• Nenhum resultado encontrado

Redes e Sistemas Operacionais

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2021

Share "Redes e Sistemas Operacionais"

Copied!
85
0
0

Texto

(1)

MEC/SETEC - ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE SÃO JOÃO EVANGELISTA-MG Disciplina: Softwares Aplicativos Professor: Luiz Henrique Curso: Técnico em Informática Assunto: Apostila Fundamentos de Redes e TCP/IP

Aluno: Série: Turma: Nº:

CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA

III Modulo - 2007

Fundamentos de Redes

e

TCP/IP

Disciplina

REDES DE COMPUTADORES

(2)

ÍNDICE

I. Redes de computadores...6

1. Tipos de redes ...7

1.1. Redes Ponto-a-Ponto...7

1.2. Redes Cliente/Servidor ...8

2. Componentes de uma Rede...9

2.1. Tipos de Transmissão de Dados...11

3. Classificação de redes de computadores...11

3.1. Internet ...11

3.2. lntranet ...12

3.3. Extranet ...12

3.4. Virtual Private Network ...12

3.5. Redes Sem fio ...12

3.5.1. O que são redes sem fio ...12

3.5.2. Redes sem fio de área pessoal - WPAN...13

3.5.3. Redes sem fio de área local - WLAN ...16

II. Tipos de Topologias...20

1. O que é topologia física da rede...20

1.1. Barramento...20

1.1.1. Comunicação...21

1.1.2. Implementação ...21

1.1.3. Problemas com o barramento...21

1.1.4. Situação atual ...22 1.2. Estrela...22 1.2.1. Comunicação...22 1.2.2. Implementação ...22 1.2.3. Problemas...22 1.2.4. Vantagens...23 1.2.5. Situação atual ...23 1.3. Anel...23 1.3.1. Comunicação...23 1.3.2. Implementação ...23 1.3.3. Problemas...24 1.3.4. Vantagens...24 1.3.5. Situação atual ...24 1.4. Malha ...24 1.4.1. Implementação ...24 1.4.2. Vantagens...24 1.5. Sem Fio ...24 1.5.1. Comunicação...25 1.5.2. Implementação ...25 1.5.3. Problemas...25 1.5.4. Vantagens...25 1.5.5. Situação atual ...26 1.6. Topologias híbridas...26 1.6.1. Barramento-Estrela ...26 1.6.2. Anel-Estrela ...26 1.6.3. Hierarquia...27 1.7. Backbones e Segmentos...27

(3)

2.1. Placas Adaptadoras de Rede ...28 2.1.1. Barramento de conexão...28 2.1.2. Conector de mídia ...29 2.1.3. Padrão...29 2.1.4. Velocidade ...29 2.1.5. Endereço físico...29

2.1.6. Escolha da placa adaptadora de rede...30

3. Cabeamento de rede ...30

3.1. Cabo Coaxial...31

3.1.1. Coaxial ThinNet...31

3.1.2. Cabo ThickNet ...32

3.1.3. Velocidades e distâncias dos cabos do tipo coaxial ...32

3.2. Cabo Par-Trançado ...32

3.2.1. UTP ...32

3.2.2. Categoria 5 ...33

3.2.3. STP...34

4. Cabeamento Estruturado ...34

4.1.1. Montagem de cabos UTP/RJ-45 ...35

4.1.2. EIA/TIA ...36

4.2. Interligando dois computadores ...37

4.3. Velocidades e distâncias ...39

5. Cabo de Fibra Óptica ...40

5.1. Conectores...41

5.2. Velocidade e distâncias...41

6. Escolha do tipo de cabeamento...41

6.1. Custo ...42 6.2. Facilidade de Manuseio ...42 6.3. Ambiente de operação...42 6.4. Segurança ...42 6.5. Distâncias ...42 6.6. Velocidades...42

7. Padrões de meio físico ...42

7.1.1. Ethernet ...42

7.1.2. Fast Ethernet ...43

7.1.3. Gigabit Ethernet ...43

III. Componentes de expansão e segmentação...43

1. Expansão ...43 1.1. Repetidores...44 1.2. Hubs ...44 1.2.1. Cascateamento ...45 1.2.2. Empilhamento ...45 2. Segmentação ...46 2.1.1. Bridges (Pontes)...46 2.1.2. Switches ...46 2.2. Roteadores...47 2.3. Gateways...48

IV. Modelo OSI e Projeto 802 ...48

1. Padronização ...48

2. Modelo OSI...49

2.1. Camada 7 — Aplicação ...49

2.2. Camada 6 — Apresentação...50

(4)

2.4. Camada 4 — Transporte ...50

2.5. Camada 3 — Rede ...50

2.6. Camada 2 — Link de Dados ...50

2.7. Camada 1 — Física ...50

3. Comunicação entre computadores ...51

4. Padrão IEEE 802...51

V. Protocolos ...52

1. O que são protocolos...52

2. Como trabalham os protocolos ...53

3. Pilhas de protocolos mais comuns ...54

4. Classificação de protocolos...54 4.1. Aplicativo...54 4.2. Transporte ...55 4.3. Rede ...55 4.4. Física ...56 5. Protocolos de Mercado...56

5.1. NetBEUI (NetBIOS Extended User Interface) ...56

5.2. IPX/SPX e NWLink...57

VI. TCP/IP (Transmission Control Protocol / Internet Protocol)...58

1. Benefícios na utilização de TCP/IP ...58

2. A história do TCP/IP...59

2.1. A padronização do TCP/IP ...59

2.2. Esquemas de nomes TCP/IP ...60

2.2.1. Nomes de Domínios...60

2.2.2. Endereços de IP...60

2.3. A suíte de protocolos TCP/IP...61

2.3.1. Camada de Interface de Rede...61

2.3.2. Camada de Internet ...61

2.3.3. Camada de Transporte ...61

2.3.4. Camada de Aplicativo...61

2.3.5. Protocolos e camadas ...62

2.4. Modelo OSI e TCP/IP ...63

3. Porque Endereçamento IP...63

3.1. O que é um endereço IP? ...63

3.2. Representação do endereço IP ...64

3.3. Entendendo o endereço de IP...64

4. Técnicas para atribuir o Net ID...65

5. Técnicas para atribuir o Host ID ...65

5.1. Relembrando o Sistema numérico ...66

Obs: Trataremos somente do sistema Binário e Decimal ...66

5.1.1. O Sistema Binário ...66

5.1.2. Binário para Decimal ...67

5.1.3. Decimal para Binário ...67

5.2. Aritmética Binária...67 6. Classes de Endereços ...68 6.1. A Classe A ...68 6.2. A Classe B...68 6.3. A Classe C...69 6.4. A Classe D ...70

(5)

7.2. Alocação eficiente de endereços ...71

7.3. Controle do Crescimento das Tabelas de Roteamento...72

7.4. Sub-rede e roteamento (routing) ...72

8. Endereços Privados e Públicos ...75

9. Roteamento IP...76

9.1. Comunicação entre computadores ...76

9.2. Formas de Entrega ...77

9.2.1. Forma de delivery Unicast ...77

9.2.2. Forma de delivery Broadcast ...77

9.2.3. Forma de delivery Multicast ...77

9.2.4. Forma de delivery Anycast ...78

9.3. Roteadores...78 9.3.1. O que é um roteamento ...79 9.3.2. Processo de roteamento de IP ...79 10. Tipos de roteamento...80 10.1. Roteamento estático ...81 10.2. Roteamento dinâmico ...82

VII. Testando a conectividade ...83

1. PING ...83

1.1. É possível ping de nome? ...83

2. Problemas Gerais do TCP/IP ...84

2.1. Traceroute ...84 2.2. Tracert ...84 2.3. ARP...84 2.4. Pathping ...84 2.5. Route ...85 2.6. Netstat ...85 2.7. Ipconfig ...85

(6)

I. Redes de computadores

Atualmente é praticamente impossível não se deparar com uma rede de computadores, em ambientes relacionados à informática, principalmente porque a maioria dos usuários de computadores se conectam a Internet - que é a rede mundial de computadores.

Mesmo em ambientes que não estão relacionados à informática, mas fazem uso de computadores, a utilização de redes pode ser facilmente evidenciada. Observe o ambiente de um supermercado, cada caixa registradora pode ser um computador, que, além de estar somando o total a ser pago, está automaticamente diminuindo o do controle de estoque dos produtos que você está comprando. O responsável pelo controle de estoque tem acesso em tempo real à lista de mercadorias que tem dentro do supermercado, assim como o responsável pelo fluxo de finanças tem acesso ao fluxo de caixa daquele momento, facilitando enormemente o processo de gerência e controle do supermercado.

