THESE
QUE
DEVE
SUSTENTAR
perawti
A
FACULDADE
DE
1ÍEDICIH
A
DA
BAHIA
EM
NOVEMBRO
DE
1871
PARA OBTER OGRÁO
mm
DOUTOR
EM
MEDICINA
cfiaucvóco çJ^Giiu-cjiwó CJiiuivaicíeé
Chll.M Lídimo
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£p0iuiucjo* Jbiitcuio 0loDti<)Heó (^imuaiãeôe 2).X'it^iuia Jlbcitía (^uun<\lãeànatural da mesma pro\iucia.
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I
rûFACULDADE
DE
MEDICINA
DA
BAÍIIA.
DIRECTOR
O
Ex.mo
Snr. Conselheiro Dr. Vicente Ferreira de Magalhães.08SAS.DOUTORES l.*ANNO. MATE.1IASOLH LECCIONAM
Cons. Vicente FerreiradeMagalhães.
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C '"
FranciscoRodrigues daSilva ChimicaeMineralogia.
AdrianoAlvesdeLimaGordilho . . . Anatomiadescriptiva. 2.*ANNO. Antonio deCerqueira Pinto Chimicaorgânica.
JeronymoSodré Pereira.
...
. Physiologia.Antonio MarianodoBomflm IlolanicaeZoologia.
AdrianoAlvesdeLimaGordilho. . . . RepetiçãodeAnatomiadescriptiva, 3.'ANNO.
Cons.EliasJoséPcdroza Anatomiageralepathologica.
Joséde GOesSequeira . Pathologiageral.
JeronymoSodré Pereira Physiologia.
4.*ANNO.
Cons.ManoelLadisláoAranha Dantas . Pathologia externa.
DemétrioCyriaco Tourinbo Pathologia interna.
ConselheiroMathlasMoreiraSampalo
j Pffl
/eÇe,unaícidoí!
dC mulherespcjadas edemeauos
ANNO.
DemétrioCyriacoTourlnno . . . Continuação de Pathologia interna.
JoséAntonio deFreitas .j A"pl
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n
^°
sraphica' Medicinaoperatória,e
Luiz Alvares dos Santos Matériamedica,etherapeutica.
6.*ANNO. RozendoAprígio PereiraGuimarães. . Pharmacia.
Salustiano Ferreira Souto Medicinalegal.
DomingosRodrigues Seixas Hygiene,eHistoriada Medicina.
JosèAITonsode Moura Clinicaexternado3.*e 4°anno.
AntonioJanuáriodeFaria. . * . . . Clinicainternado5.'e6.* anno.
Ignacio José daCunha I
PedroRibeiro deAraujo )Secção Accessoria.
José IgnaciodeBarrosPimentel. . .1
VirgilioClymaco Damazio /
Augusto* Gonçalves Martins J
DomingosCarlosdaSilva > Secção Cirúrgica.
AntonioPaciflcoPereira \
RamiroAflbnso Monteiro.
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SecçãoMedica. EgasCarlosMoniz Sodré deAragão. AClaudomiroAugusto deMoraesCaldas.J
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Sr.Dr.Cincinnato IMutodaSilva.O
Sr. Dr.Thomaz
«1'Aquino Gaspar.DE
MINHA PRESADA TIA
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Rosa Maria
Guimarães
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CAROS IRMÃOS
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MEU
TIO
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PADRINHO
0 ILLM. SR.
FRANCISCO
ANTONIO
RODRIGUES GUIMARÃES
AO
ILLM.SM.
JOÃO FRANCISCO
GONÇALVES
AOS MEOS BONS
AMIGOS
OS ILLMS. SNRS.
E SCA EXCELLEXTISS1MA FAMÍLIA
0 ILLM. SR.
Dr.
Adriano Alves
de
Lima
Gordilho
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USTULA
MALIGNA
—
éuma
afTeccão de natureza inflammatoriae gaugrenosa, determinada pela applicação sobre
um
ponto daeconomia de
um
virus particularproveniente de animaes; constitu-indouma
moléstia a principio local,mas promovendo
logo o des-envolvimento dephenomenos
geraes graves.A
historia da pústula maligna não offerece importância até o fun-doséculoXV!
II; pois sendo até esta época muito limitado onu-nero das victimas que aquella moléstia fazia na espécie
humana,
porisso foi considerada naquclles tempos
como
fazendo parte ex-clusivamente da Medicina Veterinária.Foi
em
17GG
que a Academia das Sciencias obteve o primeiro trabalho sobre essa affeceão, apresentado por Morand, resultado das observaçõesem
douscarniceiros do Hotel dos Inválidos.Duhamel
appareceu entãocommunicando
um
facto análogo observado por elleem
1737, e quevem
referidonos—
Opúsculosde Ciruryia de
Morand*
obra publicada
em
1768.Quando
em
1780
apústula maligna tornou-semaisfrequente, a Academia deDijon olíereccu
um
dos seus prémiosaquém
melhor estudasse e escrevesse so-Lre a matéria: c então os trabalhos de Thomassin eChambon
vieramforne-cer á sciencia noções preciosas sobre a moleslia, suas causas, diagnostico c
tratamento.
