messas falazes e ilusó-rias, o coirmã)sn;), a 5a
coluna da Kussia entre nós. cbe^fi a esse ulti-mo nteníado: a ícr?r a pai ria no crue .tem dr mais sagrado e de mais puro, em sua p?or:id^de.
Por isso, contra a cri-mip^esa iniciativa
ver-s r f e z o ? ; v ? r a
vo/ da mulher
vr>, das mã^s caíojjc.^, época, de terrível | c m aprlo ao
çf.o socíaí e r y u e p v o da J^puhïî-cisamos comnaíev a s «m ? . ' r.
íariado-5 cu da "sua
guarda", da G.P,Ü. 011 V.K.V.D. com o seu ter-ror, com a sua tese de "partido único"r o Levia
tan devorador de todos os direitos e liberdades da pessoa humana, com a sua capital na U R S S que, na melhor das
hi-ponsabilidadc de julgar c de zelar nelo destino de nossa patria, para que meditem na
gravi-dade do problema c to-mem as providencias que o momento com-porta e exige, com co-ragem, sem facciosismo, adotando a atitude for-« te que a situação recla-ma,
A V I S O
A . Q u u i r o z & C i a . c o m u n i -c a m a o -c o m e r -c i o e m g e t ^ l . b a n c c s , r c p r c s e n U m l e s e re-p a r t i ç õ e s re-p u b l i c a s q u e nestü d a t a a c a b a m de t r a n s f e r i rdesta, c a p i t a l paru* a cidade du B a i x a Vcfcle o sou esta-b e l e c i m e n t o c o m e r c i a l q u e f u n c i o n a v a i\ P r a ç a A u g u s t o S e v e r o n ° 107, sob a denomin a ç ã o do F A R M A G I A Q U E I -R O Z . N a t u l , 31 de m a r ç o de 1947.
» Edição de hoje
!Cr. % 0,50
Msg cisamos combater idéias extremistrs e dis-solventes, não bast-mdo a acao rr!;rr::si va e o lltiV{ur d e y r ^ i v l o ^ irms, o eiri^re:r» d^s d«\ isfr* rr^vrí:^"; s'?.-E1 mister ir ás r^/es do mal, esfanear-Hie as lentes, evitar o pauper-1 ismo e a miséria, caldo de cultura para as dou-trinas extremistas que tentam apoderar-se do ISrassl.Sinto-me, agora mes-mo, no dever de fazer desta tribuna o meu protesto e i m a adver-tência ao governo, a o
parlamento, aos tribu-nais, ao Congresso, a fco-dà a Nação, cr.íim,
con-tra as manobras soler-les do romu^ir.ino e em particular, e o n I r » a criação da <fmvi>n*ude
comunista do Brasil4',
, . «
Esla scrin nova '*Con-somol" ao dispor
iIíí
Tiiehrer vcrivre1Ki>,
ov-ganizaçíío t ^ i t í n r l a . d«4st»«ar1a » ncry.^vtrr a
nvoekfado, irsocala^d)-lhe o ''virus" dc
i ja
yjj/?-v.im íMi> ir vr, v<y/.<-s do I'A-rtTÜ«) V <h" Mürinh», «•:m MO)??;- f ' o s î jr,:: s o S } • ' M S , MO r prJ-i Îii>--vf1;-.?]r-, r i r ; - . X c î : i |jr» !:• vr.-» »Ûï:-{ î o n r ; : i î o : .
Sern <rn:? í-sííoníi- «u-'>1 Í11I0 ti i\ «lor invad.un rie
iï«v«
os lai'cs hrasi-loivoin, iRiVUnros sejainA T E N Ç Ã O
A r a u j o Freire & Cia, L t d a .
Completo s o r t ^ e r í o de A L U M Í N I O C H A L E I R A em ba=
terias para cozinha, cm varros tipos e a vários preços, peças
avi??sas c íniimcros outros artiges domésticos e para
presentes
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Ruv Mo-*'ra Paiva
Ruts Tf »4 Mifiuslinlio, 14 - T«l. 1049
a
o
s
p
o
r
t
e
s
o rouTO
So;n m o v i menir», h n j o . C J A . C G S T E 1 K A
-. J c r g c S i l v a , M a r i a E l i z a d a d o R i o no tlúi 12, devendo lo Coelho S i l v a , C r i s t i n a C o e l h o d a Sil- c h e g a r a q u i ' a 19, piu*a Bo- C o e l h o .
e C e c i l i a P i n t o P e l o va. A l v a r o Chin.;» L u i z u da leni e escala.