As redes de computadores surgiram da necessidade de troca de informações, onde é possível ter acesso a um dado que está fisicamente localizado distante de você, por exemplo em sistemas bancários. Neste tipo de sistema você tem os dados sobre sua conta armazenado em algum lugar, que não importa onde, e sempre que você precisar consultar informações sobre sua conta basta acessar um caixa automático.

As redes não são uma tecnologia nova. Existe desde a época dos primeiros computadores, antes dos PC‘s existirem, entretanto a evolução da tecnologia permitiu que os computadores pudessem se comunicar melhor a um custo menor.

Além da vantagem de se trocar dados, há também a vantagem de compartilhamento de periféricos, que podem significar uma redução nos custos de equipamentos. A figura abaixo representa uma forma de compartilhamento de impressora (periférico) que pode ser usado por 3 computadores.

É importante saber que quando nos referimos a dados, não quer dizer apenas arquivos, mas qualquer tipo de informação que se possa obter de um computador. Outra aplicação para redes de computadores é a criação de correio eletrônico, o que facilita a comunicação interna em uma empresa, e se esta empresa estiver conectada a Internet, pode-se usar esse tipo de correio para

Resumindo

Como foi visto, as redes de computadores são um conjunto de computadores autônomos interligados através de um meio físico de comunicação para o compartilhamento de recursos, isso os diferencia bem de um sistema multiterminal onde os terminais funcionam como uma unidade de entrada e saída de dados do computador principal – chamado Mainframe. Nas Redes os computadores conectados são sistemas independentes, cada computador, ou nó da rede, processa localmente suas informações, executa seus próprios programas e opera de maneira autônoma em relação aos demais.

(7)

• Permitir o compartilhamento de recursos associados às máquinas interligadas;

• Permitir a troca de informações entre os computadores interligados;

• Permitir a troca de informações entre usuários dos computadores interligados;

• Possibilitar a utilização de computadores localizados remotamente;

• Permitir o gerenciamento centralizado de recursos e dados;

• Melhorar a segurança de dados e recursos compartilhados

1. Tipos de redes

Do ponto de vista da maneira com que os dados de uma rede são compartilhados podemos classificar as redes em dois tipos básicos:

• Ponto-a-ponto: que é usado em redes pequenas;

• Cliente/servidor: que pode ser usado em redes pequenas ou em redes grandes. Esse tipo de classificação não depende da estrutura física usada pela rede (forma como está montada), mas sim da maneira com que ela está configurada em software.

1.1. Redes Ponto-a-Ponto

Esse é o tipo mais simples de rede que pode ser montada, praticamente todos os Sistemas Operacionais já vêm com suporte a rede ponto-a-ponto (com exceção do DOS).

Nesse tipo de rede, dados e periféricos podem ser compartilhados sem muita burocracia, qualquer micro pode facilmente ler e escrever arquivos armazenados em outros micros e também usar os periféricos instalados em outros PC‘s, mas isso só será possível se houver uma configuração correta, que é feita em cada micro. Ou seja, não há um micro que tenha o papel de —servidor da rede, todos micros podem ser um servidor de dados ou periféricos.

Apesar de ser possível carregar programas armazenados em outros micros, é preferível que todos os programas estejam instalados individualmente em cada micro. Outra característica dessa rede é na impossibilidade de utilização de servidores de banco de dados, pois não há um controle de sincronismo para acesso aos arquivos.

(8)

Vantagens e Desvantagens de uma rede Ponto-a-Ponto:

• Usada em redes pequenas (normalmente até 10 micros);

• Baixo Custo;

• Fácil implementação;

• Baixa segurança;

• Sistema simples de cabeamento;

• Micros funcionam normalmente sem estarem conectados a rede;

• Micros instalados em um mesmo ambiente de trabalho;

• Não existe um administrador de rede;

• Não existe micros servidores;

• A rede terá problemas para crescer de tamanho.

1.2. Redes Cliente/Servidor

Este tipo de rede é usado quando se deseja conectar mais de 10 computadores ou quando se deseja ter uma maior segurança na rede.

Nesse tipo de rede aparece uma figura denominada servidor. O servidor é um computador que oferece recursos especializados, para os demais micros da rede, ao contrário do que acontece com a rede ponto-a-ponto onde os computadores compartilham arquivos entre si e também podem estar fazendo um outro processamento em conjunto.

A grande vantagem de se ter um servidor dedicado é a velocidade de resposta as solicitações do cliente (computador do usuário ou estações de trabalho), isso acontece porque além dele ser especializado na tarefa em questão, normalmente ele não executa outra tarefas. Em redes onde o desempenho não é um fator importante, pode-se ter servidores não dedicados, isto é, micros servidores que são usados também como estação de trabalho.

Outra vantagem das redes cliente/servidor é a forma centralizada de administração e configuração, o que melhora a segurança e organização da rede.

Para uma rede cliente/servidor podemos ter vários tipos de servidores dedicados, que vão variar conforme a necessidade da rede, para alguns tipos desses servidores podemos encontrar equipamentos específicos que fazem a mesma função do computador acoplado com o dispositivo, com uma vantagem, o custo desses dispositivos são bem menores. Abaixo temos exemplos de tipos de servidores:

Servidor de Arquivos: É um servidor responsável pelo armazenamento de arquivos de dados - como arquivos de texto, planilhas eletrônicas, etc... É importante saber que esse servidor só é responsável por entregar os dados ao usuário solicitante (cliente), nenhum processamento ocorre nesse servidor, os programas responsáveis pelo processamento dos dados dos arquivos deve estar instalados nos computadores clientes.

Servidor de Impressão: É um servidor responsável por processar os pedidos de impressão solicitados pelos micros da rede e enviá-los para as impressoras disponíveis. Fica a cargo do servidor fazer o gerenciamento das impressões.

(9)

mensa ns

nicação: Usado para comunicação da sua rede com outras redes, como a Inte t.

em ser usados, vai depender da neces

svantagens de uma Rede Ciente/Servidor:

pequenas que necessitam de alto grau d

maior que as redes ponto-a-ponto;

a-ponto;

anutenção na rede é feita de forma centralizada;

ecursos aos demais ge eletrônicas. Se for um e-mail destinado a uma pessoa fora da rede, este deverá ser passado ao servidor de comunicação.

Servidor de Comu

rne Se você acessa a Internet através de uma linha telefônica convencional, o servidor de comunicação pode ser um computador com uma placa de modem.

Além desses, existem outros tipos de servidores que pod sidade da rede.

Vantagens e De

Usada normalmente em redes com mais de 10 micros ou redes e segurança;

• Custo

• Maior desempenho do que as redes

ponto-• Implementação necessita de especialistas;

• Alta segurança;

• Configuração e m

• Existência de servidores, que são micros capazes de oferecer r micros da rede;

2. Componentes de uma Rede

os diversos elementos que compõem a rede t

te em uma rede, corresponde a todo computador que busca a utilização de recursos comp

or em uma rede corresponde a um computador que centraliza o oferecimento de recurs

No ambiente de uma rede de computadores encontram

anto em termos físicos, quanto em termos lógicos. É importante ter-se neste ponto uma visão geral destes elementos que caracterizam um ambiente de rede.

Cliente Um clien

artilhados ou o acesso a informações que encontram-se em pontos centralizados desta rede. Servidor

Um servid

os ou informações compartilhadas e que atende as requisições dos computadores clientes desta rede

(10)

Usuário

m uma rede corresponde a toda pessoa que utiliza um computador cliente e que procura acess

de uma rede corresponde a pessoa que cuida do gerenciamento e administração dos

dores e dos recursos compartilhados. Ele também é responsável por toda a segurança de acesso na Mídia

ou meio de comunicação corresponde à forma física de conexão entre os computadores de um

o com fio – ex: fibra óptica.

interface de rede corresponde ao dispositivo que anexado ao computador permi

de um cartão PCMCIA para u

de mídia corresponde a um meio de telefonia analógica ou digital, então a interface de conex

l de rede

em uma rede, tanto no papel cliente, como no de servidor, é neces

lo de rede corresponde a um padrão de comunicação existente em uma rede. Para que d

gia de rede corresponde ao desenho lógico que uma rede apresenta, mostrando princi

Usuário e

ar recursos e informações compartilhadas Administrador

O administrador servi

rede.