Estes distinctos práticos, porem, não
chegaram
aum
accordoem
todos os pontos d'estas diversas questões.A' vista d'esta dissidência, a
Academia chamou
de novo a attençào dosob-servadores, para estas diíTercntes questões, e a este appelloresponderam os
eminentes práticos
Enaux
eChaussier, exhibindoum
cxeellente tratado fructo do seucommum
estudo, e aonde bebeuaMedicinamoderna
as luzes precisas parao conhecimento de tãograve cassustadora moléstia.Depoisdestesappareceram os Bourgeois, Rahnberl, Rayer, Monorf, Simo-nini eoutros, que produziram trabalhos notáveissobre oassumpto, depois
de
longos estudos ejudiciosas observações.
II
Incontestavelmente a pústulamaligna
tem
pororigemum
principio deleté-rio,um
virus especial, que se desenvolve espontaneamente nos animaes, virus cuja introducção no apparelhotegumentar dohomem,
quer pela simples depo-sição, quer pela inoculação, é a causa única e constante d'aquella moleslia:embora
Jemina e seu Paecombatam
oprimeiromodo
de contagio, e Rayer, pelo facto de negar o segundo, apoie a opinião d'estescom
uma
experiência feita sob as suas vistas porum
dos seus discípulos, que inoculouem
si próprio ohumor
da pústula,enão
sentio amenor
alteração.Os
animaes considerados mais aptos acontrahir estaaffecção,e transmiltil-aao
homem
são: oboi, a cabra e o carneiro;com
menos
frequência o cavalloe o burro; e mais raramente o cão e o porco. Chaussiercita o caso de
um
in-dividuo que a contrahio, preparandouma
lebre, eThomassin
o deum
outro, quando tirava a pelle aum
lobo.Diversas são as circumstancias que
podem
favorecer o desenvolvimento do virus nos animaes: amá
nutrição, osgrãos extremos de temperatura, a habi-taçãoem
togaresbaixos epantanosos, o uso de aguas estagnadas, estão n'este caso.Rayer diz, que a pústula maligna se desenvolve sobre tudo
epidemica-mente, depois dos grandes calores do verão
copiosas chuvas, os
campos
ficam inundadose aspastagensse alleram, enchen-do-se de insectosem
pulrefacção.Muitos autliorcs aííirmam que o vinis carbunculoso parece
Cambem
poderdesenv dver se n >s animaes excessivamente fatigados; e diversos factos
con-firmam que os despojos d'esles animaes le:n occasiooado a pústula maligna.
Os
indivíduos mais sujeitos á moléstia são os mal nutridos e cachelicos, os expostos ásmudanças
almospherieas, e aqueiles cuja profissão os obriga ao contacto directocom
os aniiuaes.E
nos líquidos da economiaonde
parece existir de preferencia o principio deletério. Barthélemy, Leuret, e outros attestam suaexistência no liquido sa-nioso que corredos tumorescarbuneulosos; no sangue e no mucus.Na
pelle e nos pellostambém
tem-se demonstrado a existência do virus, e ahi o principio morhifieo conserva por tanto tempo a sua virulência que, pas-sados muitos anãos, as pelles empregadasem
utensílios domésticos tem dadomuitas vezes origemá pústula maligna.
A
inoculação e a deposição do virus são ordinariamente immediatas;mas
não são raros os casos
em
que ellasse fazem porpicadas de moscas, abelhas, etc, quetenham
estadoem
contadocom
animaesdoentes.Embora
o virus produza seu effeito na pelle isempta de erosão ou desolução decontinuidade, comludo sua acção é mais prompta, quando elle é depositadoem
logaronde a pelle é mais delicada e descoberta; razãoporque o seu appa-recimenlo é mais frequente namão
e na face.III
E' variável o tempo que decorre do contacto do virus carbunculoso á ap-parição da pústula maligna. Se algumas vezes cila se desenvolve
inimediata-mente
depois docontacto, n'outras sua manifestação só tem logar, passadasalgumas horas.