I t a n n y ó
cjik:
ehcyou i:nle-uu-tein <5<j nurlcf, c tjUt.» prosse-g u i u o n l t m p a r a o sul, via-j a r a m :]Jar.c R v r i í V : Vie<;nle
li:4a-eozo, V a M u m a r Nery Carnalro M i n l ^ u o l í e r c i h a U a t u m -ba C-;m»;iru M o n i e i r o , F r e i i l c b e r i o de T e r r nea, Joa-A u g u s t o 13a? b u l h o , Fer-n a Fer-n d o do A l m e u u i , M r i a d a G l o r i a dn A l m e u i a , Z a c a r i a s J o s é P í v d i n u L n ^ c A g u i n a l -do'v Vasconcelos r P a r a M a c e 6* L n d . n o M . M a c i d j M . r i a M i n l u l c i i a Ma-ciêlr M ^ r a Elxa M a c i e l ,
Mu-riy L u c m M a c i c l , M a n u do JiWúqa M a e i e i u M a i y 1VÓ-C u n h a Melo» F r a n c i s c o B r i t o , A n U n ' a de A l m e a l a S â Lei-Em transito, IJ passagei-— O c a r g u e i r o A t a l a i a sai- ros. r á de P o r t o Ah-sre no f i m
tâo^ i x m u r v a l Bastos M e l o e deste m ê s , tlovcntlo c h e g a r Cioorg&!' do C a s t r o L e i t e . a q u i nos p r i m e i r o s dias de
P a r a SaiUas: J o ã o G o n ç a l - m . i o ,
ves d a S i l v a , S e v e r i n a L i r a C I A . C O M . E N A V . — d a S I v a c M a r c i o n ü a L i r a E s l a o esperados d o sul* n ò da S 4 v a . I d i a 1«, o c a r g u e i r o T a q u i o
•Em 2a ciasse v i a j a r a m 1 8 ! n o d n o c a r g u e i r o
Tiba-p a s s a g e i r o s . , e m W 108. ' g ir -o p r ; m o i r o prosseguirá
— O c a r g u e i r o , I t a g u a s s u ' p a r a Are;ti B r a n c a e o o u t r o c h e g a r á a q u i p o r estes dias, . p a r a ForttUe/.ar ;
v.ndo do sul. I AVIAÇÃO
— O p a q u e t o l í a i t é es- J P A N A I R D O B U A S I L — porucln <lo n e r t e n u ei ia 24, ' D o PP-PJ3V/ que^ tr. nsitou p a r a P e r t o A l í g i ^ o escala. J o n t r m d e B e l e m p a r a o R i o ,
— O carg»;o:ro L o u s i a n a • d e s e m b a r c a r a m :
q u e chegará n o dia 20, pros- I D o Fi.r.alôza-; K a í m v n d o
f S A M A — T r a n s i t o u o n t e m pel., m a d r u g a d a o q u a d r i m o -;tor" a i g c n t i n o L V - A B 1 , pro-c e d e n t e île y B u e n o s A i r e s cvtn '.lest'no a : v N o v a York^ c o m 40 péss^go:ros e m trfti^ sito, e n t r e os q u a i s u m i i tri-p u l a ç â o q u e tia» â u m n a v i o da C i a . D o d e r o , C R Ü Z E í R O D O S U L ~ D o P P - C C O » q u e i r à n s i t o u n o dia 10 do fvh> p a r * B e l o m , d e s c m b w c a r á m : -D o ftiúj r í õ e y T í í o c q , D o RoeíXe: D c i t a i d CöttiB-=
Ifon, Nancy" do- FâSv^ h i t g
B a h i a , I n è s M a r i a "d& P a i v a : L a c c n l a . R í i m i l d o U ú r g c l . , ' P a r i ' F o r l á í e á a : J o ã o . Bar-b o s a da Silva» G c r ^ l d o . N à s - . sèr. P a r a T e r e z i n a ; M a r i a do R c s u r i o M o n t e i r o ' S a m p a i o ? '' E m transito, ü . passageiros.; D e correio u e i x o u Otí . k g s , ; l e v o u 18. L . A B . — E m a v i ã o d • L i n h a s A é r e a * B r a ? i l e i r v i a j a r a m h o j e a o R i o o"sr*.k O m a r OfG r a d y , e, p a r a Re-1
(Cife, os »ra, c . r u B^rrcCo. J a c k R c m a g u e v a , A l o r s n Al-1
b u t i u e r q u e ei ^ l U . n i o J t ^ t i
no B^zeri^.
% m È Ê o m k
»tös-};0ii «
. va.v suas ^ aJtieâcafelèù
piraçocs.tsúâSft^iô^BêÔ.
