Pós – Penal
e Processo Penal
Ações de Impugnação
revisão criminal
A revisão criminal é uma ação de
impugnação exclusiva da defesa
Ações de Impugnação
revisão criminal
Após o trânsito em julgado da sentença
condenatória, o condenado por si só ou por
advogado e seus ascendentes, descendentes,
cônjuge ou irmão, na sua falta (ausência,
Ações de Impugnação
revisão criminal
A revisão só cabe em favor do réu, nunca em
favor da sociedade
Por isso, não cabe revisão criminal da
sentença absolutória
Ações de Impugnação
revisão criminal
É possível se intentar a revisão criminal até
mesmo após o cumprimento da pena ou da
morte do condenado.
Ações de Impugnação
revisão criminal
Ações de Impugnação
revisão criminal
quando a sentença condenatória for
contrária ao texto expresso da lei penal ou à
evidência dos autos;
Ações de Impugnação
revisão criminal
quando a sentença condenatória se fundar
em depoimentos, exames ou documentos
comprovadamente falsos;
Ações de Impugnação
revisão criminal
quando, após a sentença, se descobrirem
novas provas de inocência do condenado ou
de circunstância que determine ou autorize
diminuição especial da pena
Ações de Impugnação
revisão criminal
Órgão competente para julgar a revisão
criminal:
Ações de Impugnação
revisão criminal
STF
Ações de Impugnação
revisão criminal
Pedidos da revisão criminal:
(art. 626, CPP)
Ações de Impugnação
revisão criminal
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revisão criminal
Ações de Impugnação
revisão criminal
Ações de Impugnação
revisão criminal
Ações de Impugnação
Hc
Também o “Habeas corpus” não é um
recurso
É uma ação de impugnação, uma ação
popular constitucional, é, enfim, um
remédio constitucional
Ações de Impugnação
Hc
Cabe “HC” nos dias atuais quando a pessoa
humana estiver ameaçada no seu direito de
ir, vir ou permanecer
Ações de Impugnação
Hc
A pessoa a quem se destina o “Habeas
corpus” é chamada de paciente (aquele que
está sofrendo ou prestes a sofrer coação no
seu direito ambulatório)
Ações de Impugnação
Hc
Quem pede a ordem de “Habeas corpus” é
chamado de impetrante
Ações de Impugnação
Hc
Antigamente se falava em “Autoridade
coatora” que cometesse abuso e prejudicasse
o direito de “ir e vir” do paciente
Mas, atualmente, cabe “Habeas corpus”
também da ilegalidade praticada ferindo
direito de “ir, vir e permanecer”, admitindo,
portanto, a medida heróica contra a atitude
do particular
Ações de Impugnação
Hc
* O CPP fixa que se considerará a coação
ilegal (motivo para a impetração de HC)(art.
648):
Ações de Impugnação
Hc
Ações de Impugnação
Hc
quando alguém estiver preso por mais
tempo do que a lei determina;
Ações de Impugnação
Hc
quando quem ordenar a coação não tiver
competência para fazê-lo;
Ações de Impugnação
Hc
quando houver cessado o motivo que
autorizou a coação;
Ações de Impugnação
Hc
quando não for alguém admitido a prestar
fiança, nos casos em que a lei autoriza
Ações de Impugnação
Hc
Ações de Impugnação
Hc
Ações de Impugnação
Hc
Existem dois tipos de “Habeas corpus”, a
saber:
Ações de Impugnação
Hc
preventivo (se houver uma ameaça de
coação)
Ações de Impugnação
Hc
1. LEP - Estrutura
A LEP – Lei das Execuções Penais é estruturada da seguinte forma:
- Do objeto e aplicação da LEP - Do condenado e do internado - Dos órgãos da execução penal - Dos estabelecimentos penais
1. LEP - Estrutura
- Da execução das penas em espécie
- Da execução das medidas de segurança - Dos incidentes da execução
2. Objeto e Aplicação
O Grande objetivo da LEP é efetivar a sentença, fiscalizando o seu cumprimento pelo sistema
2. Objeto e Aplicação
2. Objeto e Aplicação
As disposições da LEP também se aplicam aos presos provisórios, ao condenado pela Justiça Eleitoral e ao Condenado pela Justiça Militar, quando recolhidos a estabelecimento sujeito à jurisdição ordinária
3. Do Condenado e Do Internado
Classificação:
A Comissão Técnica de Classificação elaborará programa individualizador, segundo os
3. Do Condenado e Do Internado
Assistência:
3. Do Condenado e Do Internado
- Material (alimentação, vestuário e instalações higiênicas)
- À Saúde (atendimento médico, farmacêutico e odontológico)
3. Do Condenado e Do Internado
- Educacional (instrução escolar e formação profissional)
- Social (amparar o preso ou internado e prepará-lo para o retorno à liberdade)
- Religiosa (liberdade de culto)
- Ao Egresso (Orientação, Apoio, Alimentação e Alojamento – 2 meses)
3. Do Condenado e Do Internado
Trabalho
- Finalidade educativa e produtiva
-Direito a Salário (descontado indenização, assistência à família, despesas pessoais, ressarcimento ao Estado por conta da sua manutenção)