A mídia

a rede. Basicamente corresponde a dois tipos: Cabeamento ou também denominada conexã

Wireless ou também denominada conexão sem fio – ex: rádio. Hardware de rede

A placa de rede ou

te que ele possa ser conectado fisicamente a alguma mídia de conexão. Pode ter a forma de uma placa de expansão interna ou externa, ou até

so em palmtops e notebooks Modem

Se o tipo

ão é denominada modem, pois é responsável por um processo denominado modulaçãodemodulação.

Sistema operaciona

Para um computador operar

sário que o sistema operacional instalado neste computador possa suportar as operações de comunicação em rede. Todos os sistemas operacionais atuais suportam e reconhecem a operação em rede,implementando em suas operações de entrada e saída, as funções de utilização como clientes e servidores. Temos como exemplo os seguintes sistemas: Windows (9x, XP, NT, 2000 e 2003), Novell Netware, Mac OS, Unix e Linux.

Protocolo Um protoco

ois computadores possam trocar informações entre si, é necessário que utilizem o mesmo protocolo de rede. Como exemplos de protocolos de rede atuais temos: TCP/IP, IPX/SPX, AppleTalk, SNA, NETBEUI.

Topologia Uma topolo

(11)

2.1. Tipos de Transmissão de Dados

As redes de computadores foram criadas com um único propósito, transmissão de dados. Existem 3 formas de transmissão de dados que estudaremos a seguir:

Simplex: Nesse tipo de transmissão existem dois tipos de dispositivos (esses dispositivos também existem nas outras formas de transmissão) o transmissor -chamado Tx e o receptor - chamado Rx; sendo que o papel deles nunca será invertido, ou seja, o transmissor só pode transmitir e nunca receber, já o receptor só pode receber e nunca transmitir.

Half-Duplex: É um tipo de transmissão bidirecional, mas como compartilham o mesmo meio de transmissão, não é possível transmitir e receber ao mesmo tempo. Tradicionalmente a transmissão nas redes segue esse padrão.

FulI-Duplex: É a verdadeira comunicação bidirecional, onde quem transmite pode receber os dados de outro computador durante a sua transmissão.

3. Classificação de redes de computadores

As redes de computadores podem ser classificadas de duas formas: pela sua dispersão geográfica e pelo seu tipo de topologia de interconexão. Em relação a dispersão geográfica podemos classifica-las como:

Rede Local - LAN (Local Area Network): que são redes de pequena dispersão geográfica dos computadores interligados que conectam computadores numa mesma sala, prédio, ou campus com a finalidade de compartilhar recursos associados aos computadores, ou permitir a comunicação entre os usuários destes equipamentos.

Rede de Longa Distância -WAN (Wide Area Network): redes que usam linhas de comunicação das empresas de telecomunicação. É usada para interligação de computadores localizados em diferentes cidades, estados ou países

Rede Metropolitana - MAN (Metropolitan Area Network): computadores interligados em uma região de uma cidade, chegando, às vezes, a interligar até computadores de cidades vizinhas próximas. São usadas para interligação de computadores dispersos numa área geográfica mais ampla, onde não é possível ser interligada usando tecnologia para redes locais.

Podemos fazer interligações entre redes, de forma que uma rede distinta possa se comunicar com uma outra rede. Entre as formas de interligações de rede destacamos a Internet, Extranet e Intranet.

3.1. Internet

A Internet (conhecida como rede mundial de computadores) é uma interligação de mais de uma rede local ou remota, na qual é necessário a existência de um roteador na interface entre duas redes.

A transferência de dados ocorre de forma seletiva entre as redes, impedindo assim o tráfego desnecessário nas redes. A Internet tem por finalidade restringir o fluxo das comunicações locais ao âmbito de suas limitações físicas, permitindo o acesso a recursos remotos e o acesso de recursos locais por computadores remotos, quando necessário.

(12)

Rede Corporativa: interligação de redes de uma mesma instituição

Internet: interligação de redes que surgiu a partir da rede Arpanet e atingiu proporções mundiais.

3.2. lntranet

A Intranet é uma rede privada localizada numa corporação constituída de uma ou mais redes locais interligadas e pode incluir computadores ou redes remotas. Seu principal objetivo é o compartilhamento interno de informações e recursos de uma companhia, podendo ser usada para facilitar o trabalho em grupo e para permitir teleconferências. o uso de um ou mais roteadores podem permitir a interação da rede interna com a Internet. Ela se utiliza dos protocolos TCP/IP, HTTP e os outros protocolos da Internet são usados nas comunicações e é caracterizada pelo uso da tecnologia WWW dentro de uma rede corporativa.

3.3. Extranet

É uma rede privada (corporativa) que usa os protocolos da Internet e os serviços de provedores de telecomunicação para compartilhar parte de suas informações com fornecedores, vendedores, parceiros e consumidores. Pode ser vista como a parte de uma Intranet que é estendida para usuários fora da companhia. Segurança e privacidade são aspectos fundamentais para permitir o acesso externo, que é realizado normalmente através das interfaces da WWW, com autenticações, criptografias e restrições de acesso. Pode ser usado para troca de grandes volumes de dados, compartilhamento de informações entre vendedores, trabalho cooperativo entre companhias, etc.

3.4. Virtual Private Network

Rede de longa distância privada que utiliza a infra-estrutura dos serviços de telecomunicação. As linhas de transmissão utilizadas são compartilhadas e privacidade das transmissões é garantida através de criptografia, protocolos de tunelamento e outros mecanismos de segurança visam permitir os mesmos tipos de acesso de uma rede corporativa de longa distância, porém, com um custo menor.

3.5. Redes Sem fio

3.5.1. O que são redes sem fio

A tecnologia hoje, atingiu um grau de disseminação na sociedade que faz com que esteja presente em todas as áreas de trabalho e também até nas áreas do entretenimento. Esse crescimento fez comque as pessoas precisem se conectar em redes em qualquer lugar a qualquer hora.

Em muitas situações é impossível ou mesmo muito custoso montar uma estrutura de conexão utilizando cabeamento convencional. É aí que entra a conexão de redes sem fio. As redes sem fio (ou também conhecidas pelos termos em inglês Wireless e WiFi) correspondem a infra estruturas que

(13)

que dispensam a utilizam de cabos.

A grande vantagem da rede sem fio é a mobilidade que ela permite aos computadores, particularmente aos notebooks e portáteis de mão (Palmtops ou PDAs).Um exemplo pode ser dado pelo caso de uma empresa que mantém um grande depósito dearmazenamento e que necessita que um funcionário possa levar um computador portátil e registrar a quantidade dos itens no estoque conferindo em cada prateleira. Este computador estaria ligado a rede da empresa, permitindo ao funcionário consultar os dados no banco de dados de estoque e atualizando esses valores se fosse necessário.

3.5.1.a. Classificação das redes sem fio As redes sem fio podem ser classificadas em 4 categorias:

• Rede sem fio de área pessoal (Wireless personal área network – WPAN) • Rede sem fio de área local (Wireless local área network – WLAN)

• Rede sem fio de longa distância – Wireless wide área network – WWAN) • Redes de Satélite

O quadro a seguir mostra as 4 categorias com suas principais características: Tipo da

rede Cobertura Função Custo

Largura de banda Padrões WPAN Espaço operacional pessoal; normalmente 10 metros Tecnologia de substituição de cabeamento; redes pessoais

Baixo 0.1-4 Mbps IrDA, Bluetooth, 802.15 WLAN Prédios ou campus; normalmente 100 metros Extensão ou alternativa para redes cabeadas Médio -baixo 1-54 Mbps 802.11a, b, g, HIPERLAN/2 WWAN Nacional através

de vários fornecedores Extensão de rede local Médio -alto 8 Kbps-2 Mbps GSM, TDMA, CDMA, GPRS, EDGE, WCDMA Redes de Satélite

Global Extensão de rede

local Alto

2 Kbps-19.2 Kbps

TDMA, CDMA, FDMA

As categorias mais utilizadas são as de rede local e pessoal (WPAN e WLAN). 3.5.2. Redes sem fio de área pessoal - WPAN

As redes sem fio de área pessoal estão crescendo rapidamente devido a utilização cada vez maior de dispositivos pessoais que necessitam um acesso rápido e fácil entre si ou para outros dispositivos de apoio tais como impressoras.