» « É l l l i i l i P
^rr,pr:nha cua
.WW mwà m Ê m « B i * M i n u t e É f f i >IMI I p i i i i rnMêjm ®§Í||p Jtefe^Sä. Sas« M íun* m i Ê i m & á B ü * -^iiapfBIrballio
Si-a
? i « i l i i ® B » ® s W m Ê Ê S K B È S K ^ Gôracfn Holanda F*-r íüe hok segue paF*-ruPu-^ Pu-^ Ü H l h o .
$â2KIMBN70S
^ ^ ^ g S j o corrente, íalc^
ao8 81 anos
(fifaSaãeiÇ^a senhora Maria ^ ü i i c i â d ài âecMésquiiá
Queif Carneiro; .V'."> '.v' •• \ v * * ' S^A^éxtirità,^neseida no
mu-nièipió de São Gonçalo, era viuva dè José Léopoldino Marquês rCariieiro, dè cujo consórcio deixa os seguintes filhos: D . Débora Marques Bèierril, esposa do sr. Fran-cisco Caracioli Bezerril, fun-cionário da E . F. C. do Rio Grande do Noite/ Eliseu
• WS«''>' W^Ax-KWífVÇfcW*! UWCí
cc&iémltao®? —
var o país, sc esse
ma educacional. ^ M S í l ^ s l ^ ^ ^ F ^ K S A' alfabetização, l i ò r é n v é a :do
1^0-n\ento. Nada há que discutir, porque to um de-vor acorre a todos nós, do noi te, dó centro e:Üo sul: cooperar com ânimo pára derrotar á eleva-ção do indice de analfabetismo.
Estamos entregue a uma batalha que nao d-ave s o f r e r esmorecimentos, porque do
contrá-rio- »baldados serão todos os sentimentos de sal-vação de uma gente que, infelicitada eslá pelos descuidos daqueles que não pensaram na civili-zação des dias modernos nem na família que sc s» forma em cada lar.
# • *
Ainda há pouco tempo, no Ilio de Janeiro, foi realizado u m Congresso em que se estudou a
Marques "òarneiròl' prõprTe-1 alfabetização de adolescentes e adultos. Nossos
tariò nesta capital, Euclides i representantes também lá estiveram. Sem
dú-Marqucs Carneiro, funcioná- j vjda, notaram a preocupação que anda pelos
po-rio federai aposentado, A m a - '
c m e t i * s e m
iíicíi!ia" fabricados no sul do pais, e feitos com os melhores
íumos escolhidos,
1para os mais exigentes fumantes.
Distribuidores: P E I X O T O & S I L V A LTDA.
T r a v e s s a A r g e n t i n a , 3 8
f^®OÄ8umö'r-no
Es-^wttôqüia^dè^Assü'.
. . . .
SmSfes iFérreira, * es-I M l & Ä o " Pires
_ ^ diante na ca-'Mwi.
do lia Matques.. Pereira, viuva de Manoel Pereira, residente em J o i o Pessoa, Palmira Marques Barraquc, esposa do sr. Abdon Barraque, Aurora Marques Kramer, esposa do sr. David Kramer, Etelvina Marques de Castro, viuva do sr. Castro, residente em São Paulo e Benedita Marques dc Oliveira, esposa do sr. Epa-minondas de Oliveira» pro-prietário no município de Pa-dre Miguèlinbo e residente nesta cidade. ÍOTÂca, sòbrj nh a $ç^Fònseca, cli-h ^'^"iPálmá, funcio-íMèx Co. Ltd. c i o v i s lonano da FAB, X: d. Consue-F o n s e c a . ^ l ^ l K l h o , filho M u m - ^ d ä Cos-ie0os*L*d. Lindai-i l l t e l j o ^sr. José funcionário r: ito.^dos Cor-» í I u t .... tãmmrn* mmmmm^
^wm o s
deres superiores quando se olha para um país tão grande e enveredado por grupos infindos de
A falecida deixa 28 netos, entre os "quais a sra. Maria Olga Bezerril de Araujo, es-posa do dr, Manoel Augusto advogado no fôro desta capi-tal» e 14 bisnetos.
O obito veriíiccu-se na re-sidência do seu genro sr.
Francisco Bezerril, á P r a g a
Augusto Severo.
analfabetos. 111 *«. ^ ^»•" 12.
Impossível é, pois, que também não sinta-mos desejo de concorrer para êxito de luta tão nossa, patriótica. Nossa vitória significará a for-mação de u m Brasil melhor nos. dias de amanhã. Educando-se adolescentes e adultos, teremos procurado cortar raízes e cerebros de uma ver-gonha. Então só u m caminho lios está apontado: derrotar o análfabetismo em todo o Brasil.
