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Pós Penal e Processo Penal. Legale

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Academic year: 2021

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Texto

(1)

Pós – Penal

e Processo Penal

(2)
(3)
(4)

Ações de Impugnação

revisão criminal

A revisão criminal é uma ação de

impugnação exclusiva da defesa

(5)

Ações de Impugnação

revisão criminal

Após o trânsito em julgado da sentença

condenatória, o condenado por si só ou por

advogado e seus ascendentes, descendentes,

cônjuge ou irmão, na sua falta (ausência,

(6)

Ações de Impugnação

revisão criminal

A revisão só cabe em favor do réu, nunca em

favor da sociedade

Por isso, não cabe revisão criminal da

sentença absolutória

(7)

Ações de Impugnação

revisão criminal

É possível se intentar a revisão criminal até

mesmo após o cumprimento da pena ou da

morte do condenado.

(8)

Ações de Impugnação

revisão criminal

(9)

Ações de Impugnação

revisão criminal

quando a sentença condenatória for

contrária ao texto expresso da lei penal ou à

evidência dos autos;

(10)

Ações de Impugnação

revisão criminal

quando a sentença condenatória se fundar

em depoimentos, exames ou documentos

comprovadamente falsos;

(11)

Ações de Impugnação

revisão criminal

quando, após a sentença, se descobrirem

novas provas de inocência do condenado ou

de circunstância que determine ou autorize

diminuição especial da pena

(12)

Ações de Impugnação

revisão criminal

Órgão competente para julgar a revisão

criminal:

(13)

Ações de Impugnação

revisão criminal

STF

(14)

Ações de Impugnação

revisão criminal

Pedidos da revisão criminal:

(art. 626, CPP)

(15)

Ações de Impugnação

revisão criminal

(16)

Ações de Impugnação

revisão criminal

(17)

Ações de Impugnação

revisão criminal

(18)

Ações de Impugnação

revisão criminal

(19)
(20)

Ações de Impugnação

Hc

Também o “Habeas corpus” não é um

recurso

É uma ação de impugnação, uma ação

popular constitucional, é, enfim, um

remédio constitucional

(21)

Ações de Impugnação

Hc

Cabe “HC” nos dias atuais quando a pessoa

humana estiver ameaçada no seu direito de

ir, vir ou permanecer

(22)

Ações de Impugnação

Hc

A pessoa a quem se destina o “Habeas

corpus” é chamada de paciente (aquele que

está sofrendo ou prestes a sofrer coação no

seu direito ambulatório)

(23)

Ações de Impugnação

Hc

Quem pede a ordem de “Habeas corpus” é

chamado de impetrante

(24)

Ações de Impugnação

Hc

Antigamente se falava em “Autoridade

coatora” que cometesse abuso e prejudicasse

o direito de “ir e vir” do paciente

Mas, atualmente, cabe “Habeas corpus”

também da ilegalidade praticada ferindo

direito de “ir, vir e permanecer”, admitindo,

portanto, a medida heróica contra a atitude

do particular

(25)

Ações de Impugnação

Hc

* O CPP fixa que se considerará a coação

ilegal (motivo para a impetração de HC)(art.

648):

(26)

Ações de Impugnação

Hc

(27)

Ações de Impugnação

Hc

quando alguém estiver preso por mais

tempo do que a lei determina;

(28)

Ações de Impugnação

Hc

quando quem ordenar a coação não tiver

competência para fazê-lo;

(29)

Ações de Impugnação

Hc

quando houver cessado o motivo que

autorizou a coação;

(30)

Ações de Impugnação

Hc

quando não for alguém admitido a prestar

fiança, nos casos em que a lei autoriza

(31)

Ações de Impugnação

Hc

(32)

Ações de Impugnação

Hc

(33)

Ações de Impugnação

Hc

Existem dois tipos de “Habeas corpus”, a

saber:

(34)

Ações de Impugnação

Hc

preventivo (se houver uma ameaça de

coação)

(35)

Ações de Impugnação

Hc

(36)
(37)

1. LEP - Estrutura

A LEP – Lei das Execuções Penais é estruturada da seguinte forma:

- Do objeto e aplicação da LEP - Do condenado e do internado - Dos órgãos da execução penal - Dos estabelecimentos penais

(38)

1. LEP - Estrutura

- Da execução das penas em espécie

- Da execução das medidas de segurança - Dos incidentes da execução

(39)

2. Objeto e Aplicação

O Grande objetivo da LEP é efetivar a sentença, fiscalizando o seu cumprimento pelo sistema

(40)

2. Objeto e Aplicação

(41)

2. Objeto e Aplicação

As disposições da LEP também se aplicam aos presos provisórios, ao condenado pela Justiça Eleitoral e ao Condenado pela Justiça Militar, quando recolhidos a estabelecimento sujeito à jurisdição ordinária

(42)

3. Do Condenado e Do Internado

Classificação:

A Comissão Técnica de Classificação elaborará programa individualizador, segundo os

(43)

3. Do Condenado e Do Internado

Assistência:

(44)

3. Do Condenado e Do Internado

- Material (alimentação, vestuário e instalações higiênicas)

- À Saúde (atendimento médico, farmacêutico e odontológico)

(45)

3. Do Condenado e Do Internado

- Educacional (instrução escolar e formação profissional)

- Social (amparar o preso ou internado e prepará-lo para o retorno à liberdade)

- Religiosa (liberdade de culto)

- Ao Egresso (Orientação, Apoio, Alimentação e Alojamento – 2 meses)

(46)