Alguns destes dispositivos são: Notebooks e Laptops, Tablets, PDA’s, impressoras, microfones, caixas de som, câmeras, pagers, smart-phones, celulares, leitores de código de barras, sensores industriais, etc. O uso destes dispositivos leva a necessidade de interligá-los de uma forma rápida com as seguintes características:

(14)

• Baixo consumo de energia • Baixo custo

• Poucos dispositivos interligados • Mobilidade

As redes sem fio de área pessoal -WPAN vem atender estas necessidades oferecendo formas de conexão, muitas vezes já integrada no dispositivo, de uma forma quase imediata, sem dificuldades de configuração.

No mercado 3 padrões estão se tornando populares e sendo já incorporados aos dispositivos: • IrDA,

• Bluetooth • IEEE 802.15

3.5.2.a. Padrão IrDA

O padrão IrDA - Infrared Data Association vem do nome de uma organização internacional que define normas e padrões para troca de dados entre dispositivos de baixo custo através da tecnologia de infravermelho de linha de vista.

Muitos dispositivos no mercado possuem uma porta infravermelha para comunicação com outros dispositivos e periféricos.

Algumas características da utilização do padrão IrDA são as seguintes:

• Alcance da comunicação padrão de até 1 metro embora possa se chegar a 2 metros em alguns casos.

• Uma opção de baixo consumo de energia para comunicação até 20 cm com uma redução de até 90% no consumo

• Comunicação bidirecional

• Taxas de transmissão de 9600 bps a 4Mbps

Hoje o IrDa tem sido utilizado muito por periféricos sem fio tais como mouses e teclados. A principal dificuldade de utilização do IrDA em larga escala é a necessidade de linha-de-vista, ou seja, os dispositivos devem estar voltados um para o outro sem obstáculos que possam bloquear a comunicação.

A principal vantagem é realmente o custo, pois já vem incorporado em muitos dispositivos. 3.5.2.b. Padrão Bluetooth

Bluetooth é um padrão recente para habilitar comunicação sem fio entre computadores móveis, celulares e computadores de mão (PDA’s). Sua origem vem de parcerias entre empresas de comunicação tais como Ericsson, Nokia, Intel, IBM e Motorola. Inicialmente concebido como um padrão para comunicação entre celulares e periféricos, nos últimos tempos ganhou o espaço de comunicação entre computadores móveis e PDA’s.

(15)

para até 10 Mbps com especificações futuras. Até oito dispositivos se combinam formando uma rede chamada Piconet. Dentro desta rede Piconet estes dispositivos se comunicam entre si. É possível ter várias redes Piconet com dispositivos participando de mais de uma rede, mas dispositivos em Piconets distintas não podem se comunicar entre si. Várias redes Piconet interligadas são chamadas de Scatternet.

As principais características do uso do padrão Bluetooth são:

• Substituição de cabeamento

• Solução simples de rede para dispositivos portáteis

• Suporte para voz e dados

• Padrão mais global e com mais suporte

O padrão Bluetooth é padronizado mundialmente através de normas denominadas Profiles que são publicadas para uso dos fabricantes.

3.5.2.c. Padrão 802.15

O padrão 802.15 ainda está em desenvolvimento e tem muito de sua base no Bluetooth.

O IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers), uma instituição de definicão de normas na área de tecnologia, formou 4 grupos de estudos para desenvolver este padrão:

802.15.1 – WPAN/Bluetooth – dedicado a desenvolver os padrões da evolução do Bluetooth 802.15.2 – Mecanismos de coexistência – dedicado a desenvolver os padrões de conexão com o WLAN 802.11

802.15.3 – WPAN de alta capacidade – dedicado a padrões com taxas de 20Mbps ou mais 802.15.4 – Taxa baixa com baixo consumo – dedicado a desenvolver um padrão com taxa baixa (200 Kbps ou menos), mas com baixo consumo de energia e conseqüente maior duração de bateria

Quando for completado pode se tornar o melhor padrão a ser adotado pelos fabricantes. Comparação entre os padrões

A seguinte tabela resume uma comparação entre os 3 padrões: Padrão Freqüência Largura de

banda Alcance de operação Características IrDA Comprimento de onda de 875nm 9600 bps a 4 Mbps. Futuro a 15 Mbps

1-2 metros Exige linha-de-vista

Bluetooth 2.4 GHz v1.1: 720 Kbps; v2.0: 10 Mbps 10 a 100 metros Detecção automática de dispositivo; Comunicação através de barreiras

(16)

IEEE 802.15 2.4 GHz 802.15.1: 1 Mbps 802.15.3: 20 Mbps 10 a 100 metros

Usa Bluetooth como base; coexistência com dispositivos 802.11

3.5.3. Redes sem fio de área local - WLAN

As redes sem fio de área local tem sido um dos segmentos de telecomunicações que mais cresce no mercado atualmente.

É a solução de rede sem fio apropriada para uso em pequenos escritórios na empresa ou residenciais, áreas abertas de empresas e mesmo em áreas públicas tais como aeroportos, centros de convenção, hotéis e mesmo cafeteiras.

O uso de WLAN normalmente é utilizado nos seguintes casos: • Redução de custos com cabeamento

• Impossibilidade de cabeamento • Acesso público à Internet

Vários produtos têm sido lançados que implementam um ou mais dos vários padrões utilizados em WLAN.

Em todos os casos os seguintes aspectos devem ser considerados:

• Alcance/Cobertura – o alcance dos produtos WLAN fica entre 50 a 150 metros

• Taxa de Comunicação – as taxas de transmissão de dados situam-se entre 1 a 54 Mbps • Interferência – alguns padrões sofrem interferência de produtos eletrônicos domésticos e

de outras tecnologias de rede sem fio

• Consumo de energia – Alguns produtos tem baixo consumo, enquanto outros, tem um consumo elevado

• Custo – Custo bastante variável conforme o padrão adotado 3.5.3.a. Diferentes padrões de WLAN

No mercado hoje encontramos diversos padrões de WLAN que são utilizados por fabricantes. Os padrões mais importantes são:

• IEEE 802.11a • IEEE 802.11b • IEEE 802.11g • HomeRF • HIPERLAN/1 • HIPERLAN/2

Dentre estes padrões o mais amplamente utilizado é o padrão 802.11b. 1. Padrão 802.11b

(17)

O padrão 802.11b é capaz de atingir uma capacidade máxima de 11 Mbps, ultrapassando o padrão base Ethernet de 10 Mbps, tornado-se assim uma alternativa ou extensão para redes LAN cabeadas.

Uma certificação denominada Wi-Fi garante que produtos interoperam mundialmente. Esta certificação também torna as redes 802.11b conhecidas como redes Wi-Fi.O uso da banda 2.4 GHz tem vantagens e desvantagens. As principais vantagens são:

• Amplamente encontrada mundialmente

• Penetração em barreiras físicas tais como paredes e forros

Enquanto que a principal desvantagem é o congestionamento. Desde que é uma banda não licenciada, ela é utilizada por vários outros produtos eletrônicos que podem gerar interferência tais como: Telefones sem fio e fornos de microondas. Para minimizar este problema todos os fabricantes que utilizam esta banda são obrigados a aceitar interferência e considerá-la na utilização.

Numa implementação padrão um Ponto de acesso WAP 802.11b pode-se comunicar com dispositivos até 100 metros. Quanto mais longe do Ponto de acesso mais lenta a comunicação ficará. Tipicamente a taxa de comunicação é da seguinte forma:

• em torno de até 30 metros – 11 Mbps • em torno de 30 a 65 metros – 5.5 Mbps • em torno de 65 a 90 metros – 2 Mbps • próximo a 100 metros – 1 Mbps

A segurança da comunicação pelo padrão 802.11b é fornecida por uma característica denominada WEP – Wired Equivalent Privacy (Privacidade equivalente a rede cabeada). A WEP determina níveis básicos de autenticação e criptografia.

Para autenticação, um Ponto de Acesso que utiliza WEP irá enviar um texto ao cliente para verificar sua identidade. O Cliente utiliza uma criptografia RC4 com uma chave secreta para criptografar o texto e o envia de volta ao Ponto de Acesso. Uma vez recebido, o Ponto de Acesso decriptografa o texto usando a mesma chave. Se o texto confere com o original enviado então o cliente é autenticado e tem o acesso garantido. Para criptografia, o WEP utiliza um vetor de 24bit que aumenta a chave WEP. Este vetor muda cada pacote, portanto fornecendo um nível básico de criptografia.

Estes padrões de autenticação e criptografia são bem básicos e não oferecem uma segurança muito sofisticada. Um problema, por exemplo, é que apenas 4 chaves podem ser são utilizadas e não são alteradas regularmente. Isto significa que utilizando softwares que monitoram a comunicação, com o tempo é possível descobrir a chave e autenticar-se num Ponto de Acesso. Outro problema é que o uso de um vetor de 24 bits acaba por esgotar o número de combinações com o tempo e portanto ao se repetir, alguém monitorando pode descobrir a chave e o vetor e utilizá-los.