!»• 5*5
Dentro dc mais alguns dias. cm nosso Esta-do, como em todo o país, elevem estar funcio-nando as classes dessa grande campanha. De-vem estar nascendo também, os primeiros e b o néXicos frutos se todos compreenderem o sou al-cance. P a r a ' a frente pois, com um sentimento de altruísmo e patriotismo, deve ser sempre a nossa oraçãò nessa tuia que não terá quartéis. Porque o que precisamos é salvar o país do
mundo dos analfabetos.
Oportunidades
PRACISTA
S e n h o r ktônuo, pratico, d a n d o referencias, ofercce seus serviços. C a r t a s nesta redayao p a r a Z .
V E N D E M - S E fluis b o n i t o s cavalos c o m sola o todos os arreios p o r preço d e ocasiuo e u m b a r a m e r i c a n o residen-c i a l residen-c o m seis residen-cadeiras a l t a s . P r e ç o do bar, CrÇ 2.000,00, T r a t a r á A v e n i d a H e r m e s d a Fonseca, 780. QUARTOS INDEPEN-DENTES A ' R u a Professor Z u z a , p r o x i m o ao G r a n d e P o n t o , alugam-se q u a r t o s c o m en-t r a d a independenen-te» p a r a sol-teiros e casais, c o m a g u a e l u z . A m b i e n U1 p u r a m e n t e f a m i l i a r . A t r a t a r â R u a Jo-i o de À l o n r a r . 772. F A M Í L I A q u o sc r e t i r a desta c a p i t a l , vende os. mo-veis seguintes: Fala de visita, sala de j u n t a r e q u a r t o c o m H peçns, em u t i m o estado de cf.nservr^ao. N e g ó c i o
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Oclulio Var-^ • o n e : U - t 8 Ornada do Novt» M I S T A S SvvÄ TIO: mmm: m i S T O rIA O«. > E ü á p r ò b l é m à s . á e transporte de c r r g á dèsájpUrecem, c o m o p o r encanto, quando Vv põe um novo ca-m i u h ã o Studcbaker a trabalhar.Q.. nulo se .i<U|iii:e um S:inlch.ker, n.lquirc-e .»in tauiinir«o qu«' 0 inais do que grande e piodçt pso. Adquire-sé
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mcntè nòvosÍCápíWlÔs na história do transporte tíàs!£renttóc luta durante
Studebaker é cientificamente feito p a r a c o n s e g u i r qtíc o seu t a n q u e cheio de corabustivêl permita que elo a l c à n c ê u m a q u i l o m e t r a g e m i m * p r e s s i o n a n t e , E à m a i s esmerada pencia de. fabriciçao conserva a des-pesa de manutenção^"'mècâoica
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çoüsidcrará
t i
â EQUITATIVA"
A Equitativa dos Estados Unidos do Bra-sil, Sociedade de seguros mútuos sobre a vida, com séde na Capital da Republica, á Avenida Rio Branco, n° 125, torna publico haver se ex-traviado a apólice n° 238.772 emitida sobre a vi-da de J O Ã O B E Z E R R A D E M E L O , pelo que procederá a emissão da respectiva segunda via, que anulará ,para todos os efeitos, a anterior.
Natal, 25 de Março de 1947 R. Chaves & Cia.
Procuradores
O MADEIREIRO
Grande Depositário de madeiras, vidros, es-pelhos em todos os tipos.
Vendas a varejo e em grosso do alamado Cimento « D O L A P O R T " .
Preços que ninguém tem Jose Paulino Freire
Presidente Quaresma, 427. A L E C R I M cado). A t r a t a r c o m J o n n s G , Figueiredo, á R u a Presi-d e n t e B a n Presi-d e i r a , 443-A — A l e c r i m .
MOLÉSTIAS DO
FÍGADO
D o r dc e s t o m a g o , D i a r r e W s , P r i sao dc Ventre.P o d e m ser devidas as doenças-do Figadoenças-do.