Em
regra geral, a pústula se apresenta dosegundo ao quartodia após a ino-culação do principio deletério;mas
tem havido casos, raros,em
qne ella sóapparcce no fim de seis, oito, quinze dias e mais,
como
aflfirma Bidault de Villiers.-
6
—
parece mais methodiea e que tem sido acceita por muitos aulhorcs, é a de
Enaux
e Chaussier, que a dividemem
quatro períodos.Primeiro período
—
Quando
a malcria venenosa c depositada na superfície da pelle,uma
pequena mancha,como
uma
mordidella de pulga,accompanhada
deum
prurido mais oumenos
intenso, e seguido de vivaspicadas passageiras, oceupa o pontoem
que se deu o contado; depois crescesobre cilauma
vesí-cula dotamanho
deum
grão de milho, echeia deumaserosidadeacinzentada.O
prurido vae-seaugmentando
a ponto que o doente não pode resistir, eco-çando-sedespedaça a vesícula. Só então, depois de vasada a serosidade, é que cessa a coceira.
Bourgeois, observou
em
alguns casosem
logar da pequenamancha
indi-cada,uma
ligeira papaia trigueira ou rosca, assemelhando-se a que precede á pústula vaccinal, eque parece serdevida áuma
lume
facção circufliscriptadascamadas superíieiacs da pelle.
O
termo médio de duração d'este período édeái
a 48 horas.Segundo período
—
Neste períodouma
pequena placa endurecida lenticular, pouco saliente e movei,denominada
por Ghaussier—
tubérculo lenticular, ap-parece no logar queera oceupado pela vesícula. Essa placa, desigual
em
sua superfície, e cheia de saliências que lhe dãoum
aspecto granuloso,tem
uma
cor cinzenta que se torna depois negra.
O
prurido ainda é bastante vivo, haengorgilamento e tensãoda pelle ao redor do tubérculo. Circumscreve o ponto central
uma
aréola formada de phlyclenas a principio separadas,mas
que lo-gose confundem eformam
um
circulo continuo.O
tubérculo torna-se então escuro, e apresenta todos os caracteres deuma
verdadeira eschara.Segundo
Bourgeois, omembro
se cobre de linhas deum
vermelho claro, as quaesseguem
o trajecto dos vasos lymphaticos.Ordinariamente este periodo dura poucas horas; é raro estender-se a mais de
um
dia.Terceiro periodo
—
A
moléstia neste periodo progridecom
rapidez.A
lume-facçãose propaga ás partes visinhas, etorna-se considerável; amortificação se aprofunda e se estende cada vez mais.
A
eschara central fica deprimidaem
rasão do desenvolvimento dos tecidos,oque dáao
tumor
um
aspectoparticular, e fezcom
que Pinel o appellidassede pústula deprimida. Prestes, ao prurido succedeum
sentimento de estrangulamento, depeso, efinalmente a insensibi-lidadedaspartes mortificadas.horas; no caso contrario- pode durar algunsdias,
mas
nunca se prolonga além do quinto.Qiutrto período
—
E'este o períodoem
que oísvmplomas
mais se aggravam; é elle essencialmente caracterisado pela apparição dosphenomenos
geraes.A
indammação
cresce e se estende; agangrena faz progressos espantosos.A
mo-lestia, queparecia localisada, invadetoddoorganismo, e cobre-ode
uma
pallidez de morte; o pulso torna-se pequeno e designai; seccam a pelle e a língua, euma
sêde viva acommette o doente; as ourinas, que são abundantes, tornam-se escuras esedimentosas; torna se anciosa arespiração, apparecem cardialgias, svncopes ealgumas vezes delírio.Qnando
a moléstia apresentasvmplomas
tão assustadores, a morte é quasisempre
inevitável.Nos
casosem
que a cura tem logar, e que sãobem
raros, a intlammação e a mortificação não progridem; a eschara é ciroumseripta poruma
aréola francamente inflammaloria; o pulso torna-se mais regular; a res-piraçãomenos
anciosa; sobrevemuma
reacção febril ligeira, seguida de ligeira transpiração.Finalmente a eschara se desprende, e deixa
em
seu logaruma
ferida quesegrega
um
pus de boa natureza.Nem
sempre a moléstia se revela por períodos tão distinctos; algumas ve-zes.sua marcha é tão rápida, que não se pode fazer distineção de períodos; enão são poucos oscasos
em
que a morte se deu dedesoito a vinte cquatro ho-ras depois docomeço
da moléstia.A
duração d'este periodo é de poucas horas, no caso de morte; no caso de cura podeser até de mezes.Em
geral, a pústula maligna temuma
duração de doze aquinze dias. Muitas vezes ella cede no segundo outerceiro periodo, conforme otrata-mento
empregado, e algumas vezes simplesmente pelos únicos exforços danatureza.