3. Do Condenado e Do Internado

Trabalho

- Finalidade educativa e produtiva

-Direito a Salário (descontado indenização, assistência à família, despesas pessoais, ressarcimento ao Estado por conta da sua manutenção)

- Jornada de de 6 a 8 hs com descanso aos domingos e feriados

(47)

3. Do Condenado e Do Internado

O trabalho pode ser - Interno

(48)

3. Do Condenado e Do Internado

Deveres do Preso:

- Comportamento disciplinado - Cumprimento da sentença

- Obediência ao servidor e respeito a qualquer pessoa

(49)

3. Do Condenado e Do Internado

- Urbanidade e Respeito no trato com os demais condenados

- Indenização à vítima - Indenização ao Estado

- Higiene Pessoal e Asseio da cela

(50)

3. Do Condenado e Do Internado Direitos do Preso: - Alimentação suficiente - Vestuário - Previdência Social - Constituição de pecúlio - Proporcionalidade (trabalho/descanso/recreação)

- Atividades profissionais, intelectuais, artísticas e desportivas

(51)

3. Do Condenado e Do Internado

- Assistência (material, à saúde, jurídica,

educacional, social e religiosa)

- Proteção contra o sensacionalismo

- Entrevista pessoal e reservada com advogado - Visita

(52)

3. Do Condenado e Do Internado

- Chamamento nominal

- Igualdade de Tratamento

- Audiência com o Diretor do Estabelecimento - Direito de Petição

- Contato com o mundo exterior

(correspondência escrita, leitura e outros meios de informação)

(53)

3. Do Condenado e Do Internado

Da disciplina

- consiste na colaboração com a ordem, na

obediência às determinações e no desempenho no trabalho

(54)

3. Do Condenado e Do Internado

As faltas disciplinares se classificam em: - Leves

- Médias - Graves

(55)

3. Do Condenado e Do Internado

Comete falta grave o condenado que: -Incitar ou participar de rebelião

-Fugir

-Possuir indevidamente objeto que possa servir de arma

(56)

3. Do Condenado e Do Internado

-Provocar acidente do trabalho

-Descumprir as condições do regime aberto

-Faltar com obediência às autoridades e respeito a todos

(57)

3. Do Condenado e Do Internado

O Condenado à pena restritiva de direito também pode cometer falta grave, quando:

- Descumprir ou retardar, injustificadamente, a restrição imposta

- Faltar com obediência às autoridades e respeito a todos

(58)

3. Do Condenado e Do Internado

RDD – Regime Disciplinar Diferenciado

Quando a falta grave subverter a ordem ou quando houver suspeita de envolvimento em organização criminosa, o agente poderá ser inserido no RDD

(59)

3. Do Condenado e Do Internado

RDD – Regime Disciplinar Diferenciado

Não se trata de um novo regime e sim de uma forma mais rigorosa de cumprir o regime fechado

(60)

3. Do Condenado e Do Internado

RDD – Regime Disciplinar Diferenciado Tem por principais características:

- Isolamento noturno e diurno

-Duração máxima de 360 dias renováveis (não pode ultrapassar 1/6 da pena) (segue)

(61)

3. Do Condenado e Do Internado

- Banho de sol de 2 (duas) horas por dia - Visitas semanais de 2 (duas) horas

- Possibilidade para o preso provisório

-Somente pode ser determinada pelo Juiz da Execução

(62)

3. Do Condenado e Do Internado

As sanções disciplinares são: - Advertência verbal

- Suspensão ou restrição de direitos - Isolamento na própria cela

(63)

4. Órgãos da Execução Penal

São órgãos da execução penal: - o Juízo da Execução - o Ministério Público - o Conselho Penitenciário - os Departamentos Penitenciários - o Patronato - o Conselho da Comunidade - a Defensoria Pública

(64)

4. Órgãos da Execução Penal

Juízo da Execução - Atribuições

(65)

4. Órgãos da Execução Penal

- Aplicar lei mais favorável

(66)

4. Órgãos da Execução Penal

Decidir sobre:

-Soma ou Unificação de Penas -Progressão

-Regressão de Regimes -Detração

(67)

4. Órgãos da Execução Penal

- Suspensão Condicional da Pena - Livramento Condicional

(68)

4. Órgãos da Execução Penal

Cabe ainda ao Juízo da Execução determinar: -A forma de cumprimento da pena restritiva de direitos e fiscalizar sua execução

-A conversão da pena restritiva de direitos e de multa em privativa de liberdade

-A conversão da pena privativa de liberdade em restritiva de direitos

(69)

4. Órgãos da Execução Penal

- A revogação da medida de segurança

- A desinternação e o restabelecimento da situação anterior

- O cumprimento de pena ou medida de segurança em outra comarca

- A remoção do condenado para outra comarca ou Estado da Federação

(70)

4. Órgãos da Execução Penal

- Zelar pelo cumprimento da pena ou medida de segurança

- Inspecionar os estabelecimentos penais - Interditar, no todo ou em parte os

estabelecimentos penais

- Compor e instalar o Conselho da Comunidade - Emitir anualmente atestado de pena a cumprir

(71)

5. Dos Estabelecimentos Penais

- Dos estabelecimentos penais (observações)

(72)

6. Da Execução das Penas em espécie

- Penas Privativas de Liberdade - Penas Restritivas de Direitos - Penas de Multa

(73)

7. Da Execução das Medidas de Segurança

- Medidas de Segurança (observações)

(74)

5. Recurso da Execução

De acordo com o art. 197 da LEP, das decisões proferidas pelo Juiz das Execuções cabe Agravo

Referências

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