Aos quo sofrem do ficado t comum a dor no estnm -w
Rmbura a prhào dc ventre sc ,ia a íorm^ mais comum rio*
inales do íigad porle l. n\mxí vir acompanha.ia de diarr ia Som os nuilejj do fi;:aiin ;
vida ò boa.
u s e
H . S . d a P e n b z
A VIDA DO FÍGADO
Malar** «•srl.ircrliijentos o'*rtcvnin
Culxn Tr>sUl .1. C' • Uto
B I 8 C O Ü T O S E M A C A tt II A O
" R O Y A L "
ENCONTRAM A VENDA EM S O C 1 L FONE — 1955Av. Duque de Oxia«, 174
Perdidos & Achados
Pcde-áe a q u e m e n c o n t r o u ou tiver n o t i c i a de u m ca-c h o r r i n h o prelo, de raça Bas-so oil ''paca", q u e atende p o r " D i m g a " , a fineza d e entre-gá-lo á A v . H e r m e s da Fon-seca, 1009, ou avisar pelo ts* l e f o n e 1 . 0 , 8 . 2 . — i • .-I M A C A R R A O
" R O Y A L "
P r e ç o p a r a o p u b l i c o C r , § 6,20 K . ° D E P O S I T O : A v » D u q u e d e 174 FONE — 1955 PREPARAM-SE REQUE-RIMENTOS " ' T e m p o é d i n h e i r o , n a u o perca, siga i m e d i a t a m e n t e ao A l e c r i m q u v n o E D I F Í C I O L E I T E , á R u a Presidente B a n d e i r a n ° 406, preparam-se r e q u e r i m e n t o s de todos os tipos p a r a todas asreparti-ções e especialmente p a r a a P r e f e i t u r a M u n i c i p a l , n o ca-so da r e d u ç ã o de a l u g u e l de casas em q u c " a C o m i s s ã o de Preços sc acha c c m b a t e n d n n o m o m e n t o a l u a i .
Jidifieio Leite, sala H.
CONVITE;
A f i r m a comnrcial "Move-Juria S ã o Pedro", estabeleci-da á r u a A m u r o Barreio» n °
1*550, desta c a p i t a l , c o n v i d a açus empregados Francisco
Gojr;;üvps do N a s c i m e n t o e
Bunncj-íU^ A ) v es da Costa,
para iromparecerem ao servi-ço detilro du prazo de 8 dias, r,nh p r n n dn deiniasfiu por u b a n d r i i o d e c m p r c R o .
N a t a l , Ia <le í.bril de 1947.
Miguei Canuio Filho, Pro-prieiario da firma.
14
Fabrica Poty
A quem interessar possa fax- oiente o Sr. AnUmit» Murtins Batista, estabule» eido á Praça do Mercado ne 124» qu^ adquariu, por cwpr.a livre, desembara. çados de qualquer ônus, os maquinamos da Fabrica Poty, conforme censta d* competente recido passado e devidamente assinado e ^elado pdlo seu ex.proprie. tan^ Djalma Maranhão,
Natal, 2 de Abri} de 1947. Antonio Martins Batista
AMAN
AÃ,
VESPERAL
ELEGANTE
Sèrâ£fipjê;íá noite a estreia <3èfí|âèeríía|de Alencar c sua palco do Toa-^IS^ISffãlcUx companhia
a peça "Uniça
da, tradução de Daniel Ro * eha.
líspera-se brilhante suces-so â temporada :{dô -conjunto^ que, amanU5^fâéf;;éxibirá^èm
w m n: . . . . , •'M---g&r
SÉS-ssSffiío de Iam
Vibrador para concreto
Talhas para 500 ki;s.
Maquina de pontear
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Prensa revoher com pum;õcs para
furar
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Balancim dc 4 toneladas
Maquina para curvar tubos
Torno, mecânico para montagem so=
bre bancada
Prensa excentrica de S toneladas
Fresadora universal de alta precisão
Grupos eletrogeneos a Diesel e a
; solina
Maquina " P U L L A 1 À X " para cortar
chapas
Maquinas e material grafico para to»
- d o s os f i n s
A ç o s s . d f c c a s * " B O P O R S " p a r a t o d o s
os fins
Placas e mandris para torríos
Fogareiros suecos a kerosenc
Maçaricos suecos
Serpentinas e aquecedores
- I - N F O R :\í A C õ K S : jt
Elyseu Leite
Avenida Rio Branco, 205
F o n e — 1-.281
Onze clubes disputarão o
Torneio Municipal do Rio
A tabela da grande certame da
fu-tebol carioca--Seu inicio hoje
C r í s t o v a o c M a d u r e i r a x C a n to do R i o .
R I O , 12 ( M e r i d i o n a l ) —
Será iniciado, hoje, o
Tor-neio M u n i c i p a l , ccrtanu» q u e inaugurará a têmpora,'ia <ie 1947.
Olaria v S a o C r i u l o v a o c
Flamengo, x BonsAieessa,
da-r ã o inicio ao ceda-rtame, que
terá como jogo p r i n c i p à ) o
c h o q u ? Amcricu x V l w o .