- Jornada de de 6 a 8 hs com descanso aos domingos e feriados
3. Do Condenado e Do Internado
O trabalho pode ser - Interno
3. Do Condenado e Do Internado
Deveres do Preso:
- Comportamento disciplinado - Cumprimento da sentença
- Obediência ao servidor e respeito a qualquer pessoa
3. Do Condenado e Do Internado
- Urbanidade e Respeito no trato com os demais condenados
- Indenização à vítima - Indenização ao Estado
- Higiene Pessoal e Asseio da cela
3. Do Condenado e Do Internado Direitos do Preso: - Alimentação suficiente - Vestuário - Previdência Social - Constituição de pecúlio - Proporcionalidade (trabalho/descanso/recreação)
- Atividades profissionais, intelectuais, artísticas e desportivas
3. Do Condenado e Do Internado
- Assistência (material, à saúde, jurídica,
educacional, social e religiosa)
- Proteção contra o sensacionalismo
- Entrevista pessoal e reservada com advogado - Visita
3. Do Condenado e Do Internado
- Chamamento nominal
- Igualdade de Tratamento
- Audiência com o Diretor do Estabelecimento - Direito de Petição
- Contato com o mundo exterior
(correspondência escrita, leitura e outros meios de informação)
3. Do Condenado e Do Internado
Da disciplina
- consiste na colaboração com a ordem, na
obediência às determinações e no desempenho no trabalho
3. Do Condenado e Do Internado
As faltas disciplinares se classificam em: - Leves
- Médias - Graves
3. Do Condenado e Do Internado
Comete falta grave o condenado que: -Incitar ou participar de rebelião
-Fugir
-Possuir indevidamente objeto que possa servir de arma
3. Do Condenado e Do Internado
-Provocar acidente do trabalho
-Descumprir as condições do regime aberto
-Faltar com obediência às autoridades e respeito a todos
3. Do Condenado e Do Internado
O Condenado à pena restritiva de direito também pode cometer falta grave, quando:
- Descumprir ou retardar, injustificadamente, a restrição imposta
- Faltar com obediência às autoridades e respeito a todos
3. Do Condenado e Do Internado
RDD – Regime Disciplinar Diferenciado
Quando a falta grave subverter a ordem ou quando houver suspeita de envolvimento em organização criminosa, o agente poderá ser inserido no RDD
3. Do Condenado e Do Internado
RDD – Regime Disciplinar Diferenciado
Não se trata de um novo regime e sim de uma forma mais rigorosa de cumprir o regime fechado
3. Do Condenado e Do Internado
RDD – Regime Disciplinar Diferenciado Tem por principais características:
- Isolamento noturno e diurno
-Duração máxima de 360 dias renováveis (não pode ultrapassar 1/6 da pena) (segue)
3. Do Condenado e Do Internado
- Banho de sol de 2 (duas) horas por dia - Visitas semanais de 2 (duas) horas
- Possibilidade para o preso provisório
-Somente pode ser determinada pelo Juiz da Execução
3. Do Condenado e Do Internado
As sanções disciplinares são: - Advertência verbal
- Suspensão ou restrição de direitos - Isolamento na própria cela
4. Órgãos da Execução Penal
São órgãos da execução penal: - o Juízo da Execução - o Ministério Público - o Conselho Penitenciário - os Departamentos Penitenciários - o Patronato - o Conselho da Comunidade - a Defensoria Pública
4. Órgãos da Execução Penal
Juízo da Execução - Atribuições
4. Órgãos da Execução Penal
- Aplicar lei mais favorável
4. Órgãos da Execução Penal
Decidir sobre:
-Soma ou Unificação de Penas -Progressão
-Regressão de Regimes -Detração
4. Órgãos da Execução Penal
- Suspensão Condicional da Pena - Livramento Condicional
4. Órgãos da Execução Penal
Cabe ainda ao Juízo da Execução determinar: -A forma de cumprimento da pena restritiva de direitos e fiscalizar sua execução
-A conversão da pena restritiva de direitos e de multa em privativa de liberdade
-A conversão da pena privativa de liberdade em restritiva de direitos
4. Órgãos da Execução Penal
- A revogação da medida de segurança
- A desinternação e o restabelecimento da situação anterior
- O cumprimento de pena ou medida de segurança em outra comarca
- A remoção do condenado para outra comarca ou Estado da Federação
4. Órgãos da Execução Penal
- Zelar pelo cumprimento da pena ou medida de segurança
- Inspecionar os estabelecimentos penais - Interditar, no todo ou em parte os
estabelecimentos penais
- Compor e instalar o Conselho da Comunidade - Emitir anualmente atestado de pena a cumprir
5. Dos Estabelecimentos Penais
- Dos estabelecimentos penais (observações)
6. Da Execução das Penas em espécie
- Penas Privativas de Liberdade - Penas Restritivas de Direitos - Penas de Multa
7. Da Execução das Medidas de Segurança
- Medidas de Segurança (observações)
5. Recurso da Execução
De acordo com o art. 197 da LEP, das decisões proferidas pelo Juiz das Execuções cabe Agravo