Como sugestão, empresas que adotam o WEP devem considerar outros mecanismos de proteção tais como:

• O uso de um Firewall para separar a WLAN da LAN local cabeada • Usar a autenticação de VPN para acesso a rede interna

• Implantar segurança ao nível da aplicação para tráfico mais confidencial • Implantar mudança dinâmica de chaves WEP

• Não assumir que WEP garante a confidencialidade dos dados

(18)

definindo novos padrões de segurança para substituir o WEP. 2. Padrão 802.11a

O padrão 802.11a é uma alternativa de alta capacidade para o padrão 802.11b. Este padrão opera na banda de 5GHz e atinge velocidades de até 54 Mbps.

Este banda é menos comum, e restrita em alguns países tornando este um padrão menos difundido.Também é um padrão que inicialmente apenas um fabricante adotou, restringindo assim sua utilização.As principais vantagens da utilização do padrão 802.11a são os seguintes:

• Maior velocidade e largura de banda com até 54 Mbps por canal permitindo mais usuários compartilharem o mesmo Ponto de Acesso

• Este aumento é extremamente útil no caso de acesso multimídia e à Internet

• A largura da banda de 5 GHz é maior do que a de 2.4 GHz permitindo mais conexões simultâneas

• A banda de 5 GHz não é tão congestionada como a de 2.4 GHz resultando em menos interferência

As principais desvantagens são:

• Menor alcance limitado entre 25 a 50 metros – Exige mais Pontos de Acesso • Maior consumo de energia nos dispositivos

• Não compatibilidade com o padrão 802.11b

Por causa da compatibilidade, muitos produtos hoje saem do fabricante com o suporte dual entre 802.11b e 802.11a permitindo uma melhor utilização em ambientes conforme a disponibilidade.

3. Padrão 802.11g

O padrão 802.11g junta a velocidade do padrão 802.11a com a compatibilidade e alta aceitação do padrão 802.11b.

Operando na banda de 2.4 GHz o padrão 802.11g atinge as taxas de 54 Mbps, mas interoperando com dispositivos 802.11b mantém a taxa de 11 Mbps.

A capacidade e alcance são semelhantes ao padrão 802.11b.

É o padrão mais adequado para a atualização das redes que já usam o padrão 802.11b. 4. Padrão HomeRF

Com o nome sugere o padrão HomeRF é um padrão para redes sem fio caseiras.

Este padrão utiliza o protocolo SWAP - Shared Wireless Access Protocol (Protocolo de acesso sem fio compartilhado). Uma das características deste protocolo é permitir a comunicação por voz com alta qualidade.

O padrão HomeRF também permite que telefones sem fio usem a mesma rede de computadores e

dispositivos da casa, incluído itens avançados tais como espera de chamadas, identificação de chamadas, passagem de chamadas e tons personalizados.

Com um alcance de 50 metros e uma taxa máxima de 10 Mbps, o padrão HomeRF utiliza a banda de 2.4 GHz. O uso desta banda leva a interferência de outros dispositivos caseiros.

(19)

5. Padrão HIPERLAN/1 e HIPERLAN/2

O padrão HIPERLAN - High-Performance Radio Local Area Network (Rede local de rádio de alta performance) foi desenvolvido pelo ETSI -European Telecommunications Standards Institute – com o intuito de definir uma rede de alta -velocidade para curtas distâncias.

O primeiro padrão, denominado HIPERLAN/1, utilizava a freqüência de banda de 5 GHz e é baseada em padrões Ethernet. Por especificação as taxas de comunicação eram de aproximadamente 23,5 Mbps.

Este padrão não teve sucesso comercial.

Já seu sucessor o padrão HIPERLAN/2 continua a usar a banda de 5 GHz, mas atingindo picos de

transmissão de 54 Mbps dentro de um alcance aproximado de 150 metros. Algumas características do HIPERLAN/2 são:

• Implementação de QoS – Quality of Service • Consumo eficiente de energia

• Segurança eficiente

• Interoperabilidade com Ethernet, Firewire e 3G

Ainda é um padrão relativamente novo com pouca utilização no mercado. Comparação entre os padrões

A tabela a seguir resume um comparativo entre os padrões de WLAN Padrão Freqüência Largura de

Banda Alcance Características 802.11a 5 GHz 54 Mbps 50 metros Altas taxas de comunicação

802.11b 2.4 GHz 11 Mbps 100

metros

Mais amplamente utilizado no mercado

802.11g 2.4 GHz 54 Mbps 100

metros

Novo padrão compatível com 802.11b.

HomeRF 2.4 GHz 10 Mbps 50 metros Não alcançou sucesso comercial. HIPERLAN/1 5 GHz Teoricamente

20 Mbps Não alcançou sucesso comercial.

HIPERLAN/2 5 GHz 54 Mbps 150

metros

Projetado para integração com outras redes. Tambéma ainda não alcançou sucesso comercial

(20)

II. Tipos de Topologias

1. O que é topologia física da rede

Layout é um termo que corresponde à forma como objetos físicos são organizados em um

determinado local. Um layout pode ser um desenho, mapa ou diagrama de objetos dispostos de uma determinada maneira.

“Topologia física de rede refere-se ao layout físico dos computadores em uma rede”.

Os profissionais de rede utilizam esse termo quando querem referir-se ao projeto físico da rede, ou a forma como os computadores, e outros componentes de rede, ficam dispostos no projeto geral de uma rede.

A forma de realizar uma tarefa pode tornar um processo mais eficiente. Computadores conectam-se para compartilharem recursos e promoverem serviços para toda a rede. A forma de conectar computadores em rede pode torná-los mais eficientes nas atividades de rede. A topologia de uma rede pode afetar o seu desempenho e sua capacidade.

Montar ou organizar uma rede não é um processo muito simples. Devem-se combinar diferentes tipos de componentes, escolher o sistema operacional de rede, além de prever como estes componentes estarão sendo conectados em diferentes tipos de ambientes.

Neste ponto a topologia da rede se mostra crucial, por que define como estes componentes estarão sendo interligados em diferentes ambientes e situações e em última análise definem como a informação vai se propagar na rede.

A topologia física de rede também vai definir a topologia lógica da rede ou, como é mais conhecida, a tecnologia de rede a ser utilizada.

Quando usado sozinho, o termo topologia, refere-se a topologia física da rede.

Uma topologia normalmente não corresponde a toda a rede, mas a desenhos básicos encontrados em diversas partes de uma rede e que assim acabam formando o conjunto completo de uma rede que pode acabar combinando várias topologias.

As estruturas básicas de topologia que formam uma rede podem ser: Barramento

Anel Estrela Malha Sem Fio

Vamos detalhar cada uma delas.

1.1. Barramento

Na topologia de barramento os computadores ficam conectados em um único segmento denominado barramento central ou backbone. Esse segmento

(21)

formado de pequenos trechos interligados, mas em termos de transmissão de sinal ser considerado apenas um trecho único.

1.1.1. Comunicação

Os computadores na topologia de barramento enviam o sinal para o backbone que é transmitido em ambas as direções para todos os computadores do barramento.

1.1.2. Implementação

As implementações mais comuns deste tipo de tecnologia foram as que utilizam cabos de tipo coaxial em duas formas:

1. Um cabo coaxial fino unindo cada computador aos seus parceiros da esquerda ou da direita através de um conector to tipo T permitindo o barramento ser mantido pela junção dos vários trechos entre os computadores.

2. Um cabo especial ligando cada computador a um conector preso a um cabo coaxial mais grosso que representa o barramento.

Nas duas implementações há a necessidade de que em cada ponta do barramento exista um terminador que é utilizado para fechar as extremidades do cabo e também para evitar que o sinal sofra um processo de retorno ao encontrar o final do cabo, anulando assim toda a transmissão no barramento.

1.1.3. Problemas com o barramento

Existem alguns problemas que podem fazer com que uma rede com a topologia de barramento não fique mais operacional. Estes problemas são:

Terminador com defeito ou solto: Se um terminador estiver com defeito, solto, ou mesmo se não estiver presente, os sinais elétricos serão retornados no cabo fazendo com que os demais computadores não consigam enviar os dados.