í A t « b c ! a s c r i e a c b íoi a
se-guinte: P r i m e i r a reduito — | rica x F l a m e n g o ,
A b r i l — D i a 12 — C a n t o <io D e c i m a r o d a d a O i t a v a r o d n d a — D i n 3 — B o n s u c c s s o x O l a r i a , F l u m i -n e -n s e x B o t a f o g o , S a o Cris-t ó v ã o x %Bangu\ F l a m e n g o x "Madureira e C a n t o do K i o x A m é r i c a . N c n a rodada — D i a 15 —
Vasco x Klum nense.
Eonsu-CCS50 x S ã o C r i s t o v â o , Ma-d u r e i r a x B o t a i o g o , B .ntm' x C a n t o d o R i o e A m é -I -I • R i o x O l a r i a . C u n i p o tíb Va*. co, á n o i t e — F.íunontfo x B o n s u c e s s o . D i a 13 — A m é -rica x^ Vasco, M a d u r e i r a x f l u m i n e n s e e B n i i g u ' x Bo-tafogo. S r g u n d a rnri.xKi — l h a 2o « 1 — S 5 o C r i s l i . v í o >: C a n t o d<i R i o , F l u m i n e n s o x A m e rira, H ! a r i i * K • . n V . * B a n g u ' e Botafogo x Borisu-cesso.
Terceira m-lrda - Dki 27 ^ A m c r i c i \ M a d u r e i r a , Fla-m e n g o x Sao Cristovfin,
Ban-gu* x F l m u h u n s i4 Boiatc^t»
x Olaria e B u i suc esso
x
Vaj-co»
Q u a r t a roàulu — Muio —
D i a 4 — Canto do Rio x
Fla-mengo V.A:\i.),> x
São Cristóvão x Botafogo. Fluminense x Bonsucesso i* Vasco x Olaria.
Q u i n t a r o d a d a — D i a 11
— Btmgu* x Amfrteii,
Boia-\ CmBoia-\Boia-\U (lu K IBoia-\ B-
svu-- D i a 22 — O l a r i a -x S ã o C r i s t ó v ã o . Vas-c o x M a d u r e i r a , C n n l o do R i o x Bonsucesso, B o t a f o g o x A m é r i c a o F l u m i n e n s e x Bantfii* 1 '•!• :uii / V I I 3 : R a d i o F o t i de iWiliil
ReáIizâ^se, íímãnBá
s; á
rodada final dó Torneio Quadrangular, certame cuja renda se destina as obras em construção dó Convento dos Capu-chinhos.
Corno atração máxi-ma da tarde iremos pre senciar o sensacional encontro América x
A-lecrim, que decidirá a ) figuras. posse da taça "Santo
Antonio", oferecida pelo cônsul Carlos Lamas ao vencedor do Torneio.
cjues sê • açhâ;
tjüáíi èis-Ç qúèrda ; ágüardá- ^ ãintíá
Um candidatò que con-;
vença, Quanto á defesa, pode-se dizer é o ponto alto do America,. apare-cendo Nonato, Reinaldo, João Augusto e Moacir como as suas grandes
O nosso publico espor
O Alecrim ,depois de ter empatado com o Po tiguar e vencido o Atlé-tico, passou a encarar com confianca o seu com tivo aguarda, com enor- p r o m i s s o de amanhã. O
me interesse, a realiza-ção da pugna, que vai colocar frente a frente dois grandes rivais das canchas nataleiíses. Na verdade, periquitos e ru bros, desde longa data, vem oferecendo aos afi-cionado;? lutas renhidas e sensacionais, ein que a ifíUfliiiadt' de forças c* fator predominante. TC nestas condições, pois,
é^que amanhã estarão empenhadas as duas c-quipes mimo peleja por-todos os motivos atraen-te e digna de ser assis-tida por um grande pu-blico.
O América é o lider absoluto do Quadrangu-lar, com um ponto ã frente do Alecrim. K desde que Acosta assu-miu a direção toe nica. <> grêmio rubro tem bri-lhado nos nossos cam-pos .apesar dc r . í o con-tar com uma olVnsivn
»
á altura cio Timo. C>nir> 9c sabe a figuro impar do ataque americano ó o jovem mcia-esqumlo Ernâni, que a continuar, como vai, será dentro em pouco o mais perfei-to na posição nos gra-mados natalcnses.