De
ordinário a pústula é simples;mas
podetambém
ser múltipla.IV
âM^maâ
3>i\ÍÍIíDl(DBIÍBANos
cadáveres dos indivíduos quesuecumbem
victimas desta terrível affec-ção, encontram-sc diversas desordensExaminando-se
apústula, vê -sc-a coberta poruma
eschara lívida oucom-pletamente negra, dura e seca, da espessura de
um
ou dous millimeíros, maisconsiderável no centrodo que na circumferencia,
—
a qual, sendo desprendida, deixa apparecer o tecido cellular-tnais oumenos
vascularisado, muito denso e engorgilado de sangue espessoumas
vezes, e outrasmenos
denso, e infiltrado de serosidade pura e sanguinolenta.Tèm-se
encontrado os intestinos cheios de gazes; os vazos sanguíneos cheios.O
coração contemum
sangue negro não coaguladoem
suas cavidades; o pericárdio e as pleuras apresentamuma
serosidade maisoumenos
corada e abundante; os pulmõessãocongestionados, principalmente na parte posterior; no peritoneo, muitas vezes, encontra-seum
liquido amarellado mais oume-nos turvo; os intestinos desde o cesophagoaléo ccecum
têm
uma
cor violácea; hanma
infiltração serosaem
forma de mamillosmanchados
de amarello na superfície internado estômago, e nãoé rarotambém
enconlrar-se ahipeque-nas
manchas
negras produzidas por derramamentossanguineos.O
intestino delgado, diz Follin, é exposto àsmesmas
lezões do estômago, eem um
caso se demonstrouuma
hemorrhagia intersticialentre as laminas domesenterio, no ponto onde elle se une ao intestino.
Littré achou
em
um
caso pequenosabcessos nos pulmões, eem
um
outro de pústula malignana face, pus nas veias d'esta região.O
phenomeno
que não escapoumesmo
a aquelles que primeiro estudaram esta moléstia, é a rapidezcom
quetem
logar a putrefacção.V
Atécerto período, é diííicil fazer-se
um
diagnostico differencial entre a pús-tula maligna e as diversas aífeeções a que pode ella semelhar-se.Não
raras vezes,em
seu começo, essa moléstia tem sido confundidacom
a picada deum
insecto,com
o furúnculo,com
o anthraz,com
a erysipela phlyctenoide, ecom
o carbúnculo especialmente.Quando
a pústula attinge seu completo desenvolvimento é que torna-sefácil c perfeito o diagnostico; porque só então manifestam-se
mui
distin-ctamente sens caracteres. Todavia, ella podeserconhecida desde o seu princi-pio, pela observaçãodos signaes
com
que semanifesta..4
picada
deum
insecto se distingue da puslula pela coloração queé uni-forme e viva; pelo botão que,quando
existe, é livido; e pela ausência da aréola vesicular.O
furúnculolambem
possue caracteres que o diíTerenciam da puslula: as-sim, aquellc é cónico e vermelho,emquanto
que esta é lenticular e livida;
em um
a dor é lancinante, na outra, épruriginora.0
furúnculo volumoso, ou o anthraz é que maisseaproxima da moléstia, de que tratamos, por sua forma hemispherica, sua coloração violáceano
centro, esuas phlyctenas;
mas
seu volume distingue-o da pústulaque só o apresenta tão considerável, quando se achaem
completo desenvolvimento, e nu caso de ser perfeitamente conhecida.Além
d'isso, elle distingue-se ainda pela dor lancinante que produz; pelas phlyctenas que manifestam-se-lhe novértice, e sob as quacs apparecem per-furações que expellemuma
matéria pseudo-membranosa; e pela vermelhidãoescura que lhe rodeia a base.
A erysipélaphlyclenoide
também
apresenta caracteres que atornam
dif-erente da puslula, taes são: sua extensão; a irregularidadecom
que são dis-seminadas asphlyctenas, ao contrarioda puslula,em
que estas são disposlas circularmente; e a ausência de eschara que nesta moléstia sempre seen-contra.
Estudemos
agora o diagnostico diíTerencial entre a pústula e o carbúnculo.A
pústula maligna é sempre produzida poruma
causa externa, pela acção local do virus sobre a pelle; o carbúnculo sobrevem a maior parte das vezesespontaneamente. Aquella invade as partes do corpo que estão habitualmente descobertas; este apparece indilTerenlemente
em
qualquer partedo organismo.A
pústula ataca os tecidos de fora para dentro, nãotem
prodromos, sua influencia sobre a economia só se manifesta depois da acção local; o carbún-culo, ao contrario, invadeos tecidos de dcnlro parafora; ossymptomas
geraesprecedem
aos locaes, ou se apresentamcom
estes.O
tumor que conslitue o carbúnculo é pouco saliente, deum
vermelhovivo na circumferencia, e bastante negro no centro.