Rompimento do backbone: Quando ocorre um rompimento no backbone, as extremidades do ponto de rompimento não estarão terminadas e os sinais começarão a retornar no cabo fazendo com que a rede seja desativada. Objetos pesados que caíam sobre o cabo podem provocar o seu rompimento. O rompimento às vezes não é visual, ficando interno ao cabo, dificultando a

(22)

identificação.

Inclusão ou remoção de computadores: No momento de incluir ou excluir um novo computador, pode ser necessário a desconexão de um conector para a inclusão de outro conector ou a remoção do primeiro. Neste caso o cabo fica momentaneamente sem as terminações no ponto de conexão fazendo que toda a rede pare enquanto não se conecta novamente.

1.1.4. Situação atual

A topologia de barramento está em pleno desuso como topologia de redes, pelos problemas apresentados e também pela baixa velocidade do cabo coaxial comparada com as tecnologias que usam o cabo par-trançado ou fibra-óptica.

1.2. Estrela

Na topologia estrela, os computadores ficam ligados a um ponto central que tem a função de distribuir o sinal enviado por um dos computadores a todos os outros ligados a este ponto.

Esta topologia é assim chamada, pois seu desenho lembra uma estrela. 1.2.1. Comunicação

Nesta topologia os computadores enviam o sinal ao ponto central que distribui para todos os outros computadores ligados a este ponto.

1.2.2. Implementação

O ponto central da topologia estrela pode ser um dispositivo de rede denominado Hub ou ainda ser um dispositivo mais complexo tal como uma switch ou roteador.

A implementação mais comum encontrada é a que utiliza um hub como ponto central e cabeamento de par-trançado.

No caso de um Hub o sinal enviado é simplesmente redirecionado a todas as conexões existentes neste Hub, chegando assim a todos os computadores ligados no Hub.

Na topologia de estrela, há a necessidade de uma conexão de cabo entre cada computador e o Hub ou outro dispositivo agindo como ponto central.

1.2.3. Problemas

Os problemas ou desvantagens da utilização desta topologia podem ser resumidos nos seguintes:

• Utilização de uma grande quantidade e metragem de cabos. Em grandes instalações de rede será preciso um cabo para conectar cada computador ao hub. Dependendo da distância que o hub fica dos computadores, a metragem e a quantidade de cabos, pode se tornar significativa.

• Perda de Conexão na falha do hub. Se, por qualquer razão, o hub for desativado ou falhar,todos os computadores ligados a este hub vão perder a conexão uns com os outros.

(23)

1.2.4. Vantagens

As principais vantagens de se utilizar a topologia estrela são:

Monitoramento central. Leds no hub acusam se um segmento de rede está ou não ativo. Se uma luz apagar, pode-se descobrir de imediato qual computador da rede está desativado. Estes leds também indicam o grau de utilização da rede.

• Isolamento de rompimento. O rompimento ou quebra de um dos cabos fará com que apenas o computador que está conectado àquele cabo fique desativado. O restante da rede não será desativada.

• Fácil manutenção de computadores. A conexão de um computador na rede é bastante simples, sendo necessário apenas conectar um novo cabo ao hub e a conexão já estará operacional.

1.2.5. Situação atual

A topologia estrela, hoje é a mais utilizada, pela sua facilidade de manutenção e pelo seu baixo custo,além de contar com as mais modernas tecnologias que permitem utilizar uma boa velocidade de tráfego.

As variações de implementação desta topologia envolvem basicamente a utilização de outros dispositivos no ponto central, tais como switchs, e também outros cabeamentos mais modernos tal como a fibra óptica.

1.3. Anel

Numa topologia em anel os computadores são conectados numa estrutura em anel ou um após o outro num circuito fechado.

A comunicação é feita de computador a computador num sentido único (horário) através da conexão em anel.

Uma característica importante desta topologia é que cada computador recebe a comunicação do computador anterior e retransmite para o próximo computador.

1.3.1. Comunicação

Na topologia de anel a comunicação entre os computadores é feita através de um processo denominado passagem de token ou bastão.

Um sinal especial denominado Token (bastão) circula pelo anel no sentido horário e somente quando recebe o token é que um computador transmite seu sinal. O sinal circula pelo anel até chegar ao destino, passando por todos os outros computadores. Só após receber de volta o sinal é que o computador libera o token permitindo assim que outro computador possa se comunicar.

1.3.2. Implementação

A implementação pura desta topologia não é utilizada, pois exigiria que cada computador estivesse sempre ligado e transmitindo para o próximo na seqüência do anel.

A implementação mais comum encontrada é a utilizada pelas redes Token-ring mais modernas que utilizam um dispositivo central denominado MSU que implementa o circuito fechado ou anel dentro do dispositivo e cabos de par-trançado ou fibra óptica.

(24)

1.3.3. Problemas

O único problema da topologia de anel é a dependência total do anel físico implementado, sendo que se for rompido ou comprometido, a comunicação em todo o anel é interrompida.

1.3.4. Vantagens

A principal vantagem da topologia em anel é o fato de somente o computador que possui o token no momento, pode efetuar uma comunicação, evitando assim o conflito e a colisão dessas comunicações.

1.3.5. Situação atual

A topologia em anel implementada em LAN’s está em pleno desuso principalmente pelas baixas taxas de transmissão e também por causa da tecnologia física proprietária de apenas um fabricante que acaba por aumentar consideravelmente os custos de implementação.

No caso de MAN’s e WAN’s esta topologia ainda pode ser encontrada nas implementações da tecnologia

FDDI que utiliza fibra óptica com anel redundante.

1.4. Malha

Na topologia em malha os computadores estariam conectados uns aos outros diretamente formando um desenho semelhante a uma trama ou malha.

1.4.1. Implementação

A topologia em malha não é utilizada para conexão de computadores, pois implicaria em múltiplas conexões a partir de cada computador, o que numa grande rede se tornaria inviável.

Mas esta topologia pode ser encontrada na conexão de componentes avançados de rede tais como roteadores, criando assim rotas alternativas na conexão de redes.

1.4.2. Vantagens

A principal vantagem da topologia em malha é a existência de caminhos alternativos para a comunicação entre dois pontos na rede.

1.5. Sem Fio

Na topologia sem fio os computadores são interligados através de um meio de comunicação que utiliza uma tecnologia sem fio tal como RF (rádio -frequência) ou Infravermelho.

(25)

1.5.1. Comunicação

A comunicação numa topologia sem fio é feita computador a computador através do uso de uma freqüência comum nos dispositivos em ambos os computadores.

1.5.2. Implementação

A implementação mais comum da topologia sem fio é a que utiliza RF (rádio-frequência), baseada no padrão IEEE 802.11b, que utiliza a faixa de 2,4 GHz do espectro de freqüências.

Há basicamente 2 tipos de implementação: Redes RF ad hoc

Redes RF multiponto

Na rede RF ad hoc os computadores utilizando dispositivos RF (transceivers), se conectam mutuamente utilizando uma freqüência comum de conexão.

Quando um computador entra no raio de alcance do outro computador, cada um passa a enxergar o outro, permitindo assim a comunicação entre eles.

Numa rede RF multiponto, existem pontos de conexão denominados wireless access points - WAP que conectam computadores com dispositivos RF (tranceivers) a uma rede convencional. Este sistema é o mais utilizado em escritórios e também no acesso a Internet em redes metropolitanas.

1.5.3. Problemas

O principal problema da topologia sem fio é a segurança da comunicação.

Pelo fato de que a comunicação sem fio pode ser capturada por qualquer receptor sintonizado na mesma freqüência da comunicação, torna-se necessário que exista um mecanismo adicional de segurança na implementação desta topologia tal como a criptografia da comunicação.

Outro problema também encontrado nas redes sem fio é a interferência proveniente de dois pontos.

Outros dispositivos que atuam na mesma banda de espectro. Obstáculos tais como paredes ou naturais, tal como montes.

1.5.4. Vantagens

A principal vantagem desta topologia, é exatamente o fato de ela trabalhar sem fio, permitindo assim a mobilidade dos computadores, principalmente em ambientes amplos e abertos, tais como armazéns e pátios.

(26)

1.5.5. Situação atual

A topologia sem fio, está em ampla expansão graças a o crescimento da utilização da computação móvel com equipamentos tais como notebooks, tablets e palms.

Principalmente como pontos de acesso a Internet em grandes metrópoles, a topologia é cada vez mais encontrada como solução para a conectividade destes novos dispositivos.

1.6. Topologias híbridas

Quando se implementa uma rede de tamanho médio ou grande, várias topologias são encontradas na

mesma rede inclusive com algumas topologias sendo integradas umas as outras. Os casos mais comuns são as seguintes combinações:

1.6.1. Barramento-Estrela

Neste caso, vários Hubs são ligados através de um barramento.