Pernambuco e Gorgo-nio são dois elementos
fuíurosos que poderão ler garantidas suas po-sições no osqtiwlrâo
ru-bro. Jaime foi o ultimo substituto que Acosta descobriu par^ Lavor.
time conseguiu á ulti-ma hora dois bons refor ços que são Orlando o Bahiano. Mais ambien-tados ao conjunto» os dois cracks poderão pro duzir melhor no jogo de amanhã, sendo certo que o América terá de por n prova nessa par-tida, toda a
Rita
capaci-dade de resisteneia, bon^I f f i
còm àlniá, possüindó bons válòreâ
como
Gé-raldo, Deusdedjth, Va-deco, Urbànoj e Edson. A C O N S T I T U I Ç Ã O D A S D U A SE Q U I P E S
Os dois quadros deve-rão formar, amanhã as-sim constituídos:
A M E R I C A — Moacir, Leonidas e João Augus-tp; Nonato, Reinaldo e Aladio; Gorgonho, Per-nambuco, Jaime Ernâ-ni e Pedro.
A L E C R I M — Expe-dito, Geraldo e Pontes; 41, Vadeco e Deusdedi-th; Urbano, Edson Or-lando, Bahiano e Torri-co.
P O T I G U A R E ATLÉ-TICO C O M P L E T A M
A R O D A D A
Farão ijrijiit.-iro jo^n da tarde as equipes do
A S SEiVI BLÍBIÀ G E R Ä L Ö É D Ï N
M S p l l
; Sáí)^^convidados os senhores ; a Radio Póti S. A. para a Assembleia GéraL
dinariá a realizar-se em sua séde social a a^ebi-da Deodoro 245, nesta capital, ás 16 horas dò dia 20 de. abril corrente, na qual serão submetidos a sua apreciação e aprovação do relatorio da Di-retoria, o.balanço e parecer do Conselho,Fiscal, referente ao exercido de 1946, bem assim proce-dida a eleição da Diretoria e membros do Con-selho Fiscal.
. João de Medeiros Calmon — Dir. Presidenlr Edilson Cid Varela — Dirctor-Gerente
BALCONISTA
A CIA. DE C I G A R R O S S O U Z A C R U Z á Av. Rio Branco n.° 1(10, necessita de um, que tenha prática de balcão e facilidade em calcular.
E' indispensável que o candidato este-ja quite com o serviço militar.
O U Ç A T O I ) A S A S QUINTA-FE IRAS ÁS 20,30 — NA " R A D I O r O T Y " O i' R O Ci II A M A " R O Y A L " Crem<?-Crí'kt>rs*RoyaI i! O X ! ; P H L
I
NO m:«ior tMiiporiu do Cigarro* d:i ÍJUIímK» ixvuhw n'celun- por
\r î A !S K R K A
ri^i-rros Ti\v*
C a u l i m * A s l o r i i » . K'nva, í!ídlyw°o(| vtc) K'tHî^ drj^í^n^fMilo j°rn«:s do Rio
i - n x : - , í : m ( K m U ^ n U a o N a t u l c i u h o )
AV. RIO ïîUANCO
Atlético e do Potiguar. O primeiro já experi-montou duas derrotas.
K o sr[(itnclo teve
«>
yuúcmti
pule com o Àlecriifi, S O J I
do den otado polo Ame-rica.
A luta^promete decor rer i^utiK embora pen-da o favoritismo, na
o-oinino dos entendidos, para o clube da Base de Pamarnirirn,
Estará em jogo, nesse encontro, o terceiro
lu-grã* do Torneio, polo que Um to atlelicanos como cílvi-rubros tudo farão em busca da vitoria.
P R S R O A q u o pretende
via-i *r xv\\<U' iiinji cnsíJ â Rua
IVt'suU-rHi1 I.câi") Volo; .
. Tn.tnr nn mesma.
VrNDE-SE um p?nno
"Ple-yi Y\ nt'crrsiutnrto níinaçan, rua Mip:hu\
P i 3 00000.
I-A;>]IL1A f rf rr-Hva ii sul ilo jKiis precisa vi.n<lor. com Inda u urgcricia, r l i i u n s moveis o utcnsilio*,. Tiiitcir- r('iu Nurif-s, á
Av. Ali iisi»
Y i : N I ) K S R pnr proço i cv.y.un>. 'i m J h r i r o s de te* lluis c r i m i n s . V e r e t r a t a r á A v . Hinlri^uí'S A l v o s , 941 — Ti ml. A P R O V E I T E M ! . . .
V< mío-se n casn .sita á r u a j rl:i Mií-i-rioorrlia, tiü'h para
Eis os dois quadros im-?,Uala e
v:<i\ \H-\( n u l . T r : 4 a r a A v e ^
ri ici a Rio Rumen.