Finalmeute parase evitar a confusão dapústulamaligna
com
outra qualquer aíTecção, basta atlender-se que esta moléstia tem,como
caracteres pathogno-monicos,uma
pequena eschara, por cima da qual appareceuma
vesícula cer-cada deuma
aréola vesiculosa, repousando sobreum
núcleoduro que limitaum
engorgitamenlo muitas veses extenso; desenvolvein-se estes phenomenos,—
iO
—
VI
O
prognostico da pústula maligna varia segundo as circurnstancias.Nos
indivíduos de temperamento sanguíneo, quando ella se apresenta sob a forma francamente phlegmonosa émenos
grave, do quequando
se ma-nifesta indolente esem
reacção, nos indivíduos detemperamento
lymphaticoou debilitados pela miséria.
Os
grãos extremosdetemperaturasão causas queinfluem para a terminaçãofatal da moléstia.
Quando
a pústula atacauma
região abundante de tecido cellular frouxo c rnolle,como
o pescoço, as faces, etc, deve inspirar mais serio temor; porque n'estas regiões a tumefacção se estende facilmente, e seus eíTeilos são
mais graves e assustadores.
O
perigo seaugmenta
quando cila se apresentaem
um
menino
ouem
um
velho, porque n'estes indivíduos a inflaiiimação eliminadoranão se desenvolvecom
facilidadecomo
nos adulios.Chaussier e
Chambon
referem exemplos de pústulas malignas, occaso-nando
abortosem
mulheres gravidas, e até hemorrhagias uterinas conside-ráveis,em
consequência do estado de adynamiaproduzida pela moléstia.A
pústula ainda é mais assustadoraquando é múltipla, equando
desenvol-ve-secom
rapidez.Finalmente o prognostico varia segundo o período da moléstia.
Quando
nãose houver ainda desenvolvido a intoxicação do sangue, pode oMedico teresperança de
uma
terminação feliz;porem
nocasocontrario,quando
os
phenomenos
geraes sépticos ja se tiverem manifestado, é infundada qual-queresperança de cura.VII
O
tratamento da pústula malignacomprehende
os meios prophylaticos, e—
11—
Meios proplnlalicos
—
Todas as precauçõesdevem
ser tomadas, contra qual— quer animal morto por carbúnculo. E' por isso que não sódevem
serquei-mados
todos os objectos que estiveramem
contactocom
elle,mas
também
o seu corpo deve ser enterrado
em
uma
profundidade conveniente, afim de queeste entrandoem
putrefacção não constituaum
foco de onde os insectos possam transportar, para outro ponto qualquer o principiomórbido.Os
indivíduos que seacham
em
contactocom
animaes n'aquellas condi-ções, nãodevem
dispensar qualquer medida,com
o fim de se defenderem do principio virulento.Aquelles que forem encarregadosquerdo tratamento, quer doenterro des-tes animaes, deverão cobrir
com
uma
camada
gordurosa asmãos
e as par-tes que necessitarem estarem
contacto directocom
os despojosdelles, afim de isolar os tegumentos das matérias sépticas, e depois lavarembem
essas parlescom
agua e sabão, cinza, ou melhor aindacom
chlorureto de sodaou
acido phenico, cujo poder de fazer perder ao virus carbunculoso suas proprie-dades toxicas tem sido reconhecido por varias experiências.
As
mesmas
precauções deverão ser tomadas, quando se tratar de indivíduos locados de pústula maligna, ouquando
se fizer a autopsia d'elles.Meios therapeilticos
—
Sendo a pústula maligna no seucomeço
uma
aííeceão local, são os meios locacs habilmente dirigidos que constituemessencial-mente
seu tratamento.Antigamente, quando ainda não era
bem
conhecido o desenvolvimento da pústula, alguns Médicos faziam consistir o seu tratamento na escarificação daparte doente e
em
pressões, afim de expellirem os princípios sépticos; outrosajuntavam ás escarificações pomadas excitantes e até cáusticas;
mas como
não
fossem vantajosos os resultados obtidos por estes meios, ellesosabando-naram
e recorreram á extirpação, que gozou de muita importância no século XVIII;masque
pelamesma
razão foilambem
por sua vez abandonada.Maret, cirurgião de Dijon, cila diversos casos
em
queempregando
a extir-pação não conseguiu impedira reapparição do mal; e Thomassin citaum
por elle presenceado,em
que tres operações successivas nãopoderam
evitar are-producção da pústula, que arrastou finalmente a morte do doente.
E' a cauterisaçao auxiliada pelas escarificações o meio mais usado, e que
melhores' resultados tem produzido,
embora
Nelaton diga que,quando
a pústula maligna oíTerece pequenas dimensões, a incisão e sobre tudo a exci-são, parece serem inteiramente inúteis; e que estes meios auxiliares dacau-—
12
—
terisação só elevem ser postos
em
pratica,quando
otumor
tem chegado aum
volume considerável, isto é, no terceiro equarto períodos.Os
meios ordinariamente empregados para a cauterisação são: o ferro can-dente, o chlorureto de antimonio, a potassa, o sublimado, e alguns ácidos.Porem
como
os ácidos, a potassa e o chlorureto de antimoniotem
o incon-veniente de se fundirem sobre os tecidos, e não provocam,como
era de desejar, reacção inflammatoria, dá-se quasi sempre preferencia ao ferro can-dente e ao sublimado corrosivo.O
primeirotem
avantagem
de dispertar a vitalidade dos tecidos, e é deum
emprego
maisseguroem
certas regiões muito vasculares; o segundo, além de trazeruma
reacção favorável á cura, não se funde e dá logar a escharas seccas e duras.E
variável omodo,
pelo qual se faz uso do sublimado.Uns
applicam-n -o puro, outros o incorporam abanhas.Em
Beauce, onde este medicamento é usado de preferencia, os Médicos oempregam
em
pó na dóse de 18 a36
grãos, depois de incisaremcrucial-mente
a pústula, e excisarem os retalhos d'ella. Bourgeois considera preferí-vel apotassa cáustica, e regeita o ferro candentecomo
meio infiel. Diz elle:« Je fais
proméner
circulairement à la surface de 1'eschare la polasse« caustiqne.
Au
bout de quelques inslants,1'avidité delapierre à cautère pour « 1'humidité fait que laportion de celle-ci qui est en contact avec la parlie« matado la dissoutet penetre les chairs, qui se délayent et forment un
dé-« tritus qui s'amasse sur les bords de la petite exeavation qui l'on creuse
« ainsi. Après une ou deux minutes on a généralemet atteint les partres les « plus profondes de la tumeur, ce qui se réconnait á
um
léger écoulement« sanguin.La plaie ainsi obtenue est profondede
iou
5 millimètres, deforme« conique, et
comprend
ce quej'appelle la tumeur charbonneuse.Un
frag-ament
de potasse caustique est déposé au fond de l'excavation,quand on
« craint de ne pas avoir atteint les limites du mal.
Le
lendemaln de1'opé-« raíion, 1'eschare a envahi circulairement
2
ou 3 millimètres de partíes« molles
non
détruites primitivement.Dans
les casoú
le gonflement élait « trêsprononcé,et oíidéjàlessymptomes générauxavaient apparu, on trouve « presque toujours alors que les parlies mortes sont séparécs des tágu-«ments
sains parun
bourrelet circulaire, continu, grisâlre, ridé, large de « 1 ou2
millimètres, peusaillant.On
nedevra
pas s'éffrayer de 1'apparition« de ce bourrelet, et continuer 1'usage des résolutifs, Si des vésicules se
« sont monlrées de nouveau dans le voisinage de 1'eschare,
on
les détruit—
13—
b
este o tratamentoempregado
por Bourgeois na pústula maligna,trata-mento
que tem produzido bons resultados,mas
que tem o inconveniente deproduzir
uma
eschara maior, do que é necessária.Quando
pela caulerisação se obtiver parar a marcha da moléstia, applica-ções emollienlcs sobre a região doente deverão ser indicadas, se for muito viva a reacção phlegmasica ao redor da eschara; e depois curar-se-haa ulceracom
tópicos excitantes, e continuar-se-ha o tratamentocomo
se esta fosse simples.E* o tratamento local o meio por excellencia para a cura da pústula
ma-ligna nos seus primeiros períodos;
mas
quando osphenomenos
geraes já se tiverem manifestado; quando a moléstia se achar no período de intoxicação,convém
auxiliar essa medicação tópicacom
os tónicos e os excitantes. Pollin aconselhalambem
fricções aromáticas por todo o corpo.Os
vomitivos e os purgativos tão preconisados por IJayle, sódevem
ser indicados,quando
dominarem
phenomenos
gastro-inlestinaes muito pro-nunciados.Não
são estes meios somente os únicos capazes de debellar tão perigosa affeeção, segundo o Dr. Schwan, Pomayrol. Raphael (de Provins), e outros.No
Boletim da Academiade Medicina, e nos Annaes Clínicos deMont-pel-lier, foram publicadasdilTerentes observações d'estes dislinctos práticos, pelo
emprego
de decocto de cascas de carvalho, e das folhas e cascas de nogueira fresca,com
satisfactorios resultados.Eis aqui o que diz Nelaton, referindo-se a estes meios de tratamento: «
Nous
ne pouvons nous dissimuler ce qu'il yade singulier dans une telle« médieatjon, dirigée eontre une atlectioa excessivement grave, et qui
ne-« cessile un trailement extremement énergique, nous allions dire barbare. « Chercherons nous à expliquer le
mode
deaction deces feuilles, ceproblè-«
me
nous parâitcomplctement insolublc dans 1'état actuei des choses,con-« tentons nous pour le
moment
d'enregisler les succès et nevoyons la autre« chose qu' une série heureuse de fails.
«
Nous
1'avons dit, le gonflemenl qni entoure la pustule disparaitrapide-« ment; nous savons bien que dans une aíTection aussi grave tous les
mo-«
ments
sont précieux, maisil reste fort souvent assez de temps pour tenter« la guérison par le
moyeo
<pie nous venons d'indiquer. D'ailleurs ne sait one pas que le praticien dans la
campague
n' a pas toujours sous lamain
ce« qui lui est necessaire pour faire la caulerisalion; ailleurs il
manque
d'aide,—
u
—
«
Nous
avons en notre possessionune
observation de ce genre et des • plus interessantes. II est question d'unjeune enfant atteint d'une puslule« maligne au visage: le medecin ne put faire la eautérisation quil avait
ju-« gée indispensable; il tit appliquer des feuilles de noyer et remit son
opéra-t tion ausoir.
Le
pelit malade lui fui présenté le soir: tout avait disparu, il« ne restail plus que la petite plaque gangréneuse que sélimina.
« Est-ce à dire que nous considerons la feuille de noyer comine le
spéci-« fique contre la pustule maligne, loin de lá; mais au début de la maladie ces
« applicationspeuvent donner des résultats avantageux, et l'on évitera ainsi
« des cauterisationsdont il est facile d'énumerer les inconvénients; puis, si
« la maladie marehait malgré le topique, on aurait recours à des
moyens
« plus énergiques.
« Peut-être serait il permis de repousser complélement celle médication « si laeautérisation était infaillible, mais malheureusement il existe
bon
nom-€ bre de faits dans lesquels la eautérisationla plus énergique n'a pas produit
« lerésultat qu'on avait lieu d'en altendre. »
Entre nós já foi
empregado
esse meio de tratamento pelo distincto clinico d'esta Capital o Dr. AlmeidaCouto. Depois deuma
incisão crucial fez-se ap-plicação de folhas de nogueira trituradas, e os melhores resultados tiveram logar.Por ora,
em
quanto os casos felizes por este meio de tratamento, nãose multiplicarem], não receiamos dizer que a cauterisação auxiliada pelas escari-ficações—
é o meio por excellencia no tratamento da pústula.SECÇÃO
MEDICA
RHEUMATISMO
ARTICULAR
AGUDO
PROPOSIÇÕES
I
—
O
rheumatismo articular agudo éuma
moléstia que, atacando de prefe-renciaasgrandesarticulações, caracterisa-se por dor, tumefacçâo, calor, venLe-Ihidão,augmento
de fibrina no sangue e febremais oumenos
intensa.II
—
A
herança, a idade, o temperamento, c a profissãoformam
o quadrodas causas predisponentes do rheumatismo articularagudo.
III
—
A
supressão dos diversos fluxos, e o friohúmido
actuando sobre o corpoem
transpiração, constituem ainda causas do rheumatismo articular agudo, a primeirasendo occasional, a segunda determinante.IV
—
As
arthrites blenhorragieas, a periostite syphilitica das articulações, a golta, etc, são as affecções que mais ordinariamentepodem
ser confundidascom
o rheumatismo articular agudo.V
—
O
estudo minucioso das causas, séde, marcha, esymptomas
destas moléstias, fará distinguil-as perfeitamente do rheumatismo articular agudo.VI
—
Ordinariamente a suaduração é de15
a30
dias.VII
—
São as moléstias thoracicas e cerebraes, as que mais ordinariamentecomplicam essa affecção.
VIII
—
As
lezões valvulares do coraçãotem
muitas vezes por causa primitiva o rheumatismo articular agudo.IX
—
Quando
elle se manifestasem
complicação,em
geral, o prognostico é favorável;porem
no caso contrario é muitas vezes grave.—
16—
os revulsivos, as sangrias locacs, etc, constituem o tratamento externo do
rheumatismo
articular agudo.XI
—
Internamente,o sulphatode quinina, o bicarbonato desoda, a veratri-na, o colchico, e os narcóticos, são deum
proveito incontestável.XI[
—
O
iodureto de potássio preconisado por alguns práticos só deverá ser empregado,quando
o rheumatismo tiver passado ao estado chronico, ou quando osphenomenos
deagudezase tiverem moderado.SECÇÃO
CIRÚRGICA
VICJOS
de
conformação
da bacia
eseu
tratamento
proposições
l
—
Chamam
-se bacias viciadas aquellas que por sua largura ou estreiteza,excessivas,
podem
trazerdiíBculdades notáveisnoexercício das funeçõespuei -peraes (Cazeaux).II
—
As
baciaspodem
ser viciadasem
todos os seus diâmetros,porem
de todas as viciações amaiscommum
éa
dodiâmetro antero-posterior.III
—
As
causas maiscommuns
de viciação da bacia são: o rachilismo e a psteomalacia.IV
—
A
bacia obliqua ovalar de Noegelé éconsideradacomo
otypodasbacias viciadasem
um
só de seus diâmetros.V
—
As
formas, a constituição, ahistoriadossoflrimentos desde a infância,como
o estado geral da mulher, grande auxilio trazem para odiagnostico das bacias viciadas.VI
—
Os
signaes, pelos quaes se pode chegar ao diagnostico dos vícios deconformação, se dividem
em
sensíveis, eem
racionaes.VII
—
Para chegar-se ao conhecimento dos signaes sensíveis, servem-se os parteirosde instrumentos apropriados, aque dá-se onome
de pelvimetros.VIU
—
O
conhecimentodos signaes racionaes provem do estudo sobre o ha-bitoexternoda mulher, sua constituição, historia preegressa, etc.j\
—
o
dedo do medico experimentado éo pelvimelro que melhores resul-tados fornece; e depois é o deVan
Huevel.X
—
A
propbylaxia é de grandevantagem
contra os vícios de conformaçãoda bacia.
XI
—
As indicações para as bacias viciadas variam segundo o gráo de vi-ciação.XII
—
Em
uma
bacia cujomenor
diâmetro seja de seis e meio centimetrosySECÇÃO ACCESSORIA
VINHOS MEDICINAES
PROPOSIÇÕES
I—
Vinho medicinaléo
que contemem
dissoluçãoum
ou mais princípios medicamentosos.II
—
Entre as innumerasqualidades de vinhos, ha tres espécies principaes: vinhos tinctos; vinhos brancos; e vinhos doces ou licores.III
—
A
dissolução dos medicamentos está na razão directa da quantidade alcoólica do vinho.IV
—
A
composição dovinho branco, diílerc da do vinho tincto apenas pela quantidade do tanino e das matérias corantes.V
—
O
vinho licor diítere do branco; porque contem grande porção de ál-cool, glycerina, glycose, e pouco tártaro.VI
—
A
purpurite c a rositc são os princípios corantes dos vinhos tinctos. VII—
A
agua e o álcoolsão os dissolventes dos vinhos.VIII
—
Pa;a se conhecer a força alcoólicado vinho, emprega-se o apparelho de Gay-Lussac modificado por Sullcron.IX
—
O
processo maisempregado
na preparação dos vinhos medicinaes é a maceração.X
—
Dcve-se evitar oemprego
dos vinhos falsificados, porque são prejudi-ciaes ao uso therapeulico.
XI
—
Emprega-se para a conservação dos vinhos medicinaes, a eolla de peixe; para evitar a alteração dos vinhos lindos a clarade ovo; e para a clari-ficação los vinhos doces o repouso.XII—
Na
preparação dos vinhos medicinaes deve-se evitar oemprego
deIIIPPOCRATIS APIIORISMI
Vita brevis, ars longa, occasio prceceps, expcrientia fallax, judiciam
di-fflcile.
(Sect. 1, Aph. \.)
II
Ad
extremos morbos, extrema remedia.(Sect. 1. Aph, 6.)
III
Quaemedicamenta
non
sanant, ea fcrrum sanat. Quce ferrumnon
sanat ca ignissanat. Quce vero ignis non sanat, ea insanabilia existimareopportet.(Sect. 8. Aph. G.)
IV
Quibus febres longce, histubercula ad artículos,autdolores fiunt. (Sec. 4. Aph. 44.)
Quibus tubcrcula ad artículos, aut dolores ex febribus longis fiunt, si plu-ribus utunlur cibis.
(Sect. 4. Aph. 45.)
VI
Lassitudines spontéobortee,
morbos
denuntiant.(Sect2. Aph. 5.)
Bahia—Typographia de J. G. Tourinho
—
187].é/vetnetàda
á Womm^êão
£&evt<)ola.Mad/a
e §Paca/c/ac/e de*sfâ>ec/c-ema
3a o/e ódjemdio de *êy-f.@J?. 'gaa/tar.
Sdtá con^ótme oj Sd/aMoJ. S^acud/at/e de ^/Sedcctnac/a&arfia 3cc/e
//eSemrfio c/e <èj[-/.
fâ/êictdemtio fêa/c/ad.
jínyktèma-de. £ÚaAi'a e êfacuá/ao/e de *s/6edtcina &4 de fflutuátode /á5
^/.
ê/>/>. ^/tc>aya/%ãeé 'Dice-SDitectot.