1.6.2. Anel-Estrela Neste caso, vários Hubs são ligados a um anel

(27)

1.6.3. Hierarquia

Neste caso, vários Hubs são ligados através de Hubs, Switchs ou Roteadores formando uma estrutura hierárquica

1.7. Backbones e Segmentos

É importante neste ponto distinguir entre dois termos muito utilizados na identificação do layout de uma rede: Backbones e Segmentos.

Quando olhamos para um layout físico de uma rede podemos distinguir duas estruturas de ligação.

Um Segmento pode ser descrito como a parte do layout de rede que conecta diretamente os computadores normalmente utilizando uma das topologias descritas. Corresponde normalmente a uma parte física da rede tal qual uma sala ou um grupo de computadores próximos.

Um Backbone corresponde a parte do layout que conecta todos os segmentos juntos permitindo que se comuniquem entre si. Corresponde aos grandes canais de comunicação encontrados na rede tais como conexões entre salas, andares e até entre prédios.

1.8. Selecionando a topologia correta

A escolha de uma topologia correta para cada caso é na verdade um conjunto de decisões que envolvem vários aspectos, tais como:

• Tamanho da rede

• Custo

• Facilidade de instalação

• Facilidade de manutenção

Em redes pequenas é comum utilizar-se de topologias simples tal como somente uma estrela, mas em redes maiores a combinação de várias topologias será necessária, pois cada pequena parte da rede utilizará uma topologia e serão combinadas para formar a rede completa.

(28)

2. Mídias de Rede

2.1. Placas Adaptadoras de Rede

Para que um computador possa se conectar numa mídia de redes é necessário que exista uma expansão em seu hardware para permitir essa comunicação.

Esta expansão é denominada placa adaptadora de rede e pode se apresentar de duas formas:

• Como uma placa de expansão conectada em um slot vazio do computador.

• Ou embutida na própria placa principal do computador.

Cada placa adaptadora de rede tem algumas características importantes, tais como:

• Barramento de conexão • Conector de mídia • Padrão • Velocidade • Driver • Endereço físico

Cada uma destas características define como uma placa funciona e também determina a escolha de uma placa adequada para cada tipo de rede.

2.1.1. Barramento de conexão

Uma placa adaptadora de rede na forma de uma placa de expansão pode se utilizar dos seguintes barramentos ou conexões com a placa principal do computador:

• ISA – mais antigo, hoje em desuso.

(29)

2.1 .

Baseado na mídia a ser utilizada cada placa adaptadora de rede pode apresentar os seguintes

conectores os p

lizado com cabo coaxial

2.1 .

Uma placa adaptadora de rede pode utilizar um dos seguintes padrões de rede hoje utilizados:

• Ethernet – o mais comum – padrão de mercado

2.1.4. Velocidade

Dentro de cada padrão existem diferentes velocidades de transmissão como por exemplo no caso de Etherne

• Fast Ethernet – 100 Mbits/s

2.1.5. Endereço

Cada placa adaptadora de rede vem com um endereço,já designado no fabricante, que unicamente

te de informação pela mídia, a placa adaptadora de rede .2 Conector de mídia

necessári ara ligar a mídia

• RJ45 – o mais comum utilizado com cabo de par-trançado

• BNC – mais antigo, uti

• AUI – utilizado com adaptadores para coaxial ThickNet

• ST/SC – utilizados para fibra óptica .3 Padrão

• Token Ring – mais antigo – em desuso

• FDDI – utilizado em redes de fibra óptica MAN

• WLAN – redes sem fio

t:

• GigaBit Ethernet – 1000 Mbits/s

• Standard Ethernet – 10 Mbits/s físico

identifica esta placa dentro da rede.

Este endereço é formado internamente como um número de 48 bits e visualizado externamente como um conjunto de 12 caracteres hexadecimais.

Este endereço é fornecido pelo fabricante com base em faixas de endereços obtidas do IEEE, que é um órgão internacional para a definição de padrões para componentes eletro -eletrônicos.

O endereço físico também é denominado endereço MAC e é exclusivo de cada placa adaptadora de rede.

Dentro de uma rede não pode haver conflitos de endereços MAC, ou seja, não pode haver repetição deste endereço em mais de uma placa em toda a rede.

Apesar de ser pré -definido pelo fabricante, este endereço pode ser modificado através de utilitários que geralmente acompanham a placa.

O endereço MAC não pode ser configurado como FF-FFFF-FF-FF, pois este endereço é reservado para operações de Broadcast.

A utilização do endereço MAC pode ser demonstrada no seguinte procedimento:

(30)

• de rede só aceita pacotes cujo endereço físico de destino ast

Podemos en a de rede é examinar todos os

pacotes de informa ados ao computador que

implem

A escolha de uma placa adaptadora de rede basicamente depende do tipo da rede a ser

implement ece

integrada de um escritório

A necessidade aqui é conectar computadores de mesa em uma rede dentro de um escritório. Neste caso então temos os seguintes padrões:

Podemos t guintes padrões:

integrada de escritório com notebooks

Aqui temos o exemplo anterior mas, com alguns computadores notebooks que serão utilizados nesta rede

• Cartões PCMCIA de conexão na rede padrão Fast Ethernet 100 Mbps com

3. Cab a

Quando temos que implementar uma rede de mídia com fio, dizemos que temos que efetuar o cab

examina este pacote.

• Na área inicial do pacote encontra -se o endereço físico de destino deste pacote. A placa adaptadora

corresponda ao endereço MAC desta placa, ou corresponda a um pacote Broadc (difusão) onde o endereço seja “FFFFFFFFFFFF”.

Se não houver correspondência então o pacote é ignorado. tão resumir que a função de uma placa adaptador

ção que passam pela mídia e aceitar somente aqueles destin enta esta placa.

2.1.6. Escolha da placa adaptadora de rede

ada e das n ssidades de velocidade e conexão. Vamos dar alguns exemplos:

2.1.6.a. Rede

• Rede padrão Ethernet 100Mbps (Fast Ethernet).

• Cabeamento par-trançado.

en ão optar por placas adaptadoras de rede com os se

• Fast Ethernet 100 Mbps.

• Barramento PCI.

• Conector RJ45. 2.1.6.b. Rede

Neste caso para os notebooks podemos definir o seguinte: adaptadores para conector RJ45.

e mento de rede

eamento desta rede.

O processo de cabeamento corresponde a conectar todos os computadores numa rede utilizando o tipo de cabo correto em cada situação diferente que se encontrar.

(31)

• Par-Trançado tica

Cada um o s tem suas vantagens e desvantagens. Também cada tipo tem sua aplicação espec c

O tipo de cabo coaxial é mais antigo utilizado no cabeamento de rede. Hoje está sendo substitu

• Fibra Óp d s tipos de cabo

ífi a.

3.1. Cabo Coaxial

ído na maior parte das redes.

O cabo coaxial se caracteriza por ter apenas um núcleo condutor protegido por uma malha que age como uma blindagem ou aterramento.

A: revestimento de plástico B: tela de cobre

C: isolador dialétrico interno D: núcleo de cobre

Coaxial Fino

s áreas tais como sonorização e Tv/Vídeo.(75 Ohm

• Coaxial ThinNet (fino)

3.1.1. Coaxial

Este cabo é o coaxial mais encontrado nas redes internas por ser mais fino (de onde sai o nome

Thin – Fino

ue preso a ponta

pontas da rede. Este terminador interr

ponta, é a razão de se incluir ou retirar um O cabo coaxial é também muito utilizado em outra

s)

Na área de redes o cabo coaxial se apresenta em duas formas:

• Coaxial Thicknet (grosso)

ThinNet

) e mais fácil de ser manuseado.

O conector utilizado neste tipo de cabo é o conector BNC(British Naval Connector ou Bayonet Neil Concelman ou Bayonet Nut Connector) q

de um cabo é conectado em outro conector denominado T BNC, o qual vai conectado à placa adaptadora de rede.

Outra característica importante é a necessidade da presença do Terminador nos últimos conectores T-BNC em cada uma das

ompe a transmissão do sinal, evitando que o sinal retorne e gere uma colisão na rede anulando toda a transmissão da rede.

(32)

o computador ser incluído ou remov

O ca redes, prin por s

iro que na verdade são transc

o talações de rede os equipamentos já foram atualizados

A seguinte tabela indica as velocidades e distân coaxial:

• ThinNet 10 Mbps 185m

3.2.