X a v i
-A G H N C I -A D O i P -A S E N O R I O
G R A N D E D O N O R T E
C A R T E I R A I M O B I L I A U I A — A Agenc' do I P A S E neste Estado comunica aos seus segu-rados obrigatorios que, no proximo dia 15 do corrente, ás 12 horas, receberá inscrições para n Carteira-Imobiliária. Os interessados serão
a-UMididos, obedecida a ordem rigorosa de cheira-da, ttsssandi) as mesmas ao ser atingido o
limi-te- du CrS 51)0.01)0,00 <quinhentos mil cruzeiros). Natal. 11 de Abril de 1947.
A f. i: R i: N c i A
prováveis:
P O T I G T A R
-er, Arnaud e Dromi'\ Paiva, Biu e Violas: Ca
rioen, Arlindo. Abel, Xa vier I I e Valter.
. . A T L É T I C O — W h a r -ton, Cabelinho e R?i-mund'*; Zcborces. Lu • » > lh.ôes e Ferreira: Moné.
Salvi^.no^ Badof, Osmar
e C e a r e n s e . it B I S C O I T O S E i\l A C A K B A O " R O Y A I . " K W o r i l A M SK S d C ! L r o M . — A\. D'liiii' f'c (' \| Í\ «TS V E N D E - S E u m a caso, sita á Ku:i O l nto M e i r a , 1061 c o m: os >e;:uirvcs comcdos:./sa]a^
clc- visitn saio <íe j a n t a r , qua-. i r o q u rio.", despensa, çosi-n h a . a p .relha s a çosi-n i t a r i o c o m h\v: hoiro. terraço o b o m q u i r u
i A trnt;:r com M i l t o n Mrüuc\r;i r.a c:isa vísinh a,. OU. i\ R u a . C h i l o . BO, telefone-1231. « > ' * * V E N D E - S E . cr» oíimo*'e>r; l a d o dc? c\':.n*-rvrção, u m £ : rk* j:uMur; u m clormitoríq i- nu 11 [> í tf mo de sa; 11 «l< \ ii.i liíii t e r n o
A u*it.ir Av,
Àfon-í.) fsn.i. '['irt.l. Ifi ú\
22 horas. ^ -T.
if
'A
-mm
Terá inicio amanhã o Camp. Secnndario
Potengi e Havay jogarão em Hatal-Onze c S/Paulo, os clubes
excursisnistas-Os árbitros dos 3 prélios -Espera-se bôa renda em Ceará-Mirinj-Providencias
COSINHEIRA • I
O imbrico rsportivii
nHlalunsc* terá
oportuni-dade dc íssíistir.
ama-nhã. o jogo inaugural
lo Ciu-ipi-onato
Subur-bano promovido pelfi
l'"odorai;:a) Norlo - Rio-;
jrandon.sf do De&porius.
mnis categorizados
clu-bes secundários, Miriam
Cirihco. Cegiiinho r Elie
zer. c lernen tu» de
car-taz nas c<mi-h;.s
si;b;ir-bnnas.
O j j i / esciil:ido ivln
2-1 D h ' i s ü o p s i r a s e r v i l
n»eu» grande*
brilhantis-mo, sondo esta n prir u"
i.i vez que se
defror-l:«m São Paulo u Cruzu. 10.
A equipo do clube de Petrópolis eojsííi, nus suas lilcinií, com
Mano-tando grande interesse sentar-áo-úo assim
eons-na tradicioeons-nal cidade
dos canaviais, cujos
es-ocrlisli.s li-rão a vis.l:;
de uir.a equipo
cipaeilíi-da para :ima
exibi-ção frente ao poderoso
oonjuntu loc::i.
iituidos:
O S7A\:
Maciel, Soares e
Fra-jola; Cabelinho, Aluísio
e Paulo; Freire, Pròa
fAquino, Mario o
Mnuri-no.
P r ^ c u m a bon co-' ;
<:nbe!ra <?m cn«a do d u û ?
p Pcdi'-so roferoncios
—• Nâi> ail..kntn ripresontnr-s&
<\\m\> nâo o^liwr cm condi»
}U\:\ S.lvio PrtJpf»! 2íl — AuTî'm. g —V
m
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mm* ^mm tz-mM L O N A S Cíinõa de Perro: \\ ncUw-se tMvorsas lonnap a r a C ' . m ^ n l u j : ^ . C a r r o ç a s e B a i r a c o â , por preços baraíos. Vi'nilcm -so tamhem urna csi*
noa dt- U rro, bôa, para rios
W M Í
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