O ilizado hoje em dia, por causa principalmente de sua

facilida

o pela rede. Esta forma de cabo deriva da utilização em telefo

não blindado

3.2 .

O cabo UTP é o mais comumente utilizado em redes de escritório e empresas onde não há a

necessidad al muito grande.

assados ou rompidos facilmente. computador da rede, ter-se toda a transmissão de rede interrompida até

ido e os cabos novamente conectados. 3.1.2. Cabo ThickNet bo ThickNet foi menos utilizado em cipalmente pela dificuldade de manuseio er um cabo mais grosso (de onde deriva o nome – Thick – Grosso).

O cabo ThickNet utiliza os chamados conectores do tipo Vamp

eptores que convertem o sinal para um outro cabo denominado AUI Drop cable que é ligado à placa adaptadora de rede de cada computador.

Caíram em desuso no início da década de 199 em redes mais antigas, já que na maioria das ins

0, e você praticamente não os encontrará, mesm

3.1.3. Velocidades e distâncias dos cabos do tipo coaxial

cias máximas por especificação dos cabos do tipo

Tipo Velocidade Distância Máxima

• ThickNet 10 Mbps 500m

Cabo Par-Trançado

cabo par-trançado é o padrão mais ut de de manipulação e boas velocidades.

O cabo par-trançado recebe este nome por ser formado de 4 pares de fios trançados par-a-par num total de 8 fios que transmitem a informaçã

nia (no caso da telefonia são apenas 2 pares)

No caso da utilização em rede podem ser divididos em 2 tipos:

• UTP (unshielded twisted pair) –

• STP (shielded twisted pair) – blindado .1 UTP

e de um isolamento de sin

Neste tipo de cabo os 4 pares trançados são cobertos por uma proteção externa simples que apenas mantém os fios juntos e os protegem de serem am

(33)

3.2.1.a. Categoria Descrição Velocidade pares 10 Mbps CAT 5

CAT 5e - 4 pares trançados com fios de alta qualidade Aprox. 200 Mbps 00 Mbps

dual por fio (nova muito rara) Aprox. 1 Gbps

quatro pares de fios. Os dois fios que formam cada par são trançados entre si.

usado em p ernas.

nas redes modernas, apesar do custo adicional

ples porque são

es marcas de conectores citamos a AMP, e urukawa.

pode ser azul claro ou então, branco

• rde trançado com um fio branco com listras verdes fio branco com listras marrons. CAT 3 - 4 pares trançados, mas utiliza-se apenas 2

- 4 pares trançados 100 Mbps

CAT 6 - 4 pares trançados com isolamento mais avançado Aprox. 6 CAT 7 - Múltiplos pares com isolamento indivi

3.2.2. Categoria 5 Neste cabo existem

É o tipo de cabo mais barato usado em redes, e é raticamente todas as instalações mod

O par trançado é o meio físico mais utilizado

decorrente da utilização de hubs e outros concentradores. O custo do cabo é mais baixo, e a instalação é mais simples. Basta ligar cada um dos computadores ao hub ou switch. Cada computador utiliza um cabo com conectores RJ-45 em suas extremidades. As conexões são sim

independentes. Para adicionar um novo computador à rede, basta fazer a sua ligação ao hub, sem a necessidade de remanejar cabos de outros computadores.

Cabos de rede podem ser comprados prontos, com diversas medidas. É prático usar cabos prontos quando seu uso é externo, ou seja, não embutido na parede. São os casos dos cabos que ligam o computador ao hub ou tomada, e também dos inúmeros cabos que interligam os equipamentos de rede nos racks, como mostraremos mais adiante neste capítulo.

A figura ao lado mostra um conector RJ-45 na extremidade de um cabo de par trançado. Para quem vai utilizar apenas alguns poucos cabos, vale a pena comprá-los prontos. Muitas lojas montam esses cabos sob medida. Para quem vai precisar de muitos cabos, ou para quem vai trabalhar com instalação e manutenção de redes, vale a pena ter os recursos necessários para construir cabos. Devem ser comprados os conectores RJ-45, algumas um rolo de cabo, um alicate para fixação do conector e um testador de cabos. Não vale a pena baratos, comprometendo a confiabilidade. Entre as melhor entre as melhores marcas de cabos de rede citamos os da F

A figura mostra a extremidade de um cabo UTP usado em redes, já desencapada e com seus quatro pares à mostra:

Um desses pares tem um fio:

economizar comprando conectores e cabos

• Azul escuro, trançado com um outro fio que

com listras azuis.

• Um par tem um fio laranja trançado com um fio branco com listras laranjas;

Próximo par fio ve

(34)

Dependendo do cabo, os fios brancos listrados citados podem apresentar as cores laranja claro, verde claro e m

Note que e

de cobre à mo ede. O

conec

e cabos, além de vários outros equip

é utilizado em ambientes onde a interferência eletro-magnética seja alta e possa afetar a transmissão da rede, se for utilizado o cabo UTP.

O cabo UTP caracteriza-se por possuir uma blindagem na forma de uma cobertura metálica entre a proteção externa e os

mento Estruturado

edes mais populares utilizam a arquitetura Ethernet usando cabo par trançado sem blindagem (UTP). Nessa arquitetura, há a

nec nte um hub,

par

gerenciamento dessas conex

les de arrom claro, respectivamente.

ap sar da figura acima mostrar as extremidades dos oito fios desencapadas, com a parte stra, não desencapamos essas extremidades quando montamos um cabo de r

tor RJ-45 tem contatos cortantes que penetram na cobertura plástica e atingem o condutor interno, fazendo o contato.

Para quem faz instalações de redes com freqüência, é conveniente adquirir testadores de cabos. Lojas especializadas em equipamentos para redes fornecem cabos, conectores, o alicate e os testadores d

amentos. Os testadores da figura 15 formam uma dupla, e são vendidos juntos. Para testar um cabo, conectamos em cada um dos testadores, uma extremidade do cabo. Pressionamos o botão ON/OFF e observamos os LEDs indicados no testador menor. Os quatro LEDs deverão acender seqüencialmente, indicando que cada um dos quatro pares está firme e com contato perfeito.

3.2.3. STP O cabo STP

pares trançados ou até em alguns casos em volta de cada par-trançado.

Em alguns casos o cabo STP não consegue inibir uma i nesses casos o uso do cabo de fibra óptica.

4. Cabea

nterferência muito alta, sendo necessário

As r

essidade de um dispositivo concentrador, tipicame a fazer a conexão entre os computadores.

Em redes pequenas, o cabeamento não é um ponto que atrapalhe o dia-a-dia da empresa, já que apenas um ou dois hubs são necessários para interligar todos os micros. Entretanto, em redes médias e grandes a quantidade de cabos e o

ões pode atrapalhar o dia-a-dia da empresa. A simples conexão de um novo micro na rede pode significar horas e horas de trabalho (passando cabos e tentando achar uma porta livre em um hub).

É aí que entra o Cabeamento Estruturado. A idéia básica do cabeamento estruturado fornece ao ambiente de trabalho um sistema de cabeamento que facilite a instalação e remoção de equipamentos, sem muita perda de tempo. Dessa forma, o sistema mais simp

Referências

Documentos relacionados

•Datagramas de entrada: substituir (endereço IP do NAT, novo #porto) nos campos de destino de cada datagrama que chega, o valor correspondente de (endereço IP de origem,

Fragmento MF DF CRC Cabeçalho Comprimento Total Tipo IHL Endereço IP de Destino Endereço IP de Origem Tmp Vida Identificação Ver 32 bits.. 2 o byte 3 o byte 4

O conjunto de equipamentos e recursos utilizados para que o homem possa controlar o computador é genericamente denominado interface. O aprimo- ramento da interface atingiu o ponto

Contudo, através do endereço lógico, computador A pode determinar que computador B não pertencia a sua rede, e enviou o pacote para o componente responsável

Adaptador encapsula datagrama IP (ou outro pacote de protocolo da camada de rede) no quadro Ethernet. • Endereços:

• O OSPF não possui como objetivo o uso de políticas, por isso outro protocolo é usado entre ASs . • BGP (Border

Camada de Rede Camada de Rede Protocolo de Transporte Endereço de rede Endereço transporte Entidade transporte Entidade transporte.!. máquinas dos usuários  não depende

Camada de Rede Camada de Rede Protocolo de Transporte Endereço de rede Endereço transporte Entidade transporte Entidade transporte.!. máquinas dos usuários